Econômia (89)

O valor do salário mínimo aprovado pelo Congresso, no entanto, representa uma redução de 0,4% em relação aos R$ 1.002 presentes na previsão inicial do governo para o salário mínimo do ano que vem.

O salário mínimo passará a ser de R$ 998 a partir do dia 1º de janeiro de 2019. O valor está presente na proposta da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), aprovada pelo Congresso Nacional na noite dessa quarta-feira (11). O texto agora segue para a sanção presidencial.

A remuneração mínima de R$ 998 será 4,6% superior aos R$ 954 pagos aos trabalhadores neste ano. Como a previsão de economistas ouvidos pelo BC (Banco Central) para a inflação deste ano é de 4,17%, o novo salário mínimo representará um ganho real de 0,4% aos profissionais.

O valor do salário mínimo aprovado pelo Congresso, no entanto, representa uma redução de 0,4% em relação aos R$ 1.002 presentes na previsão inicial do governo para o salário mínimo do ano que vem.

Ao reduzir a projeção de reajuste, o governo estimou que a inflação para 2018 seria de 3,3%, valor 0,87 inferior às expectativas atuais do mercado financeiro. O governo avalia que a diminuição de R$ 4 resultará em um ganho de R$ 13,4 bilhões em 2019 aos cofres públicos.

Por lei, o salário mínimo brasileiro será definido, até 2019, com base no crescimento da economia de dois anos antes mais a inflação calculada pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), índice próximo ao IPCA, do ano anterior.

Vale lembrar que neste ano o salário mínimo estabelecido resultou em uma perda real na remuneração paga aos trabalhadores. Isso ocorreu com a aceleração da inflação ao final do ano passado fez com que o índice de preços fechasse 2018 em 2,07%, enquanto o reajuste mínimo já havia sido fixado em 1,81%.

 

Fonte: R7

ma família que se sustenta com US$ 117,4 mil por ano - cerca de R$ 450 mil - pode ser considerada de "baixa renda" em algumas áreas dos Estados Unidos, conforme um relatório recente do Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano.

Fonte: Portal Terra

San Francisco tornou um nicho das empresas de alta tecnologia e oferece alguns dos salários mais altos dos EUA
 
 
San Francisco tornou um nicho das empresas de alta tecnologia e oferece alguns dos salários mais altos dos EUA
Foto: Getty Images / BBC News Brasil                                                                                                                             Que trabalhadores com remuneração anual de três dígitos possam ser classificados como "pobres" é algo que pode surpreender muita gente.

Mas é a realidade em San Francisco, San Mateo e Condado de Marin, na Califórnia. Nessas regiões dos EUA, famílias de até quatro pessoas com remuneração anual de R$ 450 mil são consideradas de "baixa renda", enquanto as que recebem menos de R$ 282,8 mil por ano já entram no rol de "muito baixa renda".

Uma análise da variação nas remunerações e custos de vida das cidades americanas ilustra o que está ocorrendo nessas localidades e no país como um todo.

Salários muito acima da média

Entre as profissões mais bem pagas em San Francisco estão a de médico e a de desenvolvedor de software
 
 
Entre as profissões mais bem pagas em San Francisco estão a de médico e a de desenvolvedor de software
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Quase dois terços das famílias americanas de quatro pessoas vivem abaixo da linha de "baixa renda" de San Francisco, ou seja, com menos de R$ 450 mil por ano.

Nos Estados Unidos como um todo, a média de renda anual de uma família de quatro pessoas é de US$ 91 mil (cerca de R$ 351 mil). Quando são consideradas famílias de todos os tamanhos, a média é de US$ 59 mil (R$ 227 mil) por ano.

Num país com 326 milhões de habitantes, mais de 40 milhões de pessoas vivem abaixo da linha da pobreza, que é de US$ 25 mil (cerca de R$ 96 mil) por ano, por família de quatro integrantes.

Ao observar todos os empregos, os ganhos são desproporcionais em algumas cidades. San Francisco é uma que se destaca, com remunerações muito acima da média.

A cidade se tornou o nicho da indústria de alta tecnologia, o que gerou um boom econômico que fez com que se tornasse residência dos profissionais mais bem pagos dos Estados Unidos.

Entre 2008 e 2016, as remunerações individuais para funcionários de 25 a 64 anos de idade em San Francisco - incluindo os condados de Alameda e Contra Costa - cresceram 26%, mais do que em qualquer outra região do país.

Em 2016, a remuneração média individual era de US$ 63 mil (R$ 242 mil) por ano.

Mas claro que também há outras áreas dos Estados Unidos com salários altos.

Entre pessoas com 25 a 64 anos, o salário médio anual de um empregado em tempo integral é de US$ 65 mil (R$ 250 mil) em San José; US$ 60 mil (R$ 231 mil) na capital Washington; e US$ 55,7 mil (R$ 215 mil) em Boston.

Em cidades que pagam salários altos como essas, algumas profissões se destacam.

Em San Francisco, os médicos são os profissionais mais bem pagos, ganhando em média US$ 193 mil (R$ 743 mil) por ano. Administradores públicos recebem cerca de US$ 167 mil (R$ 643 mil). E desenvolvedores de software podem esperar um salário anual de US$ 117 mil (R$ 450 mil).

Mas obviamente há muita gente ganhando bem menos que isso. As pessoas mais mal pagas em San Francisco são os fazendeiros, que ganham US$ 18,5 mil (R$ 71,2 mil) por ano, enquanto quem trabalha com crianças recebe cerca de US$ 22 mil (R$ 85,9 mil) por ano.

Os salários são bem menores em outras grandes cidades dos Estados Unidos.

Em Detroit, por exemplo, um médico ganha US$ 114 mil (R$ 439 mil), enquanto quem trabalha com crianças recebe US$ 15 mil (R$ 57 mil) por ano.

Custo de vida

A variação das remunerações é apenas parte dessa equação que faz com que, em San Francisco, uma família seja considerada "pobre" com menos de R$ 450 mil por ano.

É preciso levar em conta os gastos necessários para uma família sobreviver - como casa, comida e lazer. O custo de moradia cumpre um papel importante em determinar o real valor da remuneração dos trabalhadores - e o custo de vida na área de San Francisco é 25% mais alto que a média nacional.

Mas como as remunerações são 45% maiores que a média nacional, muitas pessoas que moram naquela região ainda estão em vantagem em relação a boa parte da população dos Estados Unidos.

O maior problema em San Francisco é o alto custo da moradia, 25% maior que a média nacional
 
 
O maior problema em San Francisco é o alto custo da moradia, 25% maior que a média nacional
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

É quando são analisados especificamente os gastos com moradia que a comparação é menos favorável para San Francisco.

Em muitas cidades grandes, os problemas com aluguéis altos e preços elevados na compra de casa própria foram agravados por leis rígidas para a construção de residências e o crescimento da desigualdade.

Os aluguéis caros de San Francisco estão por trás da decisão de categorizar como de "baixa renda" famílias que ganham salários anuais de mais de até R$ 450 mil.

O valor médio do aluguel de um apartamento de dois quartos em San Francisco é de US$ 3.121 (R$ 12 mil) por mês - quase o dobro do que era em 2008. Em Cincinnati, no Estado de Ohio, o valor para um apartamento do mesmo tamanho é de US$ 845 (R$ 3,2 mil).

Essa diferença, de 270%, é bem maior que a diferença entre a média de remunerações nas duas cidades - de 50%.

Portanto, o custo para viver em San Francisco pode ser desafiador.

Nos Estados Unidos, o governo normalmente define uma família de "baixa renda" como aquela que ganha menos que 80% da remuneração média das famílias de mesmo tamanho, na mesma região.

Mas em locais com custo muito elevado de moradia o limite de remuneração para ser classificado como "baixa renda" pode ser maior.

Em San Francisco, os aluguéis altos estimularam o governo a fixar como "baixa renda" as famílias que ganham menos de US$ 117 mil (R$ 450 mil), o que é quase o valor da remuneração média de uma família de quatro pessoas na região - US$ 118 mil (R$ 454 mil).

Receber menos que esse valor não dá às famílias automaticamente o direito a assistência para acesso a moradia, mas é um fator importante na hora de se candidatar a esse tipo de subsídio.

Qualidade de vida

É importante notar que muita gente está disposta a encarar preços altos em troca de boa qualidade de vida.

San Francisco é, certamente, um lugar caro para se viver, mas que também oferece clima bom e vastas opções de programas culturais - cinemas, exposições teatros, bares e restaurantes.

É comum que cidades classificadas como tendo uma alta qualidade de vida, como San Francisco, Santa Bárbara (Califórnia) e Honolulu (Havaí), sejam caras.

O desafio é garantir que essa qualidade de vida seja acessível para todos os residentes, não apenas para aqueles com os melhores salários.

Ter um olhar crítico sobre o mercado mobiliário e refletir sobre como garantir moradia à população de baixa renda são bons pontos de partida.

*Esse texto foi escrito para a BBC News por pesquisadores. Os autores são Jay Smabaugh, diretor do Projeto Hamilton e professor de Estudos Econômicos do Instituto Brookings, e Ryan Nunn, diretor de política pública do Projeto Hamilton e professor de Estudos Econômicos do Instituto Brookings, instituição de políticas públicas sem fins lucrativos que conduz pesquisas voltadas a solucionar problemas da sociedade contemporânea.

A redução do PIB chinês e americano frente à disputa comercial estão entre os parâmetros que devem levar o Brasil ao cento da disputa.

A ameaça do Presidente Donald Trump de impor tarifas adicionais de 10% sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses e as táticas de contra-ataque da China devem fortalecer a relação comercial do Brasil com os dois países. Há cenário ideal para internacionalização de empresas brasileiras para os EUA.

Em 2018 o cenário comercial das duas maiores potências econômicas mundiais – Estados Unidos e China – passa por um momento relevante de mudanças. Muito além da especulação de redução do PIB Chinês e americano frente à disputa comercial, estão os parâmetros que devem levar o Brasil ao centro dessa disputa. É o que avalia o economista Carlo Barbieri, que dirige há mais de 25 anos nos Estados Unidos a Consultoria de investimentos americana, Oxford Group.

“Temos visto uma grande oportunidade comercial para que o Brasil se afirme nestes mercados, principalmente aqui nos Estados Unidos. É possível que neste momento o país ganhe competitividade aos seus produtos e reafirme sua robustez comercial aqui nos EUA. Temos as condições ideais para ocupar o centro dessa disputa e ganhar com ela”, afirma o consultor e economista Carlo Barbieri.

 

O economista ainda pondera que a proximidade geográfica do Brasil com os Estados Unidos, a qualidade dos produtos e a força de trabalho brasileiros são pontos favoráveis que devem conferir ao país a posição central na avaliação comercial americana. “Os Estados Unidos estão fortalecendo laços comerciais neste momento. O Brasil pode e deve aproveitar essa chance para consolidar ainda mais a relação com os EUA”, avalia o economista ponderando que não há melhor momento para investimentos brasileiros nos EUA.

Força internacional
Segundo analisado pela consultoria Oxford Group, do ponto de vista econômico, os EUA tem se tornado o desejo e destino de empresas da maior parte do mundo, por sua segurança jurídica, a forca de sua moeda e a estabilidade de suas instituições: ou seja, a base ideal para internacionalização de empresas. Barbieri afirma que os EUA têm demostrado força internacional e voltou a ser um baluarte mundial ao defenestrar o ISIS do Iraque e impulsionar a desmilitarização da Coreia do Norte.

“O atual governo, do ponto de vista econômico, tem implementado uma profunda desregulamentação, para agilizar a economia e tirar custos desnecessários e retardadores do progresso. Com a confiança do mercado, valorizou a poupança do americano e nos que investem nos EUA. Mais de $7 trilhões foram acrescidos ao valor das inversões nas bolsas de valores. A taxa de crescimento tem sido o dobro da obtida, em média, nos últimos 8 anos”"Carlo Barbieri, economista
Investimentos em alta
Segundo o especialista, os EUA estão atraindo milhares de matrizes de suas empresas de volta para o país e muitos outros empreendedores estão visualizando a possibilidade de instalarem suas bases de operações mundiais a partir do paí norte-americano. Ele destaca duas razões: impostos baixos para as empresas (caíram de 35% para 21%) e a insegurança pessoal, jurídica e institucional, além da precária capacidade de recuperarão econômica do Brasil.

“Há uma mudança do conceito aqui nos Estados Unidos, em que passa a taxação americana a ser territorial e não mundial para as empresas que operam em outros países, o que faz com que, na prática, em especial nos países com tratados tributários, os lucros obtidos em outros países não são taxados ao serem trazidos para os EUA. A transferência das sedes de empresas está sendo galopante”, afirma Barbieri.

 

Fonte: Metropoles

O concurso 2.055 é o primeiro da Mega-Semana de Férias e será sorteado a partir das 20h (horário de Brasília) no Caminhão da Sorte da Caixa que está em Rio Grande (RS).

A Mega-Sena acumula e pode pagar, nesta terça-feira (3), o prêmio de R$ 21 milhões ao apostador que acertar os seis números da sorte. O concurso 2.055 é o primeiro da Mega-Semana de Férias e será sorteado a partir das 20h (horário de Brasília) no Caminhão da Sorte da Caixa que está em Rio Grande (RS).

Caso apenas um ganhador leve o prêmio da Mega-Sena e aplique todo o valor na poupança, receberá aproximadamente R$78 mil em rendimentos mensais. Ou, se preferir, o ganhador pode adquirir 10 apartamentos de luxo, mobiliados, nas melhores localizações do país.

A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) de terça em qualquer lotérica do país. Clientes com acesso ao Internet Banking Caixa podem fazer as apostas pelo computador pessoal, tablet ou smartphone. Para isso, basta ter conta corrente no banco e ser maior de 18 anos. O serviço funciona das 8h às 22h (horário de Brasília), exceto em dias de sorteios (terça, quinta e sábado), quando as apostas se encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso seguinte.

Da internet

De  acordo com Marconi Marques Frazão, o PMPF do óleo diesel será o menor do Nordeste e o quarto menor do Brasil, enquanto o PMPF do óleo diesel S10 será o segundo menor do Nordeste e o quinto menor do Brasil, a partir de 1º de julho

O Governo da Paraíba aplicou a segunda redução de R$ 0,23 sobre o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF). O Diário Oficial da União publicou na última quarta-feira (27) a nova tabela quinzenal sobre o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), que é resultado da média de preços praticados nos postos de combustíveis do Estado.

De acordo com a tabela do Ato-Cotepe nº 12 do Confaz, o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) do litro do diesel será de R$ 3,23, enquanto o diesel S10 de R$ 3,31. A nova pesquisa registra a aplicação da segunda redução de R$ 0,23 sobre os valores praticados na primeira quinzena de junho. A segunda parcela do preço do óleo diesel entra em vigor a partir do próximo domingo, dia 1º de julho. A pesquisa do Ato-Cotepe do Confaz, publicada a cada 15 dias, é usada como base de cálculo pelos Estados para a cobrança da alíquota de ICMS sobre os combustíveis.




Paraíba fez a sua parte

Para o secretário de Estado da Receita, Marconi Marques Frazão, o PMPF do óleo diesel será o menor do Nordeste e o quarto menor do Brasil, enquanto o PMPF do óleo diesel S10 será o segundo menor do Nordeste e o quinto menor do Brasil, a partir de 1º de julho. ?A tabela do Ato-Cotepe nº 12 do Confaz confirma que a Paraíba fez a sua parte?, afirmou o secretário.

No início de junho, o Governo da Paraíba tomou a iniciativa de garantir a redução dos R$ 0,46 sobre o PMPF, após o Governo federal reduzir o mesmo valor do combustível na refinaria, com o fim da cobrança da Cide sobre o diesel e da redução das alíquotas do PIS e Cofins. A determinação da redução no PMPF da Paraíba, que serve de base de cálculo para a cobrança da alíquota de ICMS, foi feita pelo governador Ricardo Coutinho à Secretaria de Estado da Receita.

O Governo da Paraíba aplicou a primeira redução de R$ 0,23 desde 16 de junho tanto sobre o preço do óleo diesel como também do diesel S10, como havia anunciado. O litro do diesel da tabela havia ficado em R$ 3,46, enquanto o diesel S10 de R$ 3,54. A segunda aplicação nos preços do PMPF do óleo diesel completa a integralidade dos R$ 0,46.

O que é o PMPF?

O Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) é o indicador de preço médio do litro de combustível sobre o qual é aplicada a tributação de ICMS nos Estados. A pesquisa do PMPF, feita a cada 15 dias, reflete o preço médio final praticado nas bombas dos postos de abastecimento de todo o Estado. As duas pesquisas mensais são apuradas pela Secretaria da Receita Estadual e enviadas para a publicação em ato da Comissão Técnica Permanente (Cotepe) do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), nos dias 1º e 16 de cada mês no Estado. 

 

 

Secom-PB
 

 

 

A carga mais movimentada no Porto de Cabedelo é formada por derivados de petróleo (gasolina, diesel e diesel S-10). Até o mês de maio, 27 navios atracaram no berço 101 do terminal paraibano e descarregaram 209.771 toneladas de derivados de petróleo

O Porto de Cabedelo vem registrando crescimento na movimentação mesmo diante do cenário de crise econômica nacional que ainda persiste no país e atinge o setor de infraestrutura e transporte. No ano passado, a movimentação do porto cresceu mais de 11% em relação a 2016. Este ano, o terminal já registra aumento em relação aos primeiros cinco meses do ano tendo movimentado 517.434 toneladas, ou seja, mais de meio milhão de toneladas em produtos movimentados entre importação e exportação.

A carga mais movimentada no Porto de Cabedelo é formada por derivados de petróleo (gasolina, diesel e diesel S-10). Até o mês de maio, 27 navios atracaram no berço 101 do terminal paraibano e descarregaram 209.771 toneladas de derivados de petróleo. O combustível que chega ao Porto é distribuído para abastecer todo o Estado da Paraíba e ainda cidades do interior dos estados vizinhos de Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte.

A segunda carga mais movimentada no Porto este ano foi o coque de petróleo (petcoke) que com 5 navios procedentes dos Estados Unidos desembarcou 141.803 toneladas do produto. O petcoke desembarcado na Paraíba é usado nas fabricas de cimento do Estado e parte tem como destino final do Estado do Pará.

Nove navios graneleiros desembarcaram até o mês de maio no Porto de Cabedelo descarregando 109.526 toneladas de trigo.

Também descarregaram 13.450 toneladas de malte, produto usado na fabricação de cervejas do Estado, e 8.014 de bentonita.

O Porto de Cabedelo também exportou nos primeiros cinco meses do ano 34.870 de outros produtos, sendo 30.037 de ilmenita e 4.833 de granito.

A presidente da Companhia Docas da Paraíba, Gilmara Temóteo, acredita que mesmo diante do prolongamento da crise econômica que ainda atinge o país, o Porto de Cabedelo deve manter a tendência de crescimento na movimentação para este ano. Ela destaca que investimentos estão sendo feitos para atrair novas operações e garantir a continuidade e aumento das que já são executadas.

Fonte: Secom /PB

Projeção feita pelo governo em abril era salário mínimo de R$ 1.002,00; com nova estimativa sobre alta dos preços, salário deve ficar em R$ 998,00

O salário mínimo de 2019 pode ser menor que o previsto inicialmente pelo governo no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias do próximo ano (PLDO 2019). Segundo nota técnica das consultorias de Orçamento, Fiscalização e Controle (Conorf) e de Orçamento e Fiscalização Financeira (Conof) da Câmara dos Deputados, com uma previsão menor para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o salário mínimo de 2019 deve passar para R$ 998,00. Atualmente, o valor do mínimo é de R$ 954,00.

O cálculo do salário mínimo é definido em lei

 
O cálculo do salário mínimo é definido em lei
Foto: Agência Brasil

Quando enviou o PLDO 2019 em 12 de abril, o governo previu um salário mínimo de R$ 1.002,00 para o próximo ano. Mas essa conta levava em consideração um INPC de 3,8% para 2018 mais um PIB de 1% de 2017. Lembrando que, desde 2012, a fórmula para a correção do salário mínimo prevê a aplicação da soma da variação do INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB de dois anos antes.                                                                                                                                                                                                         Essa estimativa para o INPC foi revista para 3,3%, o que justifica a queda no valor do mínimo. Segundo a nota técnica das consultorias da Câmara, o impacto líquido desse reajuste nas contas da União é estimado em R$ 13,4 bilhões para ano que vem. O impacto estimado anteriormente com o reajuste para R$ 1.002,00 era de R$ 16,8 bilhões.

Fonte: portal Terra

No Rio de janeiro a população já sente a reação no seu bolço onde o quilo da batata, por exemplo, passou de R$ 2,79 para R$ 11  O molho de coentro passou de R$ 1,69 para R$ 5. o abacaxi, que custava R$ 6,99, está à venda por R$ 14. o tomate, que custava de R$ 5, 99 a R$ 6,99 (o quilo), de acordo com o tipo, agora tem preço único: R$ 14,99.

Os consumidores que procuram os hortifrutis no Rio na manhã nesta sexta-feira voltam a encontrar prateleiras vazias e preços exorbitantes. Por causa da baixa oferta, em função da greve dos caminhoneiros, os valores estão sendo atualizados o tempo todo. Alguns clientes se sentem como nos tempos da inflação fora de controle.

Em um hortifruti no Flamengo, na Zona Sul do Rio, o caminhão chegou praticamente vazio. Apenas pequenas quantidades foram entregues. No interior da loja, uma funcionária circula com uma lista com os preços atualizados para informar aos clientes, já que as mercadorias estão sendo reajustadas pela gerência.

O quilo da batata, por exemplo, passou de R$ 2,79 para R$ 11. A cliente Paula Lockmann desistiu de levar o pimentão verde, à venda por R$ 12,99.

— Está parecendo o tempo da hiperinflação, em que os funcionários ficavam com as maquininhas reajustando os preços. Estão aumentando tanto que não colocaram nem as plaquinhas com os valores atuais.

Para driblar os aumentos, o jeito foi mudar o cardápio:

— Não dá para pagar R$ 13 pelo pimentão. Vou aproveitar que está frio para fazer sopa de abóbora — disse a empresária, de 40 anos.

Em outras prateleiras, mais absurdos. O molho de coentro passou de R$ 1,69 para R$ 5. O abacaxi, que custava R$ 6,99, está à venda por R$ 14. O tomate, que custava de R$ 5, 99 a R$ 6,99 (o quilo), de acordo com o tipo, agora tem preço único: R$ 14,99.

A professora Edna Coelho, de 69 anos, voltou para casa sem encontrar alface e cenoura, mas comprou outras mercadorias no hortifruti:

— O pior é que a mercadoria disponível está ruim, porque não estão repondo como antes. Espero que isso se normalize logo.

De acordo com o gerente de outro hortifruti no Flamengo, a previsão é que as entregas se normalizem até este sábado. No interior da loja, os clientes não encontram mais cenouras, cebolas ou verduras.

Consumidores também perceberam a ausência de carnes e lacticínios nos pequenos negócios da região. Mas, na manhã desta sexta-feira, alguns caminhões já são vistos entregando as encomendas a hortifrutis e mercados pequenos da Zona Sul.

 

Com as estradas interditadas, trânsito parado na manhã e tarde desta quarta-feira de muitos protestos em varios trechos das rodovias federais que cortam toda a Paraíba. Com o terceiro dia de protestos dos caminhoneiros contra os aumentos abusivos de combustíveis gerou transtornos a população, motoristas e pedestres que provocaram uma correria desenfreada aos postos para abastecimento de veículos, que até as 19 horas ja chega a 90% dos postos sem combustiveis..

O etanol acabou rápido em muitos deles. Em outros, filas quilométricas se formaram, onde motoristas buscavam aproveitar o restante da gasolina ainda armazenada.

As empresas de transportes coletivos reduziram em 30% o número de veículos nas linhas, causando longa espera aos passageiros nas paradas de ônibus. Motoristas de alternativos e até de UBER aderiram ao movimento dos caminhoneiros. A população está apreensiva com a falta  de produtos nas feiras livres e nos supermercados.                                                                                                                                                                                                          Petrobras reduz preços de gasolina e diesel                                                                                                                                                                                    A Petrobras anunciou na tarde de hoje (23), pelo segundo dia consecutivo, redução nos preços da gasolina e do diesel em suas refinarias.                                                                                                                                                           A partir de amanhã (24),o preço da gasolina cairá 0,62% e custará R$ 2,0306 o litro. O preço do diesel terá redução de 1,15% e passará a custar R$ 2,3083 o litro de acordo com a estatal.                                                                                                                                                                                                     Em dois dias, as quedas acumuladas chegam a 2,69% para a gasolina e a 2,67% para o diesel. Apesar disso, a gasolina acumula altas de 12,95%, em maio, e de 16,76% em um mês. O diesel soma aumentos de 9,34%, em maio, e de 15,16% em um mês.                                                                                                                                                                                                                           Os altos valores no preço do combustível é o principal motivo para as manifestações nacional dos caminhoneiros, que começaram na noite do último domingo (20).                                                                                                                                                                                                                              O que esperar para o dia de amanhã! será que a população vai mais uma vez arcar com os prejuízos oriundo de politicos incompetente e corruptos?

O documento, inédito entre bancos brasileiros, contém informações sobre projetos de energia eólica apoiados com US$ 1 bilhão

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou hoje (2), no Rio de Janeiro, o seu primeiro Relatório Anual Green Bond – os chamados títulos verdes.

O documento, inédito entre bancos brasileiros, contém informações sobre projetos de energia eólica apoiados com US$ 1 bilhão, verba captada pelo BNDES no mercado internacional em 2017 e destinada a financiar projetos ambientalmente sustentáveis.

Segundo informações do banco, a captação em títulos verdes (green bonds) foi concluída em maio do ano passado no mercado internacional, com vencimento previsto para 2024. Trata-se da primeira operação deste tipo realizada por um banco brasileiro.

Com os recursos, foram apoiados oito projetos de geração de energia eólica, distribuídos por seis estados: Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Sul. Juntos, os projetos têm 1.323 megawatss de capacidade instalada, o que representa mais de 420 mil toneladas de CO2 (Dióxido de Carbono) equivalentes que deixarão de ser lançadas anualmente na atmosfera.

Títulos convencionais

Ao detalhar a operação, o BNDES disse que os papéis têm características similares aos títulos convencionais, mas que os recursos obtidos foram destinados exclusivamente a projetos ambientalmente sustentáveis, atestados por uma empresa verificadora especializada na área ambiental. No caso do BNDES, destinam-se a projetos de geração eólica, novos ou já existentes na carteira do banco.

“Os investimentos em parques eólicos, sobretudo na região Nordeste, são um dos destaques do desempenho trimestral do BNDES, divulgado recentemente. Eles ajudaram a impulsionar os desembolsos do segmento de energia elétrica, que atingiram R$ 1,7 bilhão nos primeiros três meses do ano”, diz a nota da instituição.

Presença internacional

A avaliação do BNDES é de que os green bonds ajudam a consolidar a presença internacional do banco e proporcionam uma série de benefícios, como o de reforçar a prioridade dada pela instituição ao tema da sustentabilidade socioambiental, promover a difusão das melhores práticas de gestão socioambiental e incentivar o acesso de outros emissores brasileiros ao mercado de green bonds, além de construir um novo ponto de referência em sua estrutura a termo de taxa de juros internacionais.

 

Fonte : Novo.folhavitoria

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JR Esquadrias