Esportes (353)

O treinador da Seleção Brasileira de futebol Tite convocou nesta sexta feira (20) 25 jogadores para os dois amistosos da seleção no mês de novembro. No dia 10, o Brasil enfrenta o Japão, em Lille, na França; e no dia 14, a partida será contra a Inglaterra, em Londres.

A lista tem apenas três jogadores que atuam no Brasil: o goleiro Cássio (Corinthians), o meia Diego (Flamengo) e o atacante Diego Souza (Sport).

As novidades em relação à última convocação são Diego Souza, Douglas Costa (Juventus/Itália), Taison (Shaktar Donetsk/Rússia) e Giuliano (Fenerbache/Turquia). O meia Diego fez parte da última lista, mas foi cortado porque sofreu uma contusão.

Os dois amistosos de novembro serão os últimos jogos da seleção em 2017, depois da classificação para as eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia, em que terminou em 1º lugar na disputa sul-americana à frente de Uruguai, Colômbia e Argentina.

A seleção se apresentará no dia 6 de novembro e treinará em Paris durante três dias, no estádio do PSG, time de Neymar, o Parque dos Príncipes. Em Londres, o treinamento será no estádio do Fulham, e o jogo no estádio nacional de Wembley. Antes da Copa do Mundo, a seleção brasileira ainda fará dois amistosos no exterior em março de 2018, contra a Alemanha e a Rússia.

 

Veja a lista de convocados por Tite:

 

Goleiros:                                                                                                                       

Alisson (Roma), Cássio (Corinthians) e Emerson (Manchester City)

Laterais:                                                                                                                         

Daniel Alves (Paris Saint Germain), Danilo (Manchester City), Marcelo (Real Madri) e Alex Sandro (Juventus)

Zagueiros:                                                                                                               

Thiago Silva (Paris Saint Germain), Miranda (Internazionale), Jemerson (Mônaco), Marquinhos (Paris Saint Germain)

Meio-campo:                                                                                                             

Diego (Flamengo, Paulinho (Barcelona), Phillipe Coutinho (Liverpool), Casemiro (Real Madri), William (Chelsea), renato Augusto (Beijing Guoan), Giuliano (Fenerbache) e Fernandinho (Manchester City)

Atacantes:                                                                                                  

Neymar (paris Saint Germain), Taison (Shaktar Donetsk), Gabriel Jesus (Manchester City), Roberto Firmino (Liverpool), Douglas Costa (Juventus) e Diego Souza (Sport)

Fonte : Agenciabrasil

A Argentina não vencia o Equador na altitude de 2.850 metros de Quito há 16 anos, Sampaoli ainda não tinha triunfado no comando da Albiceleste em jogos oficiais e Lionel Messi só havia balançado as redes em Buenos Aires nessas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018. O cenário era totalmente adverso no estádio Olímpico Atahualpa, mas quando se tem um dos maiores atletas da história do esporte, um jogador eleito cinco vezes o melhor do mundo, líder de esquadrões que marcaram época, nada parece ser impossível dentro das quatro linhas. Na noite dessa terça-feira, o gênio argentino quebrou todos os jejuns, chamou a responsabilidade e, praticamente sozinho, colocou a Argentina no Mundial da Rússia com três gols na vitória por 3 a 1 da Argentina em cima dos equatorianos, que assistirão a Copa apenas pela televisão.

E como um bom filme de drama argentino, a situação, que já era complicada antes da bola rolar para os visitantes, se tornou pura tensão com o gol de Romario Ibarra logo aos 40 segundos de jogo. A feição de Mascherano ao perceber que a jogada era legal demostrou uma preocupação anormal entre os jogadores.

Mas, nem mesmo toda essa situação transformou o Equador em uma grande seleção. A fragilidade e os espaços, principalmente pela direita da defesa, eram notórios. E todos os argentinos pareciam chocados em campo, Messi, por outro lado, colocou a bola no chão e chamou a responsabilidade.

Primeiro, o craque do Barcelona tabelou com Di Maria pela ponta esquerda, e foi frio na frente de Banguera, com um leve toque por baixo das pernas do arqueiro. Tudo igual e bola embaixo do braço. Ainda havia pressa.

Não demorou, porém, e Messi de novo resolveu. Darío Aimar se assustou e falhou na frente do camisa 10, na entrada de sua área. Aí ficou fácil, um chute certeiro no alto e a virada estava consolidada.

Veio o segundo tempo e a Argentina, que já não vinha jogando um grande futebol, com a exceção de seu capitão, piorou ainda mais. O Equador se animou e partiu para cima, muito no embalo de seus torcedores, que queriam ter o prazer de complicar os adversários, já que não tinham mais chances de buscar uma vaga na Copa.

De novo tudo em vão. A Argentina pode viver uma crise histórica, mas Messi está alheio a tudo isso. Em um contra-ataque mortal, o craque limpou seus marcadores, não tocou para os companheiros livres e concluiu, mesmo apertado, por cobertura de Banguera. Um golaço, seu terceiro, o terceiro da Argentina, o da vitória, o gol da classificação para a Copa do Mundo da Rússia.

Depois de três vices seguidos nos últimos três anos (duas Copas Américas e um Mundial), uma aposentadoria revertida de Messi, aos trancos e barrancos, a Argentina conseguiu evitar o fiasco de 1969, quando se viu fora de uma Copa pela última vez, e encontrar forças para conquistar sua vaga direta na terceira colocação das Eliminatórias Sul-Americanas, com 28 pontos. Ao Equador, que chegou a liderar a competição, restou a oitava colocação, com 20 pontos.

FICHA TÉCNICA
EQUADOR 1 X 3 ARGENTINA

Local: Estádio Olímpico Atahualpa, em Quito (Equador)
Data: 10 de outubro de 2017 (Terça-feira)
Horário: 20h30(de Brasília)
Árbitro: Anderson Darronco (Brasil)
Assistentes: Alessandro Rocha (Brasil) e Fabrício Vilarinho (Brasil)
Cartões amarelos: EQUADOR: Cevallos. ARGENTINA: Acuña, Biglia, Mascherano

GOLS:
EQUADOR: 
Romario Ibarra, aos 40 segundos do 1T
ARGENTINA: Lionel Messi, aos 11 e aos 19 minutos do 1T, e aos 16 minutos do 2T.

EQUADOR: Máximo Banguera, Pablo Velasco, Robert Arboleda, Darío Aimar e Cristian Ramírez; Orejuela, José Cevallos (Valencia), Jefferson Intriago (Uchuari), Ibarra e Romario Ibarra e Anderson Ordoñez (Estrada)
Técnico: Jorge Célico

ARGENTINA: Sergio Romero, Gabriel Mercado, Nicolás Otamendi e Javier Mascherano; Eduardo Salvio (Fazio), Lucas Biglia, Enzo Pérez e Marcos Acuña; Lionel Messi, Ángel Di María (Paredes) e Darío Benedetto (Icardi)
Técnico: Jorge Sampaoli

Fonte: Gazetaesportiva 

O Flamengo segue em sétimo, com 40 pontos, e hoje estaria classificado para a Libertadores graças ao Cruzeiro, que já tem vaga e é o terceiro no Nacional o  Fluminense, por outro lado, está na parte debaixo da tabela, com 32 pontos, em 15.º, um acima do São Paulo, que abre a zona do rebaixamento.

Com dois tempos bastante iguais, Flamengo e Fluminense fizeram um jogo aberto, com direito a gol contra bizarro de Pará, e acabaram empatando por 1 a 1 no início da tarde desta quinta-feira, no Maracanã, no Rio de Janeiro, pela 27.ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O resultado, no fim das contas, não foi bom para ninguém. O Flamengo segue em sétimo, com 40 pontos, e hoje estaria classificado para a Libertadores graças ao Cruzeiro, que já tem vaga e é o terceiro no Nacional. O Fluminense, por outro lado, está na parte debaixo da tabela, com 32 pontos, em 15.º, um acima do São Paulo, que abre a zona do rebaixamento.

Nos dois tempos desta quinta, o Fluminense usou os minutos iniciais para buscar o gol e teve êxito abrindo o placar no começo da segunda etapa com ajuda de Pará, que cortou cruzamento contra a própria meta. O Flamengo, por sua vez, teve Guerrero em campo por cerca de 35 minutos no segundo tempo, mas foi pobre na criação, chegando apenas em jogadas aéreas. Foi justamente desta forma que saiu o gol de empate com Réver.

O jogo era carregado de expectativa antes da bola rolar pela necessidade de vitória dos dois times. Pressionado pela zona de rebaixamento, o Fluminense começou em cima e obrigou Diego Alves a fazer duas boas defesas com apenas cinco minutos. Na primeira, Scarpa arriscou de fora da área e o goleiro espalmou para longe. Logo na sequência, Marcos Júnior recebeu dentro da área e finalizou rasteiro cruzado. Diego caiu bem e defendeu, tirando do alcance de Henrique Dourado.

O tempo foi passando e o Flamengo conseguiu equilibrar as ações. Apesar do crescimento, o time só chegava em jogadas de bola aérea, sentindo bastante o desfalque do meia Diego. Réver e Everton Ribeiro assustaram o goleiro Diego Cavallieri depois de cobranças de faltas laterais.

Aos 34 minutos, porém, em meio a uma pequena blitz, Réver criou a principal chance de gol, carimbando a trave em bate-rebate. Antes de ir para o intervalo, o Fluminense resolveu acordar e voltar a fazer Diego Alves trabalhar em cabeçada de Henrique Dourado.

O segundo tempo teve o mesmo roteio do primeiro. O Fluminense repetiu a estratégia de pressionar nos minutos iniciais e conseguiu abrir o placar aos seis minutos, em falha do lateral Pará. Após contra-ataque, Henrique Dourado recebeu pela esquerda e cruzou rasteiro. No meio da área, o lateral flamenguista tentou fazer o corte, mas fuzilou Diego Alves e fez a alegria da torcida tricolor.

Em busca do resultado, o Flamengo cresceu após tomar o gol. Com as entradas de Guerrero e Willian Arão, a equipe ganhou profundidade no campo de ataque, mas seguiu levando perigo apenas em cruzamentos. Autor do gol que levou o Peru para a repescagem para a Copa do Mundo, Guerrero tirou tinta da trave em cabeçada.

No jogo aéreo, portanto, veio o empate. Aos 24 minutos, depois de cobrança de falta de Everton, Réver, livre de marcação, testou firme para o fundo das redes.

O time rubro-negro tentou aproveitar o bom momento e encontrou espaços no lado esquerdo da defesa do Fluminense. Após boa jogada individual, Everton cortou o marcador dentro da área, mas no momento da tomada de decisão, escorregou e perdeu boa chance. No fim, os dois times trocaram ataques, se precipitando em alguns momentos, e o empate persistiu.

Os rivais voltam a campo no domingo, às 17 horas, pela 28.ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Fluminense recebe o Avaí, novamente no Maracanã, enquanto o Flamengo visita a Chapecoense, na Arena Condá, em Chapecó.

FICHA TÉCNICA:

FLAMENGO 1 X 1 FLUMINENSE

FLAMENGO – Diego Alves; Rodinei (Guerrero), Réver, Juan e Pará; Rômulo (Willian Arão), Márcio Araújo (Trauco) e Everton Ribeiro; Berrío, Lucas Paquetá e Everton. Técnico: Reinaldo Rueda.

FLUMINENSE – Diego Cavalieri; Lucas, Reginaldo, Gum (Nogueira) e Marlon; Richard, Douglas, Sornoza e Gustavo Scarpa (Peu); Marcos Júnior (Romarinho) e Henrique Dourado. Técnico: Abel Braga.

GOLS – Pará (contra), aos seis, e Réver, aos 23 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – Luiz Flávio de Oliveira (SP).

CARTÕES AMARELOS – Berrío e Lucas Paquetá (Flamengo); Marcos Júnior, Douglas, Reginaldo e Lucas (Fluminense).

RENDA – R$ 1.240.835,00.

PÚBLICO – 32.747 pagantes (38.629 total).

LOCAL – Estádio Maracanã, no Rio (RJ). Fonte:

Metrojornal/Estadão

 

Craque da Seleção parou em Lampe, que fez várias defesas difíceis e garantiu empate em 0 a 0 nesta quinta em La Paz. Tite, capitão Casemiro e Jesus também destacam o paredão

A inspirada atuação do goleiro Lampe no duelo entre Bolívia e Brasil nesta quinta-feira em La Paz rendeu honrarias de Neymar. Após ser neutralizado pelo paredão adversário, com pelo menos três chances claras, o craque brasileiro parabenizou o arqueiro e pediu para trocar camisa após o confronto. O brasileiro levou para a casa a camiseta de seu algoz, como reconhecimento pela grande atuação.


A jornada de Lampe também foi destacada por outros brasileiros. O próprio técnico Tite se rendeu ao desempenho do arqueiro adversário. Após o jogo, o comandante cumprimentou o herói do jogo.

Primeiro mérito ao Lampe. Sejamos justos. Teve um momento no segundo tempo que virei para a arquibancada e aplaudi. Tem de aplaudir, mesmo eu estando muito bravo, querendo que fossem efetivas nossas chances. Jogar aqui não é fácil. Não é à toa que aqui perdem muito pouco. Estrategicamente fiquei muito feliz, porque criamos oportunidades. Teve muitos jogos que produzimos muito menos e fomos menos efetivos. Mas volto a destacar essa grande atuação - declarou o treinador brasileiro, em coletiva.


Os jogadores foram na mesma linha. Primeiro foi o capitão Casemiro. 

- Sabíamos que o jogo seria difícil aqui, principalmente pela altitude. Criamos bastante, mas o goleiro foi feliz, então tem de felicitar o goleiro. Fez um grande jogo. E se tivesse que ter um vencedor, seria nosso - afirmou.

Autor de pelo menos duas chances claras, Gabriel Jesus também lamentou que a atuação de Lampe tenha impedido a vitória brasileira.

- Uma, não, né. Tive três chances. Que não costumo errar. De cabeça ainda estou aprimorando. Não posso errar, eu sei. Falei parabéns para ele, pelas defesas. A gente sabia que não iria ser fácil. Tivemos muitas chances, não conseguimos. Mas saímos de cabeça erguida, porque batalhamos, corremos e conseguimos segurar eles - declarou o centroavante brasileiro.

 

Fonte: Lance 

 

Brasil joga nesta quinta feira às 17h de Brasilia, contra a seleção da Bolivia, lembrando que a última vitória da Seleção Brasileira na altitude de 3.600m foi  com Zagalo, na conquista da Copa América de 1997
 
O dólar valia R$ 1,08 quando o Brasil venceu a Bolívia pela última vez nos 3.600m de altitude de La Paz, palco do penúltimo jogo da Seleção nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. Lá se vão 20 anos desde a final da Copa América de 1997 — aquela do histórico desabafo do técnico Mário Jorge Lobo Zagallo: “Vocês vão ter que me engolir”. Preparador de goleiros na comissão técnica de Tite, Taffarel era o camisa 1 do time que venceu por 3 x 1. De lá para cá, houve três visitas ao Estádio Hernando Siles. O Brasil não venceu nenhum.
 
Convocados por Tite, os goleiros Alisson (Roma), Cássio (Corinthians) e Ederson (Manchester City) contam com um PhD em altitude. Taffarel foi o vilão da primeira derrota da Seleção na história das Eliminatórias, justamente em La Paz, nas Eliminatórias para a Copa de 1994, e também foi questionado na decisão da Copa América de 1997. Em 1993, levou um frango de “El Diablo” Etcheverry no revés por 2 x 0. Há 20 anos, no primeiro tempo da decisão sul-americana, voltou a ser criticado ao aceitar o chute de Erwin Sánchez. “Não foi um frango. A bola pegou um efeito grande por causa da altitude. Mas era uma bola defensável”, admitiu Taffarel na época.
 
Depois da final de 1997, o Brasil subiu o morro três vezes. Em 2001, perdeu por 3 x 1 com Marcos no gol. Em 2005 e em 2009, Julio César foi o titular no empate por 1 x 1 e na derrota por 2 x 1 em La Paz. O peso e a velocidade da bola são os maiores dramas para os goleiros.
 
Homem de confiança de Tite e de Taffarel, o goleiro Alisson tem experiência em La Paz. Em 2015, foi submetido no Inter a um treino com pequenas bolas de borracha, mais rápidas do que as comuns. A ideia da comissão técnica colorada era simular a velocidade do jogo na altitude. A bola fica mais veloz com a menor resistência imposta pelo ar rarefeiro. O ensaio foi bom. Na prática, deu errado. O The Strongest venceu por 3 x 1. Apesar do resultado, Alisson foi considerado o melhor jogador colorado em campo.
 
A primeira experiência da Seleção na altitude sob o comando de Tite foi positiva. Em agosto do ano passado, o Brasil goleou o Equador a 2.850m em Quito e se deu ao luxo de chegar à capital equatoriana três dias antes do jogo. A logística para o duelo de quinta-feira é outra. “La Paz é considerada uma altitude alta. Quito tem uma altitude moderada. Há perda física, principalmente no que diz respeito à potência. Só que existe a questão da velocidade da bola, que é o aspecto técnico. Quanto mais você sobe, menor é a densidade do ar. Assim, a bola é muito mais rápida”, analisa o preparador físico Fábio Mahseredjian.

Oxigênio

Em Quito, a Seleção ficou sujeita no máximo a uma cefaleia. Não houve relato de que algum jogador passou mal. O risco é maior na Bolívia. “Os sintomas da altitude de La Paz são severos, e por isso não podemos fazer o mesmo (chegar com antecedência). Dores de cabeça intensas, náuseas, vômito, sangramento de nariz. É um risco que não se pode correr. Em Quito, não. Acontece no máximo uma pequena cefaleia, mais nada”, compara. Assim como fez em Quito, a CBF levará cilindros de oxigênio a La Paz.
 
A última exibição da Seleção na Bolívia aconteceu em um amistoso em abril de 2013. Sob o comando de Luiz Felipe Scolari, o Brasil goleou por 4 x 0, em Santa Cruz de la Sierra, cidade ao nível do mar. Nestas Eliminatórias, o Brasil goleou o adversário por 5 x 0, na Arena das Dunas, em Natal.
 
Classificado por antecipação para a Copa de 2018, o Brasil cumpre tabela nas últimas duas rodadas. Depois de enfrentar a Bolívia na quinta-feira, receberá o Chile no Allianz Parque, em São Paulo, na próxima terça-feira.

Mimo da CBF pode ter custado até R$ 16.500

O cansativo sobe e desce de ônibus do Rio para a Granja Comary, em Teresópolis, durante a Copa do Mundo de 2014, foi um dos motivos para a CBF oferecer um mimo aos jogadores convocados para os duelos com a Bolívia e o Chile pelas Eliminatórias para a Copa de 2018. Em vez de pegar a estrada, o elenco subiu a serra em helicópteros fretados pela entidade máxima do futebol brasileiro. Há três anos, um dos descontentamentos internos do elenco liderado por Felipão era justamente o vaivém do Rio a Teresópolis.
 
O Correio fez duas cotações de locação de helicóptero para o trajeto entre o Galeão e a Granja Comary. O mais econômico saiu por R$ 2.500 e o mais caro, a R$ 16.500, com direito a cinco passageiros. Como a própria CBF e Neymar têm helicópteros privados, o fretamento das outras aeronaves não saiu tão caro.
 
Dentro das quatro linhas, a Seleção realizou o primeiro treino com 16 jogadores. Os outros oito se apresentam hoje. O técnico Tite e auxiliares comandaram trabalhos físicos e atividades de movimentação em campo reduzido na Granja Comary. Durante o trabalho, Neymar sentiu uma pancada, mas foi atendido e voltou. Não houve indicação de time para o jogo em La Paz. Alguns jogadores também encerraram o treino mais cedo, entre eles Neymar e o volante Fernandinho.
 
Esse foi o primeiro dos três treinos previstos antes do jogo de quinta-feira. Todas as atividades acontecerão na Granja Comary. A Seleção encara a Bolívia em La Paz, mas não fará nenhum treino em solo boliviano. O elenco viaja em voo fretado amanhã e ficará concentrado em Santa Cruz de la Sierra até horas antes da partida. A intenção é diminuir os efeitos da altitude de 3.600 metros da capital boliviana. 

Últimos três jogos do Brasil em La Paz

7/11/2001 – Bolívia 3 x 1 Brasil
9/10/2005 – Bolívia 1 x 1 Brasil
11/10/2009 – Bolívia 2 x 1 Brasil 

17ª rodada

5/10 – Quinta-feira
17h - Bolívia x Brasil
18h - Venezuela x Uruguai
20h30 - Colômbia x Paraguai
Chile x Equador
Argentina x Peru
 
Fonte: Correio Brasiliense
 

A volta de Guerrero na finalíssima da Copa do Brasil coloca sobre o peruano a responsabilidade de ser tão decisivo no Flamengo como foi no Corinthians, clube no qual fez gol de título mundial. O camisa nove, com maior salário do elenco, só não é considerado mais essencial do que Everton, peça-chave no esquema rubro-negro e presença ainda mais aguardada diante do Cruzeiro.

O ponta esquerda treinou normalmente ontem, depois de reagir bem ás atividades do fim de semana, e se mostrou totalmente recuperado de uma série lesão na panturrilha. O treino de hoje de manhã no Mineirão será o teste final, mas são boas as chances do “motorzinho” do time estar em campo na decisão de amanhã.

Na chegada a Belo Horizonte, Everton esboçou semblante leve e confiante. O técnico Reinaldo Rueda indicou cautela no caso e Guerrero também despistou. O centroavante lembrou, no entanto, que todo jogador quer estar em uma partida como essa, o que vale o sacrifício.

 

- São jogos que todo jogador quer estar. Eu vejo muita motivação entre os jogadores. Vejo sangue nos olhos, como dizem - ilustrou Guerrero.

Depois de ser um dos heróis do título estadual, o centroavante reconheceu que o Flamengo começou a temporada em busca de todo os títulos, e que a Libertadores foi uma mancha no currículo. Por isso, tem noção da cobrança por uma conquista de peso.

- Quando se ganha um título você entra para a história do clube. São muitas coisas em jogo e estamos preparados para isso - prometeu o centroavante.

Em jogo, um ano que precisa de algo mais para ser considerado de sucesso na Gávea. Um elenco com folha salarial de mais de R$ 10 milhões, com boa parte dos jogadores com vencimentos de mais de meio milhão de reais, tem seu valor colocado á prova em uma competição de mata-mata. É o céu ou o inferno.

- Ganhamos o Carioca, saímos da Libertadores. Estamos agora na Sul-Americana. Estamos brigando pela Copa do Brasil. E tem o Brasileirão. São campeonatos que um time como o Fla tem de participar e ganhar. É o objetivo do clube em todos os anos - finalizou Guerrero.

 

 

Apesar do empate, PSG continua na liderança do Campeonato Francês

O Paris Saint-Germain entrou em campo neste sábado sem poder contar com Neymar, poupado com dores no pé, e acabou sofrendo. Jogando fora de casa contra o Montpellier, pela sétima rodada do Campeonato Francês, o time da capital mostrou pouca inspiração ofensiva e ficou no 0 a 0.

Com o empate, os parisienses não só perderão os 100% de aproveitamento na competição como também ficaram com 19 pontos, ainda na liderança, mas com apenas um de vantagem em relação ao Monaco. Já a equipe do sul da França segue no meio da tabela com oito pontos somados.

Pela próxima rodada, o Paris volta para o Parc des Princes para encarar o embalado Bordeaux, no próximo sábado. No dia anterior, o Montpellier visita o vice-líder Monaco, no estádio Louis II.

O Paris Saint-Germain entrou em campo neste sábado sem poder contar com Neymar, poupado com dores no pé, e acabou sofrendo. Jogando fora de casa contra o Montpellier, pela sétima rodada do Campeonato Francês, o time da capital mostrou pouca inspiração ofensiva e ficou no 0 a 0.

Com o empate, os parisienses não só perderão os 100% de aproveitamento na competição como também ficaram com 19 pontos, ainda na liderança, mas com apenas um de vantagem em relação ao Monaco. Já a equipe do sul da França segue no meio da tabela com oito pontos somados.

Pela próxima rodada, o Paris volta para o Parc des Princes para encarar o embalado Bordeaux, no próximo sábado. No dia anterior, o Montpellier visita o vice-líder Monaco, no estádio Louis II.

 Fonte: Gazeta Press

Na Ilha do Urubu, com time reserva, o Rubro-negro jogou mal e empatou com o Avaí em 1 a 1, e pode deixar o G-6 ao fim da rodada

O jogo que serviu de teste para a final da Copa do Brasil confirmou que o Flamengo não está nem aí para o Brasileiro. Na Ilha do Urubu, com time reserva, o Rubro-negro jogou mal e empatou com o Avaí em 1 a 1, e pode deixar o G-6 ao fim da rodada, hoje. Basta Cruzeiro e Botafogo vencerem para o Fla cair até para a sétima posição. Pedro Castro abriu o placar, em falha da defesa, e Rodinei deixou tudo igual, com golaço no fim.

O que tirar do empate? A boa participação de Paquetá para a possível vaga deixada por Everton, em recuperação. Gabriel começou a semana como favorito a ocupá-la, mas jogou mal e o jovem, improvisado no ataque, criou as melhores chances.

O foco agora é na final contra o Cruzeiro, na quarta-feira, no Mineirão. Pelo Brasileiro, a Ponte Preta é o adversário de segunda-feira.

Rueda surpreendeu na escalação. Optou por não usar o goleiro Alex, que ficará dez dias sem atuar até a final, e manteve Diego Alves, seguro. A observação estava no ataque. Lá, a surpresa foi Matheus Sávio. Ele, Gabriel e Paquetá formaram a linha de frente e iniciaram a disputa interna pela possível vaga de Everton. No primeiro tempo, o melhor deles foi Paquetá, que criou chances.

Quem também teve uma, após dois meses, foi Mancuello, mas o argentino não conseguiu aproveitar. Sem ritmo, o argentino, Rafael Vaz e Rodinei estiveram muito abaixo. De volta após lesão, Renê foi bem e vai brigar com Trauco por vaga.

Paquetá, com bola na trave e outras chances no segundo tempo, confirmou a boa fase e se consolidou como melhor do time. Os minutos de Vinícius no fim não foram suficientes para gerar dúvida. Vizeu também voltou ao time e perdeu chances.

FICHA

Flamengo Diego Alves, Rodinei, Rhodolfo, Vaz, Renê; Márcio Araújo, Mancuello (Vizeu), Éverton Ribeiro; Gabriel (Vinícius Júnior), Paquetá, Matheus Sávio (Geuvânio). Técnico Reinaldo Rueda.

Avaí Douglas; L.Silva; Betão; F.Alemão e Capa; Judson; W.Simião (Luan Pereira); P.Castro e Juan (Willians); J.Dutra e Joel (Lucas Otávio). Técnico Claudinei Oliveira.

gols 1° tempo: Pedro Castro 17 min. 2° tempo: Rodinei, 35 min (Flamengo).

cartões Amarelo: Gabriel (Flamengo).

árbitro Claudio Silva (SE).

renda e público Público pagante 8.032 / presentes 9.584 / Renda: R$ 290.381,00.

 

Por Diogo Dantas / extra.

 

Time francês enfrenta o Celtic, da Escócia, no Reino Unido

Parece que as Eliminatórias Sul-Americanas trouxeram problemas para o elenco do Paris Saint-Germain, que inicia sua caminhada atrás do título da Liga dos Campeões, nesta terça-feira, diante do Celtic. Sem Di María e Pastore, que voltaram sem condições de jogo da seleção da Argentina, o PSG vai enfrentar a equipe escocesa sem um de seus pilares do ataque na equipe principal.

Na manhã desta segunda-feira, o time francês realizou os últimos ajustes, antes de seguir viagem para o Reino Unido afim de encontrar com o Celtic, em Glasgow. Quem ficou de fora dos treinamentos para se recompor fisicamente foram os argentinos Di María e Pastore. O atacante voltou da seleção com uma lesão no tendão, enquanto o meia alegou desconforto muscular e será encaminhado ao departamento médico para se recuperar.

Apesar da ausência destas duas importantes peças, todos os brasileiros estiveram presentes nas atividades e vivem boa fase. Além de Thiago Silva, Marquinhos, Dani Alves, Thiago Motta e Neymar terem sido frequentemente relacionados à equipe principal, o meio-campista Lucas se recuperou de uma lesão que adquiriu durante a pré-temporada e até já deixou seu gol na última rodada do Campeonato Francês.

Uma das grandes contratações do ano dos parisienses, mesmo que por empréstimo, também participou do treino. Trata-se do jovem Mbappé, que fez grandes atuações diante da seleção francesa em jogos válidos pelas Eliminatórias e marcou um dos gols da goleada do Paris Saint-Germain, sobre o Metz, pela competição nacional.

 

Fonte: Gazeta Press

 

Os gols do Belo foram marcados por Rafael Oliveira (2x), e Dico

O Botafogo-PB venceu o Sampaio Corrêa por 3 x 2, na noite deste sábado (9), em São Luís. O time contou com a derrota do Moto Club por 1 x 0 para o Fortaleza para garantir a permanência na Série C do Campeonato Brasileiro.
Jogo
 
Líder do campeonato, o Sampaio Corrêa lidou com um Botafogo-PB que foi para cima nos primeiros minutos de jogo. A equipe paraibana foi bem, mas cedeu o gol a equipe maranhense, marcado por Isac, aos 34’ do primeiro tempo.
 
Ainda no primeiro tempo, o Belo empatou em cobrança de pênalti. Dico foi derrubado por Maracás na área, Rafael Oliveira desencantou após 4 jogos sem marcar e igualou o marcador.
 
Mesmo com a ofensividade do Sampaio, o Botafogo-PB conseguiu virar o jogo em apenas dois minutos na segunda etapa. Aos 14’, Rafael Oliveira aproveitou falha da defesa e marcou o segundo após cruzamento de Dico. O próprio Dico fez jogada individual aos 16’ e ampliou.
 
Após o fim da última rodada da Série C, o Botafogo-PB conseguiu escapar por um ponto da zona da degola, que rebaixou o ASA, com 13 pontos, e o Moto Club, com 20 pontos. O Belo finalizou sua participação na competição na 8ª colocação, com 21 pontos.
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JR Esquadrias