Mundo (69)

INVASÃO DE VENEZUELANOS TROUXE ATÉ DOENÇAS JÁ ERRADICADAS

 

A governadora de Roraima, Suely Campos (PP), anunciou que ingressou nesta sexta feira (13) com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que a União seja obrigada a fechar, temporariamente, a fronteira com a Venezuela.

Em nota divulgada pelas redes sociais, a governadora justifica a ação afirmando que “para resolver os impactos da migração e proteger o povo de Roraima é preciso que a fronteira seja fechada temporariamente”.

“O desequilíbrio social e econômico que essa forte migração está causando em nosso estado não foi previsto em nenhum tratado internacional”, argumenta Suely Campos, defendendo que a “excepcionalidade” da situação exige “atitudes mais rígidas”.

“A responsabilidade sobre a guarda das fronteiras é do governo federal. Tenho insistido que sejam adotadas ações concretas, mas o que está sendo feito até aqui não atende aos anseios do que o estado precisa”, acrescentou a governadora.

Refúgio

Dados divulgados pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) na última quarta-feira (11) revelam que os venezuelanos são maioria entre os estrangeiros que pedem refúgio ao Brasil. Dos mais de 86 mil pedidos de reconhecimento de refúgio em análise, um terço, ou seja, cerca de 28 mil solicitações são de venezuelanos.

Para o Ministério da Justiça, o crescimento de pedidos de refúgio por parte dos venezuelanos deve-se à crise política e econômica no país vizinho e ao fato de o governo brasileiro ainda não ter definido o tratamento a ser dispensado às pessoas que cruzam a fronteira fugindo da instabilidade. “A questão da Venezuela é muito recente ainda. Há questões que estão sendo analisadas. O Conare ainda não decidiu o caso porque estão tramitando pedidos no comitê", informou o secretário Nacional de Justiça, Luiz Pontel de Souza, durante a apresentação dos dados do Conare.

Na semana passada, o governo federal iniciou o processo de distribuição de imigrantes venezuelanos concentrados em Roraima por outras unidades da federação. O chamado processo de interiorização foi uma estratégia adotada para proporcionar melhores condições aos imigrantes venezuelanos que querem viver e trabalhar no Brasil. Com esse objetivo, o governo federal, com apoio técnico do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) e da Organização Internacional de Migração (OIM), ligadas à ONU, buscou vagas em abrigos de prefeituras, governos estaduais e na sociedade civil para receber os imigrantes.

Os imigrantes que aderiram, de forma voluntária, ao chamado processo de interiorização, aceitaram deixar Roraima para buscar oportunidades em outras localidades. Antes do deslocamento, todos foram imunizados em relação a doenças como o sarampo, a caxumba, rubéola, febre amarela, difteria, o tétano e a coqueluche.

Na nota divulgada hoje (13), a governadora Suely Campos disse que, desde 26 de fevereiro, quando começou a funcionar no estado o Comitê Federal de Gestão Integrada, cerca de 20 mil venezuelanos ingressaram no Brasil por Roraima. “O fluxo migratório continua intenso e o controle pouco mudou. Roraima não tem mais capacidade de absorver tantos estrangeiros. É desproporcional o quantitativo que chega, comparado com o nosso número de habitantes e com as ações do governo federal. [Com isso] São gerados problemas graves na segurança, com aumento da criminalidade, do tráfico de drogas e de armas”, disse a governadora, apontando ainda impactos negativos para a rede pública de saúde. “O atendimento aos venezuelanos nos nossos hospitais aumentou mais de 3 mil por cento. Estamos vivendo uma epidemia de sarampo, doença que estava erradicada no Brasil. A fronteira precisa ser fechada até que esses problemas sejam contornados.”

Conectas

Para Camila Assano, coordenadora de programa da Conectas, ONG que acompanha a situação dos venezuelanos em Roraima, o pedido de fechamento de fronteiras é um “disparate”. “É uma iniciativa que vai na contramão dos que se empenham para encontrar uma solução satisfatória para o fluxo migratório. Não leva em consideração nem mesmo a dimensão geográfica da fronteira com a Venezuela, que é seca e extensa. Além disso, é uma medida que, se implementada, seria desumana, pois aumentaria o sofrimento humano e estimularia o ingresso informal, já que, hoje, os venezuelanos que buscam auxílio procuram o posto da PF na fronteira, permitindo ao Poder Público ter controle sobre a situação”, disse Camila.

 

 

Fonte: Diariodopoder

A ex-presidente da Coreia do Sul Park Geun-hye foi condenada nesta sexta-feira, 6, a 24 anos de prisão por envolvimento no caso de corrupção da "Rasputina", que culminou com sua cassação em janeiro de 2017.

 

O escândalo descoberto em 2016 envolve acusações de tráfico de influência por parte de uma confidente da líder do país, com rumores do envolvimento de uma seita religiosa e de um grupo secreto chamado "conselho das oito fadas".

Choi Soon-Sil, amiga de Park há 40 anos e chamada de “Rasputina”, a aconselhava nos assuntos de Estado sem exercer nenhuma função oficial ou ter habilitação para isso, além de usar sua proximidade com o poder para obter vantagens pessoais.

A sentença de um tribunal de Seul, que foi transmitida ao vivo pela TV, considera comprovada que a ex-presidente conservadora e sua amiga criaram um esquema para extorquir dinheiro de grandes empresas, como Samsung, Hyundai e Lotte.

Park, de 66 anos, foi considerada culpada por 16 das 18 acusações de abuso de poder, suborno e coerção e ainda foi multada em US$ 17 milhões. A defesa da ex-presidente deve apelar da sentença.

A ex-presidente nega todas as acusações e afirma que Choi traiu sua confiança.

 

Fonte: Diariodopoder

O destaque foi para a prisão iminente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
 
Os principais jornais ao redor do mundo estão repercutindo a derrota na Suprema Corte que deixou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mais perto da prisão da Lava-Jato. Os veículos chamam atenção para o possível encarceramento do petista após a rejeição do habeas corpus preventivo no qual ele pedia para exaurir recursos a todas as instâncias em liberdade.
 
Partidos reagem à decisão do STF sobre habeas corpus de Lula
O norte-americano "The New York Times" lançou ao ar em seu portal a manchete: "Ex-presidente brasileiro, 'Lula', pode ser preso, decide Corte". O tradicional jornal afirmou que o julgamento do habeas de Lula "forçou os juízes a enfrentar uma questão com implicações de longo alcance para muitas outras figuras poderosas enredadas na investigação de corrupção em grande escala conhecida como Lava Jato, incluindo o atual presidente, Michel Temer: Em que ponto do processo de apelação pode o réu ser preso?"

O jornal ressaltou que a Corte deu "sua resposta" à questão: decidiu manter o status quo, "em que condenados podem ser encarcerados após decisões de segunda instância". "Com a decisão nas mãos, é esperado de Sérgio Moro, o juiz federal que conduziu as investigações contra Lula, que expeça um mandado de prisão contra o ex-presidente em questão de dias".
 
Já o "El País", da Espanha, afirmou que, apesar de o Brasil ser o "reino do imprevisível, dos meandros burocráticos, das reviravoltas de última hora, tudo indica que Lula está a ponto de ser tornar um presidiário nos próximos dias".
 
O veículo destaca que a prisão do ex-presidente terá "enormes consequências políticas" levando em consideração que Lula "encabeçava as preferências de voto para as eleições presidenciais de outubro".
 
A BBC de Londres também chamou atenção para a proximidade de uma eventual prisão de Lula e sobre os impactos que ela terá nas eleições desde ano. Sobre o julgamento, a emissora ressaltou a "maratona" do Supremo que terminou na madrugada desta quinta-feira, 5.
 
A emissora também relembrou aos britânicos sobre do que se trata a Operação Lava Jato. "A investigação, nomeada Operação Lava Jato, revelou uma enorme teia de corrupção envolvendo políticos da alta cúpula em um amplo espectro de partidos pegando propinas".
 
 

 

 

A voz dizia que "só iria para o ceú se sacrificasse sua visão"

Uma jovem de 20 anos identificada como Kaylle Mothart teve um surto psicótico e arrancou os próprios olhos após dizer está ouvido vozes que lhe diziam que "só iria para o ceú se sacrificasse sua visão".
 
A mãe da garota, Katy Tompson, falou no último dia (22) abertamente sobre o fato que aconteceu em 6 de fevereiro. Ela relatou em entrevista à Revista People, que a filha arrancou os olhos após ter consumido metanfetamina e revela que o histórico da filha com as drogas iniciou no ano passado quando alguém lhe deu maconha junto com à substância que a fez alucinar.
 
A jovem residente na Carolina do Sul com seus pais e irmãos e pouco dias antes do ocorrido ela contou para sua mãe que se sentia preparada para começar um tratamento em uma clínica de reabilitação.
 
O acidente e a vida na atualidade
 
Paroquianos da Capela do Sul e do Centro da Misericórdia contam que ouviram gritos, e que quando decidiram sair da igreja para ver o que estava acontecendo, encontraram a jovem com o globo ocular na mão.
 
De acordo com as testemunhas, ela agiu de forma agressiva e relutou para que as pessoas não a ajudassem, arrancando o outro olho antes que os paramédicos chegassem ao local.
 
Assim que a equipe médica conseguiu controlá-la, levaram-na para o hospital Greenville Memorial, onde permanece recebendo os cuidados clínicos necessários. Os médicos informaram que a jovem não contraiu nenhum tipo de infecção e que estimam fazer uma cirurgia para a implantação de próteses oculares em breve.
 
Katy afirma que a filha insiste para que os médicos coloquem olhos verdes claros, como eram os seus, e que diz estar animada para deixar o hospital e ajudar outros jovens que sofrem com a dependência química.
 
"Eu não sei como estou conseguindo passar por isso, acho que ela me deu força. É estranho dizer, mas depois do incidente com seus olhos, Kaylee está se recuperando e querendo transformar sua vida. Pode parecer uma coisa horrível, mas sou grata. Minha filha foi salva”, diz.  Atualmente, a família criou uma campanha intitulada GoFundMe , a fim de arrecadar dinheiro para comprar um cão guia para a jovem.
 
Fonte:Meionorte

peixe-gato tinha nada menos que 130 quilos e comprimento de 2,6 metros: o maior peixe já fisgado em água doce na Europa.

O homem responsável pelo feito foi o alemão Benjamin Gründer. Ele entrou para a História ao participar de uma pescaria turística no Rio Pó (Itália). Liderando o Team Cat Fish, empresa que promove turismo para amantes da pesca, ele acabou fosgando um peixe-gato de nada menos que 130 quilos e comprimento de 2,6 metros: o maior peixe já fisgado em água doce na Europa, conforme reportagem do "Sun". A luta para retirar o peixe-gato da água durou cerca de 45 minutos. 

O alemão  de 37 anos, no momento da pesca, pensou que fosse obstáculos no fundo do rio, como árvores. Mas ele se enganou: “Mas acabei percebendo que tinha um peixe de monstruosas proporções" declarou o recordista.

Depois de aproveitar o momento e tirar fotos com o paixe, ele foi devolvido ao rio.

O peixe. (Crédito: Divulgação/team-black-cat.com)
O peixe. (Crédito: Divulgação/team-black-cat.com)
 

              Fonte: Victor Melo/Meionorte

Uma nova droga tem dado o que falar na Europa e gerado preocupação para as autoridades do Velho Continente. O Krokodil, classificado como o entorpecente mais perigoso do mundo, pode ser sintetizado facilmente e se tornou popular entre os usuários de substâncias alucinógenas devido ao seu baixo preço, sendo apelidado de “a heroína dos pobres”. A maioria dos usuários do Krokodil morre um ano após a primeira utilizaçã

 

 

 

 

 

 

 

 

O nome “Krokodil” vem da reação da pele no local onde a substância é injetada, que torna-se esverdeada e rugosa, sendo comparada ao couro do crocodilo. A nova e poderosa droga é uma variação da desomorfina, sintetizada pela primeira vez nos anos 1930 por médicos nos Estados Unidos como uma alternativa à morfina. No entanto, sua utilização legal foi abandonada devido a seu forte potencial de vício.

No final dos anos 90, a substância passou a ser produzida de forma clandestina na Rússia, onde é considerada um narcótico ilegal. Devido à simplicidade de sua fórmula – uma mistura de iodo, heroína, gasolina, solvente, fósforo vermelho e codeína – sua produção aumentou e se expandiu pela Europa a partir de 2010, popular especialmente entre os usuários de heroína.

Alemanha, Bélgica, Holanda e Reino Unido já enfrentam o problema do Krokodil. A droga também já chegou à América do Norte. No México, onde substâncias sintéticas estariam substituindo os narcóticos tradicionais, como a maconha e a cocaína, já há registros do uso do Krokodil. Nos Estados Unidos, o novo entorpecente é conhecido como “droga dos zumbis”, devido aos efeitos físicos e psicológicos que provocam nos usuários.

Como o organismo é incapaz de eliminar a substância, que permanece no sangue, o Krokodil gera a decomposição da carne e dos músculos. Os órgãos e ossos são rapidamente atingidos de uma forma irreversível. Muitos usuários são obrigados a amputar membros onde injetaram a droga. De acordo com especialistas, a vida de um viciado em Krokodil não dura mais que três anos. A maioria deles morre um ano após o início do consumo desta droga.

 
 

Trabalho de prevenção na França

Na França ainda não há registros oficiais sobre a utilização do entorpecente, mas o trabalho de prevenção já começou, impulsionado especialmente por uma associação, a Prévention Krokodil. A iniciativa é do cinegrafista francês Romain Demongeot que, motivado por suas origens russas e experiências com drogas, resolveu lançar o alerta aos franceses sobre o perigo deste entorpecente.

“Fiz muitos anos de terapia porque, por muito tempo, fui usuário de drogas. Quando me deparei com o Krokodil, me dei conta que as pessoas que a utilizam estão desesperadas. Elas sabem que morrerão daqui a um ano, que seus cérebros e corações serão dissolvidos por essa substância mas, mesmo assim, continuam se picando”, disse, em entrevista à RFI.

O cineasta viajou ao Oblast de Kaliningrado, território russo entre a Polônia e a Lituânia, onde presenciou cenas que o inspiraram a criar o curta-metragem Krokodil Requiem. “O filme retrata os últimos cinco minutos da vida de um rapaz que injeta essa substância. Então, a mensagem que quero passar com meu filme é simples: desde que começamos a consumir essa droga, morremos.”

Segundo Demongeot, o principal perigo do Krokodil é seu alto poder de vício. “Os usuários de cocaína e heroína podem parar de consumi-las, o que não acontece com o Krokodil. Ele é altamente viciante, desde a primeira picada.” Por isso, reitera, essa droga “é um caminho sem volta”.

 

a Fot

Uma prima distante de Cruz, Kathie Blaine, contou à CNN que ele foi adotado por Lynda e pelo pai, que já havia morrido há alguns anos.

Logo após o massacre, Nikolas conseguiu fugir da cena do ataque no meio da multidão de alunos desesperados e, em seguida, visitou dois restaurantes de fast food, McDonald's e Subway, além de uma loja do Walmart. O ex-aluno da instituição Marjory Stoneman Douglas, atingida pela tragédia, foi preso mais de uma hora após o crime

 

 

sNikolas Cruz, responsável pela morte de 17 pessoas na escola Marjory Stoneman Douglas em Parkland, Flórida

 

O FBI, polícia federal dos EUA, já tinha sido alertado sobre Cruz, quando um usuário do Youtube denunciou um comentário do ano passado no site feito pelo jovem. Na publicação, ele dizia seria um "atirador de escola" profissional.

Um aluno contou à agência de notícias Reuters que Cruz era "louco por armas". Chad Williams, de 18 anos, disse que o atirador tinha costume de disparar o alarme de incêndio repentinamente antes de se expulso:

— Ele era meio abandonado. Não tinha muitos amigos — contou.

No dia do massacre, Nikolas pediu um carro do Uber e foi até a escola. O trajeto durou 13 minutos. O jovem, que fora expulso do colégio no ano passado, entrou no local com uma bolsa, onde estava o fuzil AR-15, e uma mochila, com munição. Ele começou a abrir fogo no primeiro andar.

Fonte: Extra.globo

A revista reportou que a American Media Inc, editora responsável pela publicação do National Enquirer, pagou a McDougal 150 mil dólares em 2016

o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teve um caso com uma modelo da Playboy ao mesmo tempo em que estava em um relacionamento com uma atriz pornô e o tabloide National Enquirer pagou à modelo 150 mil dólares para evitar que sua história se tornasse pública, reportou o New Yorker nesta sexta-feira.

A reportagem da revista sobre o relacionamento foi baseada em notas escritas à mão pela modelo Karen McDougal, que era a Playmate do Ano da Playboy em 1998. O New Yorker reportou que McDougal confirmou que ela havia escrito as notas.

 

 

Fonte:  Portal Terra

Domingo, 11 Fevereiro 2018 16:37

Como é o Carnaval em outros países?

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Nestes oito países, a folia pode ser bastante diferente da nossa (ou estranhamente parecida)

França
 
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O Mardi Gras ("terça-feira gorda", em francês) é o último dia em que cristãos podem comer até sair pelas tampas, antes da quaresma. Para isso, eles distribuem nas ruas bolinhos conhecidos como beignet. O ponto alto da folia são bonecos gigantes de papel machê e a batalha das flores - atiradas dos carros alegóricos para as pessoas nas ruas
 
2
Bolívia
 
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O Carnaval de Oruro é uma mistura de crenças espanholas e andinas. Além das danças típicas com máscaras elaboradas, como a diablada, a morenada e os caporales, há uma grande procissão em que dançarinos caminham por 4 km durante 20 horas sem interrupção. No fim da festa, os bolivianos fazem oferendas a Pachamama, a mãe-terra da mitologia inca.
3
Alemanha
 
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Em Bonn, as mulheres recebem simbolicamente a chave da cidade como um aval para fazerem o que quiser. O Weiberfastnacht surgiu no século 19, quando as lavadeiras da cidade, cansadas de trabalhar enquanto os maridos curtiam, saíram às ruas. Até hoje, mulheres penduram roupas íntimas em locais públicos
 
4
Equador
 
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As pessoas arremessam balões de água (algo muito bem-vindo no verão na linha do Equador), além de flores e frutas. Para beber, a tradição sugere o pássaro azul, uma aguardente de cana-de-açúcar com folhas de laranja (que dão a cor azulada) e outras ervas. A receita é um segredo dos agricultores locais, que celebram, junto com o Carnaval, a época de colheita
 
5
Suíça
 
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Começa em 11/11, às 11h11, quando se comemora o nascimento de Hoppeditz, personagem que surge de um pote de mostarda. Ele participa de festas até a quarta-feira de cinzas do ano seguinte, quando é queimado. Durante o Carnaval, a folia começa sempre às 4h da matina. As pessoas desfilam com tochas e lanternas ao som de flautas e tambores
 
6
Japão
 
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No Asakusa Samba, o maior Carnaval brasileiro fora do Brasil, não faltam carros alegóricos, ala das baianas, sambas cantados em português e passistas com fantasias importadas do Brasil. Apesar de haver puxadores de samba e passistas japoneses, os brasileiros que vivem no país, ou que estão a passeio, são a maioria, e acabam sempre dominando essa festança
 
7
Eslovênia
 
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O personagem mais popular é Kurent, demônio que espanta o frio do inverno. Na quarta-feira de cinzas, rola o enterro do Pust, boneco que simboliza todos os males. A maior parte dos desfiles acontece em silêncio ou na companhia da banda da cidade. Depois, as pessoas se reúnem em um espaço fechado para dançar e beber vinho quente
 
8
Canadá
 
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No Quebec, por três semanas gélidas a 20 ºC negativos, rola o maior Carnaval de inverno do mundo. Milhares de pessoas assistem a concertos musicais, paradas noturnas e atividades esportivas. Mas o programa mais esperado é o mergulho coletivo na neve, em que os banhistas vestem apenas traje de banho, luvas, cachecol e gorro. Coisa para poucos!

 

Fonte:Mundoestranho

ENTRE 2003 E 2017, 35,3 MIL TRABALHADORES FORAM RESGATADOS DA ESCRAVIDÃO

Escravos, de novo. Essa foi a realidade no Brasil para pelo menos 613 trabalhadores que, desde 2003, foram resgatados pelo menos duas vezes da situação de escravidão. Os dados estão sendo publicados nesta sexta-feira, 2, pelo Observatório Digital do Trabalho Escravo no Brasil, mecanismo criado pela OIT e pelo Ministério Público do Trabalho. 

 

Os dados compilados entre 2003 e 2017 revelam que um total de 35,3 mil trabalhadores foram resgatados no País da escravidão. Alguns deles, mesmo em liberdade, voltaram a ser escravizados para trabalhar. 

“Quatro destes trabalhadores foram resgatados quatro vezes e outros 22 foram resgatados três vezes”, indicou a OIT.

Na avaliação da entidade internacional, “a reincidência de trabalhadores que retornam ao ciclo da escravidão é maior entre aqueles com baixo grau de instrução: a taxa para os trabalhadores analfabetos é o dobro daquela em relação aos que possuem o ensino fundamental completo”. 

“Dificuldades de acesso às políticas públicas, especialmente educação, aumentam a situação de vulnerabilidade social dos trabalhadores, facilitando o seu aliciamento e a exploração do seu trabalho”, alertou a entidade. 

Na avaliação da OIT, ainda que a proporção daqueles que voltar a ser escravizados é pequena, os números demonstram que existe a necessidade de fortalecimento de medidas de apoio socioeconômico aos resgatados. “A reincidência demonstra que não houve mudança significativa na vulnerabilidade social deles, mesmo com a libertação pelas autoridades brasileiras”, indicou. 

Para os especialistas da entidade, o número real de reincidência pode ser muito maior. “Os dados disponíveis se referem à concessão de seguro desemprego na modalidade trabalhador resgatado, a última fase de um longo processo. Para ser incluído nessa estatística, o trabalhador deve ter passado pelas etapas de aliciamento, exploração, denúncia, investigação, operação de fiscalização, resgate e, por último, acesso ao seguro desemprego”, explica a OIT.

Num outro estudo realizado pela entidade, de 121 trabalhadores rurais resgatados entrevistados entre 2006 e 2007, 59% afirmaram que haviam passado anteriormente por privação de liberdade. Mas apenas 9% foram resgatados pela fiscalização nessas ocasiões. 

Definição

O alerta da OIT sobre a questão dos escravos veio ainda permeada por uma crítica à tentativa de mudança na definição do que seria um trabalho escravo no País.

“Segundo o Código Penal, a escravidão é caracterizada por condições degradantes, jornada exaustiva, trabalho forçado e servidão por dívida”, diz o comunicado da OIT. “No entanto, em outubro de 2017, o Ministério do Trabalho aprovou a Portaria nº 1129, que estabeleceu que condições degradantes e jornadas exaustivas só poderiam ser consideradas quando houvesse a privação do direito de ir e vir”, alertou. 

“A alteração teria impacto direto no enfraquecimento e na limitação da atuação da fiscalização do trabalho, aumentando as vulnerabilidades dos trabalhadores e os deixando desprotegidos”, criticou. 

Mas, segundo a OIT, com a pressão doméstica e internacional, a portaria foi reeditada para “restabelecer o conceito de trabalho escravo previsto na legislação brasileira”. 

“Este novo documento sedimentou o entendimento de que a prática é um atentado aos direitos humanos fundamentais e à dignidade do trabalhador, além de estabelecer encaminhamentos das vítimas às políticas públicas, dando ênfase aos grupos mais vulneráveis como trabalhadores estrangeiros, domésticos e vítimas de exploração sexual”, completou. (AE)

 

Fonte: Diariodopoder

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JR Esquadrias