Futebol (35)

O Botafogo está em negociações avançadas para contratar Diego Souza, do São Paulo. Caso os últimos detalhes sejam alinhavados e haja a assinatura com o clube da Estrela Solitária, o atacante entrará para uma seleta lista de jogadores que vestiram a camisa dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro.

LANCE! cita alguns casos icônicos e, no geral, bem-sucedidos. Confira abaixo:

 

LÉO MOURA

 

 
Leo Moura
Leo Moura, em ação pelo Flamengo (Foto: Divulgação)


Natural de Niterói (RJ), Léo Moura deu os seus primeiros passos como profissional com a camisa do Botafogo, em 1997 - antes de passar pelas categorias de base do Linhares Esporte Clube, do Espirito Santo. Pelo clube alvinegro, na segunda passagem, chegou a atuar até como meia. 

De marcante, Léo virou ídolo no Flamengo, onde ficou de 2005 a 2015 e conquistou títulos importantes, como duas Copas do Brasil, um Brasileiro e cinco Cariocas. Antes, vestiu as camisas de Vasco (2002) e Fluminense (2004). 

VÁLBER 

Válber - Ex-Flamengo e Fluminense
Válber fez história nos clubes cariocas (Foto: Divulgação)

Multicampeão ao longo da carreira, o zagueiro Válber também atou nos quatro grandes cariocas. O primeiro foi o Fluminense, em uma de suas três passagens (de 1990 a 1991, em 1999, quando foi campeão da Série C, e em 2002). 

Neste ínterim das passagens pelo Tricolor, Válber vestiu as camisas dos três arquirrivais. Pelo Flamengo, chegou a conquistar o Campeonato Carioca em 1996, enquanto no Vasco, em 1997 e em 1998, integrou o grupo campeão brasileiro e da Libertadores, respectivamente - além de ser campeão estadual. Pelo Botafogo, acumulou duas passagens, no início e final dos anos 1990. 

AFONSINHO

Afonsinho
Afonsinho ficou marcado também fora de campo (Foto: Reprodução)

Afosinho é um dos personagens mais simbólicos do nosso futebol. Isso porque, ele ficou conhecido por ter sido o primeiro jogador brasileiro a ter "passe livre" e conseguir decidir onde jogaria - o episódio culminou em um documentário (Passe Livre, dirigido por Oswaldo Caldeira).

Afosinho, por usar cabelos compridos e cultivar uma longa barba ruiva, foi proibido de jogar futebol (e mesmo de treinar) no Botafogo, onde chegou a ser ídolo e conquistou o Brasileiro de 1968. Ainda teve uma passagem rápida pelo Vasco, em 1971, antes de jogar pelo Flamengo (1973 a 1974) e Fluminense, clube no qual encerrou a carreira, em 1982.

LEANDRO ÁVILA

Leandro Ávila - Vasco
Leandro Ávila pelo Vasco (Foto: Reprodução)

Revelado pelo Vasco, em 1991, Leandro Ávila conquistou o tricampeonato estadual de 1992-1993-1994. Em 1995, foi para rival Botafogo, sendo destaque na campanha do título do Brasileiro daquele ano. Leandro também vestiu a camisa do Fluminense, em 1997. 

No ano seguinte, Leandro Ávila transferiu-se para o Flamengo e conquistou títulos relevantes, como mais um tri do Estadual (1999, 2000 e em 2001), uma Copa Mercosul e uma Copa dos Campeões do Brasil. Ainda retornou ao Botafogo, antes de jogar pelo Flamengo pela última vez - a derradeira no futebol carioca em alto nível, em 2002.  

JÚLIO CÉSAR

Julio Cesar - Paysandu x Vasco
Júlio César, em passagem recente pelo Vasco (Foto: Divulgação) 

Recém-aposentado com a camisa do Boavista, Júlio César jogou pelo Vasco recentemente, mais preciso de 2015 a 2017, e foi campeão carioca. O primeiro dos grandes foi o Flamengo, onde subiu para os profissionais e chegou a ser chamado de Júlio Moraes, pois já havia outro Júlio César no elenco, o goleiro e ídolo. Também levou o Estadual.

No Botafogo, o lateral-esquerdo atuou em 2013 e 2014 e ajudou na campanha do Carioca de 2013. No Fluminense, um pouco antes, de 2010 a 2012, estava no grupo campeão brasileiro. 

 

RENATO SILVA

Renato Silva - Flamengo
Renato: jogou no Fla em 2005 e 06 (Foto: Cleber Mendes/Lancepress!)

O zagueiro Renato Silva chegou a fazer um rodízio de rivais cariocas em sequência. Entre 2005 e 2006, jogou no Flamengo - e foi campeão da Copa do Brasil. Em seguida, deixou o Rubro-Negro e foi para o Fluminense, em 2007, quando voltou a levar o torneio nacional de mata-mata e, em 2008, vestiu a camisa do Botafogo.

Já pelo Vasco, Renato Silva encerrou o ciclo de gigantes do Rio e atuou por lá de 2011 até 2013. E adivinha? Novamente foi campeão da Copa do Brasil (2011). 

PAULO CÉSAR CAJU

Paulo Cesar Caju
Paulo César Caju tem um currículo invejável (Foto: Reprodução)

Campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1970, Paulo César Caju foi revelado pelo Botafogo, e projetado em 1967, um ano antes de levantar o caneco de campeão brasileiro pelo Glorioso, onde ficou até 1972. Depois, rumou para o Flamengo, cuja passagem durou duas temporadas e lhe rendeu dois títulos estaduais. 

A carreira de muito sucesso de Paulo César Caju ainda contou com a passagem pelo Fluminense nos dois anos seguintes, quando também foi duas vezes vencedor do Carioca. Em 1980, jogou também pelo Vasco.

 

CLÁUDIO ADÃO

Claudio Adao Flamengo
Cláudio Adão pelo Flamengo (Foto:Reprodução)

Cláudio Adão está entre os maiores ídolos do Flamengo, onde foi campeão brasileiro em 1983 - antes já havia vestido a camisa rubro-negra, ainda no início da década de 1970. Pelo Vasco, Adão teve duas passagens (1981 até 1982 e 1985), sendo campeão estadual em duas oportunidades.

O título do Carioca também foi comemorado por ele quando representou o Fluminense, em 1980, e pelo Botafogo, clube no qual vestiu o uniforme alvinegro em três oportunidades (1980, 1984 e 1988).

MOISÉS

Moisés - Vasco
Moisés, zagueiro duro e vitorioso (Foto: Divulgação/Vasco)

Conhecido pela fibra dentro das quatro linhas, o zagueiro Moisés ficou conhecido pela seguinte frase: "Zagueiro que se preza não pode ganhar o Belfort Duarte", ironizando o prêmio que era dado aos jogadores mais disciplinados. Ele foi campeão brasileiro em 1968, pelo Botafogo, e,  
em 1974, pelo Vasco. 

No Flamengo, Moisés jogou em 1978, e no Fluminense em 1978. Ele chegou a disputar uma partida em 1973 pela Seleção, quando jogava pelo Vasco.

CARLOS ALBERTO DIAS

Carlos Alberto Dias - com a camisa do Botafogo
Carlos Alberto Dias pelo Botafogo (Foto: Reprodução)

Meia de muita habilidade, Carlos Alberto Dias jogou no time do Botafogo bicampeão carioca em 1990 e ficou por lá até 1992, quando foi vice-campeão brasileiro pelo clube de General Severiano. 

Jogou no Vasco em 1993, quando foi campeão carioca novamente, no Flamengo em 1994 e no Fluminense em 1998. Hoje em dia, se aventura como treinador de futebol. 

Fonte: portal Lance

 

 

O jovem chegou oriundo do Flamengo no início de 2018/2019 e já soma 25 jogos no time principal do clube, sendo 16 partidas como titular enquanto Messi. O garoto já marcou quatro gols, além de ter servido outros oito.

Não se pode comparar Lionel Messi com Vinicius Jr. Afinal, o camisa 10 do Barcelona é um dos melhores jogadores da história do futebol e está até mesmo sendo comparado com Pelé. Mas em questão de números e início de temporada, o do jovem atacante do Real Madrid tem sido melhor do que o do argentino quando estreou como profissional no time catalão.

Messi fez a sua primeira partida oficial em 2004, tinha 17 anos e substituiu Deco. Ele tinha um a menos em relação a Vinícius. Em sua primeira temporada (2004-05), disputou um total de nove partidas – apenas duas como titular. O primeiro gol foi contra o Albacete, pela Liga Espanhola.

Messi também não era titular absoluto na equipe treinada por Frank Rijkaard na temporada seguinte de 2005-2006, mas foi mostrou que seu talento era grande. Foram oito gols e quatro assistências em 25 jogos. Disputou semifinal de Champions League, mas uma lesão muscular lhe tirou da decisão vencida sobre o Arsenal.

A primeira temporada de Vinicius Jr. no Real Madrid é muito melhor. O jovem chegou oriundo do Flamengo no início de 2018/2019 e já soma 25 jogos no time principal do clube, sendo 16 partidas como titular enquanto Messi. O garoto já marcou quatro gols, além de ter servido outros oito.

Leva a melhor na comparação com os primeiros 25 jogos do argentino, e já iguala em participações diretas para os tentos anotados na primeira temporada regular do argentino, 2005-06.

Portal Extra

 
Terça, 19 Fevereiro 2019 22:08

Botafogo carioca deixa de arrecadar R$ 1 milhão

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Tinha até camarote reservado para o presidente da Câmara no Mané: entenda a frustração do Botafogo com a desistência do Vasco de jogar em Brasília

A crise na relação entre as diretorias dos principais clubes do Rio ganhou mais um capítulo nesta terça no desfecho do local do clássico entre Botafogo e Vasco neste fim de semana. Depois de o Flamengo se negar a enfrentar o Botafogo fora do Rio; e de Vasco e Fluminense disputarem o setor sul do Maracanã na final da Taça Guanabara; é a vez de o Botafogo se queixar do Vasco. O campeão do primeiro turno mudou de ideia e se recusou na última hora a disputar o clássico do fim de semana em Brasília. O blogapurou que o valor da cota fixa (R$ 300 mil para cada clube), avião fretado da companhia aérea Azul, dois hotéis no centro da cidade e até um camarote para o presidente da Câmara dos Deputados estavam reservados.

Como o blog publicou no último sábado, o Glorioso havia vendido o mando de campo da partida válida pela primeira rodada da Taça Rio para Brasília. O jogo seria disputado neste sábado, no Mané Garrincha, às 17h, mas a mudança de planos da diretoria cruz-maltina oficializou o duelo no Nilton Santos, às 19h30, e irritou a cúpula alvinegra. Em janeiro, o Flamengo também havia prejudicado o Botafogo na negociação do jogo com Manaus e Brasília. Em grave crise financeira, o clube de General Severiano receberia R$ 700 mil no confronto com o rubro-negro e R$ 300 mil diante do Vasco. Logo, deixou de faturar R$ 1 milhão.

A irritação do Botafogo com o Vasco diz respeito principalmente à pressa do arquirrival para receber a cota fixa prometida pelos promotores do clássico deste fim de semana. A diretoria exigia o depósito de R$ 337 mil até o fim da tarde de segunda-feira. Do total, R$ 300 mil referia-se à cota fixa para jogar em Brasília; e R$ 37 mil para aquisição de passagens no deslocamento de Vitória (ES) para Brasília após o duelo com o Serra pela segunda fase da Copa do Brasil. Em vez de retornar ao Rio para depois embarcar rumo ao DF, o Vasco pretendia viajar direto da capital capixaba para cá. Incluindo diárias de hotel e alimentação isso representaria gasto extra de R$ 70 mil para os promotores do jogo.

Os empresários chegaram a topar o pagamento do deslocamento , mas alegaram que só poderiam transferir o dinheiro na manhã desta terça-feira. Diante do impasse, o Vasco desistiu do acordo para jogar em Brasília e aborreceu o Botafogo.

Além da cota fixa de R$ 300 mil, os dois clubes viriam a Brasília com tudo pago. O blog apurou que um voo da companhia aérea Azul foi fretado por R$ 375 mil. A aeronave traria os dois times e representantes da Ferj que trabalhariam na partida. Como o Vasco queria embarcar de Vitória para Brasília, usaria o avião apenas na volta. Dois hotéis da capital também estavam locados para acomodar as delegações com direito a pensão completa.

Mandante da partida, o Botafogo chegou a pedir aos promotores do clássico camarote exclusivo no Mané Garrincha para um torcedor ilustre do clube: Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, era um dos convidados da cúpula alvinegra. O clube apostou inclusive na influência política para trazer o clássico para Brasília, mas nem mesmo o Governo do Distrito Federal foi capaz de convencer o presidente do Vasco, Alexandre Campello, a mudar de ideia. Com isso, Botafogo e Vasco se enfrentarão no Nilton Santos.

No início deste ano, o Botafogo tentou trazer para Brasília o duelo contra o Flamengo. No entanto, não houve acordo com a diretoria rubro-negra. Cada clube faturaria cota de R$ 700 mil, mas o clube da Gávea não aceito jogar em Manaus nem em Brasília. O confronto aconteceu no Estádio Nilton Santos. Na ocasião, o Flamengo preferiu ficar no Rio e frustrou o Botafogo. O arquirrival alegou que acabara de chegar de uma viagem longa para Orlando, nos Estados Unidos, onde havia disputado a Florida Cup.

O regulamento do Campeonato Carioca permite a realização de jogos da fase classificatória fora do Estado. Porém, os clubes, as federações e a tevê detentora dos direitos de transmissão (Globo) precisam concordar com a mudança. “Excepcionalmente, havendo acordo entre as partes e anuência da Ferj, qualquer partida do campeonato poderá ser realizada fora do Estado do Rio de Janeiro. Tal disposição não se aplica às partidas do turno semifinal e turno final do campeonato”, diz o artigo 58 nas “Disposições Gerais”.

 

Fonte: blogs correiobraziliense

 

A vitória de 1 a 0 sobre o Flamengo na noite de quinta-feira rendeu ao Fluminense a classificação para a final da Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca. O Tricolor vai enfrentar o Vasco no próximo domingo, às 17h, no Maracanã, no Rio de Janeiro. O mais importante, porém, na visão dos jogadores, foi a consolidação do trabalho do técnico Fernando Diniz e a confiança que isso passa para a sequência.

O estilo de jogo proposto por Fernando Diniz, de toques de bola desde o sistema defensivo, mesmo com os defensores sendo pressionados, para melhorar a saída de bola é criticado por alguns. Além de arriscado, seus críticos entendem que isso desgasta muito a equipe, a deixando em estado de tensão constante. Porém, no entender dos atletas tricolores, foi este estilo a chave do triunfo sobre o Flamengo.

“Não fizemos isso no Maracanã da noite para o dia. Isso foi muito treinado e trabalhado. O Fernando Diniz é um treinador muito competente e corremos muito por ele, pois entendemos o que ele pretende transmitir para o grupo – disse o volante Bruno Silva.

O volante Aírton entende que a vitória dá confiança.

“Foi um resultado importante e agora temos que projetar a final e o que está por vir”, disse o jogador.

O elenco do Fluminense voltou aos trabalhos nesta sexta-feira para a realização de um treino regenerativo. Neste sábado uma atividade tática vai fechar a preparação e Fernando Diniz definirá a formação que vai a campo.                                                                                                                                                                                                                                                  Estreia de GANSO:                                                                                                                                                                                                                                                                                A  Federação de Futebol do Estado do Rio de  Janeiro (Ferj)  alterou de  Moça Bonita  para o Maracanã o jogo contra o Bangu na próxima sexta-feira. O jogo, válido pela estreia das duas equipes na Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca, também teve horário alterado e será às 21h e não mais às 16h30. O jogo deve marcar a estreia de Paulo Henrique Ganso com a camisa tricolor.

FONTE: Gazetaesportiva

Devido ao sorteio realizado ainda antes da estreia da competição, o Belo mais uma vez vai atuar fora de casa, tendo como adversário a forte equipe Tombense-MG, no estádio Antônio Guimarães de Almeida, na cidade de Tombos. 

Depois de passar pelo Operário-MS na primeira fase da Copa do Brasil com uma goleada por 4 a 1 fora de casa, o Botafogo-PB já tem data para sua sequência na competição nacional.

Devido ao sorteio realizado ainda antes da estreia da competição, o Belo mais uma vez vai atuar fora de casa. O adversário será o Tombense-MG, no estádio Antônio Guimarães de Almeida, na cidade de Tombos. Pelo regulamento, o time paraibano joga precisando vencer para se classificar. Em caso de empate, o dono da vaga será conhecido através da decisão por pênaltis.

Os mineiros eliminaram o Sport-PE na primeira fase com um sonoro 3 a 0. Inclusive, o terceiro gol do Carcará foi marcado pelo meia Marquinhos, que atuou em 2018 pelo Botafogo-PB, e foi formado na Maravilha do Contorno.

A partida foi marcada para o dia 28 de fevereiro, uma quinta-feira, às 19h15. Segundo consta no site da CBF, o duelo terá transmissão de televisão pelo canal Sportv.

Foto: Reprodução

Depois de passar por uma maratona no início da temporada, o Belo vai ter outra sequência dura de jogos em poucos dias, já que terá três partidas em um intervalo de oito dias, contra Perilima, Esporte de Patos e Tombense.

Antes, o time da estrela vermelha pega o Sergipe neste sábado (16), pela Copa do Nordeste, no estádio Batistão, em Aracaju. A peleja está marcada para ter início às 16h.

Equipe @Vozdatorcida

Quarta, 06 Fevereiro 2019 22:21

Botafogo: O opulento

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Ninguém atira pedra em árvore que não dá fruto. Certamente você já ouviu ou leu esse ditado popular.  Pois bem, não é segredo para ninguém que hoje...

Ninguém atira pedra em árvore que não dá fruto. Certamente você já ouviu ou leu esse ditado popular.  Pois bem, não é segredo para ninguém que hoje o Botafogo é o clube mais bem estruturado e organizado dentro e fora de campo no futebol paraibano. A atual diretoria e ex-diretores conseguiram dar credibilidade e transformar o Belo em exemplo de gestão, elogiado pela criteriosa imprensa carioca. E não estou falando do seu xará do Rio de Janeiro.  “O Botafogo da Paraíba, esse tá bem à beça”, falou Francisco Aiello, comentarista da CBN em uma analise do jogo entre Botafogo-RJ x Resende, na última quarta-feira.

Outro cronista que também rasgou elogios a organização (dentro e fora de campo) do Botafogo foi Chico Alemão, da Rádio Caturité, de Campina Grande. “Os dois clubes grandes de Campina tem muito a aprender com o Botafogo. O clube de João Pessoa tá bem fora de campo e melhor ainda dentro dele”, disse o radialista em seu programa vespertino na última quarta. E olha que é raro, por vários motivos, cronistas campinenses elogiar o clube da capital, quer seja pelo seu futebol ou pela gestão da sua diretoria.

Claro, que nem tudo são flores na vida do Botafogo. Existem investigações de manipulação de resultados no Campeonato Paraibano de 2018, onde às justiças desportiva e comum vão julgar se teve ou não. Tem, ainda,  membros de algumas torcidas organizadas teimam em criar confusão, especialmente em clássicos seja estaduais regionais. Por mais que a diretoria do Botafogo combata tal prática, o ocorrido na última quarta-feira no Amigão, quando membros de uma organizada foram a Campina para brigar com membros de outra organizada do Campinense, é um tormento. Não é raro, ex-dirigentes e atuais diretores do Belo se reunir com Walberto Lira, o curador que é um eterno combatente da violência nos estádios.

Já noticiei por várias vezes encontros de Breno Morais, Zezinho do Botafogo, quando faziam parte da direção do Clube, e Sérgio Meira, atual presidente, com Walberto Lira para traçarem estratégias com o objetivo de combater a ação de membros vandalos de algumas organizadas.

Alias, por falar em Breno Morais esse merece um parágrafo à parte neste post. Porque, também, não é segredo para ninguém o empresário bem sucedido que ele é. Pois bem, Morais levou para o Botafogo a experiência e ações de bom administrador e o clube que chegou a ter seus troféus penhorados para pagar dívidas trabalhistas hoje está entre os pouquíssimos clubes do País que tem todas as certidões negativas. Em outras palavras, não deve nada à ninguém. À chegada de Breno Morais ao clube, ao lado de outros dirigentes, elevou o patamar do Belo nas instâncias futebolísticas. O Botafogo que hoje tem jogadores de tamanho quilate em seu elenco que se dá ao luxo de rejeitar ofertas de gigantes do futebol nordestino. E os atletas também dizem não, porque estão recebendo bem e em dia, no Belo.

Ah, lembram do ditado popular citado lá em cima? Precisa dizer mais alguma coisa?

 

Petrônio Torres – petroniotorres.com.br

 

França - O atacante Neymar, do Paris Saint-Germain, promoveu uma festa de gala nesta segunda-feira, em Paris, para celebrar o aniversário de 27 anos. Embora a data comemorativa seja só nesta terça, o jogador da seleção brasileira reuniu cerca de 500 convidados no Pavillon Gabriel, em Paris, para um banquete com a presença de VIPs e decorado ao estilo Moulin Rouge.

Os visitantes foram avisados de que não poderiam entrar na festa com telefones celulares, mas alguns amigos de confiança ganharam a autorização de continuar com o aparelho e publicaram imagens do aniversário nas redes sociais. O promoter David Brazil, por exemplo, mostrou em vídeo que Neymar ficou surpreso e se emocionou com a presença da cantora sertaneja Marília Mendonça.

Entre os convidados, estão jogadores como Marquinhos, Trapp, Di Maria, Paredes, Mbappé e Daniel Alves. De fora do futebol, Neymar convidou o surfista Gabriel Medina, o levantador Bruninho, o cantor Wesley Safadão, o youtuber Matheus Mazzafera e o piloto Lewis Hamilton. Patrocinadora do jogador, a Red Bull, ajudou a bancar o custos do evento

 

Fonte: Odia.ig.

França - O atacante Neymar, do Paris Saint-Germain, promoveu uma festa de gala nesta segunda-feira, em Paris, para celebrar o aniversário de 27 anos. Embora a data comemorativa seja só nesta terça, o jogador da seleção brasileira reuniu cerca de 500 convidados no Pavillon Gabriel, em Paris, para um banquete com a presença de VIPs e decorado ao estilo Moulin Rouge.

Os visitantes foram avisados de que não poderiam entrar na festa com telefones celulares, mas alguns amigos de confiança ganharam a autorização de continuar com o aparelho e publicaram imagens do aniversário nas redes sociais. O promoter David Brazil, por exemplo, mostrou em vídeo que Neymar ficou surpreso e se emocionou com a presença da cantora sertaneja Marília Mendonça.

Entre os convidados, estão jogadores como Marquinhos, Trapp, Di Maria, Paredes, Mbappé e Daniel Alves. De fora do futebol, Neymar convidou o surfista Gabriel Medina, o levantador Bruninho, o cantor Wesley Safadão, o youtuber Matheus Mazzafera e o piloto Lewis Hamilton. Patrocinadora do jogador, a Red Bull, ajudou a bancar o custos do evento

Borderô de Vasco x Flu mostra que o elefante branco precisa de 16 jogos com o público do clássico para se pagar. Federações faturaram o dobro do GDF

O desespero do deficitário Mané Garrincha por jogos gera algumas situações inacreditáveis. No último sábado, o estádio mais caro da Copa 2014 arrecadou com o aluguel da arena menos da metade do que as federações do Rio e do DF abocanharam com o jogo válido pela quinta rodada da Taça Guanabara — o primeiro turno do Carioca. Para se ter uma ideia do tamanho do prejuízo, a arena necessitaria de pelo menos 16 jogos com o público do último sábado (15.864 pagantes) para bancar o custo mensal estimado em R$ 700 mil. Impossível.

De acordo com o Boletim Financeiro da partida, a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FerJ) ficou com R$ 77.312,50. A do Distrito Federal teve direito a R$ 38.656,25. No fim das contas, as duas entidades faturaram R$ 115.968,75. Responsável pelo estádio, a Secretaria de Turismo ficou com R$ 44.123,75 — valor da taxa cobrada pela ocupação do estádio (aluguel). As cifras resumem a situação dramática do elefante branco.

Para atrair partidas de futebol minimamente rentáveis, o GDF cobra apenas 5% da renda bruta. Quando o estádio foi inaugurado em 2013, a taxa era de 15%. Apesar do desconto,  o ano passado foi difícil. Houve apenas quatro jogos de fora no Mané Garrincha. Dois do Vasco, um do Fluminense e outro do Nova Iguaçu. Todos os demais foram de times do Distrito Federal no Candangão, Copa Verde, Copa do Brasil ou Série D. Jogos do campeonato local como o de amanhã, às 20h, entre Capital e Ceilândia, pela segunda rodada do torneio doméstico, dão sucessivos prejuízos financeiros.

 

Reprodução/Ferj

 

Os R$ 44.123,75 do aluguel do clássico carioca do fim de semana pouco ajudam o Mané Garrincha a se manter. O custo mensal da arena com energia, limpeza, água, manutenção e outras despesas é estimado em R$ 700 mil, ou R$ 23,3 mil por dia. Logo, seriam necessários 16 jogos com o público do fim de semana para bancar um mês do estádio.

Enquanto a administração do Mané Garrincha abre mão da receita, as federações e os clubes resolvem seus problemas. Como mostrou o blog Drible de Corpo no último sábado, a FFDF reajustou a taxa de arbitragem do Candangão em 14%. Passou de R$ 1.840 em 2018 para R$ 2.100 nesta temporada. Parte da conta é bancada pelos jogos de fora do Distrito Federal. Uma espécie de garantia de que não haverá calote.

A FFDF recebeu neste jogo R$ 38.656. Com a grana extra, é possível desembolsar a taxa de arbitragem de  18 jogos, ou seja, de praticamente três rodadas. O custo total da federação com essa despesa, ou seja, 80 jogos do Candangão, saltou de R$ 147.200 para R$ 168.000.

O borderô mostra ainda que Vasco e Fluminense faturaram cotas fixas de R$ 250 mil cada da empresa do ex-jogador Roni, promotor da partida. Os dois times vieram a Brasília juntos, em um voo fretado, e tiveram direito a hospedagem e alimentação. 

 

Fonte: df.superesportes

 

 

Pelé disse ainda que "puxões de orelha" em Neymar, a quem ele taxou como "filho do Santos", são uma forma de educação

Em entrevista a 'France Football', Pelé rasgou elogios ao francês Kylian Mbappé. Segundo o "Rei do Futebol", o atacante pode vir a ser 'o novo Pelé'. Em relação a Neymar, o ex-jogador adotou um tom mais paternal e disse que se preocupa com seu desenvolvimento, que quer ajudá-lo e que é melhor "educar" do que criticar.

"(Mbappé) Ganhou a Copa do Mundo com 19 anos, mas eu tinha apenas 17. Eu me aproximei dele e disse que ele quase me igualou. Acredito que pode virar o novo Pelé. Muitos pensam que eu disse isso para ser simpático, mas não, não é uma brincadeira", disse Pelé

Pelé rasgou elogios a Mbappé (Foto: AFP)

 
Pelé rasgou elogios a Mbappé (Foto: AFP)
Foto: LANCE!

O ídolo santista já apareceu publicamente criticando Neymar em algumas ocasiões. O Rei ressaltou que o jogador do PSG é um "filho do Santos" e que quer o melhor para craque brasileiro.                                                                                                                                                                                                                                                          "As pessoas acham que dói muito os puxões de orelha, mas um pai não critica nunca, educa. Quando digo que ele é nossa criatura é porque o consideramos como um filho no Santos. O que faço é para o seu bem, quero o melhor para ele e para nossa Seleção. Vou fazer o possível para ajudar e para que ele melhore", finalizou.

Portal: Terra

Competição sediada no Brasil será realizada entre 14 de junho e 7 de julho

Começou às 18h desta quinta-feira a primeira fase da venda de ingressos para a Copa América, que será realizada entre 14 de junho e 7 de julho, no Brasil. O valor dos bilhetes varia de R$ 120 a R$ 890 - os jogos na Arena Corinthians e do Grêmio terão ainda uma categoria com ingressos a R$ 60, já que os dois estádios possuem uma área sem cadeiras.
Os bilhetes mais caros serão os da final da competição, que acontecerá no Maracanã, no Rio de Janeiro. Os ingressos partem de R$ 260 e chegam a custar R$ 890 no setor mais caro. Em todas as categorias, segundo o Comitê Organizador Local (COL), haverá a opção de meia-entrada.
 
Nesta primeira fase, as vendas acontecerão exclusivamente pelo site copaamerica.com (clique aqui para comprar), e a única forma de pagamento será via cartão de crédito. À exceção dos jogos do Brasil, cabeça de chave no Grupo A, todos os demais jogos serão comprados "no escuro", já que o sorteio dos grupos será realizado apenas no próximo dia 24.
 
 
Fonte: df.superesportes
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JR Esquadrias