Saúde (76)

Sexta, 11 Janeiro 2019 02:07

Brasil tem 10.274 casos confirmados de sarampo

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Casos isolados foram anotados em São Paulo (3), Rio de Janeiro (19), Rio Grande do Sul (45),Rondônia (2), Bahia (2), Pernambuco (4), Pará (61) e Sergipe (4), além do Distrito Federal (1), e foram registrados ainda 12 óbitos por sarampo: quatro em Roraima, seis no Amazonas e dois no Pará.

Desde o início de 2018 até 8 de janeiro de 2019, o Brasil registrou 10.274 casos confirmados de sarampo. Atualmente, o país enfrenta dois surtos da doença: no Amazonas, onde há 9.778 casos e, em Roraima, onde foram contabilizados 355 ocorrências.

Casos isolados foram anotados em São Paulo (3), Rio de Janeiro (19), Rio Grande do Sul (45), Rondônia (2), Bahia (2), Pernambuco (4), Pará (61) e Sergipe (4), além do Distrito Federal (1).

Foram registrados ainda 12 óbitos por sarampo: quatro em Roraima, seis no Amazonas e dois no Pará.

Os surtos, segundo o Ministério da Saúde, estão relacionados à importação, já que o genótipo do vírus que circula no Brasil é o mesmo da Venezuela, país com surto da doença desde 2017.

Por meio de nota, o ministério informou que a explosão de casos confirmados no Amazonas é resultado de uma força-tarefa realizada no final de 2018 em Manaus, quando mais de 7 mil casos que estavam em investigação foram concluídos.

“Nas últimas semanas, houve diminuição na notificação de casos novos no Amazonas e em Roraima. No Amazonas, a concentração de casos desta semana se deu nos meses de julho e agosto. No estado de Roraima, o pico da doença ocorreu entre fevereiro e março de 2018. Em ambos os estados, no momento, a curva de novos casos é decrescente”, disse o Ministério da Saúde.

Vacinação

De janeiro de 2018 até janeiro deste ano, o ministério encaminhou 15,5 milhões de doses da vacina tríplice viral para atender a demanda dos serviços de rotina e a realização de ações de bloqueio nos seguintes estados: Rondônia, Amazonas, Roraima, Pará, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Sergipe, além do Distrito Federal.

Certificado

O Brasil tem até fevereiro deste ano para reverter os surtos de sarampo, sob pena de perder o certificado de eliminação da doença concedido pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) em 2016. O alerta foi feito pela assessora regional de Imunizações da entidade, Lúcia Helena de Oliveira, durante a 20ª Jornada Nacional de Imunizações, no Rio de Janeiro.

Ela lembrou que a Venezuela, de onde veio a cepa de sarampo identificada no Brasil, perdeu seu certificado de eliminação em junho deste ano.

O critério adotado pela Opas para conferir transmissão sustentada é que o surto se mantenha por um período superior a 12 meses. As autoridades sanitárias brasileiras, portanto, correm contra o tempo, já que os primeiros casos da doença no Norte do país foram identificados no início de 2018.

“Sabemos que os casos no Brasil são de importação, lamentavelmente, pelas condições de saúde em que vive a Venezuela. Mas só estamos tendo casos de sarampo no Brasil porque não tínhamos cobertura de vacinação adequada. Se tivéssemos, esses casos viriam até aqui e não produziriam nenhum tipo de surto”, destacou a assessora da Opas.

Fonte: agenciabrasil / Edição: Kleber Sampaio

 

No Brasil, o cálculo do ministério é que em torno de 35 mil pessoas convivam com a esclerose múltipla, sendo que cerca de 15 mil estão em tratamento atualmente no SUS. A doença afeta normalmente adultos entre 18 e 55 anos de idade

Adultos diagnosticados com esclerose múltipla remitente recorrente poderão utilizar o medicamento acetato de glatirâmer na versão de 40 miligramas (mg) via Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, a rede pública oferta apenas a versão de 20 mg. De acordo com o Ministério da Saúde, a incorporação vai permitir que o paciente reduza de sete para três as doses injetadas todas as semanas, garantindo maior qualidade de vida.l

A esclerose múltipla pode ser classificada por níveis de evolução clínica. Casos remitentes recorrentes têm por características surtos autolimitados de disfunção neurológica com recuperação completa ou parcial. Segundo a pasta, cerca de 85% dos pacientes com a doença são inicialmente diagnosticados como remitentes recorrentes. Os outros níveis são secundariamente progressiva e primariamente progressiva.

A doença afeta normalmente adultos entre 18 e 55 anos de idade. Além disso, é duas a três vezes mais frequente em mulheres. Entretanto, crianças e idosos também podem ser atingidos.

No mundo, estima-se que a cada 100 mil habitantes, 33 sofram com a enfermidade. No Brasil, o cálculo do ministério é que em torno de 35 mil pessoas convivam com a esclerose múltipla, sendo que cerca de 15 mil estão em tratamento atualmente no SUS.

Entre os principais sintomas estão fadiga, formigamento ou queimação nos membros, visão embaçada, dupla ou perda da visão, tontura, rigidez muscular e problemas de cognição.

 
Fonte: agenciabrasil                                                            Edição: Sabrina Craide  
Por Paula Laboissière 

Expansão da longevidade e avanços na sociedade levam idosos a quebrar o tabu da velhice solitária, inativa e sem sexualidade. Agora, eles só querem mesmo é redescobrir o amor

Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
Maria Aparecida Costa, de 84 anos, e Antônio Mário da Costa, de 92, resolveram deixar filhos e netos de lado e se dedicar ao relacionamento (foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)

Numa das cenas finais do filme 'O amor nos tempos do cólera', adaptação do livro homônimo de Gabriel García Marquez para o cinema, a atriz Fernanda Montenegro, que vive o papel da octogenária Fermina Daza, tira sua roupa aos poucos e se prepara para dormir pela primeira vez com o também octogenário Florentino Ariza, namorado que abandonara na juventude. O romance, o preferido do autor, conta a belíssima história de um amor tardio. Em 1985, ao publicá-lo, talvez Gabo não imaginasse que de alguma forma estava escrevendo sobre o futuro. Como os protagonistas do livro, um batalhão de homens e mulheres que entraram na terceira idade estão quebrando tabus ao descobrir e redescobrir o amor. O movimento se acentuou nos últimos 20 anos, derrubando o mito da velhice assexuada.

Para Guita Grin Debert, professora do Departamento de Antropologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e autora do estudo “Velhice, violência e sexualidade”, isso se deu em muitos campos. “Estudos de várias áreas comprovaram que a sexualidade não se esgota com o passar dos anos. É indiscutível o declínio da frequência das relações sexuais, mas emerge, por outro lado, a percepção de que a qualidade dessas relações pode aumentar”, sustenta. O trabalho aponta que nessa faixa estária os encontros podem ser mais livres e afetuosos. Além disso, os papéis tradicionais de gênero tendem a se inverter. “As mulheres passam a ser menos recatadas e os homens, mais afetuosos. Nas sensações também há mudanças. O prazer estaria espalhado pelo corpo, ocorrendo um processo de desgenitalização”, explica.

A nova realidade pode ser facilmente comprovada na prática. Às quartas-feiras à tarde e aos sábados de noitinha, associados do Clube da Maturidade, criado em Belo Horizonte exatamente no ano em que García Marquez lançava O amor nos tempos do cólera, reúnem-e para dançar e se divertir num salão de festas. O chão, quadriculado em preto e branco, empresta charme ao local. À esquerda, dançam luzes e casais. À frente, o que se vê são mesas e, nelas, mais casais.

Alguns, como Maria Aparecida Costa, de 84 anos, e Antônio Mário da Costa, de 92, são companheiros de vida inteira e passaram a frequentar o local porque sentiram necessidade de voltar a fazer coisas juntos, independentemente da família e dos antigos amigos. Outros, como José Alves Cardoso, de 75, e Maria Eugênia Pessoa, que não revela a idade, conheceram-se ali depois de quase uma vida inteira e hoje experimentam uma nova história de amor.

Sim. Ao chegar à terceira idade, é cada vez maior o número de pessoas que namoram, descobrem um velho amor ou um novo amor, casam-se novamente, fazem novas amizades e levam uma vida social intensa para jovem nenhum botar defeito. Fato que confirma a suspeita do comandante do barco que levou Fermina Daza e Florentino Ariza a subir e descer o rio para sempre em O amor nos tempos do cólera: “É a vida, mais do que a morte, que não tem limites”. 


Túlio Silva/EM/D.A.Press
O casal Maria Eugênia e José Cardoso se conheceu em um dos bailes organizados pelo Clube da Maturidade, quando ele a chamou para dançar (foto: Túlio Silva/EM/D.A.Press)


GRANDES DESCOBERTAS
Amor à primeira vista, as descobertas sexuais e repactuação dos laços amorosos são situações comuns entre idosos do século 21 que optam por não ficar sozinhos


Grisalho, alto, bonito e simpático, o dentista aposentado José Alves Cardoso, de 75 anos, há cinco anos é presidente do Clube da Maturidade, entidade sem fins lucrativos na qual todas as atividades são dirigidas aos idosos. Depois de se divorciar em 2005, teve namoros esporádicos e não imaginava a possibilidade de se casar outra vez. Até que um ano depois de assumir a presidência do clube surgiu em sua vida um amor à primeira vista. A musa inspiradora é loira, alta, bonita, refinada e simpática. Seu nome é Maria Eugênia Pessoa. 

Os dois se conheceram num dos bailes organizados na Avenida Prudente de Morais, 901, Região Centro-Sul, quando ele a chamou para dançar. Casaram-se cinco meses depois daquela noite. “Ela não prestava atenção em mim”, reconhece José Cardoso. “Fiquei sozinha por 14 anos e sempre fugi de relacionamentos que não valiam a pena. Não imaginava nem pretendia me casar de novo, mas a gente se entendeu muito bem”, explica Maria Eugênia. Quatro anos depois do casamento, os dois continuam felizes e levam uma vida sexual ativa. “Não há nenhuma dificuldade em nosso relacionamento, somos pessoas saudáveis”, explica ela. “Se a gente tem saúde, a questão sexual não é muito afetada. Claro que, dependendo da faixa etária, o desempenho é menor, mas nunca usei o comprimido azul”, diz ele.



Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
Maria do Amparo Caldeira Campos, de 67 anos, e Geraldo Líbero Horta Filho, de 77, namoram há cinco anos e consideram que têm uma vida sexual maravilhosa (foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)


De acordo com a geriatra Karla Giacomin, encontros felizes como o do casal ocorrem hoje de forma muito mais frequente do que há algum tempo, facilitados pela maior possibilidade de encontro e convivência entre pessoas maiores de 60 anos. Tudo depende, porém, da maneira como cada pessoa encara essa fase da vida. “Há mulheres que saem de um casamento ou ficam viúvas e se dispõem a encontrar outras pessoas, e outras não. Do lado dos homens, existem aqueles que não suportam ficar sozinhos e os que, apesar da solidão, não se dispõem a ter um novo relacionamento”, diz. 

Segundo a pesquisa Mosaico Brasil, do Programa de Estudos da Sexualidade da Universidade de São Paulo (ProSex), coordenada pela psiquiatra Carmita Abdo, 87,1% dos homens e 51,2% das mulheres no Brasil com idade acima de 61 anos consideram que são sexualmente ativos. O levantamento foi feito em 2008, mas o ProSex já tem outra pesquisa sobre o assunto saindo do forno. “Estamos em fase de coleta de dados. Em seguida, faremos a tabulação. Mas tudo indica que a nova pesquisa vai apontar uma mudança positiva no comportamento das mulheres sobre essa questão”, observa, levando em conta os relatos que ouve em seu consultório. 

REATAR 

A aposentada M. L. G., de 74, que pediu para não se identificar, ficou viúva, casou-se novamente com um senhor que conheceu num centro de convivência para idosos, separou-se dele, mas acaba de reatar o relacionamento com o marido, que tem 78. “Depois que fiquei viúva, namorei muito até me casar de novo. Brigamos, ficamos um pouco mais de um ano separados, mas voltamos”, conta. Ela admite que não gosta de viver sozinha e que o marido sente mais desejo do que ela. “Gosto muito de fazer carinho e ele fica logo animado. Para o desejo aflorar preciso estar relaxada, mas isso ocorre também quando se é jovem. A sexualidade muda com o tempo, mas continua existindo”, revela. M. G. L. admite que com o primeiro marido nunca chegou ao clímax. “Só fui descobrir o que é isso depois dos 60”, revela. 




Maria Aparecida Costa, de 84, e Antônio Mário da Costa, de 92, que já fizeram bodas de ouro, são sócios do Clube da Maturidade há 16 anos e garantem que a convivência com outros idosos modificou completamente suas vidas. E para melhor. “Tomamos a decisão de parar de viver em função da família, dos filhos e dos netos, e voltamos a pensar no casal. Depois disso, começamos a viajar, passamos a conviver com pessoas diferentes e fizemos muitos amigos. É meio diferente do que era antes, mas continuamos a namorar”, reconhece Maria Aparecida. 

ENQUANTO ISSO...
...Aids entre idosos

Relatório divulgado pela Unaids, programa da Organização das Nações Unidas para a Aids, mostra que a incidência da doença entre idosos no Brasil está crescendo. Além disso, nos últimos 27 anos, o número de mulheres infectadas pelo vírus HIV aumentou em 54%. Parte do avanço da doença pode ser atribuída ao uso de estimulantes sexuais pelos homens acima de 65 anos, já que eles mostram resistência ao uso de preservativos. A situação é um desafio para o Brasil e pede a criação de políticas públicas para conter o avanço das doenças sexualmente transmissíveis (DST) para atender às necessidades dessa camada da população. 


 
Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)


UMA VIDA COM MAIS PRAZER
Idosos enfrentam desafios de manter a sexualidade ativa. Elas tentam vencer os efeitos da queda de hormônios; eles precisam controlar as doenças que surgem depois dos 50


Dias antes do carnaval de 2014, os idosos do grupo Ativa Idade, ligados ao Centro de Convivência do Idoso em Conceição das Alagoas, no Triângulo Mineiro, participaram de uma palestra sobre saúde e sexualidade na terceira idade, ministrada por um médico do município. Antes que a apresentação começasse, os participantes foram avisados de que em cima da mesa havia uma cesta com cerca de 300 preservativos e que eles poderiam pegá-los se quisessem. Em 20 minutos as camisinhas desapareceram. A animação pré-carnavalesca do grupo é uma mostra da disposição para a vida durante a velhice e da mudança de comportamento de uma sociedade que há poucas décadas acreditava que os velhos estavam condenados à decadência física e a perder o seu papel social. 

Apesar da evolução do pensamento, porém, envelhecer continua não sendo fácil. No país do culto à beleza, da jovialidade e da sensualidade, a chegada da menopausa causa um considerável impacto físico e psicológico nas mulheres. Nos homens, que não perdem a fertilidade e nem sofrem com a queda drástica dos níveis hormonais, a preocupação a partir dos 50 anos é com os problemas de saúde que comprometem a potência sexual. “Em ambos os casos, porém, o desejo continua a existir”, diz a psiquiatra e coordenadora do Programa de Estudos da Sexualidade da Universidade de São Paulo (ProSex/USP), Carmita Abdo. 

TEMA NATURAL 

Para o geriatra Ramon Fernando Gual, a principal mudança ocorrida no modo de viver dessa faixa da população foi a abertura um pouco maior das pessoas em relação à própria sexualidade. “Nas gerações mais antigas, nas quais as pessoas estão com 80, 90 anos, o sexo ainda costuma ser um assunto difícil. Entre os mais novos, porém, a sexualidade já é um tema natural, algo normal na vida e que o indivíduo quer manter em dia”, observa. De acordo com ele, essa é uma preocupação que aflige principalmente os homens. “Para eles, a vida sexual é mais prazerosa do que a da mulher. Muitas vezes ela vem de um casamento no qual não descobriu sua sexualidade, já que antes a ideia era satisfazer o marido. “A maior parte de minhas pacientes idosas veio de atividades sexuais nas quais quase nunca sentia prazer”, revela o geriatra. 


Cristina Horta/EM/D.A Press
Para o geriatra Ramon Fernando Gual, a principal mudança ocorrida nessa faixa etária foi a abertura em relação à própria sexualidade (foto: Cristina Horta/EM/D.A Press)



 Maria do Amparo Caldeira Campos, de 67, e Geraldo Líbero Horta Filho, de 77, namoram há cinco anos. Ela, que estudou e se formou num colégio de freiras, ficou viúva e conta que enquanto durou o seu casamento nunca ficou nua diante do marido. “Hoje, já me permito isso. Mas só agora vim a aceitar essa situação do orgasmo. Quando era casada eu sentia, mas morria de vergonha”, reconhece. Hoje, ela diz estar muito mais assumida porque descobriu que “a velhice não é o fim”. Ela e o namorado são atletas de natação, ambos medalhistas. “Nossa vida sexual é ativa e maravilhosa. Ele é muito atuante e não usa estimulante. Eu o faço muito feliz e ele me faz muito feliz”, declara. 

A psicóloga Ana Teresa de Abreu Ramos Cerqueira, professora do departamento de Neurologia, Psicologia e Psiquiatria e da Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Estadual Paulista (Unesp), trabalha com grupos de idosos. Na semana que passou, conversou com mulheres da terceira idade. “O que me surpreende é que elas já conseguem falar dos seus desejos, das perspectivas que têm em relação à sexualidade e também de suas limitações e as dos companheiros”, afirma. Outra surpresa fica por conta da atitude dessas idosas diante das restrições que a idade impõe ao sexo. “Elas estão mais ativas e positivas, dispostas a tentar resolver e a compartilhar sentimentos”, revela. No fim das contas, segundo a psicóloga, o conceito de sexualidade vai muito além do ato sexual em si. “Trata-se de proximidade, de tudo que seja fonte de prazer e realização para o casal.” 

Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press
(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)

 

Fonte:UAI

Domingo, 30 Dezembro 2018 00:47

As razões da explosão de obesidade no Brasil

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A cada cinco brasileiros, um está obeso. Mais da metade da população está acima do peso. O país que até pouco tempo lutava para combater a fome e a desnutrição, agora precisa conter a obesidade. Por que a balança virou?

Indicadores apresentados pelo Ministério da Saúde mostram que, nos últimos 10 anos, a prevalência da obesidade no Brasil aumentou em 60%, passando de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016. O excesso de peso também subiu de 42,6% para 53,8% no período.

Os dados são da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), com 53.210 pessoas maiores de 18 anos de todas as capitais brasileiras.

Especialistas ouvidos pela BBC Brasil atribuem o aumento de peso dos brasileiros a fatores econômicos e culturais, mas também genéticos e hormonais.

Novos padrões alimentares

RefrigeranteDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionO consumo de refrigerante caiu no Brasil, de acordo com o ministério da Saúde

Para o diretor do Centro de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Cláudio Mottin, a tendência de aumento da obesidade já vinha sendo verificada antes da pesquisa Vigitel, realizada anualmente desde 2006.

"Talvez um dos fatores mais preponderantes seja a mudança dos hábitos alimentares que se observa desde os anos 1970. Com pouco tempo para comer, as pessoas deixaram de fazer as refeições em casa e passaram a optar por comidas mais rápidas e mais calóricas".

Essa mudança de hábito também aparece na pesquisa Vigitel: o consumo regular de feijão, considerado um alimento básico na dieta do brasileiro, diminuiu de 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas um entre três adultos consomem frutas e hortaliças em cinco dias da semana.

Aumento do trabalho e da renda

Arroz e feijãoDireito de imagemMARIAMARMAR/GETTY
Image captionUma dieta diversificada é importante para combater a obesidade, assim como o consumo de produtos não industrializados

O aumento da obesidade coincide com um período de crescimento do poder de compra dos brasileiros, incentivado por políticas econômicas e programas de distribuição de renda.

Segundo uma pesquisa do instituto Data Popular, a renda da classe média, que representa 56% da população, cresceu 71% entre 2005 e 2015, sendo que a renda dos 25% mais pobres foi a que mais aumentou. Assim, a chamada classe C passou a ter acesso a produtos antes restritos à elite. Além disso, ao se inserir no mercado de trabalho, o brasileiro acaba incorporando hábitos menos saudáveis, como os já citados por Mottin.

"Não surpreende o alto índice de obesidade na faixa etária entre os 25 e os 44 anos, porque isso corresponde justamente a essas mudanças no estilo de vida, quando os jovens deixam de depender de seus pais e passam a ter uma rotina mais voltada à carreira profissional", pondera a endocrinologista Marcela Ferrão, pós-graduada em nutrologia e membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

A Vigitel mostrou que o excesso de peso aumenta significativamente da faixa etária dos 18 aos 24 anos (30,3%) para a dos 25 aos 44 anos (50, 3%). Há uma alta prevalência de obesidade nessa faixa etária: 17%. Considera-se obesidade Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou maior que 30 kg/m2 e excesso de peso IMC igual ou maior que 25 kg/m2.

Genética 'gorda'

A questão genética também cumpre um papel relevante para o aumento da população obesa, segundo o médico Cláudio Mottin. Segundo ele, o organismo de nossos antepassados não estava adaptado para a fartura e passaram para nós a genética de retenção de calorias.

"Quando os tempos eram de escassez de alimentos, quem tinha mais condições de defesa corporal eram as pessoas mais gordinhas, porque tinham mais condições de armazenamento de energia. No momento em que temos alimentos à disposição sem esforço, a genética joga contra", explica o especialista.

Além disso, colabora para a proliferação dessa "genética gorda" também um aspecto cultural, que associava gordura a saúde até recentemente, como aquele discurso da vovó que diz que o neto "está doente se está magrinho".

Noites mal dormidas

SonoDireito de imagemTHINKSTOCK
Image captionA vida conectada e acelerada prejudica o sono, que pode afetar o peso

A endocrinologista Marcela Ferrão também atribui a baixa qualidade do sono como um dos fatores para o aumento da obesidade. Segundo ela, a sociedade acelerada e conectada faz com que as pessoas não tenham horário para dormir.

"À noite, a serotonina, que é o hormônio do humor, se converte em melatonina, responsável pelo sono reparador. Nesse estágio do sono, as células conseguem mobilizar gorduras de forma adequada", explica.

Mas não tem sido fácil chegar a esse estágio do sono quando a tensão e o estresse estão cada vez mais intensos, a pessoa não consegue desligar o celular e acorda várias vezes durante a noite.

Isso gera um desequilíbrio hormonal que reduz a capacidade do corpo de produzir glicose, a pessoa acorda ainda mais cansada e sente a necessidade de consumir alimentos mais energéticos", conclui Ferrão.

Dieta variada

Um último ponto destacado pelos especialistas para o aumento da obesidade no Brasil é a falta de acesso a uma dieta diversificada, o que depende menos de poder aquisitivo do que de educação alimentar.

Nesse sentido, o Guia Alimentar para a População Brasileira se destaca entre as políticas do Ministério da Saúde para enfrentar a obesidade. A publicação oferece recomendações sobre alimentação saudável e consumo de alimentos in natura ou minimamente processados, mas vai além: coloca a hora da refeição no centro de uma discussão sobre convivência familiar e gestão do tempo.

"Os alimentos ultraprocessados são muito consumidos pela população jovem porque são práticos. Outro problema é o comportamento alimentar. É muito comum as pessoas comerem rápido, sozinhas e com celular na mão. Estudos mostram que comendo com família ou amigos, a pessoa presta mais atenção no que está comendo", diz a coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa de Oliveira.

A Vigitel apresenta um dado positivo sobre o consumo regular de refrigerante ou suco artificial, que caiu de 30,9% em 2007 para 16,5% em 2016. Mas o Ministério da Saúde quer mais. "Nossa meta é reduzir em 30% o consumo de refrigerante pela população adulta até 2019 e aumentar em 17,8% o consumo de frutas e hortaliças", adianta Michele.

Riscos à saúde

Balança
Image captionO aumento da obesidade no Brasil foi de 60% nos últimos dez anos

O crescimento da obesidade é um dos fatores que podem ter colaborado para o aumento da prevalência de diabetes e hipertensão, doenças crônicas não transmissíveis que pioram a condição de vida do brasileiro e podem até levar à morte.

O diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5% em 2006 para 8,9% em 2016 e o de hipertensão de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016, conforme a Vigitel. Em ambos os casos, o diagnóstico é mais prevalente em mulheres.

"A obesidade é a mãe das doenças metabólicas. Além da diabetes, que apresenta mais de 20 fatores de comorbidade (doenças ou condições associadas), obesos infartam mais e até câncer é mais prevalente em pessoas acima do peso", destaca o diretor do Centro de Obesidade da PUCRS, Cláudio Mottin.

O Ministério da Saúde pretende reduzir as taxas de mortalidade prematuras em 2% ao ano até 2022. Doenças cardiovasculares, respiratórias crônicas, diabetes e câncer respondem por 74% dos óbitos anuais no Brasil.

Outras 43 praias do Litoral Paraibano estão classificadas como apropriadas para o banho

Treze trechos de praias no do litoral paraibano estão impróprias para banho.  Segundo o relatório semanal da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), neste final de semana, outras 43 praias do Litoral Paraibano estão classificadas como apropriadas para o banho.

Em João Pessoa, na praia de Manaíra, os banhistas devem evitar três trechos localizados na Avenida João Maurício: em frente às ruas Elizeu Candido Viana, Bananeiras e também na Av. São Gonçalo; além do trecho próximo da galeria pluvial no final da Ruy Carneiro/Bahamas.

Ainda na Capital, a praia de Cabo Branco está imprópria nos trechos localizados na avenida Cabo Branco, próximo à desembocadura da galeria pluvial que fica no final da rua Gregório Pessoa de Oliveira; no final da rua Áurea, próximo à desembocadura da galeria pluvial; na rotatória do final da Av. Cabo Branco, e nas proximidades da desembocadura da galeria pluvial. O banho no Farol do Cabo Branco, nas proximidades da desembocadura da galeria pluvial, também não está recomendado.

Já na praia da Penha, também em João Pessoa, deve-se evitar o banho nas proximidades da desembocadura do rio Aratu.Na praia de Jacarapé,  perto da desembocadura do rio Jacarapé e na praia do Arraial, próximo à desembocadura do rio Cuiá. Enquanto na praia do Sol, não está apropriado para o banho o trecho localizado no final da rua Francisca Edite Fernandes Moreira, próximo à desembocadura do riacho Camurupim. Na praia do Camurupim, deve-se evitar banho à esquerda da desembocadura do riacho Camurupim; e na Praia do Arraial, no trecho à esquerda da desembocadura do rio Cuiá.

No município de Pitimbu, a praia de Maceió está classificada como imprópria no trecho que fica 100 metros à direita e 100 metros à esquerda da desembocadura do Riacho Velho.

No município de Lucena, devem ser evitados os seguintes trechos: Praia de Bonsucesso, no fim da rua Mariano de Souza Falcão; Praia de Costinha, na rua Santo Antonio.

No município de Cabedelo foram considerados impróprios os trechos:  praia de Areia Dourada, na rodovia Governador Antônio Mariz;  praia de Camboinha, ao fim da rua Benício de Oliveira, evitar o banho próximo a desembocadura da galeria pluvial; na praia do Jacaré, à direita do estuário do rio Paraíba e na praia de Ponta de Mato, em frente ao Monumento/Capelinha, no fim da rua Nossa Senhora dos Navegantes.

Relatório semanal

A Sudema informa que as demais praias litorâneas estão classificadas como excelente, muito boa e satisfatória, e o relatório é válido até o dia 4 de janeiro. E recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praias localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.

Fonte: Portalcorreio

A Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES), por meio da Gerência Operacional de Vigilância Epidemiológica, está programando ações de alerta para o período de maior incidência dos casos de dengue.  Em reunião com Ministério da Saúde (MS) na manhã desta terça-feira (9), foi discutido o planejamento da mobilização que acontecerá no mês de novembro.

 

Algumas ações acontecem de forma rotineira, como as visitas domiciliares e a realização do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti (LIRAa). “Três LIRAas já foram feitos em 2018 e o último será realizado na última semana de outubro”, afirmou  o gerente operacional de Vigilância Ambiental, Luiz Almeida.

 

As ações que acontecerão em novembro servirão para mobilizar e alertar a população para os cuidados durante o verão, especialmente os meses de janeiro, fevereiro e março, período de maior incidência dos casos de arboviroses. A equipe da SES ainda está discutindo o passo a passo da campanha que será realizada no mês de novembro, mas adianta que a mobilização será feita junto aos 223 municípios.

 

Na Paraíba, até o início do mês de outubro, foram notificados 11.265 casos de dengue, 1.195 casos de Chikungunya e 539 de Zika. Até a 40ª Semana Epidemiológica de 2018, foram confirmados 18 óbitos em decorrência das arboviroses, sendo três para Chikungunya (Pedras de Fogo, Bayeux e Juazerinho); 13 para dengue (três de Campina Grande, dois de Juazerinho, um de Sapé, um de Aroeiras, um de Baraúna, um de Picuí, um de Barra de Santa Rosa, um de Aparecida e três de Coremas) e dois para Zika (Campina Grande e Queimadas).

 

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) disponibiliza durante todo o mês de outubro, quando é celebrado o Outubro Rosa, mamografias em livre demanda nos serviços de referência. Isso significa que, neste período, as mulheres que tiverem o exame solicitado por seu médico ou enfermeiro podem se dirigir diretamente ao serviço sem precisar passar pela regulação municipal.

“Esta é uma ação importante para garantir agilidade no acesso ao exame. Queremos desconstruir o mito do medo de saber do resultado de um exame por medo do diagnóstico. Existem muitas mulheres que fazem o exame e nunca vão buscar. Não existe prevenção concreta para o câncer de mama, no entanto, a detecção precoce de qualquer sinal da doença aumenta as chances de cura”, comentou a chefe do Núcleo de Saúde da Mulher da SES, Fátima Moraes.

A Campanha Outubro Rosa acontece em todo país como um incentivo às mulheres, que são as mais acometidas com o câncer de mama, a procurarem as unidades de saúde para realizarem exames de mamografia para a busca da prevenção da doença por meio da detecção precoce.

Serviços – O Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer (CEDC) é o serviço de referência na Paraíba para a detecção precoce do câncer de mama e colo de útero. Nele, a mulher encontra desde a consulta médica especializada com ginecologista e mastologista, como também todos os exames que são necessários para o diagnóstico precoce do câncer como a ultrassonografia, a mamografia, a punção aspirativa por agulha fina, a biópsia de mama, entre outros. Existem, ainda, agregados à estrutura do CEDC, os laboratórios de Citopatologia e de Anatomia Patológica, fazendo com que a mulher já saia do Centro com o resultado do diagnóstico.

Além do CEDC, a mamografia também pode ser feita gratuitamente no Hospital Napoleão Laureano, São Vicente de Paulo, Diagson e Radiomed.

Dados – Na Paraíba, foram registrados, este ano, 162 óbitos por câncer de mama. Em 2017, foram 215 e em 2016, foram 243 óbitos.

Tratamento – Atualmente, os serviços destinados ao tratamento do câncer de mama concentram-se em João Pessoa (Hospital Napoleão Laureano e São Vicente de Paulo); em Campina Grande, na Fundação Assistencial Paraibana – FAP e Hospital Universitário Alcides Carneiro) e em Patos, o Hospital do Bem, inaugurado no último dia 03 de setembro.

 

Outubro Rosa – O movimento surgiu nos Estados Unidos, na década de 90, e foi adotado pelos demais países para alertar sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama, que, somente no Brasil, atinge uma média de 156 mulheres por dia.

 

O nome da campanha tem referência no laço rosa que é usado desde a 1ª Corrida da Cura, realizada em Nova York, para estimular a participação da população, entidades e empresas na luta contra o câncer de mama. Durante todo o mês, o principal objetivo da campanha Outubro Rosa busca incentivar mulheres com idade entre 40 e 69 anos a fazerem os exames de mamografia para prevenir a doença ou receberem diagnóstico precoce, de modo a aumentar as chances de cura.

 

O corretor de imóveis Flávio Guilherme Cavalcante segue firme no propósito de realizar uma cirurgia bariátrica e retomar a sua vida normal. Ele agora, já que não conseguiu nenhum apoio do presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da Paraíba, Rômulo Soares,  está promovendo uma rifa para conseguir os recursos necessários para a cirurgia.

A rifa para a cirurgia bariátrica de Flavio Guilherme P.V. Cavalcante,     Contém: 1 ventilador, 1 churrasqueira elétrica, 1 ferro a vapor de roupas, 1 kit de beleza com (secador, pranchinha, escova modeladora, pente), 1 sanduicheira e 1 kit multiprocessador all in one citrus( liquidificador, processador, espremedor tudo num só). Vamos realizar um sonho e devolver uma vida normal para ele. Para adquirir sua rifa autêntica e carimbada,pelo valor de 5,00 (Cinco Reais) informações pelo telefone ou WhatsApp (83)98840.3142

“Pessoal, a ajuda de vocês está sendo muito importante para meu tratamento, tenho andado muito ansioso com tudo o que vem acontecendo. Às vezes penso que não vou conseguir, mas me pego com Deus, com minha família e com os amigos, olho para a frente e continuo com a luta”, declarou Flávio no grupo de Whats App de corretores de imóveis.
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Ele disse que foi ao segundo encontro motivacional.  “Conversamos e trocamos dúvidas e incentivos, para trabalhar o psicológico. Agora irei para o médico gastroenterologista. Vamos ver o que vai ser dito, para então saber quando poderei começar o acompanhamento nutricional”, revelou o corretor.
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Concluindo, Flávio pediu a ajuda de todos para que contribuam fazendo doações ou comprando a rifa. “Então amigos, peço quem puder ajudar, seja no Vakinha online ou adquirindo a rifa, que me ajude  para que eu possa dar continuidade ao meu tratamento e poder ter uma vida normal, agradeço de coração”.

Para adquirir a rifa basta ligar para o (83)98840.3142. Já quem preferir fazer adoação é só depositar na conta de Flávio Guilherme no Banco do Brasil  na  Conta Corrente ag.1234-3 Conta 52112-4 Shelayna France, na Caixa econômica Conta Poupança Ag. 0735 Conta 28864-9.

As doações também podem ser feita na Vakinha online.
https://www.vakinha.com.br/vaquinha/cirurgia-bariatrica-quero-minha-vida-de-volta?utm_campaign=whatsapp&utm_content=371552&utm_medium=website&utm_source=social-shares

 

Se para muitas mulheres a obsessão é ter o bumbum turbinado, para muitos homens o sonho é amplificar o "dote".

De olho nisso, o médico Norman Rowe, mais conhecido como "Doutor Pênis", desenvolveu um método com aplicação de ácido hialurônico que, garante ele, aumenta o órgão genital masculino em 5 centímetros.

O turbinamento peniano dura dois anos e custa o equivalente a R$ 95 mil. Depois desse período, é necessário aplicar novamente a substância para o preenchimento.

"Não é mais um estigma procurar cirurgia plástica. Não há nada errado com homens que querem ter a aparência com a qual possam se sentir o melhor possível", disse o médico ao "NY Post".

Rowe diz que a substância injetada tem aprovação do FDA, órgão governamental que regula medicamentos.

 

Por: Fernando Moreira/ Extra

 

 

Vida sexual ativa pode trazer uma série de benefícios para a saúde

Uma vida sexual ativa pode trazer uma série de benefícios para a saúde de homens e mulheres. Além do prazer em geral, estudos associaram o sexo (e até a masturbação) a um melhor funcionamento da saúde em geral.

Ficou interessado? Então, veja abaixo alguns alguns dos benefícios das relações sexuais elencados pelo site especializado Medical Daily.

1.  Redução do nível de stress

O sexo é uma atividade naturalmente prazerosa que pode impulsionar o humor e regular a ansiedade, reduzindo os sinais de stress. A liberação de dopamina e endorfina no cérebro durante a atividade sexual aumenta o prazer e a sensação de bem-estar.

2. Prevenção de problemas cardíacos

Quando em excesso, a homocisteína – aminoácido relacionado ao surgimento de doenças cardiovasculares – pode aumentar o risco de coágulos sanguíneos e ataques cardíacos. Felizmente, pesquisas sugerem que o sexo pode ajudar a prevenir o acúmulo de homocisteína, melhorando o fluxo sanguíneo e a circulação no corpo. A má notícia é que esse benefício só foi encontrado em homens.

3. Menor risco de câncer de próstata

Outra vantagem para os homens vinda do sexo e da masturbação é a redução no risco de câncer de próstata. Embora os cientistas ainda não tenham conseguido estabelecer uma associação causal, acredita-se que a ejaculação ajude a eliminar substâncias químicas nocivas à saúde do órgão.

4. Qualidade do sono

Sono e sexo parecem ter efeitos equivalentes já que uma boa relação sexual significa um sono melhor e vice-versa. Depois de experimentar um orgasmo, o corpo libera prolactina, hormônio que ajuda a relaxar e cujos níveis podem ser 400% maiores do que após a masturbação, por exemplo.

5. Antienvelhecimento

Segundo David Weeks, ex-chefe de psicologia do Hospital Real de Edimburgo, no Reino Unido, a satisfação sexual é um dos principais contribuintes para uma boa qualidade de vida. Pessoas com uma vida sexual ativa tendem a parecer alguns anos mais jovens do que realmente são.

‘efeito rejuvenescedor‘ deve-se à secreção do hormônio do crescimento humano (HGH) e de endorfinas durante o sexo, que ajudam a prevenir rugas e flacidez.

6. Cérebro em melhor forma

Pesquisas descobriram que pessoas que fazem sexo regularmente podem ter uma função cognitiva melhorada, especialmente à medida que envelhecem. Um estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sugeriu que relações sexuais frequentes estavam associadas a uma melhor memória de trabalho, fluência e função executiva.

Esse efeito pode estar associado à redução de processos inflamatórios e crescimento de novas células cerebrais.

 

Fonte : Veja

 

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JR Esquadrias