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O jogador espera apenas o 'sim' do Zenit para jogar pelo time chinês Shangai SIPG ao lado de Elkeson e Conca

O paraibano e atacante da Seleção Brasileira, Hulk está de saída do Zenit, da Rússia. O atacante de 29 anos aceitou a proposta do chinês Shangai SIPG e, agora, aguarda apenas o posicionamento de seu clube para partir rumo à Ásia. 

Por mais que Hulk tenha sido o destaque do Zenit na última temporada, quando marcou 23 gols, os russos devem liberar o jogador brasileiro, já que a operação, que seduziu o camisa 7, é de aproximadamente 55 milhões de euros (R$ 203 milhões).

Caso assine com o clube de Xangai, Hulk será o quinto estrangeiro da equipe chinesa. Por lá, inclusive, já atuam dois jogadores bastante conhecido no Brasil: o argentino Darío Conca e Elkeson. Os outros dois estrangeiros são o ganês Asamoah Gyan e o marfinês Evrard Kouassi. 

 

Chutaço de fora da área define novo resultado positivo do time, que dorme no G-4. Pernambucanos perdem a quinta partida dos últimos sete jogos disputados

É preciso olhar com atenção para a trajetória dos dois times que se enfrentaram no Arruda - com vitória do Flamengo por 1 a 0, em golaço de fora da área de William Arão. Os cariocas, de técnico interino e sem seu principal nome - Guerrero volta no Fla-Flu -, fincam de vez os pés no pelotão da frente e, com mais um resultado positivo, dormem no G-4 - 17 pontos na quarta posição. O Santa Cruz, de bom início de Brasileiro, somou apenas três pontos desde a quarta rodada e cai para a 14ª posição, com apenas uma vitória nos últimos sete jogos.

Na 11ª rodada, o Flamengo permanece na Região Nordeste para jogar o Fla-Flu de domingo (16h) na Arena das Dunas, em Natal. Os pernambucanos têm compromisso dificílimo. O Santa Cruz enfrenta o Corinthians na Arena do clube na capital paulista, no sábado, às 16h. 

Aos donos da casa no Arruda, no Recife, parece não bastar mais a participação de Grafite. O veterano atacante criou boas chances, até obrigou Alex Muralha a fazer boas defesas, mas perdeu duas chances que fizeram toda a diferença na partida. O time de Milton Mendes pecou na marcação no meio de campo do Flamengo. Principalmente, ao não conseguir impedir a troca de passes de Alan Patrick e William Arão, hoje os dois melhores jogadores do adversário.

Foi justamente numa simples jogada da dupla que saiu o golaço do Flamengo. Alan Patrick girou com facilidade na marcação, tocou para Arão, que dominou, ajeitou e acertou um lindo chute de peito de pé da entrada da área. A bola pegou a curva saindo das mãos de Tiago Cardoso. Apesar da bonita finalização, o goleiro do Santa Cruz parecia adiantado.

O time de Zé Ricardo, que tem bom aproveitamento à frente do Flamengo (62%, com quatro vitórias, um empate e duas derrotas), fez partida inteligente, administrando o jogo, depois de fazer gol cedo e conseguindo boas escapadas com Everton, apesar de Marcelo Cirino e Felipe Vizeu não responderem bem às bolas que chegaram na frente. Na zaga, Réver teve dificuldades contra Grafite, mas Rafael Vaz teve outra boa atuação. 

No segundo tempo, quando o Flamengo falhou feio, na saída de bola de Cuéllar, Grafite chutou em cima de Muralha, frustrando a torcida do Santa Cruz. O Flamengo usou o banco - colocou ainda Mancuello e Fernandinho - e segurou os pernambucanos, sem grandes problemas na defesa. Mais uma defesa do Flamengo fora de casa - a terceira no Brasileiro - e nova derrota do Santa Cruz em seus domínios.

O Barcelona promete fazer jogo duro com Neymar diante da investida milionária do Paris Saint-Germain para levar o craque brasileiro. Os cartolas do clube espanhol prometem não aumentar a oferta que já fizeram para o atacante renovar antecipadamente seu contrato, válido até julho de 2018.

No entendimento dos dirigentes do clube catalão é impossível cobrir a proposta francesa. Assim, eles afirmam que se Neymar priorizar a parte financeira deve ir jogar no PSG. Mas, se seu interesse for atuar no time mais forte, aceitará a oferta de renovação já feita pelo time catalão.

Porém, o estafe de Neymar entende de maneira diferente. Avalia que em Paris ele teria um papel de protagonista que nunca terá jogando ao lado de Messi. Dessa forma suas chances de ganhar o prêmio de melhor do mundo aumentariam mudando de ares.

Apesar do discurso de não melhorar a proposta, o diretor do Barcelona Raul Sanllehí e o brasileiro André Cury, que trabalha para o clube espanhol, estão no Brasil para, entre outros assuntos, conversar com o pai de Neymar sobre a renovação contratual.

Na semana passada, foi a vez de o PSG enviar representantes ao país para tratar da contratação do jogador. A proposta feita pelos franceses é tratada como "coisa do outro mundo" pelo estafe do brasileiro. São cerca de 50 milhões de euros anuais entre salários e bônus, quase o dobro do que foi proposto pelos catalães para renovar.

Consciente de que não tem recursos para chegar nesse nível, o Barça se limita a preparar uma denúncia na Uefa contra o PSG, caso o negócio seja concretizado. A ideia é apontar que os franceses feriram as regras de fairplay financeiro estipuladas pela federação europeia. Isso porque o gasto seria incompatível com a receita do PSG. Quem não cumpre as normas financeiras está sujeito a punições aplicadas pela Uefa.

Só para pagar a multa rescisória de Neymar, o time francês teria que desembolsar pouco menos de 200 milhões de euros. Em 2016, o orçamento do PSG foi de aproximadamente 480 milhões de euros. Ou seja, apenas para obter a liberação do atacante o gasto corresponderia a cerca de 40% da receita obtida pelo clube no ano passado.

Atento ao interesse de concorrentes no brasileiro, desde que Neymar saiu de férias, o Barcelona decidiu ficar de olho nele. Cury chegou até a estar com o atacante nos Estados Unidos, onde ele passou parte do seu período de descanso.

Mas a marcação cerrada não impediu que o PSG se aproximasse do pai de Neymar e do empresário do jogador, Wagner Ribeiro. Os dois gostaram do que ouviram dos franceses e a possibilidade de transferência passou a ser real.

Procurada, a assessoria de imprensa de Neymar disse que o estafe do jogador não comentaria o assunto.

 

João Henrique Marques, Pedro Lopes e Ricardo Perrone

Do UOL, em Paris (FRA- 

 João

 

A  equipe da  Raposa Campinense não aproveitor as oportunidades perdidas na partida e fez com que a forte equipe  do Botafogo abrisse o placar e chegasse a vitória. 

Após vencer a primeira partida da final do Campeonato Paraibano de futebol, fora de casa por 3 a 2, o Campinense recebeu a visita do Botafogo no estádio Amigão em campina na noite da  ultima quarta-feira para a decisão do torneio. Que terminou com a vitória da equipe  Botafoguense pelo placar de 1 a 0  mesmo  com a derrota o Campinense se sagrou campeão estadual 2016. 

 

 

 

A boa vitória na ida deixou o Campinense em situação confortável e a Raposa contou com a vantagem de poder perder por um gol para se sagrar campeão. Danielzinho, expulso posteriormente, fez o gol do Belo no início do jogo, mas o time não conseguiu manter o embalo.

BELO SONHANDO!
 

A primeira boa chance de gol foi do Botafogo, que iniciou a partida com postura de quem precisava do resultado. Aos 5 minutos, Pedro Castro chutou com perigo e o goleiro Gledson fez uma defesa difícil. O jogo começou muito bom e aberto e aos 18 o Belo conseguiu marcar, colocando fogo na final. Jéfferson Recife fez boa jogada na lateral e conseguiu cruzar no limite para Danielzinho. O atacante teve calma e bateu na hora certa para fazer o primeiro.

Depois do gol, o jogo ficou nervoso, mas quando o Campinense conseguiu se acalmar quase pintou o empate. Raul levou a melhor sobre Djavan e tocou para Adalgiso Pitbull que desperdiçou uma chance incrível. O duelo continuou movimentado, digno de uma final, e foi para o intervalo com o 1 a 0 no placar.

O jogo voltou estudado e seguiu tenso na etapa complementar. A primeira chance clara de gol demorou para voltar a aparecer. Mesmo conseguindo o resultado, o Campinense foi quem cresceu no duelo e levava perigo.

Aos 30 minutos o bicho pegou. Em uma confusão envolvendo até treinador, quatro atletas foram expulsos após troca de murros. Marcelo Xavier e Danielzinho levaram vermelho pelo Botafogo. No Campinense, Fernando Pires e Danilo foram expulsos.

Nos poucos minutos restantes depois da confusão, o jogo se arrastou e, apesar dos longos 9 minutos de acréscimo, o Botafogo não conseguiu fôlego para fazer o gol que faltava. Com isso, o Campinense se sagrou bicampeão estadual.

FICHA TÉCNICA

Fase
Final
Rodada
2ª rodada
Data
15/06/2016
Horário
20h30
Local
Estádio Amigão - João Pessoa (PB)
Árbitro
Jose Renato - PB

Assistentes
Kildem Tadeu e Oberto Santos

Cartões Amarelos
Campinense: Negretti, Gledson
Botafogo: Marcelo Xavier, Muller Fernandes

Cartões Vermelhos
Campinense: Fernando Pires, Danilo
Botafogo: Marcelo Xavier, Danielzinho
Gols
Botafogo: Danielzinho 18' 1T
Campinense
Gledson; 
Fernando Pires, Joécio, Tiago Sala e Danilo; 
Negretti, Magno, Filipe Ramon (Chapinha), Roger Gaúcho (Leandro Sobral); 
Adalgiso Pitbull e Raul (Reginaldo Júnior)
Técnico: Francisco Diá
Botafogo
Michel Alves; 
João Paulo, Plínio, Marcelo Xavier e Jefferson Recife; 
Djavan, Val (Magno Alves, Pedro Castro (Ângelo) e Marcinho; 
Muller Fernandes (Warley) e Danielzinho
Técnico: Itamar Schulle  
 
Fonte: futebolinterior
 
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O Flamengo se sagrou pentacampeão do NBB neste sábado ao vencer o Bauru por 100 a 66, na Arena Carioca 2, um dos palcos dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que contou com ótimo público no jogo 5 das finais da competição. Com excelente atuação de Marcelinho e incorporando o espírito vindo das arquibancadas, o time rubro-negro foi altamente superior no duelo e garantiu a maior diferença no placar na história das finais do NBB.O veterano ala-armado Marcelinho foi o destaque do Flamengo na partida decisiva contra o Bauru na série final da NBB

Contando com um ginásio lotado, o Flamengo se impôs dentro de quadra desde o início do confronto, exibindo um bom volume de jogo e mantendo importante média de pontos para assegurar a liderança no placar. Já o Bauru conseguiu evitar um distanciamento dos adversários no marcador, indo para o segundo quarto com apenas quatro pontos de diferença.

A tônica do primeiro quarto se manteve no segundo e o Flamengo continuou à frente dos rivais, que levaram a melhor no jogo 4, forçando a decisão para o último confronto. Se no último duelo a equipe do interior paulista foi superior aos cariocas, neste sábado os jogadores rubro-negros não deram brecha para que os adversários pudessem se reerguer.

O técnico José Neto, do Flamengo, toma um banho de água após a conquista do título
 
O técnico José Neto, do Flamengo, toma um banho de água após a conquista do título
Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Apesar da importante vantagem construída no primeiro tempo, foi no terceiro quarto onde o Flamengo realmente deslanchou e encaminhou o título da Liga Nacional de Basquete. A equipe comandada pelo técnico José Neto incorporou o espírito da arquibancada e sufocou o Bauru, que pouco pôde fazer diante do ritmo intenso demonstrado na Arena Carioca 2 no período. Para se ter uma noção da superioridade do time rubro-negro, o placar do terceiro quarto foi 31 a 17, colocando a equipe paulista em uma situação delicada na final.

O Bauru voltou a contar com Alex no último quarto para tentar alcançar o Flamengo, no entanto, a situação dos visitantes era extremamente delicada. Para piorar para o time paulista, os rubro-negros continuaram em um nível impressionante, tendo Marcelinho como um dos principais protagonistas e Gegê como peça de desafogo. Com isso, bastou a equipe de José Neto apenas administrar a vantagem e esperar o estourar do cronômetro para comemorar o pentacampeonato do NBB e o tetra de maneira consecutiva.

 

 

 

 
 

 

 

Em alguma hora a derrota viria, todos sabiam disso, mas ter acontecido justamente no dia de igualar a maior série invicta da história do clube, marca estabelecida pelo Expresso da Vitória nos anos 1940, teve um quê de crueldade.

 

Desfalcado de Nenê, o Vasco também não teve sorte, viu a chance do empate bater na trave duas vezes no segundo tempo, e com dois erros individuais, caiu diante do Atlético-GO, por 2 a1, neste sábado, em Cariacica (ES).

 

Fazia tempo: a última derrota havia sido no dia 1º de novembro do ano passado, para o Fluminense, no Campeonato Brasileiro. Foram 34 jogos até a derrota que não tira, porém, o time da liderança. O Atlético-GO chegou aos mesmos 19 pontos do Vasco, mas tem saldo de gols menor.

 

Com a ausência de Nenê, Jorginho optou por escalar Yago Pikachu no meio, já que Mádson retornava de lesão na lateral direita. Pikachu atuou aberto pela direita, que foi melhor lado do Vasco ofensivamente, mas faltou criação pelo setor central, onde Andrezinho ficou sobrecarregado e muito marcado. Além de não contar com Nenê, o novo titular do meio, William Oliveira, tem mais fôlego e dinamismo que o antigo dono da posição, Julio dos Santos, mas tem menos qualidade no passe.

 

JOGO DE FALHAS

 

Contra um time bem organizado como o Atlético-GO, tudo isso pesou. O Vasco tinha dificuldade em criar jogada para Leandrão, que deixou Thalles no banco mas era pouco acionado no comando do ataque. O time goiano já tinha criado uma ótima chance, desperdiçada por Júnior Viçosa, quando abriu o placar numa falha de Jordi, que vinha tendo boas atuações neste período em que o titular Martín Silva está com a seleção do Uruguai. Aos 23 minutos, porém, ele saiu muito mal num cruzamento da direita: podendo usar as mãos, preferiu cortar com o pé, e viu a bola bater em Viçosa e voltar para dentro do gol.

 

O Vasco continuou com dificuldade para criar, e contou também com um erro do goleiro para empatar ainda antes do intervalo. Marcos saiu mal, não conseguiu afastar a bola cruzada por Júlio César, e Luan aproveitou a sobra para fazer o gol num bonito chute.

Sinal de que o primeiro tempo não fora bom, Jorginho fez o Vasco voltar do intervalo com Éder Luís no lugar de Pikachu. O time voltou aceso, e em menos de cinco minutos Leandrão teve duas chances clara de marcar, mas faltou pontaria em ambas. E aí aconteceu a segunda falha grave individual: num cruzamento da direita, o experiente zagueiro Rodrigo deu uma furada de juvenil, e a bola sobrou para William Schuster fazer 2 a 1.

 

A probrabilidade real de a sequência invicta ser interrompida justo no dia do recorde deixou os jogadores vascaínos claramente apressados para conseguir ao menos o empate. Jorginho ainda lançou Evander e Thalles, mas o Vasco partiu para o ataque com mais ímpeto que organização. Ainda chegou perto do segundo gol, como no chute de longe de Rodrigo que explodiu no travessão. Já aos 43 minutos, houve a última oportunidade, ainda mais clara, mas o chute de Evander também paro na trave.


 

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JR Esquadrias