Mundo (28)

A agência de notícia Reuters diz que uma vila localizada a cerca de cinco quilômetros da explosão foi afetada pela bomba

Ao menos 36 combatentes da organização terrorista Estado Islâmico (EI) foram mortos na explosão do artefato conhecido como “mãe de todas as bombas”, lançado pelos EUA no Afeganistão nesta quinta-feira (13), segundo o ministro da Defesa do país asiático.

A GBU-43/B – conhecida como “mãe de todas as bombas” em um trocadilho com a sigla “moab” (que pode representar a expressão “mother of all bombs” ou o acrônimo em inglês para munição maciça para explosão no ar) – foi lançada de um avião MC-130 na província de Nangarhar, numa área onde estariam túneis usados pelo EI.

As mortes não foram verificadas de maneira independente, mas o porta-voz do ministro da Defesa do Afeganistão, Dawal Waziri, disse que nenhum civil foi morto no ataque que mirou uma rede de túneis e cavernas usada pela milícia. Segundo Waziri, uma base do EI foi destruída no ataque.

A agência de notícia Reuters diz que uma vila localizada a cerca de cinco quilômetros da explosão foi afetada pela bomba. O ex-presidente do Afeganistão Hamid Karzai condenou o uso da arma. “Isso não é uma guerra contra o terrorismo, mas o mais desumano e brutal uso indevido do nosso país como um campo de teste de novas e perigosas armas”, ele escreveu no Twitter.

OPERAÇÃO MILITAR

Esta foi a primeira vez que o armamento foi usado em combate. O artefato, projetado pela Força Aérea dos EUA em 2002, pesa mais de dez toneladas, com 8.164 quilos de explosivos.

Na Casa Branca, Trump elogiou a operação, que classificou como “uma missão muito exitosa”. “Temos os melhores militares do mundo, e eles voltaram a fazer o seu trabalho, como é de costume”, afirmou o presidente.

O general John Nicholson, chefe das forças americanas no Afeganistão, disse que a bomba é “munição adequada para reduzir os obstáculos e manter o impulso da ofensiva contra as forças do EI”.

O EI, que domina vastas áreas do território da Síria e do Iraque, começou mais recentemente a se expandir no Afeganistão, onde conseguiu atrair seguidores do grupo radical islâmico Taleban na região, assim como islamistas de origem uzbeque. Militares da Otan (aliança militar ocidental) estimam que no início de 2016 o EI treinava cerca de 3.000 combatentes no Afeganistão, embora esse número atualmente deva ter no país de 600 a 800 homens armados.

 Folhapress

 

Na nossa casa, há beleza na forma como conversamos uns com os outros... a linguagem não foi prejudicada, pelo contrário: é repleta de emoção. É um pouco confuso. Mas é onde fizemos nosso lar."                                                                                                                                                                                                                         O relato de Cassandra Hsiao se refere às dificuldades que sua família, da Malásia, enfrentou para aprender o inglês depois de emigrar para os Estados Unidos. E pode até ser que seus familiares não falem um inglês perfeito, mas essa menina de 17 anos conseguiu o que poucos conseguem: ser aceita em todas as instituições da chamada Ivy League, grupo composto pelas oito universidades de elite nos EUA, e que inclui Harvard, Princeton, Yale e Columbia.                                                                                                                                                                                                              Filha de uma mãe malaia e um pai taiwanês, Hsiao emigrou com sua família para a Califórnia quando tinha cinco anos. A frase sobre a comunicação em inglês entre seus familiares era apenas uma parte de uma redação muito emotiva que ela enviou como parte de sua inscrição para as universidades americanas - e que chamou a atenção de várias instituições de ensino e personalidades no mundo.                                                                                                                                                                                             No texto, Hsiao contou suas experiências durante o processo de aprender uma nova língua em um país estrangeiro.                                                                                                                                                                                                                                     "A identidade e o desejo de pertencimento são dois dos desafios com os quais as pessoas mais se identificam. Queria compartilhar uma parte da nossa vida familiar, minha relação com a minha mãe e nossas histórias", disse ela à BBC.                                                                                                                                                                          "Sinto falta da Malásia e penso no meu país com frequência. Eu adorava empinar pipa, ir aos mercados, soltar fogos de artifício. Passei minha infância balbuciando uma mistura de chinês, malaio e inglês", afirmou.

Cassandra Hsiao nasceu na Malásia e chegou aos EUA com cinco anos
 
Cassandra Hsiao nasceu na Malásia e chegou aos EUA com cinco anos
Foto: Cassandra Hsiao / BBCBrasil.com

 

Até o momento nenhum grupo reivindicou o atentado, mas o método de ataque lembra o grupo extremista Estado Islâmico (EI)

Ao menos 26 pessoas morreram na quarta-feira (8) à noite quando dois homens-bomba detonaram suas cargas explosivas durante uma cerimônia anterior a um casamento ao norte de Bagdá, anunciaram a polícia e fontes médicas.

O atentado, que aconteceu na área de Al-Hajaj, zona norte da cidade de Tikrit, também deixou 25 feridos, de acordo com as mesmas fontes.

O primeiro homem-bomba detonou sua carga às 20H30 (14H30 de Brasília), em meio a vários homens. O segundo executou o ataque poucos minutos depois, informou um policial. 

Até o momento nenhum grupo reivindicou o atentado, mas o método de ataque lembra o grupo extremista Estado Islâmico (EI), que executa ações suicidas com frequência contra civis e integrantes das forças de segurança do Iraque. 

Após a ofensiva de 2014, o EI chegou a controlar regiões ao norte e ao oeste de Bagdá, incluindo territórios da província de Saladino, cenário do ataque de quarta-feira (8), mas as forças iraquianas conseguiram reconquistar a maior parte da área, com o apoio aéreo da coalizão internacional antijihadista liderada por Washington. 

As forças iraquianas lutam agora para retomar a cidade de Mossul, o maior reduto urbano do EI no país. Mas as vitórias militares contra os extremistas não conseguem impedir os atentados dos insurgentes.

Valor teria sido pago por patrocinadores do governo da Rússia em outubro do ano passado

Uma investigação de contra-inteligência nos Estados Unidos tem analisado contatos com a Rússia envolvendo próximos de Trump

Donald Trump Jr. (à esquerda) participou de um jantar no dia 11 de outubro no Hotel Ritz.

O filho mais velho do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu ao menos US$ 50 mil para aparecer em um evento ocorrido em outubro do ano passado, em Paris, cujos patrocinadores são aliados do governo da Rússia em seus esforços para encerrar o conflito na Síria.

Donald Trump Jr. Participou de um jantar no dia 11 de outubro no Hotel Ritz, em Paris, criado pelo Centro de Relações Políticas e Exteriores. O presidente do think tank, Fabien Baussart, e sua esposa síria, Randa Kassis, têm cooperado com a Rússia no conflito sírio, dizem autoridades norte-americanas, europeias e árabes. 

Em dezembro, Baussar indicou formalmente o presidente Vladimir Putin para o Prêmio Nobel da Paz. Randa, por sua vez, é líder de uma facção política apoiada pela Rússia nas negociações para encerrar o conflito na Síria. O casal afirmou que não representa a Rússia e se focam exclusivamente em procurar soluções para a guerra síria.

A reunião de outubro representa mais um elo dos contatos descobertos desde o ano passado entre membros dos círculos mais próximos a Trump e indivíduos ligados a Moscou ou a interesses no país.

Investigação

Uma investigação de contra-inteligência nos Estados Unidos tem analisado contatos com a Rússia envolvendo pessoas próximas ao republicano, incluindo o secretário de Justiça Jeff Sessions, de acordo com membros a par das investigações. Não está claro, no entanto, se o próprio presidente ou seu filho fazem parte dos investigados.

Donald Trump Jr. É atualmente vice-presidente-executivo das Organizações Trump, uma incorporadora fundada por seu pai, e era o principal funcionário da campanha do republicano.

Questionadas pelo Wall Street Journal, as Organizações Trump não negaram o pagamento de US$ 50 mil pela aparição de Donald Trump Jr. no evento de outubro.

 

Que família linda e alegre!

Os gêmeos Nico e Sina ganharam duas irmãzinhas… gêmeas também: Gia e Gemma.

E elas já estrearam com sucesso no mundo da fotografia. (fotos abaixo)

Nove dias após virem ao mundo – no final de janeiro em Massachusetts, EUA –  Gia e Gemma foram registradas pelas lentes de sua mãe, a fotógrafa Juliet Cannici.

A foto em que aparecem sob os cuidados de seus dois irmãos mais velhos, ficaram lindas! Olha a carinha de alegria deles!

No ensaio, a mãe também fez fotos de Gia e Gemma sozinhas e depois de Nico e Siena, dois modelos encantadores!

“A melhor parte de ter dois casais de gêmeos é observar a maneira que os mais velhos interagem com os mais novos, experimentando o amor e a conexão entre eles”, contou Juliet.

As mães Nikki e Juliet não escondem a felicidade que as meninas, concebidas a partir de procedimentos de fertilização in vitro, trouxeram à família..

“Nico e Siena estão encantados com as garotas, amam segurá-las e alimentá-las e mal podem esperar pelo dia em que poderão levas-la para brincar […]. “, concluiu.

Foto: Juliet Cannici - reprodução / Facebook

Foto: Juliet Cannici – reprodução / Facebook

Foto: Juliet Cannici - reprodução / Facebook

Foto: Juliet Cannici – reprodução / Facebook

 

 

A Aviação Civil da Colômbia considera a possibilidade de ter acabado o combustível do avião que levava o time da Chapecoense para a cidade de Medellín. De acordo com o responsável pela Agência de Aviação Civil local (Aerocivil), Alfredo Bocanera, os investigadores não excluem esta como uma das possíveis causas do acidente.

Oficialmente, porém, as autoridades colombianas continuam falando que o acidente teria sido provocado por uma falha elétrica e que o piloto teria esvaziado os tanques como medida de segurança. A aeronave foi encontrada em uma região montanhosa de difícil acesso de Cerro Gordo, nas proximidades da cidade de La Unión, a 30 quilômetros do aeroporto. Não havia sinais de explosão e sete pessoas foram resgatadas com vida.

A tragédia deixou 75 mortos e é considerada a pior da história do futebol brasileiro e a com maior número de vítimas de todo o mundo. "Felizmente, o avião não explodiu, nem se incendiou, o que permitiu que hoje algumas pessoas fossem encontradas com vida", disse o diretor da Unidade Nacional de Gestão de Risco da Colômbia, Carlos Iván Márquez.

O avião teria sumido dos radares na noite de ontem, por volta das 00h30, madrugada desta terça-feira no Brasil. A aeronave foi a mesma usada pela seleção argentina para viajar ao Brasil para as eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.

De acordo com sites especializados, a aeronave tem 17 anos de uso, capacidade para 95 pessoas e é a única da companhia aérea Lamia, da Bolívia. O avião é o Avro Regional Jet 85, também conhecido como Jumbolino, de matrícula CP-2933, fabricado pela British Aerospace. Os jogadores e dirigentes esportivos da Chapecoense, assim como os 21 jornalistas que estavam no voo, iriam para Medellín para disputar a final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional. Era a primeira vez que a Chapecoense chegava a uma final internacional.

Uma aranha caçadora gigante foi fotografada brincando com uma vassoura em um abrigo de animais em Queensland.

 

A aranha, conhecida com Charlotte, está sendo cuidada por uma equipe especializada, mas seria um pesadelo para qualquer pessoa que sofre de aracnofobia.

Barnyard Betty, que tirou a fotografia, disse que Charlotte foi encontrada no abrigo em outubro de 2015, quando os senhorios vieram limpar uma antiga casa da propriedade.

“As crianças saíram correndo da casa, gritando que havia uma aranha lá dentro”. “A mãe delas queria matá-la! Eu disse para não matar, apenas tirá-la de lá.”

Mas remover o enorme aracnídeo não é tão fácil.

Normalmente, o método de Betty para transportar aranhas consiste em colocar um copo de vidro por cima delas e deslizar um pedaço de papel por baixo, prendendo-as. Mas Charlotte é grande demais para isso.

Na verdade, até mesmo um balde foi pequeno demais para conter as longas pernas dela, e Betty estava preocupada com a possibilidade de feri-la.

“Ela era do tamanho de um prato”, disse. “Então, peguei uma vassoura velha e fiz a aranha subir nela”.

Betty transferiu a aranha para um galpão abandonado, longe de pessoas e predadores, para que ela pudesse continuar vivendo em paz.

Ver as imagens

Nos últimos dias, Charlotte se tornou famosa. Sua foto foi compartilhada várias vezes no Facebook com centenas de comentários sobre seu incrível tamanho. Será ela a maior aranha caçadora da Austrália? Imagem: Facebook

“Incrível. Ela é uma beleza. No entanto, prefiro admirá-la à distância”, disse uma pessoa em um comentário da rede social.

"Meu Deus. Não acredito que existe uma aranha tão grande”, comentou outra pessoa.

“Jamais irei à Austrália”, disse um terceiro.

Para o horror daqueles que sofrem com aracnofobia, a aranha foi devolvida à vida selvagem.

Mas But Barnyard Betty insiste que Charlotte, como a maioria das aranhas, só quer viver sua vida comendo insetos em paz.

“Todas as criaturas grandes e pequenas são bem vindas aqui no Barnyard Betty’s Rescue. Nosso refúgio é seguro, independente da aparência do animal!”, escreveu o pessoal do abrigo no Facebook.

A mordida da aranha caçadora não é perigosa. É sua aparência que geralmente preocupa as pessoas.

Yahoo7 News

Polêmica proposta provocou debates na câmara. Projeto surgiu após menina de 14 anos ser estuprada e morta

O Parlamento da Indonésia aprovou novas medidas punitivas, entre elas a pena de morte e a castração química, contra os culpados por violência sexual a menores, e publicaram na quinta-feira (13), a diversos veículos de imprensa locais.

 

A medida, proposta pelo governo do presidente Joko Widodo, também permite o uso de aparelhos eletrônicos de rastreamento para aqueles criminosos colocados em liberdade após cumprir suas penas.

Esta regulamento controverso, aprovado, criou uma preocupação na câmara com a oposição de três partidos políticos que obrigou a debater a série de medidas durante os últimos dois meses, segundo o jornal "Jakarta Globe".

Alguns dos partidos permanecem "indecisos" diante da falta de explicação do Executivo sobre o procedimento para implementar a castração química. Associações médicas do país também remeteram suas objeções éticas pelo uso do castigo.

Widodo propôs a mudança legislativa, no mês de maio, depois do estupro coletivo a uma menina de 14 anos e seu posterior assassinato em uma escola da ilha de Sumatra, no oeste da Indonésia. O caso envolveu manifestações de ativistas e incendiou as redes sociais em uma chamada para reforçar as punições para os crimes de pedofilia.

Fonte: JL/G1PI

 

Lisa Lumpkins e o marido Gene Lumpkins adotaram uma menina num orfanato na China há seis anos. Aubrey tem paralisia cerebral e, viveu no orfanato ao lado da irmã Avery, mas as duas não sabiam que eram gêmeas. Lisa viu a foto de Avery no Facebook e, então, decidiu adotar a menina para que as irmãs voltassem a ficar juntas.

 

E, agora, Aubrey e Avery estão reunidas. “Meu queixo caiu. Elas eram muito parecidas. Meu instito materno gritou. Eu sabia que elas erma irmãs ou até mesmo gêmeas”, disse ao “Insider Edition”. A mãe, que mora nos Estados Unidos, voou para China passou por todo o processo de adoção novamente. A família fez uma campanha de doações para conseguir dinheiro para adotar as meninas.

 

Avery, à esquerda, e Audrey, à direita.
Avery, à esquerda, e Audrey, à direita. Foto: GoFundMe / Reprodução

 

Lisa contou que as meninas de 13 anos estão se dando muito bem, mas há uma barreira da língua para as porque Avery ainda não aprendeu Inglês e Aubrey não sabe falar mandarim ou cantonês. “Elas estão amando ficar juntas. Elas se lembram de estar no orfanato juntas, mas não havia indícios de que eram irmãs”, contou a mãe.

 

Elas fizeram um exame de DNA que mostrou que elas são parentes. Avery e Aubrey têm paralisia cerebral, mas Aubrey tem mais dificuldade em andar. “Ela é mais protetora.Aubrey gosta de ser realmente independente”, afirmou.

 

Os pais com os filhos reunidos
Os pais com os filhos reunidos Foto: Reprodução do Facebook

 

Forçaram-nos para casarmos" durante uma terrível cerimônia coletiva com outros doze casais, declarou a mulher.

O tribunal que julga os crimes dos Khmer Vermelhos no Camboja se concentrou nesta terça-feira (23) na prática maciça de casamentos forçados, muitas vezes acompanhados de estupros, um assunto ainda tabu mesmo após quarenta anos.

Dezenas de milhares de homens e mulheres foram obrigados a casar, diversas vezes em cerimônias coletivas, no auge de um plano dos Khmeres Vermelhos para estimular a natalidade.

Uma cambojana abriu nesta terça-feira o ciclo de depoimentos sobre essa questão falando sobre seu casamento forçado no início de 1978 com um miliciano khmer vermelho vinte anos mais velho que ela.

"Forçaram-nos para casarmos" durante uma terrível cerimônia coletiva com outros doze casais, declarou a mulher, cujo nome não foi revelado.

Diante deste tribunal especialmente criado em Phnom Penh, com a ONU, explicou ter aceitado, pois aqueles que rejeitavam se casar desapareciam, como ocorreu com sua prima.

Desde o momento em que assinaram os papéis do casamento, seu novo marido quis estuprá-la, explicou.

"Eu resisti. Então ele reclamou com seu chefe, Phann, que me chamou", acrescentou.

Este a estuprou depois de ameaçá-la com uma pistola e enviou-a para seu marido, contou a mulher. No final de 1978 ela teve uma filha.

"Nunca contei essa história a ninguém, mas o momento de falar chegou", concluiu a mulher que, após a queda do regime e por pressão social, continuou vivendo com seu esposo a quem foi imposta.

Depois dela, Sou Sotheavy, um transsexual de 75 anos, contou que foi obrigado a se casar com um colega do campo de trabalho.

"Anunciaram-nos que a população do Camboja não ia bem e que teríamos que nos casar para repovoar o país", declarou, acrescentando que os guardas vigiavam os recém-casados nos campos para se assegurarem que seria "consumado" o matrimônio.

Os octogenários Nuon Chea e Khieu Samphan, únicos alto dirigentes do regime de Pol Pot ainda vivos, comparecem pelas atrocidades cometidas entre 1975 e 1979 em nome de uma utopia marxista que pretendia desfazer a sociedade da coação do dinheiro, além de proibir a religião.

Dois milhões de cambojanos, um quarto da população, morreram de exaustão, fome ou em torturas e execuções.

Nuon Chea e Khieu Samphan já foram condenados à prisão perpétua em um primeiro processo. Este segundo julgamento, iniciado em 2014, deverá ser finalizado neste ano e seu veredicto é esperado no final de 2017.

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JR Esquadrias