Cidades (103)

O barco do Exército afundou na Lagoa, sem salva-vidas, com cerca de 200 pessoas à bordo, matando 35 pessoas, dentre estas 28 crianças, num dia 24 de agosto de 1975, nas comemorações do Dia do Soldado. Conta  o historiador, escritor, teatrologo e jornalista..Gilvan de Brito.

Há 42 anos, exatos, registrava-se em João Pessoa a segunda maior tragédia que a história conta, quando um barco do Exército afundou na Lagoa, sem salva-vidas, com cerca de 200 pessoas à bordo, matando 35 pessoas, dentre estas 28 crianças, num dia 24 de agosto de 1975, nas comemorações do Dia do Soldado. Cheguei ao parque Solon de Lucena às 14:00 h, com a mulher e três filhos e logo as crianças se encantaram com o barco – uma chata de transporte de material do Exército – conduzindo durante toda a semana cerca de 80 pessoas por cada viagem de cinco minutos, circulando o anel da Lagoa no sentido horário.  

Na última viagem, anunciada pelo piloto, um militar, o barco foi tomado por grande número de pessoas, cerca de 200. O piloto negou-se a dar partida, mas, diante da insistência dos presentes, resolveu dar partida. O barco seguiu, passou diante do Cassino da Lagoa e ao dobrar na direção da rua Padre Meira, no local mais profundo, justamente no sangradouro para a maré do Sanhauá, começou a afundar vagarosamente. Observei de longe a aflição dos embarcados e, no mesmo momento, fui no meu carro na direção da rádio Tabajara – que funcionava bem perto, onde hoje se encontra o Forum, ao lado do Tribunal de Justiça, subi as escadas e deparei-me com Geraldo Cavalcanti, que estava de plantão durante o jogo Campinense e CSA de Alagoas. Pedi para interromper a transmissão do jogo para fazer o anúncio, ele passou o som para a cabine e eu lancei um apelo ao Corpo de Bombeiros, que se situava à rua Maciel Pinheiro, a dois quilômetros da Lagoa. Os bombeiros seguiram imediatamente para o local do sinistro, surgindo no mesmo tempo em que eu também chegava da rádio, com vários barcos de borracha, e logo começaram a tirar as pessoas de dentro d´agua, porque o barco afundava lentamente.

Salvaram mais de cem pessoas, na maioria crianças, que se afogavam por falta de salva-vidas. No dia seguinte retiraram os mortos, num triste espetáculo assistido por milhares de pessoas. Trinta e cinco pessoas morreram afogadas. Teve família que perdeu a mãe e três filhos. Tudo foi registrado por mim no jornal Correio da Paraíba, no Diário de Pernambuco do dia seguinte e, com todos os detalhes da tragédia, no livro “Opus Diaboli”, que escrevi e que ganhou um prêmio da Funjope. A prefeitura, nesta reforma, bem que poderia colocar uma placa registrando os nomes daqueles que se afogaram no local, para advertir do perigo que aquelas águas oferecem, e onde já ocorreram várias mortes, além daquelas, do barco sinistrado.

A maior tragédia ocorrida na Paraíba, no entanto, foi em 1856, quando mais de 30 mil pessoas faleceram por conta da peste do cólera. Sobre isto escrevi um livro, ainda inédito.

Por Gilvan de Brito

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Gervásio Maia (PSB), criticou o uso político dado ao fim do racionamento na cidade de Campina Grande, anunciado pelo Governo do Estado.

“Não vejo motivo para não ter o fim do racionamento. A água está chegando e não vai parar de chegar. A solução está garantida então por que continuar? Só lamento porque só quem sabe é quem passa. O racionamento um dia vai acabar. Fruto de uma decisão bem pensada de tirar um sonho antigo do papel para se tornar realidade. E aos que estão equivocados, eles vão perceber, logo mais, que o caminho não é esse “, afirmou o presidente da Assembleia.

O parlamentar disse ainda que a oposição deveria pensar na necessidade dos que mais precisam ao invés de fazer palanque político.

“Os que criticam o fim do racionamento não sentem na pele a falta de água, apenas usam politicamente. É lamentável que estejam tratando um assunto tão sério dessa forma”, lamentou Gervásio .

A crise no abastecimento de água de Campina Grande e de outras 18 cidades no entorno teve início em 2014, com a redução do volume de água do açude Boqueirão, principal reservatório da região.

Com a conclusão do Eixo Leste da transposição do Rio São Francisco, em março deste ano, as águas começaram a abastecer o reservatório.

Recentemente, o superintendente da Agência Nacional das Águas (ANA) , Rodrigo Flecha, disse em audiência pública realizada na Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG), que o Governo do Estado da Paraíba está, tecnicamente, 100% correto em suspender o racionamento.

“ O governo está 100% correto do ponto de vista técnico. Temos todos os dados que indicam com toda segurança que Campina Grande tem condições de operar com 1,3 mil litros por segundo”, afirmou.

FONTE: VANDERLAN FARIAS

O time de campeões do Sistema Correio fica mais forte a partir de hoje com a chegada de Nilvan Ferreira para a TV Correio e para a 98 FM

O apresentador Nilvan Ferreira é o mais novo contratado do Sistema Correio de Comunicação. O anúncio foi oficializado nesta segunda-feira (7).

Nilvan começou a atuar efetivamente na imprensa em Cajazeiras, nos anos 90, quando comandou um programa na Rádio Oeste da Paraíba; depois, ele passou pela Rádio Cidade e no começo dos anos 2000 assumiu a Secretaria de Comunicação na gestão do governo Carlos Antônio.

Mais tarde, ele assumiu o programa Espaço Aberto, na Arapuan FM de Cajazeiras, ao lado de Fabiano Gomes. A dupla se destacou, passando pela Rádio Alto Piranhas AM. Depois mudaram para Arapuan FM em João Pessoa.

“O time de campeões do Sistema Correio fica mais forte a partir de hoje com a chegada de Nilvan Ferreira para a TV Correio e para a 98 FM”, divulgou o Correio.

FontePorta  da Correio

 

O atraso, claro, provocou descontentamento para quem estava chegando, mas, principalmente, para quem iria embarcar para Brasília, seu novo destino.

Um voo da Avianca que estava previsto para pousar no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto/João Pessoa às 11h40 desta quinta-feira (20), procedente do Rio de Janeiro, só pousou às 6h desta sexta-feira (21). O atraso, claro, provocou descontentamento para quem estava chegando, mas, principalmente, para quem iria embarcar para Brasília, seu novo destino.

O problema, é que o atraso provocou a falta de tripulação. Os aeroviários precisavam ter um espaço de 11 horas para descanso antes de enfrentar uma nova jornada, e como não podiam embarcar fora desse período, o voo só deixou o aeroporto paraibano na noite de sexta.

Para completar a maré negativa, o avião que chegou atrasado teve que ser recolhido para passar por uma manutenção. Os passageiros tiveram que esperar para a normalização do serviço.

Segundo uma fonte, muitos passageiros foram relocados para outros voos de companhias aéreas, outros foram avisados para que atrasassem a sua ida para o aeroporto. De acordo com o painel de acompanhamento dos voos operados no Castro Pinto, o sistema de pouso e decolagem está normal no momento.

Fábio Cardoso/turismoemfoco

Todos alimentos são produzidos por famílias do Cinturão Verde de João Pessoa e são comercializados em cinco dias da semana nos mais diversos pontos da cidade nos turno da manhã e tarde. Conforme endereço abaixo.

Todas as semanas, aproximadamente duas toneladas e meia de alimentos são comercializados através do ônibus da Feira Itinerante da Diretoria de Agricultura Familiar de João Pessoa. No ônibus, é possível comprar verduras, folhosas, legumes, tubérculos, frutos regionais, ervas medicinais, ovos de capoeira, galinha capoeira, galinha caipira, queijo coalho, coalhada, leite e mel de abelha.

De acordo com o diretor de Agricultura Familiar, Valmir de Souza, esses alimentos produzidos por famílias do Cinturão Verde de João Pessoa são comercializados cinco dias por semana nos mais diversos pontos da cidade nos turno da manhã e tarde. “O ônibus foi adquirido em 2016 e teve um investimento de mais de R$ 500 mil. Atualmente ele beneficia 45 famílias”, informa Valmir de Souza.

Além de levar produtos de qualidade para a população em geral, a aquisição do ônibus foi decisiva para manter a regularidade da comercialização e geração de renda para os trabalhadores rurais. O agricultor João Vitória dos Santos, por exemplo, não possuía destino certo para a sua produção e há um ano fornece entre 12 e 15 bandejas de ovos de galinha para o ônibus. “Só não vendo mais porque ainda não consigo produzir mais. Antigamente eu perdia muitos ovos procurando quem queria comprar, tinha semana que não vendia nada e agora não perco mais meus produtos”, comemora.

Já que não precisa mais se preocupar com a comercialização, o agricultor agora tem planos de ampliar a produção de ovos e começar a plantar hortaliças no seu sítio em Engenho Velho. Além da falta de destino certo para a produção, João Vitória disse que antes do ônibus o medo de não conseguir dar vazão aos produtos, acabou fazendo com que ele vendesse os produtos por um preço muito baixo, às vezes inferior ao custo de produção.

Calendário- Para escoar a produção o ônibus segue um calendário fixo. Todas as terças-feiras a Feira Itinerante aporta no Campo da Marquize do Valentina Figueiredo, das 14h às 18h. Aos sábados, o bairro recebe mais uma vez o ônibus. Desta vez ele se instala no Contorno do Novo Milênio no mesmo horário.

Na quarta-feira, é a vez da Praça da Rotam, em Manaíra. Lá os produtos são comercializados das 5h às 10h. As quintas-feiras o ônibus atende o bairro de Tambaú das 5h às 10h, no Busto de Tamandaré. No turno da tarde (15h às 18h), o ônibus estaciona em frente à Escola Cidade Viva, no Bessa.

Aos sábados, o local escolhido é a Praça Central do Altiplano, entre 7h e às 12.  Já aos domingos, o ônibus fica no mesmo horário na Rua João Maria de França (Principal do Parque do Sol).

Já para o Semiárido – Alto Sertão, Sertão e Cariri-Curimataú – a previsão é de apenas céu parcialmente nublado

A Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) prevê, para esta terça-feira (4), chuvas esparsas com céu nublado a parcialmente nublado para as regiões do Agreste, Brejo e Litoral, deixando o tempo instável em todo o setor leste do Estado.

Já para o Semiárido – Alto Sertão, Sertão e Cariri-Curimataú – a previsão é de apenas céu parcialmente nublado, com máxima de 30º C e mínima de 18º C no Cariri-Curimataú. Confira a temperatura para as demais regiões do Estado nesta terça-feira:

 

Litoral máxima de 29º C e mínima de 22º C

Agreste  máxima de 27º C e mínima de 19º C

Brejo máxima de 25º C e mínima de 18º C

Alto Sertão  máxima de 32º C e mínima de 21º C

Sertão máxima de 32º C e mínima de 21º C

 

Estudo mostra disparidade salarial em municípios paraibanos. Tem professor recebendo mais de R$ 7 mil e outros 10 vezes menos

Os professores paraibanos da rede pública de ensino têm a pior remuneração bruta do País, segundo levantamento divulgado esta semana pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os profissionais recebem, em média, R$ 1.855,15 para uma jornada de trabalho de 34,6 horas semanais. O valor sobe para R$ 2.142,67 quando a carga horária é padronizada em 40 horas.

Considerado apenas a rede estadual, a Paraíba continua mantendo seu posto, pagando R$ 1.560,68 para carga horária média de 30 horas e R$ 2.079,52 para 40 horas, só ganhando do Mato Grosso, que paga R$ 83,08 a menos a seus docentes, com esta carga de trabalho.

E para quem pensa que a situação melhora quando os professores optam pela rede privada, o estudo mostra que não. Nacionalmente, os mestres das escolas particulares têm a menor remuneração bruta percebida nos contratos: R$ 1.101,25 ( 26 horas) e fica com a quarta pior remuneração para 40 horas: R$ 1.651.91.

Nos municípios
O estudo traz dados de 213 municípios do Estado. Dona Inês é o que tem a melhor remuneração bruta de professores: R$ 2.893,48. Em seguida, aparecem Cajazeiras, Santa Rita, Bom Jesus e Areia. João Pessoa fica na 17a posição. Nesses municípios, os docentes também trabalham mais, porque a carga horária padronizada é de 40 horas semanais.

Considerado os contratos praticados nos municípios e a carga horária média semanal dos docentes, a situação muda de figura e a variação é impressionante. Um professor no município de Itaporanga – que aparece na 66a posição em remuneração bruta – recebe R$ 7.471,60 se trabalhar 40 horas, enquanto em Brejo dos Santos o valor pago a um docente que faz essa carga horária é de R$ 739,41.

Nivelando em 40 horas, a Capital do Estado aparece com o 49o melhor salário do Estado e Campina Grande fica com a quinta melhor remuneração: R$ 3.307,59.

O estudo
O estudo é inédito e foi apresentado na quarta-feira, 21. Segundo o Inep, ele servirá de base para debate nacional com as redes de ensino sobre a remuneração média dos professores em exercício na educação básica. O levantamento, resultado de uma nova metodologia do instituto, traz informações importantes que poderão contribuir, por exemplo, para a formulação do Custo Aluno-Qualidade Inicial (Caqi) e com um novo debate acerca da carreira dos professores.

O levantamento divulga a média das remunerações mensais informadas na RAIS por esfera administrativa (empregador), referentes ao ano-base 2014, contabilizando salários, ordenados, vencimentos, soldos, soldadas, honorários, vantagens, adicionais extraordinários, suplementações, representações, bonificações, gorjetas, gratificações, participações, produtividade, porcentagens, comissões e corretagens.

  • Andréa Batista, jornalista freelancer
  • Colaboração do Professor Lauro Pires Xavier Neto

O Estado ainda sofre com escassez de água, mas a produção agrícola melhorou em relação a 2016, principalmente no Sertão

Este ano, a produção de grãos na Paraíba deve chegar a 127.518 toneladas, um aumento de 419% em relação ao ano passado (24.579 t). É o que prevê a primeira estimativa da safra para este ano, divulgada esta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

São 194.693 hectares de área plantada, 12% mais que em 2016 e 13% maior que a estimada para o ano em pesquisa anterior. Se a perspectiva se concretizar, este será o melhor ano desde 2012, quando começou o atual ciclo de seca.

José Rinaldo de Souza, supervisor da pesquisa feita pelo Grupo de Coordenação das Estatísticas Agropecuárias da Paraíba (GCA-PB), destacou que a estimativa é parcial. “Ainda tem muita planta em fase de crescimento. E ainda se espera chuva em algumas regiões”, afirmou.

A pesquisa destaca que as maiores elevações nas áreas cultivadas foram registradas no Sertão, onde as precipitações favoreceram, principalmente, as lavouras semeadas em fevereiro. Os pesquisadores também observaram que no Litoral e Agreste as chuvas foram em menor intensidade, o que é normal, considerando que o período chuvoso nessas regiões começam em abril e seguem até agosto.

Produção ainda pequena

Mesmo com essa expectativa de aumento espantoso, a Paraíba ainda tem uma das menores produções entre os estados do Nordeste. Segundo José Rinaldo, só ganha às vezes das produções do Rio Grande do Norte e de Alagoas. Ele disse que o Estado tem capacidade de produzir em torno de 500 mil toneladas de grãos, por ano, mas é preciso investimento e chuva.

“Esta seca começou em 2012 e foram muitas perdas, nos últimos anos, que descapitalizaram os agricultores. Muitos procuraram alternativas, como criação de galinha e de caprinos. Considerando tudo isso, a expectativa para este ano é muito boa”, disse Souza.

O supervisor da pesquisa explicou que a safra considera a produção de grãos, como milho, arroz, feijão, amendoim e fava. Mas a pesquisa traz dados de 40 produtos, que estão sendo cultivados em uma área total de 433.853 hectares, dos quais 217.918 ocupados com lavouras temporárias e 215.935 de culturas permanentes.

Algodão cresceu

A produção do algodão é a que mais deve crescer: 60%, em relação a janeiro deste ano, quando foi feito o último levantamento, com um cenário já mais positivo. Segundo o diretor-técnico da Emater-PB, Vlaminck Paiva Saraiva, de uma forma geral as chuvas deste ano favoreceram a produção de lavouras.

“Em relação ao algodão, o aumento foi puxado pelo projeto ‘Algodão Paraíba’, que está no segundo ano e que vem resgatando a cultura do algodão, responsável pelo desenvolvimento do nosso Estado”, explicou Paiva. Para a safra deste ano, a perspectiva é que a produção alcance 327 toneladas e a superfície cultivada totalize 307 hectares.

Já a produção de arroz de sequeiro deve cair em mais de 60%, comparado com janeiro, quando se esperava colher 4.418 toneladas. “O arroz é plantado em áreas alagadas e, como não houve chuva suficiente para encher os mananciais, principalmente, no Vale do Piancó, deve haver essa diminuição na safra”, disse.

Mesmo assim, para a safra de 2017 estima-se que a produção de arroz deverá situar-se em torno de 1.742 toneladas, um aumento de 1.017,00% em relação à quantidade colhida no ano passado, que totalizou 156 toneladas.

Situação climática

Os pesquisadores também colheram informações e dados sobre as condições climáticas das reservas hídricas e da situação das pastagens. Concluiu-se que as chuvas acumuladas até o final de abril ultrapassaram os 300 milímetros, na maioria dos municípios do Sertão, enquanto na região do Cariri e do Seridó observa-se que elas ocorreram de forma bem localizadas.

Em razão disso, os agricultores anteciparam o plantio nas regiões polarizadas pelos municípios de Piancó, Itaporanga, Patos, Pombal, Souza, Cajazeiras Princesa Isabel e Catolé do Rocha. Já nas regiões do Cariri e do Seridó, os plantios foram adiados.

No Agreste e Litoral, os pesquisadores observaram que a partir de abril, quando a pesquisa estava sendo feita, é que teria início a fundação das culturas de feijão, milho, amendoim e fava.

A pesquisa

Os dados da pesquisa foram coletados entre os dias 6 e 29 do último mês de abril e tomou como referência o prognóstico realizado no mês de janeiro deste ano. As informações foram obtidas pela rede de coleta do IBGE, mediante consulta às Comissões Municipais de Estatísticas Agropecuárias (Comeas), constituídas por produtores rurais, secretarias municipais de Agricultura e instituições oficiais de crédito e técnicos da Emater-PB.

Queda X Aumento

Estimativas de produção (comparativo das pesquisas de janeiro e abril):

  • QUEDA NA PRODUÇÃO
    Arroz (-60,6%)
    Batata Inglesa (-20,7%)
    Fava (-15%)
    Amendoim (-9,1%).
    Castanha de Caju (-7,2%)
    Laranja (-1,60%)
    Tomate (-1%)
    Cana-de-Açúcar (-0,6%)
  • AUMENTO DA PRODUÇÃO
    Algodão (62%)
    Batata-doce (15%)
    Feijão (7,6%)
    Milho (7%).
    Abacaxi (4,10%)
    Coco (3%)
    Laranja (1,6%)
    Mandioca (1%)

 

  • Andréa Batista, jornalista/produtora de conteúdo freelancer
Mais informações podem ser obtidas gratuitamente por meio do telefone 115, que agora também atende ligações de celular
 
Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) vai realizar serviço de manutenção preventiva na Estação de Tratamento de Água de Marés, e, por isso, precisará interromper o abastecimento de água, nesta terça-feira (23), das 6h às 22h, em 26 localidades da Grande João Pessoa.

                                                                                                                                           De acordo com a gerência regional da Cagepa, no Litoral, as áreas que serão atingidas são: toda cidade de Bayeux, Várzea Nova, em Santa Rita, e Centro, Tambiá, Róger, Baixo Róger, Ilha do Bispo, Varadouro, Cordão Encarnado, Alto do Mateus, Bairro dos Novais, Funcionários I, Jardim Planalto, Oitizeiro, Cruz das Armas, Jaguaribe, Torre, Expedicionários, Tambauzinho, Pedro Gondim, Bairro dos Estados, Jardim Treze de Maio, Ipês, Mandacaru, Padre Zé e Alto do Céu, na Capital.

Mais informações podem ser obtidas gratuitamente por meio do telefone 115, que agora também atende ligações de celular.
 

Secom-PB

Setores ambientalistas já preparam uma mega reação para impedir junto aos órgãos de proteção ao meio ambiente esse atentado à falésia

A Prefeitura Municipal de João Pessoa autorizou a construção de um hotel embargado há 10 anos no pé da Barreira do Cabo Branco. Setores ambientalistas já preparam uma mega reação para impedir junto aos órgãos de proteção ao meio ambiente esse atentado à falésia.

A obra foi embargada em 2006, por ação dos Ministérios Públicos federal e estadual.

O grupo português Imperial pretende executar um projeto com quatro pavimentos e que prevê inclusive a área subterrânea para estacionamento.

A Prefeitura de João Pessoa concedeu a licença de instalação, ferindo o Código de Obras da cidade e o código de meio ambiente. O grupo Minha Jampa pretende acionar todos os meios possíveis contra a construção do empreendimento por entender que vai causar danos irreparáveis à barreira. "Sabe aquela conversa de Luciano Cartaxo de proteger a barreira? Conversa fiada", postou o Minha Jampa, no Facebook. 

Máquinas já estão no local. Foto: Walla Santos

A secretaria do Meio Ambiente de João Pessoa confirmou a liberação da obra. Confira resposta da prefeitura ao portal Click PB:

Segundo informações de Anderson Fontes, diretor de Controle Ambiental da Semam, a Licença de Instalação do empreendimento foi concedida há mais de seis anos.

Essa Licença pode ser renovada de dois em dois anos e toda a documentação exigida para a instalação do empreendimento foi apresentada.

A Licença não está vencida e essa autorização não fere o Código de Postura, uma vez que o Zoneamento Urbano permite aquele tipo de construção. Lembrando ainda que o Supremo Tribunal deu ganho de causa ao empreendimento.

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JR Esquadrias