Mundo (100)

Anna Carolina Jatobá, condenada pela morte da enteada Isabela Nardoni, também foi beneficiada com a saída temporária.

Suzane von Richthofen deixou a penitenciária feminina de Tremembé (SP) nesta quinta-feira para o benefício da saída temporária do Dia das Mães. Em 2002, ela foi condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, atuando junto com o então namorado, Daniel Cravinhos, e o irmão mais velho deste, Cristian.

A saída é um benefício concedido até cinco vezes ao ano a detentos do regime semiaberto que possuem bom comportamento e podem ficar sem vigilância, no período limitado a até sete dias, mediante o registro de um endereço fixo de permanência fora do presídio. Suzane já era esperada pelo noivo e seguiu com ele para Angatuba, na região de Sorocaba, onde o empresário mora.

A lei não proíbe que criminosos condenados pelo assassinato dos pais tenham direito ao benefício nas datas comemorativas dos dias dos pais e das mães.

Outra detenta famosa, Anna Carolina Jatobá, condenada a 26 anos e oito meses de cadeia pela morte da enteada Isabela Nardoni, também foi beneficiada com a saída temporária correspondente ao dia em que se prestam homenagens às mães. Ela saiu do presídio um pouco antes da colega de prisão. Seu destino de Anna Jatobá não foi informado.

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), as duas devem se apresentar de volta à Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé,até as 17 horas de terça-feira, dia 15. A presa cumpre pena desde 2006 e, há três anos, está em regime semiaberto. A Defensoria Pública de Taubaté entrou com pedido de progressão para o regime aberto, no qual o detento fica em liberdade. 

 

Fonte: Veja.abril

“O Dia das Mães como é celebrado teve origem nos EUA, graças a uma mulher chamada Ann Reeves Jarvis, que organizava grupos de mulheres que trabalhavam para melhorar as condições sanitárias da época. Antes de se tornar um dia para dar presentes, ramos de flores e cartões, essa data era reservada para que as mulheres chorassem os soldados caídos e lutassem pela paz”.

 

É comum, no mundo contemporâneo, a comemoração do Dia das Mães no segundo domingo de maio. Essa data já se tornou sinônimo de afeto, carinho, consideração pelas genitoras e/ou por quem as representa. A despeito do viés mercadológico, o Dia das Mães é uma data de singular importância para o mundo ocidental, sobretudo, por reforçar os vínculos familiares.

Porém, falar de Mãe é falar de identidade, simbiose, reciprocidade, cumplicidade… Nossas histórias estão sempre entrelaçadas às delas, o que nos permite nos reconhecer em sua voz, no jeito de andar, na cor dos olhos ou na simples receita, exclusiva, do bolo de fubá… É a nossa memória mais recente.

Ainda vivemos uma idealização feroz da maternidade e, ao mesmo tempo, uma desconstrução de alguns paradigmas. No entanto, o desafio é saber a medida certa, afinal de contas, existe um mundo lá fora “além da mãe”, e a criança precisa continuar o processo de “ruptura do cordão umbilical” para se tornar, aos poucos, um indivíduo independente.

E é pensando nessa medida que debruço o meu olhar para o verdadeiro valor da palavra Mãe, aquela que, na simbiose, ama incondicionalmente, mas que, ao mesmo tempo, na reciprocidade, consegue acompanhar os passos proporcionalmente autônomos de seus filhos, encorajando-os a fazer por si o que já são capazes. Na cumplicidade, aquela que, junto ao seu filho, enxerga o exato momento que ele amarra seu tênis sozinho, pela primeira vez, vibrando junto por tamanha conquista… Mãe que se faz presente pelo olho no olho, pela escuta com atenção e dedicação de seu tempo, muitas vezes, além da marcação do relógio… Mãe que, em tempos de poucas pausas, como menciona Manoel de Barros, “re-para” e aprende…

 

“A mãe reparou que o menino
gostava mais do vazio
do que do cheio.
Falava que os vazios são maiores
e até infinitos…”

Manuel de Barros

 

Escrito por Thaís Ramos Nucci Zanetti
 

 

"Um dos que exaltam o tópico da recuperação ambiental é Vicente Lobo, que meses atrás foi responsável pela desastrada tentativa do governo de entregar à iniciativa privada área de mineração pertencente à Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), onde a atividade está proibida há décadas. Criada em 24 de fevereiro de 1984 (Decreto nº 89.404), pelo então presidente João Baptista de Oliveira Figueiredo, a Renca é rica em cobre, ouro, titânio e fosfato".

Na política brasileira não há inocentes, assim como inexistem coincidências. Afinal, os escândalos de corrupção que têm chacoalhado o País não deixam dúvidas a respeito do assunto.

É difícil afirmar que o presidente da República, Michel Temer (MDB), tem vocação para brincar com fogo, mas se o emedebista quiser chegar ao final do mandato, o melhor a fazer é repensar algumas decisões que estão a caminho.

Sabem os leitores que há anos este portal vem alertando para episódios nada republicano na área de mineração, mas ao que parece os palacianos estão dispostos a ver o governo indo pelos ares. Como se a atual gestão tivesse ingressado naquele período em que tudo é permitido (sic) para justificar a valsa do adeus.

Na terça-feira (25), o Ministério de Minas e Energia (MME) enviou ao Palácio do Planalto proposta para alteração do Código de Mineração, conjunto de regras que baliza um negócio bilionário e com pouco privilegiados. Na verdade, o MME enviou ao governo um projeto em forma de decreto presidencial, um absurdo em termos de governança.

Em 2017, o governo editou três Medidas Provisórias destinadas à regulamentação do setor de mineração, mas conseguiu aprovar apenas uma, a que transforma o Departamento Nacional de Produção Mineral na Agência Nacional de Mineração, entidade reguladora que, como já noticiamos, corre o risco de começar errado.

Beira o absurdo um governo que tenta definir as regras de setor importante com a edição de Medidas Provisórias. O tema deveria ter sido debatido à exaustão no Congresso Nacional em comissão especial, a exemplo do que ocorreu com outros códigos (Penal, Civil e Comercial), com a participação de especialistas.

Como afirmou este noticioso em matérias anteriores, a mineração brasileira está a um passo de ser transferida à iniciativa privada, sem que a União receba de fato aquilo que tem direito. Ademais, essa transferência criminosa compromete a soberania nacional. E nos subterrâneos dessa operação escusa de entrega de áreas de mineração estão operadores de negócios suspeitos.

Faltam inocentes

Então presidente da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia e responsável pelo Serviço Geológico do Brasil, Eduardo Jorge Ledsham deixou o cargo em outubro de 2017, surpreendendo integrantes do governo e do setor de mineração.

Após ficar pouco mais de um ano no comando da CPRM, Ledsham assumiu a presidência da Bahia Mineração, adquirida por empresários chineses por montante que ultrapassa US$ 2,5 bilhões. O executivo sequer precisou se submeter à quarentena imposta a ocupantes e cargos públicos. E a Comissão de Ética da Presidência não se incomodou com o fato, que mostra ter algo estranho no setor

 
 

Em fevereiro de 2017, representantes do Ministério de Minas e Energia, do Departamento Nacional de Produção Mineral e da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais viajaram a Londres para participar de feira do setor. Para a capital inglesa o grupo levou um banco de dados com informações preciosas sobre pelo menos 22 mil áreas de mineração no País, prontas para serem ofertadas aos interessados. Entre os que viajaram a Londres estava Eduardo Ledsham, ex-Vale e à época manda-chuva da CPRM.

Ledsham migrou para o comando da Bahia Mineração levando na bagagem informações sobre o setor minerário brasileiro que valem alguns bilhões de dólares. Mas Eduardo Ledsham deixou no Ministério de Minas e Energia um dos seus homens de confiança. Trata-se de Vicente Lobo, ex-executivo da Vale Fertilizantes e atualmente responsável pela Secretaria de Geologia da pasta.

Lobo em pele de cordeiro

O texto da proposta de alterações ao Código de Mineração foi elaborado com a participação de integrantes do setor de mineração. De acordo com o MME, foram colhidas contribuições do segmento após audiência pública realizada em março passado. Na verdade, não houve audiência pública, mas uma reunião de pouco mais de duas horas, do tipo “cartas marcadas”, em que os interessados em participar precisavam informa o nome com antecedência.

Segundo o MME, entre as alterações propostas está a previsão da responsabilidade do minerador de recuperar as áreas ambientalmente degradadas e a obrigatoriedade de executar, de forma adequada, o plano de fechamento de mina, operação que passa a integrar o conceito de “atividade minerária”.

Um dos que exaltam o tópico da recuperação ambiental é Vicente Lobo, que meses atrás foi responsável pela desastrada tentativa do governo de entregar à iniciativa privada área de mineração pertencente à Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), onde a atividade está proibida há décadas. Criada em 24 de fevereiro de 1984 (Decreto nº 89.404), pelo então presidente João Baptista de Oliveira Figueiredo, a Renca é rica em cobre, ouro, titânio e fosfato.

Diante da pressão da opinião pública e de organismos nacionais e internacionais ligados ao meio ambiente, o presidente Michel Temer revogou o decreto que previa a extinção da Renca, localizada entre os estados do Amapá e do Pará. Na realidade, o presidente editou novo decreto restabelecendo a reserva. No texto, o governo defendeu que “o debate em torno do assunto deve ser retomado em outra oportunidade mais à frente e deve ser ampliado para um número maior de pessoas, da forma mais democrática possível”.

Causa estranheza o fato de aguem que não apenas defendeu a extinção da Renca, mas atuou intensamente para que isso fosse viabilizado, agora ressurja em cena com a carapuça do defensor do meio ambiente. Vicente Lobo pode até ter boas intenções, mas nos domínios de lúcifer essa mercadoria abunda. Aliás, com o decreto presidencial que restabeleceu a Renca as áreas que foram entregues à iniciativa a toque de caixa deveriam ser imediatamente incorporadas à União, mas até hoje isso não aconteceu. Que ninguém afirme o contrário, pois o UCHO.INFO tem provas dessa operação de lesa-pátria.

Literalmente, o presidente da República não tem noção do perigo e parece acreditar ser reedição tropical e mambembe de Indiana Jones. O novo Código de Mineração, que contempla apenas e tão somente os interesses nada patrióticos dos empresários do setor e de alguns delinquentes de plantão que gravitam na esfera do poder, é o mais novo escândalo do governo do MDB e tem ingredientes de sobra para ser muito maior do que o imbróglio do Decreto dos Portos, que levou alguns marginais à cadeia.

O assunto é seríssimo e merece ser investigado pelas autoridades, em especial pelo Ministério Público Federal, pois em jogo está a riqueza mineral brasileira e a soberania do País. Vale ressaltar que se por um lado o Ministério de Minas e Energia está sob a batuta de Moreira Franco, por outro o Código de Mineração será sacramentado pela Casa Civil, que tem à proa ninguém menos que Eliseu Padilha. E os respectivos currículos de Moreira Franco e Padilha dispensam maiores apresentações. Não obstante, o governo tenta emplacar Victor Hugo Froner Bicca na direção da Agência Nacional de Mineração.

Talvez seja o caso de, concomitantemente, criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar o assunto. É verdade que CPIs sempre terminam em acordos espúrios, mas uma investigação desse naipe pode dar tempo às autoridades, obrigando os envolvidos no esquema a adiarem o golpe ou desistirem do negócio criminoso.

Fonte: ucho.info

INVASÃO DE VENEZUELANOS TROUXE ATÉ DOENÇAS JÁ ERRADICADAS

 

A governadora de Roraima, Suely Campos (PP), anunciou que ingressou nesta sexta feira (13) com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que a União seja obrigada a fechar, temporariamente, a fronteira com a Venezuela.

Em nota divulgada pelas redes sociais, a governadora justifica a ação afirmando que “para resolver os impactos da migração e proteger o povo de Roraima é preciso que a fronteira seja fechada temporariamente”.

“O desequilíbrio social e econômico que essa forte migração está causando em nosso estado não foi previsto em nenhum tratado internacional”, argumenta Suely Campos, defendendo que a “excepcionalidade” da situação exige “atitudes mais rígidas”.

“A responsabilidade sobre a guarda das fronteiras é do governo federal. Tenho insistido que sejam adotadas ações concretas, mas o que está sendo feito até aqui não atende aos anseios do que o estado precisa”, acrescentou a governadora.

Refúgio

Dados divulgados pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) na última quarta-feira (11) revelam que os venezuelanos são maioria entre os estrangeiros que pedem refúgio ao Brasil. Dos mais de 86 mil pedidos de reconhecimento de refúgio em análise, um terço, ou seja, cerca de 28 mil solicitações são de venezuelanos.

Para o Ministério da Justiça, o crescimento de pedidos de refúgio por parte dos venezuelanos deve-se à crise política e econômica no país vizinho e ao fato de o governo brasileiro ainda não ter definido o tratamento a ser dispensado às pessoas que cruzam a fronteira fugindo da instabilidade. “A questão da Venezuela é muito recente ainda. Há questões que estão sendo analisadas. O Conare ainda não decidiu o caso porque estão tramitando pedidos no comitê", informou o secretário Nacional de Justiça, Luiz Pontel de Souza, durante a apresentação dos dados do Conare.

Na semana passada, o governo federal iniciou o processo de distribuição de imigrantes venezuelanos concentrados em Roraima por outras unidades da federação. O chamado processo de interiorização foi uma estratégia adotada para proporcionar melhores condições aos imigrantes venezuelanos que querem viver e trabalhar no Brasil. Com esse objetivo, o governo federal, com apoio técnico do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) e da Organização Internacional de Migração (OIM), ligadas à ONU, buscou vagas em abrigos de prefeituras, governos estaduais e na sociedade civil para receber os imigrantes.

Os imigrantes que aderiram, de forma voluntária, ao chamado processo de interiorização, aceitaram deixar Roraima para buscar oportunidades em outras localidades. Antes do deslocamento, todos foram imunizados em relação a doenças como o sarampo, a caxumba, rubéola, febre amarela, difteria, o tétano e a coqueluche.

Na nota divulgada hoje (13), a governadora Suely Campos disse que, desde 26 de fevereiro, quando começou a funcionar no estado o Comitê Federal de Gestão Integrada, cerca de 20 mil venezuelanos ingressaram no Brasil por Roraima. “O fluxo migratório continua intenso e o controle pouco mudou. Roraima não tem mais capacidade de absorver tantos estrangeiros. É desproporcional o quantitativo que chega, comparado com o nosso número de habitantes e com as ações do governo federal. [Com isso] São gerados problemas graves na segurança, com aumento da criminalidade, do tráfico de drogas e de armas”, disse a governadora, apontando ainda impactos negativos para a rede pública de saúde. “O atendimento aos venezuelanos nos nossos hospitais aumentou mais de 3 mil por cento. Estamos vivendo uma epidemia de sarampo, doença que estava erradicada no Brasil. A fronteira precisa ser fechada até que esses problemas sejam contornados.”

Conectas

Para Camila Assano, coordenadora de programa da Conectas, ONG que acompanha a situação dos venezuelanos em Roraima, o pedido de fechamento de fronteiras é um “disparate”. “É uma iniciativa que vai na contramão dos que se empenham para encontrar uma solução satisfatória para o fluxo migratório. Não leva em consideração nem mesmo a dimensão geográfica da fronteira com a Venezuela, que é seca e extensa. Além disso, é uma medida que, se implementada, seria desumana, pois aumentaria o sofrimento humano e estimularia o ingresso informal, já que, hoje, os venezuelanos que buscam auxílio procuram o posto da PF na fronteira, permitindo ao Poder Público ter controle sobre a situação”, disse Camila.

 

 

Fonte: Diariodopoder

A ex-presidente da Coreia do Sul Park Geun-hye foi condenada nesta sexta-feira, 6, a 24 anos de prisão por envolvimento no caso de corrupção da "Rasputina", que culminou com sua cassação em janeiro de 2017.

 

O escândalo descoberto em 2016 envolve acusações de tráfico de influência por parte de uma confidente da líder do país, com rumores do envolvimento de uma seita religiosa e de um grupo secreto chamado "conselho das oito fadas".

Choi Soon-Sil, amiga de Park há 40 anos e chamada de “Rasputina”, a aconselhava nos assuntos de Estado sem exercer nenhuma função oficial ou ter habilitação para isso, além de usar sua proximidade com o poder para obter vantagens pessoais.

A sentença de um tribunal de Seul, que foi transmitida ao vivo pela TV, considera comprovada que a ex-presidente conservadora e sua amiga criaram um esquema para extorquir dinheiro de grandes empresas, como Samsung, Hyundai e Lotte.

Park, de 66 anos, foi considerada culpada por 16 das 18 acusações de abuso de poder, suborno e coerção e ainda foi multada em US$ 17 milhões. A defesa da ex-presidente deve apelar da sentença.

A ex-presidente nega todas as acusações e afirma que Choi traiu sua confiança.

 

Fonte: Diariodopoder

O destaque foi para a prisão iminente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
 
Os principais jornais ao redor do mundo estão repercutindo a derrota na Suprema Corte que deixou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mais perto da prisão da Lava-Jato. Os veículos chamam atenção para o possível encarceramento do petista após a rejeição do habeas corpus preventivo no qual ele pedia para exaurir recursos a todas as instâncias em liberdade.
 
Partidos reagem à decisão do STF sobre habeas corpus de Lula
O norte-americano "The New York Times" lançou ao ar em seu portal a manchete: "Ex-presidente brasileiro, 'Lula', pode ser preso, decide Corte". O tradicional jornal afirmou que o julgamento do habeas de Lula "forçou os juízes a enfrentar uma questão com implicações de longo alcance para muitas outras figuras poderosas enredadas na investigação de corrupção em grande escala conhecida como Lava Jato, incluindo o atual presidente, Michel Temer: Em que ponto do processo de apelação pode o réu ser preso?"

O jornal ressaltou que a Corte deu "sua resposta" à questão: decidiu manter o status quo, "em que condenados podem ser encarcerados após decisões de segunda instância". "Com a decisão nas mãos, é esperado de Sérgio Moro, o juiz federal que conduziu as investigações contra Lula, que expeça um mandado de prisão contra o ex-presidente em questão de dias".
 
Já o "El País", da Espanha, afirmou que, apesar de o Brasil ser o "reino do imprevisível, dos meandros burocráticos, das reviravoltas de última hora, tudo indica que Lula está a ponto de ser tornar um presidiário nos próximos dias".
 
O veículo destaca que a prisão do ex-presidente terá "enormes consequências políticas" levando em consideração que Lula "encabeçava as preferências de voto para as eleições presidenciais de outubro".
 
A BBC de Londres também chamou atenção para a proximidade de uma eventual prisão de Lula e sobre os impactos que ela terá nas eleições desde ano. Sobre o julgamento, a emissora ressaltou a "maratona" do Supremo que terminou na madrugada desta quinta-feira, 5.
 
A emissora também relembrou aos britânicos sobre do que se trata a Operação Lava Jato. "A investigação, nomeada Operação Lava Jato, revelou uma enorme teia de corrupção envolvendo políticos da alta cúpula em um amplo espectro de partidos pegando propinas".
 
 

 

 

A voz dizia que "só iria para o ceú se sacrificasse sua visão"

Uma jovem de 20 anos identificada como Kaylle Mothart teve um surto psicótico e arrancou os próprios olhos após dizer está ouvido vozes que lhe diziam que "só iria para o ceú se sacrificasse sua visão".
 
A mãe da garota, Katy Tompson, falou no último dia (22) abertamente sobre o fato que aconteceu em 6 de fevereiro. Ela relatou em entrevista à Revista People, que a filha arrancou os olhos após ter consumido metanfetamina e revela que o histórico da filha com as drogas iniciou no ano passado quando alguém lhe deu maconha junto com à substância que a fez alucinar.
 
A jovem residente na Carolina do Sul com seus pais e irmãos e pouco dias antes do ocorrido ela contou para sua mãe que se sentia preparada para começar um tratamento em uma clínica de reabilitação.
 
O acidente e a vida na atualidade
 
Paroquianos da Capela do Sul e do Centro da Misericórdia contam que ouviram gritos, e que quando decidiram sair da igreja para ver o que estava acontecendo, encontraram a jovem com o globo ocular na mão.
 
De acordo com as testemunhas, ela agiu de forma agressiva e relutou para que as pessoas não a ajudassem, arrancando o outro olho antes que os paramédicos chegassem ao local.
 
Assim que a equipe médica conseguiu controlá-la, levaram-na para o hospital Greenville Memorial, onde permanece recebendo os cuidados clínicos necessários. Os médicos informaram que a jovem não contraiu nenhum tipo de infecção e que estimam fazer uma cirurgia para a implantação de próteses oculares em breve.
 
Katy afirma que a filha insiste para que os médicos coloquem olhos verdes claros, como eram os seus, e que diz estar animada para deixar o hospital e ajudar outros jovens que sofrem com a dependência química.
 
"Eu não sei como estou conseguindo passar por isso, acho que ela me deu força. É estranho dizer, mas depois do incidente com seus olhos, Kaylee está se recuperando e querendo transformar sua vida. Pode parecer uma coisa horrível, mas sou grata. Minha filha foi salva”, diz.  Atualmente, a família criou uma campanha intitulada GoFundMe , a fim de arrecadar dinheiro para comprar um cão guia para a jovem.
 
Fonte:Meionorte

peixe-gato tinha nada menos que 130 quilos e comprimento de 2,6 metros: o maior peixe já fisgado em água doce na Europa.

O homem responsável pelo feito foi o alemão Benjamin Gründer. Ele entrou para a História ao participar de uma pescaria turística no Rio Pó (Itália). Liderando o Team Cat Fish, empresa que promove turismo para amantes da pesca, ele acabou fosgando um peixe-gato de nada menos que 130 quilos e comprimento de 2,6 metros: o maior peixe já fisgado em água doce na Europa, conforme reportagem do "Sun". A luta para retirar o peixe-gato da água durou cerca de 45 minutos. 

O alemão  de 37 anos, no momento da pesca, pensou que fosse obstáculos no fundo do rio, como árvores. Mas ele se enganou: “Mas acabei percebendo que tinha um peixe de monstruosas proporções" declarou o recordista.

Depois de aproveitar o momento e tirar fotos com o paixe, ele foi devolvido ao rio.

O peixe. (Crédito: Divulgação/team-black-cat.com)
O peixe. (Crédito: Divulgação/team-black-cat.com)
 

              Fonte: Victor Melo/Meionorte

Uma nova droga tem dado o que falar na Europa e gerado preocupação para as autoridades do Velho Continente. O Krokodil, classificado como o entorpecente mais perigoso do mundo, pode ser sintetizado facilmente e se tornou popular entre os usuários de substâncias alucinógenas devido ao seu baixo preço, sendo apelidado de “a heroína dos pobres”. A maioria dos usuários do Krokodil morre um ano após a primeira utilizaçã

 

 

 

 

 

 

 

 

O nome “Krokodil” vem da reação da pele no local onde a substância é injetada, que torna-se esverdeada e rugosa, sendo comparada ao couro do crocodilo. A nova e poderosa droga é uma variação da desomorfina, sintetizada pela primeira vez nos anos 1930 por médicos nos Estados Unidos como uma alternativa à morfina. No entanto, sua utilização legal foi abandonada devido a seu forte potencial de vício.

No final dos anos 90, a substância passou a ser produzida de forma clandestina na Rússia, onde é considerada um narcótico ilegal. Devido à simplicidade de sua fórmula – uma mistura de iodo, heroína, gasolina, solvente, fósforo vermelho e codeína – sua produção aumentou e se expandiu pela Europa a partir de 2010, popular especialmente entre os usuários de heroína.

Alemanha, Bélgica, Holanda e Reino Unido já enfrentam o problema do Krokodil. A droga também já chegou à América do Norte. No México, onde substâncias sintéticas estariam substituindo os narcóticos tradicionais, como a maconha e a cocaína, já há registros do uso do Krokodil. Nos Estados Unidos, o novo entorpecente é conhecido como “droga dos zumbis”, devido aos efeitos físicos e psicológicos que provocam nos usuários.

Como o organismo é incapaz de eliminar a substância, que permanece no sangue, o Krokodil gera a decomposição da carne e dos músculos. Os órgãos e ossos são rapidamente atingidos de uma forma irreversível. Muitos usuários são obrigados a amputar membros onde injetaram a droga. De acordo com especialistas, a vida de um viciado em Krokodil não dura mais que três anos. A maioria deles morre um ano após o início do consumo desta droga.

 
 

Trabalho de prevenção na França

Na França ainda não há registros oficiais sobre a utilização do entorpecente, mas o trabalho de prevenção já começou, impulsionado especialmente por uma associação, a Prévention Krokodil. A iniciativa é do cinegrafista francês Romain Demongeot que, motivado por suas origens russas e experiências com drogas, resolveu lançar o alerta aos franceses sobre o perigo deste entorpecente.

“Fiz muitos anos de terapia porque, por muito tempo, fui usuário de drogas. Quando me deparei com o Krokodil, me dei conta que as pessoas que a utilizam estão desesperadas. Elas sabem que morrerão daqui a um ano, que seus cérebros e corações serão dissolvidos por essa substância mas, mesmo assim, continuam se picando”, disse, em entrevista à RFI.

O cineasta viajou ao Oblast de Kaliningrado, território russo entre a Polônia e a Lituânia, onde presenciou cenas que o inspiraram a criar o curta-metragem Krokodil Requiem. “O filme retrata os últimos cinco minutos da vida de um rapaz que injeta essa substância. Então, a mensagem que quero passar com meu filme é simples: desde que começamos a consumir essa droga, morremos.”

Segundo Demongeot, o principal perigo do Krokodil é seu alto poder de vício. “Os usuários de cocaína e heroína podem parar de consumi-las, o que não acontece com o Krokodil. Ele é altamente viciante, desde a primeira picada.” Por isso, reitera, essa droga “é um caminho sem volta”.

 

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Uma prima distante de Cruz, Kathie Blaine, contou à CNN que ele foi adotado por Lynda e pelo pai, que já havia morrido há alguns anos.

Logo após o massacre, Nikolas conseguiu fugir da cena do ataque no meio da multidão de alunos desesperados e, em seguida, visitou dois restaurantes de fast food, McDonald's e Subway, além de uma loja do Walmart. O ex-aluno da instituição Marjory Stoneman Douglas, atingida pela tragédia, foi preso mais de uma hora após o crime

 

 

sNikolas Cruz, responsável pela morte de 17 pessoas na escola Marjory Stoneman Douglas em Parkland, Flórida

 

O FBI, polícia federal dos EUA, já tinha sido alertado sobre Cruz, quando um usuário do Youtube denunciou um comentário do ano passado no site feito pelo jovem. Na publicação, ele dizia seria um "atirador de escola" profissional.

Um aluno contou à agência de notícias Reuters que Cruz era "louco por armas". Chad Williams, de 18 anos, disse que o atirador tinha costume de disparar o alarme de incêndio repentinamente antes de se expulso:

— Ele era meio abandonado. Não tinha muitos amigos — contou.

No dia do massacre, Nikolas pediu um carro do Uber e foi até a escola. O trajeto durou 13 minutos. O jovem, que fora expulso do colégio no ano passado, entrou no local com uma bolsa, onde estava o fuzil AR-15, e uma mochila, com munição. Ele começou a abrir fogo no primeiro andar.

Fonte: Extra.globo

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JR Esquadrias