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Marinha e PF cruzam informações para descobrir a origem do poluente; uma das suspeitas é de que material seja de uma embarcação "fantasma"

  As investigações sobre a origem do petróleo que contamina todo o litoral do Nordeste se concentram, na fase atual, em 23 embarcações suspeitas. O trabalho é conduzido pela Marinha e Polícia Federal.

 
Foto: Alisson Frazao / Reuters
 

O cruzamento de informações, conforme apurou a reportagem, apontam que, na região investigada, havia embarcações de diversas origens. O trabalho se concentra em cruzar rotas mais usadas no transporte de petróleo e a direção que as toneladas de óleo tomaram até chegar às praias do Brasil.

Conforme mostrou o Estadão nesta terça-feira, 8, o material identificado até agora em amostras tem a "assinatura" do petróleo da Venezuela, ou seja, a composição da borra é de origem venezuelana, conforme estudos da Petrobrás e da Marinha.

A hipótese de que o petróleo lançado no mar brasileiro seja fruto de um naufrágio está praticamente descartada pelo governo. Uma das linhas de investigações, segundo uma fonte que participa das apurações, considera, inclusive, o tráfego de "navios fantasmas", embarcações criminosas de piratas que poderiam atuar no contrabando de petróleo.

O governo continua a tratar do tema com sigilo. Nesta quarta-feira, 9, durante audiência na Câmara dos Deputados, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que, "ao que tudo indica, se trata de um navio estrangeiro".

Questionado pelo Estado sobre o assunto, o ministro afirmou que a pasta tem atuado para conter os danos e recolher o material que chega às praias. Mais de 100 toneladas de borra de petróleo já foram recolhidas. O trabalho é de difícil execução porque o petróleo não avança sobre a lâmina d'água, mas no fundo do mar, até chegar ao litoral.

Fonte: Da  internet

 

 

 

Um filme que já passou no estado da Paráiba está em exibição nas telas de Rondônia, cujo título deve trazer recordações desconfortáveis para certos setores da sociedade paraibana: O Fio Preto da Energisa.

Um enredo tenebroso cujo desfecho ficou em suspense, e apenas o Ministério Público, que devia ser o mocinho da fita, saiu ganhando depois de firmar um acordo onde foi contemplado com quase 1 milhão de reais, para em seguida arquivar um processo rumoroso, onde teve de tudo, inclusive ameaças de morte ao denunciante, um ex-funcionário que desvendou um suposto golpe da empresa no consumidor paraibano.

Depois de fazer sucesso e ganhar audiência espetacular, ocupando espaços nas tribunas da Câmara da capital e da Assembleia, as denúncias de Sidney Sandrini enveredaram pelos labirintos da Justiça e um véu negro caiu sobre elas, deixando a assistência com aquele gostinho de quero mais, sem ser atendida, e o TAC concebido pelo Ministério Público jamais teve seu conteúdo revelado e ninguém foi criminalmente indiciado mesmo a empresa reconhecendo que havia cometido irregularidades, já que assinou o documento cuidadosamente preparado para não deslizar para a responsabilidade penal.

Deputados descobrem que Polícia Civil de Rondônia recebia recursos para escoltar funcionários da Energisa

O que aqui mergulhou em silêncio tumular e o assunto sepultado de forma definitiva sob um manto de suspeitas, que envolvem setores do judiciário, do Ministério Público e da Política, já que vereadores e deputados, simplesmente abandonaram o caso; em Rondônia virou CPI, e os parlamentares daquele estado estão investigando o mesmo crime das ligações ilegais, patrocinadas pela Energisa para explorar o consumidor.

O assunto de tão polêmico já chegou ao Senado diante do volume de provas e de evidências de que o Fio Preto é uma pratica recorrente da empresa de distribuição de energia elétrica, por onde ela presta seus onerosos e nebulosos serviços.

Aqui como lá duas personagens pontificam no cenário de escândalos produzidos pela Energisa, o ex-funcionário Sidney Sandrini e o ex-presidente da Empresa, André Theobald, que teria inaugurado a moda do fio preto para sobrecarregar as contas de luz dos paraibanos.

André Theobald teria levado para Rondônia o modus operandi adotado na PB

Enquanto aqui o assunto foi definitivamente esquecido deputados de Rondônia têm a convicção que a Enerisa realmente comete crime contra o consumidor e tem como orientação aos seus funcionários quebrarem o lacre dos medidores para multa-los e aumentar o faturamento.

São muitos os episódios denunciados e que chegaram aos deputados pelos consumidores lesados, revelando inclusive a participação da Polícia Civil daquele estado convocada pela empresa para supostamente intimidar e constranger os consumidores atingidos pela prática do fio preto.

Algo que se repetiu à exaustão por aqui com a incursão de servidores da Energisa pelo estado, escoltados pela Polícia Civil adentrando as residências possivelmente forjando flagrantes, como deduziram os deputados de Rondônia, ao descobrirem um termo de parceria entre a empresa e a Polícia daquele estado, investigação que não ocorreu na Paraíba, com as denúncias sendo varridas para debaixo do tapete que o TAC produzido pelo MP estendeu sobre o caso.

O que foi encarado como incerto e duvidoso na Paraíba, apesar do reconhecimento da empresa de que havia cometido irregularidades, comprovado com a assinatura do TAC, nada mais ocorreu e Sidney Sandrini perdeu o emprego, foi processado e teve sua vida posta em perigo, ao contrário do que está ocorrendo em Rondônia para onde está se deslocando para depor na CPI do Fio Preto de lá como testemunha imprescindível para desmascarar os crimes cometidos pela Energisa contra o consumidor.

Sandrini ganhou as páginas do noticiário local e vem sendo tratado como defensor dos interesses do consumidor na terra que homenageia o Marechal Rondon e promete fazer revelações bombásticas, muito mais devastadoras do que o Fio Preto, que podem revelar a fundo os métodos criminosos da empresa mineira vista por ele como uma Odebrecht do setor eletricitário cuja capacidade de corromper nada ficar a dever a construtora, uma das estrelas do que foi relevado pelas investigações da Lava-Jato no submundo da corrupção.

Sidney Sandrini também pode ser convocado para depor no Acre onde outra onda de denúncias contra a Energisa varre aquele estado mostrando que o Fio Preto é o Modus Operandi da Energisa por onde ela passa.

O mesmo procedimento também pode estar sendo utilizado em Mato Grosso. E aja choque no bolso da população.

O Jampanews está acompanhando de perto a movimentação da CPI de Rondônia para entender porque acusações, do mesmo teor e gravidade, não tiveram desdobramentos, e a empresa não respondeu a nenhuma ação penal.

O depoimento de Sidney Sandrini na CPI de Rondônia será publicado aqui neste espaço para que os paraibanos prejudicados possam encontrar meios de serem ressarcidos.

 
 
Fonte Da Internet

 

A fiscalização foi feita pelo Detran, com o apoio do Ministério Público da Paraíba e Batalhão de Policiamento de Trânsito

Um total de 176 veículos escolares de 39 municípios paraibanos foram reprovados em vistoria realizada pelo Dentran-PB. A fiscalização ocorreu na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretrans) de Teixeira e Monteiro e nos postos de Santa Rita e Bayeux, envolvendo veículos de 39 municípios paraibanos.

Além da fiscalização comum de extintores e pneus, desde agosto, passou a ser fiscalizada a utilização obrigatória de espelhos retrovisores e equipamentos do tipo câmera-monitor (câmera de ré) ou outro dispositivo equivalente, em cumprimento à resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Foram vistoriados 238 veículos, sendo aprovados apenas 62. De acordo com o Detran, a ausência da câmera de ré foi o que mais reprovou os veículos fiscalizados, além de problemas com pneus, extintores e cinto de segurança. Já no tocante aos motoristas, a maioria trafegava sem comprovação do curso específico de condutor de transporte escolar e sem constar a informação obrigatória de atividade remunerada na carteira de habilitação (CNH).

A fiscalização foi feita pelo Detran, com o apoio do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Instituto de Metrologia e Qualidade (Imeq), Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e Departamento de Estradas de Rodagens (DER).

 

Fonte Da Internet

 

 

O filho do Atleta do Século 20 cumpre pena de 12 anos de prisão por lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.

A juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani, da Unidade Regional de Departamento Estadual de Execução Criminal, decidiu acatar pedido de progressão para o regime aberto da defesa de Edson Cholbi Nascimento, o Edinho.

Ao conceder o benefício ao filho de Pelé, a magistrada levou em conta o resultado de um exame criminológico que considerou o réu apto para o convívio social fora da prisão. Ela também citou o bom comportamento de Edinho na prisão e nas saídas temporárias.

O filho do Atleta do Século 20 cumpre pena de 12 anos de prisão por lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.

Com a progressão da pena, ele irá cumprir o restante da pena em casa. Desde junho de 2018, o ex-goleiro já cumpria pena em regime semiaberto. Edinho foi representado pelo advogado Eugênio Malavasi.

 

Matéria Da internet                                                        C/ Novonoticias

 

Confira as dezenas sorteadas!

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2186 da Mega-Sena, sorteado na noite desta segunda-feira na cidade de São Paulo. O prêmio, que era de R$ 80 milhões, acumulou pela décima vez consecutiva e agora pode pagar R$ 90 milhões no próximo sorteio, na quarta-feira (11).

As dezenas sorteadas foram:

 
 
 
 
 
 Fonte Da  Internet
 
                                                                                                                                                                                                                                                                                  
 

 

Presidente também quebrou o protocolo caminhando na Esplanada para cumprimentar público em desfile em Brasília

                                                                                                  O presidente Jair Bolsonaro abriu o desfile de 7 de Setembro, em Brasília, neste sábado (7) ao lado dos donos da Record, bispo Edir Macedo, e SBT, Silvio Santos. Bolsonaro também quebrou o protocolo ao descer da tribuna neste sábado e interromper o desfile de 7 de Setembro na Esplanada dos Ministérios para caminhar e cumprimentar o público presente em várias arquibancadas.

No final da caminhada, o presidente parou onde estava a banda e a "regeu" por alguns minutos.

Bolsonaro chegou à Esplanada para acompanhar o evento às 9h, desfilando em carro aberto, como no dia de sua posse. Enquanto o presidente desfilava de pé no carro, seu filho Carlos ficou sentado atrás do pai. A primeira-dama, Michelle, não acompanhou o presidente, mas o esperou diretamente na tribuna de honra.                                                                                                                                                             No meio do desfile, o presidente colocou no Rolls Royce um menino da assistência para desfilar a seu lado.                                                                                                                                                                                                                                               Antes de chegar ao local, Bolsonaro fez mais uma convocação aos brasileiros para que compareçam aos desfiles do 7 de Setembro vestidos de verde e amarelo.                                                                                                                                                           "A independência de nada vale se não tivermos liberdade. Esta, por tantas e tantas vezes, ameaçada por brasileiros que não têm outro propósito a não ser o poder pelo poder", disse Bolsonaro em um vídeo divulgado pela assessoria de imprensa do governo.                                                                                                                                                                                                                                                                            "Então, a todos os brasileiros, nós pedimos, conscientizem-se cada vez mais do que é este país, esta maravilha chamada Brasil, um país ímpar no mundo, que tem tudo para dar certo. E precisamos, sim, de cada um de vocês, para reconstruí-lo E a liberdade estará em primeiro lugar", acrescentou.                                                                                                                                                                                                            De acordo com o Palácio do Planalto, a expectativa de público em Brasília era de 20 mil pessoas.

Fonte: portal terra

 

A carreira artística de Ítalo começou aos 17 anos, de forma inesperada, enquanto ele fazia um passeio na praia com o irmão gêmeo, Lucas Cerqueira

O sargento do Exército Ítalo Cerqueira conquistou o título de Mister Brasil CNB 2019 representando o estado da Paraíba. O candidato de 27 anos nasceu no Rio de Janeiro, mas veio morar na Paraíba ainda com 7 anos, onde foi radicado. Ítalo venceu o concurso na madrugada desta quinta-feira (5), em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul.

O modelo é o primeiro negro da história do Mister Brasil CNB a alcançar o título de beleza masculina brasileira. Ítalo deve representar o país no Mister Supranational, em dezembro, na Polônia. Também é a primeira vez em que o estado paraibano leva o título.

O bonitão recebeu a faixa do campeão da edição 2018, o paulista Samuel Costa, 25 anos. Um total de 40 candidatos participaram do concurso; em segundo lugar ficou o Mister Santa Catarina, Luan Antonelli, 30 anos, e em terceiro lugar o Mister Baixada Santista, Matheus Giora, 31 anos.

Fonte: Da Internet

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O ganhador que optar por aplicar o prêmio na poupança, por exemplo, receberá um rendimento mensal de aproximadamente R$ 352 mil

A partir deste sábado (31), todas as apostas registradas para a Lotofácil vão participar da oitava edição da Lotofácil da Independência. O concurso 1.861, que promete um prêmio estimado em R$ 95 milhões, será sorteado na sexta-feira (6), a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo (SP).

Segundo a Caixa, este poderá ser o maior prêmio oferecido pela Lotofácil em todos os concursos já realizados, incluindo regulares e especiais.

O ganhador que optar por aplicar o prêmio na poupança, por exemplo, receberá um rendimento mensal de aproximadamente R$ 352 mil. Ou se preferir investir em bens, poderá comprar 19 apartamentos de luxo, no valor de R$ 5 milhões cada.

As apostas se encerram na sexta-feira às 19h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país e também no Portal Loterias Online. O preço da aposta simples, com 15 números, é de R$ 2. Para dar o palpite no concurso pela internet, o apostador precisa ser maior de 18 anos e efetuar um cadastro. O valor mínimo da compra no portal é de R$ 30 e máximo de R$ 500 por dia.

PREMIAÇÃO

Para apostar basta marcar de 15 a 18 números dentre os 25 disponíveis. O prêmio do concurso especial não acumula. Ganha quem acertar a maior quantidade de números sorteados.

Os apostadores também podem fazer um bolão, dividindo cotas com amigos e familiares, preenchendo no campo específico do bilhete da Lotofácil a quantidade de participantes. O bolão também pode ser solicitado diretamente ao atendente da lotérica, informando os números da aposta e a quantidade de pessoas que participarão.

Na Lotofácil, os bolões têm preço mínimo de R$ 10. É possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 35 cotas. Também pode ser adquirida uma cota de bolão organizado pelas lotéricas. Esse serviço tem uma tarifa de até 35%.

 

Materia Da internet

As instalação de papeleiras e lixeiras em pontos estratégicos do Centro da Capita comerça pelo Pavilhão do Chá e na Praça dos Três Poderes, ja na terça-feira (3), os serviços segue nas ruas Duque de Caxias e Visconde de Pelotas e na Praça André Vidal de Negreiros – conhecida como Ponto de Cem Réis.

Buscando melhorias diárias para a limpeza urbana da cidade a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) dá continuidade nesta semana a instalação de papeleiras e lixeiras em pontos estratégicos do Centro da Capital. Nesta semana os equipamentos serão instalados em vias e espaços públicos do Centro da cidade.

De acordo com a programação, nesta semana serão instaladas em torno de 40 unidades. As equipes, nesta segunda-feira (2), instalam no Pavilhão do Chá e na Praça dos Três Poderes. Na terça-feira (3), o serviço segue nas ruas Duque de Caxias e Visconde de Pelotas e na Praça André Vidal de Negreiros – conhecida como Ponto de Cem Réis.

Na área central da cidade, um dos problemas detectados pelo corpo técnico da Emlur é a distribuição de panfletos que acabam sendo descartados inadequadamente. “Muitas vezes, as pessoas recebem esse material e jogam no chão, ao invés de colocá-lo nas papeleiras. Esse ato deixa a cidade suja e feia, porém o maior prejuízo se dá no período de chuva quando as águas arrastam esses papeis para dentro dos bueiros e galerias pluviais, contribuindo para os alagamentos”, ressaltou Lucius Fabiani, superintendente da Autarquia.

A Autarquia adquiriu aproximadamente 600 equipamentos de limpeza urbana, sendo 500 papeleiras de postes, 100 lixeiras e cestos e mais 20 contentores de 5 mil litros. Os equipamentos vão atender principalmente as demandas de locais com grande fluxo diário de pessoas, como praças, grandes corredores, parques e calçadão da Orla Marítima. Todas as unidades são verdes e com adesivos de mascotes da Emlur.

“O poder público faz sua parte com a instalação dos equipamentos, no entanto, é necessário que a população faça a sua parte, exercendo sua cidadania, acondicionando corretamente o lixo produzido e não jogando o material nas vias públicas”, disse.

Alô Limpeza – Apesar de importantes instrumentos para a manutenção da limpeza da cidade, as papeleiras continuam a ser um dos principais alvos de depredação. Colabore com a manutenção da limpeza pública da cidade e com o combate ao vandalismo. Ligue 0800 083 2425/3214 7628/7660.

A Secretaria do Tesouro Nacional coloca a Paraíba com rating B, nota alcançada por apenas nove Estados do Brasil, o que nos permite desenvolver projetos de financiamento com o aval do governo federal

O Governador João Azevêdo recebeu, nesta segunda-feira (2), na Granja Santana, em João Pessoa, uma missão técnica dos países da Colômbia, Mali e Moçambique, que veio conhecer as tecnologias do Projeto Algodão Paraíba e outras ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) do Estado. Na ocasião, o chefe do Executivo estadual apresentou os investimentos do Governo nas áreas de infraestrutura, recursos hídricos, turismo, além das ações que garantem a solidez fiscal do Estado. 

Na oportunidade, o gestor também destacou o desenvolvimento de projetos nas Secretarias da Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiárido e do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca para assegurar a inclusão social. “Nós implantamos ações na base da economia para incluir pessoas no compartilhamento de riquezas. O projeto Cooperar, por exemplo, prevê investimentos de mais de R$ 300 milhões, por meio de financiamento do Banco Mundial, na agricultura familiar, nos arranjos produtivos locais e na segurança hídrica”, frisou. 

O governador ainda ressaltou a eficiência das gestões fiscal e de pessoal do Estado, atestada por instituições nacionais. “Isso nos garante uma posição de respeito com relação ao país. A Secretaria do Tesouro Nacional coloca a Paraíba com rating B, nota alcançada por apenas nove Estados do Brasil, o que nos permite desenvolver projetos de financiamento com o aval do governo federal. Essa preocupação toda é para fazer com que a Paraíba tenha a possibilidade de ter, em alguns anos, segurança hídrica em todas as suas regiões”, acrescentou. 

O presidente da Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária, (Empaer), Nivaldo Magalhães, evidenciou a importância da troca de experiências entre a Paraíba e os países. “Essa é uma responsabilidade muito grande porque essa missão veio conhecer o nosso trabalho para produzir o algodão orgânico, a utilização da assistência técnica e o modelo para beneficiar o agricultor. Nós somos um dos maiores produtores de algodão orgânico do país e estamos nos destacando por isso, tanto que, em junho, já mandamos uma missão à Colômbia para o compartilhamento de experiências, o que é muito importante para o nosso Estado”, pontuou. 

A coordenadora regional do projeto ‘Mais Algodão’ da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura(FAO), Adriana Gregolin, afirmou que o projeto de desenvolvimento do Estado é importante para fomentar a cultura do algodão. “O encontro com o governador foi de muito valor porque foi importante para nós conhecermos a realidade do Estado. Esse compromisso da gestão para a produção do algodão orgânico faz com que o produto seja colocado numa posição de destaque no Nordeste e, por meio dessas políticas, a possibilidade de êxito é muito maior”, observou.

A coordenadora de Cooperação Sul-Sul da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Fernanda Barreto, destacou o interesse da missão de conhecer as técnicas utilizadas no Estado na produção do algodão sustentável. “Nós viemos trazer delegações de Moçambique, Mali e Colômbia para conhecer o trabalho que vem sendo desenvolvido na Paraíba com o algodão orgânico, que é uma novidade que interessa a todos os outros países. Como representante da Organização Internacional do Trabalho, estou interessada em saber como se organizam as pequenas comunidades e como se consegue promover o trabalho decente em toda cadeia produtiva de algodão”, afirmou. 

O diretor-geral do Instituto do Algodão de Moçambique, Luiz Tomo, falou da expectativa para conhecer o trabalho desenvolvido por agricultores da Paraíba com base nas sustentabilidades ambiental, econômica e social. “Somos um país produtor de algodão e entendemos que o Brasil tem uma longa experiência em termos de produção e aproveitamento de produtos, com a utilização de tecnologias importantes que permite a redução de custos e maior sustentabilidade, o que é importante para nós porque a nossa cadeia produtiva ainda não está completa e precisamos levar este conhecimento, o que vai  ser muito útil para nós”, disse. 

A coordenadora de Grupos de Produtos Transitórios do Ministério da Agricultura da Colômbia, Ruth Ibarra, enalteceu o trabalho de cooperação desenvolvido em parceria com o Brasil para o incremento da produção do algodão naquele país. “Essas ações envolvem assistências técnicas que visam garantir uma produção eficiente e crescente para fortalecer e termos melhores resultados no segmento”, explicou.  

Representante da Companhia de Algodão do Mali, Abdoulaye Diarra, agradeceu a oportunidade de conhecer as experiências executadas na Paraíba. “Nós já vemos frutos da cooperação técnica com o Brasil, somos a única comunidade algodoeira do Mali e fazer uma variedade de algodão mais rentável no país é estratégico e precisamos muito da ajuda brasileira para restauração do solo, assegurando melhores condições de trabalho nas plantações e esperamos muito dessa cooperação”, avaliou. 

Os secretários Luiz Couto (Agricultura Familiar e Desenvolvimento do Semiárido) e Efraim Morais (Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca) também participaram da reunião. 

A missão composta por técnicos do Mali, Moçambique e Colômbia, da FAO e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) do Ministério das Relações Exteriores permanece na Paraíba até a próxima sexta-feira (6). A visita técnica faz parte do Projeto Cooperação Sul-Sul Trilateral executado pelo governo brasileiro, representado pela ABC/ Ministério das Relações Exteriores, pela FAO e países do Mercosul, associados e Haiti e a Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), por meio da Empaer.

Missão visita Empaer

A missão composta de 30 técnicos da Colômbia, Mocambique e Mali que está na Paraíba foi recebida também, na manhã desta segunda-feira (2), pelos diretores de Assistência Técnica e Extensão Rural, Jefferson Morais, e Administrativo, Jean Queiroga, da Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer). 

Na ocasião, Jefferson fez uma explanação sobre a política de extensão rural brasileira e as ações desenvolvidas no Estado da Paraíba, lembrando que, em nível nacional, são 16 mil extensionistas e 9 mil servidores administrativos que trabalham diretamente nas 27 entidades públicas de assistência rural, filiadas  à Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), presidida pelo paraibano Nivaldo Magalhães, que também preside a Empaer-PB.  Em todo o país, são beneficiárias 2,3 milhões de famílias agricultoras. 

Ele destacou a força do trabalho em favor da agricultura familiar, e que na Paraíba são atendidas de forma direta cerca de 50 mil famílias agricultoras com assistência técnica continuada e mais de 100 mil de forma indireta, possibilitando o acesso aos programas e políticas públicas, a exemplo do Programa de Aquisição de Alimentos e o Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Programação– A programação que a Missão cumprirá durante toda a semana tem prosseguimento com deslocamento à tarde para Campina Grande, e nesta terça-feira (3), às 8h visita a Estação Experimental de Alagoinha, e depois o Assentamento Margarida Maria Alves, em Juarez Távora, onde conhecerá o cultivo de algodão colorido. Depois, retornando à Campina Grande, visita as instalações da Embrapa Algodão.

 Na quarta-feira (4), o grupo se desloca para o município de Esperança para conhecer o cultivo de algodão orgânico, em seguida a CoopNatural, como também a máquina colheitadeira de algodão de uma linha e apresentação de descaroçamento e deslintamento de algodão, pertencente ao produtor Odilon Reny Ferreira da Silva. Ainda em Campina Grande, conhecerá o Projeto Algodão Agroecológico e a parceria com a Embrapa Algodão.

Na quinta-feira (5), as atividades começam no município de Alagoa Grande, onde os técnicos visitarão o campo de algodão do agricultor Marcos Vitorino, na Comunidade Tapera. Depois, se deslocam para Salgado de São Félix, onde farão contatos com produtores de algodão.  Encerrando a semana, na sexta-feira (6), antes de retornarem aos seus países, visitarão a indústria Norfil S/A, em João Pessoa e vão para Rio Tinto fazer contatos com grupos de jovens e de mulheres rurais que trabalham com quintais produtivos e roçados comunitários, por meio da Empaer.

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JR Esquadrias