Policial (467)

A quadrilha, que tinha como quartel general o sítio Gavião, no município de Juru, praticava homicídios por pistolagem ou por disputa de área de tráfico de drogas

Operação Conexão, deflagrada, nesta quinta-feira (22), pelas polícias Civil e Militar para desarticular uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, homicídios, ataques a instituições financeiras e outros crimes patrimoniais no Cariri e Sertão da Paraíba, foram presos vinte e cinco pessoas, entre elas um cabo e um sargento da Polícia Militar.

As informação do  delegado Cristiano Jacques, de Monteiro, afirma que a quadrilha planejava assassinar um delegado da Polícia Civil e dois oficiais da Polícia Militar que trabalhavam nas investigações. Os nomes dos profissionais de segurança alvos da organização criminosa não serão divulgados. Os policiais militares envolvidos na quadrilha são lotados nos municípios de Manaíra e São Bento.

Os mandados de busca e apreensão, prisão temporária e prisão preventiva são cumpridos nos municípios paraibanos de Sumé, Serra Branca, Monteiro, Mulungu, Água Branca , Imaculada Juru, Princesa Isabel, Catolé do Rocha e Patos. Há ainda uma ordem judicial a ser cumprida no estado de São Paulo.

A quadrilha, que tinha como quartel general o sítio Gavião, no município de Juru, praticava homicídios por pistolagem ou por disputa de área de tráfico de drogas. São suspeitos de estarem envolvidas nas mortes de Antônio Burgo de Campos, executado no município de Tavares (PB), Dimas da Silva Ramos, morto em Juru (PB) e Josué Bernardo de Oliveira, conhecido por “Josué”, em Água Branca.

Participam da Operação Conexão cerca de 240 policiais das Regiões Integradas de Segurança Pública (Reisp) de Campina Grande e Patos, com reforço de cães farejadores e de viaturas de resgate e busca e salvamento do Corpo de Bombeiros. Foram apreendidas armas de fogo, cocaína e dinheiro.

Fonte: Da internet

Um dos locais ficava em endereço de uma suposta empresa de bronzeamento De acordo com a PRF, os dois estabelecimentos já haviam sido alvos de uma operação e fechados por conta do mesmo crime.

Uma operação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Justiça Federal terminou, nesta quarta-feira (14), na apreensão de 4,5 toneladas de camarão que estavam sendo produzidos e distribuídos de forma clandestina. O crime acontecia em duas localidades do município de Bayeux, na Grande João Pessoa.

De acordo com a PRF, os dois estabelecimentos já haviam sido alvos de uma operação e fechados por conta do mesmo crime. Um dos locais, que fazia a distribuição do camarão, funcionava em um local que, a princípio, deveria estar um local para bronzeamento.

Nesse local, a operação encontrou as 4,5 toneladas de camarões, que já estavam condicionados em caixas e seriam distribuídos para venda. O material foi apreendido. A PRF não informou se suspeitos foram presos.

 
Sem alarde e sem pirotecnia, a Polícia Civil recompôs a normalidade das relações entre bandido e mocinho e prendeu toda quadrilha 
 
Numa resposta fulminante aos criminosos, agentes da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio de João Pessoa desbarataram uma quadrilha que vinha aterrorizando o comércio da capital. As investigações para identificar os criminosos duraram apenas dois dias e a Polícia conseguiu identificar e prender os bandidos que assaltaram um mercadinho no bairro de Manaíra numa ação ousada logo após o Governo entregar um batalhão especializado no combate aos crimes contra o património.
Sem alarde e sem pirotecnia, a Polícia Civil recompôs a normalidade das relações entre bandido e mocinho e prendeu toda quadrilha depois que identificou um funcionário do mercadinho, que teria passado as informações ao grupo criminoso.
 
Pela rapidez com que foram identificados e presos os integrantes da quadrilha fica comprovado que o secretário Jean Francisco Nunes não desperdiça tempo com cinematografia trocando o discurso tonitruante e as imagens esfuziantes pela ação fulminante, que é o que a população espera da Polícia: mais ação e menos encenação.
PC prende  grupo suspeito de praticar assaltos em JP 
 
Após uma ação que durou dois seguidos, a  Polícia Civil conseguiu prender cinco pessoas suspeitas de integrar um grupo criminoso que praticava assaltos a comércios em João Pessoa. 
 
As prisões ocorreram em flagrante delito e foram realizadas por equipes da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio de João Pessoa (DCCPat/JP). Os trabalhos de busca e localização  dos suspeitos começaram nesta quarta-feira feira (7) e só terminsram nesta quinta (8). 
 
Os presos foram identificados como Jandirson De Lima Andrade, mais conhecido como Galego, de 46 anos; Thalia dos Santos Oliveira, de 22 anos, Marinaldo dos Santos Júnior, vulgo "Marreco", de 21 anos;
Alcimar do Nascimento Dantas, mais conhecido como Mago, de 22 anos; e Gildericki Antony Costa de Farias, de 31 anos.. 
 
 
Segundo o delegado  Braz Morroni, titular da DCCPat/JP, os cinco foram presos após um assalto ocorrido em  um supermercado, situado no bairro de Manaíra, em  João  Pessoa. 
 
Ainda de acordo com o delegado, Gildericki é funcionário do estabelecimento e passou informações aos assaltantes. 
 
"Todos foran autuados pela prática do crime de roubo qualificado, em concurso de pessoas e emprego de arma de fogo", destacou Morroni.
 
Ele acrescentou que o grupo atuou no assalto também a uma pousada 
localizada no bairro do Altiplano, também na Capital. 
 
Assessoria de Imprensa da Polícia Civil da Paraíba

 

Fonte:Da Internet

 

A mulher acionou a justiça porque, após sofrer o estupro pela primeira vez, o marido a apostou de novo e perdeu

Uma mulher foi estuprada por dois amigos do marido após ele apostá-la em um jogo de cartas no estado de Uttar Pradesh, na Índia. O esposo dela, viciado em jogos e bebidas, perdeu a partida que jogava em casa e permitiu o estupro da esposa como “pagamento”. 

Segundo o jornal indiano The Indian Times , a mulher acionou a justiça porque, após sofrer o estupro pela primeira vez, o marido a apostou de novo e perdeu. O suspeito fugiu e a polícia , que segundo a imprensa relutou até aceitar as queixas da esposa estuprada, está realizando buscas pelo suspeito. 

Fonte: Meionorte

Clauvino tentou sair da penitenciária com uma máscara que custa no mercado R$ 7.500,00, roupas femininas, peruca e óculos de grau.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) do Rio apura se um grupo de sete visitantes teve participação no plano de fuga do traficante Clauvino da Silva, que tentou escapar da cadeia no último sábado vestido de mulher. Ao ser abordado na portaria da Penitenciária Gabriel Ferreira Castilho, conhecida como Bangu 3, o preso estava cercado das mulheres, com a cabeça baixa e os cabelos (de uma peruca) no rosto. Para a secretaria, o grupo tentou escondê-lo.

Clauvino tentou sair da penitenciária com uma máscara, roupas femininas, peruca e óculos de grau. Ele tentou se passar pela sua filha, Ana Gabriele Leandro da Silva, de 19 anos, sua única visitante nesse sábado. O preso retiraria o documento da filha na portaria da cadeia, mas acabou descoberto. O visitante, ao entrar no presídio, deixa seu documento de identificação na porta e, ao sair, recebe o mesmo de volta.

 

A máscara usada por Clauvino
A máscara usada por Clauvino Foto: Divulgação

 

Ana Gabriele permaneceu dentro da unidade enquanto o pai tentava fugir. Agentes penitenciários acreditam que ela tentaria deixar o presídio alegando que seu documento havia sumido. A jovem foi autuada em flagrante na 35ª DP (Campo Grande) pelo crime de facilitação de fuga, cuja condenação prevê pena de seis meses a dois anos de detenção. A carteira de visitante dela já foi suspensa pela Seap.

Já Clauvino responderá apenas administrativamente. Ele não responderá criminalmente pelo episódio, já que só seria configurado delito previsto no Código Penal se a tentativa de fuga tivesse ocorrido com uso de violência. No procedimento administrativo, o criminoso poderá receber uma punição por falta leve, média ou grave. A sanção tem consequências na concessão de benefícios ao preso, como progressão de regime.

 

Blusa, sutiã, máscara e peruca usados pelo preso
Blusa, sutiã, máscara e peruca usados pelo preso Foto: Reprodução

 

Uma grávida também é suspeita de ter ajudado no plano de fuga do traficante. A Seap tem informações de que ela foi a responsável por entrar com a máscara e a peruca usadas por Clauvino. Já as roupas usadas por ele foram transportadas pela sua filha. Os agentes penitenciários acreditam que o material tenha sido deixado pelas duas jovens dentro do banheiro do pátio de visita. Lá, o traficante trocou de roupa. Segundo informações de fontes da Seap, Clauvino deixa o banheiro, já vestido de mulher, por volta das 15h45, 15 minutos antes do término da visita.

Materia  da Internet

Presos são investigados por participar de uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas

Segundo o delegado da Policia Civil, Cristiano Jaques, titular da Delegacia Seccional de Catole do Rocha, os presos são investigados por participar de uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas. Ele acrescentou que, no laboratório clandestino, havia diversos equipamentos e acessórios para a produção de cocaína, maconha e crack.

“Após investigações e um trabalho conjunto , as Polícias Civil e Militar conseguiram chegar a esse local considerado um verdadeiro laboratório para regino de drogas. Prendemos dois suspeitos de integrar essa organização criminosa , mas as investigações irão continuar para identificarmos os demais envolvidos nesse crime”, declarou Cristiano Jaques.

Um laboratório clandestino usado para o refino de drogas foi descoberto na manhã desta sexta-feira (2) durante ação das Polícias Militar e Civil, no sítio Poço dos Cachorros, na cidade de Manaíra, no interior da Paraíba. Duas pessoas foram presas. Segundo investigações da polícia, os crimionosos movimentavam cerca de R$ 2 milhões por mês com o material ilícito produzido no local.

No local ainda foram apreendidos grande quantidade do entorpecentes, avaliada em R$ 200 mil, além de dezenas de munições para armas de fogo e duas mil plantas de maconha.

Segundo o delegado da Policia Civil, Cristiano Jaques, titular da Delegacia Seccional de Catole do Rocha, os presos são investigados por participar de uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas. Ele acrescentou que, no laboratório clandestino, havia diversos equipamentos e acessórios para a produção de cocaína, maconha e crack.

“Após investigações e um trabalho conjunto , as Polícias Civil e Militar conseguiram chegar a esse local considerado um verdadeiro laboratório para regino de drogas. Prendemos dois suspeitos de integrar essa organização criminosa , mas as investigações irão continuar para identificarmos os demais envolvidos nesse crime”, declarou Cristiano Jaques.

Materia de Internet

Em primeira instância, ele foi condenado por embriaguez ao volante a uma pena de um ano de detenção, em regime inicial aberto, além de ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa pelo período de quatro meses

Durante a sessão desta terça-feira (30), a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade e em harmonia com o parecer do Ministerial Público, negou provimento a Apelação Criminal nº 0003376-86.2015.815.2002 apresentada pela defesa do atual prefeito do Município de Juazeirinho-PB, Bevilacqua Matias Maracajá. Em primeira instância, ele foi condenado por embriaguez ao volante a uma pena de um ano de detenção, em regime inicial aberto, além de ter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa pelo período de quatro meses.

O relator do recurso foi o desembargador e presidente da Câmara Criminal, Ricardo Vital de Almeida. Em seu voto, o magistrado manteve a sentença da juíza Shirley Abrantes Moreira Régis, da 3ª Vara Criminal da Comarca de João Pessoa, que ainda estabeleceu uma pena pecuniária ao apelante de 15 dias-multa, no valor unitário de 1/30 do salário mínimo vigente à época do crime capitulado no artigo 306 da Lei nº 9.503/97.
A juíza substituiu a pena privativa de liberdade por uma restritiva de direito na modalidade de prestação de serviço à comunidade durante o tempo da pena privativa de liberdade aplicada.
Segundo os autos do procedimento policial, no dia 24 de fevereiro de 2015, uma guarnição da Polícia Rodoviária Federal (PRF) trafegava pelas proximidades do viaduto do Cristo Redentor, em João Pessoa. Em um determinado momento, os policiais observaram Bevilacqua Matias em um veículo, fazendo ‘zigue-zague’ na pista, aparentando estado de embriaguez. Logo que foi feita a abordagem ao apelante e, consequentemente, o teste do bafômetro/etilômetro, constatou-se o resultado positivo, com a medida de 1,33 mg/l. Em seguida, o denunciado foi conduzido a presença da autoridade policial competente, a qual procedeu com o flagrante delito.
A defesa interpôs apelação, sustentando ausência de comprovação de exame de sangue, não comprovação de alteração psicomotora e não comprovação da potencialidade agressiva na conduta. Requereu a minoração da pena aplicada, sob o argumento de que as circunstâncias judiciais foram analisadas favoravelmente.
Sobre a comprovação de exame de sangue, o relator disse que o legislador ordinário, quando da elaboração dos dispositivos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), não estabeleceu qualquer hierarquia entre procedimentos previstos para aferição de embriaguez, podendo o condutor do veículo ser submetido ao teste de alcoolemia, o qual pode ser verificado por exame de sangue ou teste do bafômetro, como também através de exame clínico, perícia ou outro procedimento.
A respeito do segundo argumento – capacidade psicomotora – o desembargador Ricardo Vital afirmou que restou suficientemente constatada pelos policiais rodoviários federais. Em relação à tese da não constatação da potencialidade agressiva do réu, o relator disse que o delito de embriaguez ao volante é crime de perigo abstrato, de modo que a alteração da capacidade psicomotora não necessita resultar em manobras perigosas, que efetivamente coloquem em risco os bens jurídicos tutelados.
Por fim, ao enfrentar o tema da minoração da pena, o desembargador ressaltou que a juíza de 1º Grau obedeceu às regras do sistema trifásico e nada tem a ser reformado. “Diante o exposto, nego o recurso apelatório, mantendo a sentença em todos os seus termos”, arrematou.

O Grupo espalhou grampos pela PB-325 e usou um caminhão que carregava galões de água mineral para bloquear a pista. Equipes da Polícia Militar seguem em busca dos envolvidos na ação

Um carro-forte foi atacado e explodido por bandidos durante um assalto que aconteceu na tarde desta quarta-feira (17) na rodovia PB-325, localizada entre as cidades de Lagoa e Jericó, municípios situados no Sertão do estado.

De acordo com informações da Polícia Militar (PM), um outro veículo que estava sendo usado pelos criminosos também foi queimado. A PM informou ainda que um caminhão carregado de galões de água mineral foi utilizado para bloquear a rodovia. Diversos grampos foram jogados na pista pelos bandidos para dificultar a perseguição ao grupo.

Após o ataque, o bando fugiu por estrada de barro tomando rumo ignorado, parte do dinheiro foi levado pelos criminosos. Muitas cédulas ficaram espalhadas pelo asfalto. A PM também informou que todos os comandantes dos batalhões da região estão realizando buscas para encontrar os envolvidos no ataque.

Fonte da Internet

 

Magistrada disse que ainda não despachou nenhum pedido de liberdade dos envolvidos porque o processo ainda não foi concluso para ela

A juíza Higyna Josita Simões de Almeida vai comandar os processos da Operação Xeque-Mate, em Cabedelo, até o próximo dia 9 de agosto. Ela foi designada pelo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, para substituir o juiz Henrique Jácome de Figueiredo, da 1ª Vara da Comarca de Cabedelo,  que entrou de  férias na última segunda-feira.

Com a designação serão de responsabilidades da magistrada a conclusão dos julgamentos sobre os pedidos de liberdade de pelo menos cinco réus, ouvidos semana passada e com parecer favorável do Ministério Público da Paraíba (MPPB), que se encontram em prisão preventiva. São eles: o ex-prefeito de Cabedelo, Wellington Viana França, o Leto Viana, Leila Maria Viana do Amaral, Antônio Bezerra do Vale Filho, Lúcio José do Nascimento Araújo e Tércio de Figueiredo Dornelas Filho.

Pelo parecer, emitido ontem pelo MPPB, esses réus podem ter a prisão preventiva convertidas em medidas cautelares, os que lhes daria o direito de deixar a prisão. O MPPB só não se posicionou a favor da libertação do empresário Roberto Santiago. O parecer foi encaminhado à 1ª Vara da Comarca de Cabedelo e caberá agora a juíza Higyna Josita decidir.

A magistrada disse ontem que ainda não despachou nenhum pedido de liberdade porque o processo ainda não foi concluso para ela deliberar. “O processo penal ele segue um rito e precisa cumprir etapas para chegar até o juiz. Assim que chegar nas minhas mãos  irei analisar todos os pedidos e decidir”, adiantou Higyna Josita.

Precedentes

No último dia 4, o juiz Henrique Jácome autorizou a liberação do servidor público municipal de Cabedelo, Inaldo Figueiredo da Silva, que deixou a Penitenciária de Segurança Média Hitler Cantalice para cumprir medidas cautelares no regime semiaberto, devendo se recolher à casa dele das 22h às 6h. O magistrado atendeu ao pedido do advogado de Inaldo, Robério Capistrano, mas impôs que o servidor não pode se ausentar de Cabedelo ou João Pessoa sem autorização, além de evitar frequentar bares, restaurantes e casas de show.

Assim, é possível que o mesmo benefício seja estendido aos demais réus que também já passaram pela fase de instrução do processo, como já entendeu o MPPB. Em relação a Inaldo, o magistrado entendeu ainda que ele não tinha “considerável influência política e econômica”.

Denúncias

Segundo as denúncias, os acusados integravam uma organização criminosa em Cabedelo que teria sido responsável por vários episódios criminosos, dentre eles a compra e venda do mandato do ex-prefeito José Maria de Lucena Filho, o Luceninha (MDB)e a sua consequente renúncia ao cargo; irregularidades na Prefeitura e na Câmara de Vereadores, com contratação de servidores fantasmas; e esquema de recebimento de dinheiro desviado do salário dos servidores municipais.

Constam ainda nas acusações outras irregularidades, como o financiamento de campanha de vereadores; atos de corrupção envolvendo a avaliação, doação e permuta de terrenos pertencentes ao erário municipal, que beneficiava diversas empresas, bem como ações ilícitas para impedir a construção do Shopping Pátio Intermares, com a distribuição de valores ilícitos para vereadores, com atuação pessoal de Leto Viana.

Fonte: Jornal Correio

A redução de crimes contra a vida também se verifica nos assassinatos de mulheres na Paraíba e feminicídios, de janeiro a junho, foram contabilizadas 34 vítimas do sexo feminino, sendo 17 feminicídios.


A Paraíba teve 133 assassinatos a menos e uma redução de 21,8% no número de crimes contra a vida de janeiro a junho deste ano. Esse foi o resultado do trabalho realizado pela Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social (Sesds) e seus órgãos operativos – Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar, nos primeiros seis meses de 2019. Com esses números, o Estado continua a ser o único do Brasil a reduzir homicídios durante sete anos consecutivos e ainda neste 1º semestre.

De acordo com o Núcleo de Análise Criminal e Estatística (Nace) da pasta, a queda acumulada de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), que são os homicídios dolosos ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte, chega a 43% desde o início do Programa Paraíba Unida pela Paz, em 2011, considerando os primeiros semestres. Naquele ano, foram registrados 843 homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, no período de janeiro a junho.

Dessa forma, segundo as estatísticas, a projeção é que em 2019 a Paraíba consiga atingir o menor número de mortes por assassinato já registrado nos últimos 12 anos, alcançando 967 CVLI. Em termos de taxa, o Estado sairia de 44,3 mortes por 100 mil habitantes em 2011, para finalizar este ano com 24,3 assassinatos por 100 mil habitantes. João Pessoa cairia de 81 para 24,3 mortes por 100 mil habitantes e Campina Grande de 45,4 para 15,4 assassinatos por 100 mil habitantes.

A redução de crimes contra a vida também se verifica nos assassinatos de mulheres na Paraíba e feminicídios. De janeiro a junho, foram contabilizadas 34 vítimas do sexo feminino, sendo 17 feminicídios. Em 2018, o total do semestre foi de 49, com 22 casos de feminicídio, representando quedas de 31% e 23%, respectivamente.

Ainda de acordo com relatório do Núcleo, das 22 Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisp), referentes à divisão territorial estabelecida na Lei Complementar 111/2012 na Paraíba, 17 tiveram redução de crimes contra a vida: 5ª Aisp, em Santa Rita (-33 casos); 2ª Aisp, zona sul de João Pessoa (-19 casos); 10ª Aisp, zona leste de Campina Grande (-18 casos); 22ª Aisp, zona oeste de Campina Grande (-17 casos); 11ª Aisp, em Queimadas (-15 casos); 14ª Aisp, em Monteiro (-10 casos); 21ª Aisp, de Solânea (-9 casos); 13ª Aisp, em Picuí (-9 casos); 4ª Aisp, em Bayeux (-6 casos); 6ª Aisp, em Alhandra (-5 casos); 8ª Aisp, em Guarabira (-4 casos); 3ª Aisp, de Cabedelo (-4 casos); 19ª Aisp, em Sousa (-4 casos), 15ª Aisp, de Patos (-4 casos); 20ª Aisp, em Cajazeiras (-3 casos); 12ª Aisp, em Esperança (-3 casos); 7ª Aisp, de Mamanguape (-2 casos). Todas as áreas que alcançaram redução fazem jus a um prêmio, intitulado Paraíba Unida pela Paz, que neste semestre vai beneficiar 12.405 agentes de segurança pública, totalizando um investimento de aproximadamente R$ 12,5 milhões.

Redução de ataques a banco

No 1º semestre de 2019, a Paraíba teve uma redução de 60% no número de Crimes contra Instituições Bancárias (Ciban). Foram 19 casos este ano (oito por arrombamento, dois de roubo e nove de explosões), ocorridos em 13 municípios paraibanos, contra 47 no mesmo período de 2018. Ainda foi registrada uma redução de 78% nas explosões bancárias, comparando janeiro a junho.

Queda de roubos em João Pessoa e Campina Grande

As duas maiores cidades da Paraíba tiveram queda nos registros de crimes contra o patrimônio de janeiro a junho deste ano. Na Capital, foram 36% a menos de registros: roubos a pessoas (-38%), roubos a estabelecimentos comerciais (-7%), roubos a residência (-3%), roubos em transportes coletivos (-47). Em Campinha Grande a redução foi de 26%, sendo -20% de roubos a pessoa, -42% de roubos a estabelecimentos comerciais, -19% de crimes patrimoniais em residências e -34% de roubos em transportes coletivos. A cidade também registrou menos ocorrências de roubos e furtos de veículos, com -28% de casos. Em relação ao total de veículos roubados ou furtados em território paraibano, o trabalho das forças de segurança conseguiu recuperar 1.326 desses bens (57%), que foram devolvidos aos seus proprietários. 

Prisões e Operações de Interesse Estratégico

De janeiro e junho deste ano, um total de mais de 9,4 mil prisões efetuadas na Paraíba pelas Polícias Civil e Militar. Dessas, 1.709 foram consideradas de interesse estratégico, pois retiraram de circulação pessoas apontadas como responsáveis pela autoria de crimes contra a vida (248), patrimoniais (592), contra instituições bancárias (26), roubos e furtos de veículos (182) e ainda com mandado de prisão em aberto (558).

Foram 2.624 operações de segurança e interesse estratégico realizadas no Estado no 1º semestre do ano. Entre as ações de destaque estão as operações Carnaval, Nômade, Cidade Segura, Semana Santa, Tiradentes, Dia das Mães, São João, Saturação e Impacto, além de Cavalo de Troia, Magazine III, Continental, Marquesa, Tráfico, Família do Crime, Malhas da Lei, Clone e Santo Antônio, com a característica da repressão qualificada.

Durante essas e outras ações, 1.954 armas de fogo foram apreendidas em cidades paraibanas, o que representa um aumento de 54% na retirada de circulação de revólveres (614), pistolas (150), espingardas (861) e outros armamentos (614). A média foi de 10,9 armas apreendidas por dia. No mesmo período de 2018, 1.270 armas foram apreendidas. Já o total de drogas retiradas das ruas foi de 288,3 quilos.

Resgates e Socorros

O Corpo de Bombeiros Militar também desempenhou um papel de destaque na preservação da vida na Paraíba. No 1º semestre deste ano, foram realizados 1.642 resgates de acidentes de trânsito nos 223 municípios. Em relação aos socorros vítimas de tentativa de homicídios, foram contabilizados 61 no mesmo período, sendo que 57% deles aconteceram na 1ª Região Integrada de Segurança Pública, que abrange a área metropolitana de João Pessoa, além dos litorais sul e norte.

Fonte Internet

 

Pagina 2 de 34

PUBLICIDADE

JR Esquadrias