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Dom Marcelo Pinto Carvalheira foi colaborador de dom Helder Câmara durante o regime militar no Brasil. Velório aconteceu na Igreja da Sé, em Olinda.

 

Arcebispo emérito da Paraíba, Dom Marcelo Pinto Carvalheira morreu aos 88 anos, no sábado (25), no RecifePernambucano, o arcebispo foi um dos colaboradores de dom Helder Câmara durante o regime militar no Brasil. O corpo de dom Carvalheira foi velado na Igreja da Sé, em Olinda, neste domingo (26).

De acordo com a Arquidiocese da Paraíba, Dom Marcelo estava com a saúde debilitada, tendo sido diagnosticado anteriormente com pneumonia e também por causa da idade, e morreu indo para um hospital, ainda no carro que o conduzia.

A Aquidiocese de Olinda e Recife lamentou o falecimento e lembrou que ele foi preso e torturado na defesa dos líderes católicos na época do regime militar. Dom Carvalheira ocupou a vice-presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) de 1998 a 2004, teve livros publicados e morava em Olinda.

 
 

Arcebispo emérito da Paraíba, Dom Marcelo Carvalheira morre aos 88 anos no Recife

A missa de corpo presente de dom Marcelo Carvalheira aconteceu na Igreja da Sé. Depois, o corpo foi levado para a Catedral da Luz, em Guarabira (PB), onde foi velado durante a noite.

Na segunda (27), accontece uma missa em Guarabira e logo após o corpo é levado para João Pessoa, com chegada prevista para às 9h30, segundo a Arquidiocese da Paraíba. O velório acontece na Catedral Basílica de Nossa Senhora das Neves. A Missa de Exéquias, seguida do sepultamento, está marcada para às 16h.

Repercussão                                                                                               O governador Paulo Câmara divulgou nota lamentando o falecimento de Dom Marcelo Carvalheira. No texto, lembrou que o arcebispo emérito "foi um pastor que sempre esteve ao lado dos mais pobres, dos injustiçados, principalmente os do Nordeste brasileiro". A parceria com dom Helder também foi ressaltada, destacando que "ara todos nós, fica o exemplo de fé, perseverança e humildade de Dom Marcelo".

O vigário geral da Arquidiocese da Paraíba, monsenhor Virgílio Bezerra de Almeida, lamentou a morte do arcebispo emérito. “Agora, no dia da Anunciação, do Martírio de Dom Oscar Romero, Dom Marcelo faz sua Páscoa e no céu vai encontrar Dom Helder, Pe. Ibiapina e muita gente do povo de Deus”, afirmou.                                                                                                                                  

História

Dom Marcelo Pinto Carvalheira foi o primeiro bispo da Diocese de Guarabira (PB). Tendo sido ordenado sacerdote em Roma, em 1953, foi nomeado bispo auxiliar da Paraíba em outubro de 1975, e ordenado bispo aos 47 anos em dezembro de 1975 pelas mãos de Dom Helder Câmara, Dom Aloísio Lorscheider e Dom José Maria Pires.

Em novembro de 1981, aos 53 anos, foi designado bispo da recém criada Diocese de Guarabira. Em 29 de novembro de 1995 foi designado para ser Arcebispo da Arquidiocese da Paraíba.

Como bispo e arcebispo, foi membro da Comissão Episcopal de Pastoral da CNBB Nacional (1987-1991 e 1995-1998), responsável pelo setor Leigos e CEBs; Vice-Presidente da CNBB Nacional (1998 a 2004). Participou do Sínodo dos Bispos sobre os Leigos e da Quarta Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano, em Santo Domingo. Foi delegado à Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a América por eleição da Assembleia da CNBB e confirmado pelo Papa João Paulo II (1997).

 

"Hoje esse Moro resolveu prender um blogueiro. Ele que mande me prender, eu recebo a turma dele na bala", diz o pedetista no vídeo

 

O ex-ministro da Integração Nacional no governo Lula, Ciro Gomes (PDT) - que também é pré-candidato a presidente para as eleições de 2018 - gravou um vídeo, na última terça-feira, no qual desafia o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, a prendê-lo. Gomes afirma que, se isso vier a acontecer, ele receberá a "turma" de Moro "na bala".

                                                                                                                                              As declarações foram gravadas em vídeo no dia em que a Polícia Federal cumpriu, em São Paulo, mandados de busca e apreensão e de condução coercitiva contra o blogueiro Eduardo Guimarães, que edita o site Blog da Cidadania.                                                                                        

                                                                                                                                              "Hoje esse Moro resolveu prender um blogueiro. Ele que mande me prender, eu recebo a turma dele na bala", diz o pedetista no vídeo.

O ex-ministro faz críticas constantes à atuação de Moro. Gomes chegou a sugerir no ano passado que, caso o ex-presidente Lula seja preso no âmbito da Operação Lava-Jato, ele poderia "sequestrar" o petista e levá-lo a uma embaixada com pedido de asilo para que ele possa se defender “de forma plena e isenta”.

                                                                                                                                                                                                                           — Pensei: se a gente formar um grupo de juristas, a gente pode pegar o Lula e entregar numa embaixada. À luz de uma prisão arbitrária, um ato de solidariedade particular pode ir até esse limite. Proteger uma pessoa de uma ilegalidade é um direito — disse Ciro ao GLOBO.                                                                                                                                                                          O “Blog da Cidadania” tem Guimarães como único colaborador e traz notícias próprias, notícias de outros sites e análises do autor sobre política, com viés de esquerda, publicadas desde 2010. O portal se identifica como integrante do “Movimento dos Sem-Mídia”. Guimarães foi candidato a vereador pelo PCdoB, em São Paulo, em 2016, mas não se elegeu. Na nota divulgada no dia das buscas, a assessoria da Justiça Federal escreveu considerar o blog “veículo de propaganda política”. Mencionou que em seu cadastro no TSE, Guimarães se identificou como comerciante.


O Globo


 

O diretor do Carrefour nos Bancários, João Emanuel Silva, informou que as lojas Carrefour receberam, na segunda-feira (20), uma orientação da matriz para que fossem segregadas todas as mercadorias das fábricas investigadas

O Carrefour informou que na quarta-feira (22), retirou das unidades de João Pessoa mercadorias de duas das 21 fábricas investigadas na Operação Carne Fraca da Polícia Federal. Segundo a rede, foram retirados 102 quilos na unidade dos Bancários e 99 quilos na unidade do Bessa. A informação foi divulgada pelos Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba (MP-Procon) e Procon de João Pessoa, que realizaram audiência nesta quarta. Veja abaixo orientações e cuidados alertados pela autoridades.

O diretor do Carrefour nos Bancários, João Emanuel Silva, informou que as lojas Carrefour receberam, na segunda-feira (20), uma orientação da matriz para que fossem segregadas todas as mercadorias das fábricas investigadas. Ainda segundo o diretor, a identificação das fábricas ocorreu pelo Selo de Inspeção Federal (SIF). Os produtos eram das fábricas BRP, em Mineiros, no estado de Goiás, e da JBS, no município de Lapa, no Paraná. Ele ressaltou que, até o momento, não houve determinação para a retirada dos produtos, mas o Carrefour já fez a retirada preventiva. Além disso, o Carrefour bloqueou preventivamente o recebimento de produtos das fábricas investigadas nos seus centros de distribuição.

Quanto ao procedimento de segregação, foi explicado que o produto é separado, ainda dentro do frigorífico da loja e identificado como mercadoria impossibilitada de venda. O diretor informou ainda que o único fornecedor local de produtos de origem animal é a fábrica Mauricéa, com sede em Pedras de Fogo (PB) e em Pernambuco. Que os produtos bovinos, carpinos e suínos vêm de outros estados.

Ainda de acordo com o diretor, o Carrefour tem um meio de comunicação de recall próprio, no qual é feito um monitoramento de qualquer indício de comercialização de mercadoria que possa ser nociva à saúde pública. Quando isso é identificado, as unidades recebem o alerta da matriz e têm duas horas para saber se a loja tem o produto e fazer a retirada dele, se encontrado. Segundo o diretor, as lojas têm 24 horas para quantificar a mercadoria e informar a matriz. Caso esses prazos não sejam cumpridos, as unidades recebem uma notificação interna.

Ele explicou também que a identificação do produto pontuado é feito in loco tanto na área de venda quanto no depósito. “Tanto na loja quanto no depósito existe uma separação por segmento de mercadoria, facilitando a identificação”, declarou João Emanuel.

O diretor-geral do MP-Procon, Glauberto Bezerra, requisitou uma cópia da documentação recebida pelas lojas Carrefour, com a determinação da segregação dos produtos investigados na Operação Carne Fraca.

Glauberto Bezerra disse ainda que o MP-Procon já oficiou à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério das Justiça, para que informe quais lotes nos quais foram encontradas irregularidades. Ele disse ainda que a rede Extra de supermercados vai encaminhar ao MP-Procon ofício ainda hoje informando a retirada dos produtos que possam ter das fábricas investigadas.

O promotor destacou ainda que há presteza por parte das redes de supermercados em adotar medidas preventivas assim que houve a operação da Policial Federal.

Agevisa

Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) informou nesta quarta-feira (22) que vai intensificar as ações fiscalizatórias para ampliar a segurança sanitária da população no consumo de carnes e derivados em todo o estado. A informação é da diretora-geral Maria Eunice Kehrle dos Guimarães.

Ela informou que, em observância à legislação vigente, a Vigilância Sanitária é responsável pela fiscalização em estabelecimentos que comercializam esses produtos, tais como frigoríficos, supermercados, distribuidoras etc., sendo as áreas de abate e produção de responsabilidade dos órgãos da Agricultura.

Durante as fiscalizações de responsabilidade da Vigilância Sanitária, Tatiane Lucena disse que, uma vez constatadas irregularidades nos produtos, estes são retirados imediatamente de circulação, e, a depender das irregularidades identificadas, são aplicadas sanções administrativas, previstas na legislação sanitárias, que vão da advertência, multa, apreensão e inutilização dos produtos até a interdição dos estabelecimentos.

No caso de infrações como, por exemplo, adulteração na data de validade, reembalagem irregular, acondicionamento em temperatura inadequada e venda de produtos sem comprovação de procedência, as responsabilidades recaem sobre os estabelecimentos que comercializam (supermercado, frigorífico, por exemplo).

Com relação às alterações derivadas do processo industrial, como os apontados pela Operação Carne Fraca, estas são comunicadas ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e demais órgãos competentes, para que estes tomem as medidas cabíveis.

Orientações

Segundo o diretor-técnico de Medicamentos e Alimentos da Agevisa, César Santos, em face da gravidade das denúncias feitas pela Polícia Federal, a orientação na Paraíba é que tanto a Agevisa quanto as Visas Municipais intensifiquem as fiscalizações em suas respectivas áreas territoriais de competência.

Quanto aos cuidados que devem ser tomados pela população, ele observa que as pessoas devem consumir produtos de procedência segura, ou seja, que possuam certificação dos órgãos da agricultura. “Além disso, é de suma importância que se observe no momento da compra se os produtos apresentam indícios de avaria, como por exemplo: alteração da cor, de textura ou de odor”, ressaltou. E acrescentou: “As carnes íntegras devem possuir coloração avermelhada, textura não pegajosa, além de não possuírem cheiro desagradável”.

Neste momento, a orientação da Vigilância Sanitária é no sentido de que sejam priorizados produtos in natura, evitando-se produtos embalados e, sobretudo, aqueles ultraprocessados, a exemplo de salsichas e linguiças.

Portal Correio

Participação dos governadores Wellington Dias, do Piauí; Camilo Santana, do Ceará; Paulo Câmara, de Pernambuco; e Ricardo Coutinho, da Paraíba, além do ex-ministro Ciro Gomes, da deputada federal Luísa Erundina, dentre outras autoridades.

 

Os ex-presidentes Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff vão se banhar nas águas da transposição do rio São Francisco, em visita à Paraíba no próximo dia 19 de março, Dia de São José. A informação foi confirmada pela Direção Estadual do Partido dos Trabalhadores - PT, que está organizando a visita.

 

Além de Lula e Dilma, a "Inauguração Popular" da transposição, como está sendo chamado o evento, terá a participação dos governadores Wellington Dias, do Piauí; Camilo Santana, do Ceará; Paulo Câmara, de Pernambuco; e Ricardo Coutinho, da Paraíba, além do ex-ministro Ciro Gomes, da deputada federal Luísa Erundina, dentre outras autoridades.

 

 

 

Pela programação definida pelo PT da Paraíba, Lula, Dilma e comitiva chegarão à cidade de Monteiro, no Cariri paraibano, às 11hs, acompanhados de lideranças dos movimentos sociais/populares, artistas e intelectuais. Os dois vão se banhar nas águas do Velho Chico e plantar árvores.

 

Ao meio dia, eles farão uma caminhada até o Centro da cidade, local onde será realizado "o maior ato popular da história política da Paraíba", segundo os organizadores. O ato político terá início às 12h30. Após o término do ato, eles retornam a São Paulo.

 

Há a possibilidade também da presença do cantor e compositor Chico Buarque e do Frei Leonardo Boff.

 

Portal Carlos Magno

 

Receio de serem incluídos nas mudanças das regras previdenciárias, falta de plano de carreira e tratamento desigual são motivos apontados por militares para a crescente onda de aposentadorias

Por  Tainan Pimentel

Apenas de janeiro até o início de março deste ano, 1.257 policiais entraram para a reserva remunerada no DF, uma espécie de aposentadoria em que o policial é afastado do trabalho, podendo ser convocado a se reapresentar a qualquer momento. O número equivale a pouco mais de 10% do total do efetivo, que é de 12.015, segundo dados Polícia Militar do DF. O número foi divulgado no Diário Oficial.                                                                                                                                                          Receio de serem incluídos nas mudanças das regras previdenciárias, falta de plano de carreira e tratamento desigual entre cabos e oficiais são motivos apontados por recém-aposentados e por policiais na ativa para crescente onda de aposentadorias.

 
Um policial recém-aposentado, que preferiu não se identificar, disse ao Correio que completou, em 2016, 27 anos de carreira. O temor da inclusão da categoria na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, conhecida como Reforma da Previdência, de acordo com ele, é o que tem levado ao aumento dos pedidos de aposentadoria pelos policiais. "Isso levou muita gente a se aposentar agora. Se isso acontecer e a proposta for aprovada, teríamos de trabalhar mais tempo. A gente lida com uma situação que não é fácil. Aumentar o tempo, então, iria piorar", justifica. 
 
De acordo com as atuais regras, os PMs podem se aposentar hoje com, no mínimo, 30 anos de serviço, incluindo tempo de trabalho como não militar. O tempo não pode ultrapassar 35 anos. 
 
Ainda sobre a possibilidade da inclusão da categoria na reforma previdenciária, outro policial recém-aposentado, também ouvido pela reportagem sob a condição de anonimato, disse que o receio da categoria sobre a criação de um teto salarial para as aposentadorias também é um motivo para o aumento nos pedidos de afastamento. Atualmente, as regras dizem que um policial que se aposenta hoje recebe o valor correspondente ao último salário. Caso a categoria seja inclusa na PEC 287/2016, o valor da aposentadoria dos militares entraria para o teto da previdência, de 5,1 mil. "O Policial Militar não tem direito a FGTS. Também não temos direito a nada, além da aposentadoria. Por isso, muitos decidiram se aposentar agora, para garantir o salário integral", explica.
 
Segundo um terceiro PM, que ainda trabalha, a criação de um teto fará com que a categoria se aposente mais tarde, criando um efetivo de policiais mais velhos, e isso pode colocar em risco a segurança da população. "Se isso acontecer, o policial não vai se aposentar cedo e a segurança pública vai ser afetada, afinal, não da pra comparar o vigor de um policial de 30 com um de 60", destaca.

Plano de Carreira

Apesar da possibilidade da inclusão da categoria na reforma da previdência ser o principal motivo para a onda de pedidos de aposentadoria, ele não é o único. Um dos ex-policiais recém-aposentado ouvidos pelo Correio criticou também a falta de um plano de carreira para a categoria. 

Para subir de patente ou graduação, o PM precisa aguardar um tempo mínimo, que diminui conforme as promoções. Segundo ele, ainda é necessário que haja vaga disponível na patente ou graduação seguinte para que o policial possa ocupá-la. O policial relata que, em 27 anos de carreira, subiu de patente e graduação 4 vezes, tendo a primeira demorado 10 anos. Um oficial, ele crítica, consegue atingir o posto máximo na carreira em uma média de 15 anos. "Enquanto a gente leva cerca de 27 anos para virar sargento, o cara, em 15 anos, vira coronel. Isso desmotiva", desabafa.
 
O aposentado diz, ainda, que o tratamento entre as duas categorias militares - praça e oficial - é desigual. Segundo ele, apesar de a atividade dos praças ser mais perigosa, os valores dos benefícios e salários dos oficiais são maiores. Isso, segundo ele, é motivo de desconforto entre a categoria. "A gente não questiona, porque nosso regimento, que é do exercito, proíbe. Podemos ser preso por isso", conta.

 
Mais de 3 mil PMs podem ser aposentar até 2020

 
 
Um levantamento que o Correio teve acesso mostra que o DF tem, atualmente, 3.501 policiais militares na ativa, com idade entre 46 e 54 anos. Essa parcela de militares, segundo apurou a reportagem, poderá se aposentar nos próximos quatro anos, pois muitos ingressam na carreira militar quando têm entre 18 e 24 anos. Alguns, inclusive, entram com tempo de serviço anterior ao ingresso militar, que é contabilizado na contagem para fins de aposentadoria.
 
O prazo de quatro anos pode, ainda, ser encurtado para parte desses policiais, devido ao benefício da licença especial remunerada, um descanso remunerado de seis meses fornecido aos militares a cada dez anos. Policiais que têm o benefício vencido podem usar o período na contagem do tempo de serviço para fins de aposentadoria, que é multiplicado por dois. Por exemplo: um policial que tem hoje 28 anos de serviço e duas licença especiais vencidas (1 ano) consegue se aposentar por meio da soma do tempo de serviço (28 anos) com a do período das licenças (1 ano) multiplicado por dois (2 anos), que é igual ao tempo mínimo para aposentadoria de militares, de 30 anos.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PEC 287

A Proposta de Emenda à Constituição 287/2016, que altera as regras da previdência, por enquanto, não inclui a Polícia Militar, assim como às Forças Armadas e o Corpo de Bombeiros. A proposição, que tramita na Câmara dos Deputados, tem recebido críticas por não incluir a categoria na reforma. Outras categorias da segurança pública, como a de policiais civis, federais, rodoviários, legislativos e penitenciários, pedem que também sejam deixadas de fora da reforma
 
Outro lado

 

Sobre a possibilidade do envelhecimento do quadro de policiais, a Polícia Militar informou que a realização de novos concursos e o ingresso de novos militares contribui para "reduzir a idade média da tropa". Informou, também, que está em andamento a contratação imediata de mais 50 novos policiais e de mais 100 para cadastro reserva. Ainda segundo a corporação, já foi aprovada a realização de um novo concurso com 2 mil vagas.

 

Sobre a possibilidade de sobrecarga dos policiais a partir do aumento do limite individual do serviço voluntário gratificado, a PM informou que o serviço é opcional e facultado a cada agente. Sobre o plano de carreira e o tratamento desigual entre cabos e militares, disse, apenas, que a ascensão na carreira militar é regulada por lei e pelo estatuto da PM. Por fim, informou que a disciplina e a hierarquia são pilares dos militares previstos constituicionalmente e que os agentes entram na carreira sabendo dos deveres e das obrigações.

 

*Estagiário sob supervisão de Ana Letícia Leão.

No ano passado, uma decisão da primeira turma do STF, ao julgar um caso específico, considerou que o aborto não era crime até a 12ª semana de gestação

Repórter Akemi Nitahara 

Desde o ano passado, ações encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e julgadas pela Corte reacenderam a discussão sobre a descriminalização do aborto no país. Nesta semana, uma nova ação protocolada no tribunal pede que o aborto deixe de ser considerado crime até a 12ª semana de gestação, em qualquer situação. Também está na pauta da Corte neste ano o tema do aborto em caso de contaminação da mãe com o vírus Zika. Por outro lado, tramitam no Congresso Nacional mais de 30 projetos sobre o assunto, a maioria deles restringindo as possibilidades legais para a prática.

A ação impetrada essa semana pelo PSOL e a ONG Anis ainda não tem previsão para julgamento. Já a ação da Associação Nacional de Defensores Públicos (Anadep), que trata da descriminalização do aborto em caso de infecção por Zika, já está pronta para julgamento. A relatoria é da presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia. Entretanto, ainda não há data para entrar na pauta do plenário.

Legislativo

No ano passado, uma decisão da Primeira Turma do STF, ao julgar um caso específico, considerou que o aborto não era crime até a 12ª semana de gestação. Logo após o julgamento da ação, cuja relatoria foi do ministro Luis Roberto Barroso, a Câmara dos Deputados criou uma comissão especial para debater o assunto. O tema foi inserido dentro da discussão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 58-A/2011, que trata na verdade sobre a licença-maternidade no caso de bebês prematuros.

Brasília - Na 9 Marcha Nacional da Cidadania pela Vida e Contra o Aborto, os manifestantes caminharam da Torre de TV até o Congresso Nacional (Valter Campanato/Agência Brasil)

9ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida e Contra o AbortoValter Campanato/Agência Brasil

O movimento que defende a descriminalização do aborto teme uma reação do Legislativo em direção contrária à decisão do Supremo do ano passado e a futuros debates sobre o tema. O risco, avaliam ativistas, é que a interrupção da gravidez seja considerada crime inclusive nos casos atualmente autorizados pela lei: estupro, má-formação do feto ou risco de vida para a mãe.

“A gente tem 34 projetos de retrocesso, alguns deles retiram direitos, como o PL 5.069/2013, que revoga a lei de atendimento à vítima de violência sexual [lei 12.843/2013]. Na verdade, a gente está vivendo hoje o que a gente chama de uma ofensiva conservadora, que se dá, sobretudo, pelo Legislativo”, diz a socióloga Joluzia Batista, colaboradora do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFEMEA) .

Outra proposta que prevê regras mais duras para o aborto é o Projeto de Lei 478/2007, conhecido como Estatuto do Nascituro, que transforma o aborto em crime hediondo e impõe ao Estado a obrigação do pagamento de auxílio às vítimas de estupro que engravidarem, para suprir as necessidades da criança. A proposta aguarda parecer na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), mas também após a decisão do STF, foi apresentado requerimento para urgência na apreciação da matéria.

De acordo com Joluiza, desde 2013, quando o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, ampliaram-se no Legislativo as tentativas de barrar as leis pró-aborto. “Eles tem tentado nos últimos anos colocar o direito à vida desde a concepção, já entraram com pedido de urgência para votação do estatuto do nascituro, que é um perigo enorme para qualquer mulher, que chegar na unidade de saúde inclusive com aborto espontâneo, ela pode ser acusada de ter cometido um crime. É gravíssimo”, defende.

Autonomia

Um dos argumentos dos movimentos que defendem a descriminalização do aborto é o direito da mulher em decidir sobre o seu próprio corpo. Essa foi também a defesa do ministro Barroso, ao votar no julgamento de novembro. Para ele, se trata de questão de autonomia da mulher.

Mas para a professora Lenise Garcia, presidente do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida - Brasil sem Aborto, o argumento de autonomia da mulher é falacioso. Isso porque, segundo ela, muitas gestantes são obrigadas pelos companheiros a interromper a gravidez. Ela defende que a decisão sobre a questão cabe ao Congresso e não ao STF.

“O Congresso Nacional é onde estão os nossos representantes, ele representa a população brasileira. A imensa maioria da população é contra legalizar o aborto e nós estamos corretamente representados no parlamento com relação a isso. Tirar isso e levar para o STF me parece um viés que é um prejuízo à própria democracia”, defendeu a professora ao participar do programa Diálogo Brasil, da TV Brasil.

Disputa

O senador Magno Malta (PR-ES) é relator de uma sugestão popular que tramita na Comissão de Direitos Humanos da Câmara, que trata da descriminalização até o terceiro mês de gestação. Ele destaca que, além das manifestações pró-aborto, a comissão também recebeu um abaixo-assinado, com mais de 20 mil assinaturas, contrário à sugestão. O documento foi formalizado por grupos ligados a várias igrejas. Ele defende que o tema deve ser decidido pelo Legislativo, e não pelo Judiciário.

“O papel do Supremo é julgar se uma lei é constitucional ou não. Não cabe a ele criar leis, pois não tem atribuição legislativa. Ao contrário, essa é atribuição do parlamento. Está na hora de fazer a Justiça brasileira entender qual é o seu papel. A cada audiência pública me convenço mais de que a vida começa na concepção e ninguém pode ser acintoso com ela. Deus deu a vida, só ele pode tirar, meu relatório será nessa linha”, adiantou.

Por outro lado, a deputada federal Érika Kokay (PT-DF), integrante das comissões de Direitos Humanos e Minorias e de Defesa dos Direitos da Mulher, considera que o tema já foi decidido pelo STF. Para ela, é “leviano” tratar do aborto “clandestinamente” dentro da discussão da PEC 58-A/2011, que trata de licença-maternidade no caso de bebês prematuros.

“Vamos estar nessa comissão, na verdade, o projeto assegura o direito do prematuro. É um arranjo leviano você introduzir uma discussão que diz respeito aos direitos sexuais e reprodutivos da mulher em uma PEC que, em princípio, a sua ementa não tem uma relação direta. São tentativas ocultas, subterfúgios de buscar colocar as mulheres mais uma vez sob o fogo da própria inquisição. Essa sanha persecutória contra as mulheres, que lembra a inquisição, tem como consequência continuar deixando milhões de mulheres que fazem aborto na clandestinidade”, diz a deputada.

Zika

Pesquisa da Fiocruz aponta que quase a metade das gestações com Zika levam a desfechos adversos, com alterações neurológicas ou morte fetal. Marisa Sanematsu, diretora do Instituto Patrícia Galvão, destaca que, no caso do Zika, o problema é gerado por uma incapacidade do Estado em controlar a proliferação do mosquito, que é o vetor da doença.

“Por incapacidade do Estado, você expõe as mulheres a um risco e as leva a uma gestação que tem como produto final uma criança que, depois de nascida, se nascida, será repleta de sequelas que vão exigir cuidados ininterruptos, muito investimento, fisioterapia e tudo mais. E o Estado também não vai dar isso. Então vamos ter que ter um debate sobre o direito da mulher em decidir se ela quer passar pelo sofrimento de não saber se o bebê que ela está gestando vai sobreviver e em que condições”, defende Marisa.

Para Lenise Garcia, a mera possibilidade de a criança ter alguma deficiência não pode justificar a interrupção da gravidez. “Me preocupa muito que se justifique um aborto pelo fato de que a criança possa ter uma deficiência. Isso me parece totalmente contrário à política para as pessoas com deficiência e ao reconhecimento do valor dessas pessoas. Nós acabamos de passar por uma Paralimpíada maravilhosa, em que nós vimos o potencial e o quanto a pessoa com deficiência pode contribuir para a sua família e para a sociedade. Então, quando a vinda de uma pessoa com deficiência é colocada como um ônus para a mulher, eu não posso concordar”, diz.

Edição: Amanda Cieglinski

Ele fez revelações exclusivas, começou a falar da briga dele com a Joelma, do divórcio e contou por que ele resolveu se separar de vez dela. Disse que a ‘culpa foi do pastor’

Cerca de um ano e meio após se separar de Joelma, Ximbinha desabafou durante participação no quadro “Elas querem saber”, apresentado por Val Marchiori e Thammy Miranda, e disse que a culpa da separação foi do pastor da igreja frequentada pela cantora. O teor da entrevista, que ainda não foi ao ar, foi publicado no blog de Val.

“Ele fez revelações exclusivas, começou a falar da briga dele com a Joelma, do divórcio e contou por que ele resolveu se separar de vez dela. Disse que a ‘culpa foi do pastor’. Que ela começou a dar tudo para Igreja, que ele não aguentava mais. Que ‘deu fazenda, carro, apartamento e muito mais para Igreja’… Que ele acordava e o pastor estava na casa, estava lá com eles! Que tinha culto, gritaria, muita reza e tudo mais! Hello! Não é fácil, não! Mas essa é a versão dele… Não dá para saber o que realmente aconteceu!”, contou.

Ainda segundo Val, Ximbinha confirmou a notícia de que Joelma teria colocado fogo nas roupas e sapatos dele. “Hello! Imagina isso? Será que foi por ataque de ciúmes? Ou porque ela não aguentava mais conviver com as coisas dele! Hello! Mulher quando fica brava, fica mesmo! Não leva desaforo para casa!”, concluiu.

Durante o bate-papo, o guitarrista também assumiu que está vivendo um romance com Karen Kethlen. “Segundo o Ximbinha, eles estão se conhecendo melhor, estão ficando, por enquanto! Hello! Será que ela pensa assim também? Mas ele está certo! Não é fácil separar, após um casamento de tantos anos e já começar a namorar. Tem que aproveitar mesmo! Mas pelo que ele disse, até nisso ele está sossegado, que agora está querendo curtir a vida, de forma mais relaxada e aproveitar a família”, conluiu Val.

Ele fez revelações exclusivas, começou a falar da briga dele com a Joelma, do divórcio e contou por que ele resolveu se separar de vez dela. Disse que a ‘culpa foi do pastor’

Cerca de um ano e meio após se separar de Joelma, Ximbinha desabafou durante participação no quadro “Elas querem saber”, apresentado por Val Marchiori e Thammy Miranda, e disse que a culpa da separação foi do pastor da igreja frequentada pela cantora. O teor da entrevista, que ainda não foi ao ar, foi publicado no blog de Val.

“Ele fez revelações exclusivas, começou a falar da briga dele com a Joelma, do divórcio e contou por que ele resolveu se separar de vez dela. Disse que a ‘culpa foi do pastor’. Que ela começou a dar tudo para Igreja, que ele não aguentava mais. Que ‘deu fazenda, carro, apartamento e muito mais para Igreja’… Que ele acordava e o pastor estava na casa, estava lá com eles! Que tinha culto, gritaria, muita reza e tudo mais! Hello! Não é fácil, não! Mas essa é a versão dele… Não dá para saber o que realmente aconteceu!”, contou.

Ainda segundo Val, Ximbinha confirmou a notícia de que Joelma teria colocado fogo nas roupas e sapatos dele. “Hello! Imagina isso? Será que foi por ataque de ciúmes? Ou porque ela não aguentava mais conviver com as coisas dele! Hello! Mulher quando fica brava, fica mesmo! Não leva desaforo para casa!”, concluiu.

Durante o bate-papo, o guitarrista também assumiu que está vivendo um romance com Karen Kethlen. “Segundo o Ximbinha, eles estão se conhecendo melhor, estão ficando, por enquanto! Hello! Será que ela pensa assim também? Mas ele está certo! Não é fácil separar, após um casamento de tantos anos e já começar a namorar. Tem que aproveitar mesmo! Mas pelo que ele disse, até nisso ele está sossegado, que agora está querendo curtir a vida, de forma mais relaxada e aproveitar a família”, conluiu Val.

A dentista, trabalha numa clínica também no Recreio dos Bandeirantes, vistava o marido com frequência na prisão, em Minas Gerais.

Por Louise Queiroga
 

O advogado Lúcio Adolfo da Silva afirmou que o goleiro Bruno já chegou ao Rio e está na casa da mulher, a dentista Ingrid Calheiros, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste da cidade. Segundo Adolfo, ele chegou na noite da  ultima quinta-feira. Adolfo informou ainda que aconselhou o goleiro Bruno a fazer um exame de DNA para comprovar a paternidade atribuída a ele em 2012 pela Justiça. Para o advogado, este é um procedimento padrão da defesa, que determinará a revisão da pensão para o filho Bruninho.

 

— Essa foi uma decisão minha como advogado. O pedido do exame de DNA é um procedimento padrão. Vamos entrar com o pedido e aguardar a decisão judicial para definir a data. Agora é a hora de ele viver a vida dele, em liberdade — afirmou o advogado ao EXTRA.

 

Bruno e Ingrid vão morar juntos na casa dela, no Recreio

Bruno e Ingrid vão morar juntos na casa dela, no Recreio Foto: Mariela Guimarães / O Tempo / Agência O Globo

 

O casal está junto desde 2008, antes da prisão do ex-jogador acusado do assassinato de Eliza Samúdio, mas só se casaram ano passado.

 

O goleiro Bruno com a mulher Ingrid Calheiros

O goleiro Bruno com a mulher Ingrid Calheiros Foto: Facebook / Reprodução

 

A dentista, que trabalha numa clínica também no Recreio dos Bandeirantes, vistava o marido com frequência na prisão, em Minas Gerais. O casamento foi realizado na Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (APAC) de Santa Luzia, em Minas Gerais, em junho do ano passado, com a presença de 90 convidados, entre parentes e amigos.

 

Clube tem interesse

 

O Brasiliense tem boas chances de ser o clube onde o goleiro Bruno tentará recomeçar a carreira. A contratação foi um pedido do presidente do clube, o ex-senador Luis Estévão, atualmente preso, condenado em 2006 a 31 anos de prisão por crimes de corrupção. Representantes do Brasiliense têm feito a ponte entre o dirigente e Lúcio Adolfo.

 

- Tem alguns clubes interessados no jogador e o Brasiliense é um deles. Posso confirmá-lo porque é o que se aproximou mais claramente e não pediu sigilo, diferentemente dos outros. As conversas estão bem encaminhadas - destacou Adolfo.

 

A expectativa, de acordo com o advogado, é que o próximo clube de Bruno seja definido nos próximos nove dias. Segundo ele, além do Brasiliense, outros oito interessados no jogador se manifestaram, entre eles, Bangu e Friburguense.

Relembre o caso

 

Na última sexta-feira, 24, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou soltar o goleiro Bruno, que defendeu o Flamengo e foi condenado pelo assassinato de Eliza Samudio, com quem teve um filho.                      

 

O Tribunal do Júri de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, lhe aplicou uma pena de 22 anos e três meses, mas não houve confirmação ainda da condenação na segunda instância. Por isso, Marco Aurélio determinou que ele tenha o direito de recorrer em liberdade.

 

O goleiro Bruno recebe habeas corpus em Minas Gerais e sai acompanhado da esposa e do advogado
O goleiro Bruno recebe habeas corpus em Minas Gerais e sai acompanhado da esposa e do advogado Foto: Giazi Cavalcante

 

A modelo Eliza Samudio modelo desapareceu no dia 4 de junho de 2010, quando deixou um hotel no Rio e foi ao sítio do atleta, em Esmeraldas (MG). Três semanas depois, policiais foram ao imóvel, mas não encontraram a criança.

 

A mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues, negou a presença do bebê no sítio. No entanto, o funcionário Wemerson Marques, conhecido por Coxinha, confessou ter recebido a criança de Dayanne, tendo repassado a um terceiro. Este, por sua vez, deixou o bebê com uma mulher em Ribeirão das Neves (MG), onde ele foi encontrado no dia 26 de junho.

 

 

 

 

Dois dias depois, a polícia fez uma varredura no imóvel atrás de pistas sobre o desaparecimento de Eliza. Encontrou fraldas, roupas femininas e uma passagem aérea com nome ilegível.

 

No carro de Bruno havia manchas de sangue no assoalho e no porta-malas, que a perícia comprovou serem de Eliza. Um par de óculos escuros e sandálias, encontrados no automóvel, foram reconhecidos por testemunhas como sendo da jovem. No dia 1º de julho, o jogador finalmente falou sobre o assunto e disse que estava preocupado com o desaparecimento da modelo.

 

A remuneração mensal durante o curso é de R$ 854. Após a formação, em 2018, os soldados receberão mensalmente R$ 1.487 de soldo. Do total de vagas, 20% são destinadas a candidatos negros.

Estão abertas as inscrições do Curso de Formação de Soldados Fuzileiros Navais (C-FSD-FN) para 2018. São 1.300 vagas para candidatos do sexo masculino, com ensino médio completo e com idade entre 18 e 21 anos, em 1º de janeiro de 2018. As inscrições, abertas até o dia 30 de março, devem ser realizadas pelo site. A taxa de participação é de R$ 20.

A remuneração mensal durante o curso é de R$ 854. Após a formação, em 2018, os soldados receberão mensalmente R$ 1.487 de soldo. Do total de vagas, 20% são destinadas a candidatos negros. Serão 240 oportunidades no Centro de Instrução e Adestramento de Brasília (CIAB), em Brasília, voltadas aos candidatos das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

As outras 1.060 chances são no Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves (CIAMPA), no Rio de Janeiro, destinadas, preferencialmente, aos candidatos das regiões Sul e Sudeste. As convocações vão obedecer, nos dois casos, a ordem de classificação no concurso.

O resultado final sairá a partir de 11 de dezembro. O exame terá provas de Língua Portuguesa e Matemática, no dia 30 de maio. Verificação de dados biográficos, exame psicológico, teste de suficiência física e verificação de documentos também fazem parte do processo de seleção.

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JR Esquadrias