Econômia (115)

De acordo com o Núcleo de Análise Criminal e Estatística (Nace) da pasta, no mesmo período do ano passado, foram registrados 963 casos de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) – homicídios dolosos ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte. Em 2010, chegou-se a 1.114 casos de janeiro a setembro.

A Paraíba acumula uma redução de 6,1% no registro de assassinatos de janeiro a setembro de 2018, na comparação com o mesmo período no ano passado. Foram registradas 904 ocorrências neste ano, cujo número é o menor já aferido no período desde 2010, segundo dados da Secretaria da Segurança e da Defesa Social, e pode contribuir para que o estado seja o único a contabilizar redução de crimes contra a vida           (-5,9%) durante sete anos consecutivos, no país.

De acordo com o Núcleo de Análise Criminal e Estatística (Nace) da pasta, no mesmo período do ano passado, foram registrados 963 casos de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) – homicídios dolosos ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte. Em 2010, chegou-se a 1.114 casos de janeiro a setembro.

Números do Monitor da Violência, divulgado pelo Portal G1, juntamente com Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, nesta segunda-feira (22), ratificam a redução de homicídios na Paraíba, mês a mês. Segundo a publicação, o estado aparece como o 2° estado do Nordeste com menos mortes violentas em agosto deste ano.

De acordo com o secretário da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima, seguindo a tendência de diminuição de CVLI, graças a um trabalho integrado de repressão e prevenção qualificadas executado pelas Polícias Militar, Civil e pelo Corpo de Bombeiros, a Paraíba pode chegar a uma taxa de 30,2  homicídios por 100 mil habitantes ao final de 2018. “Temos o reflexo da implementação de um Programa de Estado – o Paraíba Unida pela Paz – que fez o estado sair de uma taxa de 41,5 em 2010, podendo chegar a essa de 30,2 após quase oito anos de muita dedicação das forças de segurança e investimentos, como responsabilidade territorial, Inteligência policial e radio comunicação, entre outros”, frisou Cláudio Lima.

Ainda em relação aos homicídios, os números do Nace mostram redução dos assassinatos decorrentes do uso de armas de fogo. Em 2017, foram registrados 748 casos. Já em 2018, no mesmo período, tem-se 728 casos de CVLI com uso de arma de fogo.

 

Por meio do programa de Eficiência Energética regulado pela ANEEL, a Energisa concluiu o projeto de modernização da iluminação pública do Conde. Com o objetivo de disseminar a cultura da redução do consumo de energia, as ruas do município receberam 298 novas luminárias de LED, o que permite projetar uma economia mensal de 10% na conta de energia consumida pela iluminação pública da cidade.

As luminárias novas contemplaram a PB 008, PB 018, Avenida Ilza Ribeiro, Rua Domingos Maranhão, Avenida Manoel Alves, Rua Nossa Senhora da Conceição, Rua Major F. Gominhos, Via Litorânea, acesso Carapibus I e II, além dos acessos à Tabatinga I e II. A previsão é de uma economia de 309 MWh por ano, o que equivale a R$ 105 mil.

A partir de hoje até quarta-feira, João Pessoa se torna a capital do varejo no Nordeste. A 14ª edição da Consuper - Convenção Paraibana de Supermercados – vai reunir durante os três dias mais de 10 mil empresários de toda a Paraíba e de estados vizinhos, como Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas, Ceará, Bahia. O evento acontece no Centro de Convenções.

Este ano, o tema central do encontro é 'Otimização: Gestão por Resultados'. "Os resultados no varejo só acontecem com uma gestão eficiente. Para garantir crescimento neste mercado, é fundamental que os empresários estejam de olho nos custos, na produtividade da equipe e na operação do negócio. Quem não estiver atento a esses três pilares da gestão e não fizer os ajustes necessários vai sofrer com prejuízos constantes e perda de vendas", explica o presidente da Associação de Supermercados da Paraíba (ASPB), José Willame de Araújo. A entidade é uma das organizadoras do evento, ao lado da Associação Paraibana de Distribuidores (Aspad).

A Consuper é um evento de negócios, com foco nos supermercadista de pequeno, médio e grande porte, donos de padarias, bares e restaurantes, que vão participar de rodadas de negócios, capacitações e eventos especiais em paralelo. A feira reúne indústrias, distribuidoras e empresas fornecedoras de produtos e serviços do setor supermercadista. Ao todo serão 68 estandes na edição de 2018, representando mais de 200 marcas, com predominância de empresas do setor industrial, com mais de 70% dos espaços na feira.

Histórico - A primeira edição da Consuper foi realizada na cidade de Campina Grande, na Paraíba, no ano de 2005, com 360 metros quadrados de área de exposição. Atualmente, ela acontece numa área de cinco mil metros quadrados, sendo 2.700 m2 de área de estande. "A Feira está consolidada. Nós temos no Nordeste, hoje, basicamente três feiras de grande importância para o setor supermercadista, uma na Bahia, outra no Pernambuco e a nossa aqui da Paraíba", comenta Damião Evangelista, superintendente da ASPB e responsável pela montagem da convenção.

Fonte: Pauta Assessoria de Comunicação

A Paraíba também liderou a taxa de crescimento do volume de vendas do país, quando comparado ao mês anterior de julho, com alta expressiva de 7,5%, enquanto o país registrou alta mais tímida de 1,3%. 

Os indicadores econômicos da Paraíba voltaram a liderar no país. O volume de vendas do comércio varejista teve um crescimento de 14,1% em agosto sobre o mesmo mês do ano anterior, alcançando a maior taxa entre todas as unidades da federação, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a média de crescimento do país ficou em 4,1%.

A Paraíba também liderou a taxa de crescimento do volume de vendas do país, quando comparado ao mês anterior de julho, com alta expressiva de 7,5%, enquanto o país registrou alta mais tímida de 1,3%. No varejo ampliado, que inclui material de construção, veículos e peças, o crescimento atingiu 13,3% em agosto sobre o mesmo mês do ano passado. A Paraíba ficou atrás apenas do Espírito Santo (15,8%), enquanto o país apresentou alta de 6,9%.

Segundo o IBGE, as maiores altas no mês foram registradas nos setores de vestuário, calçados, veículos, material de construção e combustíveis. A gerente da Pesquisa Mensal do Comércio, Isabella Nunes, citou entre os fatores de influência para a alta nas vendas de agosto, além da relativa melhora no mercado de trabalho, as compras para o Dia dos Pais e a liberação dos recursos do fundo PIS/Pasep.

Na Paraíba, por exemplo, além do pagamento em dia dos servidores públicos, o indicador é influenciado pela melhora do mercado de trabalho e pelas contas públicas equilibradas do Estado.

Ranking do indicador – De acordo com a pesquisa do IBGE, a variação das vendas do comércio varejista nacional de agosto deste sobre o ano anterior subiu em 23 das 27 Unidades Federativas, com destaque para Paraíba (14,1%), Maranhão e Espírito Santo (ambos com 9,6%). Entre os estados que mostraram queda de vendas, os destaques, em termos de magnitude, foram observados no Amapá (-3,9%), Piauí (-2,7%) e Roraima (-2,4%). Já as vendas do comércio em agosto sobre julho cresceram em 24 das 27 unidades da Federação com destaque para Paraíba (7,5%) e Acre (7,1%). Os estados de Tocantins (-2,0%) e Piauí (-0,5%) apresentaram as únicas variações negativas no mês.

Taxas do varejo de Agosto de 2018 sobre agosto 2017

Brasil 4,1%
PARAÍBA 14,1%
Espírito Santo 9,6%
Maranhão 9,6%
Pará 9,1%
Rio Grande do Sul 7,3%
Santa Catarina 6,5%
Rio G. do Norte 6,4%
Goiás 6,0%
São Paulo 5,3%
Tocantins 4,2%
Acre 3,9%
Sergipe 3,6%
Paraná 3,5%
Ceará 3,3%
Mato Grosso 2,6%
Alagoas 2,6%
Minas Gerais 2,3%
Rio de Janeiro 1,2%
Rondônia 1,1%
Pernambuco 1,0%
Mato G. do Sul 0,8%
Bahia 0,1%
Amazonas -1,1%
Distrito Federal- -2,3%
Roraima   -2,4%
Piauí -2,7%

 

FONTE: PMC/IBGE

Alta foi de cinco centavos no menor preço da gasolina, que passou de R$ 3,349, na pesquisa de setembro, para R$ 4,399, nesta quarta-feira (17)

Uma pesquisa comparativa de preços para combustíveis da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) registrou alta de cinco centavos no menor preço da gasolina, que passou de R$ 3,349, na pesquisa de setembro, para R$ 4,399, nesta quarta-feira (17). Já o litro do álcool apresentou redução de um centavo, a R$ 2,899 (Independência – Tambiá), R$ 2,90 com o arredondamento. Acesse a pesquisa completa.

Para o maior preço, o etanol se manteve em R$ 3,499, com 85 estabelecimentos baixando o preço do produto, seis mantendo e um aumentando. Quanto à gasolina, o maior preço se manteve em R$ 4,699, com 53 praticando o mesmo o preço da pesquisa anterior, 22 reduzindo e 26 aumentando.

O secretário Helton Renê diz que “os preços dos combustíveis estão apresentando essas oscilações desde agosto, mas, dentro do que observamos, tomando como parâmetro as nossas pesquisas e o estudo preliminar das notas fiscais, não podemos falar sobre abusividade. Vamos continuar a avaliar os documentos e ficar de olho nos preços porque o importante é impedir que eles saiam do controle”.

Preço do Diesel

No que se refere ao óleo diesel S10, o produto registrou alta, saindo de R$ 3,490, no dia 19 de setembro, para R$ 3,549 (Millenium e SIM – Água Fria, ). O maior preço é de R$ 3,999, quando na pesquisa anterior era de R$ 3,991. Dois postos baixaram os preços, 69 estabelecimentos aumentaram e 18 mantiveram os preços do S10.

GNV mantém preço

Todos os 12 postos que comercializam o Gás Natural Veicular (GNV) mantiveram os mesmos preços da pesquisa realizada no dia 9 de setembro, com os valores oscilando de R$ 3,479 (Metrópole – Epitácio Pessoa), Bancários (Bancários) e posto Z (Cidade Universitária) a R$ 3,499.

 

Fonte: Portal da correio

Medida faz parte da nova plataforma de cobrança da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que começou a ser implementada em julho do ano passado

A partir deste sábado (13), os boletos com valor a partir de R$ 100, mesmo vencidos, poderão ser pagos em qualquer banco. A medida faz parte da nova plataforma de cobrança da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que começou a ser implementada em julho do ano passado.

Para serem aceitos pela rede bancária, em qualquer canal de atendimento, os dados do boleto precisam estar registrados na plataforma. Segundo a Febraban, os clientes que tiverem boletos não registrados na Nova Plataforma, rejeitados pelos bancos, devem procurar o beneficiário, que é o emissor do boleto, para quitar o débito.

O novo sistema permite o pagamento em qualquer banco, independentemente do canal de atendimento usado pelo consumidor, inclusive após o vencimento, sem risco de erros nos cálculos de multas e encargos. Além disso, segundo a Febraban, o sistema traz mais segurança para a compensação de boletos, identificando tentativas de fraude, e evita o pagamento, por engano, de algum boleto já pago.

As mudanças estão sendo feitas de forma escalonada, tendo sido iniciada com a permissão para quitação de boletos acima de R$ 50 mil. Entretanto, em junho deste ano, após dificuldades de clientes para pagar boletos, a Febraban alterou o cronograma.

A previsão inicial era que a partir de 21 de julho deste ano fossem incluídos os boletos com valores a partir de R$ 0,01. A expectativa era de que em 22 de setembro o processo tivesse sido concluído, com a inclusão dos boletos de cartão de crédito e de doações, entre outros. Pelo novo cronograma, os boletos a partir de R$ 0,01 serão incluídos a partir do próximo dia 27 e os boletos de cartões de crédito, doações, entre outros, no dia 10 de novembro de 2018.

Segundo a Febraban, apesar de o sistema passar a processar documentos de menor valor, com volume maior, os bancos não preveem dificuldade na realização dos pagamentos, com base nos testes feitos nas fases anteriores. Com a inclusão e processamento desses boletos no sistema, a Nova Plataforma terá incorporado cerca de 3 bilhões de documentos – aproximadamente 75% do total emitido anualmente no país. Nas próximas fases, serão incorporados 1 bilhão de boletos de pagamento.

A Febraban lembra que a nova plataforma é resultado de uma exigência do Banco Central, com incorporação de dados obrigatórios, como CPF ou CNPJ do emissor, data de vencimento, valor, além do nome e número do CPF ou CNPJ do pagador.

 

 

Pessoas seguem em dificuldades financeiras, mesmo com alguns sinais tímidos de melhora da economia e renda insuficiente onde desemprego são principais dificuldades para quitar dívidas; dos que têm esperança de sair da lista de devedores, 37% pretendem renegociar

O Brasil saiu da recessão, mas os efeitos da crise seguem impactando o bolso do cidadão brasileiro. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apenas com consumidores inadimplentes mostra que 46% dos que estão com contas em atraso não acreditam que terão condições financeiras de pagar o que devem pelos próximos três meses. O percentual se manteve estável na comparação com 2017, quando foi de 48%. De forma contrária, 49% dos inadimplentes confiam que vão conseguir regularizar a situação, sendo que 36% planejam quitar todo o valor e 13% apenas parte dele.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, os dados reforçam a percepção de que após um ano, as pessoas seguem em dificuldades financeiras, mesmo com alguns sinais tímidos de melhora da economia. “O ritmo atual de retomada está longe de produzir efeitos benéficos diretamente na vida de muitas pessoas, que veem as dívidas se acumulando e enfrentam dificuldades para honrar compromissos assumidos. Embora a inflação permaneça controlada e a taxa básica de juros esteja em seu menor nível histórico, o grande número de pessoas sem emprego prova que os reflexos da crise ainda se fazem presentes do dia a dia de milhões de brasileiros”, explica o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

O estudo mostra que o valor médio da soma de todas as pendências do brasileiro é de R$ 2.615,98, sendo ainda maior quando considerada a parcela masculina de entrevistados (R$ 2.934,34) e as pessoas das classes A e B (R$ 3.718,48). Entre os brasileiros com renda familiar de até cinco salários mínimos, a dívida média é de R$ 2.530,96, aponta a pesquisa. Há ainda 14% de inadimplentes que nem sabem o quanto devem.

Renda insuficiente e desemprego são principais dificuldades para quitar dívidas; dos que têm esperança de sair da lista de devedores, 37% pretendem renegociar

Indagados sobre a principal dificuldade para conseguir pagar as dívidas atrasadas, a maior parte (36%) alega possuir uma renda insuficiente. O desemprego aparece em segundo lugar com 27% de menções, enquanto 15% justificam que a dívida é muito superior aos seus ganhos, o que inviabiliza o pagamento. Há ainda 9% de inadimplentes que não conseguem abrir mão de gastos com os quais estão acostumados.

Entre aqueles que têm a esperança de sair da lista de inadimplentes, a renegociação com o credor será a principal estratégia. Em cada dez entrevistados, quatro (37%) pretendem realizar um acordo com a empresa e parcelar o débito, enquanto 19% farão cortes nos gastos e 18% recorrerão a bicos para gerar renda extra. Ao mesmo tempo, considerando aqueles que pretendem economizar para quitar as dívidas em atraso, as principais áreas de corte serão o lazer (34%), aquisição de roupas e calçados (32%), idas ao salão de beleza (30%), alimentação fora de casa (29%) e compra de produtos de beleza (25%).

“Por mais elevada que esteja a dívida, o consumidor só irá resolver a questão se houver disposição para encarar o problema e buscar soluções. O melhor caminho é se planejar, negociar, dialogar com o credor e procurar prazos e condições de pagamento realistas que caibam no orçamento mensal. Além disso, é preciso readequar a sua realidade financeira, contingenciando gastos para conseguir cumprir o novo acordo”, orienta o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

38% dos inadimplentes estão devendo empréstimos para amigos ou parentes; dívidas que mais geram ‘nome sujo’ são crediário e cartão de crédito

O levantamento da CNDL e do SPC Brasil também identificou que os empréstimos contraídos com amigos e parentes é o tipo de dívida em atraso mais frequente do brasileiro inadimplente, com 38% de menções. Em seguida, aparecem as faturas do cartão de crédito (20%), crediários no comércio (20%) e o cheque especial, que saltou de 8% em 2017 para 20% neste ano.

Com o passar do tempo e as dívidas se acumulando, aumentam também a chance de que as contas atrasadas resultem na inclusão do nome do consumidor em cadastros de restrição ao crédito. Nesse caso, a pesquisa descobriu que os compromissos não quitados que mais resultaram na negativação do CPF são, principalmente, o crediário (65%), o cartão de crédito ou de loja (63%) e o empréstimo pessoal feito em bancos e financeiras (61%).

Em média, as contas atrasadas há mais tempo são o empréstimo pessoal (34 meses), empréstimo consignado (27 meses) e o cheque especial (24 meses). Já a lista de produtos ou serviços comprados no crédito que mais resultaram na inadimplência é liderada pela roupas, calçados e acessórios, que somam 42% de citações. As compras no supermercado (20%) e a aquisição de eletrônicos (20%), smartphones (15%) e eletrodomésticos (15%) completam o ranking.

Outra constatação é que na hora de gerir o orçamento, o consumidor inadimplente procura não atrasar o pagamento de contas consideradas essenciais. Nesses casos, os principais compromissos financeiros que os entrevistados possuem e que não estão atrasados são plano de saúde (89%), condomínio (86%), aluguel (82%), despesa de água e luz (79%) e TV por assinatura e internet (75%). “A iminência de corte de serviços de necessidade básica quando há atraso no pagamento pode ser um motivo para que essas contas tenham menor percentual de atraso em relação às dívidas bancárias. Como a pessoa não tem como pagar tudo, ela elege prioridades como o aluguel e o plano de saúde, por exemplo”, afirma o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

32% dos inadimplentes são reincidentes; 22% dos que atrasam contas compraram recentemente mesmo sabendo que seria difícil pagar

Embora muitos consumidores mencionem as condições ruins da economia na hora de justificar suas dificuldades financeiras, a pesquisa indica que o consumo por impulso e a falta de planejamento também são fatores que contribuem para a inadimplência. Em cada dez pessoas com contas em atraso, duas (22%) fizeram alguma compra nos últimos três meses mesmo estando conscientes de que seria difícil ou não conseguiriam pagá-la. Além disso, a reincidência é um comportamento frequente entre o inadimplente brasileiro. Quase um terço (32%) das pessoas que devem no país já estiveram negativados duas vezes ou mais nos últimos cinco anos, sendo que 18% foram negativadas em duas oportunidades e 6% mais de três vezes.

De modo geral, o raio-x da inadimplência no pais, mostra que de cada dez consumidores inadimplentes, seis (58%) são homens e quatro (42%) são mulheres. A média de idade dessas pessoas é de 36 anos e a maior parte (59%) possui o segundo grau completo ou incompleto. Quase a totalidade dos que estão com contas em atraso possui renda familiar de até cinco salários mínimos (93%) e divide a casa com mais três pessoas, em média. A maioria dessas pessoas reside nas regiões sudeste (46%) e nordeste (24%).

Metodologia

A pesquisa ouviu 609 consumidores que possuem contas em atraso há mais de 90 dias em todas as capitais do país, de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de no máximo 3,97 pp a uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

 

Fonte: Portalnoar

Segundo Volpe, o reajuste salarial no Judiciário e Ministério Público deve gerar impacto de R$ 930 milhões, enquanto o fim do auxílio-moradia para o mesmo setor deve gerar uma economia entre R$ 530 milhões e R$ 600 milhões.

O presidente Michel Temer fechou um acordo com o Judiciário para incluir o reajuste salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no Orçamento de 2019, que será enviado ao Congresso na sexta-feira. Para evitar que o aumento, de 16,38%, impacte ainda mais as contas públicas, os ministros da Corte se comprometeram a mandar ao Parlamento uma proposta acabando com o auxílio-moradia.

Para reduzir o desgaste com o funcionalismo de aumentar apenas os salários dos ministros do STF, Temer também desistiu de encaminhar ao Congresso uma proposta para adiar o reajuste salarial dos servidores públicos de 2019 para 2020.

Segundo técnicos do governo, a medida representaria uma economia de R$ 6,9 bilhões para os cofres públicos e era importante para o fechamento das contas do ano que vem. Hoje, cada juiz ganha, em média, de R$ 4 mil a R$ 6 mil de auxílio-moradia. O custo ao Judiciário é de cerca de R$ 289 milhões por ano.

Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, o Supremo vai entregar ao governo ainda nesta quinta-feira uma proposta orçamentária na qual o reajuste será compensado integralmente pela extinção do auxílio.

— Já está resolvido, esse aumento incorpora o auxílio-moradia. O auxílio deixa de existir e incorpora o aumento no salário. A proposta vale para todo o Judiciário federal — afirmou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.

No entanto, apesar do discurso otimista do governo, o consultor de orçamento da Câmara dos Deputados, Ricardo Volpe, estima que ainda fique pendente uma diferença de cerca de R$ 350 milhões entre o valor do reajuste e o valor da extinção do auxílio-moradia. Segundo Volpe, o reajuste salarial no Judiciário e Ministério Público deve gerar impacto de R$ 930 milhões, enquanto o fim do auxílio-moradia para o mesmo setor deve gerar uma economia entre R$ 530 milhões e R$ 600 milhões.

Isso sem contar o efeito cascata que o aumento de salário no Judiciário vai gerar entre servidores do Executivo e Legislativo, já que o teto salarial do funcionalismo é determinado pelos rendimentos ganhos pelos ministros do Supremo. Há dois tipos de impacto decorrente do aumento do salário: o primeiro é o reajuste automático nos vencimentos de magistrados de tribunais superiores (como o Superior Tribunal de Justiça, o Tribunal Superior Eleitoral e Superior Tribunal do Trabalho). Eles devem ganhar 95% do que recebe um ministro do Supremo.

O segundo impacto é no teto do funcionalismo federal, que tem o subsídio de ministro do Supremo como o valor máximo a ser pago a servidores públicos. Quando o vencimento sobe, o teto acompanha esse aumento. Nos estados, que têm o salário do desembargador do Tribunal de Justiça como teto do Judiciário estadual, o impacto também se reflete.

Temer deve encontrar hoje o ministro Dias Toffoli para fechar os detalhes do projeto. O presidente começou a negociar o acordo em conversas com Toffoli e o ministro Luiz Fux na semana passada.

Depois do acerto com o governo, o Supremo deve derrubar, em plenário, a regra atual do auxílio-moradia. Hoje, ele é concedido a todos os magistrados, mesmo que já tenham imóveis e não precisem pagar o aluguel. A tendência é a Corte reduzir o pagamento apenas a casos específicos, onde não haja imóveis funcionais disponíveis, e mediante a apresentação de recibo do pagamento do aluguel.

Nos bastidores, integrantes do STF tratam com prioridade definir logo o assunto, agora que a disputa pelo reajuste parece equacionada. Ministros também querem aproveitar para julgar processos sobre outros penduricalhos nos contracheques do Judiciário e do Ministério Público. Toffoli, que vai assumir a presidência da Corte no dia 13 de setembro, já sinalizou a colegas que tem interesse em resolver o assunto de uma vez por todas.

Diante do quadro de fragilidade fiscal da União, Temer estava disposto a seguir sugestão do Planejamento e propor o adiamento do reajuste. No entanto, o cenário mudou depois da conversa com os ministros do STF na semana passada. O aumento dos ministros tem efeito cascata e abre caminho para que outras categorias também pressionem por reajustes. Assim, uma proposta de adiamento teria, na avaliação do governo, poucas chances de aprovação.

Pelas contas do Planejamento, o aumento nos salários dos ministros terá impacto de R$ 250,1 milhões por ano nas despesas do Executivo. Para 5.773 servidores civis que têm remuneração superior ao teto do funcionalismo e sofrem descontos em seus contracheques para se adequar ao limite, fixado hoje em R$ 33,7 mil, o impacto será de R$ 243,1 milhões. Além disso, o reajuste também terá repercussão sobre os salários do presidente, vice-presidente e ministros que estão sujeitos à regra do abate-teto. Neste caso, o impacto é de R$ 7 milhões por ano.

Como não recebem auxílio moradia, os ministros do STF serão beneficiados com o reajuste de 16,38%. Já os demais juízes perderão o auxílio em troca da correção salarial. Segundo técnicos do governo, o valor estará na reserva de contingência dentro do Orçamento do Judiciário. O auxílio moradia será extinto pelo próprio STF. Um mandado de segurança que trata do pagamento desse penduricalho está nas mãos do ministro Luiz Fux, que vai encerrar o assunto na Corte.

A proposta de orçamento que o STF mandará ao Ministério do Planejamento inclui apenas as verbas a serem gastas no tribunal, e não menciona as despesas decorrentes do efeito-cascata nos demais órgãos. Cada tribunal é responsável por elaborar sua proposta de orçamento. Após aprovar o reajuste de 16,38%, o Supremo anunciou que seu orçamento para 2019 continuará no mesmo valor planejando anteriormente: R$ 741,4 milhões. Para cobrir o aumento nos salários, que vai demandar cerca de R$ 2,8 milhões, haverá remanejamento de despesas de custeio, segundo o tribunal.

 

Fonte: Extra.globo

Em todo o Brasil, o Sistema Coca-Cola emprega 54 mil pessoas direta e outras 600 mil indiretamente na produção e distribuição de 213 produtos de 20 marcas. Só este ano nosso investimento no Brasil foi de R$ 3 bilhões, seguindo o mesmo patamar de 2017 

A Coca-Cola empresa de Refrigerante pode deixar a sua fábrica na Zona Franca de Manaus caso Michel Temer não volte atrás e devolva alguns benefícios dos quais a empresa usufruía antes da paralisação dos caminhoneiros. Segundo informa a 'Folha de São Paulo', a demanda da Abir (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes) foram levadas ao presidente pela primeira vez no fim de junho.


A Abir é uma gigante que engloba 59 fabricantes de refrigerantes, entre elas a Coca-cola, a Ambev e a Pepsi. Elas ameaçam cortar 15 mil postos de trabalho caso as suas demandas não sejam atendidas, já que preveem uma redução de R$ 6 bilhões nas vendas do seu produto.

Exigências da Abir

A  mudança 
principal da Coca-Cola após a greve dos caminhoneiros foi a seguinte, em junho, o governo mudou a cobrança do IPI, o que reduziu os créditos tributários recebidos pela companhia. A fabricante passou a pagar uma alíquota de 4% de IPI, contra os 20% que eram cobrados anteriormente.


O que teoricamente parece uma redução de impostos na prática não funciona assim. Segundo a 'Exame', a empresa não pagava os 20% de IPI, que na verdade eram revertidos em créditos. Os 20% de IPI não eram cobrados porque a empresa está na Zona Franca de Manaus, e quando o produto saía para ser engarrafado em outros estados, estes 20% viravam créditos para a empresa. Na nova regra este encargo passou a ser de 4%.

A Coca-Cola juntamente com a Abir, demanda do governo Temer que o IPI seja aumentado novamente para pelo menos 15%. Se não houver avanço nas negociações a empresa ameaça deixar o Brasil.


Posicionamento da Coca-Cola

Reiteramos que a Coca-Cola Brasil não tem planos de deixar a Zona Franca de Manaus, de onde, há 28 anos, sai o concentrado utilizado na produção de várias de nossas bebidas pelas 36 fábricas instaladas no país. O nosso compromisso com o Brasil é sólido e de longo prazo, numa trajetória que já soma 76 anos.

Nossos valores e práticas incluem diálogo e transparência com governos e com a sociedade brasileira. Atuamos em 202 países sempre com total respeito às leis locais.

 

 

 

Fonte: Gazetaweb


 

A oportunidade de divulgar o trabalho beneficente, conseguir novos voluntários e arrecadar fundos para a continuidade das ações é o que motiva ano a ano a participação de instituições beneficentes na Multifeira Brasil Mostra Brasil. O evento sempre abriu as portas para motivar a solidariedade entre os seus visitantes, já começando pela própria doação de alimentos em troca de ingressos.

Esse ano, cerca de dez instituições estão presentes. A Rede Feminina de Combate ao Câncer é delas. A entidade é sem fins lucrativos e ajuda pacientes vítimas da doença e moradores do interior, oferecendo um local para dormir e todas as refeições nos dias de tratamento. Na BMB, está vendendo bolsas, lixeiras para carros, bonecas, entre outros itens.

Para Edileuza Brayner, voluntária da Rede, o espaço na Multifeira é muito importante. “Aqui, nós divulgamos o nosso trabalho e comercializamos nossos produtos. Além disso, conseguimos também, novos voluntários”, disse.

A Casa da Criança com Câncer também está no evento. A entidade oferece apoio às crianças vindas do interior com um acompanhante durante o tratamento. São oferecidas as refeições, um local para dormir e transporte. No estande, a instituição vende canetas, camisas e chaveiros.

O Centro de Atividades Especiais Helena Holanda oferece reabilitação, para pessoas com deficiência, idosas ou vitimadas de acidentes, através de atendimento especializado. O estande vende panos de prato, chaveiros e pesos de porta. Além de licores de diversos sabores que tem atraído os visitantes.

Além do estande, Helena Holanda também promove há 11 anos a apresentação da companhia de dança no palco do evento, divertindo visitantes. O espetáculo é fruto do trabalho desenvolvido com os usuários do centro.

Já o Lar da Providência, uma instituição de permanência para idosos, com 107 anos, está vendendo artesanato e materiais religiosos, além de canetas e camisas.

Através da participação do Comitê da Ação e Cidadania contra a fome, a BMB também motiva a solidariedade atravpes da doação de alimentos em troca de ingressos. Até sexta, dia 27/07, quem chegar das 15h às 16h com dois quilos de alimentos não perecíveis, vai poder trocar pelo ingresso na Multifeira.

“Estaremos recebendo as doações em qualquer momento do evento para simplesmente quer fazer a caridade em troca de nada”, lembra o coordenador estadual do Comitê Assis Nóbrega. Os alimentos serão doados para famílias carentes no interior da Paraíba. A distribuição será feita nas cidades de Baía da Traição e Damião.

A Brasil Mostra Brasil acontece até o domingo, dia 29, no Centro de Convenções de João Pessoa. A abertura é às 15h

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JR Esquadrias