Notícias (1295)

Ainda sobre o colega de empresa, Samuka disse que Emerson deverá dedicar-se, “no próximos dias”, exclusivamente às participações no programa de Nilvan Ferreira.

O comunicador Samuka Duarte segue firme na intenção de ser candidato a deputado estadual nas eleições deste ano. Em entrevista ao programa Café Quente, com Abrantes Júnior, na Rádio Espinharas, em Patos, Samuka afirmou que “o povo está decepcionado com a política, estou analisando, sempre tive o desejo de ajudar as pessoas e as pessoas sempre cobravam isso de mim”.

Samuka disse ainda que será realizada uma pesquisa para saber o que as pessoas acham de sua candidatura, se o resultado for “positivo”, ele disputará uma cadeira na Assembleia Legislativa da Paraíba.

Questionado sobre o partido no qual se filiará, ele disse que foi convidado para o Avante e para o partido de Jair Bolsonaro, que vai se filiar ao PSL. Entretanto, ele negou que fará campanha junto ao ex-colega de bancada Emerson Machado.

Na entrevista, ele revelou que Emerson estava “tirando a seriedade” do programa radiofônico que ancora na Rádio Correio, ele citou, inclusive, que o comportamento de Emerson no ar motivou a queda do programa na pesquisa de audiência IBOPE, no ano seguinte, segundo ele, o programa recuperou os 14 pontos perdidos em 2016 e ganhou da emissora concorrente.

Ainda sobre o colega de empresa, Samuka disse que Emerson deverá dedicar-se, “no próximos dias”, exclusivamente às participações no programa de Nilvan Ferreira.

 

Fonte: Polêmica PB

Para Wálter Maierovitch, secretário de Políticas Antidrogas da era FHC, facção paulista pode usar 'poder intimidatório' para impactar resultados do pleito de outubro.

 
Há décadas estudando a ação de organizações criminosas, o desembargador aposentado Wálter Maierovitch diz que o fortalecimento da maior facção brasileira, o Primeiro Comando da Capital (PCC), e o acirramento de conflitos entre gangues nos Estados podem impactar as eleições deste ano.
 
Em entrevista à BBC Brasil, Maierovitch diz que o PCC ainda não alcançou o peso econômico de antigos grupos mafiosos italianos ou de cartéis colombianos e marroquinos. Mas diz que a facção paulista vem expandido sua atuação e tem força suficiente para influenciar a votação em outubro.
 
Segundo o desembargador, há relatos de que o PCC patrocina eventos de igrejas na periferia de São Paulo. Afirma ainda que facções criminosas têm interesse em se infiltrar no poder político para costurar acordos que reduzam a repressão policial em certas áreas. Segundo ele, um acordo desse tipo já vigora na periferia de São Paulo.
 
"A polícia não vai à periferia, onde o PCC atua livre, leve e solto. Há uma lei do silêncio na periferia de São Paulo."
 
Em nota à BBC Brasil, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo contestou as declarações; leia o posicionamento da pasta ao fim da entrevista.
 
A preocupação de que facções influenciem o resultado da eleição deste ano já foi ecoada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, e pelo ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, Sérgio Etchegoyen. Ambos têm dito que o fim da possibilidade de que empresas façam doações eleitorais abrem espaço para que o crime organizado financie candidatos por fora.
 
 
Ex-professor de Direito Penal da Universidade Mackenzie (SP), Maierovitch se aposentou como desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo em 1998 para assumir a então Secretaria Nacional de Políticas Antidrogas, no governo FHC.
 
Em 1993, fundou o Instituto Brasileiro Giovanni Falcone de Ciências Criminais. O órgão foi batizado em homenagem ao principal juiz da Operação Mãos Limpas, que combateu a rede de corrupção entre grupos mafiosos e políticos italianos nos anos 1990. Ele foi morto em 1992 a mando da Cosa nostra, a máfia siciliana, ao viajar por uma estrada forrada com dinamite.
 
Cidadão brasileiro e italiano, Maierovitch será candidato a deputado na próxima eleição para o Parlamento italiano, em março.
 
Veja os principais trechos da entrevista:
 
BBC Brasil - Em 2014, o senhor disse que o PCC estava em um estágio pré-máfia. A situação mudou?
 
Wálter Maierovitch - A situação piorou com relação à segurança pública. Naquela época, falei em pré-máfia porque o PCC e as outras organizações a que se aliou têm o controle de territórios, principalmente na periferia de São Paulo, e têm o controle social dos presos nos presídios. Basta atentar para as rebeliões, quando os presos são usados como massa de manobra.
 
São dois dados de identificação de organizações criminosas de matriz mafiosa. O que faltava ao PCC - e ainda falta - é a transnacionalidade.
 
A situação piorou porque o PCC passou a atuar transfronteiriçamente - nas fronteiras e do lado de lá das fronteiras no Paraguai e na Bolívia. Então aumentou sua musculatura.
 
BBC Brasil - Qual a diferença entre atuar transnacionalmente e transfronteiriçamente?
 
Maierovitch - Falta ao PCC investir o dinheiro lavado do crime em outras atividades e ganhar força econômica, ampliar seu "PIB". A máfia calabresa, por exemplo, investia na bolsa de Frankfurt. O PCC ainda tem uma atuação econômica pouco sofisticada e proporcionalmente pequena se comparada ao peso do narcotráfico na economia da Colômbia ou do Marrocos.
 
 
Hoje a criminalidade é mundial, existem redes que colocam drogas e armas à disposição em qualquer parte do mundo. O PCC não consegue montar uma rede própria para expandir serviços fora do Brasil e fazer com que outras organizações se unam a ele. Pelo contrário, ele tende a se plugar a redes internacionais já existentes.
 
Segundo ex-desembargador, presos provisórios podem ser facilmente cooptados nas eleições
 
 
BBC Brasil - O PCC tem o poder de influenciar as eleições deste ano?
 
Maierovitch - Essa possibilidade existe. Quando o legislador italiano fez um projeto de lei que se tornou a lei antimáfia, foi colocado um artigo que aumenta a pena quando o membro da organização criminosa influencia nas eleições.
 
Está muito claro que toda organização criminosa de matriz mafiosa pode ter influência em eleições. Em São Paulo, por exemplo, já tivemos um tempo em que o PCC ousou lançar um candidato a vereador. Não prosperaram, pois a candidatura foi impugnada. Agora o que ocorre são candidatos procurarem o apoio do PCC.
 
BBC Brasil - Como se dá essa relação?
 
Maierovitch - O PCC está muito infiltrado na sociedade. Em São Paulo, há informações de que ele patrocina festas de igrejas, quermesses. E como toda organização criminosa de matriz mafiosa, o PCC tem poder intimidatório. Como ele controla territórios, quando lança um nome ou uma ordem, as pessoas ficam com medo e obedecem.
 
A Sicília demonstrou que essa estratégia funciona no período eleitoral. Durante anos, a Democracia Cristã, o maior partido italiano do pós-guerra, tinha todos os votos na Sicília quando era liderada pelo então primeiro-ministro Giulio Andreotti (nos anos 1970 e 1980). Era o partido majoritário, ligado à máfia. Tanto que Giulio Andreotti foi condenado por associação à máfia e só não foi preso porque o crime prescreveu.
 
Quando a Democracia Cristã foi incapaz de parar o chamado maxiprocesso conduzido pelo juiz Giovanni Falcone, que fez todos os chefões mafiosos virarem réus, a máfia rompeu com o partido. A Cosa nostra siciliana determinou então que se votasse em outro partido.
 
BBC Brasil - Como os conflitos entre facções nos Estados, que têm se acirrado nos últimos tempos, podem impactar a disputa eleitoral?
 
 
Maierovitch - Ataques feitos por organizações criminosas a pontos estratégicos no período eleitoral ou no dia da eleição vão fazer com que as pessoas tenham medo de votar e não se desloquem.
 
E mais do que isso, no Brasil, presos provisórios não perdem direitos políticos, porque não têm condenação definitiva. Como o sistema prisional brasileiro não faz separação entre presos provisórios e definitivos, esses presos vão para cadeias dominadas pelo crime organizado e podem ser facilmente cooptados para votar em candidatos apoiados pelas facções.
 
Maierovitch aponta para o crescimento da influência do PCC
 
BBC Brasil - As mudanças nas regras das campanhas, com maiores restrições a doações, abrem espaço para que facções financiem candidatos por fora?
 
Maierovitch - Quem se aproxima de organizações criminosas normalmente se aproxima para obter votos, porque elas exercem uma intimidação difusa, controlam territórios. Mas essas organizações, como mexem com atividades ilícitas que geram lucro, como o tráfico de drogas, evidentemente podem, sim, financiar campanhas.
 
BBC Brasil - Quais os interesses das facções em se infiltrar na política?
 
Maierovitch - Elas podem querer expandir, por exemplo, o que já ocorre em São Paulo com o famoso acordo entre o PCC e o governo do Estado. A polícia não vai à periferia, onde o PCC atua livre, leve e solto. Há uma lei do silêncio na periferia de São Paulo. Isso significa o controle do território, não ser importunado pela polícia, ter facilidade no tráfico de drogas.
 
BBC Brasil - As facções já estão presentes na política brasileira?
 
Maierovitch - Não sei se já existe uma infiltração de organizações do tipo PCC. O que existe é a proximidade entre políticos e facções para a obtenção de votos em período eleitoral. E, na Lava Jato, ficou clara a existência de empresas fazendo o papel de organizações mafiosas, atuando no sentido de sugar o Estado.
 
É uma atuação parasitária. Essas empreiteiras atuaram segundo regras do crime organizado para obter contratos e superfaturar obras.
 
BBC Brasil - Qual a capacidade que governos e Judiciário têm em evitar a influência de facções nas eleições?
 
Maierovitch - Não estão preparados. Esse fenômeno se expande pelo Brasil cada vez mais, o que o mostra despreparo do governo federal. O governo federal deixa a questão para os Estados, como se não se tratasse de um fenômeno que ataca o Estado Democrático de Direito.
 
Não é só este governo que não toma providências, os anteriores também. A atitude de tirar o corpo começa no governo FHC, que não entendeu isso como uma questão federal - embora se faça presídio federal e tenha se criado uma Força Nacional de Segurança.
 
Então existe um grande risco. É uma questão policial. O que a Justiça pode fazer diante desse quadro? Muito pouco. Ela pode apenas se apropriar de informações importantes das comarcas, dos juízes eleitorais.
 
 Para Maierovitch, operação com a dimensão da Lava Jato, mas contra as facções criminosas, nunca ocorreu porque não há interesse do governo federal
 
BBC Brasil - Por que nunca houve no Brasil uma operação com a dimensão da Lava Jato, que mobilizasse várias instituições, contra as facções criminosas?
 
Maierovitch - Porque não interessa ao governo federal. Esse combate é muito dfíicil. Veja as máfias na Itália - Cosa Nostra, Ndranguetta, Camorra. São mais que centenárias, de difícil combate.
 
O governo federal não quer se expor, ou se expõe mal. Veja o Rio de Janeiro. Houve uma época em que o governo federal ameaçou entrar para resolver a situação, e o então governador Anthony Garotinho queria comandar o Exército. O governo federal não se impôs.
 
BBC Brasil - Com a promessa de adotar uma linha dura contra o crime se for eleito, o deputado federal Jair Bolsonaro tem crescido nas pesquisas para presidente. Como avalia o fenômeno?
 
Maierovitch - Vão sempre aparecer aqueles que se aproveitam da deterioração da situação. Evidentemente, hoje se fala em anticorrupção e em endurecimento das leis, porque a população sente a corrupção, viu o que houve com a Lava Jato, vê um presidente da República sob o odor da corrupção. É um quadro difícil, em que a população vive um clima de fla-flu. É o caldo perfeito para surgirem oportunistas como Bolsonaro.
 
Em nota à BBC Brasil, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo lamentou as declarações de Maierovitch e afirmou que elas "não condizem com a realidade paulista".
 
"Não há áreas controladas por criminosos nem local onde as forças de segurança não entrem." Segundo a pasta, entre janeiro e novembro de 2017, foram apreendidas no Estado mais de 190 toneladas de drogas e 14 mil armas de fogo.
 
A secretaria afirma que a eficiência no combate ao crime resultou na queda nas taxas de homicídios em São Paulo, que passaram de 33,3 a cada 100 mil habitantes, em 2001, a 7,56 por 100 mil, em 2017.
 
O órgão não comentou a declaração de Maierovitch sobre os vínculos entre o PCC e igrejas na periferia de São Paulo.
 
 
Fonte: BBCBrasil.com/ Portal terra
 
 
 

 


Para o diretor de comunicação do Sintab, Napoleão Maracajá, o prefeito Romero Rodrigues não respeita os trabalhadores do município.

O Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste e da Borborema (Sintab) anunciou que deverá pedir o bloqueio das verbas federais destinadas à Prefeitura de Campina Grande, caso o atraso no pagamento do 13° e nos salários dos servidores aposentados e de centenas de efetivos persista.

Para o diretor de comunicação do Sintab, Napoleão Maracajá, o prefeito Romero Rodrigues não respeita os trabalhadores do município. "É preciso priorizar quem trabalhou a vida toda, aposentados estão sendo humilhados. Além disso, são muitos servidores efetivos que também não receberam 13º nem dezembro e estão desesperados sem saber como arcar com as despesas, como pagar as contas básicas. Lembramos que foi deliberado em assembleia que se até o quinto dia útil os servidores não receberem, devem cruzar os braços", disse.

Segundo Napoleão, se o desrespeito persistir, além das medidas judiciais já encaminhadas e das que deverão ser efetivadas, os trabalhadores deverão ocupar a Prefeitura em manifestação pacífica porém de ordem, para protestar contra os abusos da gestão. "O mínimo que o governo tem que fazer é respeitar a decisão. Se houver desrespeito vamos ocupar as secretarias ou a prefeitura. A situação está ficando insustentável", reforçou - Assessoria.


Fonte: Portal Carlos Magno

 Segundo o major Cristóvão Lucas, o período de defeso acontece uma semana sim, outra não, neste mês de janeiro. A partir, desta segunda-feira, por exemplo, a comercialização e caça está liberada.

O Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb) resgatou neste domingo(7), mais de mil caranguejos que estavam sendo vendido irregularmente em três feiras livres da Grande João Pessoa: Oitizeiro, Mangabeira e Santa Rita Agora, o número de caranguejos apreendidos neste fim de semana, no período de defeso, quando é irregular a caça comercialização, beira aos 4 mil crustáceos. Na ocasião, vinte aves irregulares também foram resgatadas e três pessoas foram presas.

No sábado dia(6), a Polícia Ambiental já tinha divulgado a apreensão de 2,5 mil caranguejos no Mercado Central e na feira de Mangabeira. Segundo o major Cristóvão Lucas, o período de defeso acontece uma semana sim, outra não, neste mês de janeiro. A partir, desta segunda-feira, por exemplo, a comercialização e caça está liberada.

O período de defeso é uma determinação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que consiste na proibição da captura, transporte, armazenamento e comercialização do animal sem autorização dos órgãos ambientais.

Fonte: Portalcorreio

Logo após o encerramento da festa de Réveillon, realizada no Busto de Tamandaré, no último dia 31 de janeiro, e em outros pontos da orla de João Pessoa, os agentes de limpeza da Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur), entraram em ação no primeiro dia do ano e recolheram aproximadamente 70 toneladas de lixo.


O mutirão foi realizado nas praias do Cabo Branco, Tambaú, Manaíra e Bessa. Os dados foram registrados pelo Departamento de Apoio Técnico e Planejamento da Emlur (Deatep).

“Para deixar o espaço limpo e acessível a população, mobilizamos um grande contingente de profissionais, que trabalharam unidos, após a passagem de milhares de pessoas que compareceram aos shows”, explicou Lucius Fabiani, superintendente da Emlur.

A limpeza contou com o apoio de 250 agentes que trabalharam antes, durante e após as comemorações ao longo da orla, realizando serviços de catação, varrição, lavagem de solo e acondicionamento correto dos resíduos. Foram recolhidos materiais recicláveis (garrafas de vidro, plástico e PET, latinhas de alumínio e copos descartáveis), e ainda resíduos orgânicos, como restos de alimentos e de cocos.

“Cheguei ao Busto às 7h da manhã para caminhar e nunca tinha visto tanto lixo espalhado pela praia, fiquei assustada com a quantidade deixada pelas pessoas. Ainda bem que pude ver os agentes de limpeza em ação limpando tudo”, contou a fisioterapeuta, Lúcia de Morais.

Fonte: Secom/PMJP

A Prefeitura Municipal de João Pessoa, (PMJP) divulgou nesta terça-feira (02) o edital do concurso público para o Instituto de Previdência do Município de João Pessoa (IPM). Ao todo, são 60 vagas, distribuídas entre cargos de nível médio, técnico e superior. Os salários oferecidos variam de R$ 1.500, para cargos de nível médio, a R$2.479,27, para as funções que exigem graduação.

O edital completo está disponível no site da organizadora do certame, no endereço eletrônico https://www.ibade.org.br/ e no link http://midi.as/editalIPM.  Também será publicado em uma edição especial do Semanário Municipal e ainda nos Diários Oficial da União (DOU) e do Estado (DOE).

As inscrições para o concurso do IPM começam nesta quarta-feira (03) e seguem até o dia 04 de fevereiro e devem ser feitas via internet e ainda em um posto de atendimento para inscrições presenciais, que funcionará no Lyceu Paraibano, no Centro da Capital. O atendimento presencial funcionará de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 17h.

Os interessados em concorrer a uma das vagas do certame pagarão taxas que variam de R$55 para os cargos de nível e técnico, R$ 65 para os cargos de nível superior.

As provas do concurso serão compostas por questões objetivas e discursivas e serão aplicadas no dia 18 de março, sendo no turno da manhã para os candidatos para os cargos de nível médio e técnico, e no turno da tarde, para quem vai concorrer às vagas nas funções de nível superior.

 

Versão brasileira do bom velhinho divide escala de trabalho com duas versões "tradicionais"

Animadas ao lado do Papai Noel, duas crianças são interrompidas pela mãe, que já havia feito meia dúzia de fotos. "Ele está cansado, veio lá do Polo Norte", diz ela, pontuando a mentirinha com uma piscadela. "Haaa! Haa! Ha!", o bom velhinho ri. E, com simpatia, nega a comparação com o personagem. É que o do Polo Norte é branco. Ele, negro. "Não vim, não: sou um Papai Noel brasileiro."

O "Papai Noel brasileiro" é Rubens Campolino, que trabalha em um shopping em São José dos Campos, no interior paulista. Aos 69 anos, mantém um corpanzil de 112 quilos e 1,78 metro de altura, que dispensa enchimento para a fantasia. A barba, nem tão longa nem tão curta, também é natural. "Estou muito contente em representar os negros, mas não é só isso. Minha alegria é que todo mundo está aceitando muito bem."

Em sua primeira vez como bom velhinho, ele tem feito sucesso no Vale Sul Shopping, onde divide a escala de trabalho com dois Noéis brancos. Funcionários relatam que a fila - boa parte formada por adultos - aumenta quando é a vez dele. "Adorei, é muito simpático", diz a babá Joana D’Arc Xavier, de 50 anos, que fez questão de abraçá-lo e tirar foto. "É a primeira vez que vejo um Papai Noel negro."

Segundo a coordenadora de marketing do shopping, Luana Feichas, o Natal começa a ser planejado em janeiro. Neste ano, estava desfalcado de um Noel, então traçaram um perfil: bonito, carismático e de bom trato com crianças. "Já na primeira conversa deu para ver que ele preenchia todos os requisitos. Até a risada é parecida." Campolino ri curto e decrescente ("Haaa! Haa! Ha!"), quase o tradicional "Ho! Ho! Ho!".

O shopping fez buscas em casas de idosos na cidade. O que chamou atenção é que Campolino havia vencido um concurso de Mister Terceira Idade, em 2016. "Sou um idoso que se cuida jogando dominó. Haaa! Haa! Ha!" Nascido em Moeda, no interior de Minas Gerais, mudou-se ainda na infância para São Paulo e trabalhou com fabricação de empilhadeiras. "Nunca pensei em ser Papai Noel Nem de passear em shopping gostava", diz. E ri.

Satisfação

Com quatro filhos e quatro netos, Campolino sempre se deu bem com criança. "E quem não gosta?! Eu adoro." A reação inicial, porém, foi recusar ser Papai Noel. "Disse não porque sei do preconceito." O shopping até ofereceu tratamento psicológico para que ele estivesse preparado para algum caso de racismo. "Depois entendi que era um desafio e aceitei."

Mais de um mês após assumir o cargo, ele é só elogios. "Tem sido maravilhoso. Recebo pedido de muitas pessoas, não só de criança. Tem pai, mãe, avó. Tem mulher que fala que quer um marido igual a mim. Aí, tenho de ter jogo de cintura. Respondo: ‘Igual a mim vai ser difícil’. Haaa! Haa! Ha!"

A professora Roberta Schutze, de 42 anos, viu os filhos Vitor, de 6, e Alice, de 3, se despedirem contentes do Papai Noel. "Foi o mais simpático que já encontrei." Tímido, o menino também diz que gostou. "Ele é legal." E notou diferença nesse Papai Noel? Vitor, branco, dá uma espiada para se certificar e responde: "Não, nada".

Fonte: JL/Agência Estado

 

O general Antonio Hamilton Martins Mourão é o mesmo que, em setembro, defendeu a possibilidade de uma intervenção militar
 
Em razão das críticas feitas ao presidente Michel Temer, o general Antonio Hamilton Martins Mourão foi afastado da chefia da Secretaria de Economia e Finanças do Exército. Em palestra dada na última quinta-feira no Clube do Exército, em Brasília, Mourão afirmou que Temer vai conduzindo seu mandato aos trancos e barrancos, se equilibrando graças a um balcão de negócios. Por ser presidente da República, Temer é superior hierárquico de Mourão. O general já havia pedido intervenção militar anteriormente.
 
Na palestra, Mourão também demonstrou simpatia pela candidatura a presidente do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Ele é o mesmo general que, em setembro, já tinha citado a possibilidade de o Exército o "impor" uma solução para crise política brasileira.
— Esses cenários foram colocados há pouco aí pela imprensa. Não há duvida que atualmente nós estamos vivendo a famosa 'Sarneyzação'. Nosso atual presidente, ele vai aos trancos e barrancos, buscando se equilibrar, e, mediante um balcão de negócios, chegar ao final do seu mandato - disse Mourão durante o evento.
 
Na palestra, intitulada "Uma visão daquilo que nos cerca", o gerneral destacou que falaria a opinião dele. Disse que irá para a reserva em 31 de março de 2018. Coincidência ou não, a data é a mesma do golpe militar de 1964. Também não descartou a possibilidade de disputar algum cargo eletivo futuramente. Além de apoiar Bolsonaro, disse acreditar que a Justiça vai barrar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2018. Em setembro, o general apontou a possibilidade uma intervenção militar, não sendo repreendido pelos seus superiores na época.
 
— Ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso — disse Mourão em setembro.
 
Na última quinta-feira, indagado durante a palestra se defende a intervenção militar, Mourão desceu um pouco o tom:
 
— Se o caos for instalado...O que chamamos de caos? Não mais o ordenamento correto. E se as forças institucionais entenderem que deve ser feito um elemento moderado e pacificador, agindo dentro da legalidade. Tempos atrás fui incompreendido - disse Mourão, concluindo: - Estamos, Exército, Marinha e Aeronáutica, atentos para cumprir a missão. O caos é o momento. Ou anteciparmos ao caos e não esperar que tudo se afunde. Por enquanto, nós consideramos que as instituições têm que buscar fazer a sua parte.
 
Fonte: jornaldeluzilandia/OGlobo

O "fenômeno" é possível porque elas não são gêmeas idênticas, mas, sim, dizigóticas. Ou seja, foram geradas na mesma gravidez, mas a partir de dois óvulos da mãe fecundados por espermatozóides do pai

As gêmeas Isabella e Gabriela, de 7 meses, estão encantando a internet não apenas pela fofura comum a bebês dessa idade, mas, principalmente, porque as duas irmãs têm cores de pele diferentes.

O "fenômeno" é possível porque elas não são gêmeas idênticas, mas, sim, dizigóticas. Ou seja, foram geradas na mesma gravidez, mas a partir de dois óvulos da mãe fecundados por espermatozóides do pai.

A conta no Instagram feita por Clementina Shipley, mãe das meninas, para mostrar o crescimento delas e a rotina com a irmã mais velha, Angelina, de 2 anos, tem mais 10,5 mil seguidores.

 

Clique das gêmeas mais novas
Clique das gêmeas mais novas Foto: Reprodução / Instagram

 

As três irmãs têm olhos expressivos e esbanjam fofura nos cliques feitos pela mãe. As bebês completaram 7 meses no último dia 3, e a foto de aniversário recebeu mais de 1500 curtidas. Em entrevista à revista americana "Essence", Clementina contou um pouco sobre a rotina com as gêmeas.

 

"Isabella é uma bebê calma e super relaxada. Ela ri sempre que alguém olha para ela e ama receber cócegas. Gabriella começou a engatinhar com cinco meses e não parou de se mexer desde então. Ela é uma bola soridente de energia e ama um aconchego", disse.

 

Foto tirada no aniversário de 7 meses
Foto tirada no aniversário de 7 meses Foto: Reprodução / Instagram

 

As gêmeas apareceram nas redes sociais pela primeira vez em julho. Apesar das curtidas e elogios nas fotos, Clementina disse que também recebeu comentários maldosos sobre as meninas porque Isabella tem a pele visivelmente mais clara que a da irmã.

 

As irmãs logo após o nascimento
As irmãs logo após o nascimento Foto: Reprodução / Instagram

 

"Foi uma recepção incrível compartilhar fotos das nossas bebês online, realmente mostra o quão incrível são os genes negros já fomos capazes de gerar bebês tão únicas. De tempos em tempos, recebemos comentários negativos sobre a cor da Gabriella, perguntam se ela é amada e se é considerada bonita por causa da sua pele mais escura. Algumas pessoas também pensam que elas foram trocadas, mas elas são negras americanas, olhos cinzentos correm em nossa família então duas das nossas três filhas os têm, mostrando mais uma vez o quão incríveis são os genes negros", disse Clementina.

 

Isabella e Gabriella têm 7 meses

 

Fonte: extra.globo

 

 

 

 

Isabella e Gabriella têm 7 meses Foto: Reprodução / I

 Marcia deu um depoimento emocionado no projeto Outubro Rosa, do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-RJ) para os alunos da aula sobre Controle do câncer de mama e prevenção do câncer uterino (coleta Papanicola no último dia  22/10.

O mundo ficou um pouco mais sem-graça nesta sexta-feira, quando morreu, durante a madrugada, a atriz carioca Márcia Cabrita, aos 53 anos. Comediante de grande talento, que conquistou o amor do público com a personagem Neide Aparecida, de "Sai de baixo", Márcia vinha lutando contra um câncer no ovário, diagnosticado em 2010. Ela estava internada há dez dias, no hospital Quinta D'Or, na Zona Norte do Rio, em decorrência do agravamento da doença.

A atriz deixa uma filha, Manoela, de 16 anos. De acordo com o ex-marido, o psicanalista Ricardo Parente, com quem foi casada por quatro anos, a atriz morreu "em paz" e sem sofrer. O velório ocorrerá neste sábado, de 10h às 13h, no cemitério Parque da Colina, na Região Oceânica de Niterói. A atriz será cremada. A família ainda não sabe informar se a despedida da artista ficará aberta aos fãs.

A atriz Marcia Cabrita
A atriz Marcia Cabrita Foto: Cristina Granato

 

Mesmo após o diagnóstico da doença, a comediante continuou trabalhando. Ela atuou na novela "Morde & Assopra", em 2011, e fez várias participações em séries como "Vai que cola", do Multishow, e "Pé na cova", da Globo. Há três meses, ela precisou se afastar das gravações da novela "Novo Mundo" para cuidar da saúde. Este mês, Márcia começaria a gravar um filme baseado em "Sai de baixo".

Fonte: extra.globo/Célia Costa e Júlia Cople

 

 

 
 

 

Pagina 8 de 93
JR Esquadrias