Econômia (115)

Volúpia, de acordo com o dicionário da língua portuguesa, significa grande prazer sexual, luxúria e ainda um grande prazer dos sentidos e sensações. Mas na Paraíba Volúpia significa orgulho. É sinônimo de pureza e qualidade de um produto 100% natural que no dia 1º de fevereiro deste ano de 2018 recebeu o prêmio de melhor cachaça branca paraibana e quinta mais bem colocada no Brasil durante o 3º Ranking da Cúpula da Cachaça.


A última etapa da competição, que teve início em setembro do ano passado, foi realizada em Analândia, interior de São Paulo, onde a Volúpia disputou com mais de mil e cem rótulos, todos com registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Depois da primeira fase, 250 marcas foram selecionadas. Na sequência, elas passaram pela avaliação de 48 especialistas em cachaça, responsáveis por eleger os 50 melhores rótulos do país, a cada dois anos.

De pai para filho – Tudo começou no século XIX, mais precisamente no ano de 1817, quando a família Lemos decidiu se instalar na pequena e pacata cidade de Alagoa Grande, localizada na região do Brejo, distante 105 quilômetros de João Pessoa, Capital paraibana, onde fundou o Engenho Lagoa Verde, nascedouro da Cachaça Volúpia.

Desde seus primórdios a família Lemos utiliza um método artesanal de fabricação e de plantação orgânica para garantir a pureza e a qualidade de um produto 100% natural, atravessando várias gerações e sempre buscando resgatar a história, a cultura e a tradição dessa bebida genuinamente brasileira.

Ousadia - Em 1946, quando Otávio Lemos fundou a Volúpia, ele chocou a população com um rótulo bastante ousado e escandaloso para a época. Uma mulher loura, seminua, com os seios à mostra e apenas um véu cobrindo suas partes íntimas ilustrava o rótulo da garrafa.

“A história que meu avô contava é que quando a pessoa bebesse até a metade da garrafa, o véu ia cair. Essa era a promessa que ele fazia para ébrios consumidores da época”, conta Vicente Lemos, neto de Otávio Lemos e atual responsável pelo engenho e pela crescente evolução da Volúpia, ao longo das últimas quase quatro décadas, conseguindo transformar a cachaça paraibana em uma das marcas mais conhecidas e respeitadas do Brasil.

Farmacêutico formado, Vicente Lemos conseguiu transformar o Engenho Lagoa Verde em uma verdadeira fábrica, tecnicamente impecável, com controle de qualidade rígido, que vão desde o plantio até o engarrafamento da bebida. A cana é orgânica e na fermentação ele utilizada uma técnica da própria região, em que a levedura é extraída da própria cana, conferindo à cachaça um aroma típico do brejo. A destilação é feita em alambiques de cobre aquecidos à vapor, o que proporciona maior controle de temperatura e depois armazenada em pipas de freijó de 10 mil litros, onde fica descansando por cerca de um ano, até ser engarrafada em sua versão prata, premiada em diversos rankings do Brasil.

Cinco gerações - Tudo começou com Antônio Lemos, que passou as terras onde é fabricada a cachaça para seu filho Manoel de Lemos, depois veio Otávio Lemos de Vasconselos na sucessão dos negócios que, com sua visão inovadora, criou e idealizou a marca Volúpia, além de lançar no mercado e obter estrondoso sucesso perante o público consumidor.

Seu filho, José Ribamar Lemos continuou as atividades da empresa, e nos dias atuais, a Cachaça Volúpia está sob a direção de Vicente Otávio Lemos.

A Revista Playboy não se notabilizou só pelas belíssimas mulheres, quando ela divulga um ranking de bebidas, também causa o maior frisson. Isto porque é reconhecida pela seriedade e lisura nos seus métodos de seleção e classificação. Em agosto de 2003 ela divulgou um raking classificando as melhores cachaças do país e a Volúpia ficou entre as 5 melhores, tornando-se assim um orgulho para os apreciadores e a única paraibana a fazer sucesso na Playboy sem tirar a roupa.

Pela primeira vez a Volúpia participa do Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverage, realizado pela USP de São Carlos, onde os mais conceituados professores de química e os maiores experts em destilados se unem para analisar as propriedades físico-químicas e sensoriais da cachaça. A Volúpia já recebe de cara Menção Honrosa, pela sua alta qualidade.

O Prêmio Sebrae Revelação Empresarial reconhece iniciativas de gestão inovadoras no Estado. Na última edição, as empresas Bless Cosmetics e Agroindustrial Lagoa Verde Ltda. – produtora da cachaça Volúpia – venceram o concurso. De acordo com Vicente Otavio Neves Lemos, da Agroindustrial Lagoa Verde Ltda, que venceu o prêmio na categoria indústria, a premiação é um estímulo a melhoria empresarial e o reconhecimento dos esforços aplicados na melhoria de um produto de qualidade.

No VI Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverage, os mais conceituados professores de química e os maiores experts em destilados descobriram que a Volúpia é uma cachaça que está sempre se aperfeiçoando e melhorando não só a sua qualidade como produto, mas acima de tudo, contribuindo para fazer da cachaça um produto respeitado no mundo todo. A Paraíba ficou orgulhosa e a Volúpia com a Medalha de Prata.

Na edição de abril/2007 a revista Playboy divulgou um ranking das 20 melhores cachaças, elaborado por grandes especialistas do Brasil. A Volúpia mais uma vez mostrou sua qualidade figurando como a única cachaça descansada numa seleção onde constavam apenas cachaças envelhecidas. Assim a única paraibana a fazer sucesso na Playboy, repetiu a dose em 2007.

No VII Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverage, a Volúpia voltou a reber menção honrosa no III Concurso de Avaliação da Qualidade da Cachaça como resultado das análises química e sensorial. Mais uma vitória para a cachaça que mais eleva o nome da Paraíba e que orgulha a todos, colocando nosso estado em destaque nacional na fabricação de um produto tão nobre.

Na edição de agosto/2009 a revista Playboy divulgou o que ela chamou de ranking definitivo das melhores cachaças, elaborado por grandes especialistas do Brasil e dois degustadores de renome. A Volúpia, além de ter sido a paraibana melhor ranqueada, ficou entre as dez primeiras do país, mostrando ser uma bebida franca, direta e de alta qualidade. Assim ela se tornou definitivamente a única paraibana a fazer sucesso na Playboy, em dose tripla.

A Volúpia mais uma vez orgulha a Paraíba e conquista o primeiro lugar no Ranking das Cachaças Brancas elaborado pela conceituada Revista Veja na sua edição nº 2.152 de fevereiro de 2010. Um Júri formado pelos maiores especialistas no assunto escolheu as melhores e a Volúpia mais uma vez provou ser a mais apreciada e premiada do Brasil.

”A Volúpia está em constante evolução e vem rompendo fronteiras com a produção de um produto ecologicamente correto sem medir esforços para desenvolver sua região, gerar emprego e preservar o meio ambiente. Portanto ao abrir uma bela embalagem de Volúpia, seja Cachaça ou Frutta Frozen, saiba que além de um produto de alta qualidade ali tem também ética, honestidade, compromisso e lealdade”, finaliza com orgulho Vicente Lemos.


 

Levantamento de preços foi realizado no dia 20 de fevereiro em 102 postos em atividade na Capital

Pesquisa comparativa para combustíveis realizada pelo Procon-JP constatou que o menor preço da preço da gasolina manteve elevação em João Pessoa, sendo vendida hoje a R$ 3,879 (Extra – Bairro dos Estados), quando em 1º de fevereiro de 2018 estava em R$ 3,870. O maior preço, R$ 4,149 (Autopel -B Epitácio Pessoa) é o mesmo do início do mês. Veja aqui a pesquisa completa.

O levantamento de preços atual, que foi realizado no  último dia 20 de fevereiro de 2018 em 102 postos em atividade na Capital, constatou que seis postos aumentaram o preço do produto, 26 baixaram e 70 mantiveram o mesmo valor. Para o secretário Helton Renê, os aumentos nas bombas, à primeira vista, estão dentro dos parâmetros de reajuste anunciados pelo Governo Federal.

O titular do Procon-JP adianta que “nossas pesquisas comparativas estão monitorando os preços dos combustíveis não apenas para indicar onde adquirir o produto mais barato, mas, também, para evitar alguma abusividade devido aos sucessivos aumentos aplicados pela Petrobras”.

Etanol

Em relação ao litro do etanol, o menor preço do produto registrou elevação em comparação com a pesquisa anterior, passando de R$ 2,839 para R$ 2,859 (Metrópole – Epitácio Pessoa). O maior preço se manteve em R$ 3,299. Vinte e um postos aumentaram o preço do etanol, oito baixaram e 67 mantiveram.

Diesel S10

O menor preço do litro do óleo diesel S10, segundo a pesquisa atual, está em R$ 3,289 (Expressão – Rui Carneiro), mantendo o mesmo valor que no início de fevereiro, com o maior também permanecendo o mesmo da pesquisa anterior: R$ 3,699. De acordo com esta pesquisa comparativa, nove postos aumentaram o preço do produto, cinco baixaram e 76 mantiveram.

GNV 

Quanto ao Gás Natural Veicular (GNV), dos 12 postos que comercializam o produto em João Pessoa atualmente, todos mantiveram o preço registrado no levantamento anterior: o menor está em R$ 2,950 (Bancários – Bancários) e, o maior, em R$ 2.999 (Posto Z – Cidade Universitária).

Fonte: Portalcorreio

Levantamento de preços foi realizado no dia 20 de fevereiro em 102 postos em atividade na Capital

Pesquisa comparativa para combustíveis realizada pelo Procon-JP constatou que o menor preço da preço da gasolina manteve elevação em João Pessoa, sendo vendida hoje a R$ 3,879 (Extra – Bairro dos Estados), quando em 1º de fevereiro de 2018 estava em R$ 3,870. O maior preço, R$ 4,149 (Autopel -B Epitácio Pessoa) é o mesmo do início do mês. Veja aqui a pesquisa completa.

O levantamento de preços atual, que foi realizado no  último dia 20 de fevereiro de 2018 em 102 postos em atividade na Capital, constatou que seis postos aumentaram o preço do produto, 26 baixaram e 70 mantiveram o mesmo valor. Para o secretário Helton Renê, os aumentos nas bombas, à primeira vista, estão dentro dos parâmetros de reajuste anunciados pelo Governo Federal.

O titular do Procon-JP adianta que “nossas pesquisas comparativas estão monitorando os preços dos combustíveis não apenas para indicar onde adquirir o produto mais barato, mas, também, para evitar alguma abusividade devido aos sucessivos aumentos aplicados pela Petrobras”.

Etanol

Em relação ao litro do etanol, o menor preço do produto registrou elevação em comparação com a pesquisa anterior, passando de R$ 2,839 para R$ 2,859 (Metrópole – Epitácio Pessoa). O maior preço se manteve em R$ 3,299. Vinte e um postos aumentaram o preço do etanol, oito baixaram e 67 mantiveram.

Diesel S10

O menor preço do litro do óleo diesel S10, segundo a pesquisa atual, está em R$ 3,289 (Expressão – Rui Carneiro), mantendo o mesmo valor que no início de fevereiro, com o maior também permanecendo o mesmo da pesquisa anterior: R$ 3,699. De acordo com esta pesquisa comparativa, nove postos aumentaram o preço do produto, cinco baixaram e 76 mantiveram.

GNV 

Quanto ao Gás Natural Veicular (GNV), dos 12 postos que comercializam o produto em João Pessoa atualmente, todos mantiveram o preço registrado no levantamento anterior: o menor está em R$ 2,950 (Bancários – Bancários) e, o maior, em R$ 2.999 (Posto Z – Cidade Universitária).

Fonte: Portalcorreio

 

Na véspera, para o dia 1º, a estatal tinha anunciado reduções nos preços dos dois produtos. A queda para a gasolina ficou em 1,5% e no diesel em 1,4%.

De acordo com a companhia, a política de preços para a gasolina e para o diesel vendidos nas suas refinarias às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, “que representa a alternativa de suprimento oferecido pelos nossos principais concorrentes para o mercado, na importação do produto”.

Somado a isso, a empresa informa na sua página que é avaliada a margem que considera “os riscos inerentes à atividade de importação, como volatilidade da taxa de câmbio e dos preços”.

Ainda na sua página na internet, a Petrobras informa que, em busca de convergência no curto prazo com a paridade do mercado internacional, analisa a sua participação no mercado interno e avalia frequentemente se haverá manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias. “Sendo assim, os ajustes nos preços podem ser realizados a qualquer momento, inclusive diariamente”, apontou.

Por Agência Brasil / André Motta/ Petrobras  

A Petrobras reajustou os preços da gasolina para as distribuidoras em 0,5% e do diesel em 0,6%. O aumento vale a partir de amanhã (6). Esta foi a terceira correção neste mês. A que entrou em vigor no sábado (3) teve os mesmos percentuais, e a que passou a valer na sexta-feira (2), ficou em 0,8% para a gasolina.

Sobre o Brasil, a Oxfam informou ainda que as cinco pessoas mais ricas do país têm um patrimônio equivalente à metade da população brasileira

Em seu relatório anual sobre a desigualdade, divulgado nesta segunda-feira (22), a Oxfam, ONG de ajuda humanitária presentes em 94 países, revelou que 82% da riqueza gerada no mundo em 2017 foram parar nas mãos de 1% da população mais rica.

No relatório “Recompensem o trabalho, não a riqueza”, a Oxfam explicou que, em 2017, o 1% mais rico elevou o seu patrimônio em 762 bilhões de dólares (cerca de 2,5 trilhões de reais), o suficiente para acabar sete vezes com a miséria no mundo. A Comissão de Combate à Fome de Oxford apontou que metade da população mundial não ficou com qualquer parcela dessa riqueza.

Segundo a Oxfam, houve um aumento histórico no número de bilionários no mundo: “atualmente existem 2.043 bilionários no mundo e 9 em cada 10 são homens”. Também foi o maior aumento do número de bilionários de um ano para o outro, com um novo bilionário a cada dois dias, de acordo com a ONG.

Sobre o Brasil, a Oxfam informou ainda que as cinco pessoas mais ricas do país têm um patrimônio equivalente à metade da população brasileira. A riqueza dos milionários cresceu 13% em 2017, enquanto 50% dos brasileiros mais pobres viram a sua parte nos rendimentos nacionais reduzida de 2,7% para 2%.

Rafael Georges, coordenador de campanha da Oxfam no Brasil, explicou que os dados da pesquisa, fornecidos pelo Banco Credit Suisse, indicam que há uma tendência de aprofundamento da desigualdade social no Brasil.
“A concentração de riqueza é muito cruel e eficiente para quem está no topo. Se você tem bastante patrimônio, consegue gerar renda e consequentemente mais patrimônio. Quando a economia [brasileira] começou a esboçar alguma recuperação, esta parcela da população [mais rica] experimentou um momento favorável”, disse.

Sistema problemático

O estudo calculou que, mundialmente, a riqueza dos bilionários aumentou 13% ao ano em média desde 2010, seis vezes mais do que os aumentos dos salários pagos aos trabalhadores (2% ao ano).
Para a organização não governamental, o crescimento sem precedentes do número de bilionários não é um sinal de uma economia próspera, mas um sintoma de um sistema extremamente problemático, já que mais de metade da população mundial tem um rendimento diário de entre 2 e 10 dólares.

“O boom de bilionários não é um sinal de uma economia próspera, mas um sintoma de um sistema econômico falido”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva da Oxfam International. “As pessoas que fazem nossas roupas, montam nossos celulares e cultivam nossos alimentos estão sendo exploradas para garantir uma oferta constante de bens baratos e aumentar os lucros das empresas e dos investidores bilionários.”

“Enquanto o 1% mais rico ficou com 27% do crescimento do rendimento global entre 1980 e 2016, a metade mais pobre do mundo ficou com 13%”, continua o relatório. “Mantendo o mesmo nível de desigualdade, a economia global precisaria ser 175 vezes maior para permitir que todos passassem a ganhar mais de 5 dólares por dia”, concluiu a análise.

Críticas à Oxfam

Como nos anos anteriores, o estudo de Oxfam foi criticado como oferecendo uma análise simplista da desigualdade de riqueza, focalizando a riqueza líquida e não a riqueza bruta, o que exclui a dívida.
Os críticos disseram que, embora as reivindicações da instituição de ajuda humanitária ocupem as manchetes, elas ignoram como os níveis globais de pobreza caíram de 75% em 1929 para 10% em 2015.

“O erro de Oxfam é ver a riqueza como um bolo fixo”, disse Sam Dumitriu, diretor de pesquisa do Instituto Adam Smith, “think tank” neoliberal londrino.

“Mais riqueza para [Mark] Zuckerberg e [Jeff] Bezos não significa menos riqueza para você ou para mim. Na verdade, é o contrário: num mercado livre, os indivíduos só podem acumular riqueza preenchendo os desejos e as necessidades dos outros. O trabalho e o comércio realmente recompensam todos os envolvidos”, opinou Dumitriu.

Dumitrui disse ainda que seria mais importante reduzir a pobreza do que a desigualdade e apontou a rejeição de mercados livres nos últimos anos na Venezuela sob Hugo Chávez e Nicolás Maduro como um movimento que forçou mais de 80% da população a entrar na pobreza, apesar de o país sul-americano ter as maiores reservas de petróleo comprovadas do mundo.

No entanto, o economista Gabriel Zucman, membro do comitê executivo do Relatório Mundial de Desigualdades, um estudo separado publicado no mês passado pela Escola de Economia de Paris, insistiu que o futuro da pobreza depende do que acontece com a “desigualdade dentro do país”.

“Se todos os países acompanharem a trajetória de desigualdade que os EUA seguiram desde 1980, teremos dificuldade em aliviar a pobreza global. Para reduzir a pobreza, o crescimento precisa ser distribuído de forma equitativa”, disse Zucman à Deustche Welle.

O Relatório Mundial de Desigualdade revelou que os 50% dos assalariados mais pobres dos EUA viram o crescimento da riqueza zerar ao longo dos últimos 37 anos, os 90% mais pobres tiveram um crescimento muito limitado, enquanto os ganhos dos 1% mais ricos triplicaram.

Desigualdade de gênero

Em seu estudo, a Oxfam revelou ainda que, globalmente, as mulheres estão nas formas de trabalho menos bem remuneradas e menos seguras e, de forma consistente, ganhando menos do que os homens.
A Oxfam exorta os governos a se comprometerem a reorganizar o sistema econômico para trabalhar pela humanidade como um todo, em vez de uma pequena elite, apontando como, atualmente, 42 pessoas possuem a mesma riqueza que as 3,7 bilhões mais pobres no mundo.

O lançamento do relatório internacional da Oxfam é feito na véspera do Fórum Econômico Mundial, que junta os principais líderes políticos e empresariais do mundo na cidade de Davos, na Suíça, entre 23 e 26 de janeiro. (Com agências internacionais) 

 

Fonte: Redação Ucho.Info

 
 

Pesquisa de preços em livrarias de material escolar realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP), em João Pessoa, encontrou uma diferença de até 525% nos preços de alguns produtos. Por conta disto, o secretário da pasta, Helton Renê, alerta ao consumidor fazer um orçamento em mais de um estabelecimento.


A maior variação encontrada pelos fiscais do Procon-JP foi a do apontador simples Molin, cujo preço variou em 525%, custando entre R$ 0,40 e R$ 2,50, uma diferença de R$ 2,10. Item indispensável na lista de material escolar, o caderno apresentou preços variados, custando de R$ 30, um modelo capa dura de 240 folhas e 12 matérias (marca Tilibra) até R$ 14,90 e o mesmo produto foi ainda encontrado ao preço de R$ 44,90.

O secretário Helton Renê explica que esta pesquisa, se comparada com a anterior, realizada no início de dezembro, mostra que os preços sofrerem elevação e que a diferença de valores para o mesmo produto é muito significativa. “Em um momento de muitos gastos como ocorrem nos meses de dezembro e janeiro, é importante economizar cada centavo que se puder. A nossa pesquisa mostra ao consumidor onde comprar mais barato o material de sua preferência”, lembrou o secretário.

Outras diferenças de destaque ficaram com o caderno capa dura 200 folhas 10 matérias Tilibra, R$ 22,00, com preços entre R$ 12,90 (Paperblue - Centro) e R$ 34,90 (Atacadão dos Presentes - Centro); caneta hidrográfica conjunto com 12 Tris, R$ 21,75, com preços entre R$ 5,00 (Papel Mais - Mangabeira) e R$ 26,75 (Arco-Iris - Centro); caderno capa dura 240 folhas 12 mat. Jandaia, R$ 20,10, com preços entre R$ 19,80 (Arco-Iris - Centro) e R$ 39,90 (Atacadão dos Presentes - Centro).

Mais variações - A pesquisas registrou outras grandes variações, a exemplo da unidade da régua escolar Cristal de 30cm Maped, 459%, com preços entre R$ 1,25 (Arco-Iris - Centro) e R$ 6,99 (Atacadão dos Presentes - Centro); e da caneta esferográfica azul ponta fina, 441%, com preços entre R$ 1,20 (Paper Blue - Centro) e R$ 6,50 (Livraria Nordeste - Centro).

A pesquisa de preços do Procon-JP foi realizada entre os dias 8 e 15 de janeiro em sete estabelecimentos da Capital, levantando valores de 111 itens da lista escolar. O levantamento completo está disponível no link:  http://midi.as/MaterialEscolar2018 .

Transferência de recursos do Governo Federal para a Paraíba teve redução no exercício de 2017 (Foto: Reprodução/Portal da Transparência )

Transferência de recursos do Governo Federal para a Paraíba teve redução no exercício de 2017 

A transferência de recursos federais para o Governo da Paraíba no exercício de 2017 teve uma redução de R$ 820.230.477,13 milhões. Dados do Portal da Transparência mostram que em 2016 foram transferidos para o Estado R$ 4.542.394.284,96 bilhões, se comparado com montante repassado no ano passado de R$ 3.722.163.807,83 bilhões, a redução no repasse federal é de 18%.

Os valores repassados pelo Governo Federal para os municípios também diminuiu de R$ 6.641.631.102,34 bilhões em 2016 para R$ 5.733.458.872,38 bilhões em 2017, uma redução percentual de 14%. Os valores repassados para as duas maiores cidades paraibanas, João Pessoa e Campina Grande, também foram reduzidos.

O detalhamento dos valores podem ser conferidos por ação governamental, por municípios e ano de exercício no Portal da Transparência do Governo Federal.

Repasse de recursos do Governo Federal para a Paraíba

2016 Valor do repasse 2017 Valor do repasse
Para o Governo do Estado R$ 4.542.394.284,96 Para o Governo do Estado R$ 3.722.163.807,83
Para os municípios R$ 6.641.631.102,34 Para os municípios R$ 5.733.458.872,38
Total de recursos enviados R$ 11.184.025.387,30 Total de recursos enviados R$ 9.455.622.680,21
Para João Pessoa R$ 959.716.186,56 Para João Pessoa R$ 828.993.419,89
Para Campina Grande R$ 422.207.847,88 Para Campina Grande R$ 371.706.252,05

Fonte: G1

É a primeira vez que o índice anual registra deflação de alimentos desde a implantação do Plano Real.

O Brasil fechou 2017 com a menor inflação em duas décadas: 2,95%, segundo os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira. Um dado impressionante é que foram concedidos 115 reajustes nos preços da gasolina, acumulando um total de 25,49% de aumento, de 3 de julho até 28 de dezembro (fim da coleta do IPCA de dezembro).

Desde julho do ano passado, a petroleira optou por realizar ajustes mais frequentes nos preços da gasolina, para acompanhar a variação do preço do petróleo no mercado externo. Também em julho , o governo anunciou o reajuste na alíquota de PIS/Cofins dos combustíveis. Na gasolina, a alíquota passou de R$ 0,3816 para R$ 0,7925 por litro.

Alimentos

Após alta de 8,62% em 2016, os preços de alimentos tiveram deflação de 1,87% no ano passado, o que foi fundamental para que a inflação ficasse abaixo dos 3%. É a primeira vez que o índice anual registra deflação de alimentos desde a implantação do Plano Real. Os preços de alimentos para consumo em casa caíram 4,85%, enquanto a alimentação consumida fora de casa avançou 3,83%.

O IBGE destacou o efeito da chamada safra recorde sobre os preços. Em 2017, a produção agrícola cresceu cerca de 30%. Com maior oferta dos produtos, os preços despencaram. O grupo responde por aproximadamente 25% do orçamento das famílias brasileiras.

Na prática, os alimentos reverteram as altas de preços de 2016. O feijão carioca, por exemplo, que havia ficado 46,39% naquele ano, recuou 46,06% em 2017. Já o açúcar cristal, que tinha subido 25,3%, registrou deflação de 22,32%. Nem todos os produtos eliminaram completamente o avanço de preços de dois anos atrás. O feijão-preto, por exemplo, o mais consumido no Rio, havia subido 78,05% em 2016, e caiu 36,09% em 2017. Essa diferença pode fazer o carioca ainda sentir no bolso o peso do produto na hora de fazer as compras.

Fonte: Extra.globo

 

Brasília - Postos de combustíveis ajustam os preços e repassam para o consumidor o aumento da alíquota do PIS e Cofins pelo litro da gasolina(Marcelo Camargo/Agência Brasil)
As variações de preço fazem parte do modelo de reajustes frequentes praticados pela PetrobrasMarcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil

O preço da gasolina comercializada nas refinarias terá uma redução de 0,1% nesta quarta-feira (3), de acordo com informação divulgada pela Petrobras. O diesel, por sua vez, terá um aumento de 0,6%. É a primeira variação de preço dos dois combustíveis em 2018. A última oscilação ocorreu no sábado (30 de dezembro), quando a gasolina aumentou 1,9% e o diesel 0,4%.

As variações de preço fazem parte do modelo de reajustes frequentes praticados pela Petrobras, “em busca de convergência no curto prazo com a paridade do mercado internacional”, segundo a estatal.

“Analisamos nossa participação no mercado interno e avaliamos frequentemente se haverá manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias. Sendo assim, os ajustes nos preços podem ser realizados a qualquer momento, inclusive diariamente”, acrescenta a empresa.

O preço final ao consumidor, nas bombas, dependerá de cada empresa revendedora e dos próprios postos de combustíveis. O histórico das últimas variações praticadas pela Petrobras está disponível na página da estatal na internet.

Fonte: Agência Brasil

Foto de Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil

Edição: Lidia Neves

O deputado recordista em gastos foi Rômulo Gouveia (PSD) que apresentou despesas na ordem de R$ 522.769,71. Em segundo lugar, aparece  o deputado Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), com R$ 508.776,31.  Os gastos foram para pagamento de divulgação de atividades dos parlamentares.

A palavra ‘economia’ passou longe da bancada federal da Paraíba ao longo de 2017. De acordo com o Portal da Transparência da Câmara dos Deputados, os parlamentares gastaram R$ 5.100.390,09 este ano da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap), o que corresponde a um gasto mensal de R$ 425.032,50.

Dos doze deputados federais, o recordista em gastos foi Rômulo Gouveia (PSD) que apresentou despesas na ordem de R$ 522.769,71. Em segundo lugar, quem aparece é o deputado Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), com R$ 508.776,31. O deputado Pedro Cunha Lima (PSDB) foi o mais econômico e gastou ao longo do ano R$ 268.948,82.

Dos mais de R$ 5,1 milhões gastos pela bancada federal, R$ 2.327.053,65 foram destinados para o pagamento de divulgação de atividades parlamentares. Para a manutenção de escritórios de apoio à atividade parlamentar, os paraibanos apresentaram gastos na ordem de R$ 212.949,17. Já para trabalhos de consultoria, eles gastaramR$ 257.134,20.

A cota parlamentar varia de acordo com cada estado. Para a Paraíba, os deputados podem gastar até R$ 42.032,56 mensais o que corresponde a um valor anual de R$ 504.390,72. Somando os 12 parlamentares da bancada federal paraibana, o limite de gastos anual da cota parlamentar é de R$ 6.052.688,64.

Entre as despesas que podem ser indenizadas com a Ceap estão passagens aéreas, telefonia, despesas com locomoção (locação ou fretamento de aeronaves, veículos automotores e embarcações), contratação de consultorias e trabalhos técnicos e divulgação do exercício parlamentar.

Veja quanto cada parlamentar gastou da cota parlamentar em 2017:

* Aguinaldo Ribeiro R$ 419.758,00

* André Amaral R$ 465.940,02

* Benjamin Maranhão R$ 475.021,57

* Damião Feliciano R$ 368.637,21

* Efraim Filho R$ 434.270,35

* Hugo Motta R$ 375.540,33

* Luiz Couto R$ 391.771,13

* Pedro Cunha Lima R$ 268.948,82

* Rômulo Gouveia R$ 522.769,71

* Veneziano Vital do Rêgo R$ 508.776,31

* Wellington Roberto R$ 418.336,16

* Wilson Filho R$ 450.620,48

Total R$ 5.100.390,09

Fonte: Vanderlanfarias

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JR Esquadrias