Mundo (33)

Ao consultar um biólogo, a família foi informada que leões marinhos e focas possuem grande quantidade de bactérias nocivas

A história do vídeo viral da semana passada, em que uma criança era mordida por um leão marinho e arrastada pela água, não terminou. A protagonista, que foi resgatada por um homem que se encontrava no cais da cidade canadense de Richmond, atualmente se encontra internada recebendo um tratamento específico para combater uma bateria que é “potencialmente mortal”.

No vídeo, após ser resgatada, é possível ver menina caminhando sem problemas. Mas pouco depois, o ferimento causado pelo animal infeccionou.

Ao consultar um biólogo, a família foi informada que leões marinhos e focas possuem grande quantidade de bactérias nocivas e encaminhou a menina para um centro médico, onde ela passa por tratamento.

O pai da menina disse à TV NBC que a infecção é conhecida como “dedo de foca”, que é causada pela presença uma bactéria cujo nome científico é mycoplasma phocacerebrale, que se não for combatida com os antibióticos adequados por gangrenar a região e até provocar amputação, ou até mesmo a morte do paciente.

leaomarinho1200.jpgLeões marinhos e focas têm a boca infestada por bactérias 
Justin Sullivan/Getty Images

16 suspeitos foram presos pelas autoridades de aplicação da lei russas em novembro do ano passado, infectaram mais de um milhão de smartphones na Rússia.

Por: Reuters

Criminosos cibernéticos da Rússia usaram um malware implantado em celulares com sistema Android para roubar clientes de bancos do país e planejavam atacar bancos de empréstimos europeus até serem presos, disseram à Reuters investigadores e fontes a par do caso.

Sua campanha arrecadou uma quantia relativamente pequena para os padrões de crimes digitais – o equivalente a 892 mil dólares –, mas eles também obtiveram um software invasivo mais sofisticado por uma taxa mensal modesta para visar correntistas de bancos da França e possivelmente de várias outras nações ocidentais.

A relação da Rússia com os crimes cibernéticos é alvo de um escrutínio intenso desde que autoridades de inteligência dos Estados Unidos alegaram que hackers russos tentaram ajudar o republicano Donald Trump a conquistar a Presidência dos EUA invadindo servidores do Partido Democrata.

O Kremlin vem negando repetidamente a alegação.

Os membros da gangue induziram os clientes de bancos russos a baixarem um malware por meio de aplicativos bancários falsos, além de programas de pornografia e comércio digital, de acordo com um relatório compilado pela empresa de segurança digital Group-IB, que investigou o ataque com o Ministério do Interior da Rússia.

Os criminosos – 16 suspeitos foram presos pelas autoridades de aplicação da lei russas em novembro do ano passado – infectaram mais de um milhão de smartphones na Rússia, comprometendo em média 3.500 aparelhos por dia, disse a Group-IB.

Os hackers visaram clientes do banco estatal de empréstimos Sberbank e também roubaram dinheiro de contas do Alfa Bank e da empresa de pagamentos online Qiwi, explorando as fraquezas dos serviços de mensagem de texto SMS das empresas, disseram duas fontes com conhecimento direto do caso.

Embora só agissem na Rússia antes de serem presos, eles haviam desenvolvido planos para atacar grandes bancos europeus, como o banco de empréstimos francês Crédit Agricole, o BNP Paribas e a Société Générale, segundo o Group-IB.

Uma porta-voz do BNP Paribas disse que o banco não pode confirmar esta informação, mas acrescentou que “tem uma série significativa de medidas em uso visando combater os ataques digitais diariamente”. O Crédit Agricole e a Société Générale não quiseram comentar.

A gangue, que foi chamada de “Cron” devido ao malware que usou, não roubou recursos dos clientes dos três bancos franceses.

 

Em comparação com Watergate a Lava Jato é muito maior e começa a desfilar números de propinas, de presos e de acusações para embasar sua tese. ( Deltan Dallagnol)                  

Um dos programas mais importantes e mais influentes do jornalismo americano dedicou uma reportagem nesta semana à Lava Jato e à crise política que ela desencadeou no Brasil. O Sixty Minutes, da rede CBS, falou com Sergio Moro, Deltan Dallagnol e com a ex-presidente Dilma. E afirmou que a investigação brasileira é muito maior do que Watergate.

“Imagine que a investigação de Watergate tivesse levado não só à queda do presidente Nixon, mas também a acusações contra seu sucessor, além do presidente da Câmara, do líder no Senado, um terço dos ministros e mais de 90 membros do Congresso. Isso dá uma ideia do que está acontecendo no Brasil neste exato instante”, diz o texto de Anderson Cooper, uma lenda do jornalismo dos EUA.

Cooper veio a Curitiba – uma cidade apresentada na reportagem como “distante das elites governantes de São Paulo e Brasília” – gravou no Museu Oscar Niemeyer e falou com os procuradores da força tarefa, apresentados como “jovens idealistas”. A Sergio Moro coube um epíteto mais delicado “crusading judge” – algo como “um juiz que está em uma Cruzada”.

Deltan Dallagnol é quem responde à comparação com Watergate. Diz que a Lava Jato é muito maior e começa a desfilar números de propinas, de presos e de acusações para embasar sua tese. O procurador também conta a origem da operação, desde o início no “lava jato” original até chegar em Paulo Roberto Costa e Pedro Barusco.

Al Capone

Sergio Moro, na sua entrevista, diz que o “ponto em que não havia mais retorno” foi quando Paulo Roberto Costa fez a sua delação. E compara esse momento ao filme “Intocáveis”, sobre Elliot Ness em sua campanha para prender Al Capone.

No filme, o personagem de Sean Connery avisa a Elliot Ness, interpretado por Kevin Costner, que se ele derrubar uma porta estará entrando “em um mundo de problemas” e que não haverá como voltar atrás. Ele diz que sabe disso e vai em frente.

No trecho em que Dilma aparece, filmado pouco depois do impeachment, ela nega ter recebido qualquer vantagem e cometido qualquer irregularidade. Mas o programa afirma que a queda dela se deveu em grande parte à Lava Jato.

Fonte: gazetadopovo

 

Ditadores, suas esposas e filhos têm poder irrestrito no país mais fechado do mundo – os que saem da linha, porém, sofrem as consequências

Por Daniela Flor

Há três gerações e quase 70 anos de poder, a dinastia Kim comanda com punho de ferro a Coreia do Norte. Vistos como os ditadores cruéis que são pelo resto do mundo, os membros da família forjam uma imagem divina no isolado país – nasceram em locais sagrados, são esportistas exímios e sequer vão ao banheiro.

Relatórios conseguidos pela imprensa da Coreia do Sul mostram que as crianças norte-coreanas dedicam 648 horas do ensino fundamental a estudar as proezas dos Kim. Segundo as aulas, Kim Jong-Il, o segundo ditador, inventou o hambúrguer e foi um ícone de moda copiado internacionalmente. As brigas e traições familiares, claro, são apagadas pelo regime: há inúmeras amantes, tentativas de fuga, execuções e até parentes que casualmente desapareceram da história.

É difícil saber com clareza quem são os descendentes de Kim Jong-il. Além do país ser extremamente fechado, segredos da dinastia raramente vazam na controlada imprensa. Ao longo dos anos, porém, algumas figuras adquiram status de poder e foram levadas a público, enquanto outras foram reveladas por fugitivos, como o meio irmão do tirano Kim Jong-un, Kim Jong-nam, assassinado em fevereiro.

 

Conheça algumas das figuras importante da família Kim – e suas polêmicas:

Kim Il-sung, o fundador

 

Kim Il Sung, o "Grande líder" da Coreia do Norte

Kim Il-sung, o “grande líder” da Coreia do Norte (Adriano Alecchi/Getty Images)

Conhecido como o “grande líder” ou o “presidente eterno”, Kim Il-Sung foi o fundador do regime ditatorial da Coreia do Norte e comandou o país desde 1948 – época em que foi dividido entre o sul, alinhado com os Estados Unidos, e o norte soviético – até sua morte em 1994. O ditador nasceu em uma ocupação japonesa em Mangyungbong, no território norte-coreano, sob o nome de Kim Song-ju.

Na juventude, Kim fundou grupos de oposição ao imperialismo do Japão e se juntou ao Partido Comunista da China. Registros estatais apontam que, quando lutava na guerrilha anti-japonesa, mudou seu nome para Kim Il-sung, algo como “Kim se torna o sol”. Após anos no comando de batalhas em favor do regime soviético, Kim foi indicado pelo ditador Josef Stalin para mandar no novo país, que surgia com a separação das Coreias.

O culto à personalidade do ditador ainda é amplamente divulgado na imprensa e nas escolas, que contam com os “Institutos de Pesquisa Kim Il-sung”, e há mais de 500 estátuas suas pelo país.

Kim Jung-suk, a “esposa perfeita”

Kim Jung Suk, esposa de Kim Il Sung

Kim Jung-suk, esposa de Kim Il-sung (Reprodução/Reprodução)

Também parte da guerrilha anti-japonesa, Kim Jung-suk é divulgada como a “perfeita esposa comunista” pelo regime norte-coreano e teria conhecido e casado com Kim Il-sung na União Soviética. A história oficial conta que tinha extraordinárias habilidades de guerra, mas que também dedicava sua vida a cuidar do marido ditador – a não oficial diz que sofria com depressão e com a infidelidade do cônjuge.

A morte da primeira esposa de Kim Il-Sung, aos 29 anos, também é cercada de informações incertas. Na biografia oficial, divulgada pelo regime, se explica apenas que faleceu pelas “durezas que enfrentou durante os anos como guerrilheira”. Relatos não confirmados pela família apontam que morreu no parto de um bebê natimorto ou até que foi baleada.

Kim Jong-il, o “querido líder” fashion

Kim Jong-Il, o "Querido líder" da Coreia do Norte

Kim Jong-il, o “querido líder” da Coreia do Norte (Pool/Getty Images)

Sucessor do pai na dinastia, Kim Jong-il foi a figura mais venerada (e falsificada) pelos propagandistas do regime, entre 1994 e sua morte. Apesar de registros soviéticos mostrarem que nasceu em um vilarejo da Sibéria, sua biografia oficial relata um nascimento mágico no sagrado Monte Paektu, com direito a arco-íris, uma nova estrela no céu e mudança repentina nas estações.

As invenções sobre seus feitos incluem habilidades intelectuais e esportivas. Na imprensa estatal, se diz que Kim fez 11 hole-in-ones na primeira vez que jogou golfe, escreveu 1.500 livros durante a faculdade e inventou o hambúrguer. Em 2010, o jornal do regime Rodong Sinmun noticiou que o ditador também se tornara um ícone fashion ao redor do mundo com seu modelito clássico, uma espécie de abrigo marrom. Kim, porém, está longe de ser querido no ocidente e sua falha administração econômica levou o país a uma terrível crise fome entre 1994 e 1998, que pode ter matado até 3,5 milhões de pessoas.

Obsessivo por cinema, Jong-il tinha uma coleção de mais de 20.000 fitas. A fixação chegou a tal ponto que mandou sequestrar Shin Sang-ok, diretor sul-coreano, e sua esposa, a atriz Choi Eun-hee, para fomentar a indústria do entretenimento da Coreia do Norte. Eles fizeram sete filmes até escaparem do país, oito anos depois.

Ko Young-hee, a “mãe de Pyongyang”

Ko Young-hee esposa de Kim Jong Il

Ko Young-hee esposa de Kim Jong-il (Foto/Reprodução)

Nascida no Japão, mas com ancestrais coreanos, Ko Young-hee era a esposa oficial de Kim Jong-il e mãe do atual ditador, Kim Jong-un. Sua história está entre as mais escondidas pelo regime, por causa da herança japonesa – essa característica a colocaria na escória da sociedade comunista. Apesar de suas origens serem de conhecimento geral, elas não podem ser discutidas entre os cidadãos. O título oficial usado pelos propagandistas para se referir Ko é “a respeitada mãe que é o sujeito mais fiel e leal ao querido líder companheiro comandante supremo”, resumido eventualmente para “mãe de Pyongyang”. Ela faleceu em decorrência de um câncer, em 2004, aos 51 anos, após tentar tratamento em Paris.

Sua irmã, Ko Young-suk vive exilada em Nova York com o marido e os três filhos desde 1998, onde tem uma lavanderia. Foi ela quem criou Kim Jong-un na pré-adolescência, quando o acompanhou para que fosse estudar na Suíça. A família evita revelar os motivos para a fuga, mas defende que foi uma tentativa de encontrar tratamento para o câncer de Ko Young-hee.

Kim Kyong-hui, a tia poderosa

Kim Kyong Hui, irmã de Kim Jong Il

Kim Kyong-hui, irmã de Kim Jong-il (Reprodução/Reprodução)

É a irmã caçula de Kim Jong-il, única filha mulher de Kim Il-sung e Kim Jung-suk (o casal ainda teve outro filho, do meio, que morreu afogado na infância). Confidente do irmão, foi figura presente no regime e a única a ter contato direto com a liderança. Ela também auxiliou o sobrinho quando assumiu o comando da nação, em 2011, e foi descrita como a segunda figura mais poderosa do país.

A participação da tia na política norte-coreana praticamente acabou após a execução do marido, Jang Song-thaek, em 2013. Com o desaparecimento dos holofotes, a imprensa internacional noticiou sua morte algumas vezes, com especulações de infarto e suicídio. Em 2015, um desertor próximo ao regime declarou também que Kim Jong-un mandou auxiliares envenenarem a tia. A inteligência sul-coreana, porém, confirmou que ela está viva, mas possa por tratamentos médicos.

Curiosamente, Kyong-hui é dona do único restaurante de hambúrguer do país, descrito como “carne moída e pão”, para evitar o uso da palavra americana. Ela teve uma filha com Jang que se suicidou aos 29 anos, quando estudava em Paris.

Jang Song-thaek, o traidor

Jang Song Taek, marido de Kim Kyong Hui

Jang Song-taek, marido de Kim Kyong-hui (AP/AP)

Vice-presidente da poderosa Comissão de Defesa Nacional da Coreia do Norte, Jang estava apenas abaixo de Kim Jong-il na hierarquia vermelha e quase comandava o país no fim de sua vida. O cenário mudou quando Kim Jong-un assumiu o posto e precisou ouvir os conselhos do tio.

Em 2013, o jovem tirano expulsou Jang do Partido dos Trabalhadores e, dias depois, mandou que fosse executado sob acusações de traição. Em comunicado, o ex-assessor foi chamado de  “escória humana, pior que cachorro”, por ter supostamente formado uma facção contra o regime.

Song Hye-rim, a amante fugitiva

Song Hye Rim, amante de Kim Jong Il

Song Hye-rim, amante de Kim Jong-il (Reprodução/Reprodução)

Uma das primeiras atrizes famosas da Coreia do Norte, Song Hye-rim fascinou o ditador aficionado por cinema, Kim Jong-il, e se tornou sua amante favorita. O casal chegou a morar junto em segredo e o duradouro caso resultou no nascimento de Kim Jong-nam, em 1971 – rejeitado pelo avô por anos. Na década de 80, Song viajou à Rússia para tratamentos médicos e fugiu de vez para o país após a queda da União Soviética. Sua melhor amiga, Kim Young-soon, ficou nove anos presa em um campo de trabalhos forçados, assim como seus familiares, por ter revelado o caso de Song e o ditador. A atriz morreu em 2004, em Moscou.

Kim Jong-nam, o filho renegado

Kim Jong Nam, irmão de Kim Jong Un e filho de Kim Jong Il com Song Hye Rim

Kim Jong-nam, irmão de Kim Jong-un e filho de Kim Jong-il com Song Hye-rim (Toshifumi Kitamura/AFP)

O membro mais falado da dinastia norte-coreana em 2017 é Kim Jong-nam, fruto da relação de Kim Jong-il com sua amante atriz. Apesar de ser escondido na infância, o primogênito caiu nas graças do pai e foi considerado como o melhor posicionado para substituí-lo. A preferência acabou em 2001, ao ser detido no aeroporto de Tóquio com um passaporte falso, que pretendia usar para visitar a Disneylândia japonesa. Jong-nam, sempre mais liberal pelos anos de estudo na Europa, se mudou para a China em 1995 e vivia desde então entre Pequim e Macau, na Malásia, amparado pelo governo chinês. Ele foi assassinado na capital malaia em fevereiro deste ano, por meio de um agente químico, em ação que o governo sul-coreano acredita ter sido ordenada pelo regime.

Kim Han-sol, o herdeiro mente aberta

Kim Han Sol, filho de Kim Jong Nam

Kim Han-sol, filho de Kim Jong-nam (Reprodução/Reprodução)

Nascido em 1995, o filho de Kim Jong-nam viveu em Pyongyang durante a infância, até seu pai ser rejeitado pelo regime e levar a família para viver em Macau. Ao longo da juventude, Han-sol deu entrevistas em que chamou o tio de “ditador”, disse desejar paz entre as Coreias e contou ter diversos amigos americanos. Segundo a rede BBC, ele estudou na Bósnia-Herzegovina, em Paris e estaria com planos para ir à Universidade de Oxford antes da morte do pai. Depois do incidente, apareceu em um vídeo na internet onde diz estar seguro, junto à irmã e à mãe.

Kim Jong-un, o “líder supremo”

Kim Jong-un, o "líder-supremo" da Coreia do Norte

Kim Jong-un, o “líder-supremo” da Coreia do Norte (Damir Sagolj/Reuters)

Era difícil imaginar que Kim Jong-un poderia ser mais brutal que o pai, porém, aos 33 anos e há seis no poder, o atual ditador mostrou sua personalidade histriônica e cruel. O mimado filho mais novo não era o sucessor esperado do regime, mas foi o único a não decepcionar o pai. Sobre seu hobbies, se sabe que é fã da Disney e visitou os parques de Tóquio e Paris na infância, além de amar o basquete americano.

Desde que assumiu o poder, Jong-un já ordenou 340 assassinatos, inclusive do próprio tio e, possivelmente, do irmão. Recentemente, o desenvolvimento do programa nuclear do país também tem acirrado a relação com os vizinhos do sul e os Estados Unidos.

Menos carismático que Kim Jong-il, para os padrões coreanos, os propagandistas do regime tem se dedicado incessantemente a cultuá-lo em escolas e na imprensa. Os mitos incluem que teria começado a dirigir aos três anos de idade e escreveu seis óperas completas em dois anos, “melhores que qualquer outra na história”, segundo sua biografia oficial.

Ri Sol-ju, a esposa invisível

Ri Sol Ju, esposa de Kim Jong Un

Ri Sol-ju, esposa de Kim Jong-un (Foto/Reuters)

Com os olhos do mundo focado em Kim Jong-un, pouco se sabe sobre sua mulher, apresentada à imprensa em 2012. Ri Sol-ju, de 27 anos, foi membro da Orquestra Unhasu e é filha de uma médica e um professor. Ela nunca aparece sozinha em frente às câmeras e raramente está presente ao lado do marido em eventos oficiais, por isso, é frequentemente alvo de especulações de morte ou fuga. Em 2013, o jogador de basquete americano Dennis Rodman, amigo do ditador, deixou escapar que o casal teve uma filha chamada Ju-ae.

Kim Jong-chul, o playboy

Kim Jong Chul, filho de Kim Jong Il com Ko Young Hee

Kim Jong-chul, filho de Kim Jong-il com Ko Young-hee (Ahn Young-joon/AP)

Filho mais velho de Kim Jong-il com a esposa oficial, Kim Jong-chul foi superado pelo irmão mais novo como sucessor por ser “afeminado demais”, segundo relatos de um ex-chef de cozinha da dinastia. Ao contrário dos cidadãos do país, ele viaja ao exterior para assistir a shows e mantém uma vida repleta de entretenimento. Sua grande paixão é o músico Eric Clapton: em 2015, foi a dois concertos em Londres, além de outro em Cingapura, em 2011, e quatro na Alemanha, em 2006. Jong-chul é a representação dos privilégios da família de ditadores: quase toda música ocidental é proibida aos norte-coreanos, mas não aos Kim.

Kim Yo-jong, a propagandista

Kim Yo-jong, filha de Kim Jong Il com Ko Young Hee

Kim Yo-jong, filha de Kim Jong-il com Ko Young-hee (KCNA/AFP)

Oficial sênior do regime comunista, aos 29 anos, a irmã caçula do ditador norte-coreano é um dos nomes mais influentes da Coreia do Norte. Assim como os homens da família, estudou na Suíça e ganhou notoriedade no funeral do avô, quando apareceu à frente de homenagens e como braço direito do irmão. Desde 2015, ocupa o posto de chefe do Departamento de Propaganda e é responsável por convencer a população de cultuar Kim Jong-un. Yo-jong é casada há três anos com um filho de Choe Ryong-hae, considerado o número três do regime.

 

A mulher mais pesada do mundo, Eman chegou a pesar mais de 500 quilios 

 

  Identificada anteriormente como a "mulher mais pesada do mundo", a egípcia Eman Ahmed já perdeu 325 quilos após a cirurgia em um hospital indiano. Aos 36 anos, ela ainda é obesa mórbida, com 175 quilos. A mulher foi levada do centro de saúde nesta quinta-feira ao Emirados Árabes Unidos para um tratamento intensivo.

Eman sofre de linfedema, um distúrbio que faz o tecido do corpo inchar. Ela teve um Acidente Vascular Cerebral (AVC) aos 11 anos e, desde então, passou a ganhar peso gradualmente. Ela ainda precisa tratar a diabetes tipo 2 e uma doença que obstruiu seus pulmões.   

                                                              

Hospital lota para transporte de Emam Ahmed

Hospital lota para transporte de Emam Ahmed Foto: Rafiq Maqbool / STF

 

Em fevereiro, Eman pesava mais de 500 quilios quando foi transportada para tratamento em Mumbai, na Índia. Na ocasião, ela foi considerada a mulher mais pesada do mundo. Os agentes precisaram içar a cama pela janela e acionar um caminhão para movê-la.

 

 

 

Os médicos que reduziram o estômago da mulher para ajudar na perda de peso anunciaram nesta quinta-feira que ela passaria a ser cuidada em hospital de Abu Dhabi, nos EAU. Um avião fretado levou a egípcia e nove médicos para a nova fase do tratamento.

Eman vivia presa a uma cama em Alexandria, no Egito, até que um médico indiano a visitou e topou ajudá-la na que pode ser a mais ambiciosa perda de peso da história. Ela foi levada ao Saifee Hospital, em Mumbai, em 11 de fevereiro — segundo a família, era a primeira vez que a egípcia saía de casa em 25 anos.

 

Dr Muffi Lakdawala 

 

Fonte: extra.globo 



 



 

A agência de notícia Reuters diz que uma vila localizada a cerca de cinco quilômetros da explosão foi afetada pela bomba

Ao menos 36 combatentes da organização terrorista Estado Islâmico (EI) foram mortos na explosão do artefato conhecido como “mãe de todas as bombas”, lançado pelos EUA no Afeganistão nesta quinta-feira (13), segundo o ministro da Defesa do país asiático.

A GBU-43/B – conhecida como “mãe de todas as bombas” em um trocadilho com a sigla “moab” (que pode representar a expressão “mother of all bombs” ou o acrônimo em inglês para munição maciça para explosão no ar) – foi lançada de um avião MC-130 na província de Nangarhar, numa área onde estariam túneis usados pelo EI.

As mortes não foram verificadas de maneira independente, mas o porta-voz do ministro da Defesa do Afeganistão, Dawal Waziri, disse que nenhum civil foi morto no ataque que mirou uma rede de túneis e cavernas usada pela milícia. Segundo Waziri, uma base do EI foi destruída no ataque.

A agência de notícia Reuters diz que uma vila localizada a cerca de cinco quilômetros da explosão foi afetada pela bomba. O ex-presidente do Afeganistão Hamid Karzai condenou o uso da arma. “Isso não é uma guerra contra o terrorismo, mas o mais desumano e brutal uso indevido do nosso país como um campo de teste de novas e perigosas armas”, ele escreveu no Twitter.

OPERAÇÃO MILITAR

Esta foi a primeira vez que o armamento foi usado em combate. O artefato, projetado pela Força Aérea dos EUA em 2002, pesa mais de dez toneladas, com 8.164 quilos de explosivos.

Na Casa Branca, Trump elogiou a operação, que classificou como “uma missão muito exitosa”. “Temos os melhores militares do mundo, e eles voltaram a fazer o seu trabalho, como é de costume”, afirmou o presidente.

O general John Nicholson, chefe das forças americanas no Afeganistão, disse que a bomba é “munição adequada para reduzir os obstáculos e manter o impulso da ofensiva contra as forças do EI”.

O EI, que domina vastas áreas do território da Síria e do Iraque, começou mais recentemente a se expandir no Afeganistão, onde conseguiu atrair seguidores do grupo radical islâmico Taleban na região, assim como islamistas de origem uzbeque. Militares da Otan (aliança militar ocidental) estimam que no início de 2016 o EI treinava cerca de 3.000 combatentes no Afeganistão, embora esse número atualmente deva ter no país de 600 a 800 homens armados.

 Folhapress

 

Na nossa casa, há beleza na forma como conversamos uns com os outros... a linguagem não foi prejudicada, pelo contrário: é repleta de emoção. É um pouco confuso. Mas é onde fizemos nosso lar."                                                                                                                                                                                                                         O relato de Cassandra Hsiao se refere às dificuldades que sua família, da Malásia, enfrentou para aprender o inglês depois de emigrar para os Estados Unidos. E pode até ser que seus familiares não falem um inglês perfeito, mas essa menina de 17 anos conseguiu o que poucos conseguem: ser aceita em todas as instituições da chamada Ivy League, grupo composto pelas oito universidades de elite nos EUA, e que inclui Harvard, Princeton, Yale e Columbia.                                                                                                                                                                                                              Filha de uma mãe malaia e um pai taiwanês, Hsiao emigrou com sua família para a Califórnia quando tinha cinco anos. A frase sobre a comunicação em inglês entre seus familiares era apenas uma parte de uma redação muito emotiva que ela enviou como parte de sua inscrição para as universidades americanas - e que chamou a atenção de várias instituições de ensino e personalidades no mundo.                                                                                                                                                                                             No texto, Hsiao contou suas experiências durante o processo de aprender uma nova língua em um país estrangeiro.                                                                                                                                                                                                                                     "A identidade e o desejo de pertencimento são dois dos desafios com os quais as pessoas mais se identificam. Queria compartilhar uma parte da nossa vida familiar, minha relação com a minha mãe e nossas histórias", disse ela à BBC.                                                                                                                                                                          "Sinto falta da Malásia e penso no meu país com frequência. Eu adorava empinar pipa, ir aos mercados, soltar fogos de artifício. Passei minha infância balbuciando uma mistura de chinês, malaio e inglês", afirmou.

Cassandra Hsiao nasceu na Malásia e chegou aos EUA com cinco anos
 
Cassandra Hsiao nasceu na Malásia e chegou aos EUA com cinco anos
Foto: Cassandra Hsiao / BBCBrasil.com

 

Até o momento nenhum grupo reivindicou o atentado, mas o método de ataque lembra o grupo extremista Estado Islâmico (EI)

Ao menos 26 pessoas morreram na quarta-feira (8) à noite quando dois homens-bomba detonaram suas cargas explosivas durante uma cerimônia anterior a um casamento ao norte de Bagdá, anunciaram a polícia e fontes médicas.

O atentado, que aconteceu na área de Al-Hajaj, zona norte da cidade de Tikrit, também deixou 25 feridos, de acordo com as mesmas fontes.

O primeiro homem-bomba detonou sua carga às 20H30 (14H30 de Brasília), em meio a vários homens. O segundo executou o ataque poucos minutos depois, informou um policial. 

Até o momento nenhum grupo reivindicou o atentado, mas o método de ataque lembra o grupo extremista Estado Islâmico (EI), que executa ações suicidas com frequência contra civis e integrantes das forças de segurança do Iraque. 

Após a ofensiva de 2014, o EI chegou a controlar regiões ao norte e ao oeste de Bagdá, incluindo territórios da província de Saladino, cenário do ataque de quarta-feira (8), mas as forças iraquianas conseguiram reconquistar a maior parte da área, com o apoio aéreo da coalizão internacional antijihadista liderada por Washington. 

As forças iraquianas lutam agora para retomar a cidade de Mossul, o maior reduto urbano do EI no país. Mas as vitórias militares contra os extremistas não conseguem impedir os atentados dos insurgentes.

Valor teria sido pago por patrocinadores do governo da Rússia em outubro do ano passado

Uma investigação de contra-inteligência nos Estados Unidos tem analisado contatos com a Rússia envolvendo próximos de Trump

Donald Trump Jr. (à esquerda) participou de um jantar no dia 11 de outubro no Hotel Ritz.

O filho mais velho do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu ao menos US$ 50 mil para aparecer em um evento ocorrido em outubro do ano passado, em Paris, cujos patrocinadores são aliados do governo da Rússia em seus esforços para encerrar o conflito na Síria.

Donald Trump Jr. Participou de um jantar no dia 11 de outubro no Hotel Ritz, em Paris, criado pelo Centro de Relações Políticas e Exteriores. O presidente do think tank, Fabien Baussart, e sua esposa síria, Randa Kassis, têm cooperado com a Rússia no conflito sírio, dizem autoridades norte-americanas, europeias e árabes. 

Em dezembro, Baussar indicou formalmente o presidente Vladimir Putin para o Prêmio Nobel da Paz. Randa, por sua vez, é líder de uma facção política apoiada pela Rússia nas negociações para encerrar o conflito na Síria. O casal afirmou que não representa a Rússia e se focam exclusivamente em procurar soluções para a guerra síria.

A reunião de outubro representa mais um elo dos contatos descobertos desde o ano passado entre membros dos círculos mais próximos a Trump e indivíduos ligados a Moscou ou a interesses no país.

Investigação

Uma investigação de contra-inteligência nos Estados Unidos tem analisado contatos com a Rússia envolvendo pessoas próximas ao republicano, incluindo o secretário de Justiça Jeff Sessions, de acordo com membros a par das investigações. Não está claro, no entanto, se o próprio presidente ou seu filho fazem parte dos investigados.

Donald Trump Jr. É atualmente vice-presidente-executivo das Organizações Trump, uma incorporadora fundada por seu pai, e era o principal funcionário da campanha do republicano.

Questionadas pelo Wall Street Journal, as Organizações Trump não negaram o pagamento de US$ 50 mil pela aparição de Donald Trump Jr. no evento de outubro.

 

Que família linda e alegre!

Os gêmeos Nico e Sina ganharam duas irmãzinhas… gêmeas também: Gia e Gemma.

E elas já estrearam com sucesso no mundo da fotografia. (fotos abaixo)

Nove dias após virem ao mundo – no final de janeiro em Massachusetts, EUA –  Gia e Gemma foram registradas pelas lentes de sua mãe, a fotógrafa Juliet Cannici.

A foto em que aparecem sob os cuidados de seus dois irmãos mais velhos, ficaram lindas! Olha a carinha de alegria deles!

No ensaio, a mãe também fez fotos de Gia e Gemma sozinhas e depois de Nico e Siena, dois modelos encantadores!

“A melhor parte de ter dois casais de gêmeos é observar a maneira que os mais velhos interagem com os mais novos, experimentando o amor e a conexão entre eles”, contou Juliet.

As mães Nikki e Juliet não escondem a felicidade que as meninas, concebidas a partir de procedimentos de fertilização in vitro, trouxeram à família..

“Nico e Siena estão encantados com as garotas, amam segurá-las e alimentá-las e mal podem esperar pelo dia em que poderão levas-la para brincar […]. “, concluiu.

Foto: Juliet Cannici - reprodução / Facebook

Foto: Juliet Cannici – reprodução / Facebook

Foto: Juliet Cannici - reprodução / Facebook

Foto: Juliet Cannici – reprodução / Facebook

 

 

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JR Esquadrias