Econômia (115)

A redução do PIB chinês e americano frente à disputa comercial estão entre os parâmetros que devem levar o Brasil ao cento da disputa.

A ameaça do Presidente Donald Trump de impor tarifas adicionais de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses e as táticas de contra-ataque da China devem fortalecer a relação comercial do Brasil com os dois países. Há cenário ideal para internacionalização de empresas brasileiras para os EUA.

Em 2018 o cenário comercial das duas maiores potências econômicas mundiais – Estados Unidos e China – passa por um momento relevante de mudanças. Muito além da especulação de redução do PIB Chinês e americano frente à disputa comercial, estão os parâmetros que devem levar o Brasil ao centro dessa disputa. É o que avalia o economista Carlo Barbieri, que dirige há mais de 25 anos nos Estados Unidos a Consultoria de investimentos americana, Oxford Group.

“Temos visto uma grande oportunidade comercial para que o Brasil se afirme nestes mercados, principalmente aqui nos Estados Unidos. É possível que neste momento o país ganhe competitividade aos seus produtos e reafirme sua robustez comercial aqui nos EUA. Temos as condições ideais para ocupar o centro dessa disputa e ganhar com ela”, afirma o consultor e economista Carlo Barbieri.

 

O economista ainda pondera que a proximidade geográfica do Brasil com os Estados Unidos, a qualidade dos produtos e a força de trabalho brasileiros são pontos favoráveis que devem conferir ao país a posição central na avaliação comercial americana. “Os Estados Unidos estão fortalecendo laços comerciais neste momento. O Brasil pode e deve aproveitar essa chance para consolidar ainda mais a relação com os EUA”, avalia o economista ponderando que não há melhor momento para investimentos brasileiros nos EUA.

Força internacional
Segundo analisado pela consultoria Oxford Group, do ponto de vista econômico, os EUA tem se tornado o desejo e destino de empresas da maior parte do mundo, por sua segurança jurídica, a forca de sua moeda e a estabilidade de suas instituições: ou seja, a base ideal para internacionalização de empresas. Barbieri afirma que os EUA têm demostrado força internacional e voltou a ser um baluarte mundial ao defenestrar o ISIS do Iraque e impulsionar a desmilitarização da Coreia do Norte.

“O atual governo, do ponto de vista econômico, tem implementado uma profunda desregulamentação, para agilizar a economia e tirar custos desnecessários e retardadores do progresso. Com a confiança do mercado, valorizou a poupança do americano e nos que investem nos EUA. Mais de $7 trilhões foram acrescidos ao valor das inversões nas bolsas de valores. A taxa de crescimento tem sido o dobro da obtida, em média, nos últimos 8 anos”"Carlo Barbieri, economista
Investimentos em alta
Segundo o especialista, os EUA estão atraindo milhares de matrizes de suas empresas de volta para o país e muitos outros empreendedores estão visualizando a possibilidade de instalarem suas bases de operações mundiais a partir do paí norte-americano. Ele destaca duas razões: impostos baixos para as empresas (caíram de 35% para 21%) e a insegurança pessoal, jurídica e institucional, além da precária capacidade de recuperarão econômica do Brasil.

“Há uma mudança do conceito aqui nos Estados Unidos, em que passa a taxação americana a ser territorial e não mundial para as empresas que operam em outros países, o que faz com que, na prática, em especial nos países com tratados tributários, os lucros obtidos em outros países não são taxados ao serem trazidos para os EUA. A transferência das sedes de empresas está sendo galopante”, afirma Barbieri.

 

Fonte: Metropoles

O concurso 2.055 é o primeiro da Mega-Semana de Férias e será sorteado a partir das 20h (horário de Brasília) no Caminhão da Sorte da Caixa que está em Rio Grande (RS).

A Mega-Sena acumula e pode pagar, nesta terça-feira (3), o prêmio de R$ 21 milhões ao apostador que acertar os seis números da sorte. O concurso 2.055 é o primeiro da Mega-Semana de Férias e será sorteado a partir das 20h (horário de Brasília) no Caminhão da Sorte da Caixa que está em Rio Grande (RS).

Caso apenas um ganhador leve o prêmio da Mega-Sena e aplique todo o valor na poupança, receberá aproximadamente R$78 mil em rendimentos mensais. Ou, se preferir, o ganhador pode adquirir 10 apartamentos de luxo, mobiliados, nas melhores localizações do país.

A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) de terça em qualquer lotérica do país. Clientes com acesso ao Internet Banking Caixa podem fazer as apostas pelo computador pessoal, tablet ou smartphone. Para isso, basta ter conta corrente no banco e ser maior de 18 anos. O serviço funciona das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios (terça, quinta e sábado), quando as apostas se encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte.

Da internet

De  acordo com Marconi Marques Frazão, o PMPF do óleo diesel será o menor do Nordeste e o quarto menor do Brasil, enquanto o PMPF do óleo diesel S10 será o segundo menor do Nordeste e o quinto menor do Brasil, a partir de 1º de julho

O Governo da Paraíba aplicou a segunda redução de R$ 0,23 sobre o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF). O Diário Oficial da União publicou na última quarta-feira (27) a nova tabela quinzenal sobre o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), que é resultado da média de preços praticados nos postos de combustíveis do Estado.

De acordo com a tabela do Ato-Cotepe nº 12 do Confaz, o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) do litro do diesel será de R$ 3,23, enquanto o diesel S10 de R$ 3,31. A nova pesquisa registra a aplicação da segunda redução de R$ 0,23 sobre os valores praticados na primeira quinzena de junho. A segunda parcela do preço do óleo diesel entra em vigor a partir do próximo domingo, dia 1º de julho. A pesquisa do Ato-Cotepe do Confaz, publicada a cada 15 dias, é usada como base de cálculo pelos Estados para a cobrança da alíquota de ICMS sobre os combustíveis.




Paraíba fez a sua parte

Para o secretário de Estado da Receita, Marconi Marques Frazão, o PMPF do óleo diesel será o menor do Nordeste e o quarto menor do Brasil, enquanto o PMPF do óleo diesel S10 será o segundo menor do Nordeste e o quinto menor do Brasil, a partir de 1º de julho. ?A tabela do Ato-Cotepe nº 12 do Confaz confirma que a Paraíba fez a sua parte?, afirmou o secretário.

No início de junho, o Governo da Paraíba tomou a iniciativa de garantir a redução dos R$ 0,46 sobre o PMPF, após o Governo federal reduzir o mesmo valor do combustível na refinaria, com o fim da cobrança da Cide sobre o diesel e da redução das alíquotas do PIS e Cofins. A determinação da redução no PMPF da Paraíba, que serve de base de cálculo para a cobrança da alíquota de ICMS, foi feita pelo governador Ricardo Coutinho à Secretaria de Estado da Receita.

O Governo da Paraíba aplicou a primeira redução de R$ 0,23 desde 16 de junho tanto sobre o preço do óleo diesel como também do diesel S10, como havia anunciado. O litro do diesel da tabela havia ficado em R$ 3,46, enquanto o diesel S10 de R$ 3,54. A segunda aplicação nos preços do PMPF do óleo diesel completa a integralidade dos R$ 0,46.

O que é o PMPF?

O Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) é o indicador de preço médio do litro de combustível sobre o qual é aplicada a tributação de ICMS nos Estados. A pesquisa do PMPF, feita a cada 15 dias, reflete o preço médio final praticado nas bombas dos postos de abastecimento de todo o Estado. As duas pesquisas mensais são apuradas pela Secretaria da Receita Estadual e enviadas para a publicação em ato da Comissão Técnica Permanente (Cotepe) do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), nos dias 1º e 16 de cada mês no Estado. 

 

 

Secom-PB
 

 

 

A carga mais movimentada no Porto de Cabedelo é formada por derivados de petróleo (gasolina, diesel e diesel S-10). Até o mês de maio, 27 navios atracaram no berço 101 do terminal paraibano e descarregaram 209.771 toneladas de derivados de petróleo

O Porto de Cabedelo vem registrando crescimento na movimentação mesmo diante do cenário de crise econômica nacional que ainda persiste no país e atinge o setor de infraestrutura e transporte. No ano passado, a movimentação do porto cresceu mais de 11% em relação a 2016. Este ano, o terminal já registra aumento em relação aos primeiros cinco meses do ano tendo movimentado 517.434 toneladas, ou seja, mais de meio milhão de toneladas em produtos movimentados entre importação e exportação.

A carga mais movimentada no Porto de Cabedelo é formada por derivados de petróleo (gasolina, diesel e diesel S-10). Até o mês de maio, 27 navios atracaram no berço 101 do terminal paraibano e descarregaram 209.771 toneladas de derivados de petróleo. O combustível que chega ao Porto é distribuído para abastecer todo o Estado da Paraíba e ainda cidades do interior dos estados vizinhos de Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte.

A segunda carga mais movimentada no Porto este ano foi o coque de petróleo (petcoke) que com 5 navios procedentes dos Estados Unidos desembarcou 141.803 toneladas do produto. O petcoke desembarcado na Paraíba é usado nas fabricas de cimento do Estado e parte tem como destino final do Estado do Pará.

Nove navios graneleiros desembarcaram até o mês de maio no Porto de Cabedelo descarregando 109.526 toneladas de trigo.

Também descarregaram 13.450 toneladas de malte, produto usado na fabricação de cervejas do Estado, e 8.014 de bentonita.

O Porto de Cabedelo também exportou nos primeiros cinco meses do ano 34.870 de outros produtos, sendo 30.037 de ilmenita e 4.833 de granito.

A presidente da Companhia Docas da Paraíba, Gilmara Temóteo, acredita que mesmo diante do prolongamento da crise econômica que ainda atinge o país, o Porto de Cabedelo deve manter a tendência de crescimento na movimentação para este ano. Ela destaca que investimentos estão sendo feitos para atrair novas operações e garantir a continuidade e aumento das que já são executadas.

Fonte: Secom /PB

Projeção feita pelo governo em abril era salário mínimo de R$ 1.002,00; com nova estimativa sobre alta dos preços, salário deve ficar em R$ 998,00

O salário mínimo de 2019 pode ser menor que o previsto inicialmente pelo governo no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano (PLDO 2019). Segundo nota técnica das consultorias de Orçamento, Fiscalização e Controle (Conorf) e de Orçamento e Fiscalização Financeira (Conof) da Câmara dos Deputados, com uma previsão menor para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o salário mínimo de 2019 deve passar para R$ 998,00. Atualmente, o valor do mínimo é de R$ 954,00.

O cálculo do salário mínimo é definido em lei

 
O cálculo do salário mínimo é definido em lei
Foto: Agência Brasil

Quando enviou o PLDO 2019 em 12 de abril, o governo previu um salário mínimo de R$ 1.002,00 para o próximo ano. Mas essa conta levava em consideração um INPC de 3,8% para 2018 mais um PIB de 1% de 2017. Lembrando que, desde 2012, a fórmula para a correção do salário mínimo prevê a aplicação da soma da variação do INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB de dois anos antes.                                                                                                                                                                                                         Essa estimativa para o INPC foi revista para 3,3%, o que justifica a queda no valor do mínimo. Segundo a nota técnica das consultorias da Câmara, o impacto líquido desse reajuste nas contas da União é estimado em R$ 13,4 bilhões para ano que vem. O impacto estimado anteriormente com o reajuste para R$ 1.002,00 era de R$ 16,8 bilhões.

Fonte: portal Terra

No Rio de janeiro a população já sente a reação no seu bolço onde o quilo da batata, por exemplo, passou de R$ 2,79 para R$ 11  O molho de coentro passou de R$ 1,69 para R$ 5. o abacaxi, que custava R$ 6,99, está à venda por R$ 14. o tomate, que custava de R$ 5, 99 a R$ 6,99 (o quilo), de acordo com o tipo, agora tem preço único: R$ 14,99.

Os consumidores que procuram os hortifrutis no Rio na manhã nesta sexta-feira voltam a encontrar prateleiras vazias e preços exorbitantes. Por causa da baixa oferta, em função da greve dos caminhoneiros, os valores estão sendo atualizados o tempo todo. Alguns clientes se sentem como nos tempos da inflação fora de controle.

Em um hortifruti no Flamengo, na Zona Sul do Rio, o caminhão chegou praticamente vazio. Apenas pequenas quantidades foram entregues. No interior da loja, uma funcionária circula com uma lista com os preços atualizados para informar aos clientes, já que as mercadorias estão sendo reajustadas pela gerência.

O quilo da batata, por exemplo, passou de R$ 2,79 para R$ 11. A cliente Paula Lockmann desistiu de levar o pimentão verde, à venda por R$ 12,99.

— Está parecendo o tempo da hiperinflação, em que os funcionários ficavam com as maquininhas reajustando os preços. Estão aumentando tanto que não colocaram nem as plaquinhas com os valores atuais.

Para driblar os aumentos, o jeito foi mudar o cardápio:

— Não dá para pagar R$ 13 pelo pimentão. Vou aproveitar que está frio para fazer sopa de abóbora — disse a empresária, de 40 anos.

Em outras prateleiras, mais absurdos. O molho de coentro passou de R$ 1,69 para R$ 5. O abacaxi, que custava R$ 6,99, está à venda por R$ 14. O tomate, que custava de R$ 5, 99 a R$ 6,99 (o quilo), de acordo com o tipo, agora tem preço único: R$ 14,99.

A professora Edna Coelho, de 69 anos, voltou para casa sem encontrar alface e cenoura, mas comprou outras mercadorias no hortifruti:

— O pior é que a mercadoria disponível está ruim, porque não estão repondo como antes. Espero que isso se normalize logo.

De acordo com o gerente de outro hortifruti no Flamengo, a previsão é que as entregas se normalizem até este sábado. No interior da loja, os clientes não encontram mais cenouras, cebolas ou verduras.

Consumidores também perceberam a ausência de carnes e lacticínios nos pequenos negócios da região. Mas, na manhã desta sexta-feira, alguns caminhões já são vistos entregando as encomendas a hortifrutis e mercados pequenos da Zona Sul.

 

Com as estradas interditadas, trânsito parado na manhã e tarde desta quarta-feira de muitos protestos em varios trechos das rodovias federais que cortam toda a Paraíba. Com o terceiro dia de protestos dos caminhoneiros contra os aumentos abusivos de combustíveis gerou transtornos a população, motoristas e pedestres que provocaram uma correria desenfreada aos postos para abastecimento de veículos, que até as 19 horas ja chega a 90% dos postos sem combustiveis..

O etanol acabou rápido em muitos deles. Em outros, filas quilométricas se formaram, onde motoristas buscavam aproveitar o restante da gasolina ainda armazenada.

As empresas de transportes coletivos reduziram em 30% o número de veículos nas linhas, causando longa espera aos passageiros nas paradas de ônibus. Motoristas de alternativos e até de UBER aderiram ao movimento dos caminhoneiros. A população está apreensiva com a falta  de produtos nas feiras livres e nos supermercados.                                                                                                                                                                                                          Petrobras reduz preços de gasolina e diesel                                                                                                                                                                                    A Petrobras anunciou na tarde de hoje (23), pelo segundo dia consecutivo, redução nos preços da gasolina e do diesel em suas refinarias.                                                                                                                                                           A partir de amanhã (24),o preço da gasolina cairá 0,62% e custará R$ 2,0306 o litro. O preço do diesel terá redução de 1,15% e passará a custar R$ 2,3083 o litro de acordo com a estatal.                                                                                                                                                                                                     Em dois dias, as quedas acumuladas chegam a 2,69% para a gasolina e a 2,67% para o diesel. Apesar disso, a gasolina acumula altas de 12,95%, em maio, e de 16,76% em um mês. O diesel soma aumentos de 9,34%, em maio, e de 15,16% em um mês.                                                                                                                                                                                                                           Os altos valores no preço do combustível é o principal motivo para as manifestações nacional dos caminhoneiros, que começaram na noite do último domingo (20).                                                                                                                                                                                                                              O que esperar para o dia de amanhã! será que a população vai mais uma vez arcar com os prejuízos oriundo de politicos incompetente e corruptos?

O documento, inédito entre bancos brasileiros, contém informações sobre projetos de energia eólica apoiados com US$ 1 bilhão

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou hoje (2), no Rio de Janeiro, o seu primeiro Relatório Anual Green Bond – os chamados títulos verdes.

O documento, inédito entre bancos brasileiros, contém informações sobre projetos de energia eólica apoiados com US$ 1 bilhão, verba captada pelo BNDES no mercado internacional em 2017 e destinada a financiar projetos ambientalmente sustentáveis.

Segundo informações do banco, a captação em títulos verdes (green bonds) foi concluída em maio do ano passado no mercado internacional, com vencimento previsto para 2024. Trata-se da primeira operação deste tipo realizada por um banco brasileiro.

Com os recursos, foram apoiados oito projetos de geração de energia eólica, distribuídos por seis estados: Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Sul. Juntos, os projetos têm 1.323 megawatss de capacidade instalada, o que representa mais de 420 mil toneladas de CO2 (Dióxido de Carbono) equivalentes que deixarão de ser lançadas anualmente na atmosfera.

Títulos convencionais

Ao detalhar a operação, o BNDES disse que os papéis têm características similares aos títulos convencionais, mas que os recursos obtidos foram destinados exclusivamente a projetos ambientalmente sustentáveis, atestados por uma empresa verificadora especializada na área ambiental. No caso do BNDES, destinam-se a projetos de geração eólica, novos ou já existentes na carteira do banco.

“Os investimentos em parques eólicos, sobretudo na região Nordeste, são um dos destaques do desempenho trimestral do BNDES, divulgado recentemente. Eles ajudaram a impulsionar os desembolsos do segmento de energia elétrica, que atingiram R$ 1,7 bilhão nos primeiros três meses do ano”, diz a nota da instituição.

Presença internacional

A avaliação do BNDES é de que os green bonds ajudam a consolidar a presença internacional do banco e proporcionam uma série de benefícios, como o de reforçar a prioridade dada pela instituição ao tema da sustentabilidade socioambiental, promover a difusão das melhores práticas de gestão socioambiental e incentivar o acesso de outros emissores brasileiros ao mercado de green bonds, além de construir um novo ponto de referência em sua estrutura a termo de taxa de juros internacionais.

 

Fonte : Novo.folhavitoria

 

 Em todo ano de 2017, as contas do governo federal tiveram um déficit primário R$ 110,58 bilhões, ou 1,69% do Produto Interno Bruto (PIB). Foi o quarto ano seguido de rombo nas contas públicas.

                                                                                                                                             As contas do setor público consolidado, que englobam governo federal, estados, municípios e empresas estatais, registraram déficit primário de R$ 25,135 bilhões em março, informou o Banco Central (BC) nesta segunda-feira (30). É o pior resultado para meses de março de toda a série histórica do BC, iniciada em 2001.

Isso significa que a soma das despesas desses entes superou a das receitas com impostos e contribuições em R$ 25,1 bilhões no mês passado. Essa conta, porém, não inclui os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública.

Dividido por áreas, o resultado do mês passado mostra que:

  • o governo federal respondeu por um déficit primário de R$ R$ 25,5 bilhões;
  • os estados e municípios apresentaram um resultado positivo de R$ 552 milhões;
  • as empresas estatais registraram resultado negativo de R$ 156 milhões.

Em todo ano de 2017, as contas do governo federal tiveram um déficit primário R$ 110,58 bilhões, ou 1,69% do Produto Interno Bruto (PIB). Foi o quarto ano seguido de rombo nas contas públicas.

No primeiro trimestre deste ano, porém, as contas do governo apresentaram um superávit primário (receitas maiores do que despesas, sem contar juros da dívida pública) de R$ 4,4 bilhões.

Isso representa melhora em relação ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado um saldo positivo de R$ 2,2 bilhões.

Para 2018, o setor público (governo federal, estados, municípios e estatais) estáautorizado a registrar déficit (despesas maiores que receitas) de até R$ 161,3 bilhões. Esse valor também não inclui os gastos com juros da dívida.

Após despesas com juros

Quando se incorpora na conta o gasto do governo federal com o pagamento dos juros da dívida pública (conhecido no mercado como resultado nominal), o déficit do setor público consolidado sobe para R$ 57,6 bilhões em março. Esse resultado é utilizado para comparação internacional.

Em 12 meses até fevereiro de 2018, o resultado ficou negativo (déficit primário) em R$ 108,4 bilhões, o equivalente 1,64% do PIB.

Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores.

O pagamento de juros nominais somou R$ 32,496 bilhões em fevereiro e R$ 379,538 bilhões em doze meses até fevereiro de 2018 (5,73% do PIB).

Dívidas líquida e bruta

A dívida líquida do setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) subiu de R$ 3,431 trilhões em fevereiro, ou 52% do PIB, para R$ 3,463 trilhões em março deste ano – o equivalente a 52,3% do PIB. Segundo o chefe do departamento de estatísticas do BC, Fernando Rocha, essa é a maior relação entre dívida liquida e PIB desde junho de 2004, quando estava em 52,8%.

A dívida líquida considera os ativos do país como, por exemplo, as reservas internacionais.

No caso da dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional e que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais, o endividamento brasileiro também cresceu: passou de 75,1% do PIB (R$ 4,957 trilhões), em fevereiro, para 75,3% do Produto Interno Bruto (R$ 4,984 trilhões), em março.

 

 

Fonte: Da internet

As contas do setor público consolidado, que englobam governo federal, estados, municípios e empresas estatais, registraram déficit primário de R$ 25,135 bilhões em março, informou o Banco Central (BC) nesta segunda-feira (30). É o pior resultado para meses de março de toda a série histórica do BC, iniciada em 2001.

Isso significa que a soma das despesas desses entes superou a das receitas com impostos e contribuições em R$ 25,1 bilhões no mês passado. Essa conta, porém, não inclui os gastos com o pagamento dos juros da dívida pública.

Dividido por áreas, o resultado do mês passado mostra que:

  • o governo federal respondeu por um déficit primário de R$ R$ 25,5 bilhões;
  • os estados e municípios apresentaram um resultado positivo de R$ 552 milhões;
  • as empresas estatais registraram resultado negativo de R$ 156 milhões.

Em todo ano de 2017, as contas do governo federal tiveram um déficit primário R$ 110,58 bilhões, ou 1,69% do Produto Interno Bruto (PIB). Foi o quarto ano seguido de rombo nas contas públicas.

No primeiro trimestre deste ano, porém, as contas do governo apresentaram um superávit primário (receitas maiores do que despesas, sem contar juros da dívida pública) de R$ 4,4 bilhões.

Isso representa melhora em relação ao mesmo período do ano passado, quando foi registrado um saldo positivo de R$ 2,2 bilhões.

Para 2018, o setor público (governo federal, estados, municípios e estatais) estáautorizado a registrar déficit (despesas maiores que receitas) de até R$ 161,3 bilhões. Esse valor também não inclui os gastos com juros da dívida.

Após despesas com juros

Quando se incorpora na conta o gasto do governo federal com o pagamento dos juros da dívida pública (conhecido no mercado como resultado nominal), o déficit do setor público consolidado sobe para R$ 57,6 bilhões em março. Esse resultado é utilizado para comparação internacional.

Em 12 meses até fevereiro de 2018, o resultado ficou negativo (déficit primário) em R$ 108,4 bilhões, o equivalente 1,64% do PIB.

Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores.

O pagamento de juros nominais somou R$ 32,496 bilhões em fevereiro e R$ 379,538 bilhões em doze meses até fevereiro de 2018 (5,73% do PIB).

Dívidas líquida e bruta

A dívida líquida do setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais) subiu de R$ 3,431 trilhões em fevereiro, ou 52% do PIB, para R$ 3,463 trilhões em março deste ano – o equivalente a 52,3% do PIB. Segundo o chefe do departamento de estatísticas do BC, Fernando Rocha, essa é a maior relação entre dívida liquida e PIB desde junho de 2004, quando estava em 52,8%.

A dívida líquida considera os ativos do país como, por exemplo, as reservas internacionais.

No caso da dívida bruta do setor público, uma das principais formas de comparação internacional e que não considera os ativos dos países, como as reservas cambiais, o endividamento brasileiro também cresceu: passou de 75,1% do PIB (R$ 4,957 trilhões), em fevereiro, para 75,3% do Produto Interno Bruto (R$ 4,984 trilhões), em março.

 

 

Fonte: Da internet

 

De acordo com o Diesse, o salário mínimo “necessário” para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência deveria ser de R$ 3.706,44 em março deste ano.

 
 
O governo propôs um salário mínimo de R$ 1.002 para 2019. O anúncio oficial ocorreu nesta quinta-feira (12), por meio do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano que vem. Atualmente, o mínimo é de R$ 954.
 
Com a proposta, essa será a primeira vez que o valor do salário mínimo, que serve de referência para cerca de 45 milhões de pessoas, ficará acima da marca de R$ 1 mil. A vigência do novo salário é em janeiro do próximo ano, com pagamento em fevereiro.
 
O reajuste do salário mínimo obedece a uma fórmula que leva em consideração o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes e a variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior.
 
Para o mínimo de 2019, portanto, a fórmula determina a soma do resultado do PIB de 2017 (alta de 1%) e o INPC de 2018. Como só será possível saber no início do ano que vem a variação do INPC de 2018, o governo usa uma previsão para propor o aumento.
 
Ao propor um salário mínimo de R$ 1.002 para 2019, o reajuste será de 5,03%, bem acima da correção de 1,81% que foi feita em 2018 – o menor percentual em 24 anos.
 
O governo também já havia informado que aplicaria, em 2019, no reajuste do mínimo maior, por conta de uma compensação pelo reajuste deste ano, que ficou abaixo da inflação medida pelo INPC.
 
Último ano da atual fórmula
A atual fórmula de reajuste do salário mínimo (inflação do ano anterior mais o PIB de dois anos antes) começou a valer em 2012, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff.
 
Em 2015, Dilma encaminhou ao Congresso uma Medida Provisória que foi aprovada e estendeu esse modelo de correção até 2019.
 
Analistas esperam que o novo formato de correção do salário mínimo, de 2020 em diante, seja um dos pontos debatidos na campanha eleitoral para a Presidência da República no ano que vem.
 
Impacto nas contas públicas
O reajuste do salário mínimo tem impacto nos gastos do governo. Isso porque os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aos aposentados não podem ser menores do que um salário mínimo.
 
Com o aumento de R$ 48 no salário mínimo no próximo ano, de R$ 954 para R$ 1.002, os números da área econômica indicam de que haverá um aumento nos gastos públicos de mais de R$ 14 bilhões somente por conta desse reajuste.
 
Na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, enviada ao Congresso no ano passado, o governo informou que cada R$ 1 de aumento no salário mínimo gera um incremento de cerca de R$ 300 milhões ao ano nas despesas do governo.
 
Salário mínimo ‘necessário’
 
Mesmo se confirmada a proposta para o salário mínimo acima de R$ 1 mil para 2019, o valor ainda ficará distante do valor considerado como “necessário”, segundo cálculo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
 
De acordo com o órgão, o salário mínimo “necessário” para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência deveria ser de R$ 3.706,44 em março deste ano. Fonte G1.
 
 
 
Fonte: Pautapb com Fábio Augusto
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JR Esquadrias