Econômia (109)

 

Com as estradas interditadas, trânsito parado na manhã e tarde desta quarta-feira de muitos protestos em varios trechos das rodovias federais que cortam toda a Paraíba. Com o terceiro dia de protestos dos caminhoneiros contra os aumentos abusivos de combustíveis gerou transtornos a população, motoristas e pedestres que provocaram uma correria desenfreada aos postos para abastecimento de veículos, que até as 19 horas ja chega a 90% dos postos sem combustiveis..

O etanol acabou rápido em muitos deles. Em outros, filas quilométricas se formaram, onde motoristas buscavam aproveitar o restante da gasolina ainda armazenada.

As empresas de transportes coletivos reduziram em 30% o número de veículos nas linhas, causando longa espera aos passageiros nas paradas de ônibus. Motoristas de alternativos e até de UBER aderiram ao movimento dos caminhoneiros. A população está apreensiva com a falta  de produtos nas feiras livres e nos supermercados.                                                                                                                                                                                                          Petrobras reduz preços de gasolina e diesel                                                                                                                                                                                    A Petrobras anunciou na tarde de hoje (23), pelo segundo dia consecutivo, redução nos preços da gasolina e do diesel em suas refinarias.                                                                                                                                                           A partir de amanhã (24),o preço da gasolina cairá 0,62% e custará R$ 2,0306 o litro. O preço do diesel terá redução de 1,15% e passará a custar R$ 2,3083 o litro de acordo com a estatal.                                                                                                                                                                                                     Em dois dias, as quedas acumuladas chegam a 2,69% para a gasolina e a 2,67% para o diesel. Apesar disso, a gasolina acumula altas de 12,95%, em maio, e de 16,76% em um mês. O diesel soma aumentos de 9,34%, em maio, e de 15,16% em um mês.                                                                                                                                                                                                                           Os altos valores no preço do combustível é o principal motivo para as manifestações nacional dos caminhoneiros, que começaram na noite do último domingo (20).                                                                                                                                                                                                                              O que esperar para o dia de amanhã! será que a população vai mais uma vez arcar com os prejuízos oriundo de politicos incompetente e corruptos?

O documento, inédito entre bancos brasileiros, contém informações sobre projetos de energia eólica apoiados com US$ 1 bilhão

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou hoje (2), no Rio de Janeiro, o seu primeiro Relatório Anual Green Bond – os chamados títulos verdes.

O documento, inédito entre bancos brasileiros, contém informações sobre projetos de energia eólica apoiados com US$ 1 bilhão, verba captada pelo BNDES no mercado internacional em 2017 e destinada a financiar projetos ambientalmente sustentáveis.

Segundo informações do banco, a captação em títulos verdes (green bonds) foi concluída em maio do ano passado no mercado internacional, com vencimento previsto para 2024. Trata-se da primeira operação deste tipo realizada por um banco brasileiro.

Com os recursos, foram apoiados oito projetos de geração de energia eólica, distribuídos por seis estados: Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Sul. Juntos, os projetos têm 1.323 megawatss de capacidade instalada, o que representa mais de 420 mil toneladas de CO2 (Dióxido de Carbono) equivalentes que deixarão de ser lançadas anualmente na atmosfera.

Títulos convencionais

Ao detalhar a operação, o BNDES disse que os papéis têm características similares aos títulos convencionais, mas que os recursos obtidos foram destinados exclusivamente a projetos ambientalmente sustentáveis, atestados por uma empresa verificadora especializada na área ambiental. No caso do BNDES, destinam-se a projetos de geração eólica, novos ou já existentes na carteira do banco.

“Os investimentos em parques eólicos, sobretudo na região Nordeste, são um dos destaques do desempenho trimestral do BNDES, divulgado recentemente. Eles ajudaram a impulsionar os desembolsos do segmento de energia elétrica, que atingiram R$ 1,7 bilhão nos primeiros três meses do ano”, diz a nota da instituição.

Presença internacional

A avaliação do BNDES é de que os green bonds ajudam a consolidar a presença internacional do banco e proporcionam uma série de benefícios, como o de reforçar a prioridade dada pela instituição ao tema da sustentabilidade socioambiental, promover a difusão das melhores práticas de gestão socioambiental e incentivar o acesso de outros emissores brasileiros ao mercado de green bonds, além de construir um novo ponto de referência em sua estrutura a termo de taxa de juros internacionais.

 

Fonte : Novo.folhavitoria

 

 Em todo ano de 2017, as contas do governo federal tiveram um déficit primário R$ 110,58 bilhões, ou 1,69% do Produto Interno Bruto (PIB). Foi o quarto ano seguido de rombo nas contas públicas.

                                                                                                                                             As contas do setor público consolidado, que englobam governo federal, estados, municípios e empresas estatais, registraram déficit primário de R$ 25,135 bilhões em março, informou o Banco Central (BC) nesta segunda-feira (30). É o pior resultado para meses de março de toda a série histórica do BC, iniciada em 2001.

Isso significa que a soma das despesas desses entes superou a das receitas com impostos e contribuições em R$ 25,1 bilhões no mês passado. Essa conta, porém, não inclui os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública.

Dividido por áreas, o resultado do mês passado mostra que:

  • o governo federal respondeu por um déficit primário de R$ R$ 25,5 bilhões;
  • os estados e municípios apresentaram um resultado positivo de R$ 552 milhões;
  • as empresas estatais registraram resultado negativo de R$ 156 milhões.

Em todo ano de 2017, as contas do governo federal tiveram um déficit primário R$ 110,58 bilhões, ou 1,69% do Produto Interno Bruto (PIB). Foi o quarto ano seguido de rombo nas contas públicas.

No primeiro trimestre deste ano, porém, as contas do governo apresentaram um superávit primário (receitas maiores do que despesas, sem contar juros da dívida pública) de R$ 4,4 bilhões.

Isso representa melhora em relação ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado um saldo positivo de R$ 2,2 bilhões.

Para 2018, o setor público (governo federal, estados, municípios e estatais) estáautorizado a registrar déficit (despesas maiores que receitas) de até R$ 161,3 bilhões. Esse valor também não inclui os gastos com juros da dívida.

Após despesas com juros

Quando se incorpora na conta o gasto do governo federal com o pagamento dos juros da dívida pública (conhecido no mercado como resultado nominal), o déficit do setor público consolidado sobe para R$ 57,6 bilhões em março. Esse resultado é utilizado para comparação internacional.

Em 12 meses até fevereiro de 2018, o resultado ficou negativo (déficit primário) em R$ 108,4 bilhões, o equivalente 1,64% do PIB.

Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores.

O pagamento de juros nominais somou R$ 32,496 bilhões em fevereiro e R$ 379,538 bilhões em doze meses até fevereiro de 2018 (5,73% do PIB).

Dívidas líquida e bruta

A dívida líquida do setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) subiu de R$ 3,431 trilhões em fevereiro, ou 52% do PIB, para R$ 3,463 trilhões em março deste ano – o equivalente a 52,3% do PIB. Segundo o chefe do departamento de estatísticas do BC, Fernando Rocha, essa é a maior relação entre dívida liquida e PIB desde junho de 2004, quando estava em 52,8%.

A dívida líquida considera os ativos do país como, por exemplo, as reservas internacionais.

No caso da dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional e que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais, o endividamento brasileiro também cresceu: passou de 75,1% do PIB (R$ 4,957 trilhões), em fevereiro, para 75,3% do Produto Interno Bruto (R$ 4,984 trilhões), em março.

 

 

Fonte: Da internet

As contas do setor público consolidado, que englobam governo federal, estados, municípios e empresas estatais, registraram déficit primário de R$ 25,135 bilhões em março, informou o Banco Central (BC) nesta segunda-feira (30). É o pior resultado para meses de março de toda a série histórica do BC, iniciada em 2001.

Isso significa que a soma das despesas desses entes superou a das receitas com impostos e contribuições em R$ 25,1 bilhões no mês passado. Essa conta, porém, não inclui os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública.

Dividido por áreas, o resultado do mês passado mostra que:

  • o governo federal respondeu por um déficit primário de R$ R$ 25,5 bilhões;
  • os estados e municípios apresentaram um resultado positivo de R$ 552 milhões;
  • as empresas estatais registraram resultado negativo de R$ 156 milhões.

Em todo ano de 2017, as contas do governo federal tiveram um déficit primário R$ 110,58 bilhões, ou 1,69% do Produto Interno Bruto (PIB). Foi o quarto ano seguido de rombo nas contas públicas.

No primeiro trimestre deste ano, porém, as contas do governo apresentaram um superávit primário (receitas maiores do que despesas, sem contar juros da dívida pública) de R$ 4,4 bilhões.

Isso representa melhora em relação ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado um saldo positivo de R$ 2,2 bilhões.

Para 2018, o setor público (governo federal, estados, municípios e estatais) estáautorizado a registrar déficit (despesas maiores que receitas) de até R$ 161,3 bilhões. Esse valor também não inclui os gastos com juros da dívida.

Após despesas com juros

Quando se incorpora na conta o gasto do governo federal com o pagamento dos juros da dívida pública (conhecido no mercado como resultado nominal), o déficit do setor público consolidado sobe para R$ 57,6 bilhões em março. Esse resultado é utilizado para comparação internacional.

Em 12 meses até fevereiro de 2018, o resultado ficou negativo (déficit primário) em R$ 108,4 bilhões, o equivalente 1,64% do PIB.

Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores.

O pagamento de juros nominais somou R$ 32,496 bilhões em fevereiro e R$ 379,538 bilhões em doze meses até fevereiro de 2018 (5,73% do PIB).

Dívidas líquida e bruta

A dívida líquida do setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) subiu de R$ 3,431 trilhões em fevereiro, ou 52% do PIB, para R$ 3,463 trilhões em março deste ano – o equivalente a 52,3% do PIB. Segundo o chefe do departamento de estatísticas do BC, Fernando Rocha, essa é a maior relação entre dívida liquida e PIB desde junho de 2004, quando estava em 52,8%.

A dívida líquida considera os ativos do país como, por exemplo, as reservas internacionais.

No caso da dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional e que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais, o endividamento brasileiro também cresceu: passou de 75,1% do PIB (R$ 4,957 trilhões), em fevereiro, para 75,3% do Produto Interno Bruto (R$ 4,984 trilhões), em março.

 

 

Fonte: Da internet

 

De acordo com o Diesse, o salário mínimo “necessário” para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência deveria ser de R$ 3.706,44 em março deste ano.

 
 
O governo propôs um salário mínimo de R$ 1.002 para 2019. O anúncio oficial ocorreu nesta quinta-feira (12), por meio do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano que vem. Atualmente, o mínimo é de R$ 954.
 
Com a proposta, essa será a primeira vez que o valor do salário mínimo, que serve de referência para cerca de 45 milhões de pessoas, ficará acima da marca de R$ 1 mil. A vigência do novo salário é em janeiro do próximo ano, com pagamento em fevereiro.
 
O reajuste do salário mínimo obedece a uma fórmula que leva em consideração o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes e a variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior.
 
Para o mínimo de 2019, portanto, a fórmula determina a soma do resultado do PIB de 2017 (alta de 1%) e o INPC de 2018. Como só será possível saber no início do ano que vem a variação do INPC de 2018, o governo usa uma previsão para propor o aumento.
 
Ao propor um salário mínimo de R$ 1.002 para 2019, o reajuste será de 5,03%, bem acima da correção de 1,81% que foi feita em 2018 – o menor percentual em 24 anos.
 
O governo também já havia informado que aplicaria, em 2019, no reajuste do mínimo maior, por conta de uma compensação pelo reajuste deste ano, que ficou abaixo da inflação medida pelo INPC.
 
Último ano da atual fórmula
A atual fórmula de reajuste do salário mínimo (inflação do ano anterior mais o PIB de dois anos antes) começou a valer em 2012, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff.
 
Em 2015, Dilma encaminhou ao Congresso uma Medida Provisória que foi aprovada e estendeu esse modelo de correção até 2019.
 
Analistas esperam que o novo formato de correção do salário mínimo, de 2020 em diante, seja um dos pontos debatidos na campanha eleitoral para a Presidência da República no ano que vem.
 
Impacto nas contas públicas
O reajuste do salário mínimo tem impacto nos gastos do governo. Isso porque os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aos aposentados não podem ser menores do que um salário mínimo.
 
Com o aumento de R$ 48 no salário mínimo no próximo ano, de R$ 954 para R$ 1.002, os números da área econômica indicam de que haverá um aumento nos gastos públicos de mais de R$ 14 bilhões somente por conta desse reajuste.
 
Na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, enviada ao Congresso no ano passado, o governo informou que cada R$ 1 de aumento no salário mínimo gera um incremento de cerca de R$ 300 milhões ao ano nas despesas do governo.
 
Salário mínimo ‘necessário’
 
Mesmo se confirmada a proposta para o salário mínimo acima de R$ 1 mil para 2019, o valor ainda ficará distante do valor considerado como “necessário”, segundo cálculo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
 
De acordo com o órgão, o salário mínimo “necessário” para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência deveria ser de R$ 3.706,44 em março deste ano. Fonte G1.
 
 
 
Fonte: Pautapb com Fábio Augusto

De acordo com a previsão das instituições financeiras, a Selic encerrará 2018 em 6,25% ao ano e subirá ao longo de 2019, terminando o período em 8% ao ano.

Economistas das principais instituições financeiras em atividade no País reduzira pela nona semana consecutiva a estimativa para a inflação em 2018. A expectativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, passou de 3,57% para 3,54%, de acordo com o Boletim Focus, do Banco Central (BC), elaborado com base em pesquisa sobre os principais indicadores econômicos.

A projeção está mais distante do centro da meta de 4,5%, mas acima do limite inferior de 3%. Para 2019, a estimativa para a inflação caiu, pela segunda semana consecutiva, ao passar de 4,10% para 4,08%, abaixo do centro da meta de 4,25%. A meta tem limite de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Nesse cenário de inflação baixa e economia se recuperando, o mercado financeiro espera que a taxa básica de juro, a Selic, seja reduzida em 0,25 ponto percentual, de 6,50% para 6,25% ao ano, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em maio. O BC tem sinalizado que fará mais uma redução na taxa Selic, em maio, e na reunião seguinte do Copom, em junho, interromperá o ciclo de cortes para analisar o cenário.

 

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

De acordo com a previsão das instituições financeiras, a Selic encerrará 2018 em 6,25% ao ano e subirá ao longo de 2019, terminando o período em 8% ao ano.

A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, deste ano, caiu de 2,89% para 2,84%. Para 2019, a projeção é mantida em 3%, há nove semanas consecutivas. (Com ABr)

 

Fonte: Ucho.Indo

 

Fonte:  Ucho.Info

O levantamento desses preços de combustíveis foi realizado pela Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado da Paraíba (Procon-PB), nos dias 7 e 8 de março

O preço do litro da gasolina comum paga com cartões de crédito ou débito chega a custar R$ 4,149 em João Pessoa. A diferença é de R$ 0,31 centavos para a gasolina comum nessa forma de pagamento. Em outros postos pesquisados na cidade, é possível comprar o litro da gasolina comum por R$ 3,83, em pagamento com cartão. Já o preço do litro da gasolina comum paga à vista é de R$ 3,999, mas ainda pode ser encontrada por R$ 3,829 em outros postos.

O levantamento desses preços de combustíveis foi realizado pela Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado da Paraíba (Procon-PB), nos dias 7 e 8 de março. Foram pesquisados 92 postos de combustíveis na Capital paraibana, entre: álcool, gasolina comum, gasolina aditivada, diesel comum, diesel S10 e o Gás Natural Veicular (GNV).

Gasolina Aditivada


O preço do litro à vista apresentou preços que variam R$ 0,47 centavos, vão de R$ 3,829 até R$ 4,299. A forma de pagamento em cartão também teve diferença de 0,47 centavos, de R$ 3,92 até R$ 4,39.

Álcool

O preço do litro pago à vista ou em cartão teve preços que diferiram R$ 0,46 centavos, de R$ 2,839 até R$ 3,299.

Diesel Comum

O preço do litro pago à vista teve diferença de R$ 0,37 centavos, de R$ 3,019 até R$ 3,39. Já para pagamentos em cartão, o preço oscila R$ 0,43 centavos, de R$ 3,019 até R$ 3,449.

Diesel S10

O preço do litro pago à vista apresentou diferença de R$ 0,68 centavos, de R$ 3,019 até R$ 3,699. No pagamento em cartão, o preço oscila R$ 0,67 centavos, de R$ 3,029 até R$ 3,699.

GNV

O preço do litro pago à vista ou em cartão oscila R$ 0,01 na Capital, entre R$ 2,95 e R$ 2,96.

Preços da gasolina comum na Grande João Pessoa

Bayeux


O preço do litro pago em cartão teve diferença de R$ 0,35 centavos, de R$ 3,849 até R$ 4,20. Já o pagamento à vista oscilou R$ 0,10 centavos, de R$ 3,849 até R$ 3,95.

Cabedelo

O preço do litro pago em cartão teve diferença de R$ 0,21 centavos, de R$ 3,89 até R$ 4,099. Já o pagamento à vista oscilou R$ 0,11 centavos, de R$ 3,89 até R$ 3,999.

Santa Rita

O preço do litro pago à vista apresentou diferença de R$ 0,15 centavos, de R$ 3,797 até R$ 3,949. Já na forma de pagamento cartão, os preços diferiram R$ 0,07 centavos, de R$ 3,879 até R$ 3,949.

Preços da gasolina comum no Sertão paraibano

Cajazeiras (dia 6/3)

O preço do litro da gasolina comum em pagamentos à vista ou cartão diferiram até R$ 0,16 centavos, de R$ 4,028 até R$ 4,19.

Para encontrar os endereços dos estabelecimentos pesquisados, acesse o site ou aplicativo do Portal da Cidadania, do Governo do Estado da Paraíba - Secom-PB.


Fonte : Portal Carlos Magno

Já a menor renda foi registrada no Maranhão: R$ 597, menos da metade da média nacional e um quarto da média do Distrito Federal.

A renda familiar média per capita (por membro da família) no País era de R$ 1.268 em 2017, segundo dados divulgados hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A maior renda foi observada no Distrito Federal: R$ 2.548, o dobro da média nacional

.Já a menor renda foi registrada no Maranhão: R$ 597, menos da metade da média nacional e um quarto da média do Distrito Federal.

Os valores são calculados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e enviados ao Tribunal de Contas da União (TCU). A renda familiar per capita é usada para se estabelecer os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).

A lista com a média dos valores por Estado está no site do IBGE.  P

Portal: www.terra.com 

 

 

 

O número de empregados com carteira de trabalho, 33 milhões, também ficou estável em relação ao trimestre anterior.

A taxa de desemprego ficou em 12,2% no trimestre encerrado em janeiro, quando havia 12,7 milhões de pessoas buscando uma vaga no país. Os dados foram divulgados pelo IBGE na manhã desta quarta-feira, por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Mensal (Pnad). Em relação ao período que serve como base de comparação (agosto a outubro de 2017) a taxa ficou estável (já que também tinha sido de 12,2%). Também caiu em relação a um ano atrás, quando a falta de emprego atingia 12,6% da força de trabalho do país.

O início do ano é uma época em que tradicionalmente há aumento do desemprego por causa da saída dos trabalhadores temporários. A estabilidade é, portanto, um sinal positivo.

O grupo de desocupados também ficou estável em relação ao trimestre comparável anterior (12,7 milhões) e também em relação ao mesmo período do ano passado, quando 12,9 milhões de pessoas estavam sem emprego.

Apesar da queda contínua da taxa ao longo do ano passado, o Brasil encerrou 2017 com 12,3 milhões de trabalhadores em busca de trabalho e a taxa média de desemprego foi de 12,7%, a mais alta desde 2012, início da série de medições do IBGE. Em relação a 2014, quando a taxa média de desocupação atingiu o menor patamar da série da pesquisa, 6,8%, a diferença foi de 5,9 pontos percentuais.

 

A população ocupada foi estimada em 91,7 milhões e ficou estável em relação ao trimestre encerrado em outubro do ano passado. Em relação a um ano antes, houve crescimento desse grupo, de 2,1% ou mais 1,8 milhões de pessoas. O número de empregados com carteira de trabalho, 33 milhões, também ficou estável em relação ao trimestre anterior. No entanto, em relação a um ano antes esse grupo encolheu em 1,7% ou menos 562 mil trabalhadores. O grupo dos sem carteira também ficou estável na comparação com o trimestre anterior, em 11 milhões, mas cresceu na comparação com um ano antes, 5,6% ou mais 581 mil pessoas.

Escrita por Daiane Costa com extra.globo

Volúpia, de acordo com o dicionário da língua portuguesa, significa grande prazer sexual, luxúria e ainda um grande prazer dos sentidos e sensações. Mas na Paraíba Volúpia significa orgulho. É sinônimo de pureza e qualidade de um produto 100% natural que no dia 1º de fevereiro deste ano de 2018 recebeu o prêmio de melhor cachaça branca paraibana e quinta mais bem colocada no Brasil durante o 3º Ranking da Cúpula da Cachaça.


A última etapa da competição, que teve início em setembro do ano passado, foi realizada em Analândia, interior de São Paulo, onde a Volúpia disputou com mais de mil e cem rótulos, todos com registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Depois da primeira fase, 250 marcas foram selecionadas. Na sequência, elas passaram pela avaliação de 48 especialistas em cachaça, responsáveis por eleger os 50 melhores rótulos do país, a cada dois anos.

De pai para filho – Tudo começou no século XIX, mais precisamente no ano de 1817, quando a família Lemos decidiu se instalar na pequena e pacata cidade de Alagoa Grande, localizada na região do Brejo, distante 105 quilômetros de João Pessoa, Capital paraibana, onde fundou o Engenho Lagoa Verde, nascedouro da Cachaça Volúpia.

Desde seus primórdios a família Lemos utiliza um método artesanal de fabricação e de plantação orgânica para garantir a pureza e a qualidade de um produto 100% natural, atravessando várias gerações e sempre buscando resgatar a história, a cultura e a tradição dessa bebida genuinamente brasileira.

Ousadia - Em 1946, quando Otávio Lemos fundou a Volúpia, ele chocou a população com um rótulo bastante ousado e escandaloso para a época. Uma mulher loura, seminua, com os seios à mostra e apenas um véu cobrindo suas partes íntimas ilustrava o rótulo da garrafa.

“A história que meu avô contava é que quando a pessoa bebesse até a metade da garrafa, o véu ia cair. Essa era a promessa que ele fazia para ébrios consumidores da época”, conta Vicente Lemos, neto de Otávio Lemos e atual responsável pelo engenho e pela crescente evolução da Volúpia, ao longo das últimas quase quatro décadas, conseguindo transformar a cachaça paraibana em uma das marcas mais conhecidas e respeitadas do Brasil.

Farmacêutico formado, Vicente Lemos conseguiu transformar o Engenho Lagoa Verde em uma verdadeira fábrica, tecnicamente impecável, com controle de qualidade rígido, que vão desde o plantio até o engarrafamento da bebida. A cana é orgânica e na fermentação ele utilizada uma técnica da própria região, em que a levedura é extraída da própria cana, conferindo à cachaça um aroma típico do brejo. A destilação é feita em alambiques de cobre aquecidos à vapor, o que proporciona maior controle de temperatura e depois armazenada em pipas de freijó de 10 mil litros, onde fica descansando por cerca de um ano, até ser engarrafada em sua versão prata, premiada em diversos rankings do Brasil.

Cinco gerações - Tudo começou com Antônio Lemos, que passou as terras onde é fabricada a cachaça para seu filho Manoel de Lemos, depois veio Otávio Lemos de Vasconselos na sucessão dos negócios que, com sua visão inovadora, criou e idealizou a marca Volúpia, além de lançar no mercado e obter estrondoso sucesso perante o público consumidor.

Seu filho, José Ribamar Lemos continuou as atividades da empresa, e nos dias atuais, a Cachaça Volúpia está sob a direção de Vicente Otávio Lemos.

A Revista Playboy não se notabilizou só pelas belíssimas mulheres, quando ela divulga um ranking de bebidas, também causa o maior frisson. Isto porque é reconhecida pela seriedade e lisura nos seus métodos de seleção e classificação. Em agosto de 2003 ela divulgou um raking classificando as melhores cachaças do país e a Volúpia ficou entre as 5 melhores, tornando-se assim um orgulho para os apreciadores e a única paraibana a fazer sucesso na Playboy sem tirar a roupa.

Pela primeira vez a Volúpia participa do Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverage, realizado pela USP de São Carlos, onde os mais conceituados professores de química e os maiores experts em destilados se unem para analisar as propriedades físico-químicas e sensoriais da cachaça. A Volúpia já recebe de cara Menção Honrosa, pela sua alta qualidade.

O Prêmio Sebrae Revelação Empresarial reconhece iniciativas de gestão inovadoras no Estado. Na última edição, as empresas Bless Cosmetics e Agroindustrial Lagoa Verde Ltda. – produtora da cachaça Volúpia – venceram o concurso. De acordo com Vicente Otavio Neves Lemos, da Agroindustrial Lagoa Verde Ltda, que venceu o prêmio na categoria indústria, a premiação é um estímulo a melhoria empresarial e o reconhecimento dos esforços aplicados na melhoria de um produto de qualidade.

No VI Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverage, os mais conceituados professores de química e os maiores experts em destilados descobriram que a Volúpia é uma cachaça que está sempre se aperfeiçoando e melhorando não só a sua qualidade como produto, mas acima de tudo, contribuindo para fazer da cachaça um produto respeitado no mundo todo. A Paraíba ficou orgulhosa e a Volúpia com a Medalha de Prata.

Na edição de abril/2007 a revista Playboy divulgou um ranking das 20 melhores cachaças, elaborado por grandes especialistas do Brasil. A Volúpia mais uma vez mostrou sua qualidade figurando como a única cachaça descansada numa seleção onde constavam apenas cachaças envelhecidas. Assim a única paraibana a fazer sucesso na Playboy, repetiu a dose em 2007.

No VII Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverage, a Volúpia voltou a reber menção honrosa no III Concurso de Avaliação da Qualidade da Cachaça como resultado das análises química e sensorial. Mais uma vitória para a cachaça que mais eleva o nome da Paraíba e que orgulha a todos, colocando nosso estado em destaque nacional na fabricação de um produto tão nobre.

Na edição de agosto/2009 a revista Playboy divulgou o que ela chamou de ranking definitivo das melhores cachaças, elaborado por grandes especialistas do Brasil e dois degustadores de renome. A Volúpia, além de ter sido a paraibana melhor ranqueada, ficou entre as dez primeiras do país, mostrando ser uma bebida franca, direta e de alta qualidade. Assim ela se tornou definitivamente a única paraibana a fazer sucesso na Playboy, em dose tripla.

A Volúpia mais uma vez orgulha a Paraíba e conquista o primeiro lugar no Ranking das Cachaças Brancas elaborado pela conceituada Revista Veja na sua edição nº 2.152 de fevereiro de 2010. Um Júri formado pelos maiores especialistas no assunto escolheu as melhores e a Volúpia mais uma vez provou ser a mais apreciada e premiada do Brasil.

”A Volúpia está em constante evolução e vem rompendo fronteiras com a produção de um produto ecologicamente correto sem medir esforços para desenvolver sua região, gerar emprego e preservar o meio ambiente. Portanto ao abrir uma bela embalagem de Volúpia, seja Cachaça ou Frutta Frozen, saiba que além de um produto de alta qualidade ali tem também ética, honestidade, compromisso e lealdade”, finaliza com orgulho Vicente Lemos.


 

Levantamento de preços foi realizado no dia 20 de fevereiro em 102 postos em atividade na Capital

Pesquisa comparativa para combustíveis realizada pelo Procon-JP constatou que o menor preço da preço da gasolina manteve elevação em João Pessoa, sendo vendida hoje a R$ 3,879 (Extra – Bairro dos Estados), quando em 1º de fevereiro de 2018 estava em R$ 3,870. O maior preço, R$ 4,149 (Autopel -B Epitácio Pessoa) é o mesmo do início do mês. Veja aqui a pesquisa completa.

O levantamento de preços atual, que foi realizado no  último dia 20 de fevereiro de 2018 em 102 postos em atividade na Capital, constatou que seis postos aumentaram o preço do produto, 26 baixaram e 70 mantiveram o mesmo valor. Para o secretário Helton Renê, os aumentos nas bombas, à primeira vista, estão dentro dos parâmetros de reajuste anunciados pelo Governo Federal.

O titular do Procon-JP adianta que “nossas pesquisas comparativas estão monitorando os preços dos combustíveis não apenas para indicar onde adquirir o produto mais barato, mas, também, para evitar alguma abusividade devido aos sucessivos aumentos aplicados pela Petrobras”.

Etanol

Em relação ao litro do etanol, o menor preço do produto registrou elevação em comparação com a pesquisa anterior, passando de R$ 2,839 para R$ 2,859 (Metrópole – Epitácio Pessoa). O maior preço se manteve em R$ 3,299. Vinte e um postos aumentaram o preço do etanol, oito baixaram e 67 mantiveram.

Diesel S10

O menor preço do litro do óleo diesel S10, segundo a pesquisa atual, está em R$ 3,289 (Expressão – Rui Carneiro), mantendo o mesmo valor que no início de fevereiro, com o maior também permanecendo o mesmo da pesquisa anterior: R$ 3,699. De acordo com esta pesquisa comparativa, nove postos aumentaram o preço do produto, cinco baixaram e 76 mantiveram.

GNV 

Quanto ao Gás Natural Veicular (GNV), dos 12 postos que comercializam o produto em João Pessoa atualmente, todos mantiveram o preço registrado no levantamento anterior: o menor está em R$ 2,950 (Bancários – Bancários) e, o maior, em R$ 2.999 (Posto Z – Cidade Universitária).

Fonte: Portalcorreio

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JR Esquadrias