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Horário de Verão começa neste domingo vai até 18 de fevereiro de 2018. Apesar de a medida garantir economia pequena de energia, especialistas lembram que, em tempo de bandeira vermelha, a poupança pode ser grande na conta de luz

O horário especial é adotado, continuamente, desde 1985. O objetivo inicial, segundo o Ministério de Minas e Energia, foi conscientizar a população sobre o aproveitamento da luz natural, mas a economia para o setor diminui ano a ano. No Horário de Verão de 2013/2014, foram poupados R$ 405 milhões, já no de 2014/2015, R$ 278 milhões — 31% a menos. No de 2015/2016, evitou-se o desperdício de R$ 162 milhões. No verão de 2016/2017, o governo poupou R$ 159,5 milhões.


A expectativa é de uma economia de R$ 150 milhões no deste ano. Maurício Tavares, coordenador do Curso de Engenharia Elétrica do IESB, afirma que cada vez mais o impacto é menor. O pico passou a ser no início da tarde, por volta das 15h. “É importante destacar que estamos num momento de escassez nos reservatórios, de bandeira vermelha dois, que se economiza pouco na quantidade e mais no valor”, alega. O fim do horário especial será no dia 18 de fevereiro de 2018.relógio à meia-noite

Horário de Verão começa neste domingo e vai até 18 de fevereiro de 2018. Apesar de a medida garantir economia pequena de energia, especialistas lembram que, em tempo de bandeira vermelha, a poupança pode ser grande na conta de luz

 

 

1 hora 
é  quanto os brasileiros das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem adiantar os relógios

R$ 150 Milhões
é a economia esperada para este ano com a medida

Os salários são de R$ 937,00 e haverá um acréscimo de R$ 300 para os escolhidos para os cargos de Supervisor de Unidade de Internação Socioeducativas. 

 

Medida foi aprovada pela Assembleia Legislativa                        e é reflexo de exigências do Tribunal de Contas

O governo do Estado criou 300 vagas para o cargo de agentes socioeducativos. Eles vão atuar nas unidades de internação Unidades de Internação com Privação de Liberdade ao Adolescente em Conflito com a Lei, mantidas pela Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente “Alice de Almeida” (Fundac). Os cargos devem ser preenchidos por meio de concurso público. Para a seleção, em datas a serem marcadas, serão exigidas prova objetiva; de capacidade física; exame psicotécnico; investigação social, e curso de formação profissional. Os salários são de R$ 937,00 e haverá um acréscimo de R$ 300 para os escolhidos para os cargos de Supervisor de Unidade de Internação Socioeducativas. Serão 32 com esta função.

A medida é publicada um ano depois de o Tribunal de Contas do Estado (TCE) ter suspendido um processo seletivo simplificado do Estado. O objetivo, naquele momento, era selecionar 400 agentes socioeducativos para a Fundac. A medida foi contestada pelo Ministério Público, que decidiu provocar o órgão de controle. O relator do caso, na época, foi o conselheiro substituto Antônio Cláudio Silva Santos que, em decisão singular (pessoal), mandou suspender o processo seletivo, lembrando que, em inúmeras decisões anteriores, o Tribunal já havia determinado a contração dos agentes. O Governo do Estado terá quinze dias para apresentar sua defesa. Por exigência do Tribunal de Contas, o governo do Estado enviou projeto visando a realização de concurso para ser apreciado na Assembleia Legislativa.

A falta de profissionais qualificados nas unidades foram o estopim de uma rebelião ocorrida no Lar do Garoto, em Lagoa Seca, neste ano. Em junho deste ano, uma rebelião, seguida de fuga, deixou um saldo de sete mortes.

Fonte: jornaldaparaiba/Suetoni Souto Maior

 

 

Empresa Delrio Refrigerantes LDTA ficará responsável pela produção comercial do produto, a bebida norte-americana chegou ao Brasil na década de 1940

Conhecido pelo famoso slogan "Quem bebe Grapette repete", o refrigerante que foi clássico no fim do século passado voltou a ser comercializado no Ceará com produção na região de Sobral. O anúncio foi feito na tarde desta quarta-feira, 11, na página oficial do prefeito de Sobral, Ivo Gomes, com uma foto do produto e a legenda "Ele voltou. Agora produzido em Sobral". O gestor comemorou o retorno do produto ao mercado cearense.

A produção do Grapette no Estado será feita pela empresa Delrio Refrigerantes LTDA, com sede no município Palhano. De acordo com o diretor administrativo da Delrio, Moacir Melo, apesar do prefeito ter feito o anúncio nesta quarta, 11, a produção do refrigerante Grapette começou na última sexta-feira, 6, e já está disponível em alguns estabelecimentos comerciais da região. "A produção ainda é pequena, pois como estamos inserindo novamente o produto no mercado, dependemos da demanda de procura", explica.

 

A Delrio está produzindo o refrigerante Grapette nas versões de 2 litros e 250 ml, que custam em torno de R$ 4,30 e R$ 0,99 centavos, respectivamente. Segundo Moacir, em Fortaleza, o produto atualmente só está disponível nas redes de supermercados Center Box e Pinheiros Supermercados, mas estão sendo realizadas negociações para fechar com novos parceiros, o que poderá aumentar a oferta. Os demais municípios ainda aguardam a chegada do refrigerante. "Acreditamos que dentro de duas semanas o produto estará disponível em todos os supermercados", afirma.

De acordo com o diretor da Delrio, as negociações para a produção do refrigerante já acontecem há quase um ano e foram feitas com os representantes da Saborama Sabores e Concentrados, responsável pelas franquias do Grapette no Brasil. Anteriormente, o refrigerante era produzido no Ceará pela Mais Sabor Indústria e Comércio de Refrigerantes LTDA, na sede de Fortaleza. 

Além da nostalgia de consumir um produto que fez parte da infância de muita gente, Moacir garante que o sabor do refrigerante Grapette continua o mesmo do original. "O Grapette tem uma particularidade, pois é o único refrigerante de uva no mercado a ter 10% de suco natural de uva, enquanto os demais não chegam nem a 5%", disse. A bebida dos Estados Unidos chegou ao Brasil na década de 1940, trazida pela Companhia de Refrigerantes Guanabara. 

 

Fonte: O  POVO/LENA SENA


LENA SENA


Pelo alarido de vozes vindas da caserna, os militares devem sair primeiro que o povo das redes sociais para as ruas. Com o general Paulo Chagas, chega-se a três os oficiais de alta patente que já se manifestaram contra a indecorosa realidade política do país.
 
Eles estariam em sintonia com as forças descontentes com os rumos que a nação tomou depois do golpe parlamentar quando a escória do Congresso assumiu os destinos do Brasil e, em cumplicidade com o Judiciário lançaram o país no caos da instabilidade institucional.
 
No estilo rude dos militares, o general Chagas deu nome aos bois e chamou de cafajestes os senadores Jáder Barbalho, Renan Calheiros e Aécio Neves. O espetáculo circense em que se transformou o impedimento do senador mineiro reconhecidamente corrupto e a encenação dos congressistas para saber quem tem competência para julgar quem esgotou a paciência dos militares e eles se revezam em pronunciamentos cáusticos contra a calamidade moral que se abateu sobre o país.
 
O clima de tensão tem se elevado, mas o mundo político-jurídico dá mostras de que ainda não farejou o perigo e continua a agredir a consciência cívica dos brasileiros com episódios grotescos que revelam até onde vai à desfaçatez dos poderosos, nesse país, a bancar os sepulcros caiados e arrotando bravatas que já não impressionam mais.
 
O general Paulo Chagas, em publicação em sua rede social, pediu cadeia aos senadores ditos hipócritas.
 
 Chagas mencionou dois senadores, Jader Barbalho e Renan Calheiros e os chamou de cafajestes por estarem defendendo um terceiro cafajeste (Aécio Neves), justamente para se protegerem da justiça.
 
Fonte: NBO
Congresso abriga cafajestes na opinião de militarCongresso abriga cafajestes na opinião de militar

 

Pelo alarido de vozes vindas da caserna, os militares devem sair primeiro que o povo das redes sociais para as ruas. Com o general Paulo Chagas, chega-se a três os oficiais de alta patente que já se manifestaram contra a indecorosa realidade política do país.
 
Eles estariam em sintonia com as forças descontentes com os rumos que a nação tomou depois do golpe parlamentar quando a escória do Congresso assumiu os destinos do Brasil e, em cumplicidade com o Judiciário lançaram o país no caos da instabilidade institucional.
 
No estilo rude dos militares, o general Chagas deu nome aos bois e chamou de cafajestes os senadores Jáder Barbalho, Renan Calheiros e Aécio Neves. O espetáculo circense em que se transformou o impedimento do senador mineiro reconhecidamente corrupto e a encenação dos congressistas para saber quem tem competência para julgar quem esgotou a paciência dos militares e eles se revezam em pronunciamentos cáusticos contra a calamidade moral que se abateu sobre o país.
 
O clima de tensão tem se elevado, mas o mundo político-jurídico dá mostras de que ainda não farejou o perigo e continua a agredir a consciência cívica dos brasileiros com episódios grotescos que revelam até onde vai à desfaçatez dos poderosos, nesse país, a bancar os sepulcros caiados e arrotando bravatas que já não impressionam mais.
 
O general Paulo Chagas, em publicação em sua rede social, pediu cadeia aos senadores ditos hipócritas.
 
 
Chagas mencionou dois senadores, Jader Barbalho e Renan Calheiros e os chamou de cafajestes por estarem defendendo um terceiro cafajeste (Aécio Neves), justamente para se protegerem da justiça.

Mais de 300 espécies  de plantas e pouco mais de uma dezena de famílias. O Jardim Botânico pertence ao Governo do Estado e é administrado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) desde o ano de 2000.

Especiés como Boleiras, jacobínias, sabugueiros, mangueiras, perobas e ipês são alguns vegetais do bioma Mata Atlântica que visitantes e pesquisadores podem apreciar no Jardim Botânico Benjamim Maranhão (JBBM), em João Pessoa. 

A lista das plantas é extensa, com mais de 300 espécies e pouco mais de uma dezena de famílias. O Jardim Botânico pertence ao Governo do Estado e é administrado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) desde o ano de 2000.

A catalogação da flora na divisão do reino vegetal segue a identificação por espécie, gênero e família, muitas são exsicatas (amostra de planta seca e prensada) e a lista cresce seguindo as descobertas.

A identificação do material é realizada com o auxílio de chaves analíticas de mais de uma informação, diagnoses e descrições encontradas na bibliografia especializada e comparando com material previamente identificado por especialistas.

Para realizar pesquisas  no Jardim Botânico é necessário apresentar documentos e preencher formulário de solicitação, além de projeto de pesquisa, currículo do titular da pesquisa, declaração  de  vínculo  do pesquisador  com  a  instituição, declaração  da  instituição depositária, cópia da  licença  de  coleta  emitida  pelo Ibama.

É autorizado  o  desenvolvimento de projetos nas diversas áreas do conhecimento capazes, a curto e médio prazo, de atender aos propósitos de conservação, educação ambiental e propagação do conhecimento biológico.

A coordenadora do Jardim Botânico, Suênia Oliveira, defende a área como ponto de estudos e potencial turístico da capital paraibana. “Além do forte apelo turístico, o local tem naturalmente o poder de estudos científicos, tanto da flora quanto da fauna. Mas é na área da botânica que se destaca, com 517 hectares e 20 trilhas que levam entre 30 minutos e três horas para serem percorridas. A mata nativa, com espécies exóticas, árvores exuberantes, assim como a fauna local, podem ser observados ao longo do percurso. Convidamos os interessados a nos visitar, pois o local é exuberante”, assegura.

De acordo com a bióloga Juliana Coutinho, que pesquisa a botânica no local, a  importância do Jordim Botânico, como fragmento de Mata Atlântica, está em assegurar condições necessárias para manutenção de espécies da flora, como também da fauna desse ambiente. “A área apresenta grande relevância biológica que deve ser preservada. O Jardim Botânico exerce o seu papel em promover a conservação da Mata Atlântica do Nordeste, coordenando e conduzindo ações e programas de pesquisa e educação ambiental, além de desenvolver e manter coleções documentadas de plantas da Mata Atlântica e outros espécimes apropriados à zona climática do Nordeste”, explicou.

Histórico – A citação da área onde se encontra o Jardim Botânico remota de 1856 com a denominação de Sítio Jaguaricumbe em registros de terras. Em 1907, o Governo do Estado comprou as terras para iniciar o sistema de canalização do abastecimento d’água da cidade, e dois anos depois foi construído o primeiro poço amazonas, para em seguida ser inaugurado o sistema de abastecimento da Capital.

No ano de 1940 foi construída a barragem do Buraquinho e em 1953 foi criado o Jardim Botânico Regional, em função do Acordo Florestal da Paraíba, com a finalidade de produção de mudas florestais nativas. A passagem para Área de Preservação Permanente ocorreu em 1989. O Jardim Botânico Benjamim Maranhão foi finalmente criado no ano de 2000, com inauguração em 2002.

Serviço 

A entrada é franca e os visitantes são divididos em dois grupos, um espontâneo, composto basicamente por famílias, e outro de pesquisa. Para estudos faz-se necessário o agendamento, que pode ser feito de terça-feira a sábado, das 8h às 16h, pelos telefones 3218.7880 ou 3218.7883. Os visitantes devem comparecer com calças compridas e sapatos fechados. 

Fonte: Secom-PB

 

 A propriedade de 1.500 hectares abriga vacas de até R$ 1,5 milhão e conta com laboratório usado para a reprodução de gado nelore puro.

Foi com dor no coração que Zezé Di Camargo resolveu colocar à venda a fazenda É o Amor (nome emprestado de uma de suas músicas de maior sucesso), no vale do rio Araguaia, município de Araguapaz (GO). A decisão foi tomada para que a partilha dos bens com a ex-mulher, Zilu, possa ser concretizada.

Para não se desfazer do seu xodó, o cantor ofereceu mundos e fundos a Zilu, que ainda magoada com a separação, vem endurecendo as negociações por cada centavo do que é seu por direito.

 

 
A fazenda de Zezé di Camargo abriga piscina, cabeças de gado e muito luxo
A fazenda de Zezé di Camargo abriga piscina, cabeças de gado e muito luxo Foto: Divulgação

 

 

Fachada da fazenda
Fachada da fazenda "É o Amor" de Zezé di Camargo Foto: Divulgação

 

Avaliada em 25 milhões, a propriedade de 1.500 hectares abriga vacas de até R$ 1,5 milhão e conta com laboratório usado para a reprodução de gado nelore puro. Em leilões, Zezé chega a faturar até R$ 6 milhões com a venda de animais.

 

Piscina da fazenda
Piscina da fazenda "É o amor" Foto: Divulgação

 

 

A fazenda de Zezé tem 1.500 hectares e foi avaliada em R$ 25 milhões

A fazenda de Zezé tem 1.500 hectares e foi avaliada em R$ 25 milhões Foto: Divulgação

 

 

Fonte: Extra

Sábado, 23 Setembro 2017 10:55

O risco da radicalização

Escrito por

 

Reunião realizada na surdina com a presença do Alto Comando do Exército, em que se discutiu a possibilidade de uma intervenção militar no País, revela que a voz do general Antonio Hamilton Martins Mourão, com notas extremistas, não é isolada na caserna. É preciso ficar alerta

Segunda-feira, 11, às 9h, o ar estava seco e o tempo quente em Brasília, a despeito de ainda ser inverno no País. Nesse exato instante, o Comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, fazia a abertura formal da 314ª reunião do Alto Comando do Exército, realizada no Quartel General do Exército, em Brasília. O encontro, de cinco dias de duração, foi convocado para discutir os problemas que afligem os militares, entre os quais, a crise política do País e a falta de recursos para manter soldados nas casernas e garantir as atividades básicas da força, alvo de um significativo contingenciamento de verbas do governo federal. Os generais que comandam as tropas nas principais unidades do Exército demonstravam inquietação. Sentiam a necessidade de se posicionar sobre a corrupção e a barafunda reinante nos poderes da República. Mas a pauta, por assim dizer, foi extrapolada, ultrapassando as fronteiras do razoável.

Na surdina, a cúpula do Exército pôs em debate ali o que o general Antonio Hamilton Martins Mourão ecoaria dias depois, mais precisamente na sexta-feira 15, durante um evento da Loja Maçônica Grande Oriente: uma eventual necessidade de uma intervenção militar no País, “diante da crise ética e político-institucional”. Ou seja, Mourão não falava sozinho nem havia cometido um arroubo imprevidente, quando defendeu a solução radical tornada pública na última semana. Ele entabulou um discurso, com tintas golpistas, respaldado por um encontro prévio do Alto Comando do Exército. Não se trata de um foro qualquer. O colegiado é o responsável pelas principais decisões do Exército. Estavam presentes 16 generais quatro estrelas, entre eles Fernando Azevedo e Silva, chefe do Estado-Maior e Comandante Militar do Leste, cotado para substituir Villas Bôas, prestes a encerrar seu ciclo no comando do Exército. Compareceram também os demais seis comandantes militares, entre os quais o da Amazônia, general Antonio Miotto, e o do Sul, general Edson Leal Pujol. Fontes ouvidas por ISTOÉ, presentes à reunião, ponderam que não estavam ali a fim de tramar um golpe militar, mas confirmam que o que os motivou a realizar o encontro foi a preocupação com o ritmo acelerado da deterioração do quadro político brasileiro. E, sim, deixam claro que, se houver necessidade, estarão prontos “para uma intervenção com o objetivo de colocar ordem na casa”.

Ao invés de punir o general Mourão, o Comandante do Exército elogiou o colega: “Grande soldado”

Foi munido desse espírito que Mourão desembarcou na maçonaria. O encontro teve início às 20h de sexta-feira 15. Lá, ele disparou a metralhadora giratória sem maior cerimônia. Disse que seus “companheiros do Alto Comando do Exército entendiam que uma intervenção militar poderá ser adotada se o Judiciário não solucionar o problema político”, referindo-se à corrupção. Pediu a “retirada da vida pública desses elementos envolvidos em todos os ilícitos” e advertiu que “vai chegar um momento em que os militares terão que impor isso (a intervenção militar na política)”. E, por fim, acrescentou: “O que interessa é termos a consciência tranquila de que fizemos o melhor e que buscamos, de qualquer maneira, atingir esse objetivo. Então, se tiver que haver, haverá (ação militar)”, pregou Mourão.

A fala do general provocou o maior alvoroço no País. Apesar disso, em entrevista na noite de terça-feira 19 ao jornalista Pedro Bial, da TV Globo, Villas Bôas foi taxativo: “Punição não vai haver. Essa questão já está resolvida internamente”, disse o comandante, acrescentando: “A maneira como Mourão se expressou deu margem a interpretações amplas, mas ele inicia a fala dizendo que segue as diretrizes do comandante”. Ainda chamou Mourão de “um grande soldado, uma figura fantástica”. E ateou ainda mais lenha à fogueira ao dizer que “a Constituição concede às Forças Armadas um mandato para intervir se houver no País a iminência de um caos”. Não é verdade. De acordo com o artigo 142 da Constituição, as Forças Armadas podem agir, desde que “sob a autoridade suprema do presidente da República”. Em nenhum lugar da Carta Magna está escrito que o caos confere um “mandato” para atuar à revelia do presidente. O que Villas Bôas deveria ter feito, e não o fez, foi punir o subordinado.

Claro, quando a existência de uma reunião prévia com a participação do Alto Comando do Exército vem à tona, tudo faz mais sentido. Como é que o Comandante do Exército, o general Villas Boas, poderia aplicar uma sanção a um subalterno que tornou público um dos cenários debatidos num encontro em que ele mesmo estava presente, participou da abertura dos trabalhos e comandou as discussões? Não poderia, evidente, e, por isso, não puniu. Em audiência no dia seguinte, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, defendeu ao menos uma reprimenda pública a Mourão, ao que o comandante do Exército de novo resistiu. Ficou combinado apenas que Villas Bôas conversaria com o subordinado para deixar claro que a voz oficial do Exército é a dele e de mais ninguém. Coube aos comandantes militares da Marinha, Exército e Aeronáutica defender publicamente, por meio de comunicados, o respeito à Constituição, aos poderes constituídos e aos princípios democráticos.

Mero formalismo. Embora não lidere nenhum movimento de insurreição militar, o general Mourão conta com amplo apoio não só do comando do Exército, como da tropa. No início da semana, o coronel Muniz Costa distribuiu para um grupo de companheiros de farda uma carta sob o título “Do que falou o General”. Nela, promoveu uma contundente defesa do general: “Quando um general de quatro estrelas afirma que o Exército tem planejamentos para atuar na eventualidade de uma falência das instituições nacionais, num momento que o País enfrenta a mais grave crise em mais de cinquenta anos, as cassandras do ‘pseudolegalismo’ se agitam”, afirmou. O primeiro comandante da Força de Paz no Haiti (2004), general da reserva Augusto Heleno, seguiu na mesma toada.“Meu apoio irrestrito ao respeitado chefe militar (Mourão). É preocupante o descaramento de alguns políticos, integrantes da quadrilha que derreteu o País, cobrando providências contra um cidadão de reputação intocável”. Outro que demonstrou estar no mesmo compasso de Mourão foi o general de Brigada Paulo Chagas. A seu grupo de amigos nas redes sociais afirmou que num cenário de um caos total, os militares não poderiam ficar “inertes aguardando ordens”. O presidente da Associação de Oficiais da Reserva do Distrito Federal, o tenente Rômulo Nogueira, foi além, ao divagar sobre uma eventual queda de Temer. “Quem assume? O rapazinho lá, não sei o quê Maia. Será que ele teria pulso forte para dar uma ordem? Num clamor, numa desordem, alguém tem de tomar conta da casa”.

A população minimamente instruída precisa ficar alerta a manifestações dessa natureza. Pouco importam os panos quentes manuseados pelos militares, ao longo dos últimos dias, para abafar o indisfarçável. É inadmissível qualquer vestígio, rastro ou laivo capaz de representar uma chance mínima que seja de retrocesso de 53 anos na história do País. A retrospectiva histórica ensina: militar não tem de se arvorar a fazer política. Cabe constitucionalmente às Forças Armadas a garantia da ordem interna e das fronteiras. Quando os militares se meteram a fazer política, pela última vez, mergulharam o País em 21 anos de trevas, os quais não podemos esquecer para que jamais novamente aconteça.

FILME REPETIDO

Em 2015, o mesmo Mourão havia sido afastado do Comando Militar do Sul, em Porto Alegre, depois de tecer críticas a presidente Dilma, dizendo que seu governo era corrupto e incompetente – o que não constituía uma mentira, por óbvio. Mas tratava-se de uma insubordinação. Punido, Mourão foi transferido para Brasília, onde assumiu o cargo de Secretário de Finanças do Exército, sua atual função, uma das mais importantes na força. Por isso, as perguntas que mais circulavam em Brasília na última semana eram: o que aconteceria agora? O general perderia o cargo e seria preso por pregar uma intervenção militar no País? Seria repreendido? Nem uma coisa, nem outra.

Pelo sim, pelo não, a ordem unida no Planalto é de baixar a bola. Na verdade, desde que assumiu o poder, o presidente Michel Temer evitou criar embaraços às Forças Armadas. Por exemplo, bastou um ranger de dentes para que os militares fossem retirados da reforma da Previdência. Depois de uns muxoxos, também ficaram imunes à proposta de congelamento dos salários dos servidores federais. De outro lado, não convém desconsiderar que prevalece entre setores da caserna o espírito corporativista. Apesar de o governo tê-los poupado de eventuais maldades, há uma espécie de sentimento de sabotagem ao estado de penúria experimentado pelas Forças Armadas desde 2012 pelo menos. Nos últimos cinco anos, o Orçamento despencou de R$ 17,5 bilhões para R$ 9,7 bilhões.

Em geral, as insatisfações são ecoadas por militares, da ativa e da reserva, por ‘WattsApp’. Pelas redes privadas, formam grupos de comunicação direta, trocam informações e opiniões. É por elas que circulam as críticas pela falta de verbas, como também todos os passos do candidato do coração da caserna: o deputado Jair Bolsonaro (PSC). Os militares constituem a principal base eleitoral do capitão da reserva do Exército, que já anunciou sua pré-candidatura à presidência da República em 2018. Pelas recentes pesquisas, ele figura em segundo lugar. Por frases como “soldado meu que vai à guerra não senta no banco dos réus”, Bolsonaro frequentemente é ovacionado por seus seguidores abnegados em discursos pelo País afora. “Não se faz democracia aceitando a corrupção por governabilidade. Reagir a isso é obrigação de qualquer civil ou militar”, afirmou o parlamentar, ao comentar o discurso de Mourão. Assim como o ex-presidente Lula, o deputado desperta amores e ódios. Fala pouco, e admite parco conhecimento quando o assunto é economia ou políticas públicas –, o que representa um grave defeito para quem quer comandar os destinos do País –, mas provoca aplausos na mesma intensidade das vaias quando discorre sobre direitos humanos, tortura e comunismo. Constantemente comparado a Donald Trump, Bolsonaro é o pré-candidato com o qual ninguém sabe como lidar, ao menos por ora.

ELE NÃO ESTÁ SÓ Quando o general Mourão (à esq.) diz que os militares podem fazer uma intervenção na política, o radicalismo se exacerba (Crédito:Divulgação)

Para manter aquecida sua tropa eleitoral, em suas quase três décadas na Câmara, o deputado dedicou-se a atender os interesses de militares e à área de segurança pública. Aprovou apenas dois projetos de lei: um que estendia o benefício de isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens de informática, e outro na área de saúde, que autorizava o uso da chamada pílula do câncer, a fosfoetanolamina sintética. Questões que deverão estar no centro dos debates em 2018, como os rumos da política econômica do País, parecem não ser uma prioridade para o militar da reserva. “Um País violento não tem economia. Eu, por exemplo, raramente vou sair para comer uma pizza à noite na Barra da Tijuca”, afirmou o deputado recentemente, depois de reclamar da insegurança no Rio, onde mora.

Em três décadas na Câmara, o deputado Jair Bolsonaro aprovou apenas dois projetos

INDISCIPLINA

Apesar de Bolsonaro ser um proverbial entusiasta da ordem, sua carreira no Exército não foi isenta de atos de indisciplina. Em 1987, segundo documentos do Superior Tribunal Militar divulgados pela “Folha de S.Paulo” recentemente, o então capitão foi acusado por cinco irregularidades e teve que responder a um Conselho de Justificação formado por três coronéis: ele escreveu um artigo para a revista “Veja” pedindo aumento salarial para a tropa, sem consultar seus superiores. Meses depois, a mesma publicação afirmou que ele e outro oficial haviam elaborado um plano para explodir bombas-relógio em unidades militares do Rio. Os superiores de Bolsonaro chegaram a avaliá-lo como dono de uma “excessiva ambição em realizar-se financeira e economicamente”. Isso porque em 1983, o na época tenente, com 28 anos, “deu mostras de imaturidade ao ser atraído por empreendimento de ‘garimpo de ouro’”. Segundo seu superior, coronel Carlos Alfredo Pellegrino, Bolsonaro “tinha permanentemente a intenção de liderar os oficiais subalternos, no que foi sempre repelido, tanto em razão do tratamento agressivo dispensado a seus camaradas, como pela falta de lógica, racionalidade e equilíbrio na apresentação de seus argumentos”.

Para o cientista político e professor da Unesp, Marco Aurélio Nogueira, apesar da popularidade atual, “Jair Bolsonaro tem essa força demonstrada agora porque o caos está instalado, mas quando outros candidatos se lançarem ele deve perder gordura”, aposta. O fato é que, independentemente de como marchará Bolsonaro, os militares – sob sua influência ou não – sacudiram o País nos últimos dias. Se o diabo mora nos detalhes, ele começou a se insinuar inadvertidamente. E sem ser admoestado. Faltou pulso firme ao governo, ao mesmo tempo em que sobrou irresponsabilidade à caserna. Em qualquer democracia do mundo deve haver espaço para ideais de todos os espectros políticos. E isso é salutar para o processo democrático. Mas não há dúvida de que o flerte com o radicalismo – à direita ou à esquerda – é o mais perverso dos caminhos, ao nos remeter a tempos que acreditamos ter ficado definitivamente para trás.

O Mourão de hoje e o Mourão de ontem

Crédito: Jorge Couri

Não é essa a primeira vez que um sobrenome Mourão aparece na história política brasileira, de farda e com quatro estrelas nos ombros – ou seja, estamos falando de um general do Exército. Não é essa a primeira vez que um general Mourão fala mais do que o bom senso tolera, e mais, muito mais, do que as regras de sua instituição permitem. Trata-se, aqui, de Antonio Hamilton Martins Mourão e de Olímpio Mourão Filho. O primeiro é atual, está na ativa e conseguiu ser notícia porque insinuou na maçonaria que as Forças Armadas podem atropelar a democracia se assim cismarem. O segundo Mourão foi ideolólogo e hábil operador de um trágico passado: o golpe de 31 de março de 1964 que rasgou a Constituição, apeou do poder o presidente João Goulart e mergulhou o País na noite de vinte e um anos de ditadura militar. Não é essa a primeira vez que um sobrenome Mourão aparece na história política brasileira, de farda e com quatro estrelas nos ombros – ou seja, estamos falando de um general do Exército. Não é essa a primeira vez que um general Mourão fala mais do que o bom senso tolera, e mais, muito mais, do que as regras de sua instituição permitem. Trata-se, aqui, de Antonio Hamilton Martins Mourão e de Olímpio Mourão Filho. O primeiro é atual, está na ativa e conseguiu ser notícia porque insinuou na maçonaria que as Forças Armadas podem atropelar a democracia se assim cismarem. O segundo Mourão foi ideolólogo e hábil operador de um trágico passado: o golpe de 31 de março de 1964 que rasgou a Constituição, apeou do poder o presidente João Goulart e mergulhou o País na noite de vinte e um anos de ditadura militar. Mourão, não o Antonio boquirroto do presente, mas o Olímpio silencioso e golpista do passado, atravessou a vida conspirando. A rigor, 1964, para ele, foi a decorrência lógica do que começou a aprontar na década de 1930. Eis um registro marcante: como dirigente máximo do serviço secreto da Ação Integralista Brasileira (que tinha o fascismo enquanto discurso e Plínio Salgado enquanto boca), o general Mourão Filho arquitetou o mentiroso Plano Cohen, segundo o qual o Partido Comunista Brasileiro se preparava clandestinamente para golpear as instituições. A consequência imedata foi a decretação, por Getúlio Vargas, da ditadura do Estado Novo.

istoé Colaborou Eliane Lobato

Gerson Brenner ficou conhecido pelos papéis na TV nas novelas “Rainha da sucata” e “Corpo dourado”. Ele participou de treze trabalhos e teve a carreira interrompida por conta de um assalto que sofreu há 18 anos e que quase lhe tirou a vida.

Marta Mendonça, mulher de Gerson Brenner, está pedindo ajuda para comprar um aparelho médico para o marido. O ator, de 57 anos, tem sérias dificuldades de locomoção devido às sequelas de um assalto ocorrido em 1998. Para facilitar a independência de Brenner, Marta precisa de R$ 7 mil para conseguir um transferidor e fez um apelo nas redes.

Marta soube da existência de um guincho chamado Jack, que suporta até 200 quilos. É um aparelho que melhoraria à qualidade de vida do marido. "Se conseguíssemos de alguma empresa seria uma bênção", disse.

Gerson Brenner ficou conhecido pelos papéis na TV nas novelas “Rainha da sucata” e “Corpo dourado”. Ele participou de treze trabalhos e teve a carreira interrompida por conta de um assalto que sofreu há 18 anos e que quase lhe tirou a vida. Na ocasião, o ator viajava de São Paulo para o Rio quando foi abordado por bandidos, levou um tiro na cabeça e ficou em coma.

 

Gerson Brenner na novela 'Corpo dourado', em 1998
Gerson Brenner na novela 'Corpo dourado', em 1998 Foto: Arquivo/TV Globo

 

Gerson é pai de duas meninas: Anna Hass, 25 anos, e Vitoria, 18 anos. A relação com as filhas sempre foi conturbada devido a problemas familiares. Em 2013, ele foi impedido de dançar a valsa na festa de debutante da caçula, em São Paulo. A missão coube à mãe, a bailarina e apresentadora Denize Tacco, que se vestiu de homem para debutar com Vitória.

 

Anna com o pai, o ator Gerson Brenner
Anna com o pai, o ator Gerson Brenner Foto: Reprodução Facebook

 

 

Gerson Brenner e a filha Vitória

Gerson Brenner e a filha Vitória Foto: Reprodução Instagram

Fonte Portal Extra

 

Foram fiscalizados 33 bares, lanchonetes e restaurantes situados nas três principais avenidas gastronômicas da cidade

Por infração a normas sanitárias e o Código de Proteção e Defesa do Consumidor, 19 estabelecimentos gastronômicos na cidade de Campina Grande foram autuados durante fiscalização do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público da Paraíba (MP-Procon), através da diretoria regional em Campina Grande.

Foram fiscalizados 33 bares, lanchonetes e restaurantes situados nas três principais avenidas gastronômicas da cidade, localizadas no centro e nos bairros do Alto Branco e Liberdade (Avenidas Treze de Maio, Odon Bezerra e Manoel Tavares).

As fiscalizações, oriundas do planejamento estratégico do órgão, no eixo segurança alimentar, tiveram por objetivo verificar a observância das normas sanitárias por parte desses estabelecimentos, além de fiscalizar o respeito e cumprimento dos dispositivos do Código de defesa do Consumidor.

De acordo com o diretor regional do MP-Procon, promotor de justiça Sócrates da Costa Agra, a ação buscou identificar e autuar estabelecimentos do ramo alimentício que fornecem produtos e serviços aos consumidores em desacordo com as normativas sanitárias, especialmente o Código Sanitário Municipal (Lei Complementar Municipal nº051/2010) e a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 216/2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação.

Ainda segundo o promotor de justiça, foi fiscalizado pelo MP-Procon o cumprimento da Lei Federal nº 12.291/2010, que torna obrigatória a manutenção de exemplar do Código de Defesa do Consumidor nos estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços e, também, a disponibilização, nesses espaços gastronômicos, de informações relevantes sobre os produtos e serviços comercializados, como preço, quantidade, qualidade, entre outros.

As empresas que foram autuadas terão prazo de dez dias para apresentarem defesa e, posteriormente, regularizarem as inconformidades técnicas junto aos órgãos públicos competentes, sem prejuízo de aplicação das sanções administrativas elencadas no Código de Defesa do Consumidor.

Fonte:.clickpb

De acordo com o historiador do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), Edivaldo Lira, a preservação do prédio é relevante por ser construído no estilo art nouveau que representou o processo de urbanização da capital.

inauguração do Centro Administrativo da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) no Paraíba Palace Hotel pelo presidente da Casa, deputado estadual Gervásio Maia (PSB), na próxima quarta-feira (9), valoriza a história e preserva a memória cultural de João Pessoa, simbolizando uma homenagem aos 432 anos da capital paraibana.

Considerado um dos prédios mais relevantes do conjunto arquitetônico da cidade, a implantação dos setores administrativos vai revitalizar o Centro Histórico. “Nós estamos entregando um presente para a cidade, já que o Paraíba Palace é um prédio histórico da década de 30, além de se encontrar em um local extremamente importante e que representa muito para o povo de João Pessoa e da Paraíba”, destacou Gervásio Maia.

Ao longo dos anos, o local originalmente chamado de “Parahyba Hotel”, foi idealizado pelo ex-governador da Paraíba, João Pessoa, e passou por várias inaugurações, sendo a primeira em 1933, sob responsabilidade do ex-interventor federal do Estado, Gratuliano Brito, no local onde funcionava a antiga sede do jornal “Correio da Manhã”, dirigido pelo também ex-governador paraibano, Rui Carneiro.

De acordo com o historiador do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), Edivaldo Lira, a preservação do prédio é relevante por ser construído no estilo art nouveau que representou o processo de urbanização da capital. “No momento em que o hotel estava sendo construído, João Pessoa estava se adequando às tendências da época, principalmente aos padrões do Rio de Janeiro, São Paulo e de países europeus”, ressaltou.

 

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JR Esquadrias