Econômia (129)

Dessa forma, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,50 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou na tarde desta sexta-feira (27) que a bandeira tarifária de outubro será amarela. Dessa forma, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,50 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. A medida representa uma redução em relação aos meses de agosto e setembro, quando a agência adotou a bandeira tarifária vermelha, no patamar 1, com acréscimo de R$ 4 para cada 100 kWh consumidos. 

Segundo a agência, a mudança da bandeira vermelha para amarela ocorre pela previsão do aumento das chuvas em outubro. “A previsão hidrológica para o mês sinaliza elevação das vazões afluentes aos principais reservatórios, o que também permitirá reduzir a oferta de energia suprida pelo parque termelétrico”, disse a Aneel, em nota.

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos com base nas condições de geração.

O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico– GSF, na sigla em inglês, e o preço da energia (PLD). Segundo a agência, o cenário favorável reduziu o preço da energia para o patamar mínimo, o que “diminui os custos relacionados ao risco hidrológico e à geração de energia de fontes termelétricas”, possibilitando a manutenção dos níveis dos principais reservatórios próximos à referência atual.

Fonte: Agenciabrasil                                                                                                      dição: Lílian Beraldo
 

 

João Azevêdo enalteceu o fortalecimento do Consórcio Nordeste. “Nós tivemos a oportunidade de fazer um debate extremamente produtivo com relação à reforma tributária e discutimos a situação da Petrobras no Nordeste.

O governador João Azevêdo e demais governadores do Nordeste participaram, nesta segunda-feira (16), do Encontro do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste (Consórcio Nordeste), realizado no Hotel Senac Barreira Roxa, em Natal, no Rio Grande do Norte. Na ocasião, os gestores anunciaram para esta terça-feira (17) o lançamento do primeiro edital de compra coletiva na área da saúde. 

Durante o encontro, os governadores também se posicionaram sobre a reforma tributária e manifestaram preocupação com a redução da presença da Petrobras na região e com a decisão do Governo Federal de elevar a cota de importação do etanol não tributada dos Estados Unidos. Além disso, eles defenderam a celeridade na tramitação do Projeto de Emenda à Constituição (PEC) que torna o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) um instrumento permanente de financiamento da educação básica pública. 

Ao final da reunião, o governador João Azevêdo enalteceu o fortalecimento do Consórcio Nordeste. “Nós tivemos a oportunidade de fazer um debate extremamente produtivo com relação à reforma tributária e discutimos a situação da Petrobras no Nordeste. São pautas como essas que interessam a todos os Estados e que faz com que haja uma unidade tão grande de interesse. Nós estamos às vésperas de uma viagem internacional para que o Consórcio se apresente enquanto alternativa de investimento para vários países da Europa para mostrar os nossos potenciais, o que faz com que as nossas reuniões sejam muito propositivas”, avaliou.

Por sua vez, o governador da Bahia, Rui Costa, destacou a economia que as compras coletivas proporcionarão aos Estados. “Depois de toda uma apresentação ao mercado e aos fornecedores de equipamentos na área da Saúde, nós vamos publicar amanhã a primeira compra coletiva do Consórcio que lançará outros editais até dezembro, alcançando boa parte dos produtos que hoje os Estados compram e, com isso, vamos garantir economia para os cofres públicos”, explicou. 

Já a anfitriã da reunião do Consórcio Nordeste e governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, fez uma avaliação positiva das pautas discutidas na oportunidade. “É um dia muito importante porque temos a presença de todos os governadores do Nordeste, que representam mais de 56 milhões de brasileiros, numa ocasião em que tratamos de temas essenciais para vencer os desafios do desenvolvimento regional, com a geração de emprego e distribuição de renda”, observou. 

Também estiverem presentes na reunião, os governadores Paulo Câmara (Pernambuco); Wellington Dias (Teresina); Flávio Dino (Maranhão); Belivaldo Chagas (Sergipe); além da governadora em exercício do Ceará, Izolda Cela.

O crescimento de 0,4% do PIB foi previsto pelo Ipea, que antecipou que o país crescerá em 2019 0,8%, três décimos de pontos percentuais abaixo do verificado em 2017 e 2018 (1,1%).

O Produto Interno Bruto de R$ 1,78 trilhão nos meses de abril, maio e junho deste ano surpreendeu os economistas. O valor corresponde ao fluxo de novos bens e serviços finais produzidos no segundo trimestre deste ano. O resultado foi 1% acima do registrado no mesmo período em 2018 e 0,4% superior ao primeiro trimestre de 2019.

Antes da divulgação do PIB pelo IBGE, a tendência geral dos economistas ouvidos no mercado financeiro era apostar em um crescimento de 0,2% de um trimestre a outro. O percentual em dobro é melhor do que se esperava, mas não o suficiente para marcar uma vigorosa retomada da economia, concordam economistas de postos diferentes ouvidos pela Agência Brasil.

Para Thiago Xavier, economista da Consultoria Tendências, o resultado do PIB é uma “pequena surpresa, mas precisa ser relativizada”. De acordo com ele, “uma das razões para ter cautela é a base muito frágil de comparação dos resultados. Independentemente de qual for a métrica, [o resultado] tem bases de comparação fracas”.

Xavier assinala que as comparações entre períodos iguais de 2019 e 2018 têm que levar em consideração que no primeiro semestre do ano passado houve a greve dos caminhoneiros que desarticulou toda a economia nacional, e que no primeiro semestre deste ano a ruptura da barragem da Vale em Brumadinho (MG) reduziu a produção mineral.

Capital e trabalho

Flávio Castelo Branco, gerente-executivo de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI) faz coro com economista da Consultoria Tendências e acrescenta que na última medida do PIB o crescimento atribuído à indústria se destaca porque o histórico é negativo.

“É uma notícia positiva e enseja expectativas, mas vamos lembrar: a indústria tinha caído dois semestres seguidos e o crescimento anterior tinha sido fraco. Agora estamos de cinco a seis pontos percentuais menores que estávamos no início da recessão”.

A recessão mencionada pelo representante do capital também é citada pelo representante da força de trabalho.

“O país está longe de ter uma dinâmica capaz de ter um crescimento que reponha as perdas do período recessivo e recoloque o país nos mesmos patamares econômicos de 2013 e 2014”, assinala Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

“Nessa dinâmica é preciso de mais três ou quatro anos para recuperar o mesmo posicionamento de 2014. Isso significa que podemos ter mais uma década perdida em que o país mergulha e depois sai do fundo do poço para voltar para a mesma posição”, compara.

Cenário internacional

Se o passado recente de baixo crescimento econômico relativiza os feitos medidos pelo PIB do 2º trimestre de 2019, o futuro exige cautela. O Brasil pode sentir efeitos do conflito comercial e cambial entre os Estados Unidos e China, da saída do Reino Unido (Brexit) da União Europeia, e da recente moratória da Argentina.

Estados Unidos, China, União Europeia e Argentina são os principais parceiros comerciais do Brasil. A redução do comércio internacional desses países pode tornar o bom desempenho da economia mundial duvidoso. “Quando o mundo fica mais incerto, países emergentes ficam mais expostos”, pondera Thiago Xavier, da Consultoria Tendências.

“O cenário internacional já foi melhor e nós não aproveitamos por causa da nossa situação doméstica”, rememora Castelo Branco, da CNI. Para ele, “o maior freio está dentro da nossa economia”.

Em sua avaliação, a aprovação final da reforma da Previdência Social, a simplificação da cobrança de tributos, a desburocratização das obrigações das empresas e a medida provisória da liberdade econômica poderão fortalecer a economia do país em meio ao tempo fechado entre os parceiros comerciais.

“Esses fatores vão preponderar sobre as dificuldades que vêm do ambiente internacional”, acredita o gerente-executivo de Política Econômica da CNI.

Reformas e investimentos

Além das medidas em andamento, Castelo Branco tem expectativa positiva quanto ao programa de privatização e concessões do governo federal e acredita que o Banco Central continuará reduzindo a taxa básica de juros (Selic). “Isso tudo cria um ambiente mais favorável para a demanda de investimentos e para a demanda das famílias, fazendo a roda do crescimento girar um pouquinho mais rápido”, descreve.

“O que vai viabilizar um crescimento mais robusto da economia é o investimento. É preciso atrair muito recursos para infraestrutura e para isso temos que fazer alterações nas leis para que estimule a entrada de capital”, acrescenta José Ronaldo Souza Júnior, diretor de Macroeconomia do Ipea.

O crescimento de 0,4% do PIB foi previsto pelo Ipea, que antecipou que o país crescerá em 2019 0,8%, três décimos de pontos percentuais abaixo do verificado em 2017 e 2018 (1,1%).

“Será o terceiro ano com a atividade econômica em ritmo muito baixo. Com uma dinâmica que não responde ao que se esperava. Nós já temos um período longo de baixo crescimento”, lamenta Clemente Ganz Lúcio, do Dieese.

 

Por Gilberto Costa                                    Repórter da Agência Brasil

Apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50

Mais uma vez nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.183 da Mega-Sena, que ocorreu na última quarta-feira (28), em São Paulo.                                                                                                                                          O prêmio para o sorteio, do próximo sábado (31), é estimado em R$ 47 milhões.

As dezenas sorteadas foram: 13 – 26 – 30 – 34 – 43 – 51.

A Quina saiu para 74 apostas e cada um vai levar R$ 42,64 mil. A quadra teve 6.087 ganhadores e cada um receberá R$ 740,57.

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

 

Fonte Agência Brasil

 

O jogo de seis números da Mega-Sena, que paga o prêmio principal, custa R$ 3,50

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.178 da Mega-Sena, realizado no sábado, 10, à noite em São Paulo. O prêmio acumulou pela segunda vez seguida, e a Caixa Econômica Federal deve pagar R$ 9 milhões na quarta-feira, 14.

As dezenas sorteadas foram: 02-16-21-42-50-56.

No mesmo concurso, a Quina saiu para 25 apostas, que vão levar para casa R$ 63.031,11. Um total de 2.304 ganhadores acertaram a quadra e vão receber R$ 977,04.

A Mega-Sena paga o prêmio principal para quem acertar os 6 números sorteados. Ainda é possível ganhar prêmios ao acertar 4 ou 5 números. O jogo de seis números custa R$ 3,50.

​ De acordo com o PROCON/JP, os postos que estão comercializando o produto pelo menor preço são Ataíde Bezerra (Beira-Rio), Expressão e Torre Expressão (Torre), Expressão e Kennedy (Bessa) e Expressão Tambaú).

O menor preço da gasolina na Capital está sendo praticado a R$ 4,329, registrando uma leve queda em relação ao último dia 10, quando estava em R$ 4,389, de acordo com pesquisa comparativa realizada pelo Procon-JP. Os postos que estão comercializando o produto pelo menor preço são Ataíde Bezerra (Beira-Rio), Expressão e Torre Expressão (Torre), Expressão e Kennedy (Bessa) e Expressão Tambaú).

A pesquisa foi realizada no dia 30 de julho e, dos 103 postos em atividade em João Pessoa, 101 reduziram o preço da gasolina em relação ao  levantamento anterior do Procon-JP. O maior preço do produto também mostrou queda, sendo praticado, hoje, a R$ 4,469 (Big – Tambaú), quando no início deste mês estava em R$ 4,599.

O secretário Helton Renê adianta que a pesquisa atual também mostrou redução em outros tipos de combustíveis, como o álcool e o óleo diesel. “O interessante é que a grande maioria dos postos que estão em atividade na Capital reduziram o preço da gasolina, assim como ocorreu com o etanol e o diesel. Vamos continuar monitorando o mercado pelo menor duas vezes por mês”.

Álcool – O menor preço do etanol caiu de R$ 3,450 para R$ 3,380 (Posto GF – Centro), o mesmo caso do maior valor, que saiu de R$ 3,799 para R$ 3,749 (Quadramares – Manaíra). Quinze postos mantiveram o preço do produto e 83 reduziram. Nenhum estabelecimento aumentou.

Diesel S10 – Quanto ao óleo diesel S10, o menor preço está em R$ 3,389 (Texas – Funcionários II), mostrando queda em relação à pesquisa do dia 10 de julho, que era R$ 3,449. O maior valor se manteve em R$ 3,899 (Select -Tambaú). Um posto aumentou, 62 reduziram e 28 mantiveram o preço do produto em comparação com a pesquisa anterior.

GNV – Em relação ao Gás Natural Veicular (GNV), o menor e o maior preços se mantiveram, R$ 3,660 (Metrópole – Torre) e R$ 3,719 (Postos Z– Cidade Universitária), respectivamente, em comparação com o levantamento de 10 de julho. Dos 10 estabelecimentos visitados pelo Procon-JP, três postos reduziram e 07 mantiveram o preço do produto.

 

O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 2,099 o litro, em São Paulo, e o menor preço médio, de R$ 2,369, foi em Mato Grosso

Os preços médios do etanol hidratado recuaram em 18 Estados brasileiros na semana passada, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas. Houve alta em 7 Estados e no DF. No Amapá não foi feita avaliação.

Na média dos postos brasileiros pesquisados pela ANP houve recuo de 0,64% no preço médio do etanol na semana passada ante a anterior, de R$ 2,797 para R$ 2,779 o litro. Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, houve baixa de 0,2% no período e a cotação média do hidratado variou de R$ 2,554 para R$ 2,549 o litro. A maior queda semanal, de 3,77%, foi em Goiás e a maior elevação, de 2,05%, foi no Tocantins.

Na comparação mensal, os preços do etanol recuaram em 24 Estados e no Distrito Federal e subiram apenas em Roraima. Sem avaliação na semana passada, não houve base de comparação mensal no Amapá. Na média brasileira o preço do biocombustível pesquisado pela ANP acumulou baixa mensal de 2,8%, com destaque para Mato Grosso, maior recuo individual, de 7,79% no período.

O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 2,099 o litro, em São Paulo, e o menor preço médio, de R$ 2,369, foi em Mato Grosso. O preço máximo individual de R$ 4,970 o litro foi registrado em um posto do Pará e o Rio Grande do Sul registrou o maior preço médio, de R$ 4,062 o litro.

Gasolina

O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros recuou em 19 Estados brasileiros e no Distrito Federal na semana passada, segundo dados da ANP compilados pelo AE-Taxas. Houve alta no Amapá, na Bahia, em Mato Grosso do Sul, em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e no Tocantins. No Pará, não houve variação semanal.

Na média nacional, o preço médio recuou 0,47% na semana sobre a anterior, de R$ 4,399 para R$ 4,378.

Em São Paulo, maior consumidor do País e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina recuou 0,60%, de R$ 4,151 para R$ 4,126, em média. No Rio de Janeiro, o combustível caiu 0,93%, de R$ 4,906 para R$ 4,860, em média. Em Minas Gerais houve alta no preço médio da gasolina de 0,17%, de R$ 4,670 para R$ 4,678 o litro.

Vantagem

Os preços médios do etanol continuaram vantajosos ante os da gasolina em cinco Estados brasileiros na semana passada – Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Paraná -, todos grandes produtores do biocombustível. O levantamento da ANP compilado pelo AE-Taxas considera que o etanol de cana-de-açúcar ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.

Em Mato Grosso, o hidratado é vendido, em média, por 53,74% do preço da gasolina, em Goiás a 61,66% e em Minas Gerais a 61,39%. Em São Paulo, a paridade ficou em 61,78% e no Paraná em 67,71%.

Na média dos postos pesquisados no País, a paridade é de 63,48% entre os preços médios de etanol e gasolina, também favorável ao biocombustível. A gasolina foi mais vantajosa em Roraima, com a paridade de 90,35% para o preço do etanol.

Fonte da Internet

 

 

As vagas são para 26 cargos e as inscrições serão realizadas até o dia 7 de agosto exclusivamente na forma presencial, das 9h às 15h de segunda a sexta-feira.

O Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, que fica em Santa Rita, na Grande João Pessoa, abre nesta terça-feira (16) inscrições para o processo seletivo de contratação de profissionais nas áreas médicas, técnicas e assistenciais, além de formação de cadastro reserva. As remunerações variam de R$ 998 a R$ 6 mil. Veja aqui o edital.

As vagas são para 26 cargos e as inscrições serão realizadas até o dia 7 de agosto exclusivamente na forma presencial, das 9h às 15h de segunda a sexta-feira, exceto em feriados, no setor de Recursos Humanos do Hospital, que fica na Rua Roberto Santos Correia, sem número, no bairro Várzea Nova Santa Rita.

O processo seletivo vai contar com análise curricular, prova de conhecimento técnico e entrevista. Todas as etapas são classificatórias e eliminatórias.

As contratações seguem o regime da CLT e as oportunidades são para os cargos: cirurgião pediátrico, cirurgião torácico, cirurgião vascular/endovascular, farmacêutico, hematologista, infectologista, instrumentador cardio, instrumentador neuro, médico (ecocardiografia), médico anestesiologista, médico cardiologista, médico cardiologista arritimologista, médico cardiologista pediátrico, médico hemodinamicista intervencionista, médico intensivista, médico intensivista pediátrico, médico neuro intervencionista, médico neuro pediatra, médico neurofisiologista, médico neurologista, médico ortopedista, médico pediatra, médico radiologista, perfusionista, técnico de equipamentos, técnico enfermagem intensivista e técnico enfermagem do trabalho.

Fonte da Internet

O presidente da Aena, Maurici Lucena, destacou a satisfação da empresa de gerir aeroportos da Paraíba e enalteceu o potencial econômico do Nordeste

O governador João Azevêdo se reuniu, no Palácio da Redenção, na última quinta feira em João Pessoa, com dirigentes da empresa espanhola Aena Desarollo Internacional, que vai administrar os aeroportos Castro Pinto, na Grande João Pessoa, e Presidente João Suassuna, em Campina Grande, a partir de 2020. No encontro, o gestor apresentou aos executivos os potenciais econômico e turístico da Paraíba e as ações desenvolvidas pelo Governo em infraestrutura, recursos hídricos e segurança.

Na ocasião, o chefe do executivo estadual também ressaltou o interesse da Paraíba de estabelecer parcerias com a empresa espanhola, visando o fortalecimento de voos regionais e do turismo. “Nós já estamos trabalhando com as companhias áreas para atrair mais de 40 voos para o Estado, o que acarretará em mais movimento nos nossos terminais. O nosso Estado tem uma capacidade de atrair e avançar no turismo, por isso, lançamos recentemente o edital do Polo Turístico Cabo Branco, que prevê a construção inicial de cinco resorts nas imediações do Centro de Convenções, que já tem eventos programados até 2023”, reforçou.

O governador ainda afirmou que a Empresa Paraibana de Turismo (PBTur) tem intensificado os trabalhos para a divulgação do Destino Paraíba e assegurou o esforço do Estado para manter uma gestão fiscal diferenciada, o que tem permitido a execução de grandes investimentos. “Nós temos grandes ações em infraestrutura, recursos hídricos, saúde, mobilidade urbana e segurança, o que tem atraído grandes empresas a instalarem e ampliarem seus Centros de Distribuição na Paraíba, a exemplo do grupo Colgate-Palmolive e Magazine Luiza”, acrescentou.

O presidente da Aena, Maurici Lucena, destacou a satisfação da empresa de gerir aeroportos da Paraíba e enalteceu o potencial econômico do Nordeste. “A região tem um perfil turístico muito forte e queremos implantar aqui as boas práticas já adotadas nos aeroportos administrados pela Aena, garantindo benefícios para a população. Além disso, é muito importante a participação do Governo e das autoridades locais para promover o destino turístico do Estado”, disse.

O diretor executivo da Aena no Brasil, Fernando Santiago Yus Saenz de Cenzano, destacou a importância de contar com a colaboração do Governo do Estado. “Isso é muito importante para incrementar os investimentos nos aeroportos e nos primeiros 36 meses já existem ações a serem implantadas”, relatou.

A presidente da PBTur, Ruth Avelino, fez uma avaliação positiva da reunião. “A Aena é uma empresa experiente, administra aeroportos no mundo todo e deixou claro de que estará conosco em feiras e eventos, nos ajudando a promover o destino Paraíba. Além disso, ela deve colaborar com a captação de novos voos, o que é muito importante, devido à possibilidade da abertura do mercado de aviação no Brasil para as companhias internacionais, ajudando a nossa malha aérea”, analisou.

A Aena venceu o leilão pelo bloco de seis aeroportos no Nordeste (João Pessoa, Campina Grande, Recife, Maceió, Aracaju e Juazeiro do Norte), no dia 15 de março, com um lance de R$ 1,9 bilhão. Dentre os investimentos iniciais previstos estão melhorias nos terminais de passageiros, adequação de banheiros e fraldários e revisão de sistemas de climatização, escadas rolantes, elevadores e esteiras para restituição de bagagens.

Participaram da reunião, Deusdete Queiroga (secretário da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos e do Meio Ambiente); Gilmar Martins (secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão); Marialvo Laureano (secretário da Fazenda); Ruth Avelino (presidente da PBTur); e tenente coronel Anderson Pessoa (secretário chefe da Casa Militar do Governador).

Ainda estiveram presentes Rodrigo Marabini (diretor da Aena Internacional Filiais); Angel Luis Sanz (diretor do Escritório da Presidência, Regulação e Políticas Públicas); Javier Marin San Andrés (diretor geral de Aeroportos); e Gonzalo Fournier (cônsul geral da Espanha em Salvador).

SECOM

O dinheiro do PIS é pago pela Caixa. Já o Pasep, destinado a funcionários públicos, é liberado pelo Banco do Brasil

Os trabalhadores e servidores públicos que tiveram emprego com carteira assinada no ano de 2017 podem ter direito de receber uma grana extra por meio do abono do PIS/Pasep. O prazo para receber o dinheiro vai até o dia 28 deste mês.                              Segundo a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, dois milhões ainda não sacaram os valores no país.                                                                              São 1,959 milhão de trabalhadores da iniciativa privada e 230 mil servidores que têm direito de receber, ao todo, R$ 1,4 bilhão.                                No estado de São Paulo, a Caixa informou que há R$ 344,4 milhões para 533.763 trabalhadores privados. O Banco do Brasil diz que 26 mil servidores ainda podem receber R$ 19 milhões em São Paulo.              O dinheiro do PIS é pago pela Caixa. Já o Pasep, destinado a funcionários públicos, é liberado pelo Banco do Brasil.                                                       Para receber Para ter direito ao valor, que varia de R$ 84 a um salário mínimo (R$ 998 neste ano), o profissional deve estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter trabalhado formalmente em 2017, que é o ano-base do pagamento, recebendo até dois salários mínimos por mês.                             O valor do abono varia conforme o número de meses de trabalho.                                                                Os bancos liberam a grana conforme calendário definido com antecedência pelas instituições e pelo fundo do governo que gerencia os valores.                 A data de pagamento leva em conta o mês de aniversário dos trabalhadores e servidores. Quem é correntista da Caixa ou do Banco do Brasil tem o depósito feito diretamente na conta.

PRAZO

  • O prazo para sacar o abono salarial do PIS/Pasep termina no dia 28 deste mês
  • O dinheiro é referente ao ano-base de 2017

O QUE É PRECISO?

  • Para ter direito, o trabalhador precisa:

- Estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos
- Ter trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2017
- Ter recebido, em média, até dois salários mínimos por mês

VALORES

  • O dinheiro pago é proporcional ao número de meses trabalhados
  • É possível receber de R$ 84,00 a R$ 998,00
  • Os benefícios foram liberados conforme o mês de nascimento e, agora, estão disponíveis para os nascidos em qualquer mês

COMO SABER SE TEM DINHEIRO PARA SACAR?                                                  Para trabalhadores da iniciativa privada

  • Esses profissionais recebem o PIS, que é pago pela Caixa
  • O valor do benefício pode ser consultado em:

- Aplicativo Caixa Trabalhador
- Site
www.caixa.gov.br/PIS T
- Telefone 0800- 7260207
- Nos caixas eletrônicos e agências

Para servidores públicos

  • Esses trabalhadores têm direito ao Pasep, pago pelo Banco do Brasil
  • A consulta é feita:

Pela internet, no site www.bb.com.br

Por telefone, em 0800-7290001

Nos caixas eletrônicos e agências

Fontes:                                                Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil 

 
 

 

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