Política (268)

Segundo os organizadores a expectativa era de mais de 10 mil pessoas, porém o que se viu foi um pequeno evento que não chegou sequer a encher a metade do espaço da praça do Ponto de Cem Réis (local do evento), cerca de 2 mil a 3 mil militantes

“Diretas Já” que nada! Ninguém acreditou nessa lábia e a platéia do ato público do Ponto de Cem Réis na última sexta-feira (21), em João Pessoa, foi o mais esvaziado. A avaliação foi feita pelo PSTU que, em nota, diz que “o ato não conseguiu reunir a classe trabalhadora”. No texto, escreve aquilo que todo mundo já sabe: “Visava fortalecer o nome do ex-presidente Lula”.

Fala sobre a presença de público: “Segundo os organizadores a expectativa era de mais de 10 mil pessoas, porém o que se viu foi um pequeno evento que não chegou sequer a encher a metade do espaço da praça do Ponto de Cem Réis (local do evento), cerca de 2 mil a 3 mil militantes, se esforçaram para dar um ar de importância história ao ato, comparando com a histórica campanha pelas diretas já na década de 1980…”

“Quem estava na Praça do Ponto de Cem Réis na greve geral do dia 28 de abril, pôde ver realmente o que era uma praça lotada de trabalhadores e trabalhadoras, e fica fácil comparar e entender o fracasso da atividade”, relata.

Sobre o atual momento: “Esta campanha que na verdade significa a antecipação da campanha eleitoral para Lula presidente, fala recorrente da maioria dos presentes, demonstra-se um grande fracasso, onde nem o próprio Lula se fez presente”.

Na nota, o PSTU lembra um fato que considerou “marcante” no ato de sexta: “Foi no momento da fala do governador Ricardo Coutinho, onde um grupo de jovens levantaram faixas em protesto ao processo de terceirização/privatização de 600 escolas estaduais e a claque do governador não gostou e partiu para cima da juventude, rasgando as faixas e espancando os jovens militantes…”

“… A militância do PSB deu uma grande demonstração do tipo de democracia que eles defendem, que a mesma forma de truculenta que o governador trata os servidores públicos.

E mais:

“Nós do PSTU não concordamos neste momento com a bandeira das “Diretas” porque acreditamos em outro caminho para derrotar o atual governo e as reformas. Estamos chamando “Fora Temer, Fora Todos Eles, por uma Greve Geral de 48h”. Apostamos na ação direta da classe trabalhadora para derrubar Temer e toda quadrilha do Congresso Nacional. A Greve Geral do dia 28 de abril foi reconhecida até mesmo pela grande mídia e ganhou uma dimensão histórica e internacional. Sem dúvida, o que a burguesia mais teme é a realização de uma nova Greve Geral que incendeie o país e o torne ingovernável, comprometendo desta maneira as reformas. É isso que os governos e os patrões querem evitar a qualquer custo.

Precisamos debater um projeto dos trabalhadores, independente dos patrões e dos banqueiros. Um projeto que garanta os direitos e uma vida digna para a classe trabalhadora e o povo pobre. Que enfrente banqueiros, empresários e latifundiários.

Precisamos construir na luta um governo socialista dos trabalhadores, que governe em Conselhos Populares. Um governo que suspenda o pagamento da dívida aos banqueiros; exproprie e estatize as empresas corruptas e as coloque sob controle dos trabalhadores; estatize e coloque sob controle dos trabalhadores o sistema financeiro; entre outras medidas.”

 

Isso é o que preconiza um Projeto de Lei (PL) de autoria do vereador Eduardo Carneiro (PRTB) que tramita nas Comissões Permanentes da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP)

O Executivo Municipal estará autorizado a instituir o Dique 153, serviço de atendimento da Guarda Municipal de João Pessoa, destinado à população para solicitações feitas dentro das atribuições da Corporação. Isso é o que preconiza um Projeto de Lei (PL) de autoria do vereador Eduardo Carneiro (PRTB) que tramita nas Comissões Permanentes da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP).

Segundo o parlamentar, o PL tem previsão legal no art. 17º da Lei Federal 13.022/2014 que trata sobre o Estatuto Geral das Guardas Municipais, o qual disponibiliza através da Agencia Nacional das Telecomunicações (Anatel), uma frequência através do canal 153 para às Guarda Municipais de forma uniformizada, possibilitando com isso à população ter um canal direto com esse Órgão.

O documento preconiza que todos os atendimentos feitos através do canal 153 serão devidamente registrados em boletins confeccionados para fins estatísticos e de informações. E fica assegurado ao cidadão e/ou cidadã o direito ao sigilo absoluto de sua identidade quando assim o desejar.

 

Esse canal possibilitará um acesso mais rápido a estrutura da Guarda e ao mesmo tempo possibilitará os registros das ocorrências e um maior conhecimento sobre as estatísticas dos pedidos e as soluções dadas

 

O PL ainda estipula que o Poder Executivo promoverá ampla divulgação do Disque 153, objetivando a população para tomar conhecimento do canal de atendimento ofertado pela Guarda Civil Municipal; e poderá firmar convênios, contratos e termos de cooperação necessários com órgãos e entidades afins para a implantação do serviço.

Eduardo Carneiro defende que o serviço é um equipamento necessário, previsto em norma infraconstitucional que visa a atender pleitos oriundos da população e que tem como objetivo o aprimoramento e o contato direto entre os munícipes e a Guarda Municipal nas demandas de sua competência.

A população já percebe que nós temos eleições já em 2018 e é melhor fazer essa travessia do que dar um salto no escuro

Para o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), o desafio de Michel Temer (PMDB) é manter a governabilidade após a votação da denúncia contra o presidente no plenário. “A grande expectativa é sobre o tamanho de base que sairá dessa votação, se é uma que garante governabilidade ou não”, disse à Folha.Segundo ele, caso não se atinja essa margem, o partido pode reavaliar sua posição na base de Temer. “No momento que ela [a governabilidade] estiver ameaçada, é hora de começar a se pensar mais no Brasil que em nomes e partidos”, afirmou.O líder da bancada também criticou o gesto do presidente de procurar nesta semana os dissidentes governistas do PSB, que articulam para se unir ao DEM. O ato gerou uma crise entre as legendas, que, diz, já foi debelada.

Folha – Por que o DEM ainda apoia o governo?

Efraim Filho – Porque entendemos que não é a hora de fazer mudanças. Estamos tendo muita cautela para não precipitar nenhuma conduta que possa aumentar a instabilidade. Essa é uma postura do presidente [da Câmara], Rodrigo Maia, que não se moveu um milímetro do papel institucional que lhe cabe.

Mas o DEM não vê com bons olhos a possibilidade de Maia assumir a presidência?

Temos que pensar primeiro no Brasil, que é maior do que nomes, do que partidos. E pensar num cenário que agrave a crise não é o melhor.

O DEM pensa na melhor forma de fazer a travessia da crise. Por enquanto entendemos que é não haver mudança de governo. Agora, não tenho dúvidas de que Maia está preparado para qualquer missão que a Constituição lhe designar, seja para agora, seja para o futuro.

O partido se sentiu traído com a movimentação de Temer com relação aos deputados do PSB nesta semana?

Gerou desconforto, um ruído absolutamente desnecessário nesse momento delicado. Não é a conduta que se espera de um aliado. Isso nós deixamos bem claro com o nosso posicionamento, e acreditamos que com o recuo do PMDB, arrefeceu a crise. Foi um gesto que beirou a deslealdade.

O partido fechará questão contra a denúncia na votação do plenário?

Não. Haverá orientação de bancada, mas divergências serão respeitadas.

O presidente tem força para barrar a denúncia?

Ele demonstrou que tem base para rejeitar a denúncia. A grande expectativa é sobre qual o tamanho da base que sairá dessa votação. Se é uma que dará condições de governabilidade, ou não.

Não adianta rejeitar a denúncia com 300 votos contra o governo. Esse é o grande desafio.

O sr. falou que o DEM permanece no governo por “estabilidade”. Caso não se atinja essa margem de governabilidade, o que o partido fará?

O DEM defenderá a manutenção da governabilidade, mas no momento que ela estiver ameaçada, é hora de começar a se pensar mais no Brasil que em nomes e partidos e aí fazer uma reavaliação.

O presidente tem aprovação de apenas 7%, segundo levantamento do Datafolha. O DEM não teme ser contaminado por essa baixa popularidade em 2018?

O DEM acredita que tomando-se decisões corretas, especialmente na agenda econômica, a popularidade pode mudar.

O partido foi um dos grandes mobilizadores das manifestações contra Dilma Rousseff. Por que o sr. acha que as ruas estão caladas?

A população já percebe que nós temos eleições já em 2018 e é melhor fazer essa travessia do que dar um salto no escuro. E demonstra a falta de capacidade [de mobilização] da esquerda, a voz deles já não representa a voz da sociedade.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Para o presidente, a capacitação de parlamentares e servidores do quadro técnico das câmaras de toda Paraíba é algo que deve ser constante

O presidente da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), Marcos Vinícius (PSDB), se reuniu, na manhã da  ultima segunda-feira dia(17), com o chefe de gabinete do vice-presidente do Senado Federal, senador Cássio Cunha Lima (mesmo partido), Maurício de Souza, com os quais discutiu detalhes sobre o curso “Orçamento Público Municipal e a Constituição Federal”, promovido pela CMJP, por meio de sua Escola do Legislativo, e Senado Federal, através do Interlegis.

Para o presidente, a capacitação de parlamentares e servidores do quadro técnico das câmaras de toda Paraíba é algo que deve ser constante e, neste ponto, o Senado Federal, através do Interlegis, é fundamental. “O debate, votação e apresentação de emendas à peça orçamentária é uma das tarefas mais importantes do Legislativo, mas muitas vezes, vereadores e servidores técnicos possuem dúvidas que podem ser respondidas, justamente em uma oportunidade como esta”, avaliou.

“Estamos buscando, em nossas viagens a Brasília (DF), trazer sempre o que há de melhor para nossos colegas vereadores e, se podemos, com o apoio do vice-presidente do Senado, Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) e Interlegis, fazer tanto pela Câmara de João Pessoa, é natural levar esta oportunidade para nossos colegas nas câmaras de toda Paraíba”, explicou Marcos.

Maurício elogiou a organização do evento por parte da Câmara de João Pessoa e registrou o pioneirismo da Casa no debate sobre orçamento impositivo no Estado. Ele registrou, ainda, a qualidade dos preletores presentes no evento, no qual vão palestrar o Diretor Executivo do ILB, Helder Rebouças, e o Consultor de Orçamento do Senado Federal, João Henrique Poderiva.

O curso será realizado no dia 24 de julho, das 9h às 18h, no auditório Ariano Suassuna, localizado na sede do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), bairro de Jaguaribe, e as inscrições, gratuitas, já podem ser feitas pelo site do Interlegis, ou no dia do evento, caso restem vagas. As informações também podem ser obtidas na Escola do Legislativo da Câmara de João Pessoa, pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou telefones (83) 3218-6309 e (83) 3218-6382.

Para o presidente, a capacitação de parlamentares e servidores do quadro técnico das câmaras de toda Paraíba é algo que deve ser constante

O presidente da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), Marcos Vinícius (PSDB), se reuniu, na manhã da  ultima segunda-feira dia(17), com o chefe de gabinete do vice-presidente do Senado Federal, senador Cássio Cunha Lima (mesmo partido), Maurício de Souza, com os quais discutiu detalhes sobre o curso “Orçamento Público Municipal e a Constituição Federal”, promovido pela CMJP, por meio de sua Escola do Legislativo, e Senado Federal, através do Interlegis.

Para o presidente, a capacitação de parlamentares e servidores do quadro técnico das câmaras de toda Paraíba é algo que deve ser constante e, neste ponto, o Senado Federal, através do Interlegis, é fundamental. “O debate, votação e apresentação de emendas à peça orçamentária é uma das tarefas mais importantes do Legislativo, mas muitas vezes, vereadores e servidores técnicos possuem dúvidas que podem ser respondidas, justamente em uma oportunidade como esta”, avaliou.

“Estamos buscando, em nossas viagens a Brasília (DF), trazer sempre o que há de melhor para nossos colegas vereadores e, se podemos, com o apoio do vice-presidente do Senado, Instituto Legislativo Brasileiro (ILB) e Interlegis, fazer tanto pela Câmara de João Pessoa, é natural levar esta oportunidade para nossos colegas nas câmaras de toda Paraíba”, explicou Marcos.

Maurício elogiou a organização do evento por parte da Câmara de João Pessoa e registrou o pioneirismo da Casa no debate sobre orçamento impositivo no Estado. Ele registrou, ainda, a qualidade dos preletores presentes no evento, no qual vão palestrar o Diretor Executivo do ILB, Helder Rebouças, e o Consultor de Orçamento do Senado Federal, João Henrique Poderiva.

O curso será realizado no dia 24 de julho, das 9h às 18h, no auditório Ariano Suassuna, localizado na sede do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), bairro de Jaguaribe, e as inscrições, gratuitas, já podem ser feitas pelo site do Interlegis, ou no dia do evento, caso restem vagas. As informações também podem ser obtidas na Escola do Legislativo da Câmara de João Pessoa, pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. ou telefones (83) 3218-6309 e (83) 3218-6382.

 

 Unir as forças políticas do município é a pretensão do gestor  interino da cidade de Bayeux

O Prefeito interino de Bayeux, Luiz Antônio (PSDB) deu posse na manhã desta terça-feira (18), no Centro Administrativo Municipal, aos novos secretários e auxiliares que farão parte da sua gestão.

O prefeito pretende fazer um governo de coalizão, unindo todas as forças políticas do município. No atual governo, foram nomeadas pessoas ligadas a Expedito Pereira, Domiciano Cabral e até de Berg Lima.

 

Relação dos novos secretários e adjuntos:

 

PROCURADORIA GERAL DO MUNICIPIO
Dr. João da Mata de Souza Filho – Procurador Geral
Dr. André Patrick Almeida de Melo – Procurador Adjunto

SECRETARIA CHEFIA DE GABINETE
Diego Marchetti – Chefe de Gabinete

SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO
Eurídice Cunha Dantas – Secretária
Carlos Cesar Medeiros – Secretário Adjunto

SECRETARIA DA FAZENDA
Jeandro Dantas – Secretário
Antônio de Pádua Medeiros de Melo Junior – Secretário Adjunto

SECRETARIA DE SAÚDE
Haline Leite – Secretária
Fernando Mascarenhas – Secretário Adjunto

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
Adriana Diniz – Secretária
Ronaldo Luiz– Secretário Adjunto

SECRETARIA DE INFRAESTRUTURA
Ademilson Montes – Secretário
Williano Rodrigues – Secretário Adjunto

SECRETARIA DE TRABALHO E AÇÃO SOCIAL
Edicle Travassos – Secretária
Jacyara Mendes – Secretária Adjunta

SECRETARIA DE PLANEJAMENTO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Antônio Luís de Macedo – Secretário
Zades Lira – Secretário Adjunto

SECRETARIA DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO
Paulo Sergio Coelho – Secretário

SECRETARIO DE GESTÃO E CONTROLADORIA
Johannes Carneiro– Secretário
Emerson Fernando Nunes de Oliveira – Secretário adjunto

SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA, COMÉRCIO E TURISMO
Cariolando Felix – Secretário
Bruno Sena – Secretário adjunto.

SECRETARIA DE ESPORTE, CULTURA E LAZER
Severino Gabriel da Silva (Silva Canibal) – Secretário
Lucemberg Cabral (Berguinho Impacto Som) – Secretário adjunto

SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE
Tarcisio Valério da Costa – Secretário
Fabiana Donato Soares Lisboa – Secretária Adjunta

SECRETARIA DA MULHER
Celia Domiciano – Secretária
Iranilda da Silva Pessoa – Secretária Adjunta

INSTITUTO DE PREVIDENCIA (IPAM)
Diego de França Medeiros – Superintendente

PROCON
Evilson Braz – Secretário executivo

COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO
Paulo Neto – Coordenador

 

Fonte: blogdoandersonsoares

 

A direção do Interlegis, em Brasília, teve a sensibilidade de atender ao nosso convite para enviar técnicos a fim de promover uma capacitação para o nosso pessoal  em João Pessoa. Comentou o presidente da CMJP, vereador Marcos Vinícius.

Promover uma melhor gestão do dinheiro público. Este é o tema do curso “Orçamento Público Municipal e a Constituição Federal”, que a Câmara Municipal de João Pessoa, por meio da Escola do Legislativo, e do Sendo Federal, por meio do programa Interlegis, vai oferecer no dia 24 de julho, uma segunda-feira, no auditório Celso Furtado do Centro Cultural Ariano Suassuna, anexo ao Tribunal de Contas do Estado, em Jaguaribe.

O objetivo da oficina é capacitar parlamentares e servidores a elaborar, da melhor maneira possível, emendas ao orçamento municipal e à apreciação de matérias orçamentais, tendo em vista o Orçamento Impositivo, aprovado pela CMJP em maio através da criação da Emenda Cidadã. Assegurado pela Constituição Federal, o Orçamento Impositivo garante que 1,2% da receita corrente líquida do município seja reservado a gastos indicados por emendas parlamentares individuais.

“A direção do Interlegis, em Brasília, teve a sensibilidade de atender ao nosso convite para enviar técnicos a fim de promover uma capacitação, aqui em João Pessoa, não só para o nosso pessoal, mas extensivo a diversos municípios. Afinal, o Orçamento Impositivo é um instrumento de democracia plena, cujo principal beneficiário é o cidadão”, comentou o presidente da CMJP, vereador Marcos Vinícius.

No último dia (6) do corrente mês, Marcos Vinícios e uma comitiva formada pela diretora técnica da Câmara, foi pessoalmente ao presidente do TCE-PB, conselheiro André Carlo Torres, convidá-lo para participar da abertura do curso. Da mesma forma, o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) também foram convidados para a abertura.

O diretor-executivo do Instituto Legislativo Brasileiro do Senado Federal, Helder Rebouças, e o consultor em orçamento do Senado Federal, João Henrique Pederiva, serão os instrutores da oficina, que é extensiva a técnicos e servidores de câmaras e prefeituras dos municípios que compõem a região metropolitana da Capital.

O curso será realizado das 9h às 18h e as inscrições, gratuitas, já podem ser feitas pelo site do Interlegis ou no dia do evento, caso restem vagas. As informações também podem ser obtidas na Escola do Legislativo de João Pessoa pelo email  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .gov.br  ou telefone (83) 3218-6309; 3218-6382.

Fonte: Acessoria/ Vanderlan Farias

O deputado federal Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), relator do processo sobre Michel Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, se posicionou nesta segunda-feira a favor do prosseguimento da ação contra o presidente.

Zveiter avaliou que o pedido da Procuradoria Geral da República para que Temer seja julgado no STF (Supremo Tribunal Federal) por corrupção é válido - decisão que amplia a pressão sobre o presidente, mas ainda pode ser revertida.

Em seu relatório, Zveiter afirma que a delação da JBS apresentou "indícios suficientes" que justificam que a ação avance.

"Não é fantasiosa a acusação; é o que temos e deve ser apurada", afirmou.

Segundo Zveiter, o encontro entre Temer e o empresário Joesley Batista, em março, trouxe à tona "sólidos indícios" de que o presidente tenha cometido delitos. A gravação do encontro foi entregue pelo dono da JBS à Procuradoria como parte de seu acordo de delação premiada.

O deputado afirmou, porém, que sua decisão não implica a condenação do presidente, mas sim o prosseguimento da ação para que a verdade seja conhecida e que ele possa se defender.

Concluída a leitura do relatório, deputados da CCJ debaterão seu conteúdo a partir da quarta-feira.

Cada um dos 66 membros da comissão poderá falar por até 15 minutos. Mas o governo tenta acelerar a análise, para que a Câmara vote antes do recesso parlamentar, que vai de 18 a 31 de julho.

O Palácio do Planalto avalia que a demora para concluir a votação desgasta ainda mais Temer e reduz suas chances de êxito.

Por enquanto, segundo um levantamento do jornal O Globo, 21 deputados da CCJ disseram que votarão pela aceitação da ação contra Temer, e dez afirmaram que se manifestarão contra. Outros 35 deputados se disseram indecisos ou não responderam.

O resultado da votação na CCJ será definido por maioria simples.

Sérgio Zveiter (PMDB-RJ)Direito de imagemAG. CÂMARA
Image captionZveiter disse que acusação "não é fantasiosa"

Partido dividido

O relatório de Zveiter representa uma importante derrota para o governo - vários deputados avaliam que o texto influenciará a decisão final da Casa.

O parecer dificulta ainda a tarefa de Temer ao demonstrar que nem mesmo seu partido, o PMDB, está unido em torno de sua permanência.

Muitos parlamentares peemedebistas têm sinalizado que podem abandonar Temer à medida que surjam novas denúncias contra o alto escalão do governo.

O baixo índice de aprovação do presidente - 7%, segundo a última pesquisa do Datafolha - também estimula as deserções.

Nas últimas semanas, um dos mais influentes congressistas da legenda do presidente, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), passou a defender abertamente a saída de Temer.

A postura fez com que o PMDB o retirasse da liderança do partido no Senado, mas pode encorajar outros congressistas da sigla a seguir o mesmo caminho.

Sessão da CCJ da CâmaraDireito de imagemAG. CÂMARA
Image captionBase deve trocar parlamentares para garantir votos pró-Temer na CCJ

Trocas na comissão

O relatório contrário a Temer também deve reforçar a movimentação entre partidos da base para substituir membros da comissão que possam votar contra o presidente.

Embora a votação na CCJ não seja definitiva, muitos deputados acreditam que seu resultado será referendado pelo plenário.

Por isso, o governo tem redobrado os esforços na comissão.

Em entrevista à BBC Brasil em junho, o vice-líder do PMDB na Câmara Darcísio Perondi disse que o Planalto usaria "todas as armas" para vencer a votação, o que incluía substituir membros na CCJ.

As substituições foram criticadas nesta segunda por alguns deputados removidos da comissão por seus partidos.

Perondi afirmou que o governo também poderia demitir indicados políticos de deputados rebeldes e direcionar recursos para Estados cujas bancadas apoiassem o presidente.

A própria escolha de Zveiter como relator foi um mau sinal para o governo.

Auxiliares do presidente tentavam emplacar algum deputado mais próximo do governo - caso do deputado ruralista Alceu Moreira (PMDB-RJ) -, mas o presidente da CCJ, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), optou por um nome mais neutro.

Joesley BatistaDireito de imagemREUTERS
Image captionDelação de Joesley Batista é base de ação contra o presidente

Próximos passos

Após o debate na CCJ, os deputados votarão o relatório. Se o governo obtiver a maioria dos votos, será elaborado um novo parecer que represente a posição vitoriosa.

Este documento será então levado ao plenário da Câmara.

Para que a denúncia contra o presidente avance, são necessários os votos de 342 deputados (dois terços da Casa).

Temer barra a iniciativa se a soma de abstenções e votos a seu favor alcançar 172.

Se a Câmara votar pela aceitação da denúncia e o STF resolver julgar Temer, ele será afastado por até seis meses, prazo para a conclusão do julgamento.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (PMDB-RJ), assumiria nesse período e teria de convocar eleições indiretas caso o STF condene o presidente.

João Fellet - @joaofellet

Sábado, 01 Julho 2017 11:43

Livre, Aécio pode reassumir o comando do PSDB

Escrito por

 

Aécio também deve tentar influenciar a sigla a salvar Michel Temer

A decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, de devolver o mandato ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) cria um constrangimento no ninho tucano.

Agora, mesmo depois de ter sido flagrado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, pagos em malas de dinheiro a seu primo Fred Pacheco, Aécio pode retomar a presidência do PSDB, contrariando o desejo de seus adversários internos, que preferiam manter o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) no comando.

"O afastamento do senador foi uma decisão voluntária. Ele que indicou o Tasso para o lugar dele. Portanto, se ele quiser voltar, essa é uma decisão pessoal", disse o secretário-geral do PSDB, o deputado federal Silvio Torres (PSDB-SP), que é ligado ao governador paulista Geraldo Alckmin, em reportagem de Renan Truffi e Pedro Venceslau, no jornal Estado de S. Paulo.

Aécio também deve tentar influenciar a sigla a salvar Michel Temer, ainda que o custo seja a morte política dos tucanos, uma vez que o governo é rejeitado por mais de 90% dos brasileiros.

A volta de Aécio, no entanto, pode ser temporária, apenas. "A situação deve evidenciar ainda mais a disputa entre paulistas e mineiros no partido. Próximo ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), Torres afirmou que o retorno de Aécio não impede o partido de pedir a antecipação das eleições internas", aponta a reportagem de Truffi e Venceslau. "Seja qual for a decisão do Aécio, defendo uma antecipação da convenção nacional", explicou Torres.

Brasil 247

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JR Esquadrias