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Empresas e pessoas físicas que cobram o senador na Justiça costumam ter dificuldades de encontrar patrimônio em seu nome

Acusado em processos judiciais de transferir bens a terceiros para não pagar dívidas com credores, o senador Romário (Pode-RJ) passou a colocar o próprio advogado como dono de parte de seu patrimônio. Luiz Sérgio de Vasconcelos Júnior, que entre 2017 e 2019 foi funcionário comissionado no Senado, foi autorizado, por meio de documentos firmados em cartório, a receber R$ 22 milhões em verbas que seriam de direito do ex-jogador.

Ao longo das últimas duas décadas, Romário vem sendo cobrado na Justiça por uma série de dívidas milionárias. Empresas e pessoas físicas que cobram o senador na Justiça costumam ter dificuldades de encontrar patrimônio em seu nome. Há dois anos, o EXTRA revelou que Romário havia transferido para a própria irmã, Zoraidi Faria, bens como uma lancha, um Porsche e uma casa na Barra da Tijuca.

Nos últimos meses, o advogado Luiz Sérgio de Vasconcelos Júnior passou a ter direito sobre o patrimônio do senador a partir de dois movimentos. O primeiro deles diz respeito a um acordo com o Vasco, para o recebimento de R$ 15,1 milhões de dívidas da época em que Romário atuou no clube. Em 2018, uma construtora que cobra o senador na Justiça devido a um litígio referente ao antigo Café do Gol (restaurante aberto nos anos 1990 por Romário) conseguiu penhorar o valor, pago em parcelas mensais.

Briga com o Vasco                                                                            

Em janeiro de 2019, o clube interrompeu os pagamentos, e o senador sequer se manifestou na ação. Em seguida, Romário transferiu a Luiz Sérgio os direitos aos R$ 15,1 milhões, a título de honorários, por meio de um acordo em cartório. A partir daí, o advogado acionou o Vasco, e uma nova tratativa foi finalizada. O documento já deu o direito a Vasconcelos de receber uma parcela de R$ 1,8 milhão, em dezembro de 2019, além de pagamentos mensais de R$ 200 mil.

 

Fonte:  Da Internet

 

Mineiro bateu Anthony Smith no confronto principal do evento
 
O mineiro Glover Teixeira não tem do que se queixar da crise financeira causada pela pandemia do novo coronavírus no esporte. O brasileiro, que bateu Anthony Smith por nocaute técnico no quinto round, na luta principal do UFC Fight Night em Jacksonville (EUA), recebeu total de US$ 280 mil, o equivalente a R$ 1,65 milhão, para participar do evento. Os valores dos pagamentos foram divulgados pela Comissão Atlética de Boxe do Estado da Flórida, que regulamentou a edição.
 
Só em salário acertado para o evento, Glover recebeu US$ 230 mil (R$ 1,35 milhão), o terceiro maior do UFC em Jacksonville. O mineiro só ficou atrás dos pesos pesados Andrei Arlovski, ex-campeão e que embolsou total de US$ 325 mil (R$ 1,91 milhão) e Ben Rothwell, que levou para casa o valor de US$ 260 mil – R$ 1,53 milhão.
Além do salário de US$ 230 mil, Glover Teixeira ganhou bônus de US$ 50 mil (R$ 295 mil) pela ‘performance da noite’, o que totaliza receita de US$ 280 mil pela participação no UFC em Jacksonville. Enquanto isso, o adversário, Anthony Smith, embolsou US$ 130 mil – R$ 767 mil.
 
Entre os demais brasileiros que lutaram no evento, o peso leve Thiago Moisés recebeu salário de US$ 24 mil (R$ 141,6 mil) e o peso pesado Philipe Lins levou para casa US$ 80 mil, o equivalente a R$ 472 mil. O pagamento total do UFC aos atletas que subiram ao octógono em Jacksonville chegou a US$ 1.750.000, o que significa montante de R$ 10.325.000. 
 
Fonte: df.superesportes

 

Bicampeão em torneio da PFL MMA, brasileiro Natan Schulte fatura US$ 2 milhões num espaço de menos de dois anos, relembra trajetória e conta detalhes de mais uma conquista

 
Campeão da primeira temporada do GP dos Leves da PFL (Professional Fighters League), em 2018, Natan Schulte faturou US$ 1 milhão e viu sua carreira atingir outro patamar. Em 2019, entrou mais uma vez em ação no torneio e, além de defender seu título com maestria, faturou mais uma quantia de 1 milhão de dólares ao derrotar, na grande final do GP, o duro Loik Radzhabov, no último dia 31 de dezembro, por decisão unânime.

Com US$ 2 milhões faturados em um espaço de menos de dois anos, o brasileiro vê sua vida financeira, de fato, resolvida. De maneira cautelosa, o lutador de Santa Catarina pretende investir a quantia obtida, estudando o mercado financeiro para observar as melhores opções. Quanto ao MMA, após realizar cinco lutas em 2019 – um número incomum para atletas de alta performance no esporte -, Natan tem contrato com a PFL para este ano de 2020 e, se nada ocorrer fora dos planos, a tendência é que o atleta defenda novamente seu cinturão.


- Eu não descarto nenhuma possibilidade e nenhuma alternativa, como ir para o UFC ou Bellator. Mas como meu contrato com a PFL se estende até 2020, eu ainda estou lutando por eles. Mas não descarto a ida para outra organização. Agora, tudo é questão de sentar e conversar - disse o lutador da American Top Team.

Confira a entrevista com Natan Schulte na íntegra:

– Você conquistou o GP novamente, faturou mais uma vez US$ 1 milhão. Como avalia seu ano de 2019 como um todo?

Foi um ano muito bom. A gente não pode avaliar somente pelas vitórias. Desde janeiro, se eu tive que operar meu joelho, consegui me recuperar e voltar para lutar num período curto de tempo, acabou dando muito certo. Consegui treinar, voltar a lutar, ter as pausas entre as lutas, não me machucar e consegui fazer as periodizações de maneira muito boa, foi um ano muito positivo. Não só porque eu ganhei o GP, mas porque foi um ano muito bom de treinos, eu consegui evoluir bastante.

– Como é lutar nesse formato de GP e fazer tantas lutas por ano? Esse ano foram cinco…

É muito complicado fazer tantas lutas no ano. E não chega a ser nem em um ano, são basicamente em sete meses. No primeiro ano, em 2018, foram seis meses de campeonato, e agora foi um pouco mais, sete meses. Então, é menos de um ano. É muito complicado se preparar bem para fazer tantas lutas, estar sempre condicionado ao máximo em cada duelo, fazer duas lutas na mesma noite em um evento e no final do ano você fazer mais uma luta de cinco rounds. É muito difícil fazer cinco lutas no ano e se preparar para cada adversário, perder peso, bater peso e lutar no seu auge, fazendo isso cinco vezes no ano. Exige muito da capacidade do atleta, sem contar nos golpes que você recebe. Quando um atleta se machuca muito nas lutas, isso acaba diminuindo mais a resistência dele para as lutas seguintes. Essa minha última luta, por exemplo, foram cinco rounds e ainda bem que foi a última, porque se fosse na temporada regular, antes dos playoffs, seria muito complicado… Não é fácil, temos que avaliar muitas coisas.

– Como você analisa sua vitória na grande final?

Acho que a luta foi de acordo com o que meus treinadores já tinham explicado. A gente já sabia que seria uma luta dura, que o adversário era bom, mas que tínhamos cinco rounds para lutar. Ele foi um cara que, apesar de eu ter chutado bastante, ele conseguiu ir até o final. Foi uma luta muito dura, mas sempre consegui colocar bons golpes. A gente tinha a estratégia de, se passasse do primeiro round, ir ganhando round por round, fazer ele cansar e trabalhar muito os chutes. Deu tudo certo, graças a Deus.

– Quais as diferenças entre o título de 2018 e o de 2019?

Na temporada de 2018, eu era totalmente o ‘azarão’. Em 2018, ninguém me conhecia, não sabiam quem eu era, e eu fui até o final, conseguindo ser campeão, sem ninguém colocar fé. Em 2019, todos já me conheciam e sabiam que eu era um atleta perigoso. O pessoal já tinha estudado o meu jogo, já tinham visto o que eu fazia, só que eu, como campeão, não poderia fazer menos do que eu fiz. Não me acomodei com o que eu fiz. É difícil chegar lá e ser campeão, mas é mais difícil ainda se manter. Procurei pensar nisso e foi o que me deu forças para seguir focado.

– Vida financeira consolidada aos 27 anos

Eu nunca pensei que poderia chegar aos 27 anos sendo campeão e com essas ótimas premiações, mas eu sempre tive muita fé de que, com trabalho duro e com fé em Deus, eu conseguiria chegar, mas eu precisaria ter uma porta aberta, de uma oportunidade. Eu já vinha trabalhando duro, mas eu não imaginava. Eu tinha um sonho, mas Deus tinha preparado uma coisa muito maior para mim.

– Em 2018, você ganhou US$ 1 milhão, em 2019 também. Como pretende utilizar o dinheiro?

Como eu falei no ano passado, eu ando investindo na bolsa de valores, em alguns outros investimentos, ando observando tudo isso. Mas a intenção é fazer esse dinheiro durar por bastante tempo, porque eu vejo que é um presente de Deus para minha vida. O planejamento é fazer esse dinheiro trabalhar para mim cada vez mais.

– Por fim, você pensa em seguir na PFL ou planeja seguir para outra organização?

Eu não descarto nenhuma possibilidade e nenhuma alternativa, como ir para o UFC ou Bellator. Mas como meu contrato com a PFL se estende até 2020, eu ainda estou lutando por eles. Mas não descarto a ida para outra organização. Agora, tudo é questão de sentar e conversar. Acho que o UFC tem um grande público, uma grande história, pela relevância que tem. A questão é que antes de entrar na PFL, eu via a chance de ir para o UFC também por uma questão financeira, e hoje já não preciso mais ver dessa forma, seria mais pelo ‘status’. Mas vamos ver o que o futuro tem a nos trazer.

 A convocação para integrar a equipe da Seleção Brasileira Escolar de 12-14 anos, que disputará prova no Paraguai, em dezembro, é um estímulo a mais para o atleta que já pretendia reforçar os treinos e agora está ainda mais focado

Com uma rotina de treinos pesada, sem perder o foco nos estudos do 9º ano, no colégio GEO Tambaú e nas aulas de inglês, o atleta paraibano Daniel Azevedo Macena Gomes, tem batido seus próprios recordes de tempo e melhorado a cada prova disputada e não saiu de nenhum campeonato, este ano, sem trazer medalhas para casa. E no Campeonato Internacional Infantil e Juvenil de Natação – Troféu Chico Piscina 2019- disputado nos últimos dias 10, 11 e 12 de outubro, em Mococa, no interior de São Paulo, não foi diferente. Daniel trouxe a medalha de Prata, nos 100 Costas, com o tempo de 1.01.41, um resultado excelente para um garoto de apenas 14 anos, no torneio mais tradicional da Natação de base do Brasil, que reuniu 316 atletas, de 16 federações estaduais, e mais três seleções nacionais de países vizinhos. E foi durante a competição que Daniel ficou sabendo que seria o único atleta da Paraíba a integrar a equipe da Seleção Brasileira Escolar de 12-14 anos, que disputará prova no Paraguai, em dezembro.

            “Essa competição teve um nível bastante elevado, por ser realizada no segundo semestre, o que possibilita que os atletas estejam com um preparo de treino melhor, e mesmo não conseguindo trazer o Ouro, a medalha de Prata já simboliza uma melhoria de marca significativa, em relação ao meu tempo anterior. Além disso, consegui ir para a final nos 200 Medley, não melhorei meu tempo, mas fiquei em quarto lugar e nos 50 Livre, mantive o mesmo tempo e para os próximos campeonatos, eu pretendo focar ainda mais para tentar trazer medalhas de ouro para meu estado, meu clube, minha cidade e minha família”, disse Daniel.

            No campeonato paulista, Daniel disputou as provas de 50 Livre, com o tempo de 26,73, seu melhor tempo na prova até hoje, a de 200 Medley, alcançando a marca de 2,18.83 e ainda os 100 Costas, modalidade que ele conquistou a medalha de Prata. Há alguns anos não se via na natação paraibana grandes apostas. O esporte ocupava um lugar discreto em competições nacionais, tendo em vista a falta de tradição em nossas piscinas. Até Surgir Daniel. Com ele, um novo caminho se abre e a Paraíba volta ao centro das atenções com atletas que só esperavam uma chance para entrar nos circuitos das competições de grande porte, sejam elas nacionais ou internacionais.

            A convocação para integrar a equipe da Seleção Brasileira Escolar de 12-14 anos, que disputará prova no Paraguai, em dezembro, é um estímulo a mais para o atleta que já pretendia reforçar os treinos e agora está ainda mais focado. “Vou intensificar meus treinos com foco nas provas que disputarei. Quero fazer jus a convocação e representar a seleção à altura do que ela merece, até porque dependendo das minhas colocações essa é uma nova porta que se abre na minha carreira de atleta da Natação, algo que faço com muito prazer, porque amo nadar”, afirma Daniel.

Fonte: Colegiogeo

Entusiasmo fica ainda maior após o título simbólico do primeiro turno do Campeonato Brasileiro

A cada vitória o entusiasmo da torcida do Flamengo aumenta em grandes proporções, a ponto de a diretoria rubro-negra anunciar, nesta segunda-feira, que o clube atingiu a marca de 143 mil sócios-torcedores e que o jogo com o Grêmio, o segundo da semifinal da Copa Libertadores, dia 23 de outubro, já tem 50 mil ingressos vendidos.

Todo este entusiasmo ficou ainda maior após a vitória por 1 a 0 sobre o Santos, no último sábado, no Maracanã, onde o time garantiu o título simbólico do primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Após a folga de domingo, os jogadores se reapresentaram nesta segunda-feira à tarde, visando o jogo com o Cruzeiro, às 17 horas deste sábado, no Mineirão, pela primeira rodada do segundo turno.

Arrascaeta, Bruno Henrique, Everton Ribeiro, Gerson, Willian Arão e Pablo Marí, titulares diante do Santos, fizeram apenas exercícios físicos na academia. O restante do grupo participou de um coletivo contra a equipe sub-20 do clube, mas os jornalistas não puderam acompanhar a disputa no CT do Ninho do Urubu.

O Flamengo lidera o Brasileiro, com 42 pontos, três a mais que o vice-líder Palmeiras e com cinco de vantagem para o Santos, o terceiro colocado. Em 19 partidas disputadas, o time do técnico Jorge Jesus venceu 13, empatou três e perdeu outras três. O ataque fez 42 gols, enquanto a defesa foi vazada 18 vezes.

Com a equipe em ótima fase, a diretoria flamenguista planeja fazer um evento no Maracanã neste sábado, no horário do jogo contra o Cruzeiro, para concentrar a torcida no estádio, com direito a telão e transmissão ao vivo da partida.

A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), realizadora da prova, está preparando uma grande estrutura para os participantes, a competição, tem a premiação superior a R$ 29 mil, e vai  contar aproximadamente com mil atletas escritos.

A Meia Maratona Cidade de João Pessoa já se consolidou como um dos principais eventos esportivos da Capital. A 18ª edição acontece neste domingo (11) com largada no Busto de Tamandaré, às 6h. A competição, que terá premiação superior a R$ 29 mil, conta com mil corredores. A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), realizadora da prova, está preparando uma grande estrutura para os participantes.

Antes da largada, tanto os atletas profissionais como, os corredores amadores, poderão tomar café da manhã no local, participar de um aulão de Zumba para ajudar no aquecimento, além de fazer a medição da pressão arterial, através do apoio das secretarias de Juventude, Esporte e Recreação (Sejer) e Saúde (SMS), respectivamente.

Durante os percursos – de 5 KM e de  21 KM – os corredores serão acompanhados por motolâncias do Samu, que também irá colocar uma Unidade de Suporte Básico para ficar de prontidão no Busto de Tamandaré.

Haverá, ainda, postos de hidratação ao longo dos dois percursos. O secretário da Sejer, Emano Santos, está otimista com o sucesso da Meia Maratona. Ele destaca o envolvimento de várias secretarias da PMJP, que estão dando apoio direto ou indireto para a realização do evento esportivo, que faz parte das comemorações alusivas ao aniversário de 434 anos da Capital paraibana, completados na última segunda feira (5).

“Estamos cuidando para realizar uma grande Meia Maratona. Os trajetos por onde os corredores vão passar receberam intervenções no asfalto, realizadas pela Secretaria de Infraestrutura (Seinfra). Com relação ao acompanhamento dos atletas, a Saúde vai disponibilizar equipes para atuar na orientação e no cuidado com a condição física. Ou seja, os participantes vão poder fazer a prova com tranqüilidade”, disse Emano Santos.

Para garantir a segurança dos corredores e também de condutores e pedestres, a Secretaria Executiva de Mobilidade Urbana (Semob) desenvolveu um plano de circulação, que conta com a interdição da Avenida Cabo Branco e uma faixa do percurso da Epitácio, na ida e na volta. Ao todo, cerca de 65 agentes estarão envolvidos para o ordenamento do trânsito.

Premiação – A 18ª Meia Maratona Cidade de João Pessoa vai pagar um total de premiação de R$ 29,500, distribuídos entre as seis categorias. Serão fornecidas medalhas para todos os corredores que cruzarem a linha de chegada dentro do tempo estipulado pela organização do evento (4 horas).

Confira a premiação por categoria:

Geral/Categorias Masculino e Feminino – Meia Maratona: O total da Premiação será de R$ 8 mil x 2 naipes = R$ 16 mil, sendo 1° lugar R$ 5 mil; 2° lugar R$ 2 mil 3° lugar R$ 1 mil.

Cinco Faixas Etárias/ Masculino e Feminino – Meia Maratona: O total da Premiação: 5 faixas x R$ 450 = R$ 2.250,00 x 2 naipes = R$ 5.500, sendo 1° lugar R$ 200,  2° lugar R$ 150 e 3° lugar R$ 100.

Corrida de 5 km – Masculino e Feminino – O total da Premiação: R$ 1mil x 2 naipes = R$ 2 mil, sendo 1° lugar R$ 500, 2° lugar R$ 300 e  3° lugar R$ 200.

Corrida de 5 Km – Servidor Público Municipal/Masculino e Feminino – O total da Premiação: R$ 1mil x 2 naipes = R$ 2 mil, sendo 1° Lugar R$ 500,  2° lugar R$ 300 e 3° lugar R$ 200.

Cadeirantes /Masculino e Feminino – o total da Premiação: R$ 1mil x 2 naipes = R$ 2 mil, sendo 1° lugar R$ 500,  2° lugar R$ 300 e 3° lugar R$ 200.

Cadeirantes Hand-Bike /Masculino e Feminino – Total da Premiação: R$ 1 mil x 2 naipes = R$ 2 mil, sendo 1° lugar R$ 500, 2° lugar R$ 300 e 3° lugar R$ 200.

Pela primeira vez um atleta brasileiro conquistou o título no cavalo com alça

O Brasil conquistou mais duas medalhas na ginástica artística nos Jogos Pan-Americanos. Chico Barretto fez uma bela exibição no cavalo com alça e ficou com a medalha de ouro. Já Arthur Zanetti não conseguiu ter uma ótima apresentação nas argolas como na prova por equipes e acabou ficando com a prata - atrás do mexicano Fabian de Luna.

Zanetti cometeu alguns pequenos erros e fez 14,400 pontos, bem abaixo dos 15,000 que obteve no último domingo. O rival mexicano ganhou com 14,500. Já Caio Souza foi quarto no mesmo aparelho, com a mesma pontuação do bronze (14,066) do argentino Federico Martín Molinari. Ainda nesta terça-feira, Zanetti ficou em sétimo no saltos (Arthur Nory foi quarto). No feminino, Lorrane Oliveira ficou com a quarta posição e Carolyne Pedro com a sétima.

Pela primeira vez um atleta brasileiro conquistou o ouro no cavalo com alça. Chico Barretto comentou que fez uma série segura, mas reconheceu que não foi brilhante. Ele lembrou que um atleta trabalha sob pressão, então ele está acostumado a isso, mas o feito mostra que o trabalho está sendo bem feito para que os atletas nacionais melhorem neste aparelho.

"Eu fui campeão nos Jogos Sul-Americanos em Cochabamba (Bolívia) e aqui encontrei alguns atletas que estavam lá e sabia que tinha grande chance de ser finalista. Cavalo é complicado, qualquer vacilo pode escorregar a mão, quedas acontecem e tiram ponto, mas eu venho treinando muito esse aparelho, todos os dias", disse.

Chico participou da equipe que conquistou a medalha de ouro no último domingo, repetindo o feito do Pan de Guadalajara, no México, em 2011. Na segunda-feira, Caio Souza e Arthur Nory foram primeiro e segundo colocados, respectivamente, na disputa do individual geral, outro resultado histórico para a ginástica artística nacional no Pan.

"Meu sonho era ter uma medalha individual e agora veio essa recompensa com essa medalha histórica. O melhor resultado antes era um bronze no cavalo e estou satisfeito. Fiz meu trabalho. Agora vou disputar as provas de barra fixa e paralelas e isso tira 50% do peso agora. Se a medalha vir novamente, será reconhecimento do esforço", continuou.

 

Fonte: band.uol.

Jornal lista outros gigantes interessados no brasileiro e barreiras pelo negócio o jornal italiano "Corriere dello Sport" revelou que clubes como Real Madrid, Bayern de Munique e Juventus seguem no páreo, embora atrás do Barça.

O assunto da mídia europeia é o suposto interesse de Neymar em deixar o PSG, com o Barcelona como destino mais provável. O clube catalão, no entanto, não é o único gigante do futebol interessado em contar com o futebol do brasileiro. O jornal italiano "Corriere dello Sport" revelou que clubes como Real Madrid, Bayern de Munique e Juventus seguem no páreo, embora atrás do Barça.

Segundo o diário, o principal destino alternativo para o brasileiro seria Madri. Os merengues teriam condições de arcar com os 170 milhões de euros (718 milhões de reais, aproximadamente) pedidos pelo PSG. O presidente do clube, Florentino Pérez, é entusiasta do futebol do brasileiro.

Em outras ligas, a reportagem aponta o Manchester United e o Bayern de Munique como clubes capazes de realizar a contratação em termos financeiros, com preferência de Neymar para o bávaros. Ao contrário dos red devils, os alemães disputarão a próxima Champions League.

O último dos pretendentes listado pelo "Corriere" é a Juventus, mas com certa distância em relação aos demais. O clube fez contratações de peso para a próxima temporadam, mas teria de fazer caixa e contar, ainda, com um pedido especial do brasileiro para que o PSG baixe a pedida. "No momento, a hipótese não é considerada em Turim", diz o jornal.

Fonte: PortalExtra

Alex Poatan domina a categoria desde outubro de 2017, quando tomou o cinturão do então campeão, o canadense Simon Marcus, no Glory 46, que aconteceu em Guangzhou (China)
 
O atleta cearense Alex "Poatan" Pereira defendeu ontem (17/05) seu cinturão dos médios no Glory 65, o maior evento de kickboxing do mundo. A luta foi contra o holandês Jason Wilnis na cidade de Utrecht (Holanda). De origem na vizinha cidade de Nova Olinda, Poatan (que significa “mão de pedra”) treinado pelo altaneirense Vinicius Siusa tornou-se um campeão com um currículo de 29 vitórias, 17 nocaute e apenas seis derrotas. 
 
“A expectativa para essa luta é muito boa e vou fazer de tudo para manter o cinturão no Brasil. Evolui muito tecnicamente nos últimos anos e ninguém vai tirar o que eu conquistei”, disse Alex antes da luta.
 
Seu adversário possui 31 vitórias, nove revezes e nove nocautes, antigo desafeto que levou a melhor nas duas vezes em que se enfrentaram. Em 2012, venceu por nocaute técnico. Na última, em 2015, o triunfo veio nos pontos.
 
Alex Poatan domina a categoria desde outubro de 2017, quando tomou o cinturão do então campeão, o canadense Simon Marcus, no Glory 46, que aconteceu em Guangzhou (China). Desde então, o atleta fez três defesas de título. O nocaute espetacular no primeiro round sobre o holandês/tunisiano Yousri Belgaroui, no Glory 55, em julho de 2018, foi inclusive um dos mais votados como melhor do ano nas enquetes oficiais da organização.
 
Além das vitórias sobre Belgaroui e Marcus, o recorde profissional de Poatan inclui bons resultados sobre Israel Adesanya (hoje em destaque no UFC), Dustin Jacoby e o ex-campeão do “It’s Showtime”, Sahak Parparyan.
 
Poatan tem como treinador o altaneirense Vinicius Siusa, mas em dezembro de 2018, Poatan foi convidado por Anderson Silva para integrar sua equipe na preparação para a luta contra Adesany, em Los Angeles (EUA). O brasileiro é o único lutador que possui duas vitórias contra Adesany sendo uma por nocaute. 

“Fazer parte da equipe do Anderson foi uma honra. Aprendi muito com ele não só como atleta, mas principalmente como pessoa. Ele é um cara sensacional,” destacou.
 
Na manhã de hoje (17/05) Alex Poatan compartilhou nas redes sociais o vídeo de sua vitória na Holanda.
 
“Para não esquecer de ninguém não vou mencionar nomes mas gostaria de agradecer de coração a todo apoio , todas as mensagens e todo carinho de todos que de forma positiva influenciam em minha jornada , estou bem , feliz e com sentimento de dever cumprido voltando esse cinturão para o Brasil”, escreveu Poatan.
 
  
 
O Kickboxing em sentido restrito é muitas vezes confundido com o Muay Thai(boxe tailandês). Ambos são semelhantes mas com extremas diferenças, não apenas nas regras, mas também na prática. Contudo, o foco do lutador durante a luta é diferente. Nas regras do muay thai, tem mais golpes de cotovelos. Já os golpes de joelhos são permitidos tanto no Muay Thai como na modalidade K-1 do Kickboxing.
 
 
Fonte: Blog Altaneira

 

Natural de Curitiba, Dhouglas "Puma" Ribeiro virou lutador aos 19 anos, no futebol jogou como meia-atacante, por dois anos no Vasco, aos 16 anos, chegou ao Grêmio onde assinou o seu primeiro contrato profissional.

No país do futebol, qual criança um dia não sonhou em ser um jogador profissional? Sonho de muitos, chance para poucos. Dhouglas "Puma" Ribeiro foi um desses poucos que conseguiu chegar lá. Atuando como atacante e depois meia-atacante, ele jogou por dois anos no Vasco. Aos 16, chegou ao Grêmio e assinou o seu primeiro contrato profissional. Mas, aos 19 anos, veio a mudança que ninguém esperava. Ele resolveu trocar os gramados pelos ringues e iniciou a sua trajetória para se tornar um lutador de MMA, seu sonho de infância. E, nesta sexta-feira (29), o ex-jogador fará a sua oitava luta, quando entra em ação pelo Sicário MMA, que ocorre em Curitiba.

— Sempre fui atleta. Desde os meus seis anos joguei futebol, meu pai sempre foi meu maior incentivador e me levava aos campos de futebol. Ele sempre fez de tudo para eu seguir a minha carreira. Mas, desde pequeno, sempre assistia às lutas e sabia que eu poderia fazer aquilo. Tinha algo dentro de mim que falava que meu futuro era na luta. Então, aos 19 anos, decidi abandonar o futebol e seguir meu sonho de ser lutador profissional. Esse sempre foi o meu sonho — contou o curitibano, que lutará em casa. 

Em cinco anos como profissional, Puma, atualmente com 24, construiu um cartel com sete lutas, sendo cinco vitórias e duas derrotas. O atleta da Immortal Fight Team, que é faixa-roxa de jiu-jitsu e praticante de muay thai, já venceu três combates por nocaute e espera mais um triunfo pela via rápida quando enfrentar o atleta Luis Felipe, da PRVT.

— Fiz um excelente camp para esse combate. Dei uma atenção especial na luta agarrada e no meu jogo de chão, mas também busquei treinos fora para afiar meu jogo em pé. Tenho absoluta certeza de que estarei melhor e mais bem preparado do que nunca. Eu sei que meu adversário é um atleta que gosta da luta agarrada, ele é faixa preta de jiu-jitsu, e acredito que ele vá tentar levar a luta pra baixo. Minha estratégia é manter o jogo em pé. Confio muito no meu muay thai. Vou pra essa luta pra definir rápido o combate em pé, mas estou preparado e confiante em manter a luta no meu jogo três rounds — encerrou. 

 

Fonte: gauchazh.clicrbs

 

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JR Esquadrias