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O Orçamento Democrático é um instrumento essencial na luta por melhorias para os paraibanos e os municípios de Itaporanga, Cajazeiras, Sousa, Catolé do Rocha, Pombal, Princesa Isabel, Patos, Taperoá, Sumé, Guarabira, Cuité, Itabaiana, Esperança, Solânea, Mamanguape, Campina Grande e João Pessoa serão as sedes das plenárias deste ano.
 
O governador Ricardo Coutinho lançou, na manhã desta segunda-feira, no Palácio da Redenção, o calendário do ciclo de audiências do Orçamento Democrático Estadual (ODE) 2018. Este é o oitavo ano das plenárias que, nas edições anteriores, envolveram a participação de mais de 242 mil pessoas das 14 regiões geoadministrativas do Estado. O Orçamento Democrático 2018 terá início nesta quinta-feira (1º), na cidade de Itaporanga, e segue até abril. A vice-governadora Lígia Feliciano, o deputado federal Veneziano Vital do Rêgo, deputados estaduais, auxiliares do Governo e conselheiros do Orçamento estiveram presentes à solenidade.
 
Para o governador Ricardo Coutinho, a democracia participativa é fundamental para sustentar qualquer projeto de mudanças que tragam melhorias na vida da população. “O ODE permitiu uma participação completamente diferenciada do povo nas decisões relacionadas às obras do Governo. A cada ano, as plenárias do Orçamento Democrático atraem mais gente e isso acontece porque o povo entende a importância desse instrumento de democracia participativa”, observou.
 
Ainda comentando sobre o ODE, o governador destacou que mais de R$ 6 bilhões já foram investidos em obras demandadas por meio do Orçamento Democrático. “A participação popular no ODE faz uma diferença enorme na Paraíba. Priorizamos as ordens de investimento de acordo com as demandas e assim estamos construindo uma mentalidade coletiva que incentiva a participação do cidadão. O ODE é essencial para que o Estado seja ainda mais transparente e democrático”, pontuou.
 
O secretário executivo do Orçamento Democrático, Gilvanildo Pereira, frisou que o ODE gera o diálogo social, dando vez e voz à população e que este ano, além do voto presencial, as pessoas poderão participar online. “A expectativa é que a sociedade possa comparecer e lotar as audiências. Porém este ano, também teremos a participação digital, que é uma inovação, ou seja, qualquer cidadão, onde quer que esteja, poderá baixar um aplicativo, disponível nos dias de audiências e votar nas três prioridades de cada região”, explicou.
 
O secretário de Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, João Azevêdo, ressaltou que foi por meio do Orçamento Democrático que o Estado teve a capacidade de dar respostas mais rápidas às necessidades da população. “Com este instrumento conhecemos melhor cada região e foi possível pensar em soluções para as demandas de cada área. O ODE está consolidado e este ano vem ainda mais forte”, afirmou. “Que todas as regiões tenham excelentes audiências”, finalizou o secretário.
 
Everaldo Domingos é conselheiro do Orçamento Democrático da cidade de Sapé e disse que uma das principais necessidades do povo da região é abastecimento de água. “Acredito que o povo vai eleger a questão da água como uma das prioridades desse ano. Vamos apresentar as dificuldades e aguardar as soluções por parte do Governo. O Orçamento é uma grande forma de diálogo em prol dos paraibanos”, avaliou.
 
“O trabalho dos conselheiros é muito importante porque nós somos os olhos do povo para levar as demandas ao Governo. O Orçamento Democrático é um instrumento essencial na luta por melhorias para os paraibanos. Posso citar um exemplo no bairro no Geisel, onde moro, lá tem uma escola que foi reformada após o povo pedir nas plenárias e hoje a unidade de ensino está linda, atendendo bem a todos os estudantes”, falou a conselheira do ODE de João Pessoa, Tânia Maria.
 
Os municípios de Itaporanga, Cajazeiras, Sousa, Catolé do Rocha, Pombal, Princesa Isabel, Patos, Taperoá, Sumé, Guarabira, Cuité, Itabaiana, Esperança, Solânea, Mamanguape, Campina Grande e João Pessoa serão as sedes das plenárias deste ano, que devem reunir representantes das 223 cidades do Estado.
 
 Fonte: Secom PB
 
 
Domingo, 28 Janeiro 2018 08:42

Lixo: Fonte de renda para os municípios

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Esta legislação trouxe as exigências para os municípios criarem seus Planos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos – PGIRS

O Governo Federal com o objetivo de acabar os lixões, criou a Lei 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos que trarão grande ganhos ambientais e sociais para os municípios. Esta legislação trouxe as exigências para os municípios criarem seus Planos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos – PGIRS, que representa um modelo de gestão local com o destino ambientalmente correto dos resíduos urbanos, se tornando condição “sine qua non” de repasse de recursos federais para políticas gestão do lixo urbano.

Como uma das metas da lei, está a implantação da coleta seletiva e a reciclagem dos resíduos sólidos com inclusão social dos catadores. Segmento que historicamente para sobreviver, encontraram no lixo uma fonte de renda para atender às suas necessidades. O lixo, que precisa ser recolhido e reciclado para a sobrevivência do planeta, encontra no catador uma saída, e o catador, que precisa de trabalho, encontra no lixo uma alternativa de sobrevivência. Portanto não é lixo. Segundo Aurélio, “lixo é tudo aquilo que não tem valor, não tem aproveitamento no mercado”, é considerado rejeito pela legislação. A lei 12.305/2010, art. 3º, no inciso XV, considera rejeitos: resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada, ao aterro sanitário.

Assim, a lei nº 12.305/10, no art. 6º, inciso VIII, traz o reconhecimento do resíduo sólido reutilizável e reciclável como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda e promotor de cidadania para os municípios.

Segundo Estudos Gravimétricos, os resíduos sólidos urbanos em média 60% são constituídos de orgânicos (origem animal ou vegetal, como as sobras de alimentos, cascas de frutas, restos de poda de arvores), 30% recicláveis (papel, plástico, vidro, metal) e 10% rejeitos. Numa projeção de estimativa de produção e renda para os municípios, tomando como base a produção de 01 kg/hab/dia, 30% de material reciclado, venda no mercado de R$ 0,50 /kg, podemos fazer a seguinte projeção, conforme tabela abaixo, ou seja, para um município com população de 24 mil, a produção de reciclável e renda está estimado em 221,08 toneladas e R$ 110 mil reais/mês. Já uma população em torno de 3 mil habitantes, a estimativa é de 34 toneladas de recicláveis e renda de R$ 17 mil reais/mês. Assim, é como se os munícipios em situação queimassem (lixão a céu aberto) ou enterrassem (aterro sanitário) dinheiro todo mês, por não ter política pública de gestão de resíduos.

Tabela: Estimativa de Produção de Reciclado e Renda

Ou seja, por menor que seja o município em termos populacional todos geram ocupação e renda com a reciclagem, no entanto, a gestão dos resíduos sólidos passam por adoção de um modelo de política pública priorizado pelo gestor municipal (Prefeito) para ter o devido sucesso no município, compreendendo: a organização dos catadores; implantação de uma logística diferenciada da coleta; adoção de educação ambiental junto à população para separação do lixo seco x molhado; dentre outras ações. Lembrado que experiência de sucesso foi adotado no município de Bonito de Santa Fé, ganhador do Prêmio Cidade Pró Catador em 2013 e em Sertãozinho em 2011, Selo Cidade Cidadã.

Assim, a política pública da reciclagem de resíduos sólidos, além de ecologicamente correta, pode ser economicamente viável e lucrativa para a comunidade local, o que justifica plenamente a adoção por parte do poder local e apoio dos órgãos externos.

 

Por Tarcísio Valério da Costa
Economista/UFPB/PRAC/GETEC/REA-PB/PRODEMA-UFPB
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Valor segue para o prefeito da capital, que poderá sancioná-lo ou não ou definir outro valor para reajuste,o aumento sugerido leva em conta uma planilha de custos elaborada pelas empresas e analisada pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP).
 
 
Os membros do Conselho Municipal de Mobilidade Urbana (CMMU) aprovaram em reunião nesta quarta-feira (19) a tarifa de R$ 3,55 para ônibus urbano em João Pessoa. O valor atual é R$ 3,30. O reajuste de 7,5% sugerido pelo conselho é quase 4,5% acima da inflação, que está em torno de 3%.
 
O aumento sugerido leva em conta uma planilha de custos elaborada pelas empresas e analisada pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP).
 
Segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos Urbanos de João Pessoa (Sintur-JP), Isaac Júnior, o reajuste anual é esperado e sempre é planejado em janeiro.
 
O valor aprovado segue para o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), que pode ou não sancioná-lo ou sugerir outra tarifa, a qualquer momento.
 
O Conselho é formado por representantes da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob), Secretaria de Planejamento (Seplan), Secretaria de Meio Ambiente (Semam), Secretaria de Educação e Cultura, Secretaria Executiva do Orçamento Participativo, Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), Sindicato Intermunicipal dos Condutores Autônomos de Veículos Rodoviários, Taxistas, Caminhonetes, Escolares e Auxiliares de Condutores na Paraíba (Sindtáxi), Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Passageiros e Cargas no Estado da Paraíba, Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos Urbano no Município de João Pessoa (Sintur), Diretório Central dos Estudantes (DCE/UFPB), Diretório Central dos Estudantes (DCE/UNIPÊ) e União Pessoense de Estudantes Secundaristas (Upes).
 
Fonte: Portalcorreio

Cidade criativa eleita pela Unesco, a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) promove mais um espaço à valorização da arte popular, artesanato e cultura regional na Capital paraibana. O prefeito da Capital, Luciano Cartaxo divulgou, na manhã desta quinta-feira (4), o edital para ocupação do Residencial Villa Sanhauá, que está reabilitando oito casarões históricos da Rua João Suassuna, no Varadouro, para moradia e estabelecimentos comerciais. Para utilizar os imóveis, os interessados devem, preferencialmente, exercer atividades culturais e que valorizem elementos típicos da região.


“Essa é uma obra muito aguardada e pioneira em todo o País por unir moradia e comércio na revitalização de prédios históricos. A Prefeitura está tendo a coragem de enfrentar este desafio e resolver um problema de décadas, dando uma nova vida a estes casarões abandonados. O Centro Histórico é a alma de João Pessoa e está sendo totalmente revitalizado na nossa gestão. Com o Villa Sanhauá teremos 17 moradias sendo ocupadas, além de seis pontos comerciais e um prédio institucional, onde a Prefeitura irá oferecer serviços à população”, afirmou Luciano Cartaxo.

A previsão é de que as obras sejam concluídas em até 100 dias e, com o edital lançado nesta manhã, os interessados têm 30 dias para se inscreverem para participar do processo.

A obra está orçada em R$ 4,2 milhões, executada integralmente com recursos próprios e se encontra, no momento, 69% adiantadas. O Centro Histórico tem suas próprias regras e legislação específica e todo o projeto foi analisado e aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Cultural Nacional (Iphan) e Estadual (Iphaep), respeitando todas as normatizações técnicas.

Edital – O edital prevê que os 17 apartamentos serão destinados às pessoas físicas que desenvolvem atividades culturais, artesanais ou que promovem a valorização dos elementos típicos da região. Estes moradores receberão a concessão de direito real de uso onerosa por 20 anos, podendo ser prorrogado. As seis unidades comerciais no ramo de alimentos, turismo e de atividades culturais, artesanais ou relacionados à cultura regional, terão concedidas permissões de uso onerosa por um ano, também prorrogável.

Todos os detalhes do edital, como os critérios, pontuação, e documentos que devem ser apresentados no ato de inscrição estão disponíveis no link: http://midi.as/editalvillasanhaua, no Portal da PMJP e também será divulgado na próxima edição do Semanário Oficial. As inscrições acontecem de forma presencial na sede da Secretaria Municipal de Habitação (Semhab), localizada no bairro de Jaguaribe. As candidaturas passarão por análise de mérito, por meio de critérios públicos e imparciais. Os resultados serão divulgados no Semanário Municipal.

Vida no Centro Histórico – Desde o início da gestão, em 2013, o prefeito Luciano Cartaxo tem se empenhado para recuperar toda a região central de João Pessoa, levando sustentabilidade para o Centro Histórico da terceira Capital mais antiga do País. Dentre as obras já entregues e onde já é possível ver um novo uso e ocupação pela população, estão o Novo Parque da Lagoa, Praça da Independência, Praça da Pedra, Praça João Pessoa, Praça 1817, Hotel Globo, Casa da Pólvora, Galeria Augusto dos Anjos e o Pavilhão do Chá, transformado em um centro  cultural. O Conventinho também está com obras adiantadas e vai abrigar a Biblioteca Municipal de João Pessoa e ainda um centro de cultura e artes.

A Prefeitura Municipal de Campina Grande, por intermédio do projeto Minha Árvore da Secretaria de Serviços Urbanos, deu início hoje, 03 de janeiro, o plantio de árvores no Complexo Aluízio Campos para reflorestar áreas desmatadas no local e recuperar a mata nativa da região.

Para realização dessa etapa do projeto naquele núcleo urbano, composto por 4.100 unidades que o torna maior conjunto habitacional em construção no País,  estão sendo plantadas em todo comprimento do riacho cerca 800 mudas ornamentais de ipê-amarelo, pau-ferro (jucá) e caibreira.

Conforme in formou Luiz Nóbrega de Arruda Câmara, paisagista da PMCG, a principal preocupação é repor toda área verde para compensar o que foi desmatado ao longo do tempo com o cuidado necessário de garantir o equilíbrio ambiental.

”Estamos utilizando água do Açude-Velho e de um barreiro que fica localizado no Complexo, para regar as mudas”, revelou.

As mudas são provenientes do próprio viveiro da Prefeitura, localizado à margem da BR 230, no bairro Serrotão; e de acordo com a coordenadora, engenheira Denise Sena, todo o projeto é sustentável.

“Por exemplo, as grades  que dão suporte às mudas são feitas de palletes de madeira”, disse ela. Ainda de acordo com Denise, o plantio de árvores, implantado em 2014 pelo prefeito Romero Rodrigues,   já ultrapassa 30 mil mudas em Campina Grande e contempla até o momento 23 bairros e mais de 30 escolas municipais, o que valeu o reconhecimento nacional e internacional da iniciativa.

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O programa prevê ainda pavimentação ou criação de novas vias alternativas com obras nos bairros do Geisel, Bessa e Penha

Dentro da programação os serviços da“Ação Asfalto”, que tem levado asfalto novo a ruas e avenidas da Capital paraibana, continuarão concentrados nesta terça-feira (26) em ruas do Bessa, Penha e Geisel. As obras estão sendo executadas na Rua Miriam Barreto Rabelo (Bessa), Rotatória do Cajueiro (Geisel); Rua dos Pescadores (Penha) e na Rua Valdemar Naziazeno, que liga a BR-230 à Comunidade Doce Mãe de Deus, também no Geisel.

Os serviços de recapeamento asfáltico estão sendo executados em diversos bairros da cidade, como parte do programa lançado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) com o objetivo de melhorar a malha viária da cidade, onde estão sendo investidos R$ 30 milhões em recursos próprios. O programa prevê ainda pavimentação ou criação de novas vias alternativas.

São 30 km de vias importantes da cidade recebendo asfalto novo, por onde, diariamente, circulam milhares de veículos, garantindo mais mobilidade e fluidez do tráfego.

As obras de recapeamento asfáltico, executadas pela Secretaria de Infraestrutura de João Pessoa (Seinfra), já foram concluídas em mais de 30 ruas e avenidas, totalizando mais de 22 km implantados. 

Nas últimas duas semanas foram concluídos os trabalhos de recapeamento na Rua José Ramalho Brunet (Cabo Branco); Rua Severino Massa Spinelli (Tambaú); Avenida João Câncio (Manaíra); Avenida Sapé (Manaíra) e Rua Sem Nome (Geisel). Quem trafega diariamente por essas vias já pode sentir os efeitos positivos dos serviços executados, garantindo mais segurança para condutores e pedestres.

As vias foram selecionadas baseando-se no desgaste apresentado e na necessidade de criação de rotas alternativas aos grandes corredores de João Pessoa, que registram um grande fluxo de veículos, ajudando a desafogar o trânsito nesses locais.

 

Por Glaudenice Nunes /Seinfra

 

 

 

 

Atualmente uma parte do prédio já é cedida sem ônus pelos Correios para a Prefeitura Municipal de João Pessoa, sendo que a princípio todo o prédio era utilizado pelos Correios e Telégrafo

O prefeito Luciano Csartaxo se reuniu com o presidente nacional dos Correios, Guilherme Campos, na última quarta-feira( 1º) para discutir o uso exclusivo do Paço Municipal pela Prefeitura de João Pessoa. O prédio, localizado no Centro da capital, pertence aos Correios e Telégrafos e já tem uma parte cedida para utilização da Prefeitura.

De acordo com Cartaxo, a intenção é utilizar o prédio levando mais secretarias municipais para o local. Enquanto que a agência dos Correios que funciona no local seria transferida para outro local, preferencialmente no Centro Histórico.

Já o presidente dos Correios adiantou que “nosso superintendente estadual está em contato para ver qual a melhor solução, tanto para os Correios quanto a Prefeitura e a própria população”.

Atualmente uma parte do prédio já é cedida sem ônus pelos Correios para a Prefeitura Municipal de João Pessoa, sendo que a princípio todo o prédio era utilizado pelos Correios e Telégrafos.

Apesar da negociação prévia, ainda não ficou nada definido entre o prefeito de João Pessoa e o presidente dos Correios.

A Agência Central dos Correios e Telégrafos de João Pessoa foi inaugurada no ano de 1927 e o prédio com características da arquitetura eclética foi tombado pelo Iphaep (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba) no ano de 1980. 

Fonte: clickpb

 Segundo Veneziano, a resposta do IPHAN foi vista com otimismo dentro das ações executadas pelo mandato para ajudar a atual situação em que se contra a barreira do cabo branco

O deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PMDB/PB) recebeu na tarde da última quarta feira(25) a resposta do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN) referente à sua proposta de Indicação nº 3566/2017, encaminhada ao Ministério da Cultura, na qual sugeria que o IPHAN concedesse a chancela de Paisagem Cultural à Barreira do Cabo Branco, na cidade de João Pessoa.

De acordo com a resposta do IPHAN, a sugestão de conceder a chancela de Paisagem Cultural é inédita, tendo respaldo positivo em termos de mérito e jurídico, como bem observou o órgão e a Advocacia-Geral da União (AGU). Segundo Veneziano, a resposta do IPHAN foi vista com otimismo dentro das ações executadas pelo mandato para ajudar a atual situação em que se contra a barreira. Para o deputado, o trabalho voltado para recuperar o ponto turístico deve ser realizado através de uma parceria entre as instituições públicas.

“Nós fizemos gestão tanto ao Ministério do Turismo, como também ao Ministério da Cultura, e outras entidades, para que, particularmente, pudéssemos ver uma solução a uma situação que me parecia estar sendo postergada. Eu tive, inclusive, conhecimento de que os recursos que foram liberados para que o projeto pudesse ser elaborado, e que efetivamente, as ações fossem executadas para que evitássemos um mal maior, ou seja, a destruição completa daquela barreira que é, inegavelmente, um grande patrimônio turístico de nossa Paraíba”, declarou Veneziano.

Ineditismo – Através do Memorando nº 446/2017-GAB/DEPAM, encaminhado ao deputado, o IPHAN pontua indiretamente a não existência de um pedido que solicite a chancela de Paisagem Cultural a Barreira do Cabo Branco, o que confirma o ineditismo da sugestão feita pelo deputado Veneziano. Segundo o Coordenador-Geral Jurídico de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, Eduardo Magalhães Teixeira, o IPHAN poderá acatar a sugestão do parlamentar, abrindo um processo administrativo específico que irá ser apreciado por um Grupo de Trabalho específico do IPHAN.

“Caso seja concedida a chancela de Paisagem Cultural, a barreira do Cabo Branco poderá ter mais uma fonte de recursos para ajudar em sua preservação, através do Ministério da Cultura. Além disso, observo que, assim como aconteceu recentemente com a Feira Central de Campina Grande, que foi considerada Patrimônio Cultural do Brasil, acreditamos que o nosso pedido feito para a Barreira do Cabo Branco terá o mesmo resultado favorável”, ressaltou Veneziano.

Por  Dércio Alcântara/Assessoria de comunicação

Devido à presença do D. Pedro II por aqui (1859), esta praça chamou-se pelo nome do imperador até o ano de 1937, quando o Brasil passou pelo golpe de Estado de Getúlio. 

Toda cidade interiorana que se prese tem uma praça central e uma igreja católica ao lado, Santa Rita também não é diferente, embora tenha tido uma formação muito peculiar originária no Engenho Tibiri (1586), mas o centro da cidade foi sendo formado alguns séculos depois. Devido à presença do D. Pedro II por aqui (1859), esta praça chamou-se pelo nome do imperador até o ano de 1937, quando o Brasil passou pelo golpe de Estado de Getúlio. 

O largo em que se formou próximo a Capela dedicada a Santa Rita de Cássia (1776) foi aos poucos, intencionalmente, se modificando tornou-se uma praça. Talvez, nenhuma praça tenha sido tão alterada quando esta, por este motivo ela se torna foco deste artigo.

Imagem: Viégas

Imagem: Viégas

A fotografia mais antiga que temos desta praça é de 1926 (acervo de Viégas Photos que a coloriu com técnica de pintura) período do governo municipal de Enéas Carvalho. Nela percebemos que havia um cruzeiro na frente na Igreja Matriz, este era feito de madeira, desconheço qualquer documento que trate da origem deste cruzeiro. A localidade onde era a praça D. Pedro II percebe-se que era alta no mesmo nível atual da Igreja Matriz, hoje santuário de Santa Rita de Cássia, esta localidade passou a ser rebaixada no governo de Diógenes Chianca, que iniciou a reforma da praça que parecia muito mais um largo, porém, só foi concluída com o primeiro prefeito eleito democraticamente em 1934, Flávio Maroja Filho, que assumiu no ano seguinte.

PALANQUE MEIA LUA- AUTORIA: VIÉGAS PHOTOS

PALANQUE MEIA LUA- AUTORIA:  VIÉGAS PHOTOS

 

O conjunto arquitetônico executado pelo Dr. Flávio Maroja contava com três partes principais: o caramanchão, na parte central, um coreto simples, onde a população se protegia do sol e da chuva, com frente pra o antigo prédio Asa Branca, e um palco em formato de meia lua, onde discursavam políticos e faziam-se shows como o de Luiz Gonzaga. 

Durante a década de 1930 não havia casas na parte superior, onde se encontra o Centro Paroquial atualmente, naquele espaço havia somente as Igreja Santa Rita de Cássia e a Igreja da Irmandade dos Pardos Nossa Senhora da Conceição (1851). A praça era toda cercada de balaustradas com alguns degraus que levaria à rua, o que demonstra que era mais alta do que o nível atual, com duas saídas nas laterais, uma próxima a Associação Universitária Santa-ritense e a outra próximo ao antigo Asa Branca.

O prefeito João Raposo Filho (1951-1955) ficou conhecido pelo seu cuidado urbanístico e principalmente pela arborização da cidade, é neste período que ele arboriza a Praça Getúlio Vargas, dando-lhe sua característica: a predominância da natureza. Segundo o cronista José de Arimateia a cidade de Santa Rita iniciou seu processo de arborização das ruas e praças muito antes do Prefeito João Raposo Filho, exatamente no governo do capitão Bernardo Alves de Carvalho, em 1901, o que pode ter acontecido, mas é no governo de João Raposo que o cuidado com o verde na Praça Getúlio Vargas se torna predominante. 

Antônio Aurélio Teixeira foi eleito duas vezes prefeito, é no seu segundo mandato (1969-1973) que ele modificou a Praça Getúlio Vargas, encontrando a praça praticamente destruída após a administração de Heraldo da Costa Gadelha (1963-1969) Teixeira resolver reforma-la retirando o caramanchão do centro da praça com belas trepadeiras, onde antes eram realizadas festas natalinas, pois havia um círculo no chão. Colocando um piso que imitava o calçadão de Copa Cabana, comprados em Recife. Segundo o cronista Arimateia, o prefeito Teixeira levou a televisão para a praça para que os santa-ritenses acompanhassem a programação televisiva, pois havia uma dificuldade muito grande na época em adquirir este aparelho tão comum nos dias atuais.

 

Praça Getúlio Vagas destruidas em Santa Rita

FOTO 4 QUE CIRCULA NA INTERNET da destruição dos boxes (2004): AUTORIA DESCONHECIDA

Já na administração do vice-prefeito Aureliano da Trindade que substituiu Marcos Odilon em seu primeiro mandato em um curto período de tempo, do dia 13 de maio de 1982 a 31 de dezembro de 1982, deixou sua marca na praça central reformando-a, edificando a sorveteria que servia de abrigo para passageiros de ônibus, construiu sanitários públicos e modificou a iluminação para o tipo mercúrio. 

Severino Maroja em seu segundo e terceiro governo (1996-2004) eliminou o que poderia da praça para o espaço servir para os shows da tradicional Festa da Padroeira. Aos poucos a praça foi sendo destruída pela própria população que assistiam aos eventos.

FOTO: ALBERTO VIÉGAS

FOTO: ALBERTO VIÉGAS

Durante o terceiro mandato do prefeito Marcos Odilon (2004) ele destrói as “ondas” pequenos boxes construídos no governo do seu vice (Aureliano) e a sorveteria para dá início a reforma da praça Getúlio Vargas que incialmente ganhou espaços verdes com gramas, mas logo substituídas por cerâmicas que predominavam as cores verde e vermelho, esta última utilizada por ele em suas campanhas, e seguiu em seu governo recuperando um total de mais de 20 praças com pedras e azulejos.

FOTO: SIÉLLYSSON

FOTO: SIÉLLYSSON

A gestão do prefeito Netinho deixa mais um elemento da Praça Getúlio Vargas, realizando um desejo do pároco colocando próximo ao santuário de Santa Rita de Cássia, uma imagem enorme da santa agostiniana. 

A praça Getúlio Vargas é a vitrine do poder onde cada prefeito procura deixar sua marca e será lembrado pela história.

Fonte: santaritaemfoco

Sobre o ‘Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência’, a vereadora afirmou que trata-se do momento oportuno para que os gestores públicos e os órgãos que trabalham com este segmento tenham um olhar especial sobre o tema.

O ‘Dia Mundial do Alzheimer’ e o ‘Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência’, ambos instituídos em 21 de setembro, foram temas do pronunciamento da vereadora Helena Holanda (PP), na sessão ordinária da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) desta quinta-feira (21). A parlamentar pediu o engajamento da sociedade na conscientização sobre o Mal de Alzheimer e no aprimoramento de políticas públicas voltadas para as pessoas com deficiência.

“O Alzheimer é uma patologia que não afeta apenas idosos, mas também pessoas de meia idade. Devemos ter a preocupação de começarmos a trabalhar o cérebro desde cedo, porque, apesar dos estudos que buscam a cura estarem avançados, nós ainda vamos levar muito tempo para alcançá-la”, alertou a vereadora.

Helena Holanda ainda reforçou que a sociedade precisa se conscientizar de que as pessoas de meia idade precisam manter a mente ativa e fazerem constantemente exames de investigação neurológica.

Sobre o ‘Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência’, a vereadora afirmou que trata-se do momento oportuno para que os gestores públicos e os órgãos que trabalham com este segmento tenham um olhar especial sobre o tema. “A pessoa com deficiência tem o direito de ir e vir, tem direito à acessibilidade, à escola inclusiva e a uma saúde de qualidade, já que precisa de acompanhamento contínuo para que tenha condições de melhorar sua qualidade de vida”, defendeu.

Ela ainda convidou a população a participar de uma sessão especial, no dia 29 de setembro, às 9h, na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), que irá debater sobre o tema. “Juntos podemos pensar em meios de ampliar e aperfeiçoar as políticas públicas voltadas para as pessoas com deficiência. Elas precisam ser tratadas com respeito e dignidade todos os dias”, ratificou.

TEXTO DE Rafaela Cristofoli FOTOS DE Olenildo Nascimento

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JR Esquadrias