Policial (297)

 

 O esquema conta com a participação de sete funcionários dos Correios e de um empresário titular de agências franqueadas da estatal, os Mandados são compridos nos  estados de São Paulo e do Rio de Janeiro

 

A Polícia Federal (PF) cumpre na manhã desta terça feira (4) 12 mandados de busca e apreensão na segunda fase da OPERAÇÃO POSTAL OFF, que visa desarticular uma organização criminosa que subfaturava valores para a postagem de cartas comerciais. O esquema conta com a participação de sete funcionários dos Correios e de um empresário titular de agências franqueadas da estatal.

No esquema, cargas eram distribuídas no fluxo postal sem faturamento ou com faturamento muito inferior ao devido, provocando prejuízos à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, que ajudou nas investigações da PF.

De acordo com a PF, o esquema criminoso causou um prejuízo ao patrimônio público estimado em R$ 94 milhões.

Os mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nas cidades de São Paulo, Praia Grande e São Vicente, no estado de São Paulo, além do Rio de Janeiro, em residências de investigados e endereços dos Correios.

Também foram expedidos mandados de afastamento de funcionários dos Correios de suas funções e medidas cautelares que determinam aos investigados restrições ao direito de ir e vir, bem como o compromisso de comparecimento a todos os atos do inquérito policial e de eventual processo criminal.

Fonte: Da Internet

FORAM MAIS DE 105 Kg DE MACONHA E COCAÍNA ENCONTRADO  NO LOCAL, PELA  OPERAÇÃO POLÍGONO QUE CUMPRIU MANDADOS DE BUSCA E APREENSÃO EM TRÊS BAIRROS DA CIDADE

   

Mais de 100 quilos de maconha prensada e cinco quilos de cocaína em pó foram apreendidos na manhã desta quinta-feira (16) na Operação Polígono, em Campina Grande. De acordo com a Polícia Civil, a droga é avaliada em R$ 300 mil.

Com muita cautela, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos bairros Novo Horizonte, Rocha Cavalcante e Conjunto Colinas do Sol. Na operação três suspeitos de tráfico e receptação foram presos em flagrante.

Ainda segundo a Polícia Civil, os entorpecentes apreendidos seriam provenientes do ‘Polígono da Maconha’, esquema criminoso no estado de Pernambuco.

De acordo com as informação um carro roubado em Pernambuco foi encontrado com os suspeitos. O veículo estava com placas clonadas.

 

Fonte: Da internet /redação

 

Estão sendo investigados crimes licitatórios, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro

Florianópolis/SC – A Polícia Federal, em conjunto com a CGU, deflagrou nesta quarta-feira, 17/6, a Operação Torre de Marfim II, que investiga desvios de recursos públicos mediante utilização da UFSC e de suas fundações de apoio, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão em dois locais distintos. A ação é um desdobramento da Operação Torre de Marfim, deflagrada em 07/12/2017.

Com base no resultado das buscas realizadas na primeira fase da operação e nos dados obtidos a partir da decretação de quebra de sigilos bancário e fiscal dos investigados, foi possível identificar fortes indícios de pagamento de propina da ordem de R$ 2,4 milhões para ex-funcionário do Ministério da Saúde, com o objetivo de que direcionasse verbas federais para a UFSC, no montante de R$ 40 milhões, para o projeto E-SUS ATENÇÃO BÁSICA, que visava desenvolver ferramenta de informática para gestão de dados da atenção básica no sistema SUS.

No âmbito da UFSC, parte do projeto foi destinado à Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária - FAPEU, que, por sua vez, contratou, sem processo licitatório, pelo montante de R$ 20 milhões, empresa de um ex-funcionário da UFSC. Este teria sido o responsável por fazer o pagamento da propina ao então funcionário do Ministério da Saúde, por intermédio de empresa de fachada que teria sido criada única e exclusivamente para mascarar o pagamento da vantagem indevida.

A prisão preventiva do ex-funcionário do Ministério da Saúde foi decretada, com base em indícios de que teria deixado o país após ter conhecimento da deflagração da primeira fase da operação, resultando na expedição de alerta internacional (alerta vermelho) junto à INTERPOL, para sua captura e posterior extradição. A Justiça Federal também determinou o sequestro de bem imóvel do investigado, com indícios de ocultação em nome de terceiro, bem como o sequestro de aplicações financeiras no montante de R$ 732.456,00.

Em relação ao empresário, foram determinadas várias medidas cautelares diversas da prisão, previstas nos artigos 319 e 320 do Código de Processo Penal, incluída a proibição de deixar o país e o pagamento de fiança no montante de R$ 500 mil. O investigado também teve um veículo de luxo sequestrado e 20 bens imóveis arrestados pelo Juízo, totalizando uma constrição patrimonial no montante de R$ 20.033.603,00, que servirá de garantia para ressarcimento ao erário em caso de futura condenação.

Os dois investigados foram indiciados pela prática de crimes licitatórios  (artigos 89 e 90 da Lei nº 8.666/93), de corrupção ativa (artigo 333 do Código Penal), de corrupção passiva (artigo 317 do Código Penal), de peculato (artigo 312 do Código Penal) e de lavagem de dinheiro (artigo 1º, caput, da Lei nº 9.613/98).

 

Comunicação Social da Polícia Federal /www.pf.gov.br

 

A policia investiga envolvimento do ex-jogador em outros furtos a caixas eletrônicos em São Paulo e Minas Gerais, piá foi preso neste  sábado em Cordeiropolis no interior  de São Paulo.

 

O ex-atleta Piá foi preso em flagrante por furto de envelopes de depósitos em caixas eletrônicos. A Polícia Civil investiga o envolvimento do jogador em pelo menos outros oito furtos a agências bancárias nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

Piá vinha sendo monitorado pelo sistema de câmeras da cidade há alguns dias, quando houve a suspeita sobre o mesmo. Durante uma ação da Guarda Municipal com a Polícia Civil, ele e outro homem foram presos em flagrante com um dispositivo usado pra retirar envelopes de dinheiro de caixas eletrônicos, R$ 140 em dinheiro e um cheque no valor de R$ 8,3 mil.

 De acordo com o boletim registrado de ocorrência da Polícia Civil, o ex-jogador já era investigado pela polícia por fazer parte de uma organização criminosa de furtos qualificados a agências bancárias. O grupo sempre age do mesmo modo, usando um artefato artesanal que "pesca" os envelopes de depósitos bancários dentro dos caixas eletrônicos.

Ainda conforme a polícia, o grupo é suspeito de envolvimento em pelo menos oito furtos ou tentativas de ação em agências de Santa Gertrudes (SP), Valinhos (SP), Vinhedo (SP), Nova Odessa (SP), Campinas (SP) e Pouso Alegre (MG)

Eles foram flagrados pelos sistemas de monitoramento e vigilância das agências bancárias, inclusive com o mesmo veículo apreendido neste sábado, onde estavam os dois suspeitos. Os dois já tinham sido autuados em flagrante pelo mesmo crime em 2015, na cidade de Bauru (SP), ainda de acordo com a polícia.

A dupla foram presos em flagrante e podem responder por furto qualificado. Depois de prestarem depoimento na delegacia de Cordeirópolis, eles foram transferidos para Limeira (SP), onde passaram a noite em uma unidade prisional. 

Histórico

Foi à quarta vez que Piá foi preso pelo mesmo tipo de crime. As outras aconteceram entre 2014 e 2015. Na última, ele chegou a ficar oito meses na cadeia. Piá também já tinha passagens por porte de drogas e armas, além de falta de pagamento de pensão.

A primeira vez que Piá teve o nome envolvido em caso policial foi em julho de 1999, quando ele, então atleta da Ponte Preta, foi indiciado como coautor do assassinato de um mecânico, em uma lanchonete de Limeira. A acusação era que Piá foi o responsável por dar a ordem para um primo pegar o revólver em seu carro e atirar na vítima. Ele foi absolvido.

Piá parou de jogar em 2011, pelo Aparecidense-GO. O auge da carreira foi entre 1999 e 2003, quando fez parte dos times da Ponte que atingiram as semifinais do Paulistão e também da Copa do Brasil, além das quartas do Brasileirão.

Já as passagens por Corinthians e Santos foram bem mais discretas. Pelo Timão, atuou apenas sete jogos durante o Brasileirão de 2004 antes de ser liberado pelo clube.

No Peixe, foi comprado ainda no início da carreira, em 1996, mas nunca se firmou e acabou repassado a outros times até ser comprado pela Macaca, em 2000. Durante o período no Santos, aliás, Piá conta que o Rei Pelé foi até o seu apartamento para cobrá-lo pelo comportamento pouco profissional fora de campo.

Além de Macaca, Corinthians e Santos, ele defendeu, entre outros clubes, Portuguesa, Santa Cruz, Coritiba, Inter de Limeira, Bragantino, São Raimundo, Rio Preto e Independente de Limeira, entre outros. Foram 26 clubes ao todo durante a carreira. Como treinador, dirigiu Independente, Novoperário, Batatais e Paraíba do Sul-RJ mais recentemente.

Fonte:  Da  Internet

As investigações da 166ª DP apontam ainda que o grupo acusado da morte de Fabio foi o mesmo que gravou um vídeo em uma casa também na Sapinhatuba I

Identificado pela Polícia Civil como o homem que aparece em um vídeo segurando a cabeça de um traficante rival em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio, José Ewerton Hora da Silva, de 20 anos, foi encontrado morto na madrugada do último dia 19. A suspeita da polícia é de que o jovem, investigado por fazer parte do tráfico de drogas no município, tenha sido assassinado. O corpo foi encontrado com marcas de tiros por policiais militares no bairro Belém, em Angra.

No dia 10 do mês passado, a 166ª DP (Angra dos Reis) concluiu o inquérito que apurou a morte do traficante Fabio Souza da Silva, que teve a cabeça exibida em vídeo que circulou nas redes sociais no ano passado. José Ewerton e outros nove suspeitos de fazerem parte do tráfico em Angra foram indiciados pelo assassinato e tiveram as prisões pedidas à Justiça. Segundo as investigações, o criminoso foi morto em meio à uma guerra entre facções criminosas rivais na comunidade conhecida como Sapinhatuba I.

José Ewerton é o único que aparece no vídeo, exibindo a cabeça do rival. No entanto, a polícia concluiu que ele estava acompanhado de outros nove comparsas que também foram indiciados, como Júnior Gertrudes de Oliveira, conhecido como Juninho corta cabeça e Calebe de Souza Gonçalves.

As investigações da 166ª DP apontam ainda que o grupo acusado da morte de Fabio foi o mesmo que gravou um vídeo em uma casa também na Sapinhatuba I. Na filmagem, eles exibem armas e bebidas alcóolicas. Todos foram indiciados pela Polícia Civil por associação para o tráfico. Eles também foram denunciados pelo Ministério Público estadual e tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça.

Alguns integrantes do grupo já foram presos, como Bernardo Gomes da Silva, capturado pela PM no último dia 20. Três deles ainda continuam foragidos. São eles Juninho corta cabeça, Marcelo Frederico Ferreira Reis e Rafaela Rodrigues da Silva. O Disque-Denúncia oferece recompensa de R$ 1 mil por informações sobre o paradeiro de cada um deles. A 166ª DP também é responsável pelo inquérito que apura a morte de José Ewerton.

A delegacia também tem outros inquéritos abertos para apurar vídeos feitos por traficantes de Angra. As investigações são abertas para identificar os criminosos que aparecem nas gravações e ajudam a comprovar a participação deles no tráfico do município.

Fonte: Da  Internet

 

 

 

Adriana pediu para passar do regime fechado para o semiberto a ser cumprido em prisão domiciliar, em consequencia da pandemia causada pelo novo coronavírus

 

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Reynaldo Soares da Fonseca negou pedido de prisão domiciliar feito por Adriana Ferreira Almeida, conhecida como Viúva da Mega-Sena. Na solicitação, os advogados argumentaram a necessidade de Adriana deixar a cadeia diante da pandemia causada pelo novo coronavírus.

A defesa alegou que o Conselho Nacional de Justiça, na Recomendação 62/2020, recomenda que haja mudança de regime prisional antecipado no caso de superlotação carcerária. Adriana pediu para passar do regime fechado para o semiberto a ser cumprido em prisão domiciliar.

O ministro Reynaldo Soares, no entanto, alegou que a defesa de Adriana recorreu direto ao STJ, quando deveria primeiro ter feito o pedido na Vara de Execução Penal do Rio. A viúva da Mega Sena foi condenada a 20 anos de prisão por ter encomendado, em 2007, a morte do marido na cidade de Rio Bonito, na Região Metropolitana do Rio. O crime teria sido motivado por herança, pois a vítima havia ganhado R$ 52 milhões na Mega-Sena em 2005.

Adriana está presa desde junho de 2018. Ela foi capturada por policiais da Delegacia Especializada em Armas Munições e Explosivos (Desarme) em Tanguá, numa residência que era usada por ela como escondeirijo.

Fonte: da Internet

 O entorpecente estava escondido dentro de um barraco de taipa localizado em uma área de pesca na Praia de Ponta de Matos, em Cabedelo
 

A Polícia Militar apreendeu, nesse domingo (29), uma carga com mais de 65 quilos de maconha que seria distribuída esta semana, nas cidades de Cabedelo e João Pessoa. O entorpecente estava escondido dentro de um barraco de taipa, localizado em uma área de pesca, na praia de Ponta de Matos, em Cabedelo.

A apreensão foi resultado de um trabalho conjunto entre a Força Tática do 5º Batalhão e a Força Tática da 6ª Companhia Independente da PM, que receberam informações de que o local estava sendo usado para armazenar a droga, até que fosse distribuída para os pontos de venda, ao longo da semana.

Ninguém foi encontrado até agora, mas já há suspeita do grupo que estaria ligado ao esquema do tráfico desarticulado com a apreensão do material.Toda a droga foi encaminhada para a Central de Flagrantes, em João Pessoa

Toda a droga foi encaminhada para a Central de Flagrantes, em João Pessoa.

Fonte: Internent c/assessoria 

A acusada, de 22 anos de idade, estava em via pública, quando foi flagrada pelos policiais da Força Tática da 4ª Companhia Independente, que efetuaram a prisão

A Polícia Militar prendeu, na manhã da última terça-feira, uma mulher acusado do crime de tráfico de drogas, que estava no bairro de Mario Andreazza, no município de Bayeux. Ela tinha um mandado de prisão em aberto, e já cumpria outras penas, usando tornozeleira eletrônica (foto acima ilustrativa).

A acusada, de 22 anos de idade, tinha um mandado de prisão expedida pela 1ª Vara Mista da Comarca de Bayeux pelo crime de tráfico de drogas, e estava em via pública, usando tornozeleira eletrônica. A acusada foi flagrada pelos policiais da Força Tática da 4ª Companhia Independente, que fizeram a prisão.

Ela foi encaminhada para a 5ª Delegacia Distrital para os procedimentos cabíveis. 

Fonte: Da Internet

Cabedelo/PB: A ação cumpriu um mandado de busca e apreensão na residência do alvo da operação, que foi batizada Pecúnia, que é sinônimo de dinheiro ou moeda.

 

A Polícia Federal na Paraíba deflagrou, na manhã desta quarta-feira (18), a Operação Pecúnia, com objetivo de combater associação criminosa dedicada ao comércio de notas falsas no Estado da Paraíba. Foi cumprido um mandado de busca e apreensão na residência do  investigado, na cidade de Cabedelo.

 

A ordem foi expedida pela 16ª Vara Federal de João Pessoa.
A Polícia Federal realiza o cumprimento de busca e apreensão na residência de uma das pessoas apontadas como negociador das moedas falsas no Estado da Paraíba.
A operação contou com a participação de 15 Policiais Federais
Entenda o caso
A investigação iniciou-se no meio do ano de 2019, a partir de denúncia anônima
apresentada à Polícia Federal, no sentido de que determinadas pessoas estariam
realizando a comercialização de cédulas falsas em grupos do aplicativo WhatsApp, e
também pelas redes sociais.
Com o aprofundamento da investigação, uma pessoa foi presa em flagrante delito na
data de 31/10/2019, quando recebia encomenda contendo mais de dois mil reais em
moeda falsa, postada no Município de Mesquita/RJ, com destino à Campina
Grande/PB.
Crimes Investigados
O investigado responderá pelos crimes de moeda falsa e associação criminosa, cujas
penas, somadas, podem superar 13 anos de reclusão.
Nome da Operação
                                                                                                                                          Operação, PECÚNIA, que se trata de sinônimo de dinheiro ou moeda.                            Segundo informação n
ão será concedida entrevista coletiva por parte da PF.
 
Fonte: Da Internet

 A operação visa a cumprir 15 mandados nas cidades de Arapiraca (AL), Barreiras (BA), Goiânia e Aparecida de Goiânia (GO), Castelo (ES), Sinop (MT), Erechim (RS), São Paulo, Guarulhos e Mogi das Cruz (SP).

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta feira (18) uma operação para desarticular uma quadrilha especializada no roubo e na comercialização de partes e peças de veículos. A operação visa a cumprir 15 mandados de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara de Organizações Criminosas e Lavagem de Dinheiro, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. A Operação Verus Dominus ocorre nas cidades de Arapiraca (AL), Barreiras (BA), Goiânia e Aparecida de Goiânia (GO), Castelo (ES), Sinop (MT), Erechim (RS), São Paulo, Guarulhos e Mogi das Cruz (SP).

Segundo a Polícia Federal, a partir da investigação descobriu-se que diversas partes de veículos estavam sendo encaminhadas a outros estados com a utilização de notas fiscais falsas. Os valores dessas notas fiscais podem ser de mais de R$ 400 milhões. 

“O esquema é conhecido como de ‘empresas noteiras’, que existem só no papel e são utilizadas de maneira criminosa para emitir documentos fiscais, com o objetivo de registrar a saída de mercadorias. Esse esquema é muito utilizado para acobertar cargas roubadas, como as que foram identificadas durante a investigação”.

As ações estão sendo concentradas em pessoas físicas e jurídicas, especialmente em galpões que podem estar sendo utilizados pela quadrilha para guarda e adulteração de veículos. “Nesses locais, caso sejam encontradas partes de veículos em situação irregular, há a possibilidade de realização de prisões em flagrante por receptação, formação de quadrilha e adulteração de sinais de veículos automotores”.

 

Fonte: Da Internet/EBC

 

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