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Atualmente uma parte do prédio já é cedida sem ônus pelos Correios para a Prefeitura Municipal de João Pessoa, sendo que a princípio todo o prédio era utilizado pelos Correios e Telégrafo

O prefeito Luciano Csartaxo se reuniu com o presidente nacional dos Correios, Guilherme Campos, na última quarta-feira( 1º) para discutir o uso exclusivo do Paço Municipal pela Prefeitura de João Pessoa. O prédio, localizado no Centro da capital, pertence aos Correios e Telégrafos e já tem uma parte cedida para utilização da Prefeitura.

De acordo com Cartaxo, a intenção é utilizar o prédio levando mais secretarias municipais para o local. Enquanto que a agência dos Correios que funciona no local seria transferida para outro local, preferencialmente no Centro Histórico.

Já o presidente dos Correios adiantou que “nosso superintendente estadual está em contato para ver qual a melhor solução, tanto para os Correios quanto a Prefeitura e a própria população”.

Atualmente uma parte do prédio já é cedida sem ônus pelos Correios para a Prefeitura Municipal de João Pessoa, sendo que a princípio todo o prédio era utilizado pelos Correios e Telégrafos.

Apesar da negociação prévia, ainda não ficou nada definido entre o prefeito de João Pessoa e o presidente dos Correios.

A Agência Central dos Correios e Telégrafos de João Pessoa foi inaugurada no ano de 1927 e o prédio com características da arquitetura eclética foi tombado pelo Iphaep (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba) no ano de 1980. 

Fonte: clickpb

 Segundo Veneziano, a resposta do IPHAN foi vista com otimismo dentro das ações executadas pelo mandato para ajudar a atual situação em que se contra a barreira do cabo branco

O deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PMDB/PB) recebeu na tarde da última quarta feira(25) a resposta do Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (IPHAN) referente à sua proposta de Indicação nº 3566/2017, encaminhada ao Ministério da Cultura, na qual sugeria que o IPHAN concedesse a chancela de Paisagem Cultural à Barreira do Cabo Branco, na cidade de João Pessoa.

De acordo com a resposta do IPHAN, a sugestão de conceder a chancela de Paisagem Cultural é inédita, tendo respaldo positivo em termos de mérito e jurídico, como bem observou o órgão e a Advocacia-Geral da União (AGU). Segundo Veneziano, a resposta do IPHAN foi vista com otimismo dentro das ações executadas pelo mandato para ajudar a atual situação em que se contra a barreira. Para o deputado, o trabalho voltado para recuperar o ponto turístico deve ser realizado através de uma parceria entre as instituições públicas.

“Nós fizemos gestão tanto ao Ministério do Turismo, como também ao Ministério da Cultura, e outras entidades, para que, particularmente, pudéssemos ver uma solução a uma situação que me parecia estar sendo postergada. Eu tive, inclusive, conhecimento de que os recursos que foram liberados para que o projeto pudesse ser elaborado, e que efetivamente, as ações fossem executadas para que evitássemos um mal maior, ou seja, a destruição completa daquela barreira que é, inegavelmente, um grande patrimônio turístico de nossa Paraíba”, declarou Veneziano.

Ineditismo – Através do Memorando nº 446/2017-GAB/DEPAM, encaminhado ao deputado, o IPHAN pontua indiretamente a não existência de um pedido que solicite a chancela de Paisagem Cultural a Barreira do Cabo Branco, o que confirma o ineditismo da sugestão feita pelo deputado Veneziano. Segundo o Coordenador-Geral Jurídico de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, Eduardo Magalhães Teixeira, o IPHAN poderá acatar a sugestão do parlamentar, abrindo um processo administrativo específico que irá ser apreciado por um Grupo de Trabalho específico do IPHAN.

“Caso seja concedida a chancela de Paisagem Cultural, a barreira do Cabo Branco poderá ter mais uma fonte de recursos para ajudar em sua preservação, através do Ministério da Cultura. Além disso, observo que, assim como aconteceu recentemente com a Feira Central de Campina Grande, que foi considerada Patrimônio Cultural do Brasil, acreditamos que o nosso pedido feito para a Barreira do Cabo Branco terá o mesmo resultado favorável”, ressaltou Veneziano.

Por  Dércio Alcântara/Assessoria de comunicação

Devido à presença do D. Pedro II por aqui (1859), esta praça chamou-se pelo nome do imperador até o ano de 1937, quando o Brasil passou pelo golpe de Estado de Getúlio. 

Toda cidade interiorana que se prese tem uma praça central e uma igreja católica ao lado, Santa Rita também não é diferente, embora tenha tido uma formação muito peculiar originária no Engenho Tibiri (1586), mas o centro da cidade foi sendo formado alguns séculos depois. Devido à presença do D. Pedro II por aqui (1859), esta praça chamou-se pelo nome do imperador até o ano de 1937, quando o Brasil passou pelo golpe de Estado de Getúlio. 

O largo em que se formou próximo a Capela dedicada a Santa Rita de Cássia (1776) foi aos poucos, intencionalmente, se modificando tornou-se uma praça. Talvez, nenhuma praça tenha sido tão alterada quando esta, por este motivo ela se torna foco deste artigo.

Imagem: Viégas

Imagem: Viégas

A fotografia mais antiga que temos desta praça é de 1926 (acervo de Viégas Photos que a coloriu com técnica de pintura) período do governo municipal de Enéas Carvalho. Nela percebemos que havia um cruzeiro na frente na Igreja Matriz, este era feito de madeira, desconheço qualquer documento que trate da origem deste cruzeiro. A localidade onde era a praça D. Pedro II percebe-se que era alta no mesmo nível atual da Igreja Matriz, hoje santuário de Santa Rita de Cássia, esta localidade passou a ser rebaixada no governo de Diógenes Chianca, que iniciou a reforma da praça que parecia muito mais um largo, porém, só foi concluída com o primeiro prefeito eleito democraticamente em 1934, Flávio Maroja Filho, que assumiu no ano seguinte.

PALANQUE MEIA LUA- AUTORIA: VIÉGAS PHOTOS

PALANQUE MEIA LUA- AUTORIA:  VIÉGAS PHOTOS

 

O conjunto arquitetônico executado pelo Dr. Flávio Maroja contava com três partes principais: o caramanchão, na parte central, um coreto simples, onde a população se protegia do sol e da chuva, com frente pra o antigo prédio Asa Branca, e um palco em formato de meia lua, onde discursavam políticos e faziam-se shows como o de Luiz Gonzaga. 

Durante a década de 1930 não havia casas na parte superior, onde se encontra o Centro Paroquial atualmente, naquele espaço havia somente as Igreja Santa Rita de Cássia e a Igreja da Irmandade dos Pardos Nossa Senhora da Conceição (1851). A praça era toda cercada de balaustradas com alguns degraus que levaria à rua, o que demonstra que era mais alta do que o nível atual, com duas saídas nas laterais, uma próxima a Associação Universitária Santa-ritense e a outra próximo ao antigo Asa Branca.

O prefeito João Raposo Filho (1951-1955) ficou conhecido pelo seu cuidado urbanístico e principalmente pela arborização da cidade, é neste período que ele arboriza a Praça Getúlio Vargas, dando-lhe sua característica: a predominância da natureza. Segundo o cronista José de Arimateia a cidade de Santa Rita iniciou seu processo de arborização das ruas e praças muito antes do Prefeito João Raposo Filho, exatamente no governo do capitão Bernardo Alves de Carvalho, em 1901, o que pode ter acontecido, mas é no governo de João Raposo que o cuidado com o verde na Praça Getúlio Vargas se torna predominante. 

Antônio Aurélio Teixeira foi eleito duas vezes prefeito, é no seu segundo mandato (1969-1973) que ele modificou a Praça Getúlio Vargas, encontrando a praça praticamente destruída após a administração de Heraldo da Costa Gadelha (1963-1969) Teixeira resolver reforma-la retirando o caramanchão do centro da praça com belas trepadeiras, onde antes eram realizadas festas natalinas, pois havia um círculo no chão. Colocando um piso que imitava o calçadão de Copa Cabana, comprados em Recife. Segundo o cronista Arimateia, o prefeito Teixeira levou a televisão para a praça para que os santa-ritenses acompanhassem a programação televisiva, pois havia uma dificuldade muito grande na época em adquirir este aparelho tão comum nos dias atuais.

 

Praça Getúlio Vagas destruidas em Santa Rita

FOTO 4 QUE CIRCULA NA INTERNET da destruição dos boxes (2004): AUTORIA DESCONHECIDA

Já na administração do vice-prefeito Aureliano da Trindade que substituiu Marcos Odilon em seu primeiro mandato em um curto período de tempo, do dia 13 de maio de 1982 a 31 de dezembro de 1982, deixou sua marca na praça central reformando-a, edificando a sorveteria que servia de abrigo para passageiros de ônibus, construiu sanitários públicos e modificou a iluminação para o tipo mercúrio. 

Severino Maroja em seu segundo e terceiro governo (1996-2004) eliminou o que poderia da praça para o espaço servir para os shows da tradicional Festa da Padroeira. Aos poucos a praça foi sendo destruída pela própria população que assistiam aos eventos.

FOTO: ALBERTO VIÉGAS

FOTO: ALBERTO VIÉGAS

Durante o terceiro mandato do prefeito Marcos Odilon (2004) ele destrói as “ondas” pequenos boxes construídos no governo do seu vice (Aureliano) e a sorveteria para dá início a reforma da praça Getúlio Vargas que incialmente ganhou espaços verdes com gramas, mas logo substituídas por cerâmicas que predominavam as cores verde e vermelho, esta última utilizada por ele em suas campanhas, e seguiu em seu governo recuperando um total de mais de 20 praças com pedras e azulejos.

FOTO: SIÉLLYSSON

FOTO: SIÉLLYSSON

A gestão do prefeito Netinho deixa mais um elemento da Praça Getúlio Vargas, realizando um desejo do pároco colocando próximo ao santuário de Santa Rita de Cássia, uma imagem enorme da santa agostiniana. 

A praça Getúlio Vargas é a vitrine do poder onde cada prefeito procura deixar sua marca e será lembrado pela história.

Fonte: santaritaemfoco

Sobre o ‘Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência’, a vereadora afirmou que trata-se do momento oportuno para que os gestores públicos e os órgãos que trabalham com este segmento tenham um olhar especial sobre o tema.

O ‘Dia Mundial do Alzheimer’ e o ‘Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência’, ambos instituídos em 21 de setembro, foram temas do pronunciamento da vereadora Helena Holanda (PP), na sessão ordinária da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) desta quinta-feira (21). A parlamentar pediu o engajamento da sociedade na conscientização sobre o Mal de Alzheimer e no aprimoramento de políticas públicas voltadas para as pessoas com deficiência.

“O Alzheimer é uma patologia que não afeta apenas idosos, mas também pessoas de meia idade. Devemos ter a preocupação de começarmos a trabalhar o cérebro desde cedo, porque, apesar dos estudos que buscam a cura estarem avançados, nós ainda vamos levar muito tempo para alcançá-la”, alertou a vereadora.

Helena Holanda ainda reforçou que a sociedade precisa se conscientizar de que as pessoas de meia idade precisam manter a mente ativa e fazerem constantemente exames de investigação neurológica.

Sobre o ‘Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência’, a vereadora afirmou que trata-se do momento oportuno para que os gestores públicos e os órgãos que trabalham com este segmento tenham um olhar especial sobre o tema. “A pessoa com deficiência tem o direito de ir e vir, tem direito à acessibilidade, à escola inclusiva e a uma saúde de qualidade, já que precisa de acompanhamento contínuo para que tenha condições de melhorar sua qualidade de vida”, defendeu.

Ela ainda convidou a população a participar de uma sessão especial, no dia 29 de setembro, às 9h, na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), que irá debater sobre o tema. “Juntos podemos pensar em meios de ampliar e aperfeiçoar as políticas públicas voltadas para as pessoas com deficiência. Elas precisam ser tratadas com respeito e dignidade todos os dias”, ratificou.

TEXTO DE Rafaela Cristofoli FOTOS DE Olenildo Nascimento

O município de Coremas passa a ser operado pela Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e Itaporanga terá o abastecimento reforçado com a chegada de uma adutora emergencial

A maratona de obras do Governo da Paraíba na área de infraestrutura continua e chega nesta sexta-feira (1) ao Sertão do Estado, onde o governador Ricardo Coutinho entrega duas novas adutoras que vão garantir a segurança hídrica para mais de 51 mil paraibanos, representando um investimento de R$ 16,5 milhões.

Ainda na solenidade, haverá entrega de filtros de barro e de Cartões Alimentação; será assinada a Ordem de Serviço do Aeródromo de Itaporanga; autorização para licitação da reforma e ampliação da Escola Estadual de Ensino Fundamental João Cavalcanti Sula, em Boa Ventura, e da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Presidente Kennedy, em Santana de Mangueira; e assinatura de contrato com Empreendedores de Itaporanga, Pedra Branca, Boa Ventura e Aguiar.

Adutoras – O município de Coremas passa a ser operado pela Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e Itaporanga terá o abastecimento reforçado com a chegada de uma adutora emergencial. As solenidades de entrega das obras serão realizadas às 10h30, no Ginásio de Esportes “O Madrugão, no Centro de Itaporanga; e depois às 15h, Av. Manoel Cavalcante, em frente ao Banco do Brasil, no Centro de Coremas.

A primeira obra a ser inaugurada é a Adutora Emergencial para reforço do sistema de abastecimento de água da cidade de Itaporanga. De acordo com o presidente da Cagepa, Hélio Cunha Lima, serão mais de 34 mil habitantes beneficiados. “A água será captada na barragem do Saco, no município de Nova Olinda, percorre mais de 30 quilômetros por uma adutora de água bruta, numa vazão de 225 metros cúbicos por hora, é tratada e levada para as torneiras da população de Itaporanga”, explicou. O investimento é de mais de R$ 13 milhões.

Saindo de Itaporanga, o governador Ricardo Coutinho segue para Coremas para entregar a implantação do sistema de abastecimento de água da cidade. São 17,5 mil paraibanos que terão água tratada e de qualidade. “Apesar de o município contar com um açude como o de Coremas, enfrentava problema d’água nas torneiras, já que a Cagepa não operava na cidade. A água não era tratada e isso, logicamente, deixava a população suscetível a doenças de veiculação hídrica. Por isso, é bom ressaltar que estamos levando mais que uma obra: estamos levando saúde e qualidade de vida para esse povo”, disse o presidente da Cagepa.

A obra conta com um sistema de captação flutuante instalado no Açude Coremas, uma adutora de água bruta de 300 metros, uma estação de tratamento com vazão de 136 metros cúbicos por hora e duas estações elevatórias de água tratada. O orçamento é de R$ 3,5 milhões, um investimento exclusivo do Tesouro Estadual.

No bairro conhecido pela vocação turística  e religiosa moradores pedem segurança, transporte e educação

A Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) foi até o bairro da Penha na noite desta quinta-feira (31). Desta vez, moradores do bairro solicitaram à Mesa Diretora da CMJP, a realização do ‘Câmara no Seu Bairro’, projeto itinerante que, uma vez por mês, chega a um bairro da Capital, com a finalidade de dialogar de perto com os moradores, a fim de, como afirma o presidente da instituição, vereador Marcos Vinícius, “radiografar os problemas da região e encaminhar as soluções”.

De acordo com Marcos Vinicius as instituições citadas pelos moradores dos bairros de Mangabeira e Valentina de Figueiredo, onde foram realizadas as duas primeiras edições do projeto, já foram notificadas pelo Legislativo Municipal. “Já encaminhamos a solicitação para esses moradores, porque a Câmara tem esse papel, de interceder junto a Prefeitura de João Pessoa e ao Governo do Estado para que os problemas sejam sanados”.

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Em sua terceira edição, o ‘Câmara no Seu Bairro’ encheu o ginásio esportivo da Escola Municipal Antônio Santos, localizado na Praça Oswaldo Pessoa, com os moradores do bairro. Além do presidente Marcos Vinícius, prestigiaram o evento os vereadores Eduardo Carneiro (PRTB), que secretariou os trabalhos; João dos Santos (PR), Bosquinho (PSC), Helena Holanda (PP), João Corujinha (PSDC), Leo Bezerra (PSB), Tibério Limeira (PSB), Marcos Henriques (PT), Carlão (PSDC), Chico do Sindicato (Avante), Lucas de Brito (PSL), Marmuthe Cavalcanti (PSD). Leo Bezerra (PSB), por ter sido o vereador mais votado na comunidade, presidiu o evento, que ainda contou com a presença do deputado estadual João Gonçalves (PDT) e do secretário municipal de Turismo Fernando Milanez.

 O vereador Tibério Limeira falou em nome da bancada da oposição e destacou a importância da iniciativa inovadora da Casa de ouvir a população de João Pessoa em contato direto com os moradores das comunidades.

A vereadora Helena Holanda representou a bancada de situação e enfatizou que todos estavam de braços abertos para ouvir as demandas da população para encaminhar a Gestão Municipal para encontrar uma melhor qualidade de vida para os cidadãos da Penha.

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Reconhecida pela Procissão de Nossa Senhora da Penha e por abrigar o projeto Sereias da Penha, a comunidade ocupou a tribuna para pedir segurança, calçamento, iluminação, reforma da ponte sobre o Rio do Cabelo, uma maior atenção ao transporte público e uma creche municipal, uma vez que o bairro não possui nenhuma.

Entre os pontos abordados pelos moradores, também cobraram uma forma de se criar um pólo turístico na localidade, uma vez que o bairro possui, além da procissão famosa, o Santuário da Penha.

TV Digital

Durante a sessão, o professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Raoni Kulesza, fez uma demonstração dos receptores de TV Digital que serão oferecidos gratuitamente para a população carente da Capital paraibana a partir dos próximos meses através da Câmara de Vereadores.

Com o equipamento instalado em uma TV analógica, a população terá acesso ao sinal digital e aos recursos que a tecnologia oferece, como o Vlibras, aplicativo de inclusão para surdos, desenvolvido pela UFPB e que será testado na TV Câmara, antes de ganhar o Brasil.

Transmitido ao vivo pela TV Câmara JP e pelo Facebook da CMJP, a terceira edição do Câmara no Seu Bairro também contou com a interatividade dos internautas, moradores do bairro, que apontaram críticas e sugestões através da rede social.

Fonte Secom/ por Damião Rodrigues 

Na barragem de Sobradinho, o maior reservatório do Nordeste, o volume útil caiu de 9,8%  no dia 1º de agosto para 7,8% no dia 30.

Na maior seca da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco em quase 90 anos de medição oficial, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) reduziu hoje (31) a vazão de reservatórios do Velho Chico a partir da Usina de Xingó, entre Alagoas e Sergipe, de 600 metros cúbicos (m³) por segundo para 580 m³ por segundo. A vazão regular de Xingó era de 1.300 m³ por segundo em 2012, início da estiagem que se prolonga até agora.

A decisão foi tomada, na última segunda-feira (28), em reunião para avaliar a operação dos reservatórios. O objetivo, de acordo com a Chesf, é fazer um teste para avaliar “eventuais impactos aos usuários”, em especial para a captação de água para abastecimento. Depois dessa avaliação, uma nova redução para 550 m³ por segundo está programada em data ainda não divulgada, com base em autorização da Agência Nacional de Águas (ANA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

De acordo com o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), o São Francisco é responsável por 70% da disponibilidade hídrica da Região Nordeste e do norte de Minas Gerais. A redução pretende evitar maior prejuízo ao abastecimento de água, em especial para consumo humano, de acordo com a Chesf.

O volume de água dos reservatórios do São Francisco vêm diminuindo sucessivamente. O maior reservatório do Nordeste, o de Sobradinho, na Bahia, por exemplo, caiu de 9,8% de volume útil no dia 1º de agosto para 7,8% na última medição disponível no sistema da Chesf de ontem (30). O objetivo da redução de vazão é impedir um colapso ao menos até novembro, quando começa o período chuvoso em parte da Bacia do São Francisco.

Essa redução vêm ocorrendo ao longo dos anos de estiagem. No ano passado, o Rio São Francisco tinha alcançado a menor vazão histórica desde 1979, quando o Reservatório de Sobradinho foi inaugurado.

Impactos colaterais

Remanso - Seca expõe ruínas de cidade alagada na Bahia para construção do reservatório de Sobradinho, o maior do Nordeste ( Marcello Casal jr/Agência Brasil)

Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco                                                                                                                     atravesa maior seca em quase 90 anos                                                                                                                     Marcello Casal Jr/Arquivo/Agência Brasil

Se a medida emergencial pretende garantir o abastecimento, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco aponta que existem efeitos colaterias para a vitalidade do rio e para as populações ribeirinhas. O presidente da organização, Anivaldo Mirada, diz que a redução é uma situação “sem muitas alternativas de saída” neste momento, mas lista os problemas decorrentes da liberação cada vez menor de água para o curso do rio.

Na parte de abastecimento, por exemplo, a diminuição do nível do São Francisco impacta nos pontos de captação da água tanto para consumo humano como para irrigação. “Tem sido feito um acompanhamento permanente desse processo e a questão tem sido resolvida com o uso de bombas flutuantes para captação de água”, disse.

Outro impacto é o avanço do mar na foz do São Francisco, que aumenta a salinidade do rio e compromete a qualidade da água especialmente do município de Piaçabuçu, em Alagoas, e Brejo Grande, em Sergipe. Miranda diz que não só o abastecimento fica comprometido, mas o problema vira uma questão de saúde pública. Há prejuízo ainda na navegação de embarcações e na pesca artesanal.

“Essa navegação de pequeno e médio porte tem sido garantida. Claro que as travessias ficam mais longas, é preciso maior habilidade, mas não houve nenhuma interrupção em grande escala”, diz o presidente do comitê.

Revitalização

Para reverter a necessidade de sucessivas reduções de vazão e impedir os impactos colaterais, Anivaldo Miranda diz que é necessário uma “união” de entes públicos e da sociedade para a revitalização da bacia hidrográfica do São Francisco. Na avaliação do presidente do comitê, o projeto nacional para essa recuperação “a rigor, ainda não saiu do papel”

“É preciso trabalhar pela recarga de aquíferos, combate à erosão, preservação de mata ciliar, fazer programas de melhoria da qualidade da água, saneamento básico dos municípios ribeirinhos. Sobretudo paralisar de forma imediata o desmatamento de dois biomas fundamentais: a caatinga e sobretudo o cerrado”, diz.

Marcello Casal Jr/Arquivo/Agência Brasil/brasil247

O barco do Exército afundou na Lagoa, sem salva-vidas, com cerca de 200 pessoas à bordo, matando 35 pessoas, dentre estas 28 crianças, num dia 24 de agosto de 1975, nas comemorações do Dia do Soldado. Conta  o historiador, escritor, teatrologo e jornalista..Gilvan de Brito.

Há 42 anos, exatos, registrava-se em João Pessoa a segunda maior tragédia que a história conta, quando um barco do Exército afundou na Lagoa, sem salva-vidas, com cerca de 200 pessoas à bordo, matando 35 pessoas, dentre estas 28 crianças, num dia 24 de agosto de 1975, nas comemorações do Dia do Soldado. Cheguei ao parque Solon de Lucena às 14:00 h, com a mulher e três filhos e logo as crianças se encantaram com o barco – uma chata de transporte de material do Exército – conduzindo durante toda a semana cerca de 80 pessoas por cada viagem de cinco minutos, circulando o anel da Lagoa no sentido horário.  

Na última viagem, anunciada pelo piloto, um militar, o barco foi tomado por grande número de pessoas, cerca de 200. O piloto negou-se a dar partida, mas, diante da insistência dos presentes, resolveu dar partida. O barco seguiu, passou diante do Cassino da Lagoa e ao dobrar na direção da rua Padre Meira, no local mais profundo, justamente no sangradouro para a maré do Sanhauá, começou a afundar vagarosamente. Observei de longe a aflição dos embarcados e, no mesmo momento, fui no meu carro na direção da rádio Tabajara – que funcionava bem perto, onde hoje se encontra o Forum, ao lado do Tribunal de Justiça, subi as escadas e deparei-me com Geraldo Cavalcanti, que estava de plantão durante o jogo Campinense e CSA de Alagoas. Pedi para interromper a transmissão do jogo para fazer o anúncio, ele passou o som para a cabine e eu lancei um apelo ao Corpo de Bombeiros, que se situava à rua Maciel Pinheiro, a dois quilômetros da Lagoa. Os bombeiros seguiram imediatamente para o local do sinistro, surgindo no mesmo tempo em que eu também chegava da rádio, com vários barcos de borracha, e logo começaram a tirar as pessoas de dentro d´agua, porque o barco afundava lentamente.

Salvaram mais de cem pessoas, na maioria crianças, que se afogavam por falta de salva-vidas. No dia seguinte retiraram os mortos, num triste espetáculo assistido por milhares de pessoas. Trinta e cinco pessoas morreram afogadas. Teve família que perdeu a mãe e três filhos. Tudo foi registrado por mim no jornal Correio da Paraíba, no Diário de Pernambuco do dia seguinte e, com todos os detalhes da tragédia, no livro “Opus Diaboli”, que escrevi e que ganhou um prêmio da Funjope. A prefeitura, nesta reforma, bem que poderia colocar uma placa registrando os nomes daqueles que se afogaram no local, para advertir do perigo que aquelas águas oferecem, e onde já ocorreram várias mortes, além daquelas, do barco sinistrado.

A maior tragédia ocorrida na Paraíba, no entanto, foi em 1856, quando mais de 30 mil pessoas faleceram por conta da peste do cólera. Sobre isto escrevi um livro, ainda inédito.

Por Gilvan de Brito

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Gervásio Maia (PSB), criticou o uso político dado ao fim do racionamento na cidade de Campina Grande, anunciado pelo Governo do Estado.

“Não vejo motivo para não ter o fim do racionamento. A água está chegando e não vai parar de chegar. A solução está garantida então por que continuar? Só lamento porque só quem sabe é quem passa. O racionamento um dia vai acabar. Fruto de uma decisão bem pensada de tirar um sonho antigo do papel para se tornar realidade. E aos que estão equivocados, eles vão perceber, logo mais, que o caminho não é esse “, afirmou o presidente da Assembleia.

O parlamentar disse ainda que a oposição deveria pensar na necessidade dos que mais precisam ao invés de fazer palanque político.

“Os que criticam o fim do racionamento não sentem na pele a falta de água, apenas usam politicamente. É lamentável que estejam tratando um assunto tão sério dessa forma”, lamentou Gervásio .

A crise no abastecimento de água de Campina Grande e de outras 18 cidades no entorno teve início em 2014, com a redução do volume de água do açude Boqueirão, principal reservatório da região.

Com a conclusão do Eixo Leste da transposição do Rio São Francisco, em março deste ano, as águas começaram a abastecer o reservatório.

Recentemente, o superintendente da Agência Nacional das Águas (ANA) , Rodrigo Flecha, disse em audiência pública realizada na Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG), que o Governo do Estado da Paraíba está, tecnicamente, 100% correto em suspender o racionamento.

“ O governo está 100% correto do ponto de vista técnico. Temos todos os dados que indicam com toda segurança que Campina Grande tem condições de operar com 1,3 mil litros por segundo”, afirmou.

FONTE: VANDERLAN FARIAS

O time de campeões do Sistema Correio fica mais forte a partir de hoje com a chegada de Nilvan Ferreira para a TV Correio e para a 98 FM

O apresentador Nilvan Ferreira é o mais novo contratado do Sistema Correio de Comunicação. O anúncio foi oficializado nesta segunda-feira (7).

Nilvan começou a atuar efetivamente na imprensa em Cajazeiras, nos anos 90, quando comandou um programa na Rádio Oeste da Paraíba; depois, ele passou pela Rádio Cidade e no começo dos anos 2000 assumiu a Secretaria de Comunicação na gestão do governo Carlos Antônio.

Mais tarde, ele assumiu o programa Espaço Aberto, na Arapuan FM de Cajazeiras, ao lado de Fabiano Gomes. A dupla se destacou, passando pela Rádio Alto Piranhas AM. Depois mudaram para Arapuan FM em João Pessoa.

“O time de campeões do Sistema Correio fica mais forte a partir de hoje com a chegada de Nilvan Ferreira para a TV Correio e para a 98 FM”, divulgou o Correio.

FontePorta  da Correio

 

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JR Esquadrias