Econômia (95)

Pessoas seguem em dificuldades financeiras, mesmo com alguns sinais tímidos de melhora da economia e renda insuficiente onde desemprego são principais dificuldades para quitar dívidas; dos que têm esperança de sair da lista de devedores, 37% pretendem renegociar

O Brasil saiu da recessão, mas os efeitos da crise seguem impactando o bolso do cidadão brasileiro. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apenas com consumidores inadimplentes mostra que 46% dos que estão com contas em atraso não acreditam que terão condições financeiras de pagar o que devem pelos próximos três meses. O percentual se manteve estável na comparação com 2017, quando foi de 48%. De forma contrária, 49% dos inadimplentes confiam que vão conseguir regularizar a situação, sendo que 36% planejam quitar todo o valor e 13% apenas parte dele.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, os dados reforçam a percepção de que após um ano, as pessoas seguem em dificuldades financeiras, mesmo com alguns sinais tímidos de melhora da economia. “O ritmo atual de retomada está longe de produzir efeitos benéficos diretamente na vida de muitas pessoas, que veem as dívidas se acumulando e enfrentam dificuldades para honrar compromissos assumidos. Embora a inflação permaneça controlada e a taxa básica de juros esteja em seu menor nível histórico, o grande número de pessoas sem emprego prova que os reflexos da crise ainda se fazem presentes do dia a dia de milhões de brasileiros”, explica o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

O estudo mostra que o valor médio da soma de todas as pendências do brasileiro é de R$ 2.615,98, sendo ainda maior quando considerada a parcela masculina de entrevistados (R$ 2.934,34) e as pessoas das classes A e B (R$ 3.718,48). Entre os brasileiros com renda familiar de até cinco salários mínimos, a dívida média é de R$ 2.530,96, aponta a pesquisa. Há ainda 14% de inadimplentes que nem sabem o quanto devem.

Renda insuficiente e desemprego são principais dificuldades para quitar dívidas; dos que têm esperança de sair da lista de devedores, 37% pretendem renegociar

Indagados sobre a principal dificuldade para conseguir pagar as dívidas atrasadas, a maior parte (36%) alega possuir uma renda insuficiente. O desemprego aparece em segundo lugar com 27% de menções, enquanto 15% justificam que a dívida é muito superior aos seus ganhos, o que inviabiliza o pagamento. Há ainda 9% de inadimplentes que não conseguem abrir mão de gastos com os quais estão acostumados.

Entre aqueles que têm a esperança de sair da lista de inadimplentes, a renegociação com o credor será a principal estratégia. Em cada dez entrevistados, quatro (37%) pretendem realizar um acordo com a empresa e parcelar o débito, enquanto 19% farão cortes nos gastos e 18% recorrerão a bicos para gerar renda extra. Ao mesmo tempo, considerando aqueles que pretendem economizar para quitar as dívidas em atraso, as principais áreas de corte serão o lazer (34%), aquisição de roupas e calçados (32%), idas ao salão de beleza (30%), alimentação fora de casa (29%) e compra de produtos de beleza (25%).

“Por mais elevada que esteja a dívida, o consumidor só irá resolver a questão se houver disposição para encarar o problema e buscar soluções. O melhor caminho é se planejar, negociar, dialogar com o credor e procurar prazos e condições de pagamento realistas que caibam no orçamento mensal. Além disso, é preciso readequar a sua realidade financeira, contingenciando gastos para conseguir cumprir o novo acordo”, orienta o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

38% dos inadimplentes estão devendo empréstimos para amigos ou parentes; dívidas que mais geram ‘nome sujo’ são crediário e cartão de crédito

O levantamento da CNDL e do SPC Brasil também identificou que os empréstimos contraídos com amigos e parentes é o tipo de dívida em atraso mais frequente do brasileiro inadimplente, com 38% de menções. Em seguida, aparecem as faturas do cartão de crédito (20%), crediários no comércio (20%) e o cheque especial, que saltou de 8% em 2017 para 20% neste ano.

Com o passar do tempo e as dívidas se acumulando, aumentam também a chance de que as contas atrasadas resultem na inclusão do nome do consumidor em cadastros de restrição ao crédito. Nesse caso, a pesquisa descobriu que os compromissos não quitados que mais resultaram na negativação do CPF são, principalmente, o crediário (65%), o cartão de crédito ou de loja (63%) e o empréstimo pessoal feito em bancos e financeiras (61%).

Em média, as contas atrasadas há mais tempo são o empréstimo pessoal (34 meses), empréstimo consignado (27 meses) e o cheque especial (24 meses). Já a lista de produtos ou serviços comprados no crédito que mais resultaram na inadimplência é liderada pela roupas, calçados e acessórios, que somam 42% de citações. As compras no supermercado (20%) e a aquisição de eletrônicos (20%), smartphones (15%) e eletrodomésticos (15%) completam o ranking.

Outra constatação é que na hora de gerir o orçamento, o consumidor inadimplente procura não atrasar o pagamento de contas consideradas essenciais. Nesses casos, os principais compromissos financeiros que os entrevistados possuem e que não estão atrasados são plano de saúde (89%), condomínio (86%), aluguel (82%), despesa de água e luz (79%) e TV por assinatura e internet (75%). “A iminência de corte de serviços de necessidade básica quando há atraso no pagamento pode ser um motivo para que essas contas tenham menor percentual de atraso em relação às dívidas bancárias. Como a pessoa não tem como pagar tudo, ela elege prioridades como o aluguel e o plano de saúde, por exemplo”, afirma o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

32% dos inadimplentes são reincidentes; 22% dos que atrasam contas compraram recentemente mesmo sabendo que seria difícil pagar

Embora muitos consumidores mencionem as condições ruins da economia na hora de justificar suas dificuldades financeiras, a pesquisa indica que o consumo por impulso e a falta de planejamento também são fatores que contribuem para a inadimplência. Em cada dez pessoas com contas em atraso, duas (22%) fizeram alguma compra nos últimos três meses mesmo estando conscientes de que seria difícil ou não conseguiriam pagá-la. Além disso, a reincidência é um comportamento frequente entre o inadimplente brasileiro. Quase um terço (32%) das pessoas que devem no país já estiveram negativados duas vezes ou mais nos últimos cinco anos, sendo que 18% foram negativadas em duas oportunidades e 6% mais de três vezes.

De modo geral, o raio-x da inadimplência no pais, mostra que de cada dez consumidores inadimplentes, seis (58%) são homens e quatro (42%) são mulheres. A média de idade dessas pessoas é de 36 anos e a maior parte (59%) possui o segundo grau completo ou incompleto. Quase a totalidade dos que estão com contas em atraso possui renda familiar de até cinco salários mínimos (93%) e divide a casa com mais três pessoas, em média. A maioria dessas pessoas reside nas regiões sudeste (46%) e nordeste (24%).

Metodologia

A pesquisa ouviu 609 consumidores que possuem contas em atraso há mais de 90 dias em todas as capitais do país, de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de no máximo 3,97 pp a uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

 

Fonte: Portalnoar

Segundo Volpe, o reajuste salarial no Judiciário e Ministério Público deve gerar impacto de R$ 930 milhões, enquanto o fim do auxílio-moradia para o mesmo setor deve gerar uma economia entre R$ 530 milhões e R$ 600 milhões.

O presidente Michel Temer fechou um acordo com o Judiciário para incluir o reajuste salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no Orçamento de 2019, que será enviado ao Congresso na sexta-feira. Para evitar que o aumento, de 16,38%, impacte ainda mais as contas públicas, os ministros da Corte se comprometeram a mandar ao Parlamento uma proposta acabando com o auxílio-moradia.

Para reduzir o desgaste com o funcionalismo de aumentar apenas os salários dos ministros do STF, Temer também desistiu de encaminhar ao Congresso uma proposta para adiar o reajuste salarial dos servidores públicos de 2019 para 2020.

Segundo técnicos do governo, a medida representaria uma economia de R$ 6,9 bilhões para os cofres públicos e era importante para o fechamento das contas do ano que vem. Hoje, cada juiz ganha, em média, de R$ 4 mil a R$ 6 mil de auxílio-moradia. O custo ao Judiciário é de cerca de R$ 289 milhões por ano.

Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, o Supremo vai entregar ao governo ainda nesta quinta-feira uma proposta orçamentária na qual o reajuste será compensado integralmente pela extinção do auxílio.

— Já está resolvido, esse aumento incorpora o auxílio-moradia. O auxílio deixa de existir e incorpora o aumento no salário. A proposta vale para todo o Judiciário federal — afirmou o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.

No entanto, apesar do discurso otimista do governo, o consultor de orçamento da Câmara dos Deputados, Ricardo Volpe, estima que ainda fique pendente uma diferença de cerca de R$ 350 milhões entre o valor do reajuste e o valor da extinção do auxílio-moradia. Segundo Volpe, o reajuste salarial no Judiciário e Ministério Público deve gerar impacto de R$ 930 milhões, enquanto o fim do auxílio-moradia para o mesmo setor deve gerar uma economia entre R$ 530 milhões e R$ 600 milhões.

Isso sem contar o efeito cascata que o aumento de salário no Judiciário vai gerar entre servidores do Executivo e Legislativo, já que o teto salarial do funcionalismo é determinado pelos rendimentos ganhos pelos ministros do Supremo. Há dois tipos de impacto decorrente do aumento do salário: o primeiro é o reajuste automático nos vencimentos de magistrados de tribunais superiores (como o Superior Tribunal de Justiça, o Tribunal Superior Eleitoral e Superior Tribunal do Trabalho). Eles devem ganhar 95% do que recebe um ministro do Supremo.

O segundo impacto é no teto do funcionalismo federal, que tem o subsídio de ministro do Supremo como o valor máximo a ser pago a servidores públicos. Quando o vencimento sobe, o teto acompanha esse aumento. Nos estados, que têm o salário do desembargador do Tribunal de Justiça como teto do Judiciário estadual, o impacto também se reflete.

Temer deve encontrar hoje o ministro Dias Toffoli para fechar os detalhes do projeto. O presidente começou a negociar o acordo em conversas com Toffoli e o ministro Luiz Fux na semana passada.

Depois do acerto com o governo, o Supremo deve derrubar, em plenário, a regra atual do auxílio-moradia. Hoje, ele é concedido a todos os magistrados, mesmo que já tenham imóveis e não precisem pagar o aluguel. A tendência é a Corte reduzir o pagamento apenas a casos específicos, onde não haja imóveis funcionais disponíveis, e mediante a apresentação de recibo do pagamento do aluguel.

Nos bastidores, integrantes do STF tratam com prioridade definir logo o assunto, agora que a disputa pelo reajuste parece equacionada. Ministros também querem aproveitar para julgar processos sobre outros penduricalhos nos contracheques do Judiciário e do Ministério Público. Toffoli, que vai assumir a presidência da Corte no dia 13 de setembro, já sinalizou a colegas que tem interesse em resolver o assunto de uma vez por todas.

Diante do quadro de fragilidade fiscal da União, Temer estava disposto a seguir sugestão do Planejamento e propor o adiamento do reajuste. No entanto, o cenário mudou depois da conversa com os ministros do STF na semana passada. O aumento dos ministros tem efeito cascata e abre caminho para que outras categorias também pressionem por reajustes. Assim, uma proposta de adiamento teria, na avaliação do governo, poucas chances de aprovação.

Pelas contas do Planejamento, o aumento nos salários dos ministros terá impacto de R$ 250,1 milhões por ano nas despesas do Executivo. Para 5.773 servidores civis que têm remuneração superior ao teto do funcionalismo e sofrem descontos em seus contracheques para se adequar ao limite, fixado hoje em R$ 33,7 mil, o impacto será de R$ 243,1 milhões. Além disso, o reajuste também terá repercussão sobre os salários do presidente, vice-presidente e ministros que estão sujeitos à regra do abate-teto. Neste caso, o impacto é de R$ 7 milhões por ano.

Como não recebem auxílio moradia, os ministros do STF serão beneficiados com o reajuste de 16,38%. Já os demais juízes perderão o auxílio em troca da correção salarial. Segundo técnicos do governo, o valor estará na reserva de contingência dentro do Orçamento do Judiciário. O auxílio moradia será extinto pelo próprio STF. Um mandado de segurança que trata do pagamento desse penduricalho está nas mãos do ministro Luiz Fux, que vai encerrar o assunto na Corte.

A proposta de orçamento que o STF mandará ao Ministério do Planejamento inclui apenas as verbas a serem gastas no tribunal, e não menciona as despesas decorrentes do efeito-cascata nos demais órgãos. Cada tribunal é responsável por elaborar sua proposta de orçamento. Após aprovar o reajuste de 16,38%, o Supremo anunciou que seu orçamento para 2019 continuará no mesmo valor planejando anteriormente: R$ 741,4 milhões. Para cobrir o aumento nos salários, que vai demandar cerca de R$ 2,8 milhões, haverá remanejamento de despesas de custeio, segundo o tribunal.

 

Fonte: Extra.globo

Em todo o Brasil, o Sistema Coca-Cola emprega 54 mil pessoas direta e outras 600 mil indiretamente na produção e distribuição de 213 produtos de 20 marcas. Só este ano nosso investimento no Brasil foi de R$ 3 bilhões, seguindo o mesmo patamar de 2017 

A Coca-Cola empresa de Refrigerante pode deixar a sua fábrica na Zona Franca de Manaus caso Michel Temer não volte atrás e devolva alguns benefícios dos quais a empresa usufruía antes da paralisação dos caminhoneiros. Segundo informa a 'Folha de São Paulo', a demanda da Abir (Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes) foram levadas ao presidente pela primeira vez no fim de junho.


A Abir é uma gigante que engloba 59 fabricantes de refrigerantes, entre elas a Coca-cola, a Ambev e a Pepsi. Elas ameaçam cortar 15 mil postos de trabalho caso as suas demandas não sejam atendidas, já que preveem uma redução de R$ 6 bilhões nas vendas do seu produto.

Exigências da Abir

A  mudança 
principal da Coca-Cola após a greve dos caminhoneiros foi a seguinte, em junho, o governo mudou a cobrança do IPI, o que reduziu os créditos tributários recebidos pela companhia. A fabricante passou a pagar uma alíquota de 4% de IPI, contra os 20% que eram cobrados anteriormente.


O que teoricamente parece uma redução de impostos na prática não funciona assim. Segundo a 'Exame', a empresa não pagava os 20% de IPI, que na verdade eram revertidos em créditos. Os 20% de IPI não eram cobrados porque a empresa está na Zona Franca de Manaus, e quando o produto saía para ser engarrafado em outros estados, estes 20% viravam créditos para a empresa. Na nova regra este encargo passou a ser de 4%.

A Coca-Cola juntamente com a Abir, demanda do governo Temer que o IPI seja aumentado novamente para pelo menos 15%. Se não houver avanço nas negociações a empresa ameaça deixar o Brasil.


Posicionamento da Coca-Cola

Reiteramos que a Coca-Cola Brasil não tem planos de deixar a Zona Franca de Manaus, de onde, há 28 anos, sai o concentrado utilizado na produção de várias de nossas bebidas pelas 36 fábricas instaladas no país. O nosso compromisso com o Brasil é sólido e de longo prazo, numa trajetória que já soma 76 anos.

Nossos valores e práticas incluem diálogo e transparência com governos e com a sociedade brasileira. Atuamos em 202 países sempre com total respeito às leis locais.

 

 

 

Fonte: Gazetaweb


 

A oportunidade de divulgar o trabalho beneficente, conseguir novos voluntários e arrecadar fundos para a continuidade das ações é o que motiva ano a ano a participação de instituições beneficentes na Multifeira Brasil Mostra Brasil. O evento sempre abriu as portas para motivar a solidariedade entre os seus visitantes, já começando pela própria doação de alimentos em troca de ingressos.

Esse ano, cerca de dez instituições estão presentes. A Rede Feminina de Combate ao Câncer é delas. A entidade é sem fins lucrativos e ajuda pacientes vítimas da doença e moradores do interior, oferecendo um local para dormir e todas as refeições nos dias de tratamento. Na BMB, está vendendo bolsas, lixeiras para carros, bonecas, entre outros itens.

Para Edileuza Brayner, voluntária da Rede, o espaço na Multifeira é muito importante. “Aqui, nós divulgamos o nosso trabalho e comercializamos nossos produtos. Além disso, conseguimos também, novos voluntários”, disse.

A Casa da Criança com Câncer também está no evento. A entidade oferece apoio às crianças vindas do interior com um acompanhante durante o tratamento. São oferecidas as refeições, um local para dormir e transporte. No estande, a instituição vende canetas, camisas e chaveiros.

O Centro de Atividades Especiais Helena Holanda oferece reabilitação, para pessoas com deficiência, idosas ou vitimadas de acidentes, através de atendimento especializado. O estande vende panos de prato, chaveiros e pesos de porta. Além de licores de diversos sabores que tem atraído os visitantes.

Além do estande, Helena Holanda também promove há 11 anos a apresentação da companhia de dança no palco do evento, divertindo visitantes. O espetáculo é fruto do trabalho desenvolvido com os usuários do centro.

Já o Lar da Providência, uma instituição de permanência para idosos, com 107 anos, está vendendo artesanato e materiais religiosos, além de canetas e camisas.

Através da participação do Comitê da Ação e Cidadania contra a fome, a BMB também motiva a solidariedade atravpes da doação de alimentos em troca de ingressos. Até sexta, dia 27/07, quem chegar das 15h às 16h com dois quilos de alimentos não perecíveis, vai poder trocar pelo ingresso na Multifeira.

“Estaremos recebendo as doações em qualquer momento do evento para simplesmente quer fazer a caridade em troca de nada”, lembra o coordenador estadual do Comitê Assis Nóbrega. Os alimentos serão doados para famílias carentes no interior da Paraíba. A distribuição será feita nas cidades de Baía da Traição e Damião.

A Brasil Mostra Brasil acontece até o domingo, dia 29, no Centro de Convenções de João Pessoa. A abertura é às 15h

O valor de veículo 0km com isenção de impostos (IPI, IPVA, IOF e ICMS), pode ser  reduziu na compra em até 30%, os benefício não é restrito só as pessoas com deficiência, pode também ser utilizado por parentes ou por pessoas com mobilidade reduzida por conta de doenças como tendinite ou problemas graves na coluna. 

O carro é fundamental para a locomoção de Edson Nascimento, de 45 anos. Como cadeirante, o atleta comprou um veículo 0km com isenção de impostos (IPI, IPVA, IOF e ICMS), em 2014, o que reduziu o valor total do automóvel em até 30%. Mas o benefício não é restrito a pessoas com deficiência. Pode também ser utilizado por parentes ou por pessoas com mobilidade reduzida por conta de doenças como tendinite ou problemas graves na coluna. Até por isso, as vendas neste segmento não param de crescer. No primeiro semestre, foram vendidos 150 mil carros, quase o mesmo número registrado em todo o ano passado: 187 mil unidades, segundo a Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva (Abridef).

Neste mês, porém, o governo mudou uma das regras de isenção de ICMS para a compra de carros. A pessoa beneficiada agora só pode revender o veículo para alguém que não tenha direito à redução de impostos a cada quatro anos. Antes, o prazo era de dois anos. No caso da isenção de IPI, o prazo permanece sendo de 24 meses.

 Isso vai afetar consideravelmente o mercado. Já existe o problema da manutenção do teto de R$ 70 mil para a compra dos carros para que a pessoa tenha isenção total de impostos. Esse valor é o mesmo desde 2009 — criticou Rodrigo Rosso, presidente da Abridef.

Segundo a entidade, ao contrário do que muitas pessoas pensam, a isenção de impostos não se refere apenas a automóveis adaptados para necessidades especiais, mas também aos veículos tradicionais:

— Carros adaptados representam só 4% do mercado.

Edson Nascimento lembra que quanto maior o prazo para a troca do carro, pior.

Espera pode chegar a 200 dias

Em 2017, o volume de vendas do Corolla — que ainda estava dentro do patamar de R$ 70 mil —para o público com alguma deficiência ou mobilidade reduzida cresceu 58% no Brasil, em relação a 2016. No Rio, a alta foi de 26%. Outro destaque foi o Etios, que teve mais de 76% e 90% de aumentos nas vendas no país e no estado, respectivamente, no ano passado, para o mesmo público. Segundo o presidente da Abridef, Rodrigo Rosso, a procura pelos carros com isenção de impostos tem como consequência um maior tempo de entrega:

— As montadoras estão demorando até 200 dias, dependendo do modelo. Normalmente, seriam 60 ou 90 dias.

Enquanto o governo quer aumentar o prazo de troca para quatro anos, com isenção de ICMS, um projeto de lei prevê a isenção do IPI para a aquisição em intervalos menores do que dois anos, apenas quando o carro tiver sido roubado, furtado ou sofrido acidente.

 

 

Saiba como obter o benefício

Regras

A lei vigora há mais de 20 anos, e, em 2013, foi estendida aos parentes das pessoas que não podem dirigir, como as que têm deficiência visual, mental ou física grave, além das crianças. Pessoas com mobilidade reduzida em graus elevados por diversos motivos — como tendinite crônica, Lesão por Esforço Repetitivo (LER) e problemas graves na coluna, no quadril e nos joelhos — também têm direito ao benefício, dependendo do grau de limitação, assim como pessoas com síndrome de Down, mal de Parkinson, nanismo, próteses internas e externas, escoliose acentuada, autismo, hepatite C e HIV positivo, entre outros casos. Para isso, precisam passar por uma perícia e apresentar um laudo médico de um profissional credenciado pelo Detran. Os veículos são registrados no nome da pessoa beneficiada pela lei, mas também podem ser conduzidos por seus tutores ou cuidadores legais.

Diferença

O carro comprado com o benefício precisa ser fabricado no Brasil e ter valor máximo de R$ 70 mil para conseguir isenção total de impostos. Acima deste teto, há desconto apenas no IPI. Caso o beneficiário queira vender seu veículo em menos de dois anos (no caso de ter tido isenção de IPI) ou em menos de quatro anos (no caso de ICMS), terá que pagar os impostos dos quais teve isenção na hora da compra. Depois, pode vender o carro pelo preço de mercado.

Evento

A feira Mobility & Show 2018 — de tecnologia e inovação para pessoa com deficiência e mobilidade reduzida — vai acontecer de sexta-feira a domingo, no Riocentro, na Barra da Tijuca. Com entrada franca, terá representantes das montadoras Fiat, Jeep, Citroën, Toyota, Nissan, GM, Honda, Volvo, BMW e Peugeot. Os visitantes poderão ter orientações sobre as isenções e fazer test-drive de veículos.

 

Fonte  Porta Extra

Os visitantes da 24ª Brasil Mostra Brasil em João Pessoa vão contar novamente com as opções de mais linhas de ônibus e transporte gratuito para chegar ao centro de convenções de João Pessoa a partir desta sexta-feira, dia 20/07. É que foi renovada a parceria que garantiu no ano passado a ampliação da oferta de transporte para quem é fã do evento e sentia dificuldades de chegar ao local.

De acordo com o diretor geral da BMB, as linhas do Cabo Branco e Altiplano vão novamente estar circulando até o Centro de Convenções, de 20 a 29 de julho, a partir das 14h30. Também haverá ônibus gratuitos de meia em meia hora para o público, saindo do Caic de Mangabeira, com parada no Mangabeira Shopping, em direção ao local da Multifeira.

A iniciativa é fruto da parceria entre o Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos Urbanos de João Pessoa (Sintur-JP), Semob-JP, empresa Navegantes e a Multifeira Brasil Mostra Brasil. “Ano passado deu super certo esse ano nossa expectativa é de que mais gente aproveite a oportunidade”, explica Martinez.

CAMPANHA FILANTRÓPICA

O público que deseja ajudar os paraibanos que passam fome no Estado também vai ter a oportunidade novamente de trocar o ingresso da Multifeira por dois quilos de alimento não perecível, menos sal e fuba. A campanha é válida apenas de segunda a sexta-feira, na primeira hora do evento, ou seja, entre 15h e 16h.

Vale lembfar que a abertura do evento será somente às 17h nesta sexta, portanto, o quilo de alimentos vale como entrada até às 18h especificamente para esse dia. "Independente do ingresso e de horários, quem quiser ser solidário e doar, estaremos recebendo no postos de arrecadação na entrada do evento"

De acordo com Assis Nóbrega, do Comitê Ação e Cidadania, os alimentos arrecadados serão enviados para pessoas carentes dos municípios de Damião e  Baía da Traição.

​​SERVIÇO

XXIV BRASIL MOSTRA BRASIL

DATA: de 20 a 29 de julho 2018

LOCAL: Centro de Convenções, João Pessoa-PB

HORÁRIOS - 20/07 (abertura) – das 17h às 23h; 21 e 22/07 - das 15h às 23h; de 23 a 26/07 (segunda a quinta) - das 15h às 22h; 27 a 29 - das 15h às 23h

ENTRADA: R$ 8,00 – ESTACIONAMENTO: R$ 6,00 concorre a carro 0 km


​FOTOS: LIRA FOTOS​

O valor do salário mínimo aprovado pelo Congresso, no entanto, representa uma redução de 0,4% em relação aos R$ 1.002 presentes na previsão inicial do governo para o salário mínimo do ano que vem.

O salário mínimo passará a ser de R$ 998 a partir do dia 1º de janeiro de 2019. O valor está presente na proposta da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), aprovada pelo Congresso Nacional na noite dessa quarta-feira (11). O texto agora segue para a sanção presidencial.

A remuneração mínima de R$ 998 será 4,6% superior aos R$ 954 pagos aos trabalhadores neste ano. Como a previsão de economistas ouvidos pelo BC (Banco Central) para a inflação deste ano é de 4,17%, o novo salário mínimo representará um ganho real de 0,4% aos profissionais.

O valor do salário mínimo aprovado pelo Congresso, no entanto, representa uma redução de 0,4% em relação aos R$ 1.002 presentes na previsão inicial do governo para o salário mínimo do ano que vem.

Ao reduzir a projeção de reajuste, o governo estimou que a inflação para 2018 seria de 3,3%, valor 0,87 inferior às expectativas atuais do mercado financeiro. O governo avalia que a diminuição de R$ 4 resultará em um ganho de R$ 13,4 bilhões em 2019 aos cofres públicos.

Por lei, o salário mínimo brasileiro será definido, até 2019, com base no crescimento da economia de dois anos antes mais a inflação calculada pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), índice próximo ao IPCA, do ano anterior.

Vale lembrar que neste ano o salário mínimo estabelecido resultou em uma perda real na remuneração paga aos trabalhadores. Isso ocorreu com a aceleração da inflação ao final do ano passado fez com que o índice de preços fechasse 2018 em 2,07%, enquanto o reajuste mínimo já havia sido fixado em 1,81%.

 

Fonte: R7

ma família que se sustenta com US$ 117,4 mil por ano - cerca de R$ 450 mil - pode ser considerada de "baixa renda" em algumas áreas dos Estados Unidos, conforme um relatório recente do Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano.

Fonte: Portal Terra

San Francisco tornou um nicho das empresas de alta tecnologia e oferece alguns dos salários mais altos dos EUA
 
 
San Francisco tornou um nicho das empresas de alta tecnologia e oferece alguns dos salários mais altos dos EUA
Foto: Getty Images / BBC News Brasil                                                                                                                             Que trabalhadores com remuneração anual de três dígitos possam ser classificados como "pobres" é algo que pode surpreender muita gente.

Mas é a realidade em San Francisco, San Mateo e Condado de Marin, na Califórnia. Nessas regiões dos EUA, famílias de até quatro pessoas com remuneração anual de R$ 450 mil são consideradas de "baixa renda", enquanto as que recebem menos de R$ 282,8 mil por ano já entram no rol de "muito baixa renda".

Uma análise da variação nas remunerações e custos de vida das cidades americanas ilustra o que está ocorrendo nessas localidades e no país como um todo.

Salários muito acima da média

Entre as profissões mais bem pagas em San Francisco estão a de médico e a de desenvolvedor de software
 
 
Entre as profissões mais bem pagas em San Francisco estão a de médico e a de desenvolvedor de software
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Quase dois terços das famílias americanas de quatro pessoas vivem abaixo da linha de "baixa renda" de San Francisco, ou seja, com menos de R$ 450 mil por ano.

Nos Estados Unidos como um todo, a média de renda anual de uma família de quatro pessoas é de US$ 91 mil (cerca de R$ 351 mil). Quando são consideradas famílias de todos os tamanhos, a média é de US$ 59 mil (R$ 227 mil) por ano.

Num país com 326 milhões de habitantes, mais de 40 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza, que é de US$ 25 mil (cerca de R$ 96 mil) por ano, por família de quatro integrantes.

Ao observar todos os empregos, os ganhos são desproporcionais em algumas cidades. San Francisco é uma que se destaca, com remunerações muito acima da média.

A cidade se tornou o nicho da indústria de alta tecnologia, o que gerou um boom econômico que fez com que se tornasse residência dos profissionais mais bem pagos dos Estados Unidos.

Entre 2008 e 2016, as remunerações individuais para funcionários de 25 a 64 anos de idade em San Francisco - incluindo os condados de Alameda e Contra Costa - cresceram 26%, mais do que em qualquer outra região do país.

Em 2016, a remuneração média individual era de US$ 63 mil (R$ 242 mil) por ano.

Mas claro que também há outras áreas dos Estados Unidos com salários altos.

Entre pessoas com 25 a 64 anos, o salário médio anual de um empregado em tempo integral é de US$ 65 mil (R$ 250 mil) em San José; US$ 60 mil (R$ 231 mil) na capital Washington; e US$ 55,7 mil (R$ 215 mil) em Boston.

Em cidades que pagam salários altos como essas, algumas profissões se destacam.

Em San Francisco, os médicos são os profissionais mais bem pagos, ganhando em média US$ 193 mil (R$ 743 mil) por ano. Administradores públicos recebem cerca de US$ 167 mil (R$ 643 mil). E desenvolvedores de software podem esperar um salário anual de US$ 117 mil (R$ 450 mil).

Mas obviamente há muita gente ganhando bem menos que isso. As pessoas mais mal pagas em San Francisco são os fazendeiros, que ganham US$ 18,5 mil (R$ 71,2 mil) por ano, enquanto quem trabalha com crianças recebe cerca de US$ 22 mil (R$ 85,9 mil) por ano.

Os salários são bem menores em outras grandes cidades dos Estados Unidos.

Em Detroit, por exemplo, um médico ganha US$ 114 mil (R$ 439 mil), enquanto quem trabalha com crianças recebe US$ 15 mil (R$ 57 mil) por ano.

Custo de vida

A variação das remunerações é apenas parte dessa equação que faz com que, em San Francisco, uma família seja considerada "pobre" com menos de R$ 450 mil por ano.

É preciso levar em conta os gastos necessários para uma família sobreviver - como casa, comida e lazer. O custo de moradia cumpre um papel importante em determinar o real valor da remuneração dos trabalhadores - e o custo de vida na área de San Francisco é 25% mais alto que a média nacional.

Mas como as remunerações são 45% maiores que a média nacional, muitas pessoas que moram naquela região ainda estão em vantagem em relação a boa parte da população dos Estados Unidos.

O maior problema em San Francisco é o alto custo da moradia, 25% maior que a média nacional
 
 
O maior problema em San Francisco é o alto custo da moradia, 25% maior que a média nacional
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

É quando são analisados especificamente os gastos com moradia que a comparação é menos favorável para San Francisco.

Em muitas cidades grandes, os problemas com aluguéis altos e preços elevados na compra de casa própria foram agravados por leis rígidas para a construção de residências e o crescimento da desigualdade.

Os aluguéis caros de San Francisco estão por trás da decisão de categorizar como de "baixa renda" famílias que ganham salários anuais de mais de até R$ 450 mil.

O valor médio do aluguel de um apartamento de dois quartos em San Francisco é de US$ 3.121 (R$ 12 mil) por mês - quase o dobro do que era em 2008. Em Cincinnati, no Estado de Ohio, o valor para um apartamento do mesmo tamanho é de US$ 845 (R$ 3,2 mil).

Essa diferença, de 270%, é bem maior que a diferença entre a média de remunerações nas duas cidades - de 50%.

Portanto, o custo para viver em San Francisco pode ser desafiador.

Nos Estados Unidos, o governo normalmente define uma família de "baixa renda" como aquela que ganha menos que 80% da remuneração média das famílias de mesmo tamanho, na mesma região.

Mas em locais com custo muito elevado de moradia o limite de remuneração para ser classificado como "baixa renda" pode ser maior.

Em San Francisco, os aluguéis altos estimularam o governo a fixar como "baixa renda" as famílias que ganham menos de US$ 117 mil (R$ 450 mil), o que é quase o valor da remuneração média de uma família de quatro pessoas na região - US$ 118 mil (R$ 454 mil).

Receber menos que esse valor não dá às famílias automaticamente o direito a assistência para acesso a moradia, mas é um fator importante na hora de se candidatar a esse tipo de subsídio.

Qualidade de vida

É importante notar que muita gente está disposta a encarar preços altos em troca de boa qualidade de vida.

San Francisco é, certamente, um lugar caro para se viver, mas que também oferece clima bom e vastas opções de programas culturais - cinemas, exposições teatros, bares e restaurantes.

É comum que cidades classificadas como tendo uma alta qualidade de vida, como San Francisco, Santa Bárbara (Califórnia) e Honolulu (Havaí), sejam caras.

O desafio é garantir que essa qualidade de vida seja acessível para todos os residentes, não apenas para aqueles com os melhores salários.

Ter um olhar crítico sobre o mercado mobiliário e refletir sobre como garantir moradia à população de baixa renda são bons pontos de partida.

*Esse texto foi escrito para a BBC News por pesquisadores. Os autores são Jay Smabaugh, diretor do Projeto Hamilton e professor de Estudos Econômicos do Instituto Brookings, e Ryan Nunn, diretor de política pública do Projeto Hamilton e professor de Estudos Econômicos do Instituto Brookings, instituição de políticas públicas sem fins lucrativos que conduz pesquisas voltadas a solucionar problemas da sociedade contemporânea.

A redução do PIB chinês e americano frente à disputa comercial estão entre os parâmetros que devem levar o Brasil ao cento da disputa.

A ameaça do Presidente Donald Trump de impor tarifas adicionais de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses e as táticas de contra-ataque da China devem fortalecer a relação comercial do Brasil com os dois países. Há cenário ideal para internacionalização de empresas brasileiras para os EUA.

Em 2018 o cenário comercial das duas maiores potências econômicas mundiais – Estados Unidos e China – passa por um momento relevante de mudanças. Muito além da especulação de redução do PIB Chinês e americano frente à disputa comercial, estão os parâmetros que devem levar o Brasil ao centro dessa disputa. É o que avalia o economista Carlo Barbieri, que dirige há mais de 25 anos nos Estados Unidos a Consultoria de investimentos americana, Oxford Group.

“Temos visto uma grande oportunidade comercial para que o Brasil se afirme nestes mercados, principalmente aqui nos Estados Unidos. É possível que neste momento o país ganhe competitividade aos seus produtos e reafirme sua robustez comercial aqui nos EUA. Temos as condições ideais para ocupar o centro dessa disputa e ganhar com ela”, afirma o consultor e economista Carlo Barbieri.

 

O economista ainda pondera que a proximidade geográfica do Brasil com os Estados Unidos, a qualidade dos produtos e a força de trabalho brasileiros são pontos favoráveis que devem conferir ao país a posição central na avaliação comercial americana. “Os Estados Unidos estão fortalecendo laços comerciais neste momento. O Brasil pode e deve aproveitar essa chance para consolidar ainda mais a relação com os EUA”, avalia o economista ponderando que não há melhor momento para investimentos brasileiros nos EUA.

Força internacional
Segundo analisado pela consultoria Oxford Group, do ponto de vista econômico, os EUA tem se tornado o desejo e destino de empresas da maior parte do mundo, por sua segurança jurídica, a forca de sua moeda e a estabilidade de suas instituições: ou seja, a base ideal para internacionalização de empresas. Barbieri afirma que os EUA têm demostrado força internacional e voltou a ser um baluarte mundial ao defenestrar o ISIS do Iraque e impulsionar a desmilitarização da Coreia do Norte.

“O atual governo, do ponto de vista econômico, tem implementado uma profunda desregulamentação, para agilizar a economia e tirar custos desnecessários e retardadores do progresso. Com a confiança do mercado, valorizou a poupança do americano e nos que investem nos EUA. Mais de $7 trilhões foram acrescidos ao valor das inversões nas bolsas de valores. A taxa de crescimento tem sido o dobro da obtida, em média, nos últimos 8 anos”"Carlo Barbieri, economista
Investimentos em alta
Segundo o especialista, os EUA estão atraindo milhares de matrizes de suas empresas de volta para o país e muitos outros empreendedores estão visualizando a possibilidade de instalarem suas bases de operações mundiais a partir do paí norte-americano. Ele destaca duas razões: impostos baixos para as empresas (caíram de 35% para 21%) e a insegurança pessoal, jurídica e institucional, além da precária capacidade de recuperarão econômica do Brasil.

“Há uma mudança do conceito aqui nos Estados Unidos, em que passa a taxação americana a ser territorial e não mundial para as empresas que operam em outros países, o que faz com que, na prática, em especial nos países com tratados tributários, os lucros obtidos em outros países não são taxados ao serem trazidos para os EUA. A transferência das sedes de empresas está sendo galopante”, afirma Barbieri.

 

Fonte: Metropoles

O concurso 2.055 é o primeiro da Mega-Semana de Férias e será sorteado a partir das 20h (horário de Brasília) no Caminhão da Sorte da Caixa que está em Rio Grande (RS).

A Mega-Sena acumula e pode pagar, nesta terça-feira (3), o prêmio de R$ 21 milhões ao apostador que acertar os seis números da sorte. O concurso 2.055 é o primeiro da Mega-Semana de Férias e será sorteado a partir das 20h (horário de Brasília) no Caminhão da Sorte da Caixa que está em Rio Grande (RS).

Caso apenas um ganhador leve o prêmio da Mega-Sena e aplique todo o valor na poupança, receberá aproximadamente R$78 mil em rendimentos mensais. Ou, se preferir, o ganhador pode adquirir 10 apartamentos de luxo, mobiliados, nas melhores localizações do país.

A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) de terça em qualquer lotérica do país. Clientes com acesso ao Internet Banking Caixa podem fazer as apostas pelo computador pessoal, tablet ou smartphone. Para isso, basta ter conta corrente no banco e ser maior de 18 anos. O serviço funciona das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios (terça, quinta e sábado), quando as apostas se encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte.

Da internet

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JR Esquadrias