Política (282)

“Vamos continuar com nosso prédio aqui no Centro, mas teremos uma economia mensal de R$ 70 mil ao entregar o prédio do Palace Hotel e do Centro Médico, por exemplo”, disse Galdino.

Um tema extremamente polêmico voltou à pauta da Assembleia Legislativa na manhã de hoje. O presidente da Casa, Adriano Galdino (PSB), anunciou que pretende construir um prédio na BR 230 vizinho à Promac para abrigar o plenário e os gabinetes dos deputados, além de um auditório. A obra está estimada em R$ 17 milhões e segundo o presidente não representará a saída do poder legislativo da Praça dos Três Poderes: “Vamos continuar com nosso prédio aqui no Centro, mas teremos uma economia mensal de R$ 70 mil ao entregar o prédio do Palace Hotel e do Centro Médico, por exemplo”, disse Galdino.

A medida foi criticada pelo deputado Jeová Campos que considerou inadequada a saída da Assembleia da Praça 1817. “Além de ser importante para o Centro de João Pessoa estarmos aqui, ainda temos que ter em mente que enfrentamos uma crise econômica rigorosa e esse investimento pode não ser compreendido pelo povo da Paraíba”, disse.

Camila Toscano, por outro lado, se posicionou a favor: “É uma medida necessária para atender as necessidades dos deputados e do funcionamento da Casa. E temos que ressaltar que o prédio da Assembleia continuará na Praça”.

Segundo Galdino, os setores que atualmente estão instalados no Paraíba Palace voltarão ao prédio sede.

De acordo com Galdino, Gervásio Maia queria compensar o espaço que perdeu na Assembleia Legislativa com cargos no governo do Estado, mas o governador João Azevêdo não aceitou
O velho toma lá, dá cá teria sido a motivação que levou o deputado federal Gervásio Maia a criar uma cizania que resultou na ‘guerra fria’ vivida no PSB e que pôs em rota de colisão o atual governador, João Azevêdo, e o ex-governador, Ricardo Coutinho. A revelação foi feita pelo presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (PSB), durante entrevista ao Jornal da Cultura comandado pelos apresentadores Rudney Araújo, Edcarlo Monteiro, Rodrigo Sousa e Mathins Jr., da Rádio Cultura de Guarabira, e escancara um perfil diferente do apregoado por Maia e seus apoiadores, a despeito da ‘resistência lulopetista no Congresso Nacional’, colocando-o como um político ‘velho’ com botox ou mais um personagem de um museu de grandes novidades.
De acordo com Galdino, Gervásio Maia queria compensar o espaço que perdeu na Assembleia Legislativa com cargos no governo do Estado, mas o governador João Azevêdo não aceitou. Por isso, Gervásio teria passado a fazer fofocas e criar intriga entre o governador e Ricardo Coutinho, o que, segundo Galdino, foi fundamental para o distanciamento entre os dois.
O presidente da ALPB disse ainda, que no início o candidato de Ricardo não era João, era Gervásio. “Mas Gervásio sempre hesita, sempre fica escorregando”, disse. “Tem medo de subir ladeira, o que é próprio de quem nasceu em berço de ouro. Quem nasce tendo tudo, pra que correr risco? Ele preferiu não se arriscar. E aí surge João como candidato de Ricardo”, contou.
“João conhece como ninguém o projeto do PSB. João chega ao governo e, de uma forma muito correta, mantém todo o governo de Ricardo Coutinho. As coisas vão acontecendo. Existe aquela briga por espaço dentro do governo. E aquelas pessoas que se sentiram prejudicadas nessa briga por espaço começaram a azucrinar o ouvido do ex-governador, começaram a colocar coisa na cabeça do ex-governador. Ele sempre tomando as dores das pessoas e começou a pressionar o governador”, explicou o deputado.
 

Intitulado “Contra a intervenção no PSB”, um dos trechos do documento de renúncia de Ronaldo Barbosa diz que ele foi fiel “ao projeto em 2004, em 2006, em 2008, em 2010, 2012, em 2014, 2016, 2018 e continuo fiel a esse projeto e ao governador eleito por nós, João Azevedo

O presidente do PSB de João Pessoa, Ronaldo Barbosa, renunciou ao cargo que ocupava nesta quinta-feira (19).

Em carta endereçada ao diretório municipal e filiados do partido, Barbosa manifestou seu descontentamento com a dissolução do diretório estadual e posterior intervenção no comando da legenda socialista que derrubou o ex-presidente Edvaldo Rosas.

Intitulado “Contra a intervenção no PSB”, um dos trechos do documento de renúncia de Ronaldo Barbosa diz que ele foi fiel “ao projeto em 2004, em 2006, em 2008, em 2010, 2012, em 2014, 2016, 2018 e continuo fiel a esse projeto e ao governador eleito por nós, João Azevedo. Quem quer romper com João Azevedo, que o faça, mostrando as razões, as divergências políticas. Se não o fizerem, a história cobrará!”.

Ainda no texto, Barbosa critica veladamente o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), que atribuiu para si em entrevistas à imprensa na semana passada, as eleições do governador João Azevêdo, do senador Veneziano Vital e todos os deputados que compõem a base do governo.

“Com diversos companheiros e companheiras, junto com a população, elegemos João Azevedo. Repito, JUNTOS! Não cabem afirmativas “que eu elegi 22 deputados” ou que eu elegi “o Governador”. O maior problema na política é quando o singular busca substituir o plural. O singular nega a história, nega o sujeito histórico, nega o papel do coletivo. A quem prega este singular tem meu repúdio.”

Na íntegra da carta de Ronaldo Barbosa:

Aos companheiros e companheiras do Diretório do PSB de João Pessoa

Aos filiados e Filiadas do PSB de nossa Capital

Aos socialistas da Paraíba e aos diversos movimentos sociais de nosso estado

CONTRA A INTERVENÇÃO NO PSB!

Diversos companheiros e companheiras têm construído ao longo desses anos um projeto político que se expressa no PSB. Projeto esse que saiu vitorioso em vários pleitos eleitorais e que, baseado na estratégia da hegemonia Gramsciana, buscou na ação eleitoral e nos movimentos sociais a consolidação de sonhos por aqueles e aquelas que acreditam no socialismo!

Na última campanha eleitoral, com a vitória deste projeto na Paraíba, nossa militância compreendeu que a construção do mesmo se consolidava e nos colocava no processo de direção da hegemonia do campo democrático e popular em nosso estado.

De repente, fomos surpreendidos por uma ação de destituir a direção estadual eleita democraticamente e por unanimidade no seu último congresso. Tal ação (de surpresa), ocorreu de forma autoritária e antidemocrática. Esta ação, entre várias outras que se seguiram, demonstrou que não é na calada da noite, com medidas de força e sem nenhuma transparência que divergências são superadas.

Sou prova do pedido de Edvaldo Rosas e de Ronaldo Benício, bem como do Prof. Rubens Freire (Vice-Presidente Municipal de João Pessoa) para que a verdade fosse dita. O presidente Nacional da legenda não responde às solicitações desses companheiros. Uma pergunta sem resposta até agora, mas que o povo quer saber: Aonde está a relação dos que pediram (SIC) renúncia  do Diretório Regional? (grifo e destaque nosso).

Com diversos companheiros e companheiras, junto com a população, elegemos João Azevedo. Repito, JUNTOS! Não cabem afirmativas “que eu elegi 22 deputados” ou que eu elegi “o Governador”. O maior problema na política é quando o singular busca substituir o plural. O singular nega a história, nega o sujeito histórico, nega o papel do coletivo. A quem prega este singular tem meu repúdio.

Meus companheiros e companheiras são prova do que este Diretório Municipal de João Pessoa buscou na base social a consolidação de seu projeto político numa íntima relação com os movimentos sociais e com os partidos, cuja compreensão o socialismo nos uniu e possibilitou nossa reação ao Governo Bolsonaro.

É sobre esta questão minha outra preocupação: Em um momento em que se precisa dessa unidade, de nossa luta contra o autoritarismo, eis que alguns acham que o problema está no Governo João Azevedo ou em más companhias e até em Edvaldo Rosas. Não concordo com esta irresponsabilidade e quem a cometeu tem que dizer que errou e pedir desculpas  ao povo da Paraíba!

Por estas razões e outras (cujo espaço de uma carta não cabe), peço renúncia da Presidência do PSB de João Pessoa e de seu Diretório Municipal. Fui Fiel ao projeto em 2004, em 2006, em 2008, em 2010, em 2012, em 2014, 2016, 2018, e continuo fiel a esse projeto e ao governador eleito por nós, João Azevedo. Quem quer romper com João Azevedo, que o faça, mostrando as razões, as divergências políticas. Se não o fizerem, a história cobrará!

“Dizer a verdade é sempre revolucionário”.
(Gramsci)

João Pessoa, 19 de setembro de 2019.

RONALDO BARBOSA FERREIRA”

 

Fonte: MaisPB

“Nós iniciamos a sessão ordinária com o pequeno expediente, em que cada deputado teve a oportunidade de falar sobre a satisfação de prestigiar o Sertão Paraibano". Adriano Galdino

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, na última quarta-feira (21), sessão ordinária no município de Cajazeiras. O expediente foi realizado através do Programa Assembleia Itinerante, que apreciou mais de 90 matérias no Sertão paraibano. Foram votados dois Projetos de Lei Ordinária, cinco Projetos de Resolução e 88 Requerimentos. Em seguida, os parlamentares participaram de uma sessão especial realizada pela ALPB em homenagem aos 156 anos da cidade, celebrado no ultimo dia (22).

 

“Nós iniciamos a sessão ordinária com o pequeno expediente, em que cada deputado teve a oportunidade de falar sobre a satisfação de prestigiar o Sertão Paraibano. Em seguida, apreciamos projetos de lei, de resolução e requerimentos de autoria dos parlamentares. Depois, participamos de uma sessão especial em que a população teve a oportunidade de dialogar com os deputados. Foi uma situação diferente que nos deixou totalmente felizes”, ressaltou o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino.

 

 

Durante a votação, os deputados foram favoráveis a maioria dos projetos incluídos na Ordem do Dia. Eles aprovaram, por unanimidade, através de projetos de resolução, homenagens a personalidades do município de Cajazeiras com a concessão de medalhas de mérito. Entre as propostas aprovadas, estava a de autoria da Doutora Paula, natural do município, que busca conceder a Medalha Padre Inácio de Sousa Rolim aos professores Francelino Soares Rolim e Francisco das Chagas Amaro da Silva.

 

Eles também aprovaram o projeto, do deputado Júnior Araújo, que concede a Medalha de honra ao Mérito Legislativo Senador Humberto Lucena aos médicos Rafael Rodrigues de Holanda e Luciano Ferreira de Holanda. O deputado Jeová Campos, também natural de Cajazeiras, teve aprovado a projeto que dispõe sobre a instituição do Mês Maio Amarelo no calendário estadual. E também, de autoria de Jeová Campos, foi aprovada a proposta que dispõe sobre a instituição da Semana Estadual de Assistência aos Familiares das Pessoas Privadas de Liberdade na Paraíba.

 

 

– Assessoria.

 

Carlos Magno

O petista recebeu R$ 2,6 milhões da UTC Engenharia na campanha de 2012, quando venceu a disputa pela Prefeitura de São Paulo.

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) foi condenado por uso de caixa dois de dinheiro recebido da UTC Engenharia na campanha eleitoral de 2012, quando foi eleito. A pena imposta pela Justiça Eleitoral, por falsidade ideológica eleitoral, é de 4 anos e 6 meses de prisão em regime semiaberto. Cabe recurso contra a decisão.

Na acusação, o promotor eleitoral Luiz Henrique Dal Poz afirmou que o então candidato a prefeito “deixou de contabilizar valores, bem como se utilizou de notas inidôneas para justificar despesas”. A quantia recebida da UTC Engenharia, segundo a denúncia, foi de R$ 2,6 milhões.

Os valores teriam sido repassados pela empreiteira diretamente às gráficas de Francisco Carlos de Souza, ex-deputado estadual e líder sindical conhecido no PT como ‘Chico Gordo’. Ele confessou que recebeu os pagamentos, mas disse que não eram destinados à campanha do ex-prefeito, e sim a outros candidatos petistas cujos nomes não revelou à Polícia Federal.

De acordo com a denúncia, R$ 3 milhões teriam sido negociados com o empresário Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, e depois repactuados para R$ 2,6 milhões. Além do empreiteiro, que é delator, o doleiro Alberto Youssef também citou as operações em depoimento.

O ex-prefeito também foi denunciado na esfera criminal por este mesmo caso, envolvendo corrupção e lavagem de dinheiro. A 12.ª Câmara do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, no entanto trancou a ação em fevereiro. Segundo o voto do relator, desembargador Vico Mañas, a denúncia não esclarece qual a vantagem pretendida pelo empreiteiro, uma vez que os interesses da UTC foram contrariados pela gestão municipal, que chegou a cancelar um contrato já assinado com a empresa para a construção de um túnel na Avenida Roberto Marinho.

Em nota, a defesa de Haddad afirmou que recorrerá da decisão do juiz Francisco Shintate, da primeira Vara Eleitoral. “Em primeiro lugar porque a condenação sustenta que a campanha do então prefeito teria indicado em sua prestação de contas gastos com material gráfico inexistente. Testemunhas e documentos que comprovam os gastos declarados foram apresentados. Ademais, não havia qualquer razão para o uso de notas falsas e pagamentos sem serviços em uma campanha eleitoral disputada. Não há razoabilidade ou provas que sustentem a decisão, afirma.

“Em segundo lugar, a sentença é nula por carecer de lógica. O juiz absolveu Fernando Haddad de lavagem de dinheiro e corrupção, crimes dos quais ele não foi acusado. Condenou-o por centenas de falsidades quando a acusação mal conseguiu descrever uma. A lei estabelece que a sentença é nula quando condena o réu por crime do qual não foi acusado. Em um Estado de Direito as decisões judiciais devem se pautar pela lei. O magistrado deve ser imparcial. Ao condenar alguém por algo de que nem o Ministério Público o acusa, o juiz perde sua neutralidade e sua sentença é nula”, diz a defesa de Haddad na nota.

Fonte: Da internet

Vamos acabar com o cocô no Brasil”, disse, ao falar dos “corruptos” e “comunistas”.

O presidente Jair Bolsonaro teve, nesta quarta-feira (14), em Parnaíba, no litoral do Piauí, o primeiro encontro com um governador do Nordeste após a polêmica causada por declaração sobre governadores da região. Recepcionado pelo governador Wellington Dias, do PT, Bolsonaro fez um discurso que orgulhou toda a direita brasileira.

“Nas próximas eleições, vamos varrer essa turma vermelha no Brasil. Já que a Venezuela está bom, vamos mandar essa cambada para lá. Quem quiser ir um pouquinho mais para o Norte, vai até Cuba.”

Também para atacar a oposição, o presidente voltou a usar de suas referências escatológicas. “Vamos acabar com o cocô no Brasil”, disse, ao falar dos “corruptos” e “comunistas”.

No Estado, o presidente participa da programação de aniversário de 175 anos da cidade de Parnaíba.

Ao que parece, no Estado, o clima não deixou muito a desejar como na Bahia, quando o governador Rui Costa se recusou a participar do evento. Além de receber o título de cidadania parnaibana, Bolsonaro inaugurou uma escola que leva o seu nome e recebeu o troféu Carnaúba, concedido pela Associação Piauiense dos Municípios (APPM), em reconhecimento às ações do presidente pelo Piauí.

Da redação

Ainda durante pronunciamento, Adriano Galdino, destacou que os subsídios pagos para grandes empresas se instalarem nas regiões Sul e Sudeste, também são pagos pelos nordestinos. “Precisamos nos unir e nos fortalecer para fazer esse enfrentamento para o povo nordestino daquilo que é de direito

Durante o 5º Encontro de Presidentes de Assembleias Legislativas dos Estados do Nordeste (ParlaNordeste), o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e vice-presidente do ParlaNordeste, Adriano Galdino (PSB), destacou que a classe política deve se unir para enfrentar a desigualdade do Nordeste, que existe desde a época do Brasil Império. O evento aconteceu nesta sexta-feira (09), no plenário Deputado Pedro Barreto de Andrade da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), e reuniu deputados dos estados do Maranhão, Paraíba, Ceará, Alagoas, Bahia, Piauí e Sergipe.

O encontro periódico tem o objetivo de elevar a unidade entre as casas legislativas dos Estados do Nordeste, como forma de aumentar o protagonismo político da região junto à União, com vistas à defesa dos interesses comuns dos nordestinos. Na oportunidade, os parlamentares debateram temas como a Reforma da Previdência, Pacto Federativo, Marco Regulatório do Saneamento, criação dos fundos municipais dos idosos, entre outros.

Adriano Galdino destacou a importância de debater temas que afetam a Paraíba e os demais Estados da Região Nordeste. “Nós temos reforçado a necessidade de união e participação de todos os Legislativos Estaduais Nordestinos na defesa de nossos interesses, conscientes de que os problemas que afligem o povo do Nordeste são de natureza comum a todos os Estados”, disse o presidente da ALPB.

Ele afirmou que é preciso unir a classe política e firmar a bandeira da defesa do Brasil e do Nordeste. De acordo com o vice-presidente do ParlaNordeste, as regiões Sul e Sudeste sempre receberam grandes investimentos, criando diferenças regionais profundas com a construção de melhores estradas; hospitais, universidades e escolas técnicas públicas, porque o Nordeste sempre esteve dividido.

“Sou a favor do bom serviço e da união! Só conseguiremos ser tratado com respeito pelo Governo Federal se a classe política estiver unida em defesa do nosso povo. Não podemos aceitar que sejamos discriminados, como sempre fomos, e ficarmos calados. Está na hora de a gente reagir e essa reação só será eficiente se estivermos unidos”, alertou.

Ainda durante pronunciamento, Adriano Galdino, destacou que os subsídios pagos para grandes empresas se instalarem nas regiões Sul e Sudeste, também são pagos pelos nordestinos. “Precisamos nos unir e nos fortalecer para fazer esse enfrentamento para o povo nordestino daquilo que é de direito. Não queremos um centavo de ninguém e, sim, o nosso direito que está sendo negado desde o tempo do império”, finalizou.

Reforma da Previdência

Adriano também debateu a proposta da reforma da Previdência com os demais presidentes do Poder Legislativo. “A gente tem acompanhado a discussão sobre a reforma da Previdência com bastante atenção. Entendo que deve ter mudanças, mas entendo que a transformação tem que ser humana, solidária e atender principalmente a população que ganha menos. Que preserve o direito desses trabalhadores”, afirmou.

Fonte: Agência ALPB

Galdino ressaltou que levar os anseios do povo ao Poder Executivo é o principal dever do Legislativo. “A Assembleia tem procurado aproximar-se cada vez mais do povo".

A Frente Parlamentar da Água e da Agricultura Familiar da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quarta-feira (19), audiência com o governador João Azevêdo para entregar ao chefe do Executivo estadual propostas para o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar no estado. O evento aconteceu no Teatro Paulo Pontes do Espaço Cultural José Lins do Rêgo e foi proposto pelo presidente da Frente, o deputado estadual Jeová Campos.

Com base em visitas técnicas, reuniões com produtores e audiências com trabalhadores rurais da agricultura familiar, a Frente da ALPB ouviu demandas e elaborou propostas para desenvolvimento sustentável e valorização do setor. O presidente da Assembleia, deputado Adriano Galdino, participou da audiência e afirmou que a Casa vive um momento, no qual busca caminhar em parceria com a população.

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Galdino ressaltou que levar os anseios do povo ao Poder Executivo é o principal dever do Legislativo. “A Assembleia tem procurado aproximar-se cada vez mais do povo. Estamos buscando também que o povo se aproxime da Assembleia. É nesse passo e nesse ritmo que nós queremos uma Assembleia popular, que atenda os anseios da população”, declarou.

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O deputado Jeová Campos avaliou a audiência como bastante representativa para a agricultura familiar de todo o estado. Para ele, a Frente é, na verdade, o elo entre os trabalhadores rurais e o parlamento estadual, que assume a responsabilidade de apresentar suas demandas ao Poder Executivo. “Começamos a caminhar pela Paraíba com o objetivo de ouvir os agricultores, ouvir o que eles pensam do seu presente e o que esperam para o seu futuro, além de estudar o que é possível fazer para que produzam com qualidade”, declarou.

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O presidente da Frente afirmou que a Paraíba precisa incentivar um modo de produção saudável, levando saúde à mesa dos paraibanos. “A colaboração do Poder Legislativo, além de permitir melhoria na qualidade de vida dos trabalhadores, contribui com uma alimentação sem agrotóxicos para os paraibanos. Em nossas reuniões defendemos que os paraibanos possam ter acesso a alimentos sem agrotóxicos, sem venenos”, disse.

O documento entregue ao governador João Azevêdo, segundo Jeová Campos, trata desde a estruturação da Secretaria de Estado da Agricultura Familiar, definição de orçamento, até a elaboração de um projeto de Lei sustentável para a agricultura. “Estamos cuidando de um conjunto fundamental para que venhamos a ter um novo olhar para a agricultura familiar”, declarou. Firmar parcerias com a Universidade Federal da Paraíba, Universidade Federal de Campina Grande, Universidade Estadual da Paraíba e Institutos Federais para prestar assessoria aos agricultores também são itens constantes no documento.

“A Assembleia tem procurado ouvir a população”, declarou a deputada Cida Ramos ao avaliar a forma como foi elaborada a lista de propostas entregue pela Frente ao governador João Azevêdo. Para a deputada, a proximidade da Casa com o cidadão ajuda no fortalecimento de políticas públicas. “Esse ato aqui é o congraçamento dessa Frente Parlamentar. A agricultura familiar é fundamental para o estado da Paraíba e para o Brasil”, avaliou.

A deputada Pollyanna Dutra, presidente da Frente Parlamentar pelo Desenvolvimento do Semiárido, parabenizou o deputado Jeová Campos pela elaboração das propostas entregues ao governador e comemorou a inclusão do semiárido na busca pelo desenvolvimento de uma Paraíba sustentável. “Faltava esse olhar para o semiárido, que é o olhar da política. Essa Frente traz o semiárido aqui para a Capital. Represento uma região que clama por essa ajuda. Hoje temos mão de obra qualificada, temos gente, temos solo e temos água. Agora, chega o olhar da política, para potencializar a região”, argumentou Pollyanna.

O governador João Azevêdo afirmou que o documento contém aquilo que se espera de um olhar diferente do Governo do Estado para com a agricultura familiar. “Já é um segmento respeitado pelo governo. Estamos dando continuidade a um projeto, que é o Projeto Desenvolvimento Sustentável do Cariri, Seridó e Curimataú (Procase), que investe mais de R$ 100 milhões nesse segmento. Além de termos consciência da importância da agricultura familiar, estamos desenvolvendo ações e envolvendo recursos que ultrapassam R$ 450 milhões”, destacou o governador.

Já o secretário de Estado da Agricultura Familiar, Luiz Couto, disse que o Governo recebe, na verdade, um mapa da agricultura familiar e do desenvolvimento do semiárido. “É muito importante conversar com todos os segmentos e com as representações que estão contribuindo. Precisamos agora transformar isso em ações, em projetos e em programas que possam dar dignidade para o agricultor familiar”, afirmou Couto.

O presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado da Paraíba (Fetag-PB), Liberalino Ferreira, agradeceu a Assembleia pela contribuição na elaboração do texto. Ele avaliou como salutar o trabalho da Frente e destacou que o que foi entregue ao Governo do Estado de fato atende aos interesses dos trabalhadores da Paraíba. “Fiquei impressionado com a proposta e acreditamos que o Governo do Estado vai estudar e atender, dentro de suas limitações, aquilo que pede mais urgência e que tem mais necessidade”, declarou Liberalino.

Também participaram do evento os deputados Anísio Maia, Estela Bezerra, Buba Germano, Chió, Edmilson Soares, Júnior Araújo, Trocolli Júnior; o secretário de Estado da Articulação Municipal, João Gonçalves; o presidente da Associação dos Agricultores da Agricultura Familiar de Santa Rita, Gilvan Castro; o representante do Sindicato da Agricultura Familiar de Umbuzeiro, João Gomes Barbosa; além de prefeitos, vereadores e representantes da sociedade civil organizada.

 

Fonte: Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB)

 

 

Trata-se de João Bernardino Pereira (PR), de 49 anos, dono de humildes sete votos nas eleições de 2016. Ele assumiu a vaga deixada pelo vereador mais votado na cidade, Antônio Carnaúba (PR), morto em acidente de moto no mês passado.
 
Sete é comumente um número razoável de membros de uma mesma família. Na política, não raro, alguém vira piada por ter conquistado apenas votos de pais e irmãos. Só que em Curral Velho, a 371 quilômetros de João Pessoa, teve um suplente que acabou “se dando bem”. A morte do vereador mais votado na cidade se transformou na porta de entrada para uma improvável posse na Câmara Municipal. Trata-se de João Bernardino Pereira (PR), de 49 anos, dono de humildes sete votos nas eleições de 2016. Ele assumiu a vaga deixada pelo vereador mais votado na cidade, Antônio Carnaúba (PR), morto em acidente de moto no mês passado.
 
Vejam o contraste absurdo. Enquanto Carnaúba recebeu 237 votos, Bernardino se colocou entre os “lanternas” na disputa com pífios sete, o equivalente a 0,39% dos votos válidos no município. Entre os empossados na cidade, o menos votado até então era Lela (PSDB), com 107 votos. A situação, lógico, causou insatisfações na cidade. Outra suplente, Cícera Mota dos Santos, conhecida como Cicinha de João Paulo (PSDB), judicializou a questão. Ela conquistou 99 votos no pleito e agora briga pela vaga. A suplente deu entrada com pedido no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para ficar com a vaga.
 
Procurado pelo G1, o presidente da Câmara de Curral Velho, Cleonaldo Leite (PSB), demonstrou desconforto com a situação. Ele explicou que a posse aconteceu em uma sessão realizada na Câmara na segunda-feira, com a presença dos demais colegas de casa. “Cumprimos o regimento e empossamos Bernardino. Sabemos que ele teve menos de 1% dos votos válidos, mas a legislação eleitoral havia indicado que ele era o suplente”, comentou o presidente, ao ser abordado pelo G1.
 
Morte em acidente
Antônio Carnaúba morreu na madrugada do dia 28 de junho deste ano, no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. Ele foi socorrido para a instituição de saúde após sofrer um acidente de moto. Ele ficou internado por um dia, mas não resistiu aos ferimentos. O acidente foi registrado na PB-370, na saída da cidade de Curral Velho, localizada na região do Sertão da Paraíba. O salário pago a cada um dos vereadores da cidade é de R$ 3 mil.
 
 
 

 Nós queremos participar sim, fortalecer a Sudene, fortalecer o Condel, estabelecer uma nova realização de utilização dos fundos de desenvolvimento”, explicou João Azevêdo.

O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), confirmou nesta segunda-feira (20) que irá até Pernambuco na sexta-feira (24) onde, juntamente com os demais governadores do Nordeste, irá se encontrar com o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL). O socialista afirmou que os chefes do Poder Executivo estão buscando fortalecer a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), por meio do Conselho Deliberativo da Sudene.

“Os governadores do Nordeste querem fortalecer a Sudene através do Condel. Até porque essa reunião foi, ao longo do tempo, perdendo um pouco da sua importância considerando que a própria definição da utilização dos recursos do BNB (Banco do Nordeste) não era feita através do Condel e da Sudene, ficava a cargo do próprio banco, e aí você tinha reuniões mais burocráticas para definir aquilo que já estava sendo antecipadamente definido pelo próprio banco. Nós queremos participar sim, fortalecer a Sudene, fortalecer o Condel, estabelecer uma nova realização de utilização dos fundos de desenvolvimento”, explicou João Azevêdo.

Encontro com deputados do PSB
João irá se reunir nesta segunda-feira com os deputados do PSB. Segundo ele, o encontro é para discutir pontos de interesse do estado, assim como foi com o G10, grupo do centrão, realizado na semana passada que ele considerou tranquilo.


Sem racha
O governador também falou sobre um possível racha na sua base aliada dentro da Assembleia Legislativa. “Não tem racha nenhum dentro do partido. Todo partido tem discussão interna. Estamos dentro de um processo democrático, porque se todo mundo pensasse igual seria fácil, mas não é assim. Cada um tem seu ponto de vista e deseja colocá-lo. E é isso que nós estamos fazendo”, esclareceu.

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JR Esquadrias