Notícias (1293)

Foi eleita ainda a comissão eleitoral por unanimidade, formada pelos associados Gilson Souto Maior, Afra Soares e João Trindade, tendo como suplentes, Cesar Nitão, Babi Neves e Idelfonso Guedes Lins.

A Associação Paraibana de Imprensa (API) reunida em assembleia extraordinária na manhã deste sábado, 19, aprovou o regimento eleitoral que vai reger as eleições para diretoria que ocorre no mês de julho próximo. Durante a assembleia a chapa de oposição encabeçada pela atual vice-presidente, Sandra Moura, fez vários destaques e questões de ordens, o que ocasionou alguns tumultos. Depois de perder em sucessivas votações para alterações do regimento, os oposicionistas acabaram se retirando da plenária, dando a entender que o objetivo era tumultuar e colocar “cascas de bananas” no regimento eleitoral para possível judicialização do pleito.

Ao final foi aprovada a data da eleição que acontece nos dias 20 e 21 de julho, sendo no dia 20, nas cidades do interior (Gurabira, Campina Graden, Patos, Pombal, Souza e Cajazeiras) e no dia 21, em João Pessoa.

Foi eleita ainda a comissão eleitoral por unanimidade, formada pelos associados Gilson Souto Maior, Afra Soares e João Trindade, tendo como suplentes, Cesar Nitão, Babi Neves e Idelfonso Guedes Lins.

Nos computadores de alguns dos presos na Operação Luz na Infância 2 foram encontrados milhares de arquivos contendo abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes

 
Até o fim desta manhã, 132 pessoas haviam sido presas em flagrante em todo o país pela Operação Luz na Infância 2, deflagrada nesta quinta feira (17/5) pelo Ministério Extraordinário da Segurança Pública (Mesp), com o apoio das Polícias Civis do Distrito Federal e 24 estados. Ao todo, 2,6 mil policiais participaram da ação, que, segundo o ministro Raul Jungmann, é a maior operação para reprimir crimes de abuso e exploração sexual infantojuvenil realizada em um único dia no mundo. Além das prisões, são cumpridos 579 mandados de busca e apreensão de arquivos com conteúdos relacionados a esse tipo de crime. 
 
Segundo o coordenador do Laboratório de Inteligência Cibernética, Alessandro Barreto, as prisões são baseadas em indícios fortes. Segundo ele, o suspeito com a menor quantidade de material ilegal em seu computador armazenava 150 arquivos. "Ninguém baixa 150 arquivos sem querer. Há pessoas com 50 mil, 80 mil. Um dos presos na região Sudeste tinha mais de 700 mil arquivos armazenados", afirmou Barreto, em coletiva de imprensa no Mesp. Esse último preso é um homem de 26 anos, detido em Uberlândia (MG). Mais de 1 milhão de arquivos foram analisados na fase inicial das investigações, que envolveu 284 cidades do país.
O perfil dos acusados é diverso. Há homens e mulheres e pessoas dos mais variadas profissões — advogados, educadores, profissionais da área de saúde e, inclusive, um servidor público que trabalhava com crianças. "Muitos são pessoas acima de qualquer suspeita. Há gente de 20 e poucos anos e aposentados", descreveu Barreto. Há ainda reincidentes de outras operações.
                                                                                                                               Investigação na internet
                                                                                                                                               Os alvos foram identificados pela Diretoria de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Dint/Senasp/MESP), com base em indícios de crimes investigados virtualmente. As várias delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente e de Repressão a Crimes Informáticos trabalharam durante dois meses na instauração de inquéritos e na solicitação de expedição dos mandados aos juízes locais. 
 
Apenas os estados do Rio Grande do Norte e do Paraná não participaram da ação, por falta de tempo hábil para a expedição de mandados de busca e apreensão. “Mas em novas fases da operação, eles estarão como parceiros", afirmou o diretor de Inteligência, Carlos Afonso Gonçalves Coelho.
 
Jungmann comemorou a ação coordenada a partir da coleta de dados do Mesp. "Temos, pela primeira vez na nossa história, um sistema que vem produzindo estatística, dados, informações, possibilitando, inclusive, o desenvolvimento de um Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa”, afirmou o ministro, que elogiou a decisão do Senado Federal em aprovar, na quarta-feira (16/5), o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), que integra as polícias.
                                                                                                                   Primeira edição
                                                                                                                                            A primeira vez que a Polícia deflagrou a Operação Luz na Infância foi em 20 de outubro de 2017. Na época, foram cumpridos 157 mandados de busca e apreensão em computadores. Ao todo, foram presas 112 pessoas que utilizavam esses equipamentos para produzir, guardar ou compartilhar conteúdos de pedofilia na internet. A investigação durou seis meses. O nome Luz na Infância foi escolhido porque os investigadores consideram que os crimes contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes são cometidos de forma velada, nas "sombras" da internet.

 

 

 

 

Cecéu afirma que a lei do direito autoral no Brasil é uma das melhores, “porque é muito bem engajada”. Lembra que o sistema beneficia não apenas o autor da obra, mas também quem a executa (intérpretes e músicos): “É uma cadeia linda, que precisa ser respeitada”.

O direito autoral é sagrado ao redor do mundo, mas no Brasil é negligenciado de tal maneira que a dívida gerada com o não pagamento já estaria na casa dos bilhões, se computado o atraso de repasses para todos os artistas.

A estimativa é feita por Mary Maciel Ribeiro, a Cecéu, que ao lado do marido e companheiro de música Antônio Barros tem algo em torno de 700 composições gravadas, e é sempre tocada país e mundo a fora.

O número pode parecer grande, algo desproporcional, para a maioria das pessoas, mas essa é a realidade vivida para o artista no País. Isso fez com que Cecéu tomasse a iniciativa de tentar organizar a classe artística para a realização de um fórum na Paraíba para discutir e propor encaminhamentos que resolvam a enorme pendência já existente e se acabe definitivamente com a cultura do não pagamento dos direitos autorais.

“Estamos vivendo agora uma fase caótica por causa da alta inadimplência”, revela.

Cecéu afirma que a lei do direito autoral no Brasil é uma das melhores, “porque é muito bem engajada”. Lembra que o sistema beneficia não apenas o autor da obra, mas também quem a executa (intérpretes e músicos): “É uma cadeia linda, que precisa ser respeitada”.

Cecéu e Antônio Barros: mais de 700 músicas gravadas

Maiores devedores

Estão no poder público os maiores devedores do direito autoral no Brasil, o que dá aos fóruns uma tarefa enorme para garantir que a lei seja cumprida: se justamente quem deveria dar o exemplo de seguir as regras não o faz, como acreditar no sistema?

Governos estaduais e prefeituras devem fortunas em direito autoral, uma cifra que só faz aumentar a cada ano. “Uma pena essa atitude, vindo justo de quem deveria ter um olhar diferenciado para o artista e sua obra. Os gestores deveriam tratar a criação com mais carinho”, lamenta Cecéu.

Queixas, inclusive, vêm de todos os lados: “Nós só escutamos lamentos – ‘gente, eu toco, mas não recebo’. Só isso que ouvimos. E a coisa está saindo do controle. Essa situação demoniza o Ecad”, avalia a compositora.

No entendimento de Cecéu, tanto o poder público como a iniciativa privada não dão importância à lei do direito autoral, o que estaria bem demonstrado na hierarquia de pagamentos dos grandes eventos, por exemplo: “Eles têm dinheiro pra tudo – palco, som, iluminação, cachês exorbitantes em alguns casos. Mas na hora de pagar o direito autoral, nada. Isso está virando uma bola de neve”, diz.

Atualmente, o modo mais efetivo para o artista receber esse dinheiro é recorrendo à Justiça. É uma instância legítima, mas não deveria ser a regra.

Cecéu: “Esse problema está virando uma bola de neve”

Até novembro

Cecéu e Antônio Barros fazem parte de uma comissão que debate e monitora as questões dos direitos. Agora ela está mobilizando artistas e organismos direta ou indiretamente ligados a esse sistema.

Fóruns já foram realizados, com resultados bem positivos, em Pernambuco, Ceará, Belo Horizonte, São Paulo e Rio, o que demonstra que existe uma experiência importante no debate.

“Queremos trazer à Paraíba os produtores de eventos, secretários de culturas, representação das emissoras de rádios e mídia em geral”, explica a artista, lembrando que o seu papel nessa busca é a de mobilizar, ficando a missão de organizar e realizar o evento para o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), o organismo responsável pela cobrança e repasse aos artistas da pecúnia decorrente da execução das obras em eventos públicos e privados, shows, emissoras de rádio e TV, propaganda e publicidade.

Cecéu deve iniciar um trabalho mais efetivo de mobilização no mês de agosto. Vai esperar que passem os festejos juninos, período de muito trabalho para os artistas. “O tema é importante e de alto interesse para nós. Acho que a categoria vai se mobilizar e se organizar, como está ocorrendo nos outros Estados”, disse. A data para o fórum paraibano ainda será definida, mas deve ser em novembro.

A entrevista realizada pelo Festar foi publicada pelo jornal Correio da Paraíba na capa de seu caderno de Cultura da última terça-feira (15)

As rubricas para repasse dos direitos autorais

TV Aberta

Rádio

Casas de Festas

Casas de Diversão

Música ao Vivo

Sonorização Ambiental

Serviços Digitais (Internet Simulcasting)

Tv por assinatura

Cinema

Carnaval

Festa junina

As entidades que formam o Ecad

O Ecad é administrado por sete associações de gestão coletiva musical e representa todos os titulares de obras musicais e fonogramas filiados a elas (autores/compositores, intérpretes, músicos, editoras musicais e produtores fonográficos – gravadoras):

Abramus – Associação Brasileira de Música e Artes

Amar – Associação de Músicos, Arranjadores e Regentes

Assim – Associação de Intérpretes e Músicos

Sbacem – Sociedade Brasileira de Autores, Compositores e Escritores de Música

Sicam – Sociedade Independente de Compositores e Autores Musicais

Socinpro – Sociedade Brasileira de Administração e Proteção de Direitos Intelectuais

UBC – União Brasileira de Compositores

 

(José Carlos dos Anjos Wallach e Snides Caldas)

 

Dono do lance que arrematou o triplex no Guarujá, o empresário Fernando Gontijo também tem pendências com a Justiça.

 

Dono do lance que arrematou o triplex no Guarujá, o empresário Fernando Gontijo também tem pendências com a Justiça. Ele foi condenado em primeira instância pela Justiça Federal por improbidade no âmbito da Operação Confraria, deflagrada na Paraíba em 2005 contra fraudes em licitações na prefeitura de João Pessoa.

Além de Gontijo, outros oito sentenciados - entre eles, Cícero de Lucena Filho (PSDB), ex-governador do Estado e ex-prefeito de João Pessoa, que chegou a ser preso na ação da Polícia Federal - devem pagar multa de R$ 852 mil.

O valor é referente ao superfaturamento de obras públicas de infraestrutura bancadas com dinheiro de convênios entre a União e a prefeitura.

Na ação, Gontijo é apontado como representante da Via Engenharia em uma licitação que teria sido fraudada. Ele recorre da decisão no Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

Ao jornal O Estado de S. Paulo, Gontijo afirmou que, em 2001, enquanto executivo da Via, assinou "um contrato na qualidade de procurador da empresa". "O contrato estava parado, inativo, mas, infelizmente, a juíza liberou o procurador de outra empresa, houve uma confusão do meu nome com o de um acionista da empresa e acabou me condenando", afirmou ele.

"Isso não faz o menor sentido, num contrato de 20 anos atrás. Infelizmente, a nossa Justiça é lenta, né?", afirmou o empresário, que disse ter visto processo sobre os mesmos fatos ser arquivado na área criminal. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Fonte: Folhavitoria

Terça, 15 Maio 2018 15:45

Morre vereador campinese Lula Cabral

Escrito por

O vereador Lula Cabral enfrentava problemas de saúde decorrentes de um câncer e fazia um intenso tratamento médico havia vários meses.

A cidade Campina Grande perde mais um de seus representantes políticos. Durante sessão plenária da Câmara Municipal de Campina Grande, a presidente vereadora Ivonete Ludgério comunicou com pesar o falecimento do vereador Lula Cabral na manhã desta terça-feira (15).
                                                                                                                                               O vereador Lula Cabral lutava desde o último ano contra um câncer e estava na vida política há vários anos. Ele chegou a ser secretário de Cultura da cidade, foi vereador por quatro mandatos e neste período encabeçou campanhas em prol do uso racional da água, defendeu com afinco a cultura regional e seu artistas, entre outras ações.


“É com imenso pesar que a Câmara Municipal de Campina Grande informa sobre o falecimento do vereador Lula Cabral. Ele foi um grande exemplo de parlamentar e até os últimos instantes lutou pelo povo que o elegeu”, destacou Ivonete Ludgério.
Antônio Luiz Cabral, “Lula Cabral”, tinha 72 anos e deixa três filhos. Foi vereador por três mandatos e era professor aposentado da Universidade Federal de Campina Grande.

 Além da vida acadêmica e militância política em Campina Grande, Lula era ligado aos esportes da cidade, na qualidade de professor de Educação Física.

Lula Cabral também foi secretário de Cultura e de Agricultura e Meio Ambiente de Campina Grande. 

 

O Corpo do vereador Lula Cabral será velado na CMCG, a partir das 14h desta terça-feira (15). O sepultamento será amanhã às 11h, no Cemitério do Monte Santo.

 

 

Fonte: da Internet/CMCG

Já vendi  mais de 500 unidades de caminhas que proporciona um lugar confortável para os cães e gatos.

O jovem Amarildo Silva, 22 anos, da cidade de Campina Grande (PB), teve uma ideia muito simples, que faz diferença para o meio ambiente e para os animais de estimação: reutilizar pneus velhos e fazer caminhas bonitas e aconchegantes.

O trabalho de Amarildo tem lhe transformado num empreendedor de sucesso. O rapaz já vendeu mais de 500 unidades e proporcionou um lugar confortável para os bichinhos. 

“Já vendi mais de 500 unidades de caminhas para cães e gatos. Só não vendo mais porque não tenho estrutura para vender fora do Estado, mas tem muitas pessoas pedindo de todo o Brasil, inclusive de muitos países aqui da América, da Europa e da Ásia”, disse Amarildo.

Foto: Reprodução

No início ele não tinha tempo de se dedicar 100% ao negócio, pois trabalhava como operador de caixa em uma rede de atacados. Porém, Amarildo decidiu avançar como empreendedor e saiu do emprego e agora é completamente dedicado ao próprio negócio.

Amarildo fabrica camas, e outros itens como pufes, e lixeiras ecológicas. O seu foco é a sustentabilidade.

Tudo começou

Foto: Reprodução

Amarildo pensou numa forma de transformar o lixo que era jogado na rua em uma renda extra. Com a ajuda dos familiares ele recolhe e reforma os pneus.

O jovem ficou conhecido pela internet numa publicação nas redes sociais que ultrapassou o número de 100 mil compartilhamentos, e mostrava o jovem transformando pneus velhos em camas para cachorros e gatos. 

Os pneus antes, criadouros de mosquitos Aedes Aegypti, agora local de aconchego dos animais. O jovem também realiza-se praticando boas ações: “Dou oficinas em escolas públicas, ajudo uma ONG que cuida de animais abandonados na minha cidade, todos os anos ajudo as crianças carentes e me visto de Papai Noel junto com outros amigos. Uso metade do meu 13º salário para isso, mas não ligo”.

Foto: Reprodução

“O maior de todos os erros é não fazer nada por achar que se faz pouco… faça tudo o que puder” e a partir desta máxima ele segue fazendo o que ele mesmo não considera nada demais, mas nós achamos incrível”, diz Amarildo.

Sustentabilidade: Pneus velhos transformados em camas bonitas e aconchegantes para animais

 

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

 

Fonte: Catraca Livre/ conexaoboasnoticias

Denúncia oferecida pelo MPPB foi protocolada nesta terça-feira (8), no TJPB

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) denunciou 26 pessoas por integrarem uma  organização criminosa, desvelada pela Operação Xeque-mate, deflagrada em abril deste ano. Entre os denunciados estão o prefeito afastado de Cabedelo, Wellington Viana França e a primeira-dama e vereadora, Jacqueline Monteiro França.

A denúncia oferecida pelo MPPB foi protocolada nesta terça-feira (8), no Tribunal de Justiça da Paraíba, e é alicerçada em farto material colhido durante o esforço desenvolvido pela Polícia Federal e pelo Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco/MPPB).

A organização criminosa, segundo a denúncia, surgiu a partir da compra do mandato do então prefeito José Maria de Lucena Filho (Luceninha), devido a dívidas contraídas por ele na campanha eleitoral. Desde então, a organização passou a praticar diversos crimes, como desvio de recursos públicos através da indicação de servidores “fantasmas”; corrupção ativa e passiva; fraudes a licitações; lavagem de dinheiro; avaliações fraudulentas de imóveis públicos e recebimento de propina para aprovação ou rejeição de projetos legislativos. As apurações desses e de outros crimes continuam, devendo resultar no oferecimento de novas denúncias.

A peça acusatória descreve com riqueza de detalhes os requisitos característicos de uma organização criminosa, voltada a um modelo de corrupção sistêmica no âmbito do Município de Cabedelo.

A Lei 12.850/2013 prevê até 8 anos de reclusão para quem promove, constitui, financia ou integra organização criminosa, cuja pena ainda pode ser aumentada em até 2/3, diante da participação de funcionário público. Além disso, no processo, o MPPB requereu à Justiça a aplicação das penas de perda de cargo, emprego, função pública ou mandato eletivo dos réus e a fixação de R$ 20 milhões (valor mínimo), como estimativa de valor dos danos causados pela atuação da organização criminosa.

Os denunciados:
 

1) Wellington Viana França
2) Jacqueline Monteiro França
3) José Maria de Lucena Filho
4) Lúcio José do Nascimento Araújo
5) Marcos Antônio Silva dos Santos
6) Inaldo Figueiredo da Silva
7) Tercio de Figueiredo Dornelas Filho
8) Rosildo Pereira de Araujo Júnior (Júnior Datele)
9) Gleuryston Vasconcelos Bezerra Filho
10) Antônio Bezerra do Vale Filho
11) Adeildo Bezerra Duarte
12) Leila Maria Viana do Amaral
13) Márcio Bezerra da Costa
14) Aliberto Florencio de Oliveira
15) Flávio de Oliveira
16) Rosivaldo Alves Barbosa
17) Josué Pessoa de Goes
18) Belmiro Mamede da Silva Neto
19) Antonio Moacir Dantas Cavalcanti Júnior
20) Francisco Rogério Santiago Mendonça
21) Reinaldo Barbosa de Lima
22) Roberto Ricardo Santiago Nóbrega
23) Olívio Oliveira dos Santos
24) Fabiano Gomes da Silva
25) Lucas Santino da Silva
26) Fabrício Magno Marques de Melo Silva

 

Fonte: Portalcorreio

Separada de Mariano Marcondes Ferraz, a atriz vai ganhar R$ 5 milhões pelo fim do casamento de dois anos e uma pensão mensal de R$ 60 mil. Em uma sentença dada pelo juiz Sérgio Moro, o empresário foi condenado há 10 anos de prisão por crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro nos anos de 2011 e 2014
 
 
Luiza Valdetaro acertou seu divórcio com o empresário Mariano Marcondes Ferraz, condenado há 10 anos de prisão por envolvimento com a Lava Jato diante de indícios de crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro nos anos de 2011 e 2014. Segundo publicação do colunista Ancelmo Gois, do jornal "O Globo", na última quinta-feira (3), a atriz negociou um acordo de separação no qual vai ganhar R$ 5 milhões pelo fim do casamento de dois anos e uma pensão mensal de R$ 60 mil. Separados desde o fim de 2016, Angelina Jolie recusou acordo de R$ 327 milhões oferecido por Brad Pitt em novembro.
 
Luiza Valdetaro ganha acordo milionário em divórcio com o ex-marido Mariano Marcondes Ferraz Luiza Valdetaro vai ganhar R$ 5 milhões pelo fim do casamento de dois anos de Mariano Marcondes Ferraz Luiza Valdetaro vai receber pensão mensal de R$ 60 mil Luiza Valdetaro e o empresário Mariano Marcondes Ferraz são pais da pequena Sophia, de dois anos Ex-marido de Luiza Valdetaro, Mariano Marcondes Ferraz foi condenado há 10 anos de prisão por crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
 
Mariano Marcondes e Luiza ficaram casados por dois anos e são pais da pequena Sophia, prestes a completar três anos em julho. Com prisão determinada pelo juiz Sérgio Moro, o empresário, que pertence a uma das famílias mais tradicionais do Rio, tentou negociação alegando ser apenas colaborador da prática e por ter confessado o crime, porém foi negado. Ferraz foi preso em outubro de 2016 com acusação de suborno de US$ 868.450,00 para que a empresa Decal do Brasil renovasse contrato com a Petrobrás. Na época, ele chegou a pagar fiança de R$ 3 milhões para deixar a cadeia.
 
Atriz ficou um ano e meio afastada das redes sociais
 
Mariano foi preso em outubro de 2016 e desde então Luiza decidiu se afastar das redes sociais. A atriz anunciou seu retornou ao Instagram com uma foto da Lapa, bairro boêmio do Rio de Janeiro, no início deste ano. No perfil, amigos e fãs comemoraram sua chegada à cidade maravilhosa. "Que bom que voltou!", "Te desejo um feliz ano novo minha ídola favorita e a família toda!", "Deus te abençoe, Luiza! Muito bom te ver novamente por aqui", "Que bom que apareceu por aqui. Esses dias relembrei com maestria sua reprise em 'Celebridade'", "Olha, ela de volta! Um dos rostos mas bonito da Rede Globo", foram alguns dos comentários deixados na publicação da loira.
 
 
Fonte: Portal Terra
O ex-prefeito Luceninha, o empresário Roberto Santiago e o radialista Fabiano Gomes não estão nem serão excluídos de investigação e denúncia do Ministério Público da Paraíba (MPPB) em decorrência da Operação Xeque-Mate.
 
Aos poucos como já se disse aqui umas das principais personagens do escândalo que pipocou em Cabedelo vai saindo de cena e as matérias que vão sendo publicadas começam aliviar a barra de outro personagem importante, segundo o delator Lucas Santino, numa manobra antiga e bem usual quando o assunto é corrupção envolvendo nomes de “prestígio” na sociedade.
 
Visto pela população de Cabedelo como o principal mentor do esquema de corrupção montado na cidade portuária, o empresário Roberto Santiago, o homem que teria bancado toda operação de compra do mandato de Luceninha, deixou de ser referência no noticiário e não se sabe até onde avançaram as investigações a respeito de sua participação no esquema criminoso.
 
Santiago seria aquela sombra ameaçadora em muitos episódios acontecidos e que de certa forma violaram o que determinam as leis. Um deles é a construção do seu mega investimento, o maior shopping da cidade construído sobre um rio que demarca a fronteira entre os municípios de João Pessoa e Cabedelo que, depois de soterrado passou ser a principal causa das inundações, em um dos bairros mais populosos e elegantes da capital paraibana, o bairro do Bessa.
 
Esse soterramento se constitui em um dos maiores mistérios envolvendo o empresário  e representantes da Justiça já que dele nunca se teve informações a respeito do seu andamento e o que o MP, por exemplo, determinou como punição ou ressarcimento pelos danos provocados ao meio ambiente.
 
Outro zun-zun-zun envolvendo Santiago refere-se a proibição da construção de um shopping na cidade de Cabedelo quando a Câmara daquela cidade decidiu por não aprovar o investimento sério concorrente aos interesses empresariais de Roberto Santiago.
 
Agora ele aparece, pelo menos nos comentários que inundam as ruas e esquinas de Cabedelo como o principal financiador do escândalo sobre a venda do mandato de Luceninha. A sua participação parece ser fundada já que a PF esteve em sua casa onde recolheu documentos que podem indicar e comprovar sua participação efetiva no escândalo.
 
Alguns espaços da imprensa comprometidos com a verdade dos fatos, como o Blog do consagrado Rubens Nóbrega revela que o envolvimento de figuras como Roberto Santiago e o sempre polêmico Fabiano Gomes serão denunciados pelo MP por participação no escândalo com transcrevemos abaixo:
 
Lucenina, Fabiano e Roberto serão denunciados pelo MP
 
Vitor Hugo, prefeito em exercício, também deverá ser denunciado por corrupção passiva
 
O ex-prefeito Luceninha, o empresário Roberto Santiago e o radialista Fabiano Gomes não estão nem serão excluídos de investigação e denúncia do Ministério Público da Paraíba (MPPB) em decorrência da Operação Xeque-Mate.
 
Luceninha deverá ser denunciado à Justiça por corrupção passiva, Ele é acusado de ter vendido o seu mandato de prefeito de Cabedelo em novembro de 2013, pouco mais de nove meses após tomar posse no cargo para o qual foi eleito em outubro de 2012.
Por conta da ‘compra de Luceninha’, Roberto Santiago, pretenso financiador da
transação para favorecer o então vice-prefeito Leto Viana, deverá responder a processo por corrupção ativa. Juntamente com Fabiano Gomes, que delator da Xeque-Mate aponta como o ‘homem da mala’ de dinheiro entregue ao ex-prefeito.
Vitor Hugo também não está ‘livre’
 
Prefeito em exercício de Cabedelo, o vereador Vitor Hugo também não está livre de ser denunciado por corrupção passiva pelo MPPB.
 
Segundo investigações e imagens já reproduzidas inclusive pelo Fantástico da Rede Globo, ele é um dos flagrados recebendo envelope da Leila Viana, secretária de Leto Viana, preso no último dia 3 pela Operação Xeque-Mate. A entrega foi feita em sala da Prefeitura Municipal.
 
Vitor Hugo disse semana passada que o tal envelope não continha propina e, sim, o seu salário de vereador. Uma explicação questionável, no mínimo, considerando que vereador não recebe salário em Prefeitura, mas na própria Câmara.
 
Aliás, nem precisa comparecer e receber no lugar onde dá expediente. Com as tecnologias de que dispõem tanto os bancos como as fontes pagadores do poder público, salários, subsídios e proventos em geral são depositados diretamente na conta corrente do servidor.
 
CINCO MILHÕES: Polícia Federal abre novo inquérito para apurar a compra do mandato de Luceninha por Leto Viana
 
Publicado por: Gutemberg Cardoso em 02/05/2018 às 06:31
 
Um novo inquérito será instaurado pela Polícia Federal para investigar denúncias feitas pelo delator da Operação Xeque-Mate, o ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Cabedelo, Lucas Santino da Silva, desta feita envolvendo a compra do mandato do ex-prefeito José Maria de Lucena Filho (Luceninha), pelo então vice-prefeito Wellington Viana França, pelo valor de R$ 5 milhões.
 
“Leto” Viana, como é conhecido, ficou na titularidade do mandato de prefeito da cidade portuária até o dia três de abril deste ano, quando foi preso por agentes da Polícia Federal, por determinação do juiz João Benedito da Silva, do Tribunal de Justiça da Paraíba. O prefeito afastado continua preso no Quinto Batalhão da Polícia Militar em João Pessoa.
 
“Luceninha” foi eleito prefeito pelo extinto PMDB em outubro de 2012 e teve “Leto” Viana, do PRP, como vice. No dia 20 de novembro de 2013, “Luceninha” surpreendeu a população e os meios políticos com um ato de renúncia ao cargo, em carta enviada à Câmara Municipal de Cabedelo. A Polícia Federal, numa nova fase, deve elucidar a responsabilidade por eventuais atos de corrupção ativa praticados por pessoas apontadas pelo ex-vereador e por eventual corrupção passiva por parte do ex-prefeito “Luceninha”.
 
No relatório da Operação Xeque-Mate, há uma referência à apropriação ilícita de salário de servidores-fantasmas. A Polícia Federal conclui, a respeito, que se trata de uma modalidade de desvio de recursos públicos institucionalizada na práxis da gestão administrativa do município de Cabedelo, tanto no âmbito do Executivo quanto no do legislativo.
 
O relatório denuncia negociatas que envolveram alocação de servidores fantasmas e seus respectivos padrinhos políticos, deslocamento e acomodação de nomes em delatores administrativos os mais variados possíveis, exoneração de servidores do Executivo seguida de nomeações dos mesmos no legislativo municipal e vice-versa.
 
“São práticas deletérias cuja atualidade é facilmente perceptível partir de métodos utilizados ao longo das investigações e que contam com a participação direta do prefeito afastado Leto Viana”, frisa o relatório.
 
Antes de solicitar à Justiça a expedição de mandados de busca e apreensão, sequestros de bens, prisões preventivas e suspensão do exercício das funções do prefeito de Cabedelo, de cinco vereadores, incluindo sua esposa, Jacqueline Monteiro França e de 80 servidores públicos, a Polícia Federal elaborou minuciosamente, com apoio do Ministério Público da Paraíba, farto material resultante das investigações sobre um esquema de desvio de dinheiro público, pagamento e recebimento de propinas, compras ilícitas de imóveis em áreas nobres da cidade e outros bens que enriqueceram o prefeito e seus aliados.
 
O relatório de 288 páginas justificou a deflagração da Operação Xeque-Mate. Antes da deflagração da Operação, a Polícia Federal montou esquema de escutas telefônicas, instalou câmeras em imóveis na frente da prefeitura de Cabedelo e na sede do PRB, partido ao qual o prefeito preso era filiado.
 
 
Fonte: Redação/Portais.
 
 

 

Autor da homanegem, o deputado Trócolli Júnior (Podemos) disse que Richard é “o maior secretário de turismo, o maior embaixador e o maior cônsul” que a Paraíba poderia ter para divulgar sua falna e flora.

O biólogo Richard Rasmussen recebeu na manhã da última terça-feira (17) o título de Cidadão Paraibano outorgado pela Assembleia Legislativa. Apresentador de progamas televisivos que defendem os animais e a natureza em canais como Record, Discovery e National Geographic, Rasmussen expôs por diversas vezes a fauna e flora do Nordeste, destacando a Paraíba, sempre abordando a necessidade de preservação das espécies.

“Me sinto como um autêntico paraibano”, resumiu o profissional, ao receber a homenagem no auditório da Câmara Municipal de João Pessoa, cedido pelo presidente Marcus Vinicius (PSDB) para as sessões especiais da Assembleia Legislativa, cujo prédio-sede está em reforma.

Foi a primeira vez que Rasmussen recebeu um título de cidadania estadual. Natural de Rio Claro/SP, ele contou que já foi homenageado com a cidadania em vários municípios, mas a Paraíba foi o primeiro Estado a reconhecer o seu trabalho.

“Já gravei diversos programas (de televisão) aqui, onde comprei até casa. Imagino que tenha visitado mais de 200, dos 223 municípios. Me sinto muito bem porque tenho apoio dos paraibanos ao meu trabalho. Sou muito grato por isso”, contou Rasmussen, reforçando sua ligação com nossa terrinha.

Autor da homanegem, o deputado Trócolli Júnior (Podemos) disse que Richard é “o maior secretário de turismo, o maior embaixador e o maior cônsul” que a Paraíba poderia ter para divulgar sua falna e flora. Segundo Júnior, antes da cidadania o biólogo já era paraibano de coração e agora é também por reconhecimento da Assembleia Legislativa e de todo o Estado.

“Sem dúvida alguma, a Paraíba tem muito a agradecer pelo trabalho desse valoroso profissional, que tem divulgado nossas belezas naturais para o mundo inteiro”, acrescentou o parlamentar.

Fonte: Blog Vanderlanfarias

Pagina 5 de 93
JR Esquadrias