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A opção de Jorginho ao substituir Nixon nos minutos finais do primeiro tempo contra o Audax gerou mal-estar no Flamengo. Ninguém no clube entendeu a atitude do treinador, embora como técnico tenha direito e autoridade máxima em campo.
 
Os jogadores consideraram a substituição desnecessária e em circunstâncias desfavoráveis, afinal o time perdia por 1 a 0 e não faria diferença alguma trocar o atleta no intervalo, dois minutos mais tarde.
 
Nixon é considerado o xodó de Paulo Pelaipe, diretor de futebol.
 
O ex-técnico, Dorival Júnior, teve que se explicar quando barrou Nixon após o jogador voltar de contusão.
 
Por sinal, duas semanas se passaram desde a demissão de Dorival Júnior. E o que mudou de lá pra cá?
 
Rigorosamente nada, pelo contrário, as coisas pioraram.
 
Sob comando de Jorginho, o Flamengo fez 3 jogos. Empatou com Boavista, venceu o Bangu e perdeu para o Audax.
 
15 dias, esquema de jogo ruim, indefinição dos titulares e insegurança.
 
Ingênuos são aqueles que acreditam que Dorival saiu por questões financeiras. Óbvio que não. A diretoria achou a desculpa certa no momento mais aproprioado.
 
Como pode esse elenco, basicamente com os mesmos jogadores, ser líder na Taça Guanabara, invicto e empolgar até a semifinal contra o Botafogo? Era assm com Dorival ou não?
 
Não existe diferença técnica entre Madureira, Volta Redonda, Olaria, Boavista, Macaé, Audax ou Bangu. Ou existe?
 
O que se viu contra o Audax foi algo vergonhoso que não condiz com a história o Flamengo. Perder de virada para o Resende idem.
 
Dorival e Jorginho são responsáveis, mas é evidente a necessidade de reforços.
 
Paulo Pelaipe fala bonito, continua com o discurso de priorizar o lado financeiro do clube, mas sem time e sem vitórias não terá paz. A contratação de Carlos Eduardo é injustificável. Jogador fraco, sem condição física e em decadência.
 
Rafinha, Adrian e Rodolfo, jovens promissores, alternam altos e baixos.
 
Ultimamamente apenas Rodolfo se salva. Rafinha não é nem sombra daquele atacante rápido e envolvente do primeiro turno.
 
Jorginho admite que a classificação é quase impossível.
 
Sendo assim, a estreia na Copa do Brasil contra o Remo já ganha ares decisivos para o futuro do treinador.
 

 

O atacante do Grêmio, Eduardo Vargas, causou polêmica nesta semana eu sua passagem pela seleção do Chile. Uma foto tirada pelo ‘Turboman’ em um momento íntimo com a atriz Elinda Olivares nua (ver foto acima), foi publicada pela imprensa local. A moça mantém relacionamento com Gary Medel, colega de Vargas na seleção.

A imagem teria sido feita após a vitória do Chile sobre o Uruguai pelas eliminatórias, na última terça-feira. A ‘festinha’ foi realizada na casa do próprio Medel.

“Foi na intimidade. Ele tirou a foto no celular e me mandou. Tínhamos uma relação. Havia mais vídeos e fotos, mas apaguei. Essa é a única que tenho”, disse ela a rede de televisão La Red.

Na imagem, ela aparece nua abraçada em Vargas. O gremista tirou a foto com celular de um espelho. Vargas e Medel já foram sacados juntos da seleção por terem sido flagrados em uma boate durante concentração.

E o histórico do time chileno vai ainda mais longe, em 2007, cinco jogadores beberam demais e se envolveram em uma discussão no hotel da concentração dos jogadores durante a Copa América disputada na Argentina.

 

Eduardo Vargas (à direita, de camisa preta) se relaciona com alguns torcedores do Grêmio antes da entrevista coletiva para oficializar a sua contratação

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JR Esquadrias