Tecnologia (19)

 

 

Na Paraíba, inicialmente, o projeto vai atender fábricas localizadas na grande João Pessoa e em Campina Grande. De acordo com a gestora do Projeto de Encadeamento Produtivo do Sebrae Paraíba

Oitenta pequenas indústrias de distribuição e transformação de farinha de trigo paraibanas serão selecionadas para integrar o projeto de qualificação “Transformadores de Farinha", através da parceria entre o Sebrae e o grupo M. Dias Branco, líder nacional na fabricação de biscoitos e massas. Até 2019, serão investidos cerca de R$ 1,3 milhão em recursos em ações de consultoria e capacitação, visando a melhoria da competitividade, cooperação e a ampliação de negócios. Na Paraíba, segundo dados da Receita Federal, há mais de 1,6 mil indústrias neste segmento.

 

Na Paraíba, inicialmente, o projeto vai atender fábricas localizadas na grande João Pessoa e em Campina Grande. De acordo com a gestora do Projeto de Encadeamento Produtivo do Sebrae Paraíba, Elianete Paiva, a iniciativa vai selecionar casas de bolo, confeitarias, pizzarias, fábricas de biscoitos, panificadores, entre outras atividades relacionadas, que tenham a farinha de trigo como matéria-prima principal.

 

“O projeto é focado em indústrias formalizadas, sejam elas microempreendedores individuais, microempresas ou pequenas empresas. As empresas selecionadas passarão por um processo de diagnóstico, em que serão avaliadas as suas necessidades e as ações adequadas para seu posicionamento no mercado”, disse a gestora.

 

O projeto vai beneficiar diretamente micro e pequenas empresas de panificação e distribuidoras do segmento, além de microempreendedores individuais que atuam em atividades como a fabricação de bolos, biscoitos, salgados, pães caseiros, massas, pizzas, entre outras.  A iniciativa faz parte do Programa Nacional de Encadeamento Produtivo do Sebrae, que atua promovendo a inserção de pequenos negócios em cadeias de valor de grandes empresas, por meio de relacionamentos cooperativos de longo prazo e que tragam benefícios para ambas as partes.

 

A parceria do Sebrae com o grupo M. Dias Branco vai possibilitar a união das competências e conhecimentos do Sebrae e do grupo empresarial em favor dos pequenos negócios. “O Sebrae vai oferecer capacitações na área de gestão, inovação e competitividade, além promover missões técnicas em feiras, eventos e empresas. Já o M. Dias Branco vai disponibilizar o seu conhecimento técnico e de mercado”, destacou.

 

Elianete explicou que as empresas interessadas em participar do projeto podem procurar o Sebrae Paraíba para obter maiores informações. No dia 10 de abril, na Fiep, em Campina Grande, e no dia 12 de abril, no auditório do Sebrae, em João Pessoa, haverá uma apresentação do projeto para os interessados. Mais informações: 2108-1266.

 

Seis estados - A parceria do Sebrae e o grupo M. Dias Branco vai qualificar pequenos negócios no Ceará, Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Nestes seis estados, a iniciativa irá beneficiar 800 empresas. Serão investidos no projeto um total de R$ 6,4 milhões em um período de três anos, sendo 75% dos recursos do Sebrae, 25% da M. Dias Branco e 5% das empresas participantes.

ASSESSORIA
SEBRAE PARAÍBA

 

 É preciso que se tenha cuidado porque as pessoas poderão localizar outra, aonde ela está, ficando mais vulnerável

 

O Coronel Arnaldo Sobrinho, Coordenador do Centro Integrado de Operações Especiais _ CIOP da Polícia Militar da Paraíba, chamou a atenção para os riscos que o usuário do Whatsapp corre ao acionar a nova funcionalidade do aplicativo de mensagens Whatsapp. Foi durante entrevista à rádio CBN de João Pessoa.

 

Segundo ele, a nova funcionalidade vai permitir que as pessoas saibam a exata localização de quem usa o aplicativo, o que tornaria o usuário do aplicativo vulnerável à ação de bandidos.

 

 

 

Chamada de Live Location Tracking (Rastreamento de localização ao vivo), a nova ferramenta faz parte de uma atualização na versão beta do Whatsapp (2.16.399 no Android e 2.17.3.28 no iPhone)

 

"Essa nova pode deixar a pessoa vulnerável. É preciso que se tenha cuidado porque as pessoas poderão localizar outra, aonde ela está, ficando mais vulnerável. Então, é preciso que as pessoas fiquem alerta em relação a essa nova funcionalidade do whatsapp", alertou a autoridade policial.

 

Chamada de Live Location Tracking (Rastreamento de localização ao vivo), a nova ferramenta faz parte de uma atualização na versão beta do Whatsapp (2.16.399 no Android e 2.17.3.28 no iPhone).

 

Portal Carlos Magno

A marca italiana estreia no Brasil com quatro modelos lindos e aposta tudo no charme do scooter. A Vespa 125 faz 45 km/l de gasolina e roda 364 km com um tanque. Veja galeria com 50 fotos

Pense no maior ícone italiano de quatro rodas. Ferrari, é claro. Agora pense no de duas. Se não respondeu Vespa, reveja seus conceitos. A marca italiana que inventou o scooter finalmente chegou ao Brasil. E o faz com planos audaciosos. Ela quer “ser referência no setor de duas rodas” e conquistar nada menos que 10% do segmento.

Para isso, aposta numa ousada estratégia de comercialização para quatro modelos: Primavera (125 cm3 e 150 cm3), Sprint (150 cm3) GTS 300 (278 cm3) e 946 Empório Armani (125 cm3). As vendas começam no dia 22 de outubro em dois pontos de venda no Estado de São Paulo – um na capital e outro em Campinas.

Talvez por estratégia de marketing (aparecer duas vezes na mídia), os preços só serão divulgados no dia 9/10. Com certeza, as Vespas não serão baratas. O modelo de entrada (Primavera 125) deve custar de R$ 18.000 a R$ 20.000 e a topo de linha deve passar de R$ 30.000. Também haverá uma série limitada de 1.000 unidades numeradas, baseada na Primavera 150.

Mas os executivos da Vespa não parecem preocupados com preço – eles confiam no poder da marca para seduzir um público abonado e que busca mais do que um meio de transporte. Freios com ABS, ccontrole de tração, injeção eletrônica, painel digital e farol de LED são alguns dos atributos técnicos da marca, dependendo do modelo. A Primavera 125 e a 946 Empório Armani têm motor de 11 cavalos e tanque de 8 litros (podem fazer 45,5 km/l e rodar 364 km). A Primavera 150 e a Sprint 150 têm 13 cv e fazem 41 km/l e rodam 328 km com um tanque (8 litros). A GTS 300 tem 22 cv e tanque de 9,5 litros.

Como produto, a Vespa é de fato apaixonante. Não apenas pelo design clássico, mas também pela tecnologia de ponta, pelo carisma que carrega por ser um ícone italiano e por ter feito sucesso no cinema, nas artes e na moda. Como esquecer da atriz Audrey Hepburn conduzindo uma Vespa em A Princesa e O Plebeu? Ou da Vespa pintada por Salvador Dali em 1962? Baseados nesses fatos, a Piaggio já vendeu 18 milhões de Vespa no mundo inteiro.

A Vespa foi criada em 1946 pelo empresário Enrico Piaggio e pelo engenheiro Corradino D´Ascanio. Eles não gostavam da dificuldade que era montar em uma motocicleta e criaram o scooter a partir da posição de um homem sentado em uma cadeira, com motor traseiro e não entre as pernas do condutor. Foi um sucesso incrível e revolucionou o modo como os italianos passaram a se locomover após a Segunda Guerra Mundial.

No Brasil, entretanto, a Vespa nunca foi uma unanimidade. Nos anos 1960, ela era representada pela empresa carioca Panauto e disputava mercado com a Lambretta, também italiana. Retornou nos anos 1970 pelas mãos da paulista Barra Forte, que nos anos 1980 se associou à Caloi. A marca se retirou do mercado em 1990 e nem sequer participou da primeira onda brasileira de scooters, no final daquela década, quando o Brasil foi invadido pelos modelos das marcas Peugeot, Asprilia e Dafra.

Agora, a Vespa retorna pelas mãos da empresa de investimentos Asset Beclly. A ideia inicial era ter uma operação do próprio Grupo Piaggio, mas a matriz italiana não quis entrar no investimento. A Piaggio é líder do mercado de scooters na Europa (24,8%) e nos Estados Unidos (20,9%). Dona também das marcas Aprilia e Moto Guzzi, o Grupo Piaggio vendeu 519,7 mil veículos de duas rodas em 65 países no ano passado. Segundo Longino Morawski, presidente do Grupo Piaggio Brasil, a Asset Beclly pretende instalar uma fábrica no País em 2018, quando pretende comercializar 35.000 unidades. Até lá, a Piaggio espera vender 2.000 unidades até dezembro e 12.000 no ano que vem.

Uma das estratégias será chamar as concessionárias de “Boutique Vespa”, com espaço para encontro de fãs da marca e uma estratégia de vendas diferente. Longino – ex-presidente da Harley-Davidson – prometeu que “todos os vendedores de Vespa também serão proprietários de uma Vespa”. Isso é ousado. A previsão é de que oito lojas serão inauguradas este ano, 10 no ano que vem e 22 em 2018.

Se as previsões de Longino estiverem certas, o mercado brasileiro de motocicletas passará de 1,15 milhão de unidades este ano para 1,62 milhão em 2020. “O Brasil está passando por um processo de scooterfização”, afirma, apontando para a curva de vendas de queda das motos street (de 65% para 40% nos últimos seis anos) e do crescimento dos modelos scooter (de 15% para 30%).

Segundo ele, as motos de baixa cilindrada são para transporte básico e trabalho, enquanto as de alta cilindrada são para passeio nos fins de semana. O scooter seria a solução ideal para quem busca um veículo urbano de uso diário, para deslocamentos rápidos e frequentes. Para quem está acostumado a levar sapatadas de motoboys que circulam nos corredores entre os carros das grandes cidades, ver lindas Vespas desfilando nas ruas será um bálsamo.

Se a Vespa pegar no mercado brasileiro, você vai querer ter uma, seja homem ou mulher. Até porque o primeiro atributo para colocar uma Vespa em sua garagem é ter pelo menos uns R$ 18 mil para investir. Ainda que seja cara, será mais barata do que um carro, muito mais econômica e vai contribuir para um trânsito melhor.

Segunda, 08 Agosto 2016 17:47

Expotec 2016 terá R$ 13 mil em premiações

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A feira de inovação e tecnologia Expotec 2016, será realizada pela segunda vez no Centro de Convenções de João Pessoa (PB), pela Associação Nacional para Inclusão Digital (Anid), por meio de várias competições.  Esta edição vai premiar com R$ 13 mil, no total, os participantes inscritos.

 

Com o apoio do Governo da Paraíba e o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), a Expotec 2016 é um celeiro de incentivo às novas tecnologias e possibilidades de diversos segmentos. Tendo como eixos temáticos  web, software livre, desenvolvimento, cultura pop, inclusão digital, robótica e educação, promoverá, entre os próximos dias 25, 26 e 27 de agosto, competições diversas entre os participantes inscritos.

O valor total em premiações é referente às competições de Cosplay, Robótica, Maratona Pop, Sessão de Ferramentas e trabalhos inscritos de startups que a Expotec terá em 2016. As inscrições já estão acontecendo pelo site www.expotec.org.br, onde também pode ser vista a Agenda completa com todas as atividades do evento.

 

 

Uma dupla de empresários do ramo de confecção lançou um modelo de calça jeans com bolso específico para telefone celular. Ele fica do lado, e a ideia é não atrapalhar ao sentar ou andar.

As primeiras 12 mil peças produzidas foram vendidas em uma semana, e as vendas da empresa tiveram aumento de 20%. A calça custa R$ 149,90.

Há 10 anos, o empresário Frederico Perusin assumiu a Perusin Jeans, empresa da família que há três décadas vende roupas no atacado em um showroom no bairro do Brás, região central de São Paulo, para clientes em todo o Brasil.

Com o objetivo de modernizar os modelos, em julho do ano passado ele se juntou à irmã, a estilista Caroline Perusin, para pensar em produtos que agradassem a um público mais jovem.

"Uma das ideias era criar uma solução para os homens poderem carregar seus celulares com mais segurança e conforto, já que eles não usam bolsas, como as mulheres", diz Perusin.

Investimento de R$ 15 mil incluiu patente do produto

Após três meses de testes e um investimento de R$ 15 mil, os sócios chegaram ao modelo final da calça bolso de celular. "Usei por dez dias para experimentar. Quando vi que o celular não marca na roupa e não atrapalha para se movimentar, iniciei a produção", afirma.

Ao mesmo tempo, já corria um processo de patenteamento da funcionalidade, finalizado em maio deste ano. Produzida em jeans e sarja colorida, a calça tem um bolso lateral, onde cabem aparelhos de vários tamanhos, incluindo o iPhone Plus.

"O celular fica guardado de forma segura, quase invisível na cintura do usuário", diz.

As 12 mil primeiras peças foram produzidas em maio e vendidas em uma semana. De acordo com o empresário, geralmente o estoque de um novo modelo costuma levar, em média, 40 dias para esgotar.

Eles aceleraram a produção e, a partir deste mês, quando os estoques devem estar repostos, esperam vender 50 mil peças da calça bolso de celular por mês.

Marketing e loja virtual

Para acompanhar o crescimento da empresa, os irmãos Perusin decidiram investir pela primeira vez em marketing e passaram a usar a marca PRS Jeans. Outra mudança ocorreu na estratégia de vendas, que, até então, só acontecia por atacado, para pequenos e médios varejistas.

"Recebemos tantos pedidos de clientes pessoa física, que criamos uma loja virtual, para vender itens avulsos", afirma. No ar há um mês, o comércio online vendeu 100 unidades em seu mês de estreia.

A partir deste mês, a linha com bolso para celular será ampliada, com versões femininas e masculinas dos produtos, além de bermudas e modelos plus size, no tamanho 48 a 54.

Onde econtrar - www.prsjeans.com.br/

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JR Esquadrias