Policial (468)

Presos seriam apenados do regime semiaberto e estariam cometendo delitos como roubos e furtos

Uma operação das Polícia Militar da Paraíba, e Polícia Civil, realizam na manhã desta terça-feira (10) a operação ‘Malhas da Lei’, através da qual cumpre mandados de prisão contra suspeitos que já usavam tornozeleira eletrônica e voltaram a cometer crimes. A ação tem foco principal na cidade de Santa Rita, na Grande João Pessoa.

Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, até a publicação desta matéria 15 suspeitos haviam sido detidos. Eles seriam apenados do regime semiaberto e estariam cometendo delitos como roubos e furtos.

Os presos foram encaminhados para a Central de Polícia Civil da Capital, no bairro do Geisel, na Zona Sul da cidade. Mais mandados de prisão poderão ser cumpridos no decorrer da operação.

A criação do BEPMotos de João Pessoa e de Campina Grande, da Patrulha Maria da Penha, a implantação  de batalhões e a construção dos Centros de Comando e Controle de João Pessoa, Campina Grande e Patos têm feito com que a segurança pública da Paraíba continue avançando

A Paraíba apresentou dez meses de redução consecutiva de assassinatos em 2019. O resultado das ações da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Sesds) e do Programa Paraíba Unida pela Paz foi divulgado pelo governador João Azevêdo, nesta segunda-feira (25), durante o programa semanal ‘Fala, governador’, transmitido em cadeia estadual pela rádio Tabajara. De acordo com dados do Núcleo de Análise Criminal e Estatística (Nace) da Sesds, de janeiro a outubro a queda acumulada foi de 22%, com o registro de 786 ocorrências de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), que são os homicídios dolosos ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte. Em 2018, no mesmo período, foram 1.008 casos. Já os assassinatos de mulheres tiveram queda de 7%, com 65 casos (sendo 33 feminicídios), contra 70 no ano passado.

De acordo com o chefe do Executivo estadual, os números são reflexos dos investimentos do governo e da união das forças de segurança do Estado. “Nós estamos promovendo grandes ações na segurança, fazendo com que recursos relacionados a pagamentos de bolsas, equipamentos, armamentos e tecnologia sejam constantes. A criação do BEPMotos de João Pessoa e de Campina Grande, da Patrulha Maria da Penha, a implantação  de batalhões e a construção dos Centros de Comando e Controle de João Pessoa, Campina Grande e Patos têm feito com que a segurança pública da Paraíba continue avançando e a população da Paraíba pode ficar certa de que esse é um foco do governo e vamos continuar com esse olhar constante”, assegurou.

Dados - As estatísticas apontam que, em termos de taxa, no comparativo entre 2010 e 2018, a Paraíba saiu de 41,5 assassinatos por cem mil habitantes para 24,3, representando uma redução acumulada de 43%. Em João Pessoa, a taxa caiu de 71,3 homicídios por cem mil habitantes para 24,3 (-66%) e em Campina Grande de 51,7 para 23,3 assassinatos por cem mil habitantes (-74%).

Ainda de acordo com relatório do Nace, das 22 Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisp), definidas pela LC 111/2012, 17 tiveram queda no número de CVLI, de janeiro a outubro: 5ª Aisp de Santa Rita, 2ª Aisp zona sul de João Pessoa, 6ª Aisp de Alhandra, 22ª Aisp na zona Oeste de Campina Grande, 14ª Aisp de Monteiro, 13ª Aisp de Picuí, 21ª Aisp de Solânea, 10ª Aisp na zona leste de Campina Grande, 8ª Aisp de Guarabira, 11ª Aisp de Queimadas, 1ª Aisp na zona norte de João Pessoa, 19ª Aisp de Sousa, 4ª Aisp de Bayeux, 3ª Aisp de Cabedelo, 12ª Aisp de Esperança, 20ª Aisp de Cajazeiras e 7ª Aisp de Mamanguape.

Redução de ataques a bancos – O trabalho de prevenção e repressão qualificadas aos crimes contra instituições bancárias na Paraíba resultou na queda de 59% das ocorrências, com 28 casos registrados de janeiro a outubro deste ano, entre arrombamentos, explosões e roubos, contabilizados em 19 dos 223 municípios paraibanos. Especificamente em relação às explosões, a redução nas ocorrências foi de 71%, com 18 casos em dez meses.

Queda dos roubos em João Pessoa e Campina Grande – As duas maiores cidades do Estado registraram queda nas ocorrências de crimes patrimoniais no período de janeiro a outubro deste ano. Na capital, a redução foi de 33%, incluindo roubos a pessoas (-36%), roubos a estabelecimentos comerciais (-8%) e roubos em transportes coletivos (-32%). Já em Campina Grande o decréscimo foi de 22%, abrangendo roubos a pessoa (-12%), roubos a estabelecimentos comerciais (-37%), roubos a residências (-35%) e roubos em transportes coletivos (-51%).

Em relação aos roubos de veículos, os dois municípios acumulam uma redução de 19% nas ocorrências. As ações da Polícia Civil e da Polícia Militar também conseguiram recuperar 61% dos veículos roubados ou furtados no Estado, somando 2.199.

 Operações e prisões de interesse estratégico – De janeiro a outubro de 2019, 2.332 prisões de interesse estratégico foram realizadas pelas forças de segurança (suspeitos de homicídios, roubos, incluindo de veículos, e pessoas com mandados de prisão em aberto) e um total de 16 mil prisões no Estado no mesmo período. Tiveram destaque as 1.387 prisões de autores de crimes patrimoniais (59%).

Nos dez meses, 4.198 operações realizadas pela Polícia Militar, Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar, sendo 2.993 operações de interesse estratégico.

Apreensão de armas e drogas – Em dez meses, um total de 3.171 armas de fogo, entre revólveres, espingardas, fuzis e pistolas, foi apreendido nas ruas em decorrências do trabalho de policiais militares e civis. O número é 55% maior do que foi retirado de circulação no mesmo período de 2018 (2.042 armas). As apreensões tiveram aumento nas três Regiões Integradas de Segurança Pública (Reisp) – João Pessoa, Campina Grande e Patos.

Também nesse período, mais de uma tonelada de entorpecentes foi apreendida no Estado, entre maconha, crack e cocaína. Os destaques nas ações policiais foram as desarticulações de laboratórios de refino de drogas, pelas Polícias Militar e Civil.

Resgate de acidentes de trânsito – A atuação do Corpo de Bombeiros Militar resultou no resgate de 3.117 pessoas acidentadas no trânsito, de janeiro a outubro deste ano. A maioria das ações aconteceu em João Pessoa (1.623 casos). Na região de Campina Grande, 390 pessoas foram resgatadas e no Sertão os bombeiros militares foram responsáveis por 435 ações desse tipo. No comparativo entre os anos de 2018 e 2019, foram 542 resgates a mais.

 

Secom/PB

O sítio onde eles se escondia era propício ao apoio da atividade criminosa investigada, possuindo acesso para várias cidades do Brejo e regiões vizinhas

A ação foi realizada pela Polícia Civil da Paraíba, representada pela Seccional em Solânea/PB (21 DSPC), nesta quarta-feira (20), resultando na prisão de Alex Soares dos Santos, 29 anos, residente no Sítio Maria Eunice, Zona Rural de Arara/PB, onde foi apreendido 40 artefatos explosivos (dinamites), detonadores, estojos, munições de grosso calibre e um revólver cal 38 que o acusado portava no momento da prisão.

De acordo com a investigação, Alex, que tem ligação com criminosos da cidade de Remígio, planejava explosão a uma agência bancária no final deste mês de novembro.

Na ocasião da prisão, Alex efetuou disparos de arma fogo contra a equipe da polícia que revidou e alvejou o preso que, após ser encaminhado ao hospital de trauma em Campina Grande, recebeu alta hospitalar e foi autuado em flagrante pelos crimes de posse de explosivo, disparo de arma de fogo, além  de dano ao patrimônio público, uma vez que a viatura da polícia civil foi atingida por disparo.

Alex já responde a vários processos por roubos que já somam 27 anos de condenação, cumprindo pena atualmente no regime semiaberto em Guarabira e hoje será encaminhado a cadeia de Solânea.

O sítio onde ele se escondia era propício ao apoio da atividade criminosa investigada, possuindo acesso a várias cidades do Brejo e regiões vizinhas.

 

FN com Polícia Civil

 

Mais calmo, tranquilo e consciente de que não tem tempo a perder, Ivan tem conversado com a força tarefa da Operação Calvário, que investiga o desvio de R$ 1 bilhão da saúde, durante o governo entre 2011 e 2018.

O manuscrito da delação do ex-secretário Ivan Burity está pronto, se já não foi entregue ao Gaeco/Ministério Púbico, e deverá ser colocado à disposição após o julgamento do seu pedido de liberdade pelo STJ – Superior Tribunal de Justiça.

Mais calmo, tranquilo e consciente de que não tem tempo a perder, Ivan tem conversado com a força tarefa da Operação Calvário, que investiga o desvio de R$ 1 bilhão da saúde, durante o governo entre 2011 e 2018.

Conforme noticiado aqui, o julgamento do pedido de soltura do então auxiliar do Palácio da Redenção acontece na próxima terça-feira (26), em Brasília. O blog foi informado que Ivan teria dito que não quer passar as festas de fim de ano na cadeia.

Portanto, as atenções de outros investigados se concentram para o julgamento do habeas corpus, sem saber que o Gaeco já tem um vasto material, quiçá de posse do manuscrito da delação.

De acordo com as informações iniciais são de que o comerciante saiu da feira livre no bairro Nova Brasília e, quando estava chegando em sua residência, foi abordado pelos suspeitos que anunciaram o assalto

Um homem ficou ferido após trocar tiros com a polícia na cidade de Sapé, Zona da Mata paraibana, na tarde do último domingo (10). Ele e mais outro indivíduo foram surpreendidos pela polícia enquanto tentavam assaltar um comerciante.

As informações iniciais sao de que o comerciante saiu da feira livre no bairro Nova Brasília e, quando estava chegando em sua residência, foi abordado pelos suspeitos que anunciaram o assalto. Nesse mesmo momento, policiais civis estavam passando pelo local e, ao perceber a ação criminosa, deram voz de prisão a dupla, que atirou contra os policiais.

Os policiais revidaram e um dos suspeitos foi atingido e socorrido para um dos hospitais da cidade, enquanto o comparsa foi preso e encaminhado a Delegacia. Até o fechamento desta matéria, não havia informações sobre o estado de saúde do ferido.

Materia Da Internet

A Coordenadoria de Inteligência (COInt) da PM, que indicou ao Batalhão de Operações Especiais (Bope) o local exato do evento, que, além do aniversário do acusado, estaria fazendo alusão a um grupo criminoso que atua na Paraíba

A Polícia Militar acabou com uma festa que supostamente estaria sendo ‘regada’ a drogas, na praia de Jacumã, no Litoral Sul da Paraíba, para comemorar o aniversário de um dos líderes do tráfico de drogas da comunidade do Aratu, que fica no bairro de Mangabeira VIII, na capital. O aniversariante, Thayron Anderson da Silva Ferreira, que responde a três processos por homicídios e por roubo, estava completando 25 anos de idade no último sábado (9). Contra ele, tinha um mandado de prisão por roubo majorado. O acusado foi flagrado no local com um revólver e cocaína.

A ação foi resultado de mais um trabalho da Coordenadoria de Inteligência (COInt) da PM, que indicou ao Batalhão de Operações Especiais (Bope) o local exato do evento, que, além do aniversário do acusado, estaria fazendo alusão a um grupo criminoso que atua na Paraíba. O Bope usou as companhias de Choque e do Canil, que, com apoio da Força Tática do 5º Batalhão e a da 1ª Companhia Independente, cercaram a residência onde estava sendo realizado o evento e acabaram com a festa, que tinha começado na noite da sexta-feira (8) e ia até este domingo (10), sem ter hora para terminar.

Nas diligências feitas após a prisão do suspeito de chefiar o tráfico, a PM foi até a comunidade onde ele atuava, no Aratu, em Mangabeira VIII, na Capital, onde prendeu um suspeito de 23 anos, que estava armado com um revólver calibre 38 e faz parte do mesmo grupo criminoso de Thayron Anderson. Ele estava se preparando para ir até o Litoral Sul participar da festa.
O preso em Jacumã foi apresentado na delegacia de Alhandra. O comparsa dele, que foi preso em João Pessoa, foi levado para a Central de Flagrantes, no bairro do Geisel.

 

Fonte da Internet

 o Ministério Público estima que as passagens aéreas, hospedagem e outras despesas custaram ao menos R$ 71 mil aos munícipes. Só as inscrições no seminário que, segundo o MP-PB, jamais ocorreu, custaram R$ 8.400, ou cerca de R$ 760 cada.

Policiais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), da Polícia Civil da Paraíba, prenderam 11 dos 19 vereadores de Santa Rita, cidade da Grande João Pessoa, na madrugada da última terça-feira (5). Os parlamentares são suspeitos de forjar a participação em um evento que, segundo eles, ocorreu em Gramado (RS), para pagar com dinheiro público as despesas com a viagem.

Além dos políticos de Santa Rita, também foram detidos um contador da Câmara Municipal de Santa Rita e um vereador da cidade de Lagartos (CE). O grupo foi preso pouco após deixar o Aeroporto de Recife, onde desembarcou ao retornar de Gramado. Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MP-PB), eles alegaram que participariam de um seminário, que sabiam que não ocorreria, para passear no município turístico da Serra Gaúcha às custas do dinheiro público.

De acordo com o promotor do Gaeco, Romualdo Tadeu de Araújo Dias, a viagem dos políticos para participar do suposto seminário que, segundo o grupo, ocorreria entre os dias 29 de outubro e 4 de novembro, chegou a ser noticiada na imprensa regional. Com base em dados da própria Câmara Municipal, o Ministério Público estima que as passagens aéreas, hospedagem e outras despesas custaram ao menos R$ 71 mil aos munícipes. Só as inscrições no seminário que, segundo o MP-PB, jamais ocorreu, custaram R$ 8.400, ou cerca de R$ 760 cada.

“Verificaram-se indícios de que, na verdade, este seminário seria uma forma de desviar dinheiro público”, disse Dias, explicando que as investigações tiveram apoio do Ministério Público do Rio Grande do Sul e da Polícia Civil de Sergipe. “Foi identificado que só 13 pessoas participaram do evento divulgado, dentre elas 11 vereadores de Santa Rita; um contador da Câmara Municipal de Santa Rita e um vereador da cidade de Lagartos (CE)”, acrescentou o promotor, sem saber informar se algum dos investigados viajou acompanhado por parentes, amigos ou assessores.

Vereadores pouco se encontraram

O Ministério Público da Paraíba sustenta que, dos cinco dias que passaram em Gramado, os 11 vereadores de Santa Rita pouco se encontraram. “Eles se reuniram apenas três vezes, todas no período da manhã”, disse Dias ao fornecer detalhes da investigação a jornalistas. Segundo o promotor, no local onde o suposto seminário ocorreria, sequer houve eventos no primeiro e no último dia em que o grupo esteve na cidade gaúcha.

“Identificado que houve o pagamento de diárias, de passagens e até de inscrição, montamos toda a operação que resultou na prisão dos vereadores pelo crime de peculato [desvio de valores ou bens público por funcionários públicos] ”, disse Dias. “Houve um trabalho de monitoramento e o que foi relatado e está materializado é que, durante cinco dias, houve apenas três reuniões, sempre no período da manhã. Depois desses encontros, cada um saia para turistar”, disse o promotor, dizendo que, tradicionalmente, nesta época do ano, Gramado atrai viajantes interessados em ver o show de luzes de Natal que a cidade promove anualmente. 

Gastos chamaram a atenção

O promotor do Gaeco, Reynaldo Serpa, disse que os “elevados gastos” da Câmara Municipal de Santa Rita vinha chamando a atenção do Ministério Público estadual. “Estamos fazendo todo o levantamento da documentação, dos [valores] empenhados, notas fiscais e fundamentações para estes pagamentos. O contador da Câmara Municipal de Santa Rita participou do evento e terá uma participação direta na elucidação destes fatos, tendo o dever de comprovar a idoneidade das despesas – o que acreditamos que ele não poderá fazer”, disse Serpa, revelando que a participação de políticos da cidade em outros eventos semelhantes será investigada. Os telefones celulares dos 13 detidos foram apreendidos e serão periciados.

Tanto a empresa apontada como realizadora do seminário, quanto palestrantes, são de Sergipe, o que gerou suspeitas entre os promotores. “Causou estranheza. Os vereadores são da Paraíba, a empresa de Sergipe e o evento acontece em Gramado, no Rio Grande do Sul, quando poderiam ter feito o evento aqui mesmo no estado, economizando o dinheiro público.”

O promotor Romualdo Tadeu de Araújo Dias anunciou que, após ouvir o depoimento dos vereadores detidos, que passarão por audiência de custódia, e reanalisar os indícios já obtidos, o Ministério Público pode vir a pedir o afastamento dos vereadores. Em função do ocorrido, a Câmara Municipal de Santa Rita cancelou a sessão que ocorreria esta tarde. 

 

Fonte  da Internet

Mulher e todo material apreendido foram apresentados na sede da Polícia Federal, em Cabedelo, na Grande João Pessoa

A Polícia Militar prendeu, na madrugada de sábado (19), a terceira integrante da quadrilha que atuava em um esquema do tráfico que abastecia pontos de venda de drogas na Paraíba e Pernambuco, a partir de um laboratório de cocaína, que foi desarticulado em uma operação da PM, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, no Litoral Sul da Paraíba, nessa sexta-feira (18). Com a mulher, a PM apreendeu dinheiro e um pacote com cocaína.

Policiais do 5º Batalhão deram continuidade à operação e conseguiram deter a suspeita de 27 anos, que fazia parte da quadrilha e era responsável por toda a movimentação financeira das drogas preparadas e vendidas no local.

Ela foi presa com o dinheiro e, no local, ainda foi localizado um pacote com cocaína, cartões de créditos e celulares. A prisão aconteceu no bairro de Paratibe, Zona Sul de João Pessoa.

A mulher e todo material apreendido foram apresentados na sede da Polícia Federal, em Cabedelo, na Grande João Pessoa.

 

Materia da internet

Ivan ficará preso na Penitenciária de Segurança Média Juiz Hitler Cantalice, em Mangabeira, assim como o Hospital Geral de Mamanguape, Eduardo Simões Coutinho

O ex-secretário executivo de Turismo da Paraíba, Ivan Burity de Almeida, preso preventivamente no início da manhã na Operação Calvário, vai continuar preso após audiência de custódia realizada na tarde desta quarta-feira (9). Com a decisão, Ivan segue para a Penitenciária de Segurança Média Juiz Hitler Cantalice, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, assim como o diretor do Hospital Geral de Mamanguape, Eduardo Simões Coutinho.

Apenas familiares de 1º e 2º grau e advogados estão autorizados a visitar os presos. Mais cedo, antes da audiência, Ivan Burity pediu demissão do cargo em carta enviada ao governador João Azevêdo (PSB).

O Governo da Paraíba emitiu nota no começo da tarde desta quarta-feira (9) para dizer que determinou a intervenção nos hospitais Metropolitano de Santa Rita e Regional de Mamanguape.

O Estado decidiu também pelo afastamento imediato de todas as pessoas responsáveis pela administração da Organização Social citada nesta nova etapa da Operação Calvário.

O Instituto de Psicologia Clínica, Educacional e Profissional (IPCEP), informou que só se manifestará após acesso ao processo. O IPCEP era responsável pelo Hospital Regional de Mamanguape.

O caso

A quinta fase da operação expande o âmbito de atuação da organização criminosa e apura o envolvimento de editoras de livros e do secretário da Educação e da Ciência e Tecnologia da Paraíba, Aléssio Trindade. Ele foi um dos alvos dos 11 mandados de busca e apreensão cumpridos na Paraíba.

Além de Burity, foram presos o diretor do Hospital Geral de Mamanguape-PB, Eduardo Simões Coutinho, e Jardel Aderico da Silva, ex-secretário da Promoção da Paz no estado de Alagoas. Burity foi levado para a Central de Polícia do Geisel, em João Pessoa.

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) não divulgou detalhes de como funcionava o esquema e adiantou apenas que ele não se restinge só à saúde pública, que foi o que deu início à Operação Calvário em dezembro do ano passado. “Não haverá coletiva desta fase da operação. A investigação continua”, disse o MPPB.

Alvos

No Rio de Janeiro, são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão; em São Paulo, três; no Paraná, cinco; e um em Alagoas. Para este último estado, houve ainda o mandado de prisão contra o ex-secretário da Promoção da Paz.

Veja abaixo a lista de alvos divulgada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB). Não foram divulgados detalhes da participação de cada uma delas no esquema investigado.

  1. Aléssio Trindade de Barros – secretário da Educação e da Ciência e Tecnologia da Paraíba;
  2. Ivan Burity de Almeida – secretário executivo de Turismo da Paraíba;
  3. Eduardo Simões Coutinho – diretor do Hospital Geral de Mamanguape;
  4. Jardel da Silva Aderico – ex-secretário da Promoção da Paz de Alagoas;
  5. José Arthur Viana Teixeira;
  6. Márcio Nogueira Vignoli;
  7. Hilário Ananias Queiroz Nogueira;
  8. Vladimir dos Santos Neiva;
  9. Antônio Carlos de Souza Rangel;
  10. Henaldo Vieira da Silva;
  11. Giovana Araújo Vieira;
  12. Mário Sérgio Santa Fé da Cruz;
  13. José Aledson de Moura
  14. Pousada Potiguara/Camaratuba LTDA – propriedade do investigado Ivan Burity de Almeida;
  15. Conesul Comercial e Tecnologia Educacional EIRELI – propriedade do investigado Márcio Nogueira Vignoli
  16. Editora Grafset LTDA – propriedade do investigado Vladimir dos Santos Neiva;
  17. J.R. Araújo Desenvolvimento Humano EIRELI/Editora Inteligência Relacional (com endereços em Ribeirão Preto/SP e Maceió/AL) – propriedade do investigado Jardel da Silva Aderico;
  18. Instituto de Psicologia Clínica Educacional e Profissional (IPCEP) – entidade filantrópica que gerencia ações e serviços do Hospital Geral de Mamanguape;
  19. Brink Mobil Equipamentos Educacionais LTDA (com endereços em Colombo/PR, Curitiba/PR, Campina Grande do Sul/PR e São Paulo/SP).

Operação Calvário

A Operação Calvário foi iniciada em dezembro de 2018 e expôs um esquema responsável pelo desvio de mais de R$ 1 bilhão da Saúde. Conforme o Gaeco/MPPB, as fraudes envolviam agentes públicos e Organizações Sociais (OS) que gerenciavam hospitais.

 

Fonte: Portaldacorreio

A Justiça determinou a expedição de três mandados de prisão preventiva em desfavor de Ivan Burity de Almeida, Jardel Aderico da Silva e Eduardo Simões Coutinho.

Foi deflagrada, na manhã desta quarta-feira (09/10), a quinta fase da Operação Calvário, para combater desvio de recursos públicos estaduais, corrupção e lavagem de dinheiro, em três cidades paraibanas (João Pessoa, Santa Rita e Mataraca) e em mais quatro Estados (São Paulo, Alagoas, Paraná e Rio de Janeiro).

Na Paraíba, a ação foi desenvolvida pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e a Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa (Ccrimp), órgãos do Ministério Público da Paraíba, juntamente com a Controladoria-Geral da União (CGU), Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal (PF) e Polícia Rodoviária Federal (PRF). O objetivo foi cumprir três mandados de prisão e 25 de busca e apreensão.

Esta etapa da operação contou com o apoio operacional dos órgãos do Ministério Público dos estados de São Paulo, Alagoas e Paraná, por meio de seus respectivos Gaecos, e do Rio de Janeiro, por intermédio do Grupo de Segurança e inteligência (CSI) e do Gaocrim, e da auditoria do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba.

De acordo com a investigação em curso, a Operação Calvário, na Paraíba, tem o objetivo de investigar e desarticular uma organização criminosa (Orcrim) que, por seus agentes e núcleos de atuação, foi responsável pela prática de atos de corrupção, lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos em contratos firmados com unidades de saúde e educação do Estado e cujos valores ultrapassam o montante de R$ 1 bilhão. Ainda segundo a apuração, essa organização atuou também em outras unidades da federação, a exemplo do Estado do Rio de Janeiro.

A primeira fase da Operação Calvário foi desencadeada em dezembro de 2018. À medida que as investigações avançaram, novas fases foram deflagradas e denúncias oferecidas à Justiça.

Esta quinta fase teve o objetivo de cumprir ordens emitidas pelo desembargador relator do processo em curso no Tribunal de Justiça da Paraíba, Ricardo Vital de Almeida, atendendo a requerimento do Ministério Público da Paraíba.

A Justiça determinou a expedição de três mandados de prisão preventiva em desfavor de Ivan Burity de Almeida, Jardel Aderico da Silva e Eduardo Simões Coutinho.

Os 25 mandados de busca e apreensão foram em desfavor de Aléssio Trindade de Barros, José Arthur Viana Teixeira, Ivan Burity de Almeida, Pousada Potiguara/Camaratuba, Conesul Compercial e Tecnologia Educacional Eireli, Márcio Nogueira Vignoli, Hilário Ananias Queiroz Nogueira, Editora Grafset, Vladimir dos Santos Neiva, J.R. Araújo Desenvolvimento Humano Eireli/Editora Inteligência Relacional (este com localizações em Ribeirão Preto/SP e Maceió/AL), Jardel da Silva Aderico, Antônio Carlos de Souza Rangel, Henaldo Vieira da Silva, Giovana Araújo Vieira, Mário Sérgio Santa Fé da Cruz, Eduardo Simões Coutinho, José Aledson de Moura, Instituto de Psicologia Clínica Educacional e Profissional (IPCEP) e Brink Mobil Equipamentos Educacionais (este último estabelecido em Colombo/PR, Curitiba/PR, Campina Grande do Sul/PR e São Paulo/SP).

Na Paraíba, estão sendo cumpridos, de forma simultânea, 13 mandados judiciais, sendo dois de prisão preventiva e 11 de busca e apreensão, mais precisamente nos municípios de João Pessoa, Santa Rita e Mataraca.

Outros mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos no Estado do Rio de Janeiro (quatro), em São Paulo (três) e no Paraná (cinco). Em Alagoas, são três mandados (um de prisão preventiva e dois de busca e apreensão).

 

Fonte: MPPB com Internet

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JR Esquadrias