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Por 3 votos a 1, o clube de Recife foi mantido como o vencedor da competição

A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou nesta terça-feira (18) o recurso do Flamengo contra a decisão da Corte que garantiu ao Sport o direito de ser o único campeão brasileiro de 1987 reconhecido pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Por 3 votos a 1, o clube de Recife foi mantido como o vencedor da competição.

 

O caso estava parado desde agosto de 2016, quando o ministro Luís Roberto Barroso pediu vistas ao processo e suspendeu o julgamento. Ele votou para que o título fosse dividido entre os clubes. Relator do caso e torcedor do Flamengo, o ministro Marco Aurélio votou contra o recurso do time de coração.

Os ministros Alexandre de Moraes e Rosa Weber também deram posição contrária. O ministro Luiz Fux se declarou impedido de participar do julgamento. Rodrigo Fux, seu filho, foi o advogado do Flamengo na ação.

O Flamengo informou que aguardará a publicação da decisão para avaliar se caberá novo recurso. "Nossa posição em busca do reconhecimento segue firme, uma vez que ganhamos o título no campo", afirmou o vice-presidente jurídico, Flávio Willeman.

Já o presidente do Sport, Arnaldo de Barros, celebrou mais uma conquista do clube sobre o time carioca nos tribunais. "Era uma pretensão esdrúxula do Flamengo. Queriam afrontar a coisa julgada que é protegida constitucionalmente. Desejavam subverter as decisões que ocorreram inclusive no STF para fazer valer um acordo, um conchavo político que tinha havido anteriormente. Mas o STF soube rechaçar e colocar em ordem os valores institucionais", encerrou o mandatário.

O CASO

Em 1987, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) atravessava grave crise financeira e se declarou incapaz de organizar o Campeonato Brasileiro. A partir daí, a Copa União foi organizada pelo Clube dos 13 com as principais equipes do país.

Na sequência, porém, a CBF resolveu fazer um campeonato com os clubes que ficaram de fora da Copa União. Os times foram divididos em dois módulos, o Verde (Clube dos 13) e o Amarelo (equipes reunidas pela entidade).

Flamengo e Internacional, campeão e vice do Módulo Verde, se recusaram a jogar um quadrangular final contra Sport e Guarani, campeão e vice do Módulo Amarelo. A polêmica se arrastou desde então.

 Folhapress.

 

Generation Cup e Verona Soccer Cup são competições muito prestigiadas

O futebol de base do Flamengo estará representado por sua equipe Sub-17 em importantes torneios nos Estados Unidos e na Europa: a Generation Adidas Cup e a Verona Soccer Cup.

Disputada na casa do Dallas FC em Frisco, no Texas, a Generation Adidas Cup reúne 16 equipes das Américas do Sul, Norte, Central e Europa. O Flamengo está no grupo B, ao lado de LA Galaxy (EUA), Sporting Kansas City (EUA) e Eintracht Frankfurt (ALE). O primeiro colocado de cada grupo avança para as semifinais da competição.

No fim do mês de abril, será a vez de os Garotos do Ninho visitarem a Europa. A estreia na 28ª Verona Supper Cup, disputada na região de Verona, na Itália, será no dia 28.04 contra o Arsenal, da Inglaterra, no Estádio Gavagnin, em Veneza. Completam o grupo B da competição internacional as equipes italianas do Atalanta e do Chievo Verona, que o Flamengo enfrentará em seguida. Os dois primeiros colocados de cada grupo jogam as semifinais da competição.

"A importância de realizarmos um intercâmbio disputando competições internacionais como essas, é proporcionar aos nossos atletas a oportunidade de jogarem contra e de se relacionarem com as principais equipes do futebol mundial, enfrentando atletas de diferentes culturas e modelos de jogo. Não temos dúvidas de que isso dará a eles uma experiência fantástica tanto nas suas vidas pessoais, que também é uma grande preocupação nossa, como no seu desenvolvimento desportivo. Além disso, podemos balizar o nível de nossos atletas com o principal mercado do futebol", explicou Carlos Noval, Diretor do Futebol de Base do Flamengo.

O time sub-15 rubro-negro também viajará para a disputa de torneios na Europa. Os jovens participarão, entre os dias 14 e 17 de abril, da oitava edição do torneio Memorial Stefano Gusella, em Turim, competição que reúne equipes de base de prestigiosas equipes da Itália e do resto da Europa, como Juventus, Milan, Roma, Sampdoria, Napoli, Spartak Moscou, CSKA e Espanyol.

Goleiro condenado pela morte de Eliza Samudio levou amarelo em seu primeiro jogo oficial desde 5 de junho de 2010

O ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes voltou aos gramados neste sábado, após quase sete anos. Em sua estreia oficial, o arqueiro condenado pela morte de Eliza Samudio cometeu um pênalti e a equipe do Boa Esporte apenas empatou com o Uberaba em casa, pela primeira rodada do Hexagonal Final do Módulo II do Campeonato Mineiro.                                                                                                                                                                                                                                             O Boa abriu o placar aos 22 minutos do primeiro tempo, com Jean Henrique. Bruno teve pouco trabalho e praticamente não foi exigido pelo ataque do Uberaba no primeiro tempo.

Já no segundo tempo, logo aos oito minutos, Bruno Henrique foi lançado na área e acabou derrubado por Bruno, que levou cartão amarelo após a marcação do pênalti. Na cobrança, o atacante do Uberaba deslocou o goleiro e empatou o jogo.

A estreia de Bruno neste sábado ocorreu apenas 25 dias após ele ser apresentado pelo clube. A previsão anterior é que ele voltasse a jogar dentro de 50 a 60 dias. O goleiro não disputava uma partida oficial desde 5 de junho de 2010, quando, ainda pelo Flamengo, atuou na derrota de 2 a 1 para o Goiás no Maracanã. Desde então, são 6 anos e 10 meses sem atuar.

O grupo Góis & Silva, maior patrocinador do clube, chegou a anunciar o rompimento com o clube, mas placas de publicidade com o nome da empresa foram exibidas no Estádio Municipal de Varginha neste sábado – assim como no uniforme dos atletas.

No Hexagonal Final do Módulo II do Campeonato Mineiro, seis equipes se enfrentam em turno e returno e as duas melhores colocadas sobem para a elite do Estadual em 2018.

(Com Gazeta Press)

 

Valor, entretanto, se multiplica por cinco se considerados os direitos de imagem, de acordo informação publicada anteriormente pela revista Veja

O contrato entre Bruno e Boa Esporte prevê um salário de R$ 6 mil na carteira de trabalho. No valor não estão incluídos os vencimentos pagos pelos direitos de imagem. A informação é de Rodrigo Mattos, blogueiro do Uol Esporte.
 

Bruno foi regularizado no Boletim Informativo Diário (BID), da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), na última sexta-feira. O contrato demorou a ser oficializado por conta do vínculo entre o goleiro e o Montes Claros, rompido recentemente.

De acordo com a Veja, o salário de R$ 6 mil se multiplica se levados em consideração os direitos de imagem. A revista apurou que o novo reforço do clube terá vencimentos 
na ordem de R$ 30 mil, sem contar premiações e bônus por objetivos cumpridos em campo. É o maior valor recebido por atletas do Boa.


Sem levar em conta a desvalorização da moeda brasileira desde 2010, ano em que Brunoo foi condenado pela morte de sua ex-amante, Eliza Samudio, o atual salário corresponde a 15% daquele que o goleiro recebia no Flamengo: R$ 200 mil (carteira e direitos de imagem).

Antes de ir para a cadeia, Bruno chegou a ter um acordo com o Milan, da Itália, em que receberia mensalmente R$ 500 mil. O Zenit, da Rússia, também pretendia fazer uma proposta milionária para contratá-lo naquela época.

O contrato entre Bruno e Boa Esporte é válido, inicialmente, até 30 de maio de 2019. Eventuais retornos do goleiro à prisão, por exemplo, podem fazer com que o acordo seja prolongado - ou rompido.


Caso Bruno                                                                                                                                                                                                                                                                     Em 2010, o goleiro foi preso e condenado por sequestro e cárcere privado do filho Bruninho, além do assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samúdio. Após cumprir parte dos mais de 22 anos de pena, Bruno foi solto no final de fevereiro. Ele poderá ficar em liberdade até, pelo menos, o julgamento em segunda instância do recurso contra a condenação.

Neymar tem contrato com o Barcelona até 2021 e é titular absoluto no ataque ao lado de Lionel Messi e Luis Suárez.

O Manchester United promete não poupar esforços para contratar Neymar na próxima janela de transferências. Segundo informações do jornal catalão Sport, os Red Devils estão dispostos a pagar o valor da cláusula de rescisão do craque com o Barcelona, avaliada em 200 milhões de euros (R$ 680 milhões).

De acordo com a publicação, o técnico José Mourinho participa ativamente das negociações e inclusive tem falado por telefone com o atacante brasileiro para tentar convencê-lo a ir jogar no futebol inglês. A proposta salarial seria de 25 milhões de euros (R$ 85 milhões) por temporada.

Recentemente, Neymar admitiu o desejo de um dia atuar na Premier League e falou da admiração pelo United e por José Mourinho. “Eu admiro o Manchester United, Chelsea, Arsenal e o Liverpool. São clubes que sempre estão lutando. Quando se tem técnicos do nível de José Mourinho e Pep Guardiola, esses são treinadores que qualquer um gostaria de trabalhar junto”, afirmou.

Além do United, o Chelsea também tem interesse no jogador para tentar segurar o técnico Antonio Conte no cargo. Porém, de acordo com o Sport, os Blues não querem pagar a multa rescisória.

Neymar tem contrato com o Barcelona até 2021 e é titular absoluto no ataque ao lado de Lionel Messi e Luis Suárez. Ele está no clube desde 2013 e já conquistou 7 títulos.

Clube faz aniversário neste sábado, 25 de março. Número - último dígito da idade alvinegra - representa gols e muita história

 

"Um número é extremamente marcante na história atleticana. O 9 - ou melhor, a 9 - foi vestida por grandes centroavantes do futebol nacional. E, no aniversário de 109 anos do clube, nada mais justo que homenagear nove camisas 9 que se consagraram com o manto alvinegro".

 

Mário de Castro

 
Mário Castro

 

 

O Cruzeiro
 
 
 
A camisa 9 começou a ganhar peso no Atlético logo na década de 1920. Três jogadores atormentaram os adversários pelos gramados da jovem Belo Horizonte. Foram batizados Trio Maldito: Jairo, Said e um artilheiro chamado Mário de Castro, protagonistas da maior goleada da história no clássico com o Cruzeiro. Mário de Castro marcou duas vezes naquele 9 a 2 de 1927. Artilheiro de uma época em que se jogava por amor à camisa. Em sua carreira defendeu apenas um clube. Mário de Castro recusou proposta para deixar o Galo. Com a camisa alvinegra, marcou 195 gols, em 100 jogos. Sua média de 1,95 gol por partida é considerada a maior do Brasil em todos os tempos. É o terceiro maior artilheiro da história do Atlético. Foi tricampeão mineiro - 1926, 1927 e 1931.
 
 
 
Guará
 
 
 
O Cruzeiro
 
 
 
Aos 17 anos, ele já era considerado um dos maiores jogadores mineiros e o maior ídolo da torcida do Atlético depois da era Mário de Castro. Guaracy Januzzi, o Guará, virou o Perigo Louro ou o Demônio Louro, apelido dado por torcedores e jornalistas. Marcou 168 gols com a camisa alvinegra nos quase 200 jogos de que participou - quarto maior goleador da história do clube. Foi campeão mineiro em 1936, 1938 e 1939, além de ter ajudado o Galo a conquistar o título de Campeão dos Campeões em 1937, num torneio que reuniu Atlético, Fluminense, Portuguesa e Rio Branco-ES. Guará encerrou sua carreira precocemente, em 1941, duas temporadas depois de ter passado por um momento dramático: num choque com o zagueiro Caieira, do Cruzeiro (então Palestra Itália), o atacante sofreu uma lesão na cabeça, ficando 72 horas em estado de choque e um mês inconsciente. O caso provocou comoção pública. Sua recuperação foi lenta. Guará só voltou a atuar meses depois, mas jamais recuperou o futebol que o transformou em um mito.
 
 
 
Ubaldo
 
 
O Cruzeiro
 
 
 
Na década de 1950, ele foi carregado nos ombros da torcida, do velho Independência ao centro da capital, após um clássico com o Cruzeiro. Ubaldo Miranda está na galeria de grandes centroavantes do Atlético. Os 135 gols o fizeram oitavo maior artilheiro dos 109 anos do clube. Ubaldo preencheu o vazio deixado por Guará, que teve a carreira interrompida após o trágico acidente em campo em 1941. Entre as qualidades de Ubaldo estavam a persistência, a vontade de nunca desistir. O gol nas condições mais adversas, nos momentos mais difíceis lhe renderam o apelido de “artilheiro dos gols espíritas”. Foi hexacampeão mineiro (1950, 1952, 1953, 1954, 1955 e 1958).
 
 
 
 
Dadá Maravilha
 
O Cruzeiro
 
 
 
Dario José dos Santos imortalizou o próprio nome na história do Atlético com garra, bom humor e, claro, muitos gols. Dadá Maravilha defendeu o clube entre 1968 e 1979 e foi o símbolo máximo da histórica conquista do Campeonato Brasileiro de 1971. Afinal, foi dele o gol da vitória sobre o Botafogo, na última partida da competição. Além disso, foi duas vezes artilheiro do Brasileirão e quatro do Mineiro com a camisa 9 alvinegra.

 

 

“Tecnicamente, eu era horrível. Mas, dentro da área, eu era uma máquina de fazer gol. A camisa 9 teve grandes nomes, e eu consegui fazer muitos gols e ser artilheiro durante vários anos”, conta à reportagem". Dada Maravilha

 

 

Reinaldo

Arquivo EM
 
 
 
 
Que soem as trombetas para a passagem do Rei. Em campo, a monarquia terminou prematuramente. Os 13 anos de Atlético (entre 1973 e 1985), entretanto, foram mais que suficientes para gravar o nome de José Reinaldo de Lima na história alvinegra. Começou a jogar pelo profissional aos 16 anos e já chamou a atenção. Marcou impressionantes 255 gols em 475 partidas e comandou o Galo numa sequência de títulos estaduais. As nove cirurgias, entretanto, fizeram com que tivesse que tivesse de pendurar as chuteiras aos 31 anos. Mas nem mesmo o abandono precoce da carreira fizeram com que os gols e a comemoração com o punho cerrado erguido fossem esquecidos.
 
 
Marques
 
 
Marcelo Sant'Anna/EM
 
 
 
Diferentemente dos outros jogadores de destaque que vestiram a 9 do Galo, Marques não era um centroavante. Com velocidade pelos lados, ele infernizou defensores com seu ‘imparável’ drible e criou artilheiros, como Valdir Bigode e Guilherme Alves.

Ao Superesportes, Marques contou que, inicialmente, vestia a camisa 7 do Galo. A mudança veio por superstição de seu parceiro de ataque, Valdir Bigode. “Quando eu cheguei no Atlético, por ser de lado de campo, eu joguei os primeiros jogos como camisa 7. O Valdir, mais de área, usava a 9. Nos meus três primeiros jogos com o Valdir, a gente levou três pancadas no Campeonato Brasileiro. O Valdir era mais supersticioso do que eu e deu a ideia de a gente trocar as camisas para afastar a má fase, fazer gols, voltar a vencer. No quarto jogo, eu usei a 9 e ele a 7, nós dois fizemos gols. Tivemos uma sequência de vitórias, vencemos o Cruzeiro, com a gente jogando bem. Aí ficou essa numeração invertida”, disse.

 

“A nove foi a minha grande parceira nos meus quase 400 jogos pelo Atlético. O 9 hoje é o Fred, cara de área. Sempre são artilheiros. Teve Dadá, Reinaldo. Embora eu tenha jogado de lado e servido os companheiros, fiz os meus gols pelo Galo”, comentou. Marques

Marques não conquistou títulos marcantes no Atlético, mas foi o ‘xodó’ da massa por muitos anos. A torcida alvinegra carregou o jogador nos braços e encerrou sua carreira no clube com o gol do título do Campeonato Mineiro de 2010. “Foi uma alegria imensa, marcar história com uma camisa lendária como essa. Vestir a nove me dava muito orgulho, usar essa camisa tão mítica para a história do Atlético. Sinto-me privilegiado por isso”, concluiu.
 
 
Diego Tardelli
 
 
 
Juarez Rodrigues/EM
 
 
 
De problemas disciplinares e inconsistência na carreira a um grande ídolo da torcida do Atlético. Essa é a trajetória de Diego Tardelli. O atacante chegou ao Galo em 2009 depois de passagem apagada pelo Flamengo. Logo no primeiro ano, marcou 42 gols, foi artilheiro do Mineiro e do Brasileiro, além de goleador máximo da temporada no país. Logo, caiu nos braços da torcida.

 

Em 2010, a boa fase continuou, mesmo com o clube em crise e brigando contra o rebaixamento. No início de 2011, foi vendido pelo Galo para o Anzhi, da Rússia. Depois de muita pressão da torcida após a classificação para a Libertadores de 2013, o presidente Alexandre Kalil fez todos os esforços para trazer o jogador de volta, em uma negociação que durou mais de dois meses. Na chegada, foi recepcionado por uma multidão no aeroporto.

 

Naquele ano, ganhou o Mineiro e foi um dos destaques da épica conquista da Copa Libertadores. No ano seguinte, conquistou a Recopa Sul-Americana e fez o gol que sacramentou o título da Copa do Brasil, contra o Cruzeiro, no Mineirão. Em 2015, após a chegada de Lucas Pratto, foi vendido ao Shandong Luneng, da China. O torcedor ainda espera um retorno para o jogador melhorar ainda mais seus números pelo clube: foram 219 jogos e 110 gols.

 

 

Lucas Pratto

Rodrigo Clemente/EM
 
 
 
 
A chegada dele foi intensamente comemorada. A saída foi como a perda de um filho que deixa a casa dos pais. Metáforas à parte, Lucas Pratto fez, em três temporadas, o que nenhum outro ‘forasteiro’ conseguiu no Atlético. O argentino é o estrangeiro que mais vezes marcou com a camisa alvinegra. Foram 42 gols em 107 jogos. Mais que bola na rede, Pratto foi sinônimo de garra, luta e entrega - tudo o que mais deseja a torcida atleticana. A saída para o São Paulo deixou um gosto amargo. Os tempos em que Pratto esteve na Cidade do Galo, entretanto, não serão esquecidos rapidamente.
 
Fred
 
 
 
Ramon Lisboa/EM
 
 
 
O último da lista, na verdade, ainda não tem um histórico vitorioso com a camisa alvinegra. Fred gravou o próprio nome na lista de grandes artilheiros de todos os clubes que defendeu. No Atlético, começa a dar mostras de que pode fazer o mesmo. Ex-jogador de Seleção Brasileira, Fred voltou a Belo Horizonte em 2016 e conquistou rapidamente a condição de titular. Nesta temporada, já balançou as redes 11 vezes em dez partidas - média superior a um tento por jogo. Os números impressionantes animam e, é claro, fazem com que a expectativa sobre o novo centroavante aumente ainda mais. Afinal, honrar a camisa 9 do Galo não é tarefa fácil.

 

 

Troféu Joan Gamper será disputado entre os dias 18 e 24 de agosto, no Camp Nou, após participação do Verdão na Copa Suruga. Definição depende de Supercopas

 

A Chapecoense ainda não sabe a data exata, mas já pode começar a se programar para o tão esperado encontro com Messi, Neymar, Suárez e cia. O Barcelona definiu nesta semana o período em que será disputado o Troféu Joan Gamper, tradicional por abrir a temporada europeia e que tem o clube catarinense como convidado em 2017. Os catalães vão escolher uma data entre os dias 18 e 24 de agosto. Ou seja, após a participação do Verdão na Copa Suruga.   

Com isso, a tendência é que a logística da Chape aponte a longa viagem até o Japão, para encarar o Urawa Red Diamonds, em 15 de agosto, em Saitama, na partida única que vale o troféu. Na volta, haverá escala na Espanha para o duelo com o Barcelona no Camp Nou. O clube catalão convidou os brasileiros logo após a tragédia de 29 de novembro, como forma de solidariedade, e pagará uma cota para participação.   

A indefinição quanto ao dia exato do confronto se dá pela possibilidade de participação do Barça nas Supercopas de início de temporada. Caso vença a Champions League, o clube entrará em campo no dia 8 de agosto, na Macedônia. Já o título da Liga ou da Copa do Rei, onde disputará a decisão com o modesto Alavés, há classificação automática para Supercopa da Espanha, ainda se data. Em 2016, porém, os duelos com o Sevilla aconteceram em 14 e 17 de agosto.

 

Seleção Brasileira lidera Eliminatórias com 30 pontos

Nem mesmo a segunda melhor seleção das Eliminatórias da Copa do Mundo, que só havia conquistado vitórias em casa, foi capaz de frear o Brasil de Tite. Jogando no histórico Estádio Centenário, na noite desta quinta-feira, a equipe nacional conquistou uma importante virada sobre o Uruguai, por 4 a 1, e chegou ao seu sétimo triunfo consecutivo no torneio.

O resultado deixou a vaga no Mundial da Rússia bastante encaminhada – pela projeção de Tite, a classificação já está assegurada, ainda que não matematicamente. A Seleção Brasileira passou a somar 30 pontos ganhos, na liderança disparada das Eliminatórias, contra 23 do segundo colocado Uruguai.

Para triunfar novamente, o Brasil precisou provar ter poder de reação em Montevidéu. O time visitante viu Marcelo falhar logo no começo da partida, forçando o pênalti do goleiro Alisson sobre Cavani na sequência do lance. O próprio centroavante converteu a cobrança. Paulinho, contudo, liderou a virada com três gols. Neymar também contribuiu com a goleada com uma bela conclusão por cobertura.

 


O embalado Brasil terá o Paraguai pela frente já na terça-feira, em Itaquera, estádio do Corinthians. No mesmo dia, o Uruguai buscará a sua reabilitação diante do Peru, em Lima.



O jogo – Preocupado em não deixar o Uruguai confortável para atacar já nos primeiros minutos, o Brasil procurou manter a bola nos pés, trocando passes em seu campo defensivo. Neymar foi além. Aos três, o atacante do Barcelona arrancou de antes do meio-campo e acionou Philippe Coutinho, que cruzou da direita. Coates furou, mas Roberto Firmino também.

Pouco depois, Cavani mostrou o oportunismo que o centroavante brasileiro não teve. Marcelo foi displicente ao fazer um recuo curto, com o peito, para Alisson, e o astro uruguaio correu para ficar com a bola. Só não fez o gol porque foi derrubado pelo goleiro. Pênalti. Ele mesmo cobrou, aos nove minutos, e colocou os donos da casa em vantagem no marcador.

O gol já no princípio de partida criou o ambiente que Tite temia. Com a sua torcida inflamada nas arquibancadas do Centenário, o Uruguai ganhou tranquilidade para jogar no contra-ataque, como gosta de fazer. Do outro lado, a Seleção Brasileira viu os espaços para as suas investidas diminuírem sensivelmente.

Paulinho, então, resolveu encurtar o caminho para o gol. Aos 18 minutos, o volante do chinês Guangzhou Evergrande recebeu a bola de Neymar, carregou pelo meio e soltou o pé de fora da área, acertando o ângulo, quase sem chances de defesa para o goleiro vascaíno Martín Silva.

Com a igualdade, o Brasil voltou a se sentir à vontade para impor o estilo de jogo que havia proposto no princípio da partida, com muita movimentação de Neymar. No ataque, quem destoava era Renato Augusto, pouco participativo. E, na defesa, o Uruguai proporcionou mais um susto antes do intervalo. Aos 36, Vecino cabeceou perigosamente para fora após falta batida por Sánchez.

No segundo tempo, com o jogo mais brigado, o Brasil conseguiu se sobressair outra vez. Aos sete minutos, Firmino se redimiu da furada do início do jogo ao girar bem na entrada da área antes de finalizar. Martín Silva deu rebote, e Paulinho foi rápido para aproveitar e anotar o seu segundo gol no Centenário.

Atrás no placar, o Uruguai se viu obrigado a se lançar ao ataque, acuando o time de Tite. O técnico Óscar Tabárez tentou colaborar com a pressão dos seus comandados com a troca de Rolán, o jogador que escolheu para substituir o suspenso Luis Suárez, por Stuani.

 

Pedro Martins/MoWA Press

Não adiantou. Aos 29 minutos, Neymar fez a diferença na hora em que a Seleção Brasileira tentava conter o ímpeto do Uruguai. Miranda deu um bico para a frente, e o atacante do Barcelona deixou Coates para trás na velocidade, invadiu a área e concluiu com muita categoria, por cobertura, na saída de Martín Silva.

Já calmo à beira do campo, sem a necessidade de berrar tanto, Tite mudou a Seleção Brasileira, que deixou de ser ameaçada. Fernandinho, Willian e Diego Souza ocuparam as vagas de Renato Augusto, Philippe Coutinho e Roberto Firmino no restante do segundo tempo. Àquela altura, o Estádio Monumental estava silenciado.

E houve tempo para transformar a vitória sobre o Uruguai em goleada. Outra vez com Paulinho, já aos 47 minutos do segundo tempo, estufando o peito para empurrar a bola para dentro depois de um cruzamento de Daniel Alves.


URUGUAI 1 X 4 BRASIL

Brasil

Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho, Philippe Coutinho (Willian), Renato Augusto (Fernandinho) e Neymar; Roberto Firmino (Diego Souza)
Técnico: Tite

Uruguai
Martín Silva; Maxi Pereira, Coates, Godín e Gastón Silva; Arévalo Ríos, Vecino, Sánchez (Hernández) e Cristian Rodríguez; Rolán (Stuani) e Cavani
Técnico: Óscar Tabárez

Gols: Cavani, aos 9 minutos do primeiro tempo (Uruguai); Paulinho, aos 18 minutos do primeiro tempo e aos 7 e aos 42 minutos do segundo tempo; Neymar, aos 29 minutos do segundo tempo (Brasil)
Cartões amarelos: Maxi Pereira, Godín e Coates (Uruguai); Casemiro, Marcelo e Daniel Alves (Brasil)

Local: Estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai)
Data: 23 de março de 2017, quinta-feira
Horário: 20 horas (de Brasília)

Árbitro: Patricio Loustau (Argentina)
Assistentes: Diego Bonfa e Gustavo Rossi (ambos da Argentina)

 A estreia de Luis Fabiano pelo Vasco não foi do jeito que o jogador e a torcida queriam. Apesar de demonstrar muita vontade na partida, o"Fabuloso" passou em branco contra o Macaé e a equipe de São Januário ficou no empate por 2 a 2 contra a equipe do Norte Fluminense no Engenhão pela estreia da Taça Rio. O treinador Cristóvão Borges voltou a ser vaiado pelos vascaínos.

O Vasco volta a jogar pelo Carioca no próximo domingo em clássico contra o Botafogo no Engenhão. Já o Macaé joga no mesmo dia contra a Portuguesa, em Moça Bonita.

O Vasco começou a partida, no Engenhão, dando a impressão que venceria com tranquilidade o Macaé na estreia de Luis Fabiano. Com muito mais volume, a equipe carioca chegou ao seu gol aos 13 minutos. Nenê recebeu de Douglas Luiz, cortou Aislan e finalizou forte, sem chances de defesa para o goleiro Milton Raphael.

Estreante no Vasco, Luis Fabiano ficou perto de marcar o seu primeiro gol, logo após a paralisação da partida pela parada técnica. Aos 21 minutos, Douglas foi no fundo e cruzou, a zaga do Macaé falhou e o Fabuloso desviou ao seu estilo, a bola só não entrou porque Milton Raphael fez uma grande defesa.

Porém, o Macaé mostrou estar ligado na partida e em uma bela jogada coletiva da equipe conseguiu buscar o empate. Após belo cruzamento de Zotti, Hudson apareceu dentro da área da equipe da Colina para cabecear e deixar tudo igual no Nilton Santos.
Duelo entre Vasco e Macaé foi muito equilibradoErnesto Carriço / Agência O Dia

No fim da primeira etapa, o Vasco voltou a pressionar e por pouco não voltou a ficar na frente do placar. Na melhor chance dos cariocas, antes do intervalo, Nenê fez cruzamento perfeito, Gilberto cabeceou, mas a bola foi para fora, raspando pela trave do Macaé.

Só que o clube da Colina dava muitos espaços e em uma dessas jogadas, o Macaé conseguiu virar a partida. Em belo contra-ataque, Rafinha recebeu passe na medida e tocou na saída do goleiro Martín Silva para fazer o segundo gol da equipe do Norte Fluminense.

O Vasco começou a partida, no Engenhão, dando a impressão que venceria com tranquilidade o Macaé na estreia de Luis Fabiano. Com muito mais volume, a equipe carioca chegou ao seu gol aos 13 minutos. Nenê recebeu de Douglas Luiz, cortou Aislan e finalizou forte, sem chances de defesa para o goleiro Milton Raphael.

Estreante no Vasco, Luis Fabiano ficou perto de marcar o seu primeiro gol, logo após a paralisação da partida pela parada técnica. Aos 21 minutos, Douglas foi no fundo e cruzou, a zaga do Macaé falhou e o Fabuloso desviou ao seu estilo, a bola só não entrou porque Milton Raphael fez uma grande defesa.

 

Porém, o Macaé mostrou estar ligado na partida e em uma bela jogada coletiva da equipe conseguiu buscar o empate. Após belo cruzamento de Zotti, Hudson apareceu dentro da área da equipe da Colina para cabecear e deixar tudo igual no Nilton Santos.

Duelo entre Vasco e Macaé foi muito equilibradoErnesto Carriço / Agência O Dia

No fim da primeira etapa, o Vasco voltou a pressionar e por pouco não voltou a ficar na frente do placar. Na melhor chance dos cariocas, antes do intervalo, Nenê fez cruzamento perfeito, Gilberto cabeceou, mas a bola foi para fora, raspando pela trave do Macaé.

Só que o clube da Colina dava muitos espaços e em uma dessas jogadas, o Macaé conseguiu virar a partida. Em belo contra-ataque, Rafinha recebeu passe na medida e tocou na saída do goleiro Martín Silva para fazer o segundo gol da equipe do Norte Fluminense.

Vitor Belfort confirmou que sua próxima luta representará sua despedida do esporte 

Depois de ser nocauteado por Kelvin Gastelum na luta principal do UFC Fight Night Fortaleza, no ultimo sábado, O  fenônimo Vitor Belfort  que  está perto de seu último ato no MMA, confirmou que sua próxima luta representará sua despedida do esporte, lamentou o revés contra o americano e revelou que pretende fazer sua última apresentação no Rio de Janeiro, dia 3 de junho, pelo UFC 212. 

"Não tive paciência, fui muito afoito. Estava muito bem preparado, meu time treinou bastante. Eu estava bem, confiante que ia nocautear. Temos que nos reinventar, mas acho que chegou a minha hora de encerrar o meu capítulo como lutador profissional. O corpo não é mais a mesma coisa. São mais de 14 cirurgias no corpo ao todo. Deixei tudo ali, não foi da melhor forma, fico triste, mas faz parte. (Vou parar de lutar) a não ser que eles (UFC) criem uma organização só das lendas. Fazer treinamento para cinco rounds é muito sacrificante para o meu corpo. Ele me conectou bons golpes. Não tenho o mesmo corpo", avaliou Vitor, buscando respostas para o terceiro revés consecutivos no evento. 

Belfort diz ainda que gostaria de se apresentar no UFC 212, dia 3 de junho, no Rio de Janeiro (RJ). Ele quer uma despedida digna para sua carreira. 

"Acho que fui muito afoito, estava com sede de vitória. Quando levantei da primeira queda, não tive paciência. Estava querendo ganhar a luta. Tenho só uma luta do contrato. Não queria enfrentar brasileiro, não. Queria finalizar minha carreira profissional. Ver o MMA onde chegou... É triste não poder dar a vitória a seu povo, mas Já era algo decidido na minha cabeça (aposentadoria), só não tinha anunciado ainda. Acho que o UFC deveria criar uma categoria das lendas. Sei o quanto é difícil, não é fácil. Sem sacrifício, não há glória. Saio com o sentimento de que deixei escorregar... Paguei o preço.

Fonte: TERRA

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JR Esquadrias