Econômia (125)

 

O jogo de seis números da Mega-Sena, que paga o prêmio principal, custa R$ 3,50

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.178 da Mega-Sena, realizado no sábado, 10, à noite em São Paulo. O prêmio acumulou pela segunda vez seguida, e a Caixa Econômica Federal deve pagar R$ 9 milhões na quarta-feira, 14.

As dezenas sorteadas foram: 02-16-21-42-50-56.

No mesmo concurso, a Quina saiu para 25 apostas, que vão levar para casa R$ 63.031,11. Um total de 2.304 ganhadores acertaram a quadra e vão receber R$ 977,04.

A Mega-Sena paga o prêmio principal para quem acertar os 6 números sorteados. Ainda é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números. O jogo de seis números custa R$ 3,50.

​ De acordo com o PROCON/JP, os postos que estão comercializando o produto pelo menor preço são Ataíde Bezerra (Beira-Rio), Expressão e Torre Expressão (Torre), Expressão e Kennedy (Bessa) e Expressão Tambaú).

O menor preço da gasolina na Capital está sendo praticado a R$ 4,329, registrando uma leve queda em relação ao último dia 10, quando estava em R$ 4,389, de acordo com pesquisa comparativa realizada pelo Procon-JP. Os postos que estão comercializando o produto pelo menor preço são Ataíde Bezerra (Beira-Rio), Expressão e Torre Expressão (Torre), Expressão e Kennedy (Bessa) e Expressão Tambaú).

A pesquisa foi realizada no dia 30 de julho e, dos 103 postos em atividade em João Pessoa, 101 reduziram o preço da gasolina em relação ao  levantamento anterior do Procon-JP. O maior preço do produto também mostrou queda, sendo praticado, hoje, a R$ 4,469 (Big – Tambaú), quando no início deste mês estava em R$ 4,599.

O secretário Helton Renê adianta que a pesquisa atual também mostrou redução em outros tipos de combustíveis, como o álcool e o óleo diesel. “O interessante é que a grande maioria dos postos que estão em atividade na Capital reduziram o preço da gasolina, assim como ocorreu com o etanol e o diesel. Vamos continuar monitorando o mercado pelo menor duas vezes por mês”.

Álcool – O menor preço do etanol caiu de R$ 3,450 para R$ 3,380 (Posto GF – Centro), o mesmo caso do maior valor, que saiu de R$ 3,799 para R$ 3,749 (Quadramares – Manaíra). Quinze postos mantiveram o preço do produto e 83 reduziram. Nenhum estabelecimento aumentou.

Diesel S10 – Quanto ao óleo diesel S10, o menor preço está em R$ 3,389 (Texas – Funcionários II), mostrando queda em relação à pesquisa do dia 10 de julho, que era R$ 3,449. O maior valor se manteve em R$ 3,899 (Select -Tambaú). Um posto aumentou, 62 reduziram e 28 mantiveram o preço do produto em comparação com a pesquisa anterior.

GNV – Em relação ao Gás Natural Veicular (GNV), o menor e o maior preços se mantiveram, R$ 3,660 (Metrópole – Torre) e R$ 3,719 (Postos Z– Cidade Universitária), respectivamente, em comparação com o levantamento de 10 de julho. Dos 10 estabelecimentos visitados pelo Procon-JP, três postos reduziram e 07 mantiveram o preço do produto.

 

O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 2,099 o litro, em São Paulo, e o menor preço médio, de R$ 2,369, foi em Mato Grosso

Os preços médios do etanol hidratado recuaram em 18 Estados brasileiros na semana passada, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Houve alta em 7 Estados e no DF. No Amapá não foi feita avaliação.

Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP houve recuo de 0,64% no preço médio do etanol na semana passada ante a anterior, de R$ 2,797 para R$ 2,779 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, houve baixa de 0,2% no período e a cotação média do hidratado variou de R$ 2,554 para R$ 2,549 o litro. A maior queda semanal, de 3,77%, foi em Goiás e a maior elevação, de 2,05%, foi no Tocantins.

Na comparação mensal, os preços do etanol recuaram em 24 Estados e no Distrito Federal e subiram apenas em Roraima. Sem avaliação na semana passada, não houve base de comparação mensal no Amapá. Na média brasileira o preço do biocombustível pesquisado pela ANP acumulou baixa mensal de 2,8%, com destaque para Mato Grosso, maior recuo individual, de 7,79% no período.

O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 2,099 o litro, em São Paulo, e o menor preço médio, de R$ 2,369, foi em Mato Grosso. O preço máximo individual de R$ 4,970 o litro foi registrado em um posto do Pará e o Rio Grande do Sul registrou o maior preço médio, de R$ 4,062 o litro.

Gasolina

O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros recuou em 19 Estados brasileiros e no Distrito Federal na semana passada, segundo dados da ANP compilados pelo AE-Taxas. Houve alta no Amapá, na Bahia, em Mato Grosso do Sul, em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e no Tocantins. No Pará, não houve variação semanal.

Na média nacional, o preço médio recuou 0,47% na semana sobre a anterior, de R$ 4,399 para R$ 4,378.

Em São Paulo, maior consumidor do País e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina recuou 0,60%, de R$ 4,151 para R$ 4,126, em média. No Rio de Janeiro, o combustível caiu 0,93%, de R$ 4,906 para R$ 4,860, em média. Em Minas Gerais houve alta no preço médio da gasolina de 0,17%, de R$ 4,670 para R$ 4,678 o litro.

Vantagem

Os preços médios do etanol continuaram vantajosos ante os da gasolina em cinco Estados brasileiros na semana passada – Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Paraná -, todos grandes produtores do biocombustível. O levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas considera que o etanol de cana-de-açúcar ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.

Em Mato Grosso, o hidratado é vendido, em média, por 53,74% do preço da gasolina, em Goiás a 61,66% e em Minas Gerais a 61,39%. Em São Paulo, a paridade ficou em 61,78% e no Paraná em 67,71%.

Na média dos postos pesquisados no País, a paridade é de 63,48% entre os preços médios de etanol e gasolina, também favorável ao biocombustível. A gasolina foi mais vantajosa em Roraima, com a paridade de 90,35% para o preço do etanol.

Fonte da Internet

 

 

As vagas são para 26 cargos e as inscrições serão realizadas até o dia 7 de agosto exclusivamente na forma presencial, das 9h às 15h de segunda a sexta-feira.

O Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, que fica em Santa Rita, na Grande João Pessoa, abre nesta terça-feira (16) inscrições para o processo seletivo de contratação de profissionais nas áreas médicas, técnicas e assistenciais, além de formação de cadastro reserva. As remunerações variam de R$ 998 a R$ 6 mil. Veja aqui o edital.

As vagas são para 26 cargos e as inscrições serão realizadas até o dia 7 de agosto exclusivamente na forma presencial, das 9h às 15h de segunda a sexta-feira, exceto em feriados, no setor de Recursos Humanos do Hospital, que fica na Rua Roberto Santos Correia, sem número, no bairro Várzea Nova Santa Rita.

O processo seletivo vai contar com análise curricular, prova de conhecimento técnico e entrevista. Todas as etapas são classificatórias e eliminatórias.

As contratações seguem o regime da CLT e as oportunidades são para os cargos: cirurgião pediátrico, cirurgião torácico, cirurgião vascular/endovascular, farmacêutico, hematologista, infectologista, instrumentador cardio, instrumentador neuro, médico (ecocardiografia), médico anestesiologista, médico cardiologista, médico cardiologista arritimologista, médico cardiologista pediátrico, médico hemodinamicista intervencionista, médico intensivista, médico intensivista pediátrico, médico neuro intervencionista, médico neuro pediatra, médico neurofisiologista, médico neurologista, médico ortopedista, médico pediatra, médico radiologista, perfusionista, técnico de equipamentos, técnico enfermagem intensivista e técnico enfermagem do trabalho.

Fonte da Internet

O presidente da Aena, Maurici Lucena, destacou a satisfação da empresa de gerir aeroportos da Paraíba e enalteceu o potencial econômico do Nordeste

O governador João Azevêdo se reuniu, no Palácio da Redenção, na última quinta feira em João Pessoa, com dirigentes da empresa espanhola Aena Desarollo Internacional, que vai administrar os aeroportos Castro Pinto, na Grande João Pessoa, e Presidente João Suassuna, em Campina Grande, a partir de 2020. No encontro, o gestor apresentou aos executivos os potenciais econômico e turístico da Paraíba e as ações desenvolvidas pelo Governo em infraestrutura, recursos hídricos e segurança.

Na ocasião, o chefe do executivo estadual também ressaltou o interesse da Paraíba de estabelecer parcerias com a empresa espanhola, visando o fortalecimento de voos regionais e do turismo. “Nós já estamos trabalhando com as companhias áreas para atrair mais de 40 voos para o Estado, o que acarretará em mais movimento nos nossos terminais. O nosso Estado tem uma capacidade de atrair e avançar no turismo, por isso, lançamos recentemente o edital do Polo Turístico Cabo Branco, que prevê a construção inicial de cinco resorts nas imediações do Centro de Convenções, que já tem eventos programados até 2023”, reforçou.

O governador ainda afirmou que a Empresa Paraibana de Turismo (PBTur) tem intensificado os trabalhos para a divulgação do Destino Paraíba e assegurou o esforço do Estado para manter uma gestão fiscal diferenciada, o que tem permitido a execução de grandes investimentos. “Nós temos grandes ações em infraestrutura, recursos hídricos, saúde, mobilidade urbana e segurança, o que tem atraído grandes empresas a instalarem e ampliarem seus Centros de Distribuição na Paraíba, a exemplo do grupo Colgate-Palmolive e Magazine Luiza”, acrescentou.

O presidente da Aena, Maurici Lucena, destacou a satisfação da empresa de gerir aeroportos da Paraíba e enalteceu o potencial econômico do Nordeste. “A região tem um perfil turístico muito forte e queremos implantar aqui as boas práticas já adotadas nos aeroportos administrados pela Aena, garantindo benefícios para a população. Além disso, é muito importante a participação do Governo e das autoridades locais para promover o destino turístico do Estado”, disse.

O diretor executivo da Aena no Brasil, Fernando Santiago Yus Saenz de Cenzano, destacou a importância de contar com a colaboração do Governo do Estado. “Isso é muito importante para incrementar os investimentos nos aeroportos e nos primeiros 36 meses já existem ações a serem implantadas”, relatou.

A presidente da PBTur, Ruth Avelino, fez uma avaliação positiva da reunião. “A Aena é uma empresa experiente, administra aeroportos no mundo todo e deixou claro de que estará conosco em feiras e eventos, nos ajudando a promover o destino Paraíba. Além disso, ela deve colaborar com a captação de novos voos, o que é muito importante, devido à possibilidade da abertura do mercado de aviação no Brasil para as companhias internacionais, ajudando a nossa malha aérea”, analisou.

A Aena venceu o leilão pelo bloco de seis aeroportos no Nordeste (João Pessoa, Campina Grande, Recife, Maceió, Aracaju e Juazeiro do Norte), no dia 15 de março, com um lance de R$ 1,9 bilhão. Dentre os investimentos iniciais previstos estão melhorias nos terminais de passageiros, adequação de banheiros e fraldários e revisão de sistemas de climatização, escadas rolantes, elevadores e esteiras para restituição de bagagens.

Participaram da reunião, Deusdete Queiroga (secretário da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos e do Meio Ambiente); Gilmar Martins (secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão); Marialvo Laureano (secretário da Fazenda); Ruth Avelino (presidente da PBTur); e tenente coronel Anderson Pessoa (secretário chefe da Casa Militar do Governador).

Ainda estiveram presentes Rodrigo Marabini (diretor da Aena Internacional Filiais); Angel Luis Sanz (diretor do Escritório da Presidência, Regulação e Políticas Públicas); Javier Marin San Andrés (diretor geral de Aeroportos); e Gonzalo Fournier (cônsul geral da Espanha em Salvador).

SECOM

O dinheiro do PIS é pago pela Caixa. Já o Pasep, destinado a funcionários públicos, é liberado pelo Banco do Brasil

Os trabalhadores e servidores públicos que tiveram emprego com carteira assinada no ano de 2017 podem ter direito de receber uma grana extra por meio do abono do PIS/Pasep. O prazo para receber o dinheiro vai até o dia 28 deste mês.                              Segundo a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, dois milhões ainda não sacaram os valores no país.                                                                              São 1,959 milhão de trabalhadores da iniciativa privada e 230 mil servidores que têm direito de receber, ao todo, R$ 1,4 bilhão.                                No estado de São Paulo, a Caixa informou que há R$ 344,4 milhões para 533.763 trabalhadores privados. O Banco do Brasil diz que 26 mil servidores ainda podem receber R$ 19 milhões em São Paulo.              O dinheiro do PIS é pago pela Caixa. Já o Pasep, destinado a funcionários públicos, é liberado pelo Banco do Brasil.                                                       Para receber Para ter direito ao valor, que varia de R$ 84 a um salário mínimo (R$ 998 neste ano), o profissional deve estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter trabalhado formalmente em 2017, que é o ano-base do pagamento, recebendo até dois salários mínimos por mês.                             O valor do abono varia conforme o número de meses de trabalho.                                                                Os bancos liberam a grana conforme calendário definido com antecedência pelas instituições e pelo fundo do governo que gerencia os valores.                 A data de pagamento leva em conta o mês de aniversário dos trabalhadores e servidores. Quem é correntista da Caixa ou do Banco do Brasil tem o depósito feito diretamente na conta.

PRAZO

  • O prazo para sacar o abono salarial do PIS/Pasep termina no dia 28 deste mês
  • O dinheiro é referente ao ano-base de 2017

O QUE É PRECISO?

  • Para ter direito, o trabalhador precisa:

- Estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos
- Ter trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2017
- Ter recebido, em média, até dois salários mínimos por mês

VALORES

  • O dinheiro pago é proporcional ao número de meses trabalhados
  • É possível receber de R$ 84,00 a R$ 998,00
  • Os benefícios foram liberados conforme o mês de nascimento e, agora, estão disponíveis para os nascidos em qualquer mês

COMO SABER SE TEM DINHEIRO PARA SACAR?                                                  Para trabalhadores da iniciativa privada

  • Esses profissionais recebem o PIS, que é pago pela Caixa
  • O valor do benefício pode ser consultado em:

- Aplicativo Caixa Trabalhador
- Site
www.caixa.gov.br/PIS T
- Telefone 0800- 7260207
- Nos caixas eletrônicos e agências

Para servidores públicos

  • Esses trabalhadores têm direito ao Pasep, pago pelo Banco do Brasil
  • A consulta é feita:

Pela internet, no site www.bb.com.br

Por telefone, em 0800-7290001

Nos caixas eletrônicos e agências

Fontes:                                                Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil 

 
 

 

De acordo com a estatal, o litro da gasolina será reduzido em R$ 0,0549 a partir desta terça (11), fazendo o preço médio cair de R$ 1,8144 para R$ 1,7595 por litro

Anunciado pela Petrobras na última segunda-feira, 10, a redução de 3% no preço da gasolina nas refinarias. De acordo com a estatal, o litro da gasolina será reduzido em R$ 0,0549 a partir desta terça (11), fazendo o preço médio cair de R$ 1,8144 para R$ 1,7595 por litro.

Esta já  é, a segunda redução nos  preços da gasolina no mês. No dia 1º de junho, a Petrobras reduziu o valor da gasolina em 7,16% e o do diesel em 6%.

Como as reduções foram anunciadas para o preço dos combustíveis nas refinarias, não significa que os valores cobrados pelos postos estarão mais baixos a partir de hoje, sendo que podem demorar até os estoques dos postos acabarem.

A Petrobras decide seus preços de combustíveis com base em fatores como a cotação internacional do petróleo e o câmbio, mas uma sistemática em vigor desde setembro prevê o uso de operações de hedge para permitir um espaçamento maior entre os reajustes.

Redação com internet

Trabalhadores autônomos que deixaram de contribuir ao INSS durante um determinado período de tempo, podem pagar os recolhimentos atrazados.

                                                                                                                                          Em meio à tramitação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, trabalhadores que estão a poucos anos de se aposentar têm buscado formas de antecipar o tempo de contribuição necessário para dar entrada no benefício. Um dos questionamentos mais comuns é com relação ao pagamento de recolhimentos atrasados. Especialistas explicam que esse pagamento retroativo só é possível para quem é autônomo e, além disso, nem sempre é vantajoso.

O advogado João Badari, especialista em Direito Previdenciário, explica que é preciso analisar caso a caso para avaliar se vale a pena fazer as contribuições atrasadas. Isso porque, além de pagar multas e juros, o trabalhador teria que dispor de valores altos, que nem sempre serão revertidos na aposentadoria.

 

— Em muitos casos, o segurado faz o pagamento das contribuições atrasadas, mas o INSS não considera esse tempo. Há casos em que o trabalhador pagou R$ 100 mil e depois teve que ir à Justiça buscar a devolução desse valor. Por isso, recomendo que primeiro a pessoa entre com um processo administrativo para que o INSS reconheça aquele tempo no cálculo. Para isso, é preciso provar que o trabalhador estava exercendo atividade naquele período em que não contribuiu. Depois que o INSS aceitar esse tempo, é feito o pagamento — aconselha.

Para Luiz Felipe Veríssimo, presidente do Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev), é preciso que o trabalhador coloque na ponta do lápis quanto irá gastar com o pagamento dos atrasados e em quanto tempo esse recolhimento irá antecipar a aposentadoria.

— Pode ser que com esse pagamento a pessoa consiga se aposentar automaticamente. Nesse caso, pode valer a pena, pois mesmo que fique caro, o segurado consegue recuperar esse valor depois ao longo dos anos em que estiver recebendo o benefício — avalia.

Confira os exemplos

Podemos usar como exemplo um homem que tem hoje 59 anos de idade e 35 de contribuição, e média salarial de R$ 4 mil. Supondo quer esse trabalhador autônomo ficou dois anos sem contribuir para o INSS, ele teria que pagar hoje R$ 30.720 de recolhimentos atrasados. Com isso, atingiria os 96 pontos necessários para se aposentar com o valor integral do benefício, ou seja, R$ 4 mil mensais. Os pontos são a soma da idade com o tempo de contribuição: como hoje ele tem 94 pontos (35 + 59), os dois anos a mais que seriam pagos resultariam nos 96 exigidos.

Caso ele não quisesse pagar esse tempo, continuaria podendo se aposentar hoje, já que tem 35 anos de contribuição. Porém, com fator previdenciário, que, neste caso, reduziria o valor do benefício para R$ 3.205.

Ou seja, ao pagar os R$ 30.720 relativos às contribuições atrasadas, esse trabalhador receberá uma aposentadoria de R$ 4 mil mensais: R$ 795 a mais que se não fizesse o pagamento. Em cerca de três anos, ele recuperaria o valor que pagou, de modo que esse investimento pode valer a pena.

Mas há casos em que o investimento não compensa. Por exemplo, um segurado que tenha hoje 64 anos de idade e 29 de contribuição, e ficou seis anos sem fazer o recolhimento como autônomo. Supondo que ele tenha uma média salarial de R$ 3 mil, esses seis anos resultariam em um pagamento de R$ 69.120 dos valores em atraso.

Para se aposentar imediatamente, ele precisaria de 35 anos de contribuição. Se ele decidir pagar o valor atrasado, se aposentará com R$ 3 mil, pois terá mais de 96 pontos. Contudo, essa mesma pessoa, caso não pague os atrasados e continue a contribuir com a mesma média até 65 anos de idade (por mais 1 ano) também receberia os mesmos R$ 3 mil mensais. Logo, teria desembolsado R$ 69.120 apenas para antecipar sua aposentadoria em um ano, o que não seria tão vantajoso.

Veja as respostas para as principais dúvidas sobre os pagamentos das contribuições atrasadas:

Quem pode pagar os recolhimentos atrasados?

Trabalhadores autônomos que deixaram de contribuir ao INSS durante um determinado período de tempo.

Há incidência de juros nesses pagamentos?

Sim. No caso de contribuições que serão realizadas referentes a períodos há menos de cinco anos, o segurado deverá pagar a correção pela Taxa Selic e multa proporcional ao período.

Já quem tem recolhimentos que serão realizados referentes a ganhos que ocorreram há mais de cinco anos paga 0,5% de juros ao mês até o máximo de 50% sobre o total, mais multa de 10%.

Sou funcionário da iniciativa privada e a empresa onde trabalho ou trabalhei não repassou ao INSS as minhas contribuições. Devo fazer esse pagamento?

Não. A obrigação tributária é de quem faz o recolhimento, que neste caso é a empresa. Mesmo que o empregador não repasse as contribuições do funcionário, elas são computadas e contam normalmente no cálculo da aposentadoria. A dívida é entre a empresa e o INSS. Porém, é importante que o trabalhador tenha comprovantes do salário que recebia nesse período em que não houve o repasse. Caso não haja comprovação, será considerado um salário mínimo para cada mês.

Posso pagar os recolhimentos futuros que faltam para completar o tempo de contribuição que preciso para me aposentar?

Não. Só é permitido pagar as contribuições atrasadas, não as futuras. Quem ainda não completou o tempo mínimo de contribuição deve continuar trabalhando ou, caso não esteja empregado, pode contribuir de forma individual.

Fonte: extra.globo

Trabalhadores autônomos que deixaram de contribuir ao INSS durante um determinado período de tempo, podem pagar os recolhimentos atrazados.

                                                                                                                                          Em meio à tramitação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, trabalhadores que estão a poucos anos de se aposentar têm buscado formas de antecipar o tempo de contribuição necessário para dar entrada no benefício. Um dos questionamentos mais comuns é com relação ao pagamento de recolhimentos atrasados. Especialistas explicam que esse pagamento retroativo só é possível para quem é autônomo e, além disso, nem sempre é vantajoso.

O advogado João Badari, especialista em Direito Previdenciário, explica que é preciso analisar caso a caso para avaliar se vale a pena fazer as contribuições atrasadas. Isso porque, além de pagar multas e juros, o trabalhador teria que dispor de valores altos, que nem sempre serão revertidos na aposentadoria.

 

— Em muitos casos, o segurado faz o pagamento das contribuições atrasadas, mas o INSS não considera esse tempo. Há casos em que o trabalhador pagou R$ 100 mil e depois teve que ir à Justiça buscar a devolução desse valor. Por isso, recomendo que primeiro a pessoa entre com um processo administrativo para que o INSS reconheça aquele tempo no cálculo. Para isso, é preciso provar que o trabalhador estava exercendo atividade naquele período em que não contribuiu. Depois que o INSS aceitar esse tempo, é feito o pagamento — aconselha.

Para Luiz Felipe Veríssimo, presidente do Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev), é preciso que o trabalhador coloque na ponta do lápis quanto irá gastar com o pagamento dos atrasados e em quanto tempo esse recolhimento irá antecipar a aposentadoria.

— Pode ser que com esse pagamento a pessoa consiga se aposentar automaticamente. Nesse caso, pode valer a pena, pois mesmo que fique caro, o segurado consegue recuperar esse valor depois ao longo dos anos em que estiver recebendo o benefício — avalia.

Confira os exemplos

Podemos usar como exemplo um homem que tem hoje 59 anos de idade e 35 de contribuição, e média salarial de R$ 4 mil. Supondo quer esse trabalhador autônomo ficou dois anos sem contribuir para o INSS, ele teria que pagar hoje R$ 30.720 de recolhimentos atrasados. Com isso, atingiria os 96 pontos necessários para se aposentar com o valor integral do benefício, ou seja, R$ 4 mil mensais. Os pontos são a soma da idade com o tempo de contribuição: como hoje ele tem 94 pontos (35 + 59), os dois anos a mais que seriam pagos resultariam nos 96 exigidos.

Caso ele não quisesse pagar esse tempo, continuaria podendo se aposentar hoje, já que tem 35 anos de contribuição. Porém, com fator previdenciário, que, neste caso, reduziria o valor do benefício para R$ 3.205.

Ou seja, ao pagar os R$ 30.720 relativos às contribuições atrasadas, esse trabalhador receberá uma aposentadoria de R$ 4 mil mensais: R$ 795 a mais que se não fizesse o pagamento. Em cerca de três anos, ele recuperaria o valor que pagou, de modo que esse investimento pode valer a pena.

Mas há casos em que o investimento não compensa. Por exemplo, um segurado que tenha hoje 64 anos de idade e 29 de contribuição, e ficou seis anos sem fazer o recolhimento como autônomo. Supondo que ele tenha uma média salarial de R$ 3 mil, esses seis anos resultariam em um pagamento de R$ 69.120 dos valores em atraso.

Para se aposentar imediatamente, ele precisaria de 35 anos de contribuição. Se ele decidir pagar o valor atrasado, se aposentará com R$ 3 mil, pois terá mais de 96 pontos. Contudo, essa mesma pessoa, caso não pague os atrasados e continue a contribuir com a mesma média até 65 anos de idade (por mais 1 ano) também receberia os mesmos R$ 3 mil mensais. Logo, teria desembolsado R$ 69.120 apenas para antecipar sua aposentadoria em um ano, o que não seria tão vantajoso.

Veja as respostas para as principais dúvidas sobre os pagamentos das contribuições atrasadas:

Quem pode pagar os recolhimentos atrasados?

Trabalhadores autônomos que deixaram de contribuir ao INSS durante um determinado período de tempo.

Há incidência de juros nesses pagamentos?

Sim. No caso de contribuições que serão realizadas referentes a períodos há menos de cinco anos, o segurado deverá pagar a correção pela Taxa Selic e multa proporcional ao período.

Já quem tem recolhimentos que serão realizados referentes a ganhos que ocorreram há mais de cinco anos paga 0,5% de juros ao mês até o máximo de 50% sobre o total, mais multa de 10%.

Sou funcionário da iniciativa privada e a empresa onde trabalho ou trabalhei não repassou ao INSS as minhas contribuições. Devo fazer esse pagamento?

Não. A obrigação tributária é de quem faz o recolhimento, que neste caso é a empresa. Mesmo que o empregador não repasse as contribuições do funcionário, elas são computadas e contam normalmente no cálculo da aposentadoria. A dívida é entre a empresa e o INSS. Porém, é importante que o trabalhador tenha comprovantes do salário que recebia nesse período em que não houve o repasse. Caso não haja comprovação, será considerado um salário mínimo para cada mês.

Posso pagar os recolhimentos futuros que faltam para completar o tempo de contribuição que preciso para me aposentar?

Não. Só é permitido pagar as contribuições atrasadas, não as futuras. Quem ainda não completou o tempo mínimo de contribuição deve continuar trabalhando ou, caso não esteja empregado, pode contribuir de forma individual.

Fonte: extra.globo

Trabalhadores autônomos que deixaram de contribuir ao INSS durante um determinado período de tempo, podem pagar os recolhimentos atrazados.

                                                                                                                                          Em meio à tramitação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, trabalhadores que estão a poucos anos de se aposentar têm buscado formas de antecipar o tempo de contribuição necessário para dar entrada no benefício. Um dos questionamentos mais comuns é com relação ao pagamento de recolhimentos atrasados. Especialistas explicam que esse pagamento retroativo só é possível para quem é autônomo e, além disso, nem sempre é vantajoso.

O advogado João Badari, especialista em Direito Previdenciário, explica que é preciso analisar caso a caso para avaliar se vale a pena fazer as contribuições atrasadas. Isso porque, além de pagar multas e juros, o trabalhador teria que dispor de valores altos, que nem sempre serão revertidos na aposentadoria.

 

— Em muitos casos, o segurado faz o pagamento das contribuições atrasadas, mas o INSS não considera esse tempo. Há casos em que o trabalhador pagou R$ 100 mil e depois teve que ir à Justiça buscar a devolução desse valor. Por isso, recomendo que primeiro a pessoa entre com um processo administrativo para que o INSS reconheça aquele tempo no cálculo. Para isso, é preciso provar que o trabalhador estava exercendo atividade naquele período em que não contribuiu. Depois que o INSS aceitar esse tempo, é feito o pagamento — aconselha.

Para Luiz Felipe Veríssimo, presidente do Instituto de Estudos Previdenciários (Ieprev), é preciso que o trabalhador coloque na ponta do lápis quanto irá gastar com o pagamento dos atrasados e em quanto tempo esse recolhimento irá antecipar a aposentadoria.

— Pode ser que com esse pagamento a pessoa consiga se aposentar automaticamente. Nesse caso, pode valer a pena, pois mesmo que fique caro, o segurado consegue recuperar esse valor depois ao longo dos anos em que estiver recebendo o benefício — avalia.

Confira os exemplos

Podemos usar como exemplo um homem que tem hoje 59 anos de idade e 35 de contribuição, e média salarial de R$ 4 mil. Supondo quer esse trabalhador autônomo ficou dois anos sem contribuir para o INSS, ele teria que pagar hoje R$ 30.720 de recolhimentos atrasados. Com isso, atingiria os 96 pontos necessários para se aposentar com o valor integral do benefício, ou seja, R$ 4 mil mensais. Os pontos são a soma da idade com o tempo de contribuição: como hoje ele tem 94 pontos (35 + 59), os dois anos a mais que seriam pagos resultariam nos 96 exigidos.

Caso ele não quisesse pagar esse tempo, continuaria podendo se aposentar hoje, já que tem 35 anos de contribuição. Porém, com fator previdenciário, que, neste caso, reduziria o valor do benefício para R$ 3.205.

Ou seja, ao pagar os R$ 30.720 relativos às contribuições atrasadas, esse trabalhador receberá uma aposentadoria de R$ 4 mil mensais: R$ 795 a mais que se não fizesse o pagamento. Em cerca de três anos, ele recuperaria o valor que pagou, de modo que esse investimento pode valer a pena.

Mas há casos em que o investimento não compensa. Por exemplo, um segurado que tenha hoje 64 anos de idade e 29 de contribuição, e ficou seis anos sem fazer o recolhimento como autônomo. Supondo que ele tenha uma média salarial de R$ 3 mil, esses seis anos resultariam em um pagamento de R$ 69.120 dos valores em atraso.

Para se aposentar imediatamente, ele precisaria de 35 anos de contribuição. Se ele decidir pagar o valor atrasado, se aposentará com R$ 3 mil, pois terá mais de 96 pontos. Contudo, essa mesma pessoa, caso não pague os atrasados e continue a contribuir com a mesma média até 65 anos de idade (por mais 1 ano) também receberia os mesmos R$ 3 mil mensais. Logo, teria desembolsado R$ 69.120 apenas para antecipar sua aposentadoria em um ano, o que não seria tão vantajoso.

Veja as respostas para as principais dúvidas sobre os pagamentos das contribuições atrasadas:

Quem pode pagar os recolhimentos atrasados?

Trabalhadores autônomos que deixaram de contribuir ao INSS durante um determinado período de tempo.

Há incidência de juros nesses pagamentos?

Sim. No caso de contribuições que serão realizadas referentes a períodos há menos de cinco anos, o segurado deverá pagar a correção pela Taxa Selic e multa proporcional ao período.

Já quem tem recolhimentos que serão realizados referentes a ganhos que ocorreram há mais de cinco anos paga 0,5% de juros ao mês até o máximo de 50% sobre o total, mais multa de 10%.

Sou funcionário da iniciativa privada e a empresa onde trabalho ou trabalhei não repassou ao INSS as minhas contribuições. Devo fazer esse pagamento?

Não. A obrigação tributária é de quem faz o recolhimento, que neste caso é a empresa. Mesmo que o empregador não repasse as contribuições do funcionário, elas são computadas e contam normalmente no cálculo da aposentadoria. A dívida é entre a empresa e o INSS. Porém, é importante que o trabalhador tenha comprovantes do salário que recebia nesse período em que não houve o repasse. Caso não haja comprovação, será considerado um salário mínimo para cada mês.

Posso pagar os recolhimentos futuros que faltam para completar o tempo de contribuição que preciso para me aposentar?

Não. Só é permitido pagar as contribuições atrasadas, não as futuras. Quem ainda não completou o tempo mínimo de contribuição deve continuar trabalhando ou, caso não esteja empregado, pode contribuir de forma individual.

Fonte: extra.globo

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JR Esquadrias