Esportes (350)

 

Sete dos jogadores que entraram em campo pelo time catalão seguem na ativa

O anúncio da renovação de contrato de Lionel Messi com o Barcelona, feito na dia (5/7), dá continuidade a um casamento de quase duas décadas. O argentino de 30 anos chegou jovem à base do clube. E já se passaram 13 anos desde a estreia dele pelo time profissional, num clássico local contra o Espanyol, em 16 de outubro de 2004.

Relembre onde estão os jogadores que estavam em campo pelo Barcelona naquela vitória por 1 x 0: 
 
Victor Valdés (goleiro, 35 anos)
Está sem clube desde 1º de julho, quando foi liberado pelo Middlesbrough após o fim do contrato. Desde que deixou o Barça, em 2014, também jogou por Manchester United e Standard Liege, mas sem nunca convencer. Segundo o Mundo Deportivo, recusou quatro propostas de times espanhóis, pois não quer voltar ao país.
 
Belletti (ex-lateral, 41 anos)
O brasileiro, herói mais improvável do título do Barcelona na Liga dos Campeões, trabalha como diretor do Coritiba para assuntos internacionais e embaixador do Barcelona. Antes de encerrar a carreira, jogou por Chelsea, Fluminense e Ceará.
 
Oleguer (ex-zagueiro, 37 anos)
O patinho feio do time titular encerrou a carreira cedo, aos 31 anos, depois de uma passagem pelo Ajax. É defensor ferrenho da causa catalã e chegou a recusar chamada da seleção espanhola. 
 
AFP
Carles Puyol (ex-zagueiro, 39 anos)
Está aposentado desde 2014, quando recusou todas as propostas para continuar a carreira. Puyol disse adeus aos gramados tendo jogado apenas pelo Barça: foram 589 partidas. Hoje, é assistente do comitê executivo do clube.
 
Giovanni van Bronckhorst (ex-lateral, 42 anos)
Ao deixar o Barcelona, voltou para o Feyenoord, time que o revelou, no qual passou três temporadas. Aposentou-se em 2010 e virou assistente técnico do clube até 2015, quando assumiu o comando. Ganhou o Campeonato Holandês em maio.
 
Rafa Márquez (volante, 38 anos)
Segue na ativa tanto no time quanto na seleção mexicana, da qual foi capitão na última Copa das Confederações. Hoje, defende o Atlas, em seu país natal. Depois de deixar o Barça, teve uma grande temporada pelo italiano Verona e também jogou pelo New York Red Bulls.
 
Deco (ex-meia, 39 anos)
Autor do único gol no jogo de estreia de Messi, o luso-brasileiro também passou pelo Chelsea antes de voltar ao país natal. No Fluminense, foram três anos, dois títulos brasileiros e um carioca. ( Atualmente o jogador Deco é jogador do Flamengo)
 
Xavi (meia, 37 anos)
Um dos maiores responsáveis pelo bom jogo do Barcelona neste século, Xavi defende o Al-Sadd, do Catar, há dois anos. Ele tem contrato por mais uma temporada e promete cumpri-lo para, depois, se aposentar. 
 
Samuel Eto'o (atacante, 36 anos)
Depois de deixar o Barcelona, viveu um novo auge da carreira na Inter de Milão, time no qual foi ídolo. Teve passagens apagadas por Anzhi, Chelsea, Everton e Sampdoria até chegar ao Antalyaspor, da Turquia, em 2015. Segue no clube.
 
Henrik Larsson (ex-atacante, 45 anos)
O sueco passou apenas um ano no Barça, o suficiente para ganhar a Liga dos Campeões. Defendeu o Manchester United por dois meses e passou o restante da carreira no Helsingborgs, time que o revelou.
 
Ronaldinho (ex-atacante, 37 anos)
Hoje, é a principal estrela do time de lendas do Barcelona. Depois de viver seu auge na Espanha, passou por Milan, Flamengo, Atlético-MG, Querétaro e Fluminense antes de aceitar o fim da carreira.
 
AFP
Frank Rijkaard (ex-técnico, 54 anos)
Pelo Barcelona, ganhou uma Liga dos Campeões e dois Campeonatos Espanhóis. Depois, o holandês treinou o Galatasaray e a seleção da Arábia Saudita, sem sucesso. Decidiu se aposentar da carreira. 
 
Andrés Iniesta (meia, 33 anos)
Entrou aos 22 minutos do segundo tempo, no lugar de Eto'o. Ainda era um jovem meia e raramente jogava como titular. Hoje, é um dos maiores ídolos da história do Barça, com 624 jogos disputados.
 
Lionel Messi (atacante, 30 anos)
Entrou aos 37 minutos do segundo tempo, no lugar de Deco. Messi usava a camisa 30 e teve atuação discreta no pouco tempo em que ficou em campo. 
 
Rubén Martínez (goleiro, 33 anos)
Ficou no banco e não foi acionado. Jogou a primeira metade da temporada no Deportivo La Coruña e a outra no Anderlecht, da Bélgica. Foi sempre reserva.
 
Damià (ex-lateral, 35 anos)
Ficou no banco e não foi acionado. Aposentou-se em 2016, pelo Middlesbrough, onde pouco jogou. Viveu o auge da carreira no Osasuna, único time em que conseguiu ser titular.
 
Fernando Navarro (lateral, 35 anos)
Ficou no banco e não foi acionado. Teve passagem vitoriosa pelo Sevilla, de 2008 a 2015, e hoje defende o Deportivo La Coruña. Prepara-se para a última temporada da carreira.
Relembre onde estão os jogadores que estavam em campo pelo Barcelona naquela vitória por 1 x 0: 
 
Victor Valdés (goleiro, 35 anos)
Está sem clube desde 1º de julho, quando foi liberado pelo Middlesbrough após o fim do contrato. Desde que deixou o Barça, em 2014, também jogou por Manchester United e Standard Liege, mas sem nunca convencer. Segundo o Mundo Deportivo, recusou quatro propostas de times espanhóis, pois não quer voltar ao país.
 
Belletti (ex-lateral, 41 anos)
O brasileiro, herói mais improvável do título do Barcelona na Liga dos Campeões, trabalha como diretor do Coritiba para assuntos internacionais e embaixador do Barcelona. Antes de encerrar a carreira, jogou por Chelsea, Fluminense e Ceará.
 
Oleguer (ex-zagueiro, 37 anos)
O patinho feio do time titular encerrou a carreira cedo, aos 31 anos, depois de uma passagem pelo Ajax. É defensor ferrenho da causa catalã e chegou a recusar chamada da seleção espanhola. 
 
AFP
Carles Puyol (ex-zagueiro, 39 anos)
Está aposentado desde 2014, quando recusou todas as propostas para continuar a carreira. Puyol disse adeus aos gramados tendo jogado apenas pelo Barça: foram 589 partidas. Hoje, é assistente do comitê executivo do clube.
 
Giovanni van Bronckhorst (ex-lateral, 42 anos)
Ao deixar o Barcelona, voltou para o Feyenoord, time que o revelou, no qual passou três temporadas. Aposentou-se em 2010 e virou assistente técnico do clube até 2015, quando assumiu o comando. Ganhou o Campeonato Holandês em maio.
 
Rafa Márquez (volante, 38 anos)
Segue na ativa tanto no time quanto na seleção mexicana, da qual foi capitão na última Copa das Confederações. Hoje, defende o Atlas, em seu país natal. Depois de deixar o Barça, teve uma grande temporada pelo italiano Verona e também jogou pelo New York Red Bulls.
 
Deco (ex-meia, 39 anos)
Autor do único gol no jogo de estreia de Messi, o luso-brasileiro também passou pelo Chelsea antes de voltar ao país natal. No Fluminense, foram três anos, dois títulos brasileiros e um carioca antes do fim da carreira.
 
Xavi (meia, 37 anos)
Um dos maiores responsáveis pelo bom jogo do Barcelona neste século, Xavi defende o Al-Sadd, do Catar, há dois anos. Ele tem contrato por mais uma temporada e promete cumpri-lo para, depois, se aposentar. 
 
Samuel Eto'o (atacante, 36 anos)
Depois de deixar o Barcelona, viveu um novo auge da carreira na Inter de Milão, time no qual foi ídolo. Teve passagens apagadas por Anzhi, Chelsea, Everton e Sampdoria até chegar ao Antalyaspor, da Turquia, em 2015. Segue no clube.
 
Henrik Larsson (ex-atacante, 45 anos)
O sueco passou apenas um ano no Barça, o suficiente para ganhar a Liga dos Campeões. Defendeu o Manchester United por dois meses e passou o restante da carreira no Helsingborgs, time que o revelou.
 
Ronaldinho (ex-atacante, 37 anos)
Hoje, é a principal estrela do time de lendas do Barcelona. Depois de viver seu auge na Espanha, passou por Milan, Flamengo, Atlético-MG, Querétaro e Fluminense antes de aceitar o fim da carreira.
 
AFP
Frank Rijkaard (ex-técnico, 54 anos)
Pelo Barcelona, ganhou uma Liga dos Campeões e dois Campeonatos Espanhóis. Depois, o holandês treinou o Galatasaray e a seleção da Arábia Saudita, sem sucesso. Decidiu se aposentar da carreira. 
 
Andrés Iniesta (meia, 33 anos)
Entrou aos 22 minutos do segundo tempo, no lugar de Eto'o. Ainda era um jovem meia e raramente jogava como titular. Hoje, é um dos maiores ídolos da história do Barça, com 624 jogos disputados.
 
Lionel Messi (atacante, 30 anos)
Entrou aos 37 minutos do segundo tempo, no lugar de Deco. Messi usava a camisa 30 e teve atuação discreta no pouco tempo em que ficou em campo. 
 
Rubén Martínez (goleiro, 33 anos)
Ficou no banco e não foi acionado. Jogou a primeira metade da temporada no Deportivo La Coruña e a outra no Anderlecht, da Bélgica. Foi sempre reserva.
 
Damià (ex-lateral, 35 anos)
Ficou no banco e não foi acionado. Aposentou-se em 2016, pelo Middlesbrough, onde pouco jogou. Viveu o auge da carreira no Osasuna, único time em que conseguiu ser titular.
 
Fernando Navarro (lateral, 35 anos)
Ficou no banco e não foi acionado. Teve passagem vitoriosa pelo Sevilla, de 2008 a 2015, e hoje defende o Deportivo La Coruña. Prepara-se para a última temporada da carreira.
 
Fonte df.superesportes

 

Completamente aberto no começo do jogo, time de Jair Ventura vê catarinenses abrirem 2 a 0

 

Vinícius Britto
 

 

 

 

A noite não poderia ter dado mais errado para o Botafogo. Derrota dentro de casa para o então lanterna, com direito a dois gols de Joel - que estava no clube duas semanas atrás - e lesão no começo de jogo por parte de Montillo. No placar, o 2 a 0 para o Avaí, no Nilton Santos, refletiu o que foi o começo de jogo.

Quanto mais busca propor o jogo e ser mais ofensivo - sem a sua trinca de volantes habitual - menos o Botafogo parece se entender dentro de campo. E a ocasião ainda era especial, com o retorno da dupla Camilo/Montillo, que era a grande esperança do time no começo da temporada. 

E foi decepcionante. Quase sem pegar na bola, o Avaí começou em cima e logo achou seu gol com Joel, em rebatida em Igor Rabello, aos seis minutos. Para piorar, Montillo sentiu a panturrilha e, mais uma vez, acabou saindo por lesão. 

E o camaronês ex-alvinegro estava pegando fogo. Dez minutos depois, recebeu de Pedro Castro e marcou o segundo tento catarinense. O curioso foi que, em 16 minutos em campo, Joel fez mais gols pelo Avaí do que na temporada inteira com a camisa do Botafogo. 

Até o final da primeira etapa, a esperada pressão de quem era mandante e estava atrás no placar. Douglas fez boas defesas, enquanto o Alvinegro desperdiçou alguns bons lances, seja com Camilo - que chegou a ser vaiado por parte da torcida no Nilton Santos - ou com Marcelo e Rabello, em confusões na área avaiana. O prejuízo já estava consumado, com o 2 a 0 contra no placar. 

No segundo tempo, o roteiro era mais do que esperado: tanto por parte das diversas chances desperdiçadas pelo Botafogo - que abusou nos cruzamentos - quanto no perigoso contra-ataque visitante, que ainda acertou o travessão de Gatito em chute de Júnior Dutra. Com a pouca efetividade dos atacantes, aliada a falta de repertório na criação, o Botafogo não conseguiu nem marcar um gol no time que, antes do jogo, era o lanterna da competição. 

O choque de realidade veio. O Botafogo de Jair Ventura precisa estar sempre no seu limite se deseja sonhar alto dentro da temporada. 

Agora, vem a sequência pesada - e decisiva - fora de casa, contra Atlético-MG, Corinthians e Nacional-URU. São três competições distintas. Será a chance de recuperação depois de uma noite decepcionante diante da torcida alvinegra. 

FICHA TÉCNICA: 

BOTAFOGO 0 x 2 AVAÍ 

Data/hora: 26/06/17, às 20h 
Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ) 
Arbitragem: Caio Max Augusto Vieira - RN (CBF) 
Cartões amarelos: Igor Rabello (BOT); Douglas, Leandro Silva e Luan (AVA) 
Público e renda: 20.396 pagantes / 22.819 presentes - Renda: R$ 353.360,00 
Gols: Joel (5'/1ºT - 0-1) e Joel (16'/1ºT - 0-2) 

BOTAFOGO: Gatito Fernández, Arnaldo, Marcelo, Igor Rabello (Pachu) e Victor Luís; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, Camilo (Leandrinho) e Montillo (Guilherme); Rodrigo Pimpão e Roger - Técnico: Jair Ventura 

AVAÍ: Douglas, Leandro Silva, Airton, Betão e Capa; Luan, Judson (Wellington Simão), Juan (Diego Tavares) e Pedro Castro; Rômulo e Joel (Júnior Dutra) - Técnico: Claudinei Oliveira

Para este jogo, mais de 8 mil entradas já haviam sido compradas no pacote que a diretoria fez pelos três primeiros jogos no estádio. Duelo será válido pelo Campeonato Brasileiro

Para emplacar a terceira vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro, o Flamengo vai enfrentar o São Paulo no próximo final de semana, na Ilha do Urubu. Sócios-torcedores já podem garantir o lugar nas arquibancadas do novo estádio do Rubro-Negro, que ainda não perdeu na nova casa.

Como esse jogo entrou em um pacote para sócios e mais de 8 mil ingressos já haviam sido comprados para os três primeiros jogos do clube na Ilha do Urubu, carga será reduzida para este jogo. Setor Norte já estão esgotados.

Agora, restam apenas os setores Leste, Sul e Oeste. Os ingressos mais baratos, dentre estes, estão R$ 70, no setor Leste, para os sócios-torcedores dos planos acima do Tradição com direito à meia-entrada. Os mais caros são no Setor Oeste, para o público geral, que pagará R$ 360 na inteira. Para visitantes, a entrada custa R$ 200 (com R$ 100 pela meia).

Para este confronto contra o Tricolor paulista, ainda restam ingressos para os setores Leste, Sul e Oeste. Entradas variam entre R$ 70 e R$ 360. Torcedores do São Paulo que desejarem ir para este duelo no próximo fim de semana terão de pagar R$ 200. 

Sócios poderão realizarem suas compras nesta segunda-feira e também na terça. Na quarta, dia 28, vendas serão abertas para o público em geral. 


Confira a tabela de preço dos ingressos

Setor Norte
Público Geral - R$ 200 (meia R$ 100)
Sócios Tradição - R$ 150 (meia R$ 75)
Sócios Demais Planos - R$ 100 (meia R$ 50)

Setores Sul e Leste
Público Geral - R$ 280 (meia R$ 140)
Sócios Tradição - R$ 210 (meia R$ 105)
Sócios Demais Planos - R$ 140 (meia R$ 70)

Setor Oeste
Público Geral - R$ 360 (meia R$ 180)
Sócio Tradição - R$ 270 (meia R$ 135)
Sócio Demais Planos - R$ 180 (meia R$ 90)

Visitantes
R$ 200 (meia R$ 100)          

 

Por: Lance

 

 

Com salário de R$ 1 milhão na China, o atacante Geuvânio chegará por empréstimo de 18 meses ao Flamengo com o clube carioca pagando a metade, mas não haverá custos de aquisição.

 

 

Diogo Dantas

                                                                                                                                            O jogador foi visto como oportunidade de mercado para aumentar a média de gols do setor de ataque, que hoje conta basicamente com Guerrero como esperança. O peruano custa R$ 900 mil mensais.

 

No esquema atual, os demais jogadores que jogam pelas pontas e os atletas de meio-campo não fazem número nas finalizações certeiras. Para isso, Geuvânio vem para aliar a velocidade à pontaria na frente do goleiro. Everton, Gabriel, Ederson e até Berrío tem poucos gols no Rubro-Negro. No Santos, Geuvânio fez em 2014 quatorze gols, e em 2015, dez. No Tianjin Quanjian, foram nove ano passado em 29 jogos.

No Flamengo atual, Gabriel marcou no máximo nove gols, em 2014. Everton, por sua vez, fez dez no mesmo ano, sua melhor temporada. Esse ano, já tem cinco. Gabriel apenas dois. Berrío, outro velocista, marcou 17 no Atlético-COL ano passado, mas não se afirmou ainda. O jovem Vinícius Junior ainda não balançou as redes no profissional.

Sem nenhum incontestável, Geuvânio chega com status de titular e formaria o ataque com Guerrero, pela esquerda, enquanto Éverton Ribeiro atuaria pelo lado direito. O atacante desembarcou no Rio nesta quinta-feira, enquanto seus representantes finalizam a rescisão de contrato na China para concretizar o empréstimo, o que deve ser confirmado nesta quinta-feira. Geuvânio, assim como Éverton Ribeiro e Rhodolfo, os últimos reforços, serão regularizados a partir do dia 20, quando abre a janela de transferências internacionais.

 

 Fonte: Extra

 

O futebol da China  não será mais o mesmo depois das novas medidas anunciadas pela federação local, principalmente no que diz respeito ao dinheiro gasto na contratação de estrelas. A partir de junho, quando se abre a próxima janela de mercado, os clubes terão de pensar muito bem antes de sair torrando milhões. Motivo: o imposto a ser pago será de 100% o valor da transação.

Isso significa que se um jogador for comprado por 50 milhões de euros (R$ 185 milhões), o clube terá de pagar a mesma quantia em imposto. No caso de Oscar, que custou 70 milhões de euros (R$ 259 milhões) ao Shangai SIPG, caso a regra já estivesse em vigor o valor total da operação seria de R$ 518 milhões. As manchetes sobre as mega contratações feitas por clubes chineses devem diminuir substancialmente.

A Federação Chinesa de Futebol e a General Sports Administration (órgão estatal) estão empenhados em fazer os clubes gastarem menos com a compra de estrangeiros. Em primeiro lugar, para que se preocupem mais com suas contas (em 2016 o prejuízo acumulado dos 16 integrantes da Primeira Divisão roçou o bilhão de dólares). E em segundo para que os jogadores chineses não percam espaço nos times.

Em janeiro, com o mercado de transferências em ebulição e vários clubes já tendo fechado negócios de vulto, as regras foram mudadas. Os times, que podiam levar cinco estrangeiros para os jogos (desde que um fosse asiático) e colocar quatro em campo (um deles tinha de ser asiático), passaram a poder inscrever apenas três na súmula – independentemente da nacionalidade. Além disso, tornou-se obrigatório ter um chinês com menos de 23 anos entre os titulares.

A alteração nas regras depois da abertura do mercado revoltou os clubes, principalmente os que passaram a ter um excesso de estrangeiros caros. Se antes valia a pena ter quatro ou mais ocidentais no elenco, porque poderia haver três em campo, um no banco e o que estivesse na reserva poderia participar do jogo (desde que entrasse no lugar de um ocidental), a nova regra condenou o quarto a ver a partida de um camarote. Isso não é bom nem para o clube – que não pode utilizar um atleta que poderia subir o nível do time – nem para o jogador.

A obsessão da Federação em garantir espaço para o crescimento dos jogadores chineses é tanta que também aprovou uma medida que obrigará os times a ter em campo o mesmo número de chineses sub-23 e estrangeiros. Ou seja, se Felipão escalar Paulinho, Ricardo Goulart e Alan, terá de ter entre os 11 três jogadores locais com menos de 23 anos. E é bom lembrar que os clubes sempre foram proibidos de contratar goleiros estrangeiros.

As normas que entrarão em vigor no mês que vem terão impacto no mercado, com a redução no valor a ser investido em cada contratação, e também no trabalho dos treinadores – que terão de mexer na escalação que têm usado para abrir espaço para mais chineses com menos de 23 anos (ou para tirar algum estrangeiro do time, o que é uma hipótese menos provável).

Por causa da presença de nomes como Tevez, Oscar, Hulk, Paulinho, Pato, Witsel, Renato Augusto, Lavezzi, Alex Teixeira e Roger Martínez, o campeonato da China este ano está sendo exibido para 96 países. E a média de público, depois de dez rodadas, está em 24.502 pagantes por partida – a média em 2016 foi de 24.162. Se os clubes passarem a comprar menos jogadores famosos e os que estão lá começarem a ir embora por causa da queda no nível da competição, o interesse do público e das emissoras de tevê pode diminuir.

Mas a federação da China não parece preocupada com isso. Para seus dirigentes, o que importa é ter mais jovens chineses em campo.

 O juiz consultou o assistente na linha de fundo e o bandeirinha e voltou atrás na marcação, para revolta dos jogadores e do banco de reservas do time catarinense.

O Flamengo visitou o Avaí na tarde do último domingo na Ressacada, pela sexta rodada do Brasileirão, e mais uma vez não conseguiu produzir um bom futebol. No final o placar apontou o empate por 1 a 1, com gols de Rômulo para a equipe da casa, e Leandro Damião para os visitantes.

Este é o quarto jogo seguido sem vitória do Flamengo, com três empates e uma derrota na série. Com apenas uma vitória no Campeonato, o Rubro-Negro carioca já flerta com a zona do rebaixamento com apenas sete pontos. Já o Avaí está entre os quatro últimos da tabela com cinco pontos.

O próximo compromisso do Flamengo será diante da Ponte Preta, na inauguração do seu estádio da Ilha do Governador, batizado de Ilha do Urubu, na quarta-feira. No mesmo dia, Avaí faz um duelo de desesperados em Goiânia, contra o Atlético.

Flamengo e Avaí ficaram no empate por 1 a 1 (Foto: Reprodução/Flamengo)

O Jogo – Avaí e Flamengo não mostraram um bom futebol nos primeiros 45 minutos na Ressacada. Apesar da correria inicial, o confronto acabou ficando muito truncado entre as duas intermediárias e poucas jogadas ofensivas terminaram com uma finalização a gol.

O time carioca teve amplo domínio da posse de bola, especialmente até os 30 minutos, mas esbarrava na marcação adversária e pouco ameaçou a meta de Kozlinski. Mesmo com Vinícius Jr em campo desde o início, o ataque Rubro-Negro não ganhou em agressividade como o técnico Zé Ricardo desejava. Já no meio, a equipe carioca tinha William Arão e Márcio Araújo mais uma vez muito mal.

Aos 23, Diego se esforçou e evitou que a bola saísse pela lateral com um carrinho, e já lançou Éverton, que avançou e cruzou rasteiro. A zaga do Avaí conseguiu se antecipar e afastou a bola antes que ela chegasse a Leandro Damião. Aos 41, novamente Everton, mas dessa vez pela esquerda, faz boa jogada e cruza. Leandro Damião cabeceou, mas para fora.

A melhor oportunidade do Avaí aconteceu aos 42. Cruzamento no segundo pau para Rômulo, mas Juan se esticou e cortou. Zé Ricardo não esperou e mexeu na equipe no intervalo. William Arão deu lugar ao argentino Mancuello.

A mudança deu nova movimentação ao Rubro-Negro, que cresceu na partida. Mal a bola rolou, Everton lançou Vinícius Jr. na direita, a joia esperou a bola quicar e, já dentro da área, mandou de primeira. A bola foi desviada e saiu rente ao poste em escanteio. Na cobrança, Mancuello cobrou e a bola resvalou na cabeça de um zagueiro e quase entrou do outro lado.

O Flamengo pressionava e o Avaí ficava recuado em seu campo, mas quando os cariocas eram melhores na partida, sofreram um gol no contra-ataque. Rômulo foi lançado, Juan saiu para fazer a linha de impedimento mas Réver ficou. O atacante entrou sozinho na área e tocou no canto de Thiago. Em desvantagem, o Rubro-Negro partiu para cima do Avaí e empatou pouco depois. Diego cobrou falta da intermediária e levantou do lado esquerdo da área. Juan cabeceou para o meio e Damião fez um golaço de bicicleta.

O Flamengo continuou em cima e aos 18 Mancuello fez jogada individual, penetrou na área pela esquerda e soltou a bomba, mas Kozlinski espalmou para escanteio. O Avaí se fecha mais e o jogo volta a ficar truncado, mas aos 34, em novo contra-ataque, Diego Tavares é lançado e entra na área com Everton na sua cola. Os dois caem e o árbitro marca pênalti duvidoso.

Após muita reclamação dos jogadores do Flamengo, o juiz consultou o assistente na linha de fundo e o bandeirinha e voltou atrás na marcação, para revolta dos jogadores e do banco de reservas do time catarinense. Na confusão, o meia Marquinhos, que já havia sido substituído, recebeu o cartão vermelho. Nos dez minutos finais, o Flamengo tentou e o Avaí se defendeu. Num último lance, aos 47, Renê chutou com força da entrada da área e a bola passou rente à trave.

FICHA TÉCNICA:
AVAÍ-SC 1 X 1 FLAMENGO-RJ

Local: Estádio da Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data: 11 de junho de 2017, domingo
Hora: 16h (de Brasília)
Renda: R$ 508.908,00
Público: 13.446 presentes (6.783 pagantes)
Árbitro: Paulo Schleich Vollkopf (MS)
Assistentes: Eduardo Gonçalves da Cruz e Leandro dos Santos Ruberdo (ambos de MS)
Cartões Amarelos: Pedro Castro, Juan (Avaí); Everton (Fla)
Cartão Vermelho: Marquinhos (Avaí)
Gols:
AVAÍ: Romulo, aos 10 min do 2º tempo
FLAMENGO: Leandro Damião, aos 15 min do 2º tempo

AVAÍ: Kozlinski, Leandro Silva, Alemão, Betão e Capa; Luan, Judson, Marquinhos (Pedro Castro) e Juan; Rômulo e Willians (Diego Tavares)
Técnico: Claudinei Queiroz

FLAMENGO: Thiago, Pará, Réver, Juan e Renê; Márcio Araújo, William Arão (Mancuello), Diego; Everton, Vinícius Jr. (Felipe Vizeu) e Leandro Damião (Ederson)
Técnico: Zé Ricardo

Desde setembro de 2016, quando venceu o Confiança-SE por 2 a 1, o Belo não balançava as redes pela competição nacional

Finalmente o Botafogo-PB conseguiu voltar a vencer e marcar gols na Série C do Campeonato Brasileiro. Contra o CSA-AL, Dico foi decisivo na vitória botafoguense por 2 a 0, em jogo válido pela terceira rodada do Grupo A. A partida foi realizada no estádio Almeidão, em João Pessoa.

Desde setembro de 2016, quando venceu o Confiança-SE por 2 a 1, o Belo não balançava as redes pela competição nacional, e precisando de uma vitória para melhorar o clima após um começo ruim no torneio, fez seu dever de casa e chegou a quatro pontos na tabela de classificação.

Mais organizado que nos dois primeiros jogos, o time conseguiu se impor durante os 90 minutos contra o líder do Grupo A. Quase sem sofrer riscos, o Belo aproveitou as chances mais claras e conseguiu sair com a vitória.

O primeiro bom momento do jogo foi aos 16 minutos. o Belo trabalhou bem a bola, Cleyton avançou pelo meio e achou Lito na direita. O lateral cruzou para Rafael Oliveira, que apareceu livre na área e deu de peixinho, mas a cabeçada mandou a bola raspando a trave direita do CSA, indo pela linha de fundo.

O Botafogo-PB voltou a chegar bem aos 29, quando Dico recebeu na entrada na área, driblou o zagueiro, entrou na área e bateu de perna esquerda. O goleiro Mota teve dificuldades para fazer a defesa em dois tempos até segurar a bola.

Produzindo pouco no jogo, a equipe alagoana só deu trabalho a Michel Alves pela primeira vez aos 37 minutos de jogo. Após vacilo de Djavan, Marcos Antônio recebeu livre na intermediária e avançou em velocidade. Da entrada da área, o volante bateu de perna esquerda, e o arqueiro do Belo espalmou para afastar o perigo.

Segundo tempo

Já no início da segunda etapa o Belo mostrou que queria quebrar o jejum de quase 600 minutos sem marcar gols pela Série C, e aos 3 minutos Dico recebeu na esquerda, cortou para o meio, e da entrada da área de pé direito. A bola foi no canto direito rasteiro, mas Mota fez a defesa.

E no minuto seguinte, após sobra do escanteio, Marcinho lançou para Rafael Oliveira, que dividiu com o goleiro. A bola sobrou para Dico, que bateu de pé esquerdo. A zaga cortou de carrinho em cima da linha, mas a bola bateu nas costas de Marco Antônio e, cruzou a linha, e fez 1 a 0 para o Botafogo-PB.

Sem sofrer perigo, o time da estrela vermelha administrava o resultado e tentava atacar quando encontrava espaço. E aos 24 minutos, em uma jogada pela direita, a bola foi cruzada para a área, bateu na mão do zagueiro Thales, o árbitro não marcou, mas a pelota chegou em Dico, que dominou de pé direito e encheu o pé esquerdo para mandar a bola para o gol e marcar o segundo do Belo na partida.

A situação do Botafogo-PB era confortável na partida, mas começou a ficar difícil aos 29 minutos, quando André Santos fez falta em Michel, levou o segundo cartão amarelo e foi expulso.

Mas o Azulão não conseguiu oferecer perigo mesmo jogando com um homem a mais, e o Belo garantiu seu primeiro triunfo nessa edição do torneio.

Com a vitória o Botafogo-PB saiu da lanterna do Grupo e subiu momentaneamente para a quinta colocação. A próxima partida botafoguense será no próximo domingo (04), novamente no Almeidão, quando irá enfrentar o Salgueiro-PE. O CSA-AL segue na liderança, com 6 pontos, e na próxima semana encara o Moto Club-MA.

Ficha técnica

Botafogo-PB 2 x 0 CSA-AL
Campeonato Brasileiro Série C (Grupo A – 3ª rodada)
Estádio: Almeidão (João Pessoa)

Arbitragem: José Cláudio Rocha Filho (SP); Diogo Correia dos Santos (SP) e Luiz Alberto Nogueira (SP)

Gols: Marcos Antônio-contra, Dico (B)
Cartões amarelos: André Santos (B); Celsinho, Marcos Antônio (CSA)
Cartão vermelho: André Santos (B)

Botafogo-PB: Michel Alves, Lito, Plínio, André Santos, Alyson (Jadson); Djavan, Magno, Cleyton (Walber), Marcinho; Dico, Rafael Oliveira. Técnico: Itamar Schulle.

CSA-AL: Mota, Celsinho, Thales, Leandro, Rafinha; Dawhan, Marcos Antônio, Everton Heleno (Caíque), Daniel Costa; Michel, Thiago Potiguar (Vanger). Técnico: Ney da Matta.

 

Brasileiro mantém foco em defesa de cinturão e revela plano de lutar boxe

Prestes a defender o cinturão do peso pena contra Max Holloway, no UFC 212, em de junho, no Rio de Janeiro, José Aldo garantiu ter superado completamente o nocaute sofrido para Conor McGregor, em apenas 13 segundos de luta.. O brasileiro minimizou a rivalidade com o algoz irlandês, destacou o lado positivo da derrota fulminante e afirmou que perdeu a vontade de revanche.  O campeão ainda ressaltou que o tira-teima foi oferecido pelo Ultimate, mas o ‘Notorious ’não teve interesse.
 

“Por um lado, isso foi bom para mim, porque teve a promoção e me trouxe dinheiro. Pelo lado da luta, eu perdi, mas isso é coisa passada. E isso (o nocaute em 13 segundos) nunca mais vai acontecer. O UFC já tentou fazer essa luta, mas ele não aceitou e nem vai aceitar. Tudo o que falarem diferente disso é mentira. Eu procurei tirar o lado bom dessa história, e pronto, já passou. O cara não quer me enfrentar e não vai me enfrentar nunca mais. Estou pouco me importando para o que Conor vai fazer ou deixar de fazer. Eu sou atleta do UFC e vou seguir a minha carreira”, declarou o manauara, em teleconferência de imprensa.

Com o nocaute devastador imposto por Conor McGregor, José Aldo perdeu o cinturão do peso pena na oitava defesa, em dezembro de 2015. O brasileiro voltou a ser campeão linear da categoria depois de conquistar o cinturão interino diante de Frankie Edgar, em revanche no UFC 200, em julho do ano passado. Como o irlandês conquistou o título dos leves e deixou a categoria até 66kg, Aldo acabou promovido a campeão da divisão.


Aldo evitou estipular planos para depois do duelo contra Max Holloway, campeão interino do peso pena, mas demonstrou desejo de se aventurar no boxe. Curiosamente, o caminho pode ser o mesmo de Conor McGregor, que negocia para enfrentar o astro Floyd Mayweather em superluta no ringue.
 
“Quero lutar, fazer essa luta e defender o meu cinturão. Esse é o meu desafio agora. Depois disso, eu vou pensar em outros desafios em outras categorias de peso. Lutar boxe é meu objetivo pessoal. Eu quero fazer isso futuramente, mas isso vai depender da autorização do UFC. Eu não quero lutar contra um cara especificamente, eu quero fazer uma carreira no boxe. Vamos ver como as coisas vão acontecer”, concluiu.

 

Messi e Neymar marcaram na vitória por 3 a 1 sobre o Alavés

O Barcelona não teve problemas para vencer o Alavés e conquistar o título da Copa do Rei. Neste sábado, no jogo que definiu a última partida de Luis Enrique como técnico da equipe catalã e também o que marcou a despedida do Estádio Vicente Calderón, o Barça confirmou seu favoritismo e superou o rival por 3 a 1. Messi, Neymar e Alcácer anotaram os gols do Barcelona.

Com o triunfo, o time da Catalunha conquistou o seu 29º título da Copa do Rei e se tornou o clube com mais títulos nesta competição. O tento de Neymar também foi histórico. De acordo com a Opta, ele se tornou o primeiro jogador a marcar em três finais da Copa do Rei desde Ferenc Puskas. Luis Enrique se despede com nove troféus em três temporadas à frente da equipe. 


O início da partida não foi tão simples para o Barcelona, que encontrou o rival bem postado defensivamente e viu Mascherano ter de sair de campo mais cedo, depois de choque duro com e Llorente. Ainda, o gol só aconteceu aos 31 minutos. Num lance típico, Messi avançou pelo meio e tabelou com Neymar. A bola chegou de volta para o camisa 10 e, na entrada da área, o argentino acertou o chute colocado, no canto de Pacheco.

No entanto, logo na sequência veio o empate. Em cobrança de falta, Theo bateu com força, de canhota, acertando o ângulo oposto do goleiro Cillessen. 

Após ter a igualdade no marcador, o Alavés recuou e assistiu ao Barcelona jogar. Ainda no primeiro tempo, a equipe de Luis Enrique conseguiu recuperar a vantagem e abrir 3 a 1. Primeiro com Neymar, que recebeu o cruzamento de André Gomes e completou para o fundo das redes, e depois com Alcácer, que recebeu de Messi, e também finalizou com tranquilidade, cara a cara com o gol. No lance, o argentino fez o mais difícil, passando por três jogadores antes de efetuar o passe para o centroavante espanhol. 

Na volta do intervalo, o Barcelona que não contou com Sergi Roberto e Suárez, suspensos, seguiu superior, mas apenas deixando o tempo passar para consagrar a vitória. No entanto, o Alavés, que chegou pela primeira vez em sua história à final da Copa do Rei, não jogou a toalha e conseguiu marcar com Deyverson. O brasileiro, porém, estava em posição irregular e o gol foi anulado corretamente pela arbitragem. 

Já no final da partida, Aleix Vidal voltou a campo depois de ficar um bom tempo afastado. O lateral sofreu uma lesão grave justamente contra o Alavés, em 11 de fevereiro, na goleada do Barça por 6 a 0, pelo Campeonato Espanhol. Com o lateral em campo, o Barça administrou a vantagem e consagrou o tricampeonato da Copa do Rei. O título ainda deu a Iniesta mais uma chance de levantar uma taça com o Barcelona.

O técnico Tite divulgou os 24 convocados para os jogos contra a Argentina e Austrália, que vão acontecer nos dias 9 e 13 de junho, respectivamente, em Melbourne.

A seleção brasileira terá novidades nos próximos amistosos. Na manhã desta sexta-feira, o técnico Tite divulgou os 24 convocados para os jogos contra a Argentina e Austrália, que vão acontecer nos dias 9 e 13 de junho, respectivamente, em Melbourne. Entre os nomes estão o goleiro Diego Alves, os zagueiros David Luiz e Jemerson, os laterais Alex Sandro e Rafinha, e o meia Rodriguinho.

O preparador físico Fábio Mahseredjian expicou que que alguns nomes foram deixados fora da lista por questões como preservação do período de férias, retorno recente de lesão ou presença na final da Liga dos Campeões. Foi desta forma que ele explicou as ausências de vários craques como Neymar, do Barcelona, Marcelo, do Real Madrid, Daniel Alves, do Juventus, e Miranda, do Inter de Milão.

– São etapas de construção da equipe. Qualquer preparativo a gente pode direcionar para um lado ou outro. O alto nível é assim. Todos os outros que não foram convocados têm que olhar para o lado e dizer: "O Jemerson tá jogando muito, Rafinha foi campeão". Essa é a oportunidade de criar uma equipe forte, não uma individualidade. É ter atletas de alto nível, preservando alguns – disse Tite.

 

Fernando Lázaro e Fernando Thomás, analistas da Seleção, assistirão in loco toda a primeira fase da Copa das Confederações, na Rússia. O treinador irá acompanhar a final e a semifinal da Copa das Confederações junto com o coordenador técnico, Edu Gaspar.

GOLEIROS

Diego Alves (Valencia)

Weverton (Atlético-PR)

Ederson (Benfica)

ZAGUEIROS

David Luiz (Chelsea)

Gil (Shandong Luaneng)

Jemerson (Monaco)

Rodrigo Caio (São Paulo)

Thiago Silva (PSG)

LATERAIS

Alex Sandro (Juventus)

Fagner (Corinthians)

Filipe Luís (Atlético de Madri)

Rafinha (Bayern de Munique)

VOLANTES

Fernandinho (Manchester City)

Giuliano (Zenit)

Rodriguinho (Corinthians)

Paulinho (Guangzhou Evergrande)

MEIAS

Philippe Coutinho (Liverpool)

Renato Augusto (Beijing Guoan)

Lucas Lima (Santos)

Willian (Chelsea)

ATACANTES

Diego Souza (Sport)

Douglas Costa (Bayern de Munique)

Gabriel Jesus (Manchester City)

Taison (Shahktar Donetsk)

 

Pagina 7 de 25
JR Esquadrias