Policial (472)

Ela chamava atenção tanto pela sua beleza quanto pela violência com que tratava os rivais, incluindo vários policiais

A chefe do tráfico de drogas no México conhecida como "Senhora da Morte" foi morta na última sexta-feira (10/1) em operação do Exército, da Guarda Nacional e da polícia do estado de Michoacán, onde ela mantinha o seu império do crime.

María Guadalupe López Esquivel, também conhecida como "La Catrina" (personagem folclórico da celebração do Dia dos Mortos no México), tinha 21 anos. Ela costumava ostentar nas redes sociais, exibindo dólares e armas feitas de ouro. Ela chamava atenção tanto pela beleza quanto pela violência com que tratava os rivais, incluindo vários policiais. Em outubro do ano passado, a criminosa liderou uma emboscada que matou 13 agentes das forças de segurança. Ela também coordenava sequestros.

 

Descrição: María Guadalupe López Esquivel também era conhecida como 'La Catrina'María Guadalupe López Esquivel também era conhecida como 'La Catrina' Foto: Reprodução

A "Senhora da Morte" entrou para o cartel Nueva Generación (Nova Geração), de Jalisco, em 2017, após se envolver romanticamente com um dos líderes, Miguel Fernández, mais conhecido como "El M2". Inicialmente, ela liderava um grupo de pistoleiros que realizava execuções a mando do cartel, até ocupar uma posição de grande destaque no grupo criminoso.

Descrição: A 'Senhora da Morte' é socorrida após ser baleada no pescoçoA 'Senhora da Morte' é socorrida após ser baleada no pescoço Foto: Reprodução

A narcotraficante foi atingida no pescoço. Ela chegou a ser socorrida em um helicóptero que participava da operação, mas não resistiu ao ferimento, contou o jornal "El Universal".

"Calma, um helicóptero está vindo", disse um policial, em vídeo registrando a operação. "Está chegando. Calma, calma, tudo vai ficar bem. Segura" acrescentou ele.

María Guadalupe morreu alguns minutos depois de ser posta no helicóptero.

Baseado em Jalisco, o cartel Nueva Generación atua nos estados de Colima, Michoacán, Guerrero e Guanajuato, além da periferia da Cidade do México. Ele era aliado do poderoso cartel de Sinaloa até 2014. Suas operações se expandiram a Europa e Ásia nos últimos anos.

 

Fonte: deolhonews

 

Informação da Secretaria da Administração Penitenciária de Cerqueira César/SP,é que Aguinaldo Assunção estava sozinho na cela e usou lençol para se matar

Preso por matar a menina Emanuelle Pestana de Castro, de 8 anos, o lavrador Aguinaldo Guilherme Assunção, de 49 anos, foi encontrado morto dentro de uma cela no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Cerqueira César, no interior de São Paulo, na manhã desta quarta-feira (15).

Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) do Estado, Assunção cometeu suicídio com um lençol que lhe foi entregue junto com os pertences.

A pasta informou que agentes carcerários faziam a contagem de praxe do número de detentos, por volta das 5 horas, quando encontraram o preso já sem vida. Em nota, a secretaria explicou que, por causa da "grande repercussão do delito", Assunção estava sozinho em sua cela.

"A Unidade está entrando em contato com os familiares do preso para avisá-los do óbito e para que tomem as devidas providências", informou a SAP.

A cela ficará isolada nesta quarta para a realização da perícia.

 

Emanuelle Pestana de Castro tinha 8 anos; câmeras de segurança registraram a menina em uma praça antes do desaparecimento

Assassinato de Emanuelle

Vizinho da família de Emanuelle em Chavantes, também no interior paulista, Assunção confessou à polícia que matou a garota. Câmeras de segurança registraram o acusado conversando com a vítima em uma praça.

O corpo da menina foi encontrado em uma área de mata da Fazenda Santana Nova três dias depois de ela ter desaparecido ao brincar em um parquinho de uma praça.

Assunção informou aos policiais o local onde deixou o corpo da vítima. Após as buscas, o Corpo de Bombeiros encontrou a garota sem vida dentro de um pequeno riacho.

 

 

Fonte: Da Internet/Foto

 

A prisão deles aconteceu depois que eles mataram a tiros um rival do grupo, no bairro do Valentina, também na Capital

A Polícia Militar após perseguição e tiroteio na Zona Sul de João Pessoa, prendeu quatro suspeitos de integrar uma quadrilha que teria envolvimento em mais de 30 assassinatos na região de Catolé do Rocha, no Sertão da Paraíba. A prisão deles aconteceu depois que eles mataram a tiros um rival do grupo, no bairro do Valentina, também na Capital.

Os quatro suspeitos estavam em um carro e, após o crime, foram perseguidos até o bairro Colinas do Sul, onde houve um confronto com os policiais militares, que acabou com todos eles presos em flagrante com três pistolas, sendo duas de calibre ‘ponto 40’ e uma de calibre 9 milímetros.

“Eles vieram até a Capital atrás dessa vítima, que também é do Sertão e estava na casa de parentes aqui no bairro do Valentina. A prisão deu resposta não só a esse crime, como a vários outros ocorridos principalmente nos últimos meses, na região de Catolé do Rocha”, destacou o comandante do 5º Batalhão, tenente-coronel Marcos Barros.

As primeiras informações, que devem ser confirmadas no decorrer das investigações policiais, é de que o assassinato da noite dessa sexta-feira estaria ligado à guerra entre famílias na região de Catolé do Rocha.

O comandante do 12º Batalhão, major Esaú de Lucena, disse que a maioria dos crimes ocorridos na região de Catolé do Rocha, principalmente nos últimos seis meses, foram cometidos por armas dos tipos pistola calibre ponto 40 e 9 milímetros, que foram as mesmas apreendidas com o grupo.

“O fato das armas apreendidas com o grupo, que possuem os mesmos calibres repassados pelas perícias feita em vítimas de assassinatos, principalmente nos últimos seis meses, chama a atenção e podem ser as mesmas usadas nos crimes aqui na região”, disse.

Um dos suspeitos que é apontado como líder do grupo e tem mandado de prisão por vários homicídios, saiu ferido e foi socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma, em João Pessoa. Os outros três presos foram apresentados na Central de Polícia, no bairro do Geisel, na Capital.

Fonte da Internet

O plano para resgatar Marcola teria sido planejado por Gilberto Aparecido dos Santos, conhecido como Fuminho ou Magrelo

Exército cercou a Penitenciária Federal de Brasília após setores da inteligência do governo receberem informações de um plano para resgatar do líder da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola. Fontes ligadas ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e ao governo do Distrito Federal confirmaram que a operação começou na última quinta-feira para conter o risco de fuga.

O plano para resgatar Marcola teria sido planejado por Gilberto Aparecido dos Santos, conhecido como Fuminho ou Magrelo, apontado como uma das principais lideranças do PCC. A informação foi divulgada pelo site de notícias Metrópoles e confirmada pelo Estado. Fuminho é considerado um dos maiores traficantes do Brasil e apontado como "sócio" de Marcola nas operações no País. Segundo informações de setores da inteligência, ele está na Bolívia, de onde controla a operação de envio da droga para a Europa.

Em fevereiro, uma megaoperação foi feita nos presídios de São Paulo para isolar 22 lideranças do PCC. Marcola, que estava na Penitenciária II de Presidente Venceslau, no interior paulista, foi transferido primeiro para Porto Velho. Em março, menos de um mês após sair da unidade paulista, o criminoso foi trazido para a Penitenciária Federal de Brasília. Outros três integrantes do PCC vieram no mesmo dia: Cláudio Barbará da Silva, Patrik Wellinton Salomão, e Pedro Luiz da Silva Moraes, o Chacal.

Oficialmente, o Ministério da Justiça e o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) não confirmam o plano de fuga. Em nota, a assessoria da pasta afirma que está apenas sendo realizado no local é "uma obra já prevista anteriormente para reforçar a segurança da Penitenciária Federal em Brasília".                                                                                                                                                                                                                                      "A pedido do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), com o aval do Ministério da Defesa, a Engenharia do Exército Brasileiro está realizando obras de fortificação das estruturas da Penitenciária Federal em Brasília. Tropas do Comando Militar do Planalto estão na Penitenciária Federal em Brasília realizando trabalhos técnicos de Engenharia apoiados por tropas de segurança".                                                                                                                                                       Além de homens do Exército, a Força Nacional de Segurança Pública está atuando no local em ações de policiamento de guarda e vigilância no perímetro da região.

 

Fonte : Terra

 

Presos seriam apenados do regime semiaberto e estariam cometendo delitos como roubos e furtos

Uma operação das Polícia Militar da Paraíba, e Polícia Civil, realizam na manhã desta terça-feira (10) a operação ‘Malhas da Lei’, através da qual cumpre mandados de prisão contra suspeitos que já usavam tornozeleira eletrônica e voltaram a cometer crimes. A ação tem foco principal na cidade de Santa Rita, na Grande João Pessoa.

Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, até a publicação desta matéria 15 suspeitos haviam sido detidos. Eles seriam apenados do regime semiaberto e estariam cometendo delitos como roubos e furtos.

Os presos foram encaminhados para a Central de Polícia Civil da Capital, no bairro do Geisel, na Zona Sul da cidade. Mais mandados de prisão poderão ser cumpridos no decorrer da operação.

A criação do BEPMotos de João Pessoa e de Campina Grande, da Patrulha Maria da Penha, a implantação  de batalhões e a construção dos Centros de Comando e Controle de João Pessoa, Campina Grande e Patos têm feito com que a segurança pública da Paraíba continue avançando

A Paraíba apresentou dez meses de redução consecutiva de assassinatos em 2019. O resultado das ações da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Sesds) e do Programa Paraíba Unida pela Paz foi divulgado pelo governador João Azevêdo, nesta segunda-feira (25), durante o programa semanal ‘Fala, governador’, transmitido em cadeia estadual pela rádio Tabajara. De acordo com dados do Núcleo de Análise Criminal e Estatística (Nace) da Sesds, de janeiro a outubro a queda acumulada foi de 22%, com o registro de 786 ocorrências de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), que são os homicídios dolosos ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte. Em 2018, no mesmo período, foram 1.008 casos. Já os assassinatos de mulheres tiveram queda de 7%, com 65 casos (sendo 33 feminicídios), contra 70 no ano passado.

De acordo com o chefe do Executivo estadual, os números são reflexos dos investimentos do governo e da união das forças de segurança do Estado. “Nós estamos promovendo grandes ações na segurança, fazendo com que recursos relacionados a pagamentos de bolsas, equipamentos, armamentos e tecnologia sejam constantes. A criação do BEPMotos de João Pessoa e de Campina Grande, da Patrulha Maria da Penha, a implantação  de batalhões e a construção dos Centros de Comando e Controle de João Pessoa, Campina Grande e Patos têm feito com que a segurança pública da Paraíba continue avançando e a população da Paraíba pode ficar certa de que esse é um foco do governo e vamos continuar com esse olhar constante”, assegurou.

Dados - As estatísticas apontam que, em termos de taxa, no comparativo entre 2010 e 2018, a Paraíba saiu de 41,5 assassinatos por cem mil habitantes para 24,3, representando uma redução acumulada de 43%. Em João Pessoa, a taxa caiu de 71,3 homicídios por cem mil habitantes para 24,3 (-66%) e em Campina Grande de 51,7 para 23,3 assassinatos por cem mil habitantes (-74%).

Ainda de acordo com relatório do Nace, das 22 Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisp), definidas pela LC 111/2012, 17 tiveram queda no número de CVLI, de janeiro a outubro: 5ª Aisp de Santa Rita, 2ª Aisp zona sul de João Pessoa, 6ª Aisp de Alhandra, 22ª Aisp na zona Oeste de Campina Grande, 14ª Aisp de Monteiro, 13ª Aisp de Picuí, 21ª Aisp de Solânea, 10ª Aisp na zona leste de Campina Grande, 8ª Aisp de Guarabira, 11ª Aisp de Queimadas, 1ª Aisp na zona norte de João Pessoa, 19ª Aisp de Sousa, 4ª Aisp de Bayeux, 3ª Aisp de Cabedelo, 12ª Aisp de Esperança, 20ª Aisp de Cajazeiras e 7ª Aisp de Mamanguape.

Redução de ataques a bancos – O trabalho de prevenção e repressão qualificadas aos crimes contra instituições bancárias na Paraíba resultou na queda de 59% das ocorrências, com 28 casos registrados de janeiro a outubro deste ano, entre arrombamentos, explosões e roubos, contabilizados em 19 dos 223 municípios paraibanos. Especificamente em relação às explosões, a redução nas ocorrências foi de 71%, com 18 casos em dez meses.

Queda dos roubos em João Pessoa e Campina Grande – As duas maiores cidades do Estado registraram queda nas ocorrências de crimes patrimoniais no período de janeiro a outubro deste ano. Na capital, a redução foi de 33%, incluindo roubos a pessoas (-36%), roubos a estabelecimentos comerciais (-8%) e roubos em transportes coletivos (-32%). Já em Campina Grande o decréscimo foi de 22%, abrangendo roubos a pessoa (-12%), roubos a estabelecimentos comerciais (-37%), roubos a residências (-35%) e roubos em transportes coletivos (-51%).

Em relação aos roubos de veículos, os dois municípios acumulam uma redução de 19% nas ocorrências. As ações da Polícia Civil e da Polícia Militar também conseguiram recuperar 61% dos veículos roubados ou furtados no Estado, somando 2.199.

 Operações e prisões de interesse estratégico – De janeiro a outubro de 2019, 2.332 prisões de interesse estratégico foram realizadas pelas forças de segurança (suspeitos de homicídios, roubos, incluindo de veículos, e pessoas com mandados de prisão em aberto) e um total de 16 mil prisões no Estado no mesmo período. Tiveram destaque as 1.387 prisões de autores de crimes patrimoniais (59%).

Nos dez meses, 4.198 operações realizadas pela Polícia Militar, Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar, sendo 2.993 operações de interesse estratégico.

Apreensão de armas e drogas – Em dez meses, um total de 3.171 armas de fogo, entre revólveres, espingardas, fuzis e pistolas, foi apreendido nas ruas em decorrências do trabalho de policiais militares e civis. O número é 55% maior do que foi retirado de circulação no mesmo período de 2018 (2.042 armas). As apreensões tiveram aumento nas três Regiões Integradas de Segurança Pública (Reisp) – João Pessoa, Campina Grande e Patos.

Também nesse período, mais de uma tonelada de entorpecentes foi apreendida no Estado, entre maconha, crack e cocaína. Os destaques nas ações policiais foram as desarticulações de laboratórios de refino de drogas, pelas Polícias Militar e Civil.

Resgate de acidentes de trânsito – A atuação do Corpo de Bombeiros Militar resultou no resgate de 3.117 pessoas acidentadas no trânsito, de janeiro a outubro deste ano. A maioria das ações aconteceu em João Pessoa (1.623 casos). Na região de Campina Grande, 390 pessoas foram resgatadas e no Sertão os bombeiros militares foram responsáveis por 435 ações desse tipo. No comparativo entre os anos de 2018 e 2019, foram 542 resgates a mais.

 

Secom/PB

O sítio onde eles se escondia era propício ao apoio da atividade criminosa investigada, possuindo acesso para várias cidades do Brejo e regiões vizinhas

A ação foi realizada pela Polícia Civil da Paraíba, representada pela Seccional em Solânea/PB (21 DSPC), nesta quarta-feira (20), resultando na prisão de Alex Soares dos Santos, 29 anos, residente no Sítio Maria Eunice, Zona Rural de Arara/PB, onde foi apreendido 40 artefatos explosivos (dinamites), detonadores, estojos, munições de grosso calibre e um revólver cal 38 que o acusado portava no momento da prisão.

De acordo com a investigação, Alex, que tem ligação com criminosos da cidade de Remígio, planejava explosão a uma agência bancária no final deste mês de novembro.

Na ocasião da prisão, Alex efetuou disparos de arma fogo contra a equipe da polícia que revidou e alvejou o preso que, após ser encaminhado ao hospital de trauma em Campina Grande, recebeu alta hospitalar e foi autuado em flagrante pelos crimes de posse de explosivo, disparo de arma de fogo, além  de dano ao patrimônio público, uma vez que a viatura da polícia civil foi atingida por disparo.

Alex já responde a vários processos por roubos que já somam 27 anos de condenação, cumprindo pena atualmente no regime semiaberto em Guarabira e hoje será encaminhado a cadeia de Solânea.

O sítio onde ele se escondia era propício ao apoio da atividade criminosa investigada, possuindo acesso a várias cidades do Brejo e regiões vizinhas.

 

FN com Polícia Civil

 

Mais calmo, tranquilo e consciente de que não tem tempo a perder, Ivan tem conversado com a força tarefa da Operação Calvário, que investiga o desvio de R$ 1 bilhão da saúde, durante o governo entre 2011 e 2018.

O manuscrito da delação do ex-secretário Ivan Burity está pronto, se já não foi entregue ao Gaeco/Ministério Púbico, e deverá ser colocado à disposição após o julgamento do seu pedido de liberdade pelo STJ – Superior Tribunal de Justiça.

Mais calmo, tranquilo e consciente de que não tem tempo a perder, Ivan tem conversado com a força tarefa da Operação Calvário, que investiga o desvio de R$ 1 bilhão da saúde, durante o governo entre 2011 e 2018.

Conforme noticiado aqui, o julgamento do pedido de soltura do então auxiliar do Palácio da Redenção acontece na próxima terça-feira (26), em Brasília. O blog foi informado que Ivan teria dito que não quer passar as festas de fim de ano na cadeia.

Portanto, as atenções de outros investigados se concentram para o julgamento do habeas corpus, sem saber que o Gaeco já tem um vasto material, quiçá de posse do manuscrito da delação.

De acordo com as informações iniciais são de que o comerciante saiu da feira livre no bairro Nova Brasília e, quando estava chegando em sua residência, foi abordado pelos suspeitos que anunciaram o assalto

Um homem ficou ferido após trocar tiros com a polícia na cidade de Sapé, Zona da Mata paraibana, na tarde do último domingo (10). Ele e mais outro indivíduo foram surpreendidos pela polícia enquanto tentavam assaltar um comerciante.

As informações iniciais sao de que o comerciante saiu da feira livre no bairro Nova Brasília e, quando estava chegando em sua residência, foi abordado pelos suspeitos que anunciaram o assalto. Nesse mesmo momento, policiais civis estavam passando pelo local e, ao perceber a ação criminosa, deram voz de prisão a dupla, que atirou contra os policiais.

Os policiais revidaram e um dos suspeitos foi atingido e socorrido para um dos hospitais da cidade, enquanto o comparsa foi preso e encaminhado a Delegacia. Até o fechamento desta matéria, não havia informações sobre o estado de saúde do ferido.

Materia Da Internet

A Coordenadoria de Inteligência (COInt) da PM, que indicou ao Batalhão de Operações Especiais (Bope) o local exato do evento, que, além do aniversário do acusado, estaria fazendo alusão a um grupo criminoso que atua na Paraíba

A Polícia Militar acabou com uma festa que supostamente estaria sendo ‘regada’ a drogas, na praia de Jacumã, no Litoral Sul da Paraíba, para comemorar o aniversário de um dos líderes do tráfico de drogas da comunidade do Aratu, que fica no bairro de Mangabeira VIII, na capital. O aniversariante, Thayron Anderson da Silva Ferreira, que responde a três processos por homicídios e por roubo, estava completando 25 anos de idade no último sábado (9). Contra ele, tinha um mandado de prisão por roubo majorado. O acusado foi flagrado no local com um revólver e cocaína.

A ação foi resultado de mais um trabalho da Coordenadoria de Inteligência (COInt) da PM, que indicou ao Batalhão de Operações Especiais (Bope) o local exato do evento, que, além do aniversário do acusado, estaria fazendo alusão a um grupo criminoso que atua na Paraíba. O Bope usou as companhias de Choque e do Canil, que, com apoio da Força Tática do 5º Batalhão e a da 1ª Companhia Independente, cercaram a residência onde estava sendo realizado o evento e acabaram com a festa, que tinha começado na noite da sexta-feira (8) e ia até este domingo (10), sem ter hora para terminar.

Nas diligências feitas após a prisão do suspeito de chefiar o tráfico, a PM foi até a comunidade onde ele atuava, no Aratu, em Mangabeira VIII, na Capital, onde prendeu um suspeito de 23 anos, que estava armado com um revólver calibre 38 e faz parte do mesmo grupo criminoso de Thayron Anderson. Ele estava se preparando para ir até o Litoral Sul participar da festa.
O preso em Jacumã foi apresentado na delegacia de Alhandra. O comparsa dele, que foi preso em João Pessoa, foi levado para a Central de Flagrantes, no bairro do Geisel.

 

Fonte da Internet

Pagina 1 de 34

PUBLICIDADE

JR Esquadrias