Econômia (118)

Embora a situação fiscal seja delicada para todos, 12 Estados (Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte, Paraná, Piauí, São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Goiás, Ceará, Espírito Santo e Maranhão) afirmaram que vão pagar o 13.º dentro do prazo. “Estou perdendo todos os cabelos, mas vamos conseguir pagar o 13.º em dia até o dia 20 de dezembro”, brincou o secretário da Fazenda de Alagoas, George Santoro. A folha tem custo de R$ 275 milhões para o pagamento de 70 mil servidores ativos e aposentados.

“A maioria dos Estados paga o 13.º. O salário de dezembro que é uma incógnita”, disse o secretário estadual da Fazenda do Rio Grande do Norte, André Horta. Coordenador do consórcio que reúne todos os secretários de Fazenda dos Estados, Horta disse que o governo estadual efetua o pagamento dos salários para os funcionários da ativa à medida em que entra dinheiro.

No Paraná, o secretário de Fazenda, Mauro Ricardo Costa, também garante o depósito conforme o cronograma. Por lá, o pagamento é feito em parcela única, em 20 de dezembro. “Consideramos até antecipar alguns dias para que as pessoas possam se programar, comprem a ceia, presentes ou se organizem”, disse.
Publicidade

Apesar disso, o secretário paranaense adiantou que o ritmo ainda fraco na arrecadação impedirá a concessão de aumento salarial no início de 2017. A reposição da inflação geraria impacto de R$ 2,1 bilhões. “No momento, não há nenhum índice previsto para correção dos salários”, afirmou Costa.

O Piauí pagará em dia, mas apenas porque realocou R$ 300 milhões que iriam para investimentos. O pagamento do benefício é dividido em duas parcelas, uma no aniversário do servidor e outra em dezembro, contemplando 58 mil servidores entre ativos e inativos. “A rigor, todos os Estados estão com dificuldade, seja pela queda da receita própria, seja pela queda das transferências”, disse o governador do Piauí, Wellington Dias.

“Não está sendo fácil, o cobertor está curtíssimo”, disse o secretário de Fazenda do Espírito Santo, Paulo Roberto Ferreira. A folha de pagamento dos mais de 92 mil servidores custa R$ 340 milhões por mês. A arrecadação do Estado foi afetada não só pela crise, mas também pelo fechamento da Samarco, depois do rompimento da barragem de Mariana (MG), por uma seca prolongada e pela queda no preço do petróleo. Nos oito primeiros meses do ano, o Estado deixou de arrecadar R$ 383 milhões, segundo o secretário.

O secretário de Fazenda do Ceará, Mauro Benevides Filho, disse que os Estados que fizeram a “besteira” de quitar as dívidas com a União estão sendo injustiçados no socorro federal com a renegociação dos débitos.
“Estamos segurando a folha na unha”, disse a secretária de Goiás, Ana Carla Abrão. Segundo ela, os servidores do Executivo estão há dois anos sem reajuste nos salários. Em Goiás, 76% da receita líquida são usados para pagar o funcionalismo, ao custo de R$ 1 bilhão.

Cinco Estados foram procurados pela reportagem, mas não responderam aos questionamentos.

Com Estadão

Sirha Rio acontece até esta quinta-feira (6) e espaço organizado pelo Sebrae reúne mais de 70 produtos de todo o país

Mais de 70 produtos de todo o país estão expostos no Espaço Terroir, organizado pelo Sebrae, na segunda edição do Sirha Rio, um evento que reúne a cadeia de foodservice e hotelaria, no Rio de Janeiro, até esta quinta-feira (6). Dentre estes produtos, que foram selecionados seguindo critérios de qualidade e valorização da cultura local, estão dois paraibanos: cachaça Serra Limpa e Suqo.

 A feira é realizada em diversas partes do mundo e esta é a segunda edição no Rio de Janeiro, concentrando em um só lugar grandes nomes da cozinha nacional e internacional. Apresenta novidades do setor, além de promover concursos gastronômicos com reconhecimento mundial, como os Bocuse d’Or e Coupe Du Monde de La Pâtisserie, da alta gastronomia e confeitaria, respectivamente.

 Para o analista técnico do Sebrae Paraíba, Marcílio Sousa, a participação das empresas neste evento de porte internacional é uma grande oportunidade para a divulgação do produto e para fazer negócios. “O espaço organizado pelo Sebrae aproxima produtores e empresas de todo o país de chefs nacionais e internacionais. É um excelente espaço para empreender”, disse o analista.

 O administrador da Cachaça Serra Limpa, Jobson Antônio Mota, comemorou a participação no evento. “Nosso produto está sendo bem aceito por ser orgânico e o único na Paraíba produzido dessa forma. Acredito que vamos conquistar novos clientes até o final do evento”, disse. Já a representante da Suqo, Melca Farias, destacou a importância de se participar de um evento internacional. “Temos um produto de qualidade e que já está sendo vendido fora do país. Este é um excelente evento para ampliarmos nosso mercado”, afirmou Melca.

 Além do Espaço Terroir, que contará com visitas guiadas para o público do evento, o Sebrae terá ainda o Espaço de Conhecimento, com palestras de harmonização entre os produtos apresentados na feira, como cervejas artesanais e queijo canastra; cachaça e suíno; e espumante com pirarucu. Também estão previstas palestras sobre oportunidades para produtos diferenciados, cardápios diferenciados e design. Outros destaques da programação são dois painéis: Sustentabilidade à Mesa e o Food Experience. Para apresentar cafés especiais das principais regiões produtoras, o Sebrae montou também uma cafeteria onde uma barista vai apresentar métodos de preparo da bebida aos visitantes, que também poderão degustar os cafés de origem.

 UNIDADE DE COMUNICAÇÃO E MARKETING
SEBRAE PARAÍBA

Assessoria

Levantamento lista ainda preços de outros combustíveis comercializados em 100 postos instalados em João Pessoa

O preço do litro da gasolina se manteve em 62 postos de João Pessoa, podendo variar entre R$ 3,44 e R$ 3,80. O levantamento foi divulgado pelo Procon da Capital na  última terça-feira (27) e feito nessa segunda (26).                                                                                                                                                                      

Veja abaixo os preços e locais pesquisados.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    
Dos 100 postos em funcionamento na Capital, 11 reduziram e 26 elevaram os preços da gasolina, com o menor sendo encontrado a R$ 3,439 (postos Extra – Bairro dos Estados e Independência – Tambiá). O maior preço se manteve em R$ 3,799 (postos JR – Manaíra e Canaã – Água Fria).

Com relação ao litro do álcool, o levantamento de preços do Procon-JP verificou o menor preço a R$ 2,749 (Texas – Jaguaribe) e, o maior, R$ a 3,199 (postos Ayrton Senna – Ipês, Deville – Água Fria, Vilagio – Bancários e Cajueiro – Geisel). Em relação à pesquisa de agosto, o valor do etanol se manteve em 73 postos, aumentou em quatro e reduziu em 14 estabelecimentos.

O preço do óleo diesel comum se manteve em 39 postos, aumentou em nove e reduziu em dois na comparação com a última pesquisa do Procon-JP. O menor preço, R$ 2,790, foi encontrado no posto Z (Cidade Universitária) e, o maior, R$ 3,149, no posto Araújo (Cristo Redentor).

Segundo a pesquisa deste mês de setembro, o menor preço do Gás Natural Veicular (GNV) está em R$ 2,199, no posto Estrela do Geisel (Geisel) e, o maior, R$ 2,429, no posto Santa Júlia (Expedicionários). Todos os 12 postos que vendem o produto na Capital mantiveram o mesmo preço do levantamento realizado no mês de agosto deste ano.

 "Dezessete por cento das pessoas que usam transporte não pagam passagens. Não estamos discutindo esse direito, mas a fonte de financiamento dessas gratuidades. Hoje, quem paga a gratuidade é o usuário que paga a passagem cheia, mas são possíveis fontes extratarifárias para bancar o custo e tirar esse peso do preço da passagem”, disse Cunha o presidente da NTU, Otávio Cunha.

 

A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) defendeu na Câmara dos Deputados, a criação de um novo tributo municipal sobre o valor dos combustíveis. “A ideia é retirar dos ombros do usuário individual que está bancando todo o custo do transporte e dissolver com a sociedade”,afirma Cunha.

 

Para ele, o Transporte Público influencia na cadeia produtiva, então não é justo que seu custo recaia apenas sobre a tarifa. Em setembro de 2015, o Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional nº 30/2015, que incluiu o transporte na lista de direitos sociais do cidadão. Isso abriu caminho para a proposição de outras leis para destinação de recursos ao setor de transportes, como ocorre em outras áreas como saúde, educação e moradia.

 

 

A associação promoveu encontro para deputados, junto com a Frente Parlamentar do Transporte Público, para apresentar uma pesquisa sobre transporte público e levantar a discussão sobre soluções de financiamento para melhoria da qualidade da infraestrutura e do Transporte Público e redução do preço das passagens. Uma das propostas da associação é a criação de um tributo específico sobre os combustíveis, destinado aos municípios.

 

“Quem vai pagar por ele é o usuário do automóvel. E um efeito de 30% a menos no valor da tarifa é muito maior que a inflação de 5% na gasolina. Você está deixando no bolso da população esse dinheiro”, disse o presidente da associação. “E com um Transporte Público de qualidade, está dando ao usuário do automóvel a oportunidade de pensar e decidir”.

 

A ideia do novo tributo, segundo Otávio Cunha, é da Frente Nacional de Prefeitos, que está defendendo a proposta na comissão especial da Câmara que está estudando mudanças na distribuição dos recursos da CIDE dos combustíveis; cerca de 70% dos recursos vão para a União. Para o deputado Mauro Lopes (PMDB--MG), presidente Frente Parlamentar do Transporte Público, os fabricantes de veículos também poderiam contribuir.

 

“Não precisa aumentar os impostos, basta criar os fundos para a transferência de um percentual pequeno e que não vai impactar os segmentos que estão contribuindo. Mas o volume final é muito grande e vai melhorar muito na qualidade do transporte”, disse. Outra ideia da NTU é o subsídio das gratuidades.

 

“Dezessete por cento das pessoas que usam transporte não pagam passagens. Não estamos discutindo esse direito, mas a fonte de financiamento dessas gratuidades. Hoje, quem paga a gratuidade é o usuário que paga a passagem cheia, mas são possíveis fontes extratarifárias para bancar o custo e tirar esse peso do preço da passagem”, disse Cunha. O dirigente da associação citou o Fundo Nacional da Educação e o Fundo Nacional do Idoso como fontes de recursos para subsidiar a gratuidade dos estudantes e dos idosos – Assessoria.

 

Procon-JP vai realizar fiscalização nos postos de combustíveis de João pessoa para verificar o motivo do aumento de preços em grande parte dos estabelecimentos

O preço do litro da gasolina subiu em 40 postos de combustíveis de João Pessoa, com relação a levantamento anterior feito no dia 20 de julho deste ano. O resultado da pesquisa de preços do Procon da Capital, divulgado nesta terça-feira (23/08).

A pesquisa também constatou que, em relação ao levantamento anterior, o menor preço para a gasolina caiu 17 centavos em um único posto, passando de R$ 3,376 para R$ 3,359 (posto Extra – Bairro dos Estados). O maior

preço do produto se manteve e está em R$ 3,799 (posto JR – Manaíra). Dos 100 postos em atividade na Capital, 40 elevaram, um reduziu e 59 mantiveram os preços.

O secretário Marcos Santos informa que o Procon-JP vai realizar fiscalização nos postos de combustíveis de João pessoa para verificar o motivo do aumento de preços em grande parte dos estabelecimentos.

Álcool

Quanto ao litro do álcool, a pesquisa encontrou o menor preço a R$ 2,769 (Texas – Funcionários II ) e, o maior, R$ 3,199 (Ayrton Senna - Ipês, Deville - Água Fria, Vilagio - Bancários e Cajueiro - Geisel). O valor do produto se manteve em 57 postos em relação ao levantamento anterior, aumentando em 23 e reduzindo em 14 estabelecimentos.

Diesel

O preço do óleo diesel comum aumentou em quatro postos, reduziu em seis e se manteve em 42 quando comparado com a última pesquisa. O menor preço, R$ 2,790, foi encontrado no posto Z (Cidade Universitária) e, o maior, R$ 3,149, no posto Araújo (Cristo Redentor).

GNV

A pesquisa atual encontrou o preço do Gás Natural Veicular (GNV) com o menor preço, R$ 2,199, no posto Estrela do Geisel (Geisel) e, o maior, R$ 2,429, no posto Santa Júlia (Expedicionários). Todos os 12 postos que comercializam o produto em João Pessoa mantiveram o mesmo preço praticado no levantamento anterior.

Escrito por  Portal Correio

O
salário dos juízes no Brasil tem um teto. Não pode ultrapassar o salário de ministros do Supremo Tribunal Federal, o STF, hoje em 33.763 reais. Na prática, já se sabe há um tempo, não é bem assim. Um levantamento conseguido pelo jornal O Estado de S.Paulo mostra que a correlação é bem mais desproporcional. Um desembargador em Minas Gerais ganha, em média, líquido, 56.000 reais por mês. Em São Paulo, 52.000 reais. No Rio de Janeiro, 38.000 reais.

 

Esses valores superam os pagos a um juiz similar no Reino Unido, que recebe cerca de 29.000 reais, e até dos Estados Unidos, cujo salário mensal médio é de 43.000 reais. Chega a ser superior a juízes da Suprema Corte de países da União Europeia, como Bélgica e Portugal.

Os salários básicos são engordados por adicionais legais, sustentados por interpretações da legislação. Segundo economistas que já passaram pelo poder público e profissionais da área de direito, os salários dos juízes, acima do teto, são um alerta para o ajuste fiscal em discussão no país.

Os juízes são o topo da cadeia de servidores públicos, diz o responsável pelo levantamento, Nelson Marconi, coordenador Executivo do Fórum de Economia da Fundação Getúlio Vargas. Segundo Marconi, quando há uma demanda por qualquer tipo de benefícios no funcionalismo, os juízes costumam abrir o ciclo de negociações. Na sequência, diz, vêm Polícia Federal, Receita, advogados do Executivo, Banco Central e Tesouro Nacional, numa fila que se estende até funcionários administrativos e professores.

Este ano, o poder de mobilização do Judiciário já foi visto. Foi a primeira a defender o seu reajuste salarial, tão logo o governo interino assumiu. “Todas as categorias vão atuar contra o ajuste fiscal, basta ver que depois que os juízes conseguiram o reajuste as demais entraram pedindo o seu também”, diz Marconi. “O verdadeiro desafio será vencer o corporativismo de inúmeras categorias que vão se mobilizar para pressionar o Congresso e escapar da tesoura”, diz o economista Marcos Lisboa, presidente do Insper e ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.

Marconi explica que o teto do Judiciário é rompido por uma série de verbas adicionais. Há diferentes abonos e gratificações – por tempo de serviço, por dupla função e substituição de colegas em férias ou em licença. Também existem os auxílios – auxílio pré-escolar, auxílio-saúde, auxílio-moradia. Os ganhos adicionais são legais e uma parte deles são até eventuais – como gratificações natalinas ou por férias ou mesmo por ganhos em processos judiciais movidos pelos próprios juízes.

Fonte: JL/Veja

Até  quando o consumidor vai suporta esse absurdo que é o  preço do quilo do pão francês  sendo  vendido a R$ 5,99 e R$ 12,90, uma diferença absurda  e que superar o numero de  115%, em João Pessoa. Essa constatação foi feita através de uma pesquisa realizada pelo Procon-JP em um total de 27 estabelecimentos comerciais da Capital. 

Conforme  a pesquisa o Procon-JP, informa  que o quilo mais barato do pão francês foi encontrado na  padaria Shammah, no bairro de Mangabeira, Zona Sul da Capital, sendo cobrado o valor de R$ 5,99.

Em alguns estabelecimentos comerciais  foi constatado  vendendo o quilo do pão mais caro da capital  foi a padaria Bonfim, em Tambaú, e a padaria Pão Doce, no Bairro dos Estados, ambas vendendo o produto por R$ 12,90.Para  surpresa da  equipe do Procon-JP, é  uma diferença absurda.

Fonte: Portal Correio


 

 
 
 
 
 
 
 
 
 

“Essa reforma da Lagoa, que tem asfalto estourando e tinta descascando na primeira chuva, custou mais do que o Viaduto do Geisel. Se fosse eu na Prefeitura, faria duas com a metade do preço que foi pago”, declarou RC.

O governador Ricardo Coutinho (PSB) criticou, neste final de semana, o ritmo das obras executadas pela gestão do prefeito Luciano Cartaxo o alto custo de algumas delas, como a da reforma da Parque Solon de Lucena. Segundo ele, seria impossível retirar 200 mil toneladas de lixo da Lagoa, como foi anunciado e pago pela atual gestão.

Ricardo ainda fez referência ao valor da obra e ao fato de o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal estarem investigando a denúncia de desvio de mais de R$ 10 milhões, conforme foi constatado pela Controladoria Geral da União (CGU).

Ele aproveitou para comparar os recursos empregados pela Prefeitura de João Pessoa na reforma da Lagoa com os do Governo do Estado na construção do Viaduto do Geisel. “Essa reforma da Lagoa, que tem asfalto estourando e tinta descascando na primeira chuva, custou mais do que o Viaduto do Geisel. Se fosse eu na Prefeitura, faria duas com a metade do preço que foi pago”, declarou.

Custeada praticamente com recursos federais, a obra da reforma da Lagoa custou mais de R$ 41 milhões, dos quais a CGU identificou e denunciou o desvio de aproximadamente R$ 10 milhões. Já viaduto do Geisel está orçado em R$ 38,9 milhões, sendo R$ 17,8 milhões do Governo Federal e o restante com recursos próprios do Tesouro Estadual.

O governador criticou ainda a demora na obra de alargamento da Avenida Beira Rio. “Passaram três anos e meio para fazer um pontilhão na Beira Rio e não conseguem terminar”, finalizou.

 

O Evento começa nesta sexta (22/07), às 16 horas e estima-se que nos dez dias, deva atrai  acima de 120 mil pessoas

Empresários e empreendedores da Paraíba e de diversos Estados brasileiros tem um encontro marcado com o público paraibano a partir desta sexta (22/07) no Centro de Convenções de João Pessoa. Apostando na força e identidade popular da Multifeira Brasil Mostra Brasil, expositores se preparam para dez dias de vendas e muitos meses de bons negócios gerados a partir desse evento que pode atrai acima de 120 mil pessoas.

A edição de 22 anos da BMB chega com mais de 350 estandes em quase 14 mil m² de área montada. Já confirmada a presença de muito artesanato internacional, produtos japoneses, coreanos e também de diversas regiões do país como dos quilombolas de São Lourenço em Pernambuco.

Sabores variados com temperos exóticos, doces portugueses, queijos e vinhos vão ser um convite à degustação. Lançamento de produtos para eficiência energética como filtro capacitivo de energia da Lumilight também promete surpreender o público.

No mix já esperado, mais espaço para os eletrodomésticos do Lojão do Rio do Peixe, móveis, livros, bolsas, sapatos, roupas e bijuterias. E como novidade terá um super estande com a Feira de Mulheres Empreendedoras reunindo cerca de 40 expositoras do Fórum de Mulheres de Negócios e da rede Mulheres Empreendedoras.

“​Acreditamos no crescimento do Estado e, nesse momento de crise, a BMB mostra sua força indicando caminhos para superar as dificuldades”, avaliou o diretor e idealizador do evento, empresário Wilson Martinez.

Os visitantes que adquirirem a senha de entrada ou o bilhete de estacionamento estarão concorrendo a um carro 0 km ao final do evento. A Multifeira Brasil Mostra Brasil gera em média 1.500 empregos entre diretos e indiretos e tem o apoio da CDL-JP, Fecomercio, Associação Comercial, Sebrae - PB, Governo do Estado e Prefeitura de João Pessoa.

 

SERVIÇO:

EVENTO: 22ª MULTIFEIRA BRASIL MOSTRA BRASIL

DATA: DE 22/07 A 31/07

HORÁRIO: DAS 15H ÀS 23H00, exceto 1º dia – abre às 16h

SENHAS: R$ 6,00; (gratuito para idosos e crianças abaixo de 12 anos)

ESTACIONAMENTO: R$ 5,00

INFORMAÇÕES: 3042 5840, 988424445, 996093821

 

 

 

22 800 toneladas entre trigo e granido movimenta o porto de cabedelo esta semana. Por mês atracam no Porto de Cabedelo, em média, oito navios, incluindo os petroleiros.

O Porto de Cabedelo terá movimentação intensa nos próximos dias. Dois navios estão operando mais de 20 toneladas de cargas de trigo e de granito. As operações de carga e descarga envolvem algumas dezenas de portuários e caminhoneiros.

A presidente da Companhia Docas da Paraíba, Gilmara Temóteo, avalia que, apesar crise nacional que afeta a economia do país, os portos brasileiros são as principais portas para o transporte dos produtos demandados pela indústria e comércio e que o Porto de Cabedelo, por sua localização estratégica, sempre será destino de muitas cargas oriundas de portos brasileiros ou internacionais.

O navio Zhe Hai 2, de bandeira de Hong Kong, atracou no porto paraibano e está desembarcando até esta terça-feira (28) um total de 14.800 toneladas de trigo procedente da Argentina. O cargueiro tem 180 metros de comprimento.

Já o navio Condos Arrow, de 200 metros de comprimento e bandeira panamenha, está embarcando para a Itália 8 mil toneladas de granito extraído aqui na Paraíba. Por mês atracam no Porto de Cabedelo, em média, oito navios, incluindo os petroleiros.

Pagina 8 de 9
JR Esquadrias