Econômia (125)

 

 O Comitê de Política Monetária (Copom) mantem a taxa Selic em 6,5% ao ano desde março de 2018

Pela sétima vez seguida, o Banco Central (BC) não alterou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 6,5% ao ano, na primeira reunião do órgão do ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Com a decisão de hoje, a Selic continua no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018.

Em comunicado, o Copom informou que a manutenção dos juros em níveis baixos depende do progresso de reformas estruturais da economia brasileira. Segundo o BC, a percepção de continuidade dessas medidas afeta as expectativas econômicas.

Em relação ao cenário externo, a nota indicou que diminuiu o risco de inflação provocada por instabilidades na economia internacional. Isso porque fatores como as disputas comerciais e o Brexit – saída do Reino Unido da União Europeia – podem fazer a economia global desacelerar neste ano.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2018, o indicador fechou em 3,75%, contra 2,95% em 2017. O índice de janeiro só será divulgado nesta sexta-feira (8).

Para 2019, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu meta de inflação de 4,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não poderá superar 5,75% neste ano nem ficar abaixo de 2,75%. A meta para 2020 foi fixada em 4%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Inflação

No Relatório de Inflação divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária estima que o IPCA encerrará 2019 em 4% e continuará baixo até 2021. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 3,94%.

Depois de fechar abaixo do piso da meta em 2017, a inflação subiu no ano passado afetada pela greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias e provocou desabastecimento de alguns produtos no mercado, e por causa da alta do dólar no período. Mesmo assim, o IPCA voltou a registrar níveis baixos nos últimos meses de 2018, tendo encerrado o ano abaixo de 4%.

Crédito mais barato

A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica. No último Relatório de Inflação, o BC projetava expansão da economia de 2,4% para este ano. Segundo o boletim Focus, os analistas econômicos preveem crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) em 2019.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subi

 

infografia_selic
 

Fonte:  Agencia Brasil / Por  Wellton Máximo 

 

Em recall inédito no Brasil, empresa recompra carros de testes comercializados sem certificações obrigatórias

A Volkswagen inicia, a partir desta sexta, 1º, o recolhimento de 194 carros da marca que foram vendidos inadequadamente entre 2008 e 2018. Em um recall inédito no País, a empresa vai pagar aos proprietários o valor da tabela Fipe (referência no mercado para preços de veículos usados) e destruí-los. Todos são veículos pré-série da frota da empresa vendidos por engano.                                                                                                                                                                                                                                                O carro pré-série é usado em testes para ajustar a linha de montagem para a produção em série - de maior volume e que vai para as revendas. Esses modelos também são usados em testes de rodagem para verificar, por exemplo, desempenho e para corrigir últimos detalhes antes do lançamento. Eles não são homologados para venda e, tradicionalmente, são destruídos por não possuírem todas as certificações obrigatórias.                                                                                                                                                           Em comunicado divulgado nessa quarta, 30, a Volkswagen informa que os veículos foram montados sem registro de liberação - uma espécie de currículo de cada produto contendo dados e numeração de todos os componentes e materiais usados em sua produção.                                                                                                                                                           "Pela falta de documentação técnica interna de montagem do veículo não é possível assegurar que as 194 unidades em questão atendam aos padrões e regulamentos exigidos", diz o anúncio do recall.

Vista do pátio da Volkswagen em Taubaté (SP) - (06/01/2015)
 
 
Vista do pátio da Volkswagen em Taubaté (SP) - (06/01/2015)
Foto: NILTON CARDIN / Estadão

Riscos de falha

Segundo a fabricante, "há riscos de possível falha de funcionamento de componentes e sistemas, com risco de acidentes". Como a empresa não tem condições de verificar se há de fato defeito em algum componente, a alternativa é recolher o veículo e transformá-lo em sucata.

A Volkswagen informa ainda que criou processo interno para não permitir mais a venda de veículos pré-série, embora não exista uma regra oficial que proíba a comercialização, desde que os modelos usados em testes tenham a documentação correta e sejam vendidos como usados.                                                                              Ação semelhante de recall foi anunciada pela Volkswagen na Europa, Estados Unidos e outros países em dezembro, quando foi feita convocação de 6,7 mil veículos pré-série vendidos como se tivessem passado pelo processo comum de produção.                                                                                                                                                 Nessas regiões os veículos também estão sendo recomprados pela fabricante para serem destruídos, a maior parte de clientes na Alemanha, onde está a sede da montadora.

Portal: terra

 

 

.

 

 

Terça, 15 Janeiro 2019 10:50

Inadimplência no país cresce 4,41% em 2018

Escrito por

A pesquisa mostra ainda que das cinco regiões brasileiras, quatro apresentaram alta da inadimplência no encerramento de 2018: Sudeste (8,44%), Sul (1,80%), Nordeste (1,62%) e Norte (0,85%). A exceção foi o Centro-Oeste, onde se observou queda de -1,79%.

O Brasil encerrou o ano de 2018 com um avanço de 4,41% no número de consumidores com contas em atraso, na comparação com 2017, de acordo com dados do Indicador de Inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Esta foi a maior elevação desde 2012, quando a inadimplência cresceu 6,8%.

Nos anos anteriores a inadimplência do consumidor encerrou com altas de 1,3% em 2017; 1,4% em 2016; 4,2% em 2015; 3,4% em 2014 e 3,7% em 2013. Segundo os dados do indicador, a estimativa é a de que o país tenha fechado o último mês de dezembro com cerca de 62,6 milhões de brasileiros com alguma conta em atraso e com o CPF restrito para contratar crédito ou fazer compras parceladas. O número representa 41% da população adulta que reside no Brasil.

O volume de dívidas em nome de pessoas físicas apresentou elevação de 2,75% em 2018, sendo que em 2017, houve queda de 2,70% no indicador. Em média, cada inadimplência possui duas pendências financeiras. As contas básicas com serviços essenciais para o funcionamento da residência, como água e luz, foram as que mais cresceram no período, um avanço de 14,88%. Em segundo lugar estão as dívidas bancárias (cartão de crédito, cheque especial, financiamentos e empréstimos), com crescimento de 6,81% na comparação anual. As dívidas contraídas no comércio e com boletos de telefonia, TV por assinatura e internet caíram 5,09% e 0,37%.

A maior frequência de negativados está entre os 30 e 39. Em dezembro, mais da metade da população nesta faixa etária (52%) tinha o nome inscrito em alguma lista de devedores, somando um total de 17,8 milhões. Os inadimplentes entre 40 e 49% são 50%  e aqueles com 25 a 29 anos são 44%. Entre os mais jovens, com idade de 18 a 24 anos, a proporção cai para 17% - em número absoluto, 4,1 milhões. Na população idosa, considerando-se a faixa etária entre 65 a 84 anos, a proporção é de 32%.

A pesquisa mostra ainda que das cinco regiões brasileiras, quatro apresentaram alta da inadimplência no encerramento de 2018: Sudeste (8,44%), Sul (1,80%), Nordeste (1,62%) e Norte (0,85%). A exceção foi o Centro-Oeste, onde se observou queda de -1,79%.

“A reversão desse quadro passa pela continuidade da melhora econômica em curso e, em especial, daquilo que toca diretamente o consumidor, que é emprego e renda. Além disso, exige um esforço contínuo de educação sobre o consumo, pois o brasileiro, mesmo diante da crise recente, ainda não aprendeu a gerenciar melhor as finanças”, avaliou o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, mesmo o ano tendo sido complicado com relação à inadimplência o consumidor, o ano de 2019 pode ser melhor. “Para o ano que se inicia, espera-se que o processo de recuperação econômica se acelere, impulsionado pela alta da confiança com o novo governo e com as boas expectativas com as reformas estruturantes, que devem injetar ânimo nos agentes econômicos. Isso permitiria uma recuperação mais consistente do mercado de trabalho, melhorando o quadro da inadimplência como um todo”.

 Por Flávia Albuquerque / Agência Brasil 

Já o dólar opera em baixa, a R$ 3,68. Ontem (8), o dólar comercial fechou em queda de 0,48%, cotado a R$ 3,7153.

O índice Bovespa subiu mais de 1% no final da manhã desta quarta-feira (9) e ultrapassou os 93 mil pontos. Com isso, o Ibovespa mantém a tendência de desempenho crescente registrada nos últimos dias e bate mais um recorde.

O recorde anterior foi registrado ontem, com 92.031 pontos, alta de 0,36% em relação ao pregão anterior, segundo dados disponíveis no portal da Bovespa.

Entre as ações mais negociadas, estavam da Petrobras e da Vale, com alta de mais de 2%. No caso da siderúrgica Usiminas, a valorização chegou perto dos 4%.

Por volta das 13h, as maiores altas ficaram com a empresa de comércio eletrônico B2W Digital, formada por Americanas.com, Submarino e Shoptime, com 6,93%; a concessionária CCR Rodovias, com 5,72%; e a Cosan, do segmento de energia e infraestrutura, com valorização de 4,74%.

Já o dólar opera em baixa, a R$ 3,68. Ontem (8), o dólar comercial fechou em queda de 0,48%, cotado a R$ 3,7153.

 

Fonte: Agência Brasil

A venda direta começou como uma pauta de usineiros do Norte e Nordeste, em especial de Sergipe, Alagoas e Pernambuco

Um grupo de trabalho no Ministério da Economia estuda a possibilidade de editar uma Medida Provisória (MP), que libera a venda direta do etanol das usinas para os postos de combustíveis, dado que o grupo avaliou essa modalidade como positiva.

A venda direta começou como uma pauta de usineiros do Norte e Nordeste, em especial de Sergipe, Alagoas e Pernambuco, em 2018. A atual proposta de mudança conta com o apoio do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Petróleo e Biocombustíveis (ANP), que mudou seu posicionamento sobre o assunto.

Para Eduardo Prado de Oliveira, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES), reafirmando o que disse no ano passado, “a venda direta é muito salutar para a concorrência dos combustíveis, além de eliminar um obstáculo desnecessário para as usinas sucroalcooleiras, bandeira esta defendida pelos representantes do segmento econômico”.

Atualmente, existem mais de 370 usinas produtoras no país autorizadas a operar pela ANP. Em Sergipe, dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) apontam que a produção de etanol hidratado chegou a mais de 46 milhões de litros na safra 2017/2018, registrando alta de 6,3% em relação à safra 2016/2017.

No Congresso

A discussão sobre a venda direta do etanol ganhou força no Congresso em 2018, depois que projetos autorizando a mudança ganharam velocidade (PL 10316 e PL 10406), mesmo com a resistência do governo Temer. 

O tema encontrou apoio na Câmara e no Senado, em especial no contexto da greve dos caminhoneiros. De lá para cá, por meio de audiências públicas e dos grupos de trabalho formados com o extinto Ministério da Fazenda, ANP e o Ministério de Minas e Energia e, inclusive, de uma decisão judicial que liberou a venda em estados do Nordeste, o tema tem ganhado cada vez mais força.

Fonte: FIES 

Os consumidores que caíram no rotativo do cartão de crédito ou usaram cheque especial pagaram juros mais caros em novembro, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados no ultimo dia (27).

A taxa de juros do cheque especial subiu 5,3 pontos percentuais, em relação a outubro, ao chegar em 305,7% ao ano, em novembro. As regras do cheque especial mudaram em julho. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os clientes que utilizam mais de 15% do limite do cheque durante 30 dias consecutivos passaram a receber a oferta de um parcelamento, com taxa de juros menores que a do cheque especial definida pela instituição financeira.

A taxa média do rotativo do cartão de crédito subiu 4,1 pontos percentuais em relação ao outubro, chegando a 279,8% ao ano, no mês passado.

A taxa média é formada com base nos dados de consumidores adimplentes e inadimplentes. No caso do consumidor adimplente, que paga pelo menos o valor mínimo da fatura do cartão em dia, a taxa chegou a 255,6% ao ano em novembro, com aumento de 2,4 pontos percentuais em relação a outubro.

Já a taxa cobrada dos consumidores que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura (rotativo não regular) subiu 5,7 pontos percentuais, indo para 296,8% ao ano.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras parcelam a dívida.

Em abril, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu que clientes inadimplentes no rotativo do cartão de crédito passem a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores regulares. Essa regra entrou em vigor em junho deste ano.

Mesmo assim, a taxa final cobrada de adimplentes e inadimplentes não será igual porque os bancos podem acrescentar à cobrança os juros pelo atraso e multa.

Modalidades caras

As taxas do cheque especial e do rotativo do cartão são as mais caras entre as modalidades oferecidas pelos bancos. A do crédito pessoal, por exemplo, é mais baixa: 122,9% ao ano em novembro, com redução de 3,1 pontos percentuais na comparação com o mês anterior. A taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) chegou a 24,3% ao ano, estável em relação a outubro.

A taxa média de juros para as famílias caiu 0,3 ponto percentual para 51,6% ao ano. A taxa média das empresas caiu 0,1 ponto percentual, atingindo 20,3% ao ano.

Inadimplência

A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas, chegou a 4,8%, com redução de 0,1 ponto percentual. No caso das pessoas jurídicas, houve recuo de 0,1 ponto percentual para 3%. Os dados são do crédito livre em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado.

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) os juros para as pessoas físicas subiram 0,1 poto percentual para 7,7% ao ano. A taxa cobrada das empresas caiu 0,5 ponto percentual para 9,2% ao ano. A inadimplência tanto das pessoas físicas quanto das empresas caiu 0,1 ponto percentual para 1,6% e 2%, respectivamente.

Saldo dos empréstimos

Em novembro, o estoque de todos os empréstimos concedidos pelos bancos ficou em R$ 3,202 trilhões, com aumento de 1,1% no mês e de 3,6% no ano. Em 12 meses, a expansão chegou a 4,4%. Para este ano, segundo previsão divulgada em setembro, o BC projeta crescimento do crédito em 4%.

Esse estoque do crédito corresponde a 46,8% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB) – com aumento de 0,2 ponto percentual em relação a outubro. Em 12 meses, houve recuo de 0,2 ponto percentual.

Projeções para 2019

Para próximo ano, o BC espera por uma expansão maior do saldo do crédito, em 6%. No segmento de pessoas físicas, a estimativa é de alta de 7% no estoque de empréstimos, “em linha com a aceleração do consumo das famílias”, segundo o Relatório de Inflação, divulgado no último dia 20. Para pessoas jurídicas, a projeção é de expansão de 5%, “influenciada, entre outros fatores, pela continuidade do processo de captação de recursos por parte das empresas nos mercados externo e de capitais, em substituição aos recursos do SFN [Sistema Financeiro Nacional]”.

A carteira de crédito livre deve crescer 10,5% e os empréstimos do segmento direcionado, 1%. 

Fonte: Novonoticias

Informação foi divulgada nesta terça-feira pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP)

O preço cobrado pelo litro da gasolina teve redução de R$ 0,20 em alguns postos de combustíveis de João Pessoa, chegando ao valor de R$ 4,09. A informação foi divulgada nesta terça-feira (18) pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP). Veja aqui a pesquisa completa.

Leia também: Valor do IPVA terá redução de até 4,57% em 2019; veja calendário

Conforma a pesquisa, o menor preço do produto foi encontrado a R$ 4,09, nos postos Opção (Distrito Industrial), Três Lagoas (Costa e Silva), Estrela e Comercial (Geisel) e Maxi (Oitizeiro). Já o maior valor pelo litro da gasolina foi achado em R$ 4,76, nos posto Alle (Geisel), no pagamento em cartão de crédito.

Com relação ao etanol, o menor preço encontrado foi de R$ 2,85 (Posto Z, Cidade Universitária) e o maior valor foi de R$ 3,39(Autopel, Tambauzinho).

Sobre o diesel, o menor valor encontrado foi de R$ 3,45 (Posto Expressão, Torre) e o maior R$ 3,99 (Posto De Ville, Água Fria).

Já o Gás Natural Veicular (GNV) a pesquisa identificou preços variando entre R$ 3,71 (postos Bancários e Z, ambos nos Bancários) e R$ 3,74 (Santa Júlia, na Avenida Epitácio Pessoa).

 Os lojistas, sentindo-se prejudicados com a situação, pretendem acionar a Justiça para requerer indenização.

O empreendimento, Lagoa Shooping foi inaugurado em janeiro de 2017 com capacidade para abrigar 125 lojas distribuídas em três pavimentos  localizado no Centro de João Pessoa, poderá encerrar suas atividades e fechar as portas até a próxima segunda-feira (19), as informações  foi divulgadas em um programa  de rádio  nesta capital. A administração do shopping já entregou um comunicado aos lojistas informando o fechamento do empreendimento.

Os  comerciantes  fizeram  grande investimentos em suas lojas  e hoje estão se sentindo-se prejudicados com a situação, e pretendem acionar a Justiça para requerer indenização. Os administradores informaram que o aluguel está atrasado há vários meses e o dono do prédio está ameaçando acionar a justiça.

Para evitar acumular mais dívidas, a administração do shopping decidiu entregar o prédio e encerrar as atividades comerciais.

 O prédio em que funciona o Shopping da Lagoa já havia abrigado grande lojas  como Gran Pires, Mesbla e Esplanada. Com 6 mil m², o prédio conta com escada rolante e elevador e disponibiliza três pisos de lojas multifuncionais e praça de alimentação panorâmica.

 

 

As unidades das cidades de João Pessoa, Campina Grande, Patos e Cajazeiras oferecem para população 70 cursos, que contemplam as áreas de Conservação e Zeladoria, Hospitalidade, Beleza, Gestão, Saúde, Moda, Informática, Comércio, Comunicação e Turismo.

Pensando nas oportunidades de emprego e no mercado aquecido pelas festas de fim de ano e pelas férias de janeiro, o Senac Paraíba oferece 1.838 vagas para qualificar profissionais por meio de cursos, workshops, oficinas e palestras durante os meses de novembro e dezembro.

As unidades das cidades de João Pessoa, Campina Grande, Patos e Cajazeiras oferecem para população 70 cursos, que contemplam as áreas de Conservação e Zeladoria, Hospitalidade, Beleza, Gestão, Saúde, Moda, Informática, Comércio, Comunicação e Turismo. Além disso, acontecem 13 oficinas, workshops e palestras pontuais. Todas as atividades oferecem certificados válidos em todo território nacional.

Para se inscrever, o interessado deve ir até a unidade que prefere estudar portando RG, CPF e o comprovante de pré-requisito do curso escolhido. Para mais informações basta acessar o site do Senac http://pb.senac.br/.

Mais informações através dos telefones das unidades do Senac das u: João Pessoa (83) 3214-3182, Cendege (83) 3214-2340, Escola Senac de Hotelaria e Gastronomia (83) 3031-2564, Campina Grande (83) 3341-5722, Cajazeiras (83) 3531-3553 e em Patos os interessados podem ir diretamente na unidade, localizada na Rua Escritor Rui Barbosa, 703-767, Centro.

 

80% do consumo energético residencial do Brasil poderia ser suprido pela bioeletricidade

Brasil Ruralentrevista o pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), Marcos Djun Barbosa Watanabe. Ele falou do projeto SUCRE (Sugarcane Renewable Electricity) sobre a bioeletricidade gerada a partir da palha e do bagaço de cana-de-açucar.

O Projeto SUCRE, desenvolvido pelo CTBE - Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol -  tem como objetivo principal aumentar a produção de eletricidade com baixa emissão de gases de efeito estufa na indústria de cana-de-açúcar, por meio da palha gerada durante a colheita da cultura. 

"O benefício ambiental dessa fonte (biomassa) é ainda maior. O que acontece é que dentro das avaliações que a gente faz no projeto, a gente compara muito a eletricidade gerada a partir da biomassa de cana com fontes que são um pouco mais poluentes, que são fontes fósseis, por exemplo, a eletricidade que é produzida a partir do gás natural. Quando a gente compara a eletricidade de biomassa com a do gás natural, os estudos que a gente tem feito mostram que a redução na emissão de gases de efeito estufa pode ser até 8 vezes menor", esclarece Marcos Djun.

 

Biomassa de cana de açúcar

 

O pesquisador explica que a geração de energia começa após a cana passar pelo processo de esmagamento e que a sobra vai para fornalha gerando energia elétrica. Esse processo vem desde a década de 70. Ele acrescenta ainda que cálculos do projeto indicam um potencial de geração de energia elétrica na casa do 100 TWh, cinco vezes do que já é produzido, do que é exportado pra rede eletríca e que poderiam suprir 80% de todo consumo de energía do país.

Ouça a entrevista no player abaixo:

O Brasil Rural vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 5h, pelas rádios Nacional AM Brasília e Nacional do Rio de Janeiro; sábado, às 5h, pela Rádio Nacional do Alto Solimões e, às 7h, pelas rádios Nacional AM Brasília e Nacional da Amazônia.

 

Fonte: Brasil Rural

Materia de 05/11/2018 -  às 08:21
Pagina 2 de 9
JR Esquadrias