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Vitor Belfort confirmou que sua próxima luta representará sua despedida do esporte 

Depois de ser nocauteado por Kelvin Gastelum na luta principal do UFC Fight Night Fortaleza, no ultimo sábado, O  fenônimo Vitor Belfort  que  está perto de seu último ato no MMA, confirmou que sua próxima luta representará sua despedida do esporte, lamentou o revés contra o americano e revelou que pretende fazer sua última apresentação no Rio de Janeiro, dia 3 de junho, pelo UFC 212. 

"Não tive paciência, fui muito afoito. Estava muito bem preparado, meu time treinou bastante. Eu estava bem, confiante que ia nocautear. Temos que nos reinventar, mas acho que chegou a minha hora de encerrar o meu capítulo como lutador profissional. O corpo não é mais a mesma coisa. São mais de 14 cirurgias no corpo ao todo. Deixei tudo ali, não foi da melhor forma, fico triste, mas faz parte. (Vou parar de lutar) a não ser que eles (UFC) criem uma organização só das lendas. Fazer treinamento para cinco rounds é muito sacrificante para o meu corpo. Ele me conectou bons golpes. Não tenho o mesmo corpo", avaliou Vitor, buscando respostas para o terceiro revés consecutivos no evento. 

Belfort diz ainda que gostaria de se apresentar no UFC 212, dia 3 de junho, no Rio de Janeiro (RJ). Ele quer uma despedida digna para sua carreira. 

"Acho que fui muito afoito, estava com sede de vitória. Quando levantei da primeira queda, não tive paciência. Estava querendo ganhar a luta. Tenho só uma luta do contrato. Não queria enfrentar brasileiro, não. Queria finalizar minha carreira profissional. Ver o MMA onde chegou... É triste não poder dar a vitória a seu povo, mas Já era algo decidido na minha cabeça (aposentadoria), só não tinha anunciado ainda. Acho que o UFC deveria criar uma categoria das lendas. Sei o quanto é difícil, não é fácil. Sem sacrifício, não há glória. Saio com o sentimento de que deixei escorregar... Paguei o preço.

Fonte: TERRA

“Foi minha melhor partida da carreira”, afirmou. “Estou em um momento muito bom. Muito grato e feliz no Barcelona

Logo após brilhar na impressionante classificação do Barcelona às quartas de final da Liga dos Campões, na  última quarta-feira, Neymar foi responsável por dar uma ótima notícia aos torcedores azuis e grená. Em entrevista à rede BeIn Sports, o atacante brasileiro confirmou o que há tempos vinha sendo esperado: Lionel Messi irá estender seu vínculo de contrato com o clube catalão.

“Messi vai renovar com o Barcelona. Isto é mais que certo”, destacou o camisa 11, de maneira concisa.

Caso se confirme, a afirmação de Neymar põe fim a uma novela que vem se estendendo desde o ano passado. Com atual contrato válido até junho de 2018, Messi não seguiu a linha do brasileiro e de Luis Suárez, que já renovaram até a 2021, e tem demorado para acertar os detalhes com a diretoria do Barça.

O problema, porém, é que, se o camisa 10 não estender seu vínculo, ele poderá assinar um pré-contrato com qualquer outra equipe já em janeiro do ano que vem. Manchester City, Manchester United e Paris Saint-Germain já demostraram interesse em contar com os serviços do argentino e podem se aproveitar da situação.

Deixando o assunto burocrático de lado, Neymar ainda falou sobre a histórica partida deste meio de semana, na qual os catalães reverteram uma vantagem jamais revertida na história da Champions. Crucial na goleada de 6 a 1, o atacante marcou dois gols – um de falta e outro de pênalti – e cedeu assistência para o último gol, marcado por Sergi Roberto.

“Foi minha melhor partida da carreira”, afirmou. “Estou em um momento muito bom. Muito grato e feliz no Barcelona, com meus companheiros e estou cada vez melhor”, completou.

 

O Colombiano entrou bem e ajudou o Flamengo a golear o San Lorenzo

A pancada sofrida pelo meia argentino Federico Mancuello no primeiro tempo do jogo contra o San Lorenzo obrigou o técnico Zé Ricardo a mexer no time do Flamengo. Ele promoveu a entrada do colombiano Orlando Berrío, que teve uma atuação taticamente muito importante, ganhando elogios da imprensa e dos torcedores. O jogador se movimentou bastante e puxou contra-ataques perigosos. Há quem já defenda a sua presença desde o início dos jogos. Zé Ricardo procura ser cauteloso ao falar do tema.

"Eu enxergo todos os jogadores do elenco do Flamengo em condições de serem titulares e é importante que seja desta maneira, pois teremos muitas competições pela frente e estamos envolvidos em muitas disputas. O Berrío é um jogador muito importante dentro do nosso planejamento e sua contratação com certeza ainda vai render muitas coisas boas para o Flamengo. Vamos trabalhando com calma e com o grupo todo ligado", disse Zé Ricardo.

O Flamengo já volta a campo pela Copa Libertadores na próxima semana, quando visita a Universidad Católica, em Santiago, no Chile. Antes disso, provavelmente com uma formação reserva, o time estreia na Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca, enfrentando a Portuguesa-RJ no sábado, às 18h30 (de Brasília), no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ). O elenco vai treinar nesta sexta-feira pela manhã, quando Zé Ricardo deverá anunciar os titulares.

 


A goleada sobre o San Lorenzo trouxe alguns números bem proveitosos para o Flamengo. Por exemplo, foi seu melhor resultado em estreias na Copa Libertadores. Esta foi a 13ª vez que o time estreou na competição e até aqui só tinha vencido duas vezes. A primeira delas também por goleada, em 1984: 4 a 1 sobre o Santos. Depois, em 2010, venceu a Universidad Católica por 2 a 0.

Financeiramente o jogo no Maracanã também foi bom. O time registrou o maior público do ano no futebol brasileiro. Foram 54.052 torcedores pagantes no estádio. Anteriormente, o São Paulo registrou 50.952 pagantes na goleada de 5 a 2 sobre a Ponte Preta pelo Campeonato Paulista. Agora, a diretoria pretende mandar no Maracanã os jogos restantes pelo torneio continental, mas precisa esperar uma definição sobre o futuro do estádio.

Rio - O Fluminense é campeão da Taça Guanabara. Em uma partida cheia de alternativas, gols e viradas, o Tricolor levou o título nos pênaltis (4 a 2), após empate por 3 a 3 no tempo normal contra o Flamengo, em duelo realizado no estádio Nilton Santos.

Com o título, o Fluminense já está classificado para as semifinais do Campeonato Carioca. O Tricolor poderá jogar por um empate para chegar na decisão da competição.

O JOGO

O Fla-Flu começou em alta velocidade, com um primeiro tempo de muitos gols e viradas, brindando os cariocas que marcaram presença neste domingo, no Engenhão, para acompanhar a decisão da Taça Guanabara. Com vocação ofensiva e fragilidade na defesa, as duas equipes proporcionaram uma partida muito aberta. 

O empate do Flamengo, porém, não tardou. Em lance de bola parada, Diego levantou a bola para a área, Julio César saiu mal, a bola sobrou para Rafael Vaz que tocou para o meio, Dourado não conseguiu afastar e Willian Arão completou para o fundo das redes.

Torcida tricolor fez a festa no EngenhãoMárcio Mercante / Agência O Dia

Ciente da fragilidade tricolor no jogo aéreo, o Flamengo aproveitou e conseguiu a virada aos 22 minutos. Pará recebeu pela direita, cruzou, Guerrero, livre, cabeceou, Julio César defendeu, mas a bola sobrou para Everton completar, também de cabeça, para o fundo das redes tricolores.

GALERIA DE FOTOS

Flu derrota o Fla nos pênaltis e leva Taça GB

Fluminense saiu na frente no Engenhão
Fluminense saiu na frente no EngenhãoMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Duelo no Engenhão foi muito intenso
Duelo no Engenhão foi muito intensoMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Everton e Guerrero marcaram no Engenhão
Everton e Guerrero marcaram no EngenhãoMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Flamengo e Fluminense decidiram a Taça GB
Flamengo e Fluminense decidiram a Taça GBMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Dourado comemora o seu gol
Dourado comemora o seu golMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Welligton foi um dos destaques da final
Welligton foi um dos destaques da finalMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Fluminense faturou a Taça Guanabara
Fluminense faturou a Taça GuanabaraMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Júlio César defendeu uma cobrança de pênalti na final da Taça Guanabara contra o Flamengo
Júlio César defendeu uma cobrança de pênalti na final da Taça Guanabara contra o FlamengoMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Réver perdeu uma das cobranças
Réver perdeu uma das cobrançasMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Jogadores do Flu comemoram com a Taça
Jogadores do Flu comemoram com a TaçaMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Jogadores do Flu comemoram vitória nos pênaltis
Jogadores do Flu comemoram vitória nos pênaltisMARCIO MERCANTE / AG. ODIA
Wellington vibra com o belo gol
Wellington vibra com o belo golMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Flamengo chegou a buscar o empate, mas perdeu nos pênaltis
Flamengo chegou a buscar o empate, mas perdeu nos pênaltisMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Diego não teve atuação de destaque
Diego não teve atuação de destaqueMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Torcida tricolor fez a festa no Engenhão
Torcida tricolor fez a festa no EngenhãoMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
Fluminense se classificou para a semifinal do Carioca
Fluminense se classificou para a semifinal do CariocaMÁRCIO MERCANTE / AGÊNCIA O DIA
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Atrás do placar, o Fluminense foi para cima e não demorou a empatar a partida novamente. Aos 31 minutos, Sornoza cobrou escanteio, Léo cabeceou e a bola tocou na mão de Guerrero. Pênalti. Na cobrança, Henrique Dourado converteu para a equipes das Laranjeiras.

Antes do intervalo ainda houve tempo para uma nova virada tricolor na partida. Aos 40 minutos, o Flamengo errou na saída de bola, o Fluminense recuperou, Wellington lançou Lucas, que ficou na cara do gol de Muralha, e só teve o trabalho de tocar na saída do goleiro rubro-Aos 40 minutos, o Rubro-Negro conseguiu empatar a partida. O segundo tempo começou com uma intensidade menor que o segundo. O Fluminense conseguiu acertar a marcação e segurou o ímpeto ofensivo do Flamengo. Zé Ricardo tentou fazer mudanças que alterassem o rumo da partida. Berrío foi o único jogador que conseguiu render e melhorar a atuação da equipe carioca.

Richarlison fez falta em Pará. Na cobrança, Guerrero cobrou com categoria, sem chances de defesa para Julio César, que nem pulou para defender. Os últimos minutos  foram de pouca efetividade e a decisão seguiu para os pênaltis.

Penalidades

Diego abriu as cobranças, cobranco com muita força, colocando o Flamengo em vantagem. Lucas foi para a bola e deslocou Muralha, empatando a partida. Segundo jogador do Fla a bater, Guerrero encheu o pé e converteu a cobrança. Henrique foi para a bola e empatou para o Fluminense. Terceiro jogador do Flamengo a cobrar, Réver chutou mal e Julio César defendeu. Marquinho foi para a cobrança e colocou o Tricolor em vantagem. Rafael Vaz foi o quarto jogador do Flamengo a bater e finalizou para fora. Marcos Junior foi para a combrança e garantiu a vitória tricolor.

FICHA TÉCNICA
 

FLUMINENSE 3 (4) X 3 (2) FLAMENGO

Arbiragem: Wagner Nascimento Magalhães.
Localização: Engenhão (RJ)
Cartões Amarelos: Everton, Trauco e Richarlyson.
Cartões Vermelhos: - 
Renda/Público: Não disponível/ 25.451 pagantes
Gols: Wellington, Henrique Dourado e Lucas (FLU); Willian Arão, Everton e Guerrero (FLA)

FLUMINENSE - Júlio César; Lucas, Renato Chaves, Henrique e Léo; Pierre, Orejuela, Sornoza (Marquinho), Richarlyson e Wellington Silva (Calazans); Henrique Dourado (Marcos Junior). Técnico: Abel Braga.

FLAMENGO - Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Trauco (Felipe Vizeu); Rômulo, Willian Arão (Berrio), Diego e Mancuello (Gabriel); Everton e Guerrero. Técnico: Zé Ricardo.

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Sexta, 03 Março 2017 17:27

Final só para tricolores

Escrito por

 

 

Juiz mantém determinação de torcida única para o Flamengo - Fluminense que vai decidir a Taça Guanabara

                                                                                                                                Rio - Se nada mudar, a final da Taça Guanabara, entre Flamengo e Fluminense, domingo, às 16h, no Engenhão, terá somente tricolores como testemunhas de um dos capítulos mais polêmicos e tristes da história do futebol carioca. Em audiência ontem, o juiz Guilherme Schilling, do Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos, não atendeu ao pedido dos clubes e manteve a determinação de que os clássicos no Rio sejam disputados com torcida única — na semifinal entre Fla e Vasco, disputada sábado, em Volta Redonda, foi aberta uma exceção .

O Fluminense é o mandante da final graças a um sorteio feito pela Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj). Mesmo havendo o risco de a partida sequer ocorrer, possibilidade admitida pelos próprios clubes caso a liminar da torcida única não seja cassada , a venda de ingressos começou ontem à tarde para os setores destinados aos tricolores.

Inconformados com a manutenção da decisão judicial, os presidentes do Fla, Eduardo Bandeira de Mello, e do Flu, Pedro Abad, prometem recorrer, e a Ferj também. Já o Botafogo, responsável pela administração do Engenhão, defende torcida única neste jogo para que os rubro-negros não tenham acesso ao estádio — a diretoria do Alvinegro cortou relações com o clube da Gávea.

“A gente acredita que consegue reverter, devemos entrar como o recurso na tarde de hoje (ontem). Vamos conversar o com o Fluminense sobre todos cenários possíveis. Acreditamos que pode ser revertida. É uma ação conjunta com o Fluminense”, afirmou Bandeira de Mello .

Promotor sugere multa salgada como contrapartida

A decisão de ter torcida única nos clássicos cariocas foi tomada pela Justiça após a morte de um torcedor alvinegro no entorno do Engenhão, no dia 12 de fevereiro, pouco antes do jogo entre Botafogo e Flamengo, pela Taça Guanabara. Para revogar a decisão a liminar, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) vai sugerir na próxima segunda-feira, em reunião com os quatro grandes clubes do Rio e a Ferj, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) como contrapartida. Se concordarem, Botafogo, Flamengo, Fluminense, Vasco e Federação vão pagar multa de R$ 3 milhões em casos de brigas que resultem em lesão corporal grave ou morte. 
“Além dessa multa, a torcida respectiva ficaria suspensa de ir ao estádio nos próximos três clássicos. Se for aceita essa proposta do MP, é possível suspender totalmente essa que foi mantida”, disse o promotor Rodrigo Terra, do MP-RJ, ao Sportv.

Adiamento é uma opção


Tricolores e rubro-negros não discutem abertamente, mas adiar o clássico é uma das alternativas estudadas para o caso de a liminar com torcida única não ser derrubada. O problema é que os dois clubes têm calendários apertados por causa das competições que disputam em paralelo com o Carioca — Primeira Liga, Libertadores e Copa do Brasil. A hipótese de transferir a final para outro estado foi descartada pela Ferj.

Cartola vê risco maior

O diretor de competições da Ferj, Marcelo Vianna, mostrou-se preocupado com a adoção da torcida única. Para ele, os riscos aumentam para o público que for ao estádio. “Essa situação é muito mais perigosa do que jogar com torcida mista. Existem duas variáveis a serem analisadas: a quantidade de seguidores e o momento do clube visitante. Como uma decisão vai deixar uma torcida que levar mais público ao estádio em casa? Isso é preocupante”, disse ele.

 

 

Kavanagh crê que pupilo defenderá titulo no UFC após experiência no boxe

A superluta luta de boxe entre Conor McGregor e Floyd Mayweather está próxima de ser oficializada, de acordo com o treinador do irlandês, John Kavanagh. O técnico comentou sobre os rumos das negociações e apontou o desejo do ‘Notorious’ e do ‘Money’ como determinantes para o acordo ser fechado em breve.

“Não estou muito por dentro das negociações, mas o momento da luta está chegando. Quando ou em quais condições, eu não sei. Os dois querem essa luta e estão fazendo os movimentos em direção para que aconteça. Parece que há várias etapas para conseguir com diferentes comissões atléticas e várias promoções. Mas é uma luta que cresce e ganha forma a cada dia, com cada vez mais pessoas querendo assisti-la. Eu acredito que essa luta vai acontecer”, declarou ao programa Submission Radio.

John Kavanagh acredita que o pupilo voltará ao octógono depois da superluta contra Mayweather e defenderá o cinturão do peso leve, conquistado com nocaute sobre Eddie Alvarez, em dezembro do ano passado. O treinador diz preferir uma trilogia contra Nate Diaz, mas aponta o vencedor da disputa de título interino dos leves, entre Tony Ferguson e Khabib Nurmagomedov, que ocorre neste sábado, como o próximo passo do astro no UFC.  

 

 

“Minha prioridade número um é Conor lutar MMA. É isso que o meu lado egoísta gostaria de ver. Uma luta contra Nate Diaz me interessa mais, porque está 1 a 1 para cada lado, e os estilos dos lutadores casam muito bem. Outra opção que gosto seria o vencedor de Khabib x Ferguson. Acho que Nurmagomedov vence e enfrenta Conor. Georges St. Pierre seria uma terceira opção. Acho Khabib uma versão melhorada de GSP. Por mim, a próxima luta de Conor seria contra Nate Diaz ou Khabib Nurmagomedov”, comentou.

Tags: floyd mayweather conor mcgregor ufc

 

 

Em primeira instância, haviam sido 21 sentenças de morte, das quais 10 foram revogadas. Nesta segunda (20/2), um homem se livrou da pena

A mais alta corte de apelação do Egito acatou nesta segunda-feira (20/2) a sentença de morte imposta a 10 torcedores do Al-Masry, considerados responsáveis pelo massacre de 74 pessoas durante uma partida de futebol em 2012, a “Tragédia de Port Said”. Em primeira instância, haviam sido 21 sentenças de morte, das quais 10 foram revogadas. Nesta segunda, um torcedor se livrou da morte.

O veredicto da Corte de Cassação do Egito é final, de forma que nenhum dos condenados poderá recorrer. No total, 73 pessoas foram acusadas pela tragédia, com a maioria delas recebendo penas menores, de menos de 15 anos. Entre os que receberam penas pequenas estão nove policiais, o chefe de segurança responsável pelo estádio e o diretor esportivo do Al-Masry. A briga, que aconteceu no dia 1º de fevereiro de 2012, foi a mais letal do futebol no mundo nos últimos 15 anos. No incidente centenas de torcedores do Al-Masry invadiram o campo e atacaram os fãs do Al-Ahly. Morreram 72 torcedores do time do Cairo e dois policiais.

 

A torcida do time do Al-Ahly participou ativamente de protestos contra o ex-presidente Hosni Mubarak na Praça Tahrir durante a Primavera Árabe. Já os habitantes de Port Said apoiavam Mubarak, o que teria instigado o ataque. A polícia não conseguiu evitar o massacre.

"Em 2013, quando a sentença em primeira instância foi divulgada, uma onda de violência se espalhou pelo Egito, em protesto. Só na cidade costeira de Port Said mais de 30 pessoas foram mortas".

 

O Partizan Belgrado venceu a partida por 1 a 0 e permanece em segundo na classificação, com 51 pontos, atrás de Red Star, que tem seis pontos a mais.
 
jornaldeluzilandia
 
O racismo encontrou mais uma vítima no futebol europeu. O brasileiro Everton Luiz, do Partizan Belgrado, foi alvo de cânticos e atos racistas por parte da torcida do Rad, no confronto entre os clubes pelo Campeonato Sérvio, no domingo. O meia chegou a deixar o campo às lagrimas e precisou ser consolado pelo goleiro Filip Kljajic, que o abraçou e o levou até o túnel do vestiário. As informações são da rede de TV sérvia “B92”.

Durante toda partida, cada vez que tocava na bola, Everton foi chamado de macaco e ouviu sons que lembravam o animal. Pouco antes do final do confronto, o jogo foi brevemente interrompido quando apoiantes Rad também abriram uma bandeira com uma mensagem insultante contra o brasileiro. Everton chegou a se dirigir aos adeptos o que gerou mais insultos contra ele.

“Eu não conseguia segurar as lágrimas porque eu recebi insultos racistas das arquibancadas em 90 minutos. Mas fiquei, sobretudo, chocado com a atitude dos jogadores adversários, em vez de acalmar a situação apoiaram esse tipo de comportamento. Quero esquecer o mais rapidamente possível", disse ao canal de TV sérvio.

O Partizan Belgrado venceu a partida por 1 a 0 e permanece em segundo na classificação, com 51 pontos, atrás de Red Star, que tem seis pontos a mais.

 

Di María fez dois gols e foi o nome da partida contra o Barcelona

Paris Saint-Germain Barcelona se enfrentaram em mata-matas da Liga dos Campeões três vezes nos últimos cinco anos, com o Barça levando a melhor todas as vezes, mas após a partida desta terça-feira, isso está próximo de mudar. Jogando no Parque dos Príncipes, o PSG aplicou 4 a 0 no Barça, em jogo de ida das oitavas de final da Champions.
 

 

Sem conseguir furar a ótima marcação do Paris Saint-Germain, o Barcelona pouco criou e teve apenas duas oportunidades, uma no primeiro e outra no segundo tempo, quando acertou a trave. Do outro lado, o PSG teve Di María inspirado com dois golaços, sendo um de falta, além de uma boa atuação de Verratti e Draxler, que também marcou. Cavani apareceu pouco em campo, mas anotou o quarto e se tornou o vice-artilheiro da competição com sete tentos.



O JOGO

Com apoio maciço da torcida no Parque dos Príncipes, o Paris Saint-Germain não se intimidou e partiu para cima do Barcelona desde o primeiro minuto. Aos cinco, Di María lançou Cavani, que dominou e chutou forte. A bola bateu em Sergi Roberto e ficou para Draxler, que acabou isolando.

A pressão do PSG era constante e os mandantes não deixavam o Barça respirar com a bola, mas tinham dificuldades para criar oportunidades. Com 17 jogados, porém, Draxler sofreu falta na entrada da área e, na cobrança, Di María mostrou muita categoria para mandar por cima da barreira e anotar um golaço: 1 a 0.


Depois de abrir o placar, o PSG passou a adotar uma postura defensiva, marcando atrás da linha de meio-campo. O Barcelona assim, não conseguia criar oportunidades e a única chance do primeiro tempo foi desperdiçada por André Gomes, aos 27 minutos. Neymar recebeu de Suárez e, livre pelo meio, deu uma linda enfiada para o português, que chutou na saída de Trapp, mas não conseguiu tirar do goleiro.

O PSG não demorou para responder e teve nova chance aos 34, com um bombardeio. Di Maria acionou Draxler na esquerda. O alemão pedalou para cima de Sergi Roberto e bateu cruzado, obrigando boa defesa de Ter Stegen. Na cobrança do escanteio, Matuidi subiu bem e tocou de cabeça, obrigando nova defesa do goleiro catalão.

Se Ter Stegen defendeu o primeiro chute de Draxler, o goleiro nada pôde fazer quando seu compatriota anotou ampliou o placar para o PSG, aos 40 minutos. Messi vacilou e foi desarmado por Verrati, que carregou e abriu para o meia alemão na entrada da área. Ele avançou e chutou muito bem, cruzado, fazendo o segundo do Les Bleus: 2 a 0.

AFP

 

O Paris Saint-Germain parecia decidido a confirmar sua classificação ainda no jogo de ida e começou o segundo tempo como terminou o primeiro: atropelando o Barcelona. Logo aos 10 minutos, Di María acertou linda finalização de canhota, com a chapa do pé, na entrada da área, e acertou o canto de Ter stegen, que não alcançou o chute: 3 a 0.

Após dois golaços, Di María foi substituído pelo brasileiro Lucas, e Verrati, contundido, também precisou deixar o gramado para a entrada de Nkunku. Do outro lado, Rafinha entrou na vaga de André Gomes.

Com pouco tempo em campo, Lucas tentou duas finalizações. A primeira, após assistência de Draxler, mas o chute ficou na zaga, e a segunda, fraca, de fora da área, mas Ter Stegen defendeu sem problemas.

O goleiro porém, não teve chances contra a bomba de Cavani aos 26 minutos, que colocou 4 a 0 para o PSG no placar. Meunier deu lindo drible em Messi, fez boa jogada, avançou pelo meio e esperou o deslocamento do camisa 9. O uruguaio entrou por trás da defesa, recebeu do lateral e, girando o corpo, acertou um chute muito forte, antes da chegada de Piqué, e estufou as redes.

 

PARIS SAINT-GERMAIN 4 x 0 BARCELONA

Paris Saint-Germain
Trapp; Meunier, Marquinhos, Kimpembe, Kurzawa; Verratti (Nkunku), Rabiot e Matuidi; Di María (Lucas), Draxler (Pastore) e Cavani

Técnico: Unai Emery

Barcelona
Ter Stegen; Sergi Roberto, Piqué, Umtiti, Jordi Alba; Busquets, André Gomes (Rafinha) e Iniesta; Messi, Neymar e Luis Suárez

Técnico: Luis Enrique


Local: Estádio Parc des Princes, em Paris, França

Data: 14 de fevereiro de 2017, terça-feira

Horário: 17h45 (de Brasília)

Árbitro: Szymon Marciniak (POL)

Assistentes: Tomasz Listkiewicz (POL) e Pawe%u0142 Sokolnicki (POL)

Cartões amarelos: Rabiot (PSG); André Gomes, Busquets e Rafinha (BAR)

Gols:

PSG: Ángel Di María, aos 17 minutos do primeiro tempo, e aos 10 do segundo, Draxler, aos 40 minutos da primeira etapa, e Cavani, aos 26 minutos da etapa final

 

Tirando a parte financeira, que sempre acaba seduzindo os jogadores brasileiros, aceitar o desafio de ir jogar na China é difícil e complicado demais, certo?

Para alguns, talvez. Mas pergunte se Ricardo Goulart pensa assim. Quando aceitou a proposta para trocar o então bicampeão brasileiro Cruzeiro pelo Guangzhou Evergrande, no fim da temporada de 2014, ele podia até ter algumas dúvidas na cabeça. Mas elas se dissiparam rapidamente. O resultado disso, até aqui, é que ele foi eleito o melhor jogador do Campeonato Chinês nos dois últimos anos. Ah, foi o artilheiro da competição em 2016, também, balançando as redes 20 vezes.

Com a companhia da esposa, Diane, o meia-atacante está completamente adaptado ao país. Sente saudade da família, dos amigos, da rotina e dos hábitos brasileiros, claro, mas nem por isso reclama. Muito pelo contrário. Extremamente ativo nas redes sociais, Goulart se comunica com todos – inclusive com os torcedores, principalmente os cruzeirenses, que pedem a volta dele insistentemente – o tempo todo. Às vezes, não dá nem tempo de sentir falta.

Nesta entrevista ao DIÁRIO, o jogador fala sobre tudo isso. Atesta a adaptação à China, diz como se vira por lá e defende por que não se deve pensar apenas em dinheiro na hora de se considerar uma mudança para o outro lado do mundo. Exalta a competitividade, a organização e o profissionalismo asiáticos e diz que, até por isso, não abandonou um grande sonho que tem.

Em 2014, Dunga, então técnico da seleção, convocou Goulart para a disputa de dois amistosos, contra Colômbia e Equador. Mas, desde lá, ele não teve mais oportunidades. Abatimento? Que nada. Com Tite, ele acredita que basta continuar jogando bem na China que, uma hora, será chamado. Até porque vê exemplos de compatriotas que tiveram tal oportunidade.

 

DIÁRIO_ Você foi eleito o melhor jogador do Campeonato Chinês, no ano passado, além de ter sido o artilheiro da competição. Pelo jeito, nem é preciso dizer que está adaptadíssimo ao futebol do país, certo?

RICARDO GOULART_ Com certeza. Consegui me adaptar muito rapidamente ao futebol daqui, e isso facilitou muito dentro de campo. O Guangzhou me deu uma estrutura muito grande e foi fundamental. Conquistamos títulos, mas ainda tenho muitos objetivos.

 

O que você esperava encontrar no futebol chinês, quando assinou, e o que realmente encontrou? Surpreendeu-se?

É um mercado que vem crescendo muito e a visibilidade também aumenta, a cada temporada. Vim pelo projeto que me foi apresentado, vi que era hora de buscar novos desafios. Fui bicampeão brasileiro no Cruzeiro, tenho um enorme carinho pelo clube, mas, naquele momento, era hora de seguir.

 

Na sua avaliação, como dá para definir o futebol chinês?

Como um futebol que vem crescendo muito, tanto na parte tática como técnica. Não só pela presença dos estrangeiros, mas, também, pela qualidade dos jogadores chineses.

 

A escolha para se mudar para a China, claro, sempre é movida, pelo menos num primeiro momento, pelas condições financeiras. Mas, agora, com tanta gente boa indo, até mesmo da Europa, isso começa, mesmo que aos poucos, a mudar? Dá para avaliar um critério técnico para essa escolha, ou é cedo para dizer isso?

Como eu disse, o futebol chinês está mudando bastante, com a chegada de grandes jogadores. O investimento é muito forte e a tendência é de que o futebol nacional evolua cada vez mais. Vou para a terceira temporada no país e é nítida essa evolução técnica. Claro que a questão financeira é importante para todo jogador, mas a China também está crescendo muito dentro de campo, tenha a certeza.

 

Você é meia-atacante, mas é impressionante a quantidade de gols que tem na carreira. Já era assim no Cruzeiro, ficou ainda mais acentuado no Guangzhou. De onde vem essa facilidade de fazer gols?

É uma questão de posicionamento, acredito que isso influencia bastante. E treino, né. Sempre procuro me aperfeiçoar durante os treinos, seja na batida da bola, na cobrança de falta.

 

Você posta muitas fotos do seu dia a dia nas redes sociais. Como é a vida na China? Já se adaptou ao país?

A vida é bem tranquila. Vivo com a minha esposa, Diane, e ela me ajuda bastante. É a minha companheira, me ajuda em tudo. Estamos adaptados. Nós nos sentimos em casa, apesar de toda diferença cultural.

 

Quando um brasileiro chega no país, quais são as primeiras coisas que ele pergunta para gente como você, que já está aí há mais tempo?

Perguntam sobre como é o cotidiano, afinal, é um país completamente novo. E eu procuro passar um pouco do que vivi na minha chegada, em 2015. É sempre bom ter com quem falar e pegar essas referências.

 

O que é o melhor e o pior de se jogar na China?

Eu não vejo dessa forma (de ter um pior). A qualidade de vida é boa, o futebol vem crescendo. A distância dos familiares é ruim, mas tentamos amenizar com mensagens e ligações.

 

E de se viver no país?

A vida é muito boa, temos um respaldo grande do clube. E isso é muito bom. Claro que ficamos longe da família, dá uma saudade grande, mas é o nosso trabalho, e futebol é assim. Tentamos diminuir isso com redes sociais, conversando sempre.

 

Quem são os seus principais amigos na China? O que fazem nos momentos de folga?

O fato de a comissão técnica e de ter jogadores brasileiros ajuda muito na convivência, mas sou mais caseiro. Procuro fazer as coisas com a minha esposa, mas tenho amizade com todos.

 

Aliás, isso é uma coisa legal, também. Acontece em qualquer lugar depois que se muda, claro, mas ir para um país como esse te trouxe novas amizades. Isso ajuda a lidar com a saudade do Brasil, saudade dos amigos, saudade da maneira de se viver no Brasil, não?

Ajuda muito. O fato de ter mais pessoas da mesma nacionalidade... Mas a minha família e os meus amigos me visitam sempre que possível, a minha esposa sempre traz comida brasileira na mala, temos televisão brasileira... Então, foi como falei, nos sentimos em casa.

 

O que você projeta para o seu futuro no futebol? Tem contrato até quando na China e o que enxerga como próximo passo, já que ainda é muito novo?

Vi alguns boatos de eu retornar para o Brasil, mas tenho contrato com o Guangzhou e pretendo cumprir até o fim. Temos grandes objetivos para esta temporada, de voltar a conquistar a Liga dos Campeões, ir para o Mundial e, quem sabe, vencer.

 

Você foi uma das pessoas que postaram homenagens à Chapecoense quando aconteceu a tragédia, em novembro do ano passado. Conhecia alguém mais proximamente que morreu? Como encarou aquilo?

Assim que cheguei de férias no Brasil, recebi a notícia. Aquilo pegou todo mundo de surpresa e foi extremamente triste. Algo que dificilmente sairá de nossas memórias. Toda a minha solidariedade aos colegas de profissão e a todos que perderam a vida naquele fatal acidente.

 

Num primeiro momento, os clubes se uniram para ajudar o clube. Mas, depois, isso acabou se dispersando um pouco. Você acha que falta um pouco de união aos clubes brasileiros para enfrentar assuntos?

Houve uma grande mobilização dos clubes durante toda essa tragédia. Todos nós ficamos tristes com tudo isso. Acho que é hora de ajudar a Chape a se reerguer, encontrar alguma forma de ajudar os familiares que sofreram grandes perdas.

 

Você já foi convocado para a seleção brasileira, mas, mesmo arrebentando na China, não foi mais lembrado. Não é porque está na China, porque tem gente do país sendo chamada. Tem ideia de por que não foi mais convocado?

A concorrência na seleção é muito forte. Fui convocado e, com certeza, estou trabalhando intensamente para ser lembrado novamente. Brasileiros na China estão sendo convocados, como o Paulinho, do meu time. Então, o Tite está olhando para todos. Cabe a cada um dar o máximo para ser lembrado.

 

E, ainda sobre seleção, quais os seus sonhos? Ainda dá tempo de realizá-los?

Claro que dá! Um dos meus grandes sonhos é retornar à seleção brasileira. Todo jogador tem de ter isso na cabeça, é o que te motiva a cada dia.

 

Quais as referências que tem sobre o Tite? Vocês já chegaram a conversar depois que ele assumiu a seleção brasileira?

São as melhores. Sabemos que ele é um cara muito estudioso, coerente naquilo que faz. Sei que está olhando por nós e, quando chegar a hora, ele dará uma oportunidade.

 

Acha que o Brasil está recuperando o respeito no futebol? Acha que está no caminho para fazer uma boa Copa na Rússia, em 2018?

Com certeza. O Tite deu uma nova cara para a seleção, engatou uma sequência de vitórias. E o ouro na Olimpíada também deixou todos nós felizes e orgulhosos, pois era algo que o país perseguia há muito tempo. O Brasil sempre foi o país do futebol, tem grandes jogadores e tem de ser respeitado sempre, qualquer que seja a situação.

 

Evidentemente, hoje, parece ser complicada uma volta sua para o Brasil. Mas é uma vontade, no futuro, também? Daria preferência para o Cruzeiro, em um eventual retorno? É impressionante o amor que a torcida do clube ainda tem por você, olhando os comentários nas redes sociais...

Pretendo cumprir o meu contrato. O Guanghzou sempre foi muito correto comigo, então, quero retribuir tudo isso. Nunca escondi o meu carinho pelo Cruzeiro, um clube no qual tive muitas glórias. Acompanho, mesmo de longe. Se um dia eu voltar, pode ser um destino, sim.

 

Aliás, dá para acompanhar o Brasileirão da China? O que acha de quem fala que o nível técnico no país está muito baixo? Concorda com isso?

O Campeonato Brasileiro é um dos mais equilibrados do mundo. Não é fácil disputá-lo e sair campeão. Exige muito planejamento, trabalho...

 

Como dito, você é muito jovem, mas hoje, quando olha para trás e vê tudo o que já passou na carreira e o que já conquistou, qual é o sentimento?

Sentimento de dever cumprido. A certeza de que dei meu melhor em cada clube pelo qual passei, cada camisa que vesti. Ainda tem muita coisa boa pela frente e só me resta seguir trabalhando com a mesma seriedade e o mesmo profissionalismo que tive ao longo da carreira.

 

Para fechar, recentemente, você postou um vídeo dançando um funk com a sua esposa, e esse vídeo fez muito sucesso. O que foi aquilo (risos)? Você gosta de dançar assim (risos)?

Ah, ali foi uma brincadeira, né (risos). Sou um pouco tímido, mas estávamos entre amigos e me soltei um pouco. Mas não é a minha praia, não (risos). Prefiro ficar ali dentro de campo, com a bola, fazendo gols...

 

ISTO É RICARDO GOULART

2020

em janeiro. É até quando ele tem contrato com o Guangzhou Evergrande

56

gols Ricardo marcou desde que chegou ao clube asiático

15

milhões de euros os chineses pagaram ao Cruzeiro na compra, em 2014

25

anos tem o meia-atacante. Ele nasceu em São José dos Campos (SP)

 

 

 

 

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JR Esquadrias