Econômia (78)

 

De acordo com o Diesse, o salário mínimo “necessário” para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência deveria ser de R$ 3.706,44 em março deste ano.

 
 
O governo propôs um salário mínimo de R$ 1.002 para 2019. O anúncio oficial ocorreu nesta quinta-feira (12), por meio do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano que vem. Atualmente, o mínimo é de R$ 954.
 
Com a proposta, essa será a primeira vez que o valor do salário mínimo, que serve de referência para cerca de 45 milhões de pessoas, ficará acima da marca de R$ 1 mil. A vigência do novo salário é em janeiro do próximo ano, com pagamento em fevereiro.
 
O reajuste do salário mínimo obedece a uma fórmula que leva em consideração o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes e a variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior.
 
Para o mínimo de 2019, portanto, a fórmula determina a soma do resultado do PIB de 2017 (alta de 1%) e o INPC de 2018. Como só será possível saber no início do ano que vem a variação do INPC de 2018, o governo usa uma previsão para propor o aumento.
 
Ao propor um salário mínimo de R$ 1.002 para 2019, o reajuste será de 5,03%, bem acima da correção de 1,81% que foi feita em 2018 – o menor percentual em 24 anos.
 
O governo também já havia informado que aplicaria, em 2019, no reajuste do mínimo maior, por conta de uma compensação pelo reajuste deste ano, que ficou abaixo da inflação medida pelo INPC.
 
Último ano da atual fórmula
A atual fórmula de reajuste do salário mínimo (inflação do ano anterior mais o PIB de dois anos antes) começou a valer em 2012, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff.
 
Em 2015, Dilma encaminhou ao Congresso uma Medida Provisória que foi aprovada e estendeu esse modelo de correção até 2019.
 
Analistas esperam que o novo formato de correção do salário mínimo, de 2020 em diante, seja um dos pontos debatidos na campanha eleitoral para a Presidência da República no ano que vem.
 
Impacto nas contas públicas
O reajuste do salário mínimo tem impacto nos gastos do governo. Isso porque os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aos aposentados não podem ser menores do que um salário mínimo.
 
Com o aumento de R$ 48 no salário mínimo no próximo ano, de R$ 954 para R$ 1.002, os números da área econômica indicam de que haverá um aumento nos gastos públicos de mais de R$ 14 bilhões somente por conta desse reajuste.
 
Na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, enviada ao Congresso no ano passado, o governo informou que cada R$ 1 de aumento no salário mínimo gera um incremento de cerca de R$ 300 milhões ao ano nas despesas do governo.
 
Salário mínimo ‘necessário’
 
Mesmo se confirmada a proposta para o salário mínimo acima de R$ 1 mil para 2019, o valor ainda ficará distante do valor considerado como “necessário”, segundo cálculo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
 
De acordo com o órgão, o salário mínimo “necessário” para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência deveria ser de R$ 3.706,44 em março deste ano. Fonte G1.
 
 
 
Fonte: Pautapb com Fábio Augusto

De acordo com a previsão das instituições financeiras, a Selic encerrará 2018 em 6,25% ao ano e subirá ao longo de 2019, terminando o período em 8% ao ano.

Economistas das principais instituições financeiras em atividade no País reduzira pela nona semana consecutiva a estimativa para a inflação em 2018. A expectativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, passou de 3,57% para 3,54%, de acordo com o Boletim Focus, do Banco Central (BC), elaborado com base em pesquisa sobre os principais indicadores econômicos.

A projeção está mais distante do centro da meta de 4,5%, mas acima do limite inferior de 3%. Para 2019, a estimativa para a inflação caiu, pela segunda semana consecutiva, ao passar de 4,10% para 4,08%, abaixo do centro da meta de 4,25%. A meta tem limite de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Nesse cenário de inflação baixa e economia se recuperando, o mercado financeiro espera que a taxa básica de juro, a Selic, seja reduzida em 0,25 ponto percentual, de 6,50% para 6,25% ao ano, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em maio. O BC tem sinalizado que fará mais uma redução na taxa Selic, em maio, e na reunião seguinte do Copom, em junho, interromperá o ciclo de cortes para analisar o cenário.

 

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

De acordo com a previsão das instituições financeiras, a Selic encerrará 2018 em 6,25% ao ano e subirá ao longo de 2019, terminando o período em 8% ao ano.

A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, deste ano, caiu de 2,89% para 2,84%. Para 2019, a projeção é mantida em 3%, há nove semanas consecutivas. (Com ABr)

 

Fonte: Ucho.Indo

 

Fonte:  Ucho.Info

O levantamento desses preços de combustíveis foi realizado pela Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado da Paraíba (Procon-PB), nos dias 7 e 8 de março

O preço do litro da gasolina comum paga com cartões de crédito ou débito chega a custar R$ 4,149 em João Pessoa. A diferença é de R$ 0,31 centavos para a gasolina comum nessa forma de pagamento. Em outros postos pesquisados na cidade, é possível comprar o litro da gasolina comum por R$ 3,83, em pagamento com cartão. Já o preço do litro da gasolina comum paga à vista é de R$ 3,999, mas ainda pode ser encontrada por R$ 3,829 em outros postos.

O levantamento desses preços de combustíveis foi realizado pela Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado da Paraíba (Procon-PB), nos dias 7 e 8 de março. Foram pesquisados 92 postos de combustíveis na Capital paraibana, entre: álcool, gasolina comum, gasolina aditivada, diesel comum, diesel S10 e o Gás Natural Veicular (GNV).

Gasolina Aditivada


O preço do litro à vista apresentou preços que variam R$ 0,47 centavos, vão de R$ 3,829 até R$ 4,299. A forma de pagamento em cartão também teve diferença de 0,47 centavos, de R$ 3,92 até R$ 4,39.

Álcool

O preço do litro pago à vista ou em cartão teve preços que diferiram R$ 0,46 centavos, de R$ 2,839 até R$ 3,299.

Diesel Comum

O preço do litro pago à vista teve diferença de R$ 0,37 centavos, de R$ 3,019 até R$ 3,39. Já para pagamentos em cartão, o preço oscila R$ 0,43 centavos, de R$ 3,019 até R$ 3,449.

Diesel S10

O preço do litro pago à vista apresentou diferença de R$ 0,68 centavos, de R$ 3,019 até R$ 3,699. No pagamento em cartão, o preço oscila R$ 0,67 centavos, de R$ 3,029 até R$ 3,699.

GNV

O preço do litro pago à vista ou em cartão oscila R$ 0,01 na Capital, entre R$ 2,95 e R$ 2,96.

Preços da gasolina comum na Grande João Pessoa

Bayeux


O preço do litro pago em cartão teve diferença de R$ 0,35 centavos, de R$ 3,849 até R$ 4,20. Já o pagamento à vista oscilou R$ 0,10 centavos, de R$ 3,849 até R$ 3,95.

Cabedelo

O preço do litro pago em cartão teve diferença de R$ 0,21 centavos, de R$ 3,89 até R$ 4,099. Já o pagamento à vista oscilou R$ 0,11 centavos, de R$ 3,89 até R$ 3,999.

Santa Rita

O preço do litro pago à vista apresentou diferença de R$ 0,15 centavos, de R$ 3,797 até R$ 3,949. Já na forma de pagamento cartão, os preços diferiram R$ 0,07 centavos, de R$ 3,879 até R$ 3,949.

Preços da gasolina comum no Sertão paraibano

Cajazeiras (dia 6/3)

O preço do litro da gasolina comum em pagamentos à vista ou cartão diferiram até R$ 0,16 centavos, de R$ 4,028 até R$ 4,19.

Para encontrar os endereços dos estabelecimentos pesquisados, acesse o site ou aplicativo do Portal da Cidadania, do Governo do Estado da Paraíba - Secom-PB.


Fonte : Portal Carlos Magno

Já a menor renda foi registrada no Maranhão: R$ 597, menos da metade da média nacional e um quarto da média do Distrito Federal.

A renda familiar média per capita (por membro da família) no País era de R$ 1.268 em 2017, segundo dados divulgados hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A maior renda foi observada no Distrito Federal: R$ 2.548, o dobro da média nacional

.Já a menor renda foi registrada no Maranhão: R$ 597, menos da metade da média nacional e um quarto da média do Distrito Federal.

Os valores são calculados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e enviados ao Tribunal de Contas da União (TCU). A renda familiar per capita é usada para se estabelecer os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).

A lista com a média dos valores por Estado está no site do IBGE.  P

Portal: www.terra.com 

 

 

 

O número de empregados com carteira de trabalho, 33 milhões, também ficou estável em relação ao trimestre anterior.

A taxa de desemprego ficou em 12,2% no trimestre encerrado em janeiro, quando havia 12,7 milhões de pessoas buscando uma vaga no país. Os dados foram divulgados pelo IBGE na manhã desta quarta-feira, por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Mensal (Pnad). Em relação ao período que serve como base de comparação (agosto a outubro de 2017) a taxa ficou estável (já que também tinha sido de 12,2%). Também caiu em relação a um ano atrás, quando a falta de emprego atingia 12,6% da força de trabalho do país.

O início do ano é uma época em que tradicionalmente há aumento do desemprego por causa da saída dos trabalhadores temporários. A estabilidade é, portanto, um sinal positivo.

O grupo de desocupados também ficou estável em relação ao trimestre comparável anterior (12,7 milhões) e também em relação ao mesmo período do ano passado, quando 12,9 milhões de pessoas estavam sem emprego.

Apesar da queda contínua da taxa ao longo do ano passado, o Brasil encerrou 2017 com 12,3 milhões de trabalhadores em busca de trabalho e a taxa média de desemprego foi de 12,7%, a mais alta desde 2012, início da série de medições do IBGE. Em relação a 2014, quando a taxa média de desocupação atingiu o menor patamar da série da pesquisa, 6,8%, a diferença foi de 5,9 pontos percentuais.

 

A população ocupada foi estimada em 91,7 milhões e ficou estável em relação ao trimestre encerrado em outubro do ano passado. Em relação a um ano antes, houve crescimento desse grupo, de 2,1% ou mais 1,8 milhões de pessoas. O número de empregados com carteira de trabalho, 33 milhões, também ficou estável em relação ao trimestre anterior. No entanto, em relação a um ano antes esse grupo encolheu em 1,7% ou menos 562 mil trabalhadores. O grupo dos sem carteira também ficou estável na comparação com o trimestre anterior, em 11 milhões, mas cresceu na comparação com um ano antes, 5,6% ou mais 581 mil pessoas.

Escrita por Daiane Costa com extra.globo

Volúpia, de acordo com o dicionário da língua portuguesa, significa grande prazer sexual, luxúria e ainda um grande prazer dos sentidos e sensações. Mas na Paraíba Volúpia significa orgulho. É sinônimo de pureza e qualidade de um produto 100% natural que no dia 1º de fevereiro deste ano de 2018 recebeu o prêmio de melhor cachaça branca paraibana e quinta mais bem colocada no Brasil durante o 3º Ranking da Cúpula da Cachaça.


A última etapa da competição, que teve início em setembro do ano passado, foi realizada em Analândia, interior de São Paulo, onde a Volúpia disputou com mais de mil e cem rótulos, todos com registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Depois da primeira fase, 250 marcas foram selecionadas. Na sequência, elas passaram pela avaliação de 48 especialistas em cachaça, responsáveis por eleger os 50 melhores rótulos do país, a cada dois anos.

De pai para filho – Tudo começou no século XIX, mais precisamente no ano de 1817, quando a família Lemos decidiu se instalar na pequena e pacata cidade de Alagoa Grande, localizada na região do Brejo, distante 105 quilômetros de João Pessoa, Capital paraibana, onde fundou o Engenho Lagoa Verde, nascedouro da Cachaça Volúpia.

Desde seus primórdios a família Lemos utiliza um método artesanal de fabricação e de plantação orgânica para garantir a pureza e a qualidade de um produto 100% natural, atravessando várias gerações e sempre buscando resgatar a história, a cultura e a tradição dessa bebida genuinamente brasileira.

Ousadia - Em 1946, quando Otávio Lemos fundou a Volúpia, ele chocou a população com um rótulo bastante ousado e escandaloso para a época. Uma mulher loura, seminua, com os seios à mostra e apenas um véu cobrindo suas partes íntimas ilustrava o rótulo da garrafa.

“A história que meu avô contava é que quando a pessoa bebesse até a metade da garrafa, o véu ia cair. Essa era a promessa que ele fazia para ébrios consumidores da época”, conta Vicente Lemos, neto de Otávio Lemos e atual responsável pelo engenho e pela crescente evolução da Volúpia, ao longo das últimas quase quatro décadas, conseguindo transformar a cachaça paraibana em uma das marcas mais conhecidas e respeitadas do Brasil.

Farmacêutico formado, Vicente Lemos conseguiu transformar o Engenho Lagoa Verde em uma verdadeira fábrica, tecnicamente impecável, com controle de qualidade rígido, que vão desde o plantio até o engarrafamento da bebida. A cana é orgânica e na fermentação ele utilizada uma técnica da própria região, em que a levedura é extraída da própria cana, conferindo à cachaça um aroma típico do brejo. A destilação é feita em alambiques de cobre aquecidos à vapor, o que proporciona maior controle de temperatura e depois armazenada em pipas de freijó de 10 mil litros, onde fica descansando por cerca de um ano, até ser engarrafada em sua versão prata, premiada em diversos rankings do Brasil.

Cinco gerações - Tudo começou com Antônio Lemos, que passou as terras onde é fabricada a cachaça para seu filho Manoel de Lemos, depois veio Otávio Lemos de Vasconselos na sucessão dos negócios que, com sua visão inovadora, criou e idealizou a marca Volúpia, além de lançar no mercado e obter estrondoso sucesso perante o público consumidor.

Seu filho, José Ribamar Lemos continuou as atividades da empresa, e nos dias atuais, a Cachaça Volúpia está sob a direção de Vicente Otávio Lemos.

A Revista Playboy não se notabilizou só pelas belíssimas mulheres, quando ela divulga um ranking de bebidas, também causa o maior frisson. Isto porque é reconhecida pela seriedade e lisura nos seus métodos de seleção e classificação. Em agosto de 2003 ela divulgou um raking classificando as melhores cachaças do país e a Volúpia ficou entre as 5 melhores, tornando-se assim um orgulho para os apreciadores e a única paraibana a fazer sucesso na Playboy sem tirar a roupa.

Pela primeira vez a Volúpia participa do Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverage, realizado pela USP de São Carlos, onde os mais conceituados professores de química e os maiores experts em destilados se unem para analisar as propriedades físico-químicas e sensoriais da cachaça. A Volúpia já recebe de cara Menção Honrosa, pela sua alta qualidade.

O Prêmio Sebrae Revelação Empresarial reconhece iniciativas de gestão inovadoras no Estado. Na última edição, as empresas Bless Cosmetics e Agroindustrial Lagoa Verde Ltda. – produtora da cachaça Volúpia – venceram o concurso. De acordo com Vicente Otavio Neves Lemos, da Agroindustrial Lagoa Verde Ltda, que venceu o prêmio na categoria indústria, a premiação é um estímulo a melhoria empresarial e o reconhecimento dos esforços aplicados na melhoria de um produto de qualidade.

No VI Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverage, os mais conceituados professores de química e os maiores experts em destilados descobriram que a Volúpia é uma cachaça que está sempre se aperfeiçoando e melhorando não só a sua qualidade como produto, mas acima de tudo, contribuindo para fazer da cachaça um produto respeitado no mundo todo. A Paraíba ficou orgulhosa e a Volúpia com a Medalha de Prata.

Na edição de abril/2007 a revista Playboy divulgou um ranking das 20 melhores cachaças, elaborado por grandes especialistas do Brasil. A Volúpia mais uma vez mostrou sua qualidade figurando como a única cachaça descansada numa seleção onde constavam apenas cachaças envelhecidas. Assim a única paraibana a fazer sucesso na Playboy, repetiu a dose em 2007.

No VII Brazilian Meeting Chemistry of Food and Beverage, a Volúpia voltou a reber menção honrosa no III Concurso de Avaliação da Qualidade da Cachaça como resultado das análises química e sensorial. Mais uma vitória para a cachaça que mais eleva o nome da Paraíba e que orgulha a todos, colocando nosso estado em destaque nacional na fabricação de um produto tão nobre.

Na edição de agosto/2009 a revista Playboy divulgou o que ela chamou de ranking definitivo das melhores cachaças, elaborado por grandes especialistas do Brasil e dois degustadores de renome. A Volúpia, além de ter sido a paraibana melhor ranqueada, ficou entre as dez primeiras do país, mostrando ser uma bebida franca, direta e de alta qualidade. Assim ela se tornou definitivamente a única paraibana a fazer sucesso na Playboy, em dose tripla.

A Volúpia mais uma vez orgulha a Paraíba e conquista o primeiro lugar no Ranking das Cachaças Brancas elaborado pela conceituada Revista Veja na sua edição nº 2.152 de fevereiro de 2010. Um Júri formado pelos maiores especialistas no assunto escolheu as melhores e a Volúpia mais uma vez provou ser a mais apreciada e premiada do Brasil.

”A Volúpia está em constante evolução e vem rompendo fronteiras com a produção de um produto ecologicamente correto sem medir esforços para desenvolver sua região, gerar emprego e preservar o meio ambiente. Portanto ao abrir uma bela embalagem de Volúpia, seja Cachaça ou Frutta Frozen, saiba que além de um produto de alta qualidade ali tem também ética, honestidade, compromisso e lealdade”, finaliza com orgulho Vicente Lemos.


 

Levantamento de preços foi realizado no dia 20 de fevereiro em 102 postos em atividade na Capital

Pesquisa comparativa para combustíveis realizada pelo Procon-JP constatou que o menor preço da preço da gasolina manteve elevação em João Pessoa, sendo vendida hoje a R$ 3,879 (Extra – Bairro dos Estados), quando em 1º de fevereiro de 2018 estava em R$ 3,870. O maior preço, R$ 4,149 (Autopel -B Epitácio Pessoa) é o mesmo do início do mês. Veja aqui a pesquisa completa.

O levantamento de preços atual, que foi realizado no  último dia 20 de fevereiro de 2018 em 102 postos em atividade na Capital, constatou que seis postos aumentaram o preço do produto, 26 baixaram e 70 mantiveram o mesmo valor. Para o secretário Helton Renê, os aumentos nas bombas, à primeira vista, estão dentro dos parâmetros de reajuste anunciados pelo Governo Federal.

O titular do Procon-JP adianta que “nossas pesquisas comparativas estão monitorando os preços dos combustíveis não apenas para indicar onde adquirir o produto mais barato, mas, também, para evitar alguma abusividade devido aos sucessivos aumentos aplicados pela Petrobras”.

Etanol

Em relação ao litro do etanol, o menor preço do produto registrou elevação em comparação com a pesquisa anterior, passando de R$ 2,839 para R$ 2,859 (Metrópole – Epitácio Pessoa). O maior preço se manteve em R$ 3,299. Vinte e um postos aumentaram o preço do etanol, oito baixaram e 67 mantiveram.

Diesel S10

O menor preço do litro do óleo diesel S10, segundo a pesquisa atual, está em R$ 3,289 (Expressão – Rui Carneiro), mantendo o mesmo valor que no início de fevereiro, com o maior também permanecendo o mesmo da pesquisa anterior: R$ 3,699. De acordo com esta pesquisa comparativa, nove postos aumentaram o preço do produto, cinco baixaram e 76 mantiveram.

GNV 

Quanto ao Gás Natural Veicular (GNV), dos 12 postos que comercializam o produto em João Pessoa atualmente, todos mantiveram o preço registrado no levantamento anterior: o menor está em R$ 2,950 (Bancários – Bancários) e, o maior, em R$ 2.999 (Posto Z – Cidade Universitária).

Fonte: Portalcorreio

Levantamento de preços foi realizado no dia 20 de fevereiro em 102 postos em atividade na Capital

Pesquisa comparativa para combustíveis realizada pelo Procon-JP constatou que o menor preço da preço da gasolina manteve elevação em João Pessoa, sendo vendida hoje a R$ 3,879 (Extra – Bairro dos Estados), quando em 1º de fevereiro de 2018 estava em R$ 3,870. O maior preço, R$ 4,149 (Autopel -B Epitácio Pessoa) é o mesmo do início do mês. Veja aqui a pesquisa completa.

O levantamento de preços atual, que foi realizado no  último dia 20 de fevereiro de 2018 em 102 postos em atividade na Capital, constatou que seis postos aumentaram o preço do produto, 26 baixaram e 70 mantiveram o mesmo valor. Para o secretário Helton Renê, os aumentos nas bombas, à primeira vista, estão dentro dos parâmetros de reajuste anunciados pelo Governo Federal.

O titular do Procon-JP adianta que “nossas pesquisas comparativas estão monitorando os preços dos combustíveis não apenas para indicar onde adquirir o produto mais barato, mas, também, para evitar alguma abusividade devido aos sucessivos aumentos aplicados pela Petrobras”.

Etanol

Em relação ao litro do etanol, o menor preço do produto registrou elevação em comparação com a pesquisa anterior, passando de R$ 2,839 para R$ 2,859 (Metrópole – Epitácio Pessoa). O maior preço se manteve em R$ 3,299. Vinte e um postos aumentaram o preço do etanol, oito baixaram e 67 mantiveram.

Diesel S10

O menor preço do litro do óleo diesel S10, segundo a pesquisa atual, está em R$ 3,289 (Expressão – Rui Carneiro), mantendo o mesmo valor que no início de fevereiro, com o maior também permanecendo o mesmo da pesquisa anterior: R$ 3,699. De acordo com esta pesquisa comparativa, nove postos aumentaram o preço do produto, cinco baixaram e 76 mantiveram.

GNV 

Quanto ao Gás Natural Veicular (GNV), dos 12 postos que comercializam o produto em João Pessoa atualmente, todos mantiveram o preço registrado no levantamento anterior: o menor está em R$ 2,950 (Bancários – Bancários) e, o maior, em R$ 2.999 (Posto Z – Cidade Universitária).

Fonte: Portalcorreio

 

Na véspera, para o dia 1º, a estatal tinha anunciado reduções nos preços dos dois produtos. A queda para a gasolina ficou em 1,5% e no diesel em 1,4%.

De acordo com a companhia, a política de preços para a gasolina e para o diesel vendidos nas suas refinarias às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, “que representa a alternativa de suprimento oferecido pelos nossos principais concorrentes para o mercado, na importação do produto”.

Somado a isso, a empresa informa na sua página que é avaliada a margem que considera “os riscos inerentes à atividade de importação, como volatilidade da taxa de câmbio e dos preços”.

Ainda na sua página na internet, a Petrobras informa que, em busca de convergência no curto prazo com a paridade do mercado internacional, analisa a sua participação no mercado interno e avalia frequentemente se haverá manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias. “Sendo assim, os ajustes nos preços podem ser realizados a qualquer momento, inclusive diariamente”, apontou.

Por Agência Brasil / André Motta/ Petrobras  

A Petrobras reajustou os preços da gasolina para as distribuidoras em 0,5% e do diesel em 0,6%. O aumento vale a partir de amanhã (6). Esta foi a terceira correção neste mês. A que entrou em vigor no sábado (3) teve os mesmos percentuais, e a que passou a valer na sexta-feira (2), ficou em 0,8% para a gasolina.

Sobre o Brasil, a Oxfam informou ainda que as cinco pessoas mais ricas do país têm um patrimônio equivalente à metade da população brasileira

Em seu relatório anual sobre a desigualdade, divulgado nesta segunda-feira (22), a Oxfam, ONG de ajuda humanitária presentes em 94 países, revelou que 82% da riqueza gerada no mundo em 2017 foram parar nas mãos de 1% da população mais rica.

No relatório “Recompensem o trabalho, não a riqueza”, a Oxfam explicou que, em 2017, o 1% mais rico elevou o seu patrimônio em 762 bilhões de dólares (cerca de 2,5 trilhões de reais), o suficiente para acabar sete vezes com a miséria no mundo. A Comissão de Combate à Fome de Oxford apontou que metade da população mundial não ficou com qualquer parcela dessa riqueza.

Segundo a Oxfam, houve um aumento histórico no número de bilionários no mundo: “atualmente existem 2.043 bilionários no mundo e 9 em cada 10 são homens”. Também foi o maior aumento do número de bilionários de um ano para o outro, com um novo bilionário a cada dois dias, de acordo com a ONG.

Sobre o Brasil, a Oxfam informou ainda que as cinco pessoas mais ricas do país têm um patrimônio equivalente à metade da população brasileira. A riqueza dos milionários cresceu 13% em 2017, enquanto 50% dos brasileiros mais pobres viram a sua parte nos rendimentos nacionais reduzida de 2,7% para 2%.

Rafael Georges, coordenador de campanha da Oxfam no Brasil, explicou que os dados da pesquisa, fornecidos pelo Banco Credit Suisse, indicam que há uma tendência de aprofundamento da desigualdade social no Brasil.
“A concentração de riqueza é muito cruel e eficiente para quem está no topo. Se você tem bastante patrimônio, consegue gerar renda e consequentemente mais patrimônio. Quando a economia [brasileira] começou a esboçar alguma recuperação, esta parcela da população [mais rica] experimentou um momento favorável”, disse.

Sistema problemático

O estudo calculou que, mundialmente, a riqueza dos bilionários aumentou 13% ao ano em média desde 2010, seis vezes mais do que os aumentos dos salários pagos aos trabalhadores (2% ao ano).
Para a organização não governamental, o crescimento sem precedentes do número de bilionários não é um sinal de uma economia próspera, mas um sintoma de um sistema extremamente problemático, já que mais de metade da população mundial tem um rendimento diário de entre 2 e 10 dólares.

“O boom de bilionários não é um sinal de uma economia próspera, mas um sintoma de um sistema econômico falido”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva da Oxfam International. “As pessoas que fazem nossas roupas, montam nossos celulares e cultivam nossos alimentos estão sendo exploradas para garantir uma oferta constante de bens baratos e aumentar os lucros das empresas e dos investidores bilionários.”

“Enquanto o 1% mais rico ficou com 27% do crescimento do rendimento global entre 1980 e 2016, a metade mais pobre do mundo ficou com 13%”, continua o relatório. “Mantendo o mesmo nível de desigualdade, a economia global precisaria ser 175 vezes maior para permitir que todos passassem a ganhar mais de 5 dólares por dia”, concluiu a análise.

Críticas à Oxfam

Como nos anos anteriores, o estudo de Oxfam foi criticado como oferecendo uma análise simplista da desigualdade de riqueza, focalizando a riqueza líquida e não a riqueza bruta, o que exclui a dívida.
Os críticos disseram que, embora as reivindicações da instituição de ajuda humanitária ocupem as manchetes, elas ignoram como os níveis globais de pobreza caíram de 75% em 1929 para 10% em 2015.

“O erro de Oxfam é ver a riqueza como um bolo fixo”, disse Sam Dumitriu, diretor de pesquisa do Instituto Adam Smith, “think tank” neoliberal londrino.

“Mais riqueza para [Mark] Zuckerberg e [Jeff] Bezos não significa menos riqueza para você ou para mim. Na verdade, é o contrário: num mercado livre, os indivíduos só podem acumular riqueza preenchendo os desejos e as necessidades dos outros. O trabalho e o comércio realmente recompensam todos os envolvidos”, opinou Dumitriu.

Dumitrui disse ainda que seria mais importante reduzir a pobreza do que a desigualdade e apontou a rejeição de mercados livres nos últimos anos na Venezuela sob Hugo Chávez e Nicolás Maduro como um movimento que forçou mais de 80% da população a entrar na pobreza, apesar de o país sul-americano ter as maiores reservas de petróleo comprovadas do mundo.

No entanto, o economista Gabriel Zucman, membro do comitê executivo do Relatório Mundial de Desigualdades, um estudo separado publicado no mês passado pela Escola de Economia de Paris, insistiu que o futuro da pobreza depende do que acontece com a “desigualdade dentro do país”.

“Se todos os países acompanharem a trajetória de desigualdade que os EUA seguiram desde 1980, teremos dificuldade em aliviar a pobreza global. Para reduzir a pobreza, o crescimento precisa ser distribuído de forma equitativa”, disse Zucman à Deustche Welle.

O Relatório Mundial de Desigualdade revelou que os 50% dos assalariados mais pobres dos EUA viram o crescimento da riqueza zerar ao longo dos últimos 37 anos, os 90% mais pobres tiveram um crescimento muito limitado, enquanto os ganhos dos 1% mais ricos triplicaram.

Desigualdade de gênero

Em seu estudo, a Oxfam revelou ainda que, globalmente, as mulheres estão nas formas de trabalho menos bem remuneradas e menos seguras e, de forma consistente, ganhando menos do que os homens.
A Oxfam exorta os governos a se comprometerem a reorganizar o sistema econômico para trabalhar pela humanidade como um todo, em vez de uma pequena elite, apontando como, atualmente, 42 pessoas possuem a mesma riqueza que as 3,7 bilhões mais pobres no mundo.

O lançamento do relatório internacional da Oxfam é feito na véspera do Fórum Econômico Mundial, que junta os principais líderes políticos e empresariais do mundo na cidade de Davos, na Suíça, entre 23 e 26 de janeiro. (Com agências internacionais) 

 

Fonte: Redação Ucho.Info

 
 
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JR Esquadrias