Mundo (93)

"Eu estava filmando golfinhos, tubarões, pinguins e aves que se alimentam de sardinhas, quando, das profundezas, uma baleia Bryde surgiu, engolindo tudo em seu caminho", disse Rainer Schimpf

Há vários dias, as imagens da desventura de um mergulhador sul-africano circulam na internet: ele escapou milagrosamente da morte na semana passada depois de ter sido brevemente engolido por uma baleia em Port Elizabeth (sul).

A Bíblia conta que o profeta Jonas passou três dias no ventre de uma baleia. Rainer Schimpf viveu a mesma experiência, mas apenas por alguns segundos. "Eu estava filmando golfinhos, tubarões, pinguins e aves que se alimentam de sardinhas, quando, das profundezas, uma baleia Bryde surgiu, engolindo tudo em seu caminho", relatou à AFP o defensor do meio ambiente.

"Senti pressão ao redor da minha cintura, e soube imediatamente o que estava acontecendo", acrescentou. "Foi apenas uma questão de segundos antes que a baleia percebesse seu erro e abrisse a boca para me cuspir".

 

A esposa do mergulhador, Silke, e um fotógrafo observaram com horror e documentaram devidamente a cena.Em algumas imagens, apenas as pernas de Rainer schimpf aparecem para fora da boca do predador, um raro espécime de baleia Bryde, cetáceo que pode chegar a 15 m e que se alimenta de pequenos peixes e crustáceos.

Mal recuperado do susto, o mergulhador não hesitou antes de voltar ao mar. "Verificamos que o equipamento estava ok, que eu não tinha ossos quebrados, que tudo estava no lugar", disse ele, antes de adicionar com um grande sorriso: "adrenalina ao máximo, eu não queria perder essa sessão de mergulho, voltei para a água, dessa vez em busca de tubarões".

Schimpf, 51 anos e vinte de experiência e vários prêmios, é plenamente ciente dos riscos que corre. "Predadores como baleias ou tubarões vão com tudo sobre suas presas e muitas vezes nossa visibilidade é extremamente baixa", diz.

Mas fora de questão de desistir de sua missão. "Nossa determinação em garantir ao meio ambiente a maior atenção e proteção continua intacta". "E se eu renascer, gostaria que fosse na forma de uma baleia".

Enquanto espera por sua eventual reencarnação, sua interpretação involuntária de Jonas fez dele uma estrela nas redes sociais. As imagens de sua experiência já ultrapassaram a marca de três milhões no YouTube.

 

AF Agência France-Presse / Agencia Brasil

"Eu estava filmando golfinhos, tubarões, pinguins e aves que se alimentam de sardinhas, quando, das profundezas, uma baleia Bryde surgiu, engolindo tudo em seu caminho", disse Rainer Schimpf

Há vários dias, as imagens da desventura de um mergulhador sul-africano circulam na internet: ele escapou milagrosamente da morte na semana passada depois de ter sido brevemente engolido por uma baleia em Port Elizabeth (sul).

A Bíblia conta que o profeta Jonas passou três dias no ventre de uma baleia. Rainer Schimpf viveu a mesma experiência, mas apenas por alguns segundos. "Eu estava filmando golfinhos, tubarões, pinguins e aves que se alimentam de sardinhas, quando, das profundezas, uma baleia Bryde surgiu, engolindo tudo em seu caminho", relatou à AFP o defensor do meio ambiente.

"Senti pressão ao redor da minha cintura, e soube imediatamente o que estava acontecendo", acrescentou. "Foi apenas uma questão de segundos antes que a baleia percebesse seu erro e abrisse a boca para me cuspir".

 

A esposa do mergulhador, Silke, e um fotógrafo observaram com horror e documentaram devidamente a cena.Em algumas imagens, apenas as pernas de Rainer schimpf aparecem para fora da boca do predador, um raro espécime de baleia Bryde, cetáceo que pode chegar a 15 m e que se alimenta de pequenos peixes e crustáceos.

Mal recuperado do susto, o mergulhador não hesitou antes de voltar ao mar. "Verificamos que o equipamento estava ok, que eu não tinha ossos quebrados, que tudo estava no lugar", disse ele, antes de adicionar com um grande sorriso: "adrenalina ao máximo, eu não queria perder essa sessão de mergulho, voltei para a água, dessa vez em busca de tubarões".

Schimpf, 51 anos e vinte de experiência e vários prêmios, é plenamente ciente dos riscos que corre. "Predadores como baleias ou tubarões vão com tudo sobre suas presas e muitas vezes nossa visibilidade é extremamente baixa", diz.

Mas fora de questão de desistir de sua missão. "Nossa determinação em garantir ao meio ambiente a maior atenção e proteção continua intacta". "E se eu renascer, gostaria que fosse na forma de uma baleia".

Enquanto espera por sua eventual reencarnação, sua interpretação involuntária de Jonas fez dele uma estrela nas redes sociais. As imagens de sua experiência já ultrapassaram a marca de três milhões no YouTube.

 

AF Agência France-Presse / Agencia Brasil

Um grupo de diretores de funerárias na África do sul disse que processará um autoproclamado profeta que afirmou ter ressuscitado um morto.

Um vídeo do pastor Alph Lukau, em que ele aparece gritando "levante-se" para um homem deitado em um caixão, que, em seguida, se ergue e é celebrado por fiéis, viralizou.

As empresas funerárias dizem que foram manipuladas a se envolverem na farsa organizada do lado de fora da igreja de Lukau, próximo a Joanesburgo. O caso foi ridicularizado e criticado por muitos no país.

"Não existem milagres", disse a Comissão para a Promoção e Proteção de Comunidades Culturais, Religiosas e Linguísticas à emissora estatal da África do Sul. "São tentativas de ganhar dinheiro com o desespero do nosso povo."

Funerárias alegam danos à sua reputação

Três empresas funerárias que dizem ter sido enganadas agora estão tomando medidas legais por danos à sua reputação.

"Supostos membros da família do falecido" disseram à Kings & Queens que tiveram um "conflito com um outro fornecedor de serviços funerários".

Os clientes também supostamente colocaram "adesivos da Black Phoenix em um carro particular" para parecerem críveis para a Kings & Queens quando foram contratar um carro fúnebre da empresa. O caixão, dizem os diretores de funerárias, foi adquirido da Kingdom Blue.

A igreja de Lukau, a Alleluia Ministries International, não respondeu ao pedido de comentários da BBC.

Caso gerou um debate nacional sobre falsos pastores

O site de notícias Sowetan relata que a igreja recuou em sua alegação de ter realizado uma ressurreição, dizendo que o "morto" já estava "vivo" quando foi levado ao local.

O pastor havia apenas "completado um milagre que Deus já havia realizado", disse a Alleluia Ministries International ao Sowetan.

O correspondente da BBC Milton Nkosi disse que o vídeo provocou um debate nacional sobre falsos pastores e foi amplamente criticado por grupos religiosos renomados.

No entanto, alguns sul-africanos usaram a hashtag #ResurrectionChallenge (#DesafioDaRessureição) nas redes sociais para tratar do caso de forma bem humorada.

Este é o caso mais recente a chamar atenção para líderes religiosos no país que dizem a suas congregações terem realizado feitos extraordinários.

No ano passado, um pastor sul-africano foi considerado culpado de agressão por ter pulverizado um inseticida doméstico sobre os fiéis alegando falsamente que isso poderia curar câncer e infecção pelo vírus HIV.

 

BBC

O número de crianças assassinadas durante a operação militar superou o de crianças mortas durante a operação Chumbo Fundida, A ofensiva teve um impacto catastrófico e trágico nas crianças.

Genebra – Os bombardeios do exército de Israel em Gaza deixaram 408 crianças mortas e 2.500 feridas, segundo a Unicef, que calcula em 370 mil o número de menores que necessitam urgentemente de ajuda psicológica.

“O número de crianças assassinadas durante a operação militar superou o de crianças mortas durante a operação Chumbo Fundida”, a última ofensiva israelense em Gaza, entre 2008 e 2009, na qual 350 menores morreram, afirmou Pernille Ironside, chefe da Unicef em Gaza.

 

“A ofensiva teve um impacto catastrófico e trágico nas crianças. Se levarmos em conta o que estes números representam para a população de Gaza, é como se tivessem morrido 200 mil crianças nos Estados Unidos”,

Ironside ressaltou que não há eletricidade e que os sistemas de água potável e saneamento não funcionam, por isso o perigo de doenças transmissíveis e de diarreia -que pode ser fatal em menores de cinco anos- é iminente.

“É preciso se levar em conta o tamanho da Faixa de Gaza, são 45 quilômetros de comprimento por entre seis e 14 de largura. Não há uma só família que não tenha sido diretamente afetada por alguma perda”, disse.

“A destruição é total. Usaram armamentos horríveis que provocam terríveis amputações. E isto se passou na frente dos olhos das crianças, que viram morrer seus amigos e seus pais”, afirmou a funcionária.

Por isso a Unicef calcula que 370 mil crianças necessitarão ajuda psicológica para superar o trauma.

“Levemos em conta que uma criança que tem sete anos já passou por três ofensivas, a de 2008-2009, a de 2012 e a de agora. Imaginem o impacto que isso pode ter tanto nas crianças menores como nas quais já entendem o que isso significa”, afirmou.

“Há pessoas que não têm acesso à água há várias semanas. Já se detectaram problemas de pele e tememos que apareçam casos de diarreia, o que só levaria a mais mortes de crianças”, lamentou.

Os bombardeios israelenses afetaram 142 escolas em Gaza, incluídas 89 da Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA), enumerou Ironside, que lembrou os ataques diretos a três colégios da ONU.

A funcionária disse que serão necessárias “centenas e centenas de milhões de dólares” para reconstruir o que foi destruído duas vezes, “embora desta vez tenha sido pior do que das outras duas juntas”.

“Quem pagará a fatura? De novo a comunidade internacional, ou será a força ocupante que perpetrou a destruição?”, questionou.

Para Ironside, o futuro das crianças em Gaza é “desalentador”.

“Ninguém deve se surpreender se algumas crianças palestinas tomarem um caminho mais extremo. É nossa responsabilidade evitar que isto ocorra”, concluiu.

 

Fonte: exame.abril

 A tia de Casey, Breanna Hathaway, acrescentou: “Ele disse que ficou dois dias com um urso.

Depois de dois dias desaparecido em uma floresta na Carolina do Norte com temperaturas que chegam aos – 6ºC, um menino foi encontrado e tinha uma história surpreendente para contar.

De acordo com o Metro Reino Unido, Casey Hathaway, de apenas 3 anos, relatou ao xerife do caso que “ele tinha um amigo urso na floresta que estava com ele”. A tia de Casey, Breanna Hathaway, acrescentou: “Ele disse que ficou dois dias com um urso. Deus enviou um amigo para mantê-lo seguro. Deus é um bom Deus. Milagres acontecem”.

 

Não foi confirmado se a criança realmente foi salva por um animal ou se ele estava imaginando, mas o local tem uma alta população de ursos negros.

FotoReprodução / Facebook
Fonte: metrojornal

 

Joana e Olavo decidiram ampliar a família que já contava com 16 filhos adotivos. Eles acolheram em casa seis irmãos com idades entre 5 e 14 anos, que passarão o primeiro Natal em um lar.

Para Juan, 14 anos, Yago, 12 anos, Evelin, 10 anos, Nathan, 7 anos, Natália, 7 anos, e Ana Paula, 5 anos, este será o primeiro Natal num lar, com pai e mãe, árvore decorada, ceia e presentes. Até Papai Noel passou pela nova casa, uma semana antes do dia 25.

Depois de viverem boa parte da infância em abrigos, os seis irmãos foram adotados neste ano por Joana Célia de Oliveira, 60 anos, e Olavo Borba, 73 anos. Ganharam uma família com mais 16 irmãos.

"Para nós, eles são nosso maior presente. É isso que eu quero que eles saibam neste Natal", diz Joana, sentada à mesa de uma sala de estar decorada com luzes e estrelas de papel – tudo feito pelas crianças e adolescentes da casa.

A professora aposentada nunca teve filhos biológicos. Ela e o marido, que é engenheiro e militar da reserva, passaram a vida acolhendo crianças e adolescentes sem família. Hoje, têm 22 filhos adotivos.

"É uma história que começa quando eu era pequenina e dizia que queria crescer, casar e ter muitos filhos. E que teria 24 filhos", contou Joana à BBC News Brasil.

A adoção dos seis irmãos por uma mesma família é um caso raríssimo, segundo a Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal, que intermediou o contato entre os seis irmãos e o casal.

A grande maioria das pessoas na fila de adoção só aceita crianças de até três anos e não quer irmãos. Joana e Olavo nunca fizeram exigências acerca da idade das crianças nem de laços familiares.

A princípio queriam adotar duas crianças ou adolescentes. Mas, quando foram informados de que poderiam escolher dois dentre seis irmãos, optaram por levar todos para casa. "Havia espaço no lar e no coração. Então, decidimos adotar os seis", explica Joana.

A BBC News Brasil conheceu a casa da família. Uma residência grande, projetada e construída por Olavo, numa região administrativa de Brasília. A sala é repleta de janelas abertas, que dão para árvores e jardins. Cada criança e adolescente tem um quarto – atualmente 14 moram lá e os outros oito já têm a própria casa.

Os seis irmãos recém-chegados já chamam Joana de mãe com naturalidade. "Essa mamãe é uma gracinha. É uma princesa", repete Ana Paula, de 5 anos.

A DECISÃO DE ADOTAR

Joana conta que tinha 29 anos quando descobriu um problema no endométrio que a impedia de engravidar. Seria possível tentar um tratamento, mas ela e o marido optaram pela adoção.

"Decidimos ter uma grande família de filhos do coração."

Antes da chegada dos seis irmãos, Joana e o marido adotaram ao longo dos anos 16 crianças e adolescentes. Hoje, todos eles têm mais de 18 anos- alguns estão concluindo o ensino médio, três estão na universidade e os outros já trabalham.

Foram Tatiane, 25 anos, Gabriel, 19 anos, e Camila, 22 anos, que convenceram os pais a fazerem uma última adoção.

"Nós estudamos ou trabalhamos o dia inteiro. A casa estava ficando vazia. Fomos percebendo a mãe mais triste e o pai também. Perguntamos a eles se não gostariam de ter mais filhos", relata Tatiane, que está concluindo a faculdade de pedagogia e sonha em ser diretora pedagógica numa escola do Distrito Federal.

Joana reagiu à proposta dizendo que estava "velha demais" e que não daria conta sozinha. Os filhos garantiram que ajudariam em cada passo da criação dos novos irmãos.

O PRIMEIRO ENCONTRO

Joana e Olavo se cadastraram em setembro de 2017 na fila de adoção do Distrito Federal. Em março de 2018, receberam a notícia de que seis irmãos estavam disponíveis e foram convidados a conhecê-los.

Ao falar sobre o primeiro encontro com os jovens, Joana se emociona. Preocupadas com as lágrimas da mãe, Natália e Ana Paula imediatamente a enchem de abraços e beijos.

"Eles estavam todos aguardando a chegada da gente no abrigo. Parecia que a gente já se conhecia. Até as técnicas e as psicólogas se admiraram, porque eles não sentiram receio de se aproximar, e as crianças de abrigo costumam ter dificuldade."

A professora aposentada conta que, no momento da despedida depois desse primeiro encontro, ficou aflita com os rostinhos das crianças, receosos de não terem "agradado".

"Disseram: 'Você não vai levar a gente? Não vai levar?'. E eu disse, 'ainda não, mas vamos estar juntos logo", diz ela, novamente emocionada.

O processo de adoção segue um padrão de aproximação progressiva que visa proteger tanto os pais quanto os filhos, com diversas visitas antes da mudança para o novo lar.

A CHEGADA À NOVA CASA

Dois meses depois do primeiro encontro, os seis irmãos se mudaram para a casa dos pais adotivos. Estava se iniciando a fase de convivência, que culminaria com a decisão final de adotar ou não.

Mas os laços se formaram rapidamente. "Os pequenos já começaram automaticamente a me chamar de mãe. O mais velho, de 14 anos, demorou duas semanas", diz Joana.

E como ela e o marido fazem para administrar uma casa com tanta gente?

Joana diz que cada um tem sua tarefa, como cuidar da própria roupa, arrumar o quarto, levar o prato para a cozinha. Também há uma escala para a faxina dos ambientes comuns da casa – cada pessoa limpa um cômodo.

O casal faz as compras do mês e uma funcionária cozinha durante a semana. No fim de semana e nas férias, todos participam do preparo das comidas.

Nas tarefas diárias, os mais velhos ajudam os mais novos, ensinando, por exemplo, como amarrar o tênis e arrumar a lancheira da escola.

"Fraternidade é a palavra. É um ajudando sempre ao outro, estando sempre disponível. A casa é o laboratório para o futuro, a vida", resume a mãe.

SUSTENTO DA FAMÍLIA

Muita gente pode se perguntar também como Joana e Olavo fazem para arcar com os custos da criação de 22 filhos. Ela explica que tudo é pago com o dinheiro da aposentadoria que recebe como professora e da remuneração do marido, que presta consultoria em engenharia e é militar da reserva.

As crianças e adolescentes estudam em escolas públicas, mas fazem curso de idiomas pagos pelos pais ou oferecidos por voluntários. Gabriel e Camila – ambos adotados quando já tinham mais de 10 anos – passaram no vestibular da Universidade de Brasília.

"A gente vive com simplicidade. Em vez de comprar na butique, compra no armazém. Em vez de viajar, passa férias aqui. Mas todos têm o que precisam", diz. "Os filhos quando vão crescendo vão se ocupando das suas vidas, trabalhando, investindo neles, em cursos, em trabalho. Financeiramente, o suporte é o pai e a mãe enquanto eles estiverem sem andar com os próprios pés."

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ADOÇÃO DE ADOLESCENTES

Joana e Olavo são exemplos raros, não apenas pelo número de filhos adotivos mas principalmente pelo fato de acolherem adolescentes.

No Brasil, oito em cada 10 interessados em adotar querem apenas bebês ou crianças de, no máximo, 5 anos. Mas 73,74% das crianças e adolescentes que buscam um novo lar têm entre 5 e 17 anos, segundo dados do Cadastro Nacional de Adoção.

Joana diz que considera a experiência de adotar uma criança mais velha ou um adolescente especial, porque a aproximação acontece por decisão de ambas as partes, não apenas pela vontade dos pais.

"A adoção tardia é a oportunidade maior como pai e mãe, porque um escolhe ao outro, porque um não é obrigado ao outro. Quando se executa o processo de adoção e ele termina, é porque ambas as partes quiseram", diz Joana.

É o que aconteceu quando ela adotou Tatiana e os quatro irmãos dela, há 12 anos. A jovem tinha 13 anos na época e diz que tinha "perdido as esperanças" de ter uma família.

"Eu sabia que as crianças menores é que tinham chance. Então, eu já estava me preparando para aprender tarefas domésticas, aprender a cozinhar, para ser empregada doméstica e conseguir me manter depois dos 18 anos", conta.

Mas tudo mudou quando, num dia qualquer, ela avistou Joana chegando ao abrigo. "Quando eu vi minha mãe, quando eu olhei para ela, eu senti vontade de chegar, dar um pulo nela, abraçar bem forte e dizer: 'você é minha mãe"", conta.

Joana diz que, assim que conheceu a menina e os irmãos, sentiu que poderia amá-los como filhos. "Ela voltou com meu pai um tempo depois e eles disseram: 'A gente quer muito que vocês sejam nossos filhos, mas claro que só se vocês quiserem nos ter como pais'. E a gente, 'claro que sim!"", diz Tatiane.

O AMOR QUE SE CONSTRÓI

Segundo Joana, o processo de adoção tem momentos bastante difíceis e é importante procurar aconselhamento e ajuda dos psicólogos da Vara da Infância quando necessário.

"A primeira lição é que você não é perfeita. Você tem que se adequar à chegada deles. É difícil para eles como é difícil para nós. O primeiro mês não é simples. Eles ficam eufóricos, e você está tentando mostrar para eles a rotina da casa, o encaminhamento."

Segundo ela, o amor dos filhos pelos pais e dos pais pelos filhos vai se fortalecendo com o convívio.

"É um crescimento humano e de amor. É uma oportunidade ímpar de conviver verdadeiramente com outro ser humano sem exigir que ele te ame. Você trabalha para construir essa convivência, essa ponte de amor", diz.

Ao final da entrevista, quando é convidada a falar sobre o que os 22 filhos "do coração" representam para ela, as palavras parecem faltar. "Eu não consigo imaginar a minha vida sem os meus filhos. Para mim, felicidade é isso aqui."

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Por Nathalia Passarinho - Da BBC News Brasil

 

Joana e Olavo decidiram ampliar a família que já contava com 16 filhos adotivos. Eles acolheram em casa seis irmãos com idades entre 5 e 14 anos, que passarão o primeiro Natal em um lar.

Para Juan, 14 anos, Yago, 12 anos, Evelin, 10 anos, Nathan, 7 anos, Natália, 7 anos, e Ana Paula, 5 anos, este será o primeiro Natal num lar, com pai e mãe, árvore decorada, ceia e presentes. Até Papai Noel passou pela nova casa, uma semana antes do dia 25.

Depois de viverem boa parte da infância em abrigos, os seis irmãos foram adotados neste ano por Joana Célia de Oliveira, 60 anos, e Olavo Borba, 73 anos. Ganharam uma família com mais 16 irmãos.

"Para nós, eles são nosso maior presente. É isso que eu quero que eles saibam neste Natal", diz Joana, sentada à mesa de uma sala de estar decorada com luzes e estrelas de papel – tudo feito pelas crianças e adolescentes da casa.

A professora aposentada nunca teve filhos biológicos. Ela e o marido, que é engenheiro e militar da reserva, passaram a vida acolhendo crianças e adolescentes sem família. Hoje, têm 22 filhos adotivos.

"É uma história que começa quando eu era pequenina e dizia que queria crescer, casar e ter muitos filhos. E que teria 24 filhos", contou Joana à BBC News Brasil.

A adoção dos seis irmãos por uma mesma família é um caso raríssimo, segundo a Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal, que intermediou o contato entre os seis irmãos e o casal.

A grande maioria das pessoas na fila de adoção só aceita crianças de até três anos e não quer irmãos. Joana e Olavo nunca fizeram exigências acerca da idade das crianças nem de laços familiares.

A princípio queriam adotar duas crianças ou adolescentes. Mas, quando foram informados de que poderiam escolher dois dentre seis irmãos, optaram por levar todos para casa. "Havia espaço no lar e no coração. Então, decidimos adotar os seis", explica Joana.

A BBC News Brasil conheceu a casa da família. Uma residência grande, projetada e construída por Olavo, numa região administrativa de Brasília. A sala é repleta de janelas abertas, que dão para árvores e jardins. Cada criança e adolescente tem um quarto – atualmente 14 moram lá e os outros oito já têm a própria casa.

Os seis irmãos recém-chegados já chamam Joana de mãe com naturalidade. "Essa mamãe é uma gracinha. É uma princesa", repete Ana Paula, de 5 anos.

A DECISÃO DE ADOTAR

Joana conta que tinha 29 anos quando descobriu um problema no endométrio que a impedia de engravidar. Seria possível tentar um tratamento, mas ela e o marido optaram pela adoção.

"Decidimos ter uma grande família de filhos do coração."

Antes da chegada dos seis irmãos, Joana e o marido adotaram ao longo dos anos 16 crianças e adolescentes. Hoje, todos eles têm mais de 18 anos- alguns estão concluindo o ensino médio, três estão na universidade e os outros já trabalham.

Foram Tatiane, 25 anos, Gabriel, 19 anos, e Camila, 22 anos, que convenceram os pais a fazerem uma última adoção.

"Nós estudamos ou trabalhamos o dia inteiro. A casa estava ficando vazia. Fomos percebendo a mãe mais triste e o pai também. Perguntamos a eles se não gostariam de ter mais filhos", relata Tatiane, que está concluindo a faculdade de pedagogia e sonha em ser diretora pedagógica numa escola do Distrito Federal.

Joana reagiu à proposta dizendo que estava "velha demais" e que não daria conta sozinha. Os filhos garantiram que ajudariam em cada passo da criação dos novos irmãos.

O PRIMEIRO ENCONTRO

Joana e Olavo se cadastraram em setembro de 2017 na fila de adoção do Distrito Federal. Em março de 2018, receberam a notícia de que seis irmãos estavam disponíveis e foram convidados a conhecê-los.

Ao falar sobre o primeiro encontro com os jovens, Joana se emociona. Preocupadas com as lágrimas da mãe, Natália e Ana Paula imediatamente a enchem de abraços e beijos.

"Eles estavam todos aguardando a chegada da gente no abrigo. Parecia que a gente já se conhecia. Até as técnicas e as psicólogas se admiraram, porque eles não sentiram receio de se aproximar, e as crianças de abrigo costumam ter dificuldade."

A professora aposentada conta que, no momento da despedida depois desse primeiro encontro, ficou aflita com os rostinhos das crianças, receosos de não terem "agradado".

"Disseram: 'Você não vai levar a gente? Não vai levar?'. E eu disse, 'ainda não, mas vamos estar juntos logo", diz ela, novamente emocionada.

O processo de adoção segue um padrão de aproximação progressiva que visa proteger tanto os pais quanto os filhos, com diversas visitas antes da mudança para o novo lar.

A CHEGADA À NOVA CASA

Dois meses depois do primeiro encontro, os seis irmãos se mudaram para a casa dos pais adotivos. Estava se iniciando a fase de convivência, que culminaria com a decisão final de adotar ou não.

Mas os laços se formaram rapidamente. "Os pequenos já começaram automaticamente a me chamar de mãe. O mais velho, de 14 anos, demorou duas semanas", diz Joana.

E como ela e o marido fazem para administrar uma casa com tanta gente?

Joana diz que cada um tem sua tarefa, como cuidar da própria roupa, arrumar o quarto, levar o prato para a cozinha. Também há uma escala para a faxina dos ambientes comuns da casa – cada pessoa limpa um cômodo.

O casal faz as compras do mês e uma funcionária cozinha durante a semana. No fim de semana e nas férias, todos participam do preparo das comidas.

Nas tarefas diárias, os mais velhos ajudam os mais novos, ensinando, por exemplo, como amarrar o tênis e arrumar a lancheira da escola.

"Fraternidade é a palavra. É um ajudando sempre ao outro, estando sempre disponível. A casa é o laboratório para o futuro, a vida", resume a mãe.

SUSTENTO DA FAMÍLIA

Muita gente pode se perguntar também como Joana e Olavo fazem para arcar com os custos da criação de 22 filhos. Ela explica que tudo é pago com o dinheiro da aposentadoria que recebe como professora e da remuneração do marido, que presta consultoria em engenharia e é militar da reserva.

As crianças e adolescentes estudam em escolas públicas, mas fazem curso de idiomas pagos pelos pais ou oferecidos por voluntários. Gabriel e Camila – ambos adotados quando já tinham mais de 10 anos – passaram no vestibular da Universidade de Brasília.

"A gente vive com simplicidade. Em vez de comprar na butique, compra no armazém. Em vez de viajar, passa férias aqui. Mas todos têm o que precisam", diz. "Os filhos quando vão crescendo vão se ocupando das suas vidas, trabalhando, investindo neles, em cursos, em trabalho. Financeiramente, o suporte é o pai e a mãe enquanto eles estiverem sem andar com os próprios pés."

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ADOÇÃO DE ADOLESCENTES

Joana e Olavo são exemplos raros, não apenas pelo número de filhos adotivos mas principalmente pelo fato de acolherem adolescentes.

No Brasil, oito em cada 10 interessados em adotar querem apenas bebês ou crianças de, no máximo, 5 anos. Mas 73,74% das crianças e adolescentes que buscam um novo lar têm entre 5 e 17 anos, segundo dados do Cadastro Nacional de Adoção.

Joana diz que considera a experiência de adotar uma criança mais velha ou um adolescente especial, porque a aproximação acontece por decisão de ambas as partes, não apenas pela vontade dos pais.

"A adoção tardia é a oportunidade maior como pai e mãe, porque um escolhe ao outro, porque um não é obrigado ao outro. Quando se executa o processo de adoção e ele termina, é porque ambas as partes quiseram", diz Joana.

É o que aconteceu quando ela adotou Tatiana e os quatro irmãos dela, há 12 anos. A jovem tinha 13 anos na época e diz que tinha "perdido as esperanças" de ter uma família.

"Eu sabia que as crianças menores é que tinham chance. Então, eu já estava me preparando para aprender tarefas domésticas, aprender a cozinhar, para ser empregada doméstica e conseguir me manter depois dos 18 anos", conta.

Mas tudo mudou quando, num dia qualquer, ela avistou Joana chegando ao abrigo. "Quando eu vi minha mãe, quando eu olhei para ela, eu senti vontade de chegar, dar um pulo nela, abraçar bem forte e dizer: 'você é minha mãe"", conta.

Joana diz que, assim que conheceu a menina e os irmãos, sentiu que poderia amá-los como filhos. "Ela voltou com meu pai um tempo depois e eles disseram: 'A gente quer muito que vocês sejam nossos filhos, mas claro que só se vocês quiserem nos ter como pais'. E a gente, 'claro que sim!"", diz Tatiane.

O AMOR QUE SE CONSTRÓI

Segundo Joana, o processo de adoção tem momentos bastante difíceis e é importante procurar aconselhamento e ajuda dos psicólogos da Vara da Infância quando necessário.

"A primeira lição é que você não é perfeita. Você tem que se adequar à chegada deles. É difícil para eles como é difícil para nós. O primeiro mês não é simples. Eles ficam eufóricos, e você está tentando mostrar para eles a rotina da casa, o encaminhamento."

Segundo ela, o amor dos filhos pelos pais e dos pais pelos filhos vai se fortalecendo com o convívio.

"É um crescimento humano e de amor. É uma oportunidade ímpar de conviver verdadeiramente com outro ser humano sem exigir que ele te ame. Você trabalha para construir essa convivência, essa ponte de amor", diz.

Ao final da entrevista, quando é convidada a falar sobre o que os 22 filhos "do coração" representam para ela, as palavras parecem faltar. "Eu não consigo imaginar a minha vida sem os meus filhos. Para mim, felicidade é isso aqui."

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Por Nathalia Passarinho - Da BBC News Brasil

Complexo Tour Geneve, no Altiplano, é o edifício residencial mais alto do Nordeste, com 56 andares, e mirante 360º será aberto ao público

A construtora TWS Empreendimentos inaugurou na última sexta-feira (21) o Complexo Tour Geneve, no Altiplano, em João Pessoa. O edifício residencial é o arranha-céu mais alto do Nordeste, o terceiro mais alto do Brasil e será um novo ponto turístico da Paraíba. O mirante de 360° será aberto ao público.

Com a vista definitiva para o mar, o empreendimento possui 183 metros de altura. São 54 pavimentos, divididos em três conceitos: residencial, empresarial e comercial.

“No topo do prédio haverá um espaço gourmet e restaurantes para usufruir das lindas paisagens. Temos orgulho de entregar mais este empreendimento, que vai encher de orgulho o povo paraibano. Estamos satisfeitos por ofertar um local como este para a população e os turistas que visitam nossa capital”, explicou Simone Gassmann, sócia da TWS.

Estrutura

O Tour Geneve apresenta um projeto de paisagismo inédito com cisterna de reaproveitamento de 300.000 litros de água, vários lagos com peixes decorativos, paredes vegetais e muitas áreas verdes para trazer conforto, bem-estar e sustentabilidade.

O Completo Tour Geneve é o primeiro prédio mix-building com os projetos certificado com selo AQUA de sustentabilidade, concedida pela Fundação Vanzolini, uma instituição privada, sem fins lucrativos criada e gerida pela USP (Universidade de São Paulo).

 

Fonte :Portalcorreio

Segundo Boris Kipriyanovich, Esfinge guarda segredo que irá 'mudar a vida de todo o planeta'

Boris Kipriyanovich é um menino classificado como "genial" que diz ser um habitante de Marte. Desde os 8 anos ele ganhou notoriedade por fazer relatos astronômicos detalhados, revelar segredos sobre a vida no planeta e fazer previsões estranhas.

Desde pequeno, Boris já demonstrava ter alguma especial com ele. Mesmo hoje, já com 22 anos, ele afirma que ninguém deve esquecer as mensagens que deixou.

A mãe do menino, a médica Nadezhda Kipriyanovich, afirma que o parto dele, em 1996, foi o mais rápido que ela já viu. Além disso, ela não sentiu nenhuma dor. O menino começou a falar aos 4 meses e aos 2 anos começou a ler e 'assombrar' os professores de sua escola com uma inteligência precoce.

E por essa época as coisas ficaram bem estranhas. Boris nomeou todos os planetas do sistema solar, além de seus satélites naturais. Ele também nomeou raças que moravam em planetas e estrelas em galáxias vizinhas e detalhou continentes perdidos da Terra.

Em um acampamento com amigos e pais aos 7 anos, Boris revelou ser de Marte e ter como missão salvar a vida na Terra. Ele deu detalhes de sua vida em Marte, como tecnologia avançada e o fato dos marcianos pararem de envelhecer aos 30 anos.

Ele afirma que é o oxigênio da Terra que nos faz envelhecer, o que é uma explicação cientificamente correta. Mas a alta tecnologia do planeta fez com que grupos disputassem o poder no planeta, o que levou a uma guerra destrutiva. Ele afirma que ele e outros habitantes do país perceberam que a Terra caminha para um desfecho igual ao de Marte. 

Segundo ele, a vida na Terra vai mudar quando "a Esfinge for aberta", com a ajuda de um mecanismo secreto atrás de sua orelha. Mas nem Boris sabe dos detalhes. Boris ainda previu, em conversas registradas com professores e seus pais, que havia uma abertura com tecnologia avançada nas Pirâmides de Gizé. 

Em 2017, 15 anos após as conversas sobre o assunto, cientistas descobriram uma sala secreta lá com a ajuda de aparelhos, mas ainda não foram capazes de chegar até lá. Segundo ele também, a Terra antigamente tinha apenas um único continente, Lemúria, habitado por pessoas de até 9 metros.

Boris foi ainda capaz de descrever a nave que ele pilotava quando vinha para a Terra em missões científicas. Segundo ele, a nave tinha compostos materiais com metal, borracha e superfícies magnéticas. Ao invés de apenas se propulsionar pelo espaço, ela atravessava diferentes dimensões, que serviam como atalhos para chegar aqui mais rápido.

Ele afirma que os marcianos tinham um plano para tornar Júpiter um segundo sol, mas o projeto foi abandonado porque o sistema solar não tinha massa suficiente para o empreendimento. 

Cientistas de todas as partes do mundo já conversaram com Boris e afirmam que, desde sempre, seu vocabulário e capacidade de descrição são impressionantes, mesmo que 90% de suas histórias não sejam verificáveis cientificamente. Os pais do garoto, por sua vez, afirmam que jamais ensinaram conhecimentos astronômicos ou que o menino teve contato com ficção científica quando começou a contar suas histórias.

 

 

 
 

Nascida em Estocolmo, Natasha Crown, que garante que as nádegas são "naturais", falou com exclusividade à coluna.

Ela tem uma obsessão: ganhar a coroa de maior bumbum do planeta. O título é ostentado pela americana Mikel Ruffinelli, mas conhecida como Diva, que tem circunferência glútea de 2,5 metros! A sueca de 36 anos já chegou a 2 metros e, graças a uma dieta supercalórica, está se dedicando a quebrar o recorde.

Nascida em Estocolmo, Natasha Crown, que garante que as nádegas são "naturais", falou com exclusividade à coluna. Apesar de amar o que vê no espelho, ela sente falta dos tempos em que o bumbum era bem discreto e não tinha "vida própria". Mas é um caminho sem volta.

 

Natasha Crown antes e depois da transformação
Natasha Crown antes e depois da transformação Foto: Arquivo pessoal cedido ao Page Not Found/Instagram

 

A que tipos de cirurgias plásticas você já se submeteu no bumbum?

O único procedimento que realizei foi as transferência de 4,7 litros de gordura abdmominal para os glúteos (técnica conhecida como brazilian lift).

 

Natasha Crown atual e antes da transformação
Natasha Crown atual e antes da transformação Foto: Instagram/Arquivo pessoal cedido ao Page Not Found

 

Você começou a sua transformação ao 20 anos e agora é uma pessoa totalmente 'diferente'. De alguma forma, você sente falta da antiga Natasha?

Sim, sinto. Às vezes tenho vontade de voltar a ser a antiga Natasha para sentir na pele a diferença. Antes era mais fácil sair de casa sem ser notada.

 

Natasha Crown antes da transformação
Natasha Crown antes da transformação Foto: Arquivo pessoal cedido ao Page Not Found

 

 

Natasha Crown antes da transformação
Natasha Crown antes da transformação Foto: Arquivo pessoal cedido ao Page Not Found

 

Como você ganha a vida?

Eu faço performances diante de câmeras na internet. Os fãs podem me fazer pedidos e às vezes pedem coisas bem estranhas. Não me pergunte quais.

Recentemente, uma mulher morreu após passar por procedimento estético - bioplastia - realizado pelo 'Doutor Bumbum'. Você não tem medo de ter complicações?

Não, nenhum. Não me submeto a esse tipo de procedimento. Sou natural. Jamais usaria substâncias de preenchimento para aumentar o meu bumbum. Só uso gordura do meu corpo. Nada de silicone ou coisas do tipo.

 

Natasha Crown (à direita) antes da transformação
Natasha Crown (à direita) antes da transformação Foto: Arquivo pessoal cedido ao Page Not Found

 

Então você acha que não corre nenhum risco?

Amo a minha vida e não acredito que a esteja colocando em risco. Meu objetivo é viver a vida na plenitude.

No seu site você diz que é atriz. Que tipo de atriz?

A minha carreira de atriz está focada agora em realiNatasha e o seu bumbum de 2 metros de circunferênciaty shows.

 

Natasha e o seu bumbum de 2 metros de circunferência Foto: Reprodução/Instagram

 

 

Natasha Crown
Natasha Crown Foto: Reprodução/Instagram

 

 

Natasha Crown
Natasha Crown Foto: Reprodução/Ihstagram

 

 

Natasha Crown
Natasha Crown Foto: Reprodução/Instagram(natasha_crown_official___)

 

 

Natasha Crown
Natasha Crown Foto: Reprodução/Instagram(natasha_crown_official___)

 

 

Natasha Crown

 

 

Por: Fernando Moreira / Extra Globo

Natasha Crown Foto: Reprodução/Instagram(natasha_crown_official___)

 

 

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