Cidades (44)

O atraso, claro, provocou descontentamento para quem estava chegando, mas, principalmente, para quem iria embarcar para Brasília, seu novo destino.

Um voo da Avianca que estava previsto para pousar no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto/João Pessoa às 11h40 desta quinta-feira (20), procedente do Rio de Janeiro, só pousou às 6h desta sexta-feira (21). O atraso, claro, provocou descontentamento para quem estava chegando, mas, principalmente, para quem iria embarcar para Brasília, seu novo destino.

O problema, é que o atraso provocou a falta de tripulação. Os aeroviários precisavam ter um espaço de 11 horas para descanso antes de enfrentar uma nova jornada, e como não podiam embarcar fora desse período, o voo só deixou o aeroporto paraibano na noite de sexta.

Para completar a maré negativa, o avião que chegou atrasado teve que ser recolhido para passar por uma manutenção. Os passageiros tiveram que esperar para a normalização do serviço.

Segundo uma fonte, muitos passageiros foram relocados para outros voos de companhias aéreas, outros foram avisados para que atrasassem a sua ida para o aeroporto. De acordo com o painel de acompanhamento dos voos operados no Castro Pinto, o sistema de pouso e decolagem está normal no momento.

Fábio Cardoso/turismoemfoco

Todos alimentos são produzidos por famílias do Cinturão Verde de João Pessoa e são comercializados em cinco dias da semana nos mais diversos pontos da cidade nos turno da manhã e tarde. Conforme endereço abaixo.

Todas as semanas, aproximadamente duas toneladas e meia de alimentos são comercializados através do ônibus da Feira Itinerante da Diretoria de Agricultura Familiar de João Pessoa. No ônibus, é possível comprar verduras, folhosas, legumes, tubérculos, frutos regionais, ervas medicinais, ovos de capoeira, galinha capoeira, galinha caipira, queijo coalho, coalhada, leite e mel de abelha.

De acordo com o diretor de Agricultura Familiar, Valmir de Souza, esses alimentos produzidos por famílias do Cinturão Verde de João Pessoa são comercializados cinco dias por semana nos mais diversos pontos da cidade nos turno da manhã e tarde. “O ônibus foi adquirido em 2016 e teve um investimento de mais de R$ 500 mil. Atualmente ele beneficia 45 famílias”, informa Valmir de Souza.

Além de levar produtos de qualidade para a população em geral, a aquisição do ônibus foi decisiva para manter a regularidade da comercialização e geração de renda para os trabalhadores rurais. O agricultor João Vitória dos Santos, por exemplo, não possuía destino certo para a sua produção e há um ano fornece entre 12 e 15 bandejas de ovos de galinha para o ônibus. “Só não vendo mais porque ainda não consigo produzir mais. Antigamente eu perdia muitos ovos procurando quem queria comprar, tinha semana que não vendia nada e agora não perco mais meus produtos”, comemora.

Já que não precisa mais se preocupar com a comercialização, o agricultor agora tem planos de ampliar a produção de ovos e começar a plantar hortaliças no seu sítio em Engenho Velho. Além da falta de destino certo para a produção, João Vitória disse que antes do ônibus o medo de não conseguir dar vazão aos produtos, acabou fazendo com que ele vendesse os produtos por um preço muito baixo, às vezes inferior ao custo de produção.

Calendário- Para escoar a produção o ônibus segue um calendário fixo. Todas as terças-feiras a Feira Itinerante aporta no Campo da Marquize do Valentina Figueiredo, das 14h às 18h. Aos sábados, o bairro recebe mais uma vez o ônibus. Desta vez ele se instala no Contorno do Novo Milênio no mesmo horário.

Na quarta-feira, é a vez da Praça da Rotam, em Manaíra. Lá os produtos são comercializados das 5h às 10h. As quintas-feiras o ônibus atende o bairro de Tambaú das 5h às 10h, no Busto de Tamandaré. No turno da tarde (15h às 18h), o ônibus estaciona em frente à Escola Cidade Viva, no Bessa.

Aos sábados, o local escolhido é a Praça Central do Altiplano, entre 7h e às 12.  Já aos domingos, o ônibus fica no mesmo horário na Rua João Maria de França (Principal do Parque do Sol).

Já para o Semiárido – Alto Sertão, Sertão e Cariri-Curimataú – a previsão é de apenas céu parcialmente nublado

A Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) prevê, para esta terça-feira (4), chuvas esparsas com céu nublado a parcialmente nublado para as regiões do Agreste, Brejo e Litoral, deixando o tempo instável em todo o setor leste do Estado.

Já para o Semiárido – Alto Sertão, Sertão e Cariri-Curimataú – a previsão é de apenas céu parcialmente nublado, com máxima de 30º C e mínima de 18º C no Cariri-Curimataú. Confira a temperatura para as demais regiões do Estado nesta terça-feira:

 

Litoral máxima de 29º C e mínima de 22º C

Agreste  máxima de 27º C e mínima de 19º C

Brejo máxima de 25º C e mínima de 18º C

Alto Sertão  máxima de 32º C e mínima de 21º C

Sertão máxima de 32º C e mínima de 21º C

 

Estudo mostra disparidade salarial em municípios paraibanos. Tem professor recebendo mais de R$ 7 mil e outros 10 vezes menos

Os professores paraibanos da rede pública de ensino têm a pior remuneração bruta do País, segundo levantamento divulgado esta semana pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os profissionais recebem, em média, R$ 1.855,15 para uma jornada de trabalho de 34,6 horas semanais. O valor sobe para R$ 2.142,67 quando a carga horária é padronizada em 40 horas.

Considerado apenas a rede estadual, a Paraíba continua mantendo seu posto, pagando R$ 1.560,68 para carga horária média de 30 horas e R$ 2.079,52 para 40 horas, só ganhando do Mato Grosso, que paga R$ 83,08 a menos a seus docentes, com esta carga de trabalho.

E para quem pensa que a situação melhora quando os professores optam pela rede privada, o estudo mostra que não. Nacionalmente, os mestres das escolas particulares têm a menor remuneração bruta percebida nos contratos: R$ 1.101,25 ( 26 horas) e fica com a quarta pior remuneração para 40 horas: R$ 1.651.91.

Nos municípios
O estudo traz dados de 213 municípios do Estado. Dona Inês é o que tem a melhor remuneração bruta de professores: R$ 2.893,48. Em seguida, aparecem Cajazeiras, Santa Rita, Bom Jesus e Areia. João Pessoa fica na 17a posição. Nesses municípios, os docentes também trabalham mais, porque a carga horária padronizada é de 40 horas semanais.

Considerado os contratos praticados nos municípios e a carga horária média semanal dos docentes, a situação muda de figura e a variação é impressionante. Um professor no município de Itaporanga – que aparece na 66a posição em remuneração bruta – recebe R$ 7.471,60 se trabalhar 40 horas, enquanto em Brejo dos Santos o valor pago a um docente que faz essa carga horária é de R$ 739,41.

Nivelando em 40 horas, a Capital do Estado aparece com o 49o melhor salário do Estado e Campina Grande fica com a quinta melhor remuneração: R$ 3.307,59.

O estudo
O estudo é inédito e foi apresentado na quarta-feira, 21. Segundo o Inep, ele servirá de base para debate nacional com as redes de ensino sobre a remuneração média dos professores em exercício na educação básica. O levantamento, resultado de uma nova metodologia do instituto, traz informações importantes que poderão contribuir, por exemplo, para a formulação do Custo Aluno-Qualidade Inicial (Caqi) e com um novo debate acerca da carreira dos professores.

O levantamento divulga a média das remunerações mensais informadas na RAIS por esfera administrativa (empregador), referentes ao ano-base 2014, contabilizando salários, ordenados, vencimentos, soldos, soldadas, honorários, vantagens, adicionais extraordinários, suplementações, representações, bonificações, gorjetas, gratificações, participações, produtividade, porcentagens, comissões e corretagens.

  • Andréa Batista, jornalista freelancer
  • Colaboração do Professor Lauro Pires Xavier Neto

O Estado ainda sofre com escassez de água, mas a produção agrícola melhorou em relação a 2016, principalmente no Sertão

Este ano, a produção de grãos na Paraíba deve chegar a 127.518 toneladas, um aumento de 419% em relação ao ano passado (24.579 t). É o que prevê a primeira estimativa da safra para este ano, divulgada esta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

São 194.693 hectares de área plantada, 12% mais que em 2016 e 13% maior que a estimada para o ano em pesquisa anterior. Se a perspectiva se concretizar, este será o melhor ano desde 2012, quando começou o atual ciclo de seca.

José Rinaldo de Souza, supervisor da pesquisa feita pelo Grupo de Coordenação das Estatísticas Agropecuárias da Paraíba (GCA-PB), destacou que a estimativa é parcial. “Ainda tem muita planta em fase de crescimento. E ainda se espera chuva em algumas regiões”, afirmou.

A pesquisa destaca que as maiores elevações nas áreas cultivadas foram registradas no Sertão, onde as precipitações favoreceram, principalmente, as lavouras semeadas em fevereiro. Os pesquisadores também observaram que no Litoral e Agreste as chuvas foram em menor intensidade, o que é normal, considerando que o período chuvoso nessas regiões começam em abril e seguem até agosto.

Produção ainda pequena

Mesmo com essa expectativa de aumento espantoso, a Paraíba ainda tem uma das menores produções entre os estados do Nordeste. Segundo José Rinaldo, só ganha às vezes das produções do Rio Grande do Norte e de Alagoas. Ele disse que o Estado tem capacidade de produzir em torno de 500 mil toneladas de grãos, por ano, mas é preciso investimento e chuva.

“Esta seca começou em 2012 e foram muitas perdas, nos últimos anos, que descapitalizaram os agricultores. Muitos procuraram alternativas, como criação de galinha e de caprinos. Considerando tudo isso, a expectativa para este ano é muito boa”, disse Souza.

O supervisor da pesquisa explicou que a safra considera a produção de grãos, como milho, arroz, feijão, amendoim e fava. Mas a pesquisa traz dados de 40 produtos, que estão sendo cultivados em uma área total de 433.853 hectares, dos quais 217.918 ocupados com lavouras temporárias e 215.935 de culturas permanentes.

Algodão cresceu

A produção do algodão é a que mais deve crescer: 60%, em relação a janeiro deste ano, quando foi feito o último levantamento, com um cenário já mais positivo. Segundo o diretor-técnico da Emater-PB, Vlaminck Paiva Saraiva, de uma forma geral as chuvas deste ano favoreceram a produção de lavouras.

“Em relação ao algodão, o aumento foi puxado pelo projeto ‘Algodão Paraíba’, que está no segundo ano e que vem resgatando a cultura do algodão, responsável pelo desenvolvimento do nosso Estado”, explicou Paiva. Para a safra deste ano, a perspectiva é que a produção alcance 327 toneladas e a superfície cultivada totalize 307 hectares.

Já a produção de arroz de sequeiro deve cair em mais de 60%, comparado com janeiro, quando se esperava colher 4.418 toneladas. “O arroz é plantado em áreas alagadas e, como não houve chuva suficiente para encher os mananciais, principalmente, no Vale do Piancó, deve haver essa diminuição na safra”, disse.

Mesmo assim, para a safra de 2017 estima-se que a produção de arroz deverá situar-se em torno de 1.742 toneladas, um aumento de 1.017,00% em relação à quantidade colhida no ano passado, que totalizou 156 toneladas.

Situação climática

Os pesquisadores também colheram informações e dados sobre as condições climáticas das reservas hídricas e da situação das pastagens. Concluiu-se que as chuvas acumuladas até o final de abril ultrapassaram os 300 milímetros, na maioria dos municípios do Sertão, enquanto na região do Cariri e do Seridó observa-se que elas ocorreram de forma bem localizadas.

Em razão disso, os agricultores anteciparam o plantio nas regiões polarizadas pelos municípios de Piancó, Itaporanga, Patos, Pombal, Souza, Cajazeiras Princesa Isabel e Catolé do Rocha. Já nas regiões do Cariri e do Seridó, os plantios foram adiados.

No Agreste e Litoral, os pesquisadores observaram que a partir de abril, quando a pesquisa estava sendo feita, é que teria início a fundação das culturas de feijão, milho, amendoim e fava.

A pesquisa

Os dados da pesquisa foram coletados entre os dias 6 e 29 do último mês de abril e tomou como referência o prognóstico realizado no mês de janeiro deste ano. As informações foram obtidas pela rede de coleta do IBGE, mediante consulta às Comissões Municipais de Estatísticas Agropecuárias (Comeas), constituídas por produtores rurais, secretarias municipais de Agricultura e instituições oficiais de crédito e técnicos da Emater-PB.

Queda X Aumento

Estimativas de produção (comparativo das pesquisas de janeiro e abril):

  • QUEDA NA PRODUÇÃO
    Arroz (-60,6%)
    Batata Inglesa (-20,7%)
    Fava (-15%)
    Amendoim (-9,1%).
    Castanha de Caju (-7,2%)
    Laranja (-1,60%)
    Tomate (-1%)
    Cana-de-Açúcar (-0,6%)
  • AUMENTO DA PRODUÇÃO
    Algodão (62%)
    Batata-doce (15%)
    Feijão (7,6%)
    Milho (7%).
    Abacaxi (4,10%)
    Coco (3%)
    Laranja (1,6%)
    Mandioca (1%)

 

  • Andréa Batista, jornalista/produtora de conteúdo freelancer
Mais informações podem ser obtidas gratuitamente por meio do telefone 115, que agora também atende ligações de celular
 
Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) vai realizar serviço de manutenção preventiva na Estação de Tratamento de Água de Marés, e, por isso, precisará interromper o abastecimento de água, nesta terça-feira (23), das 6h às 22h, em 26 localidades da Grande João Pessoa.

                                                                                                                                           De acordo com a gerência regional da Cagepa, no Litoral, as áreas que serão atingidas são: toda cidade de Bayeux, Várzea Nova, em Santa Rita, e Centro, Tambiá, Róger, Baixo Róger, Ilha do Bispo, Varadouro, Cordão Encarnado, Alto do Mateus, Bairro dos Novais, Funcionários I, Jardim Planalto, Oitizeiro, Cruz das Armas, Jaguaribe, Torre, Expedicionários, Tambauzinho, Pedro Gondim, Bairro dos Estados, Jardim Treze de Maio, Ipês, Mandacaru, Padre Zé e Alto do Céu, na Capital.

Mais informações podem ser obtidas gratuitamente por meio do telefone 115, que agora também atende ligações de celular.
 

Secom-PB

Setores ambientalistas já preparam uma mega reação para impedir junto aos órgãos de proteção ao meio ambiente esse atentado à falésia

A Prefeitura Municipal de João Pessoa autorizou a construção de um hotel embargado há 10 anos no pé da Barreira do Cabo Branco. Setores ambientalistas já preparam uma mega reação para impedir junto aos órgãos de proteção ao meio ambiente esse atentado à falésia.

A obra foi embargada em 2006, por ação dos Ministérios Públicos federal e estadual.

O grupo português Imperial pretende executar um projeto com quatro pavimentos e que prevê inclusive a área subterrânea para estacionamento.

A Prefeitura de João Pessoa concedeu a licença de instalação, ferindo o Código de Obras da cidade e o código de meio ambiente. O grupo Minha Jampa pretende acionar todos os meios possíveis contra a construção do empreendimento por entender que vai causar danos irreparáveis à barreira. "Sabe aquela conversa de Luciano Cartaxo de proteger a barreira? Conversa fiada", postou o Minha Jampa, no Facebook. 

Máquinas já estão no local. Foto: Walla Santos

A secretaria do Meio Ambiente de João Pessoa confirmou a liberação da obra. Confira resposta da prefeitura ao portal Click PB:

Segundo informações de Anderson Fontes, diretor de Controle Ambiental da Semam, a Licença de Instalação do empreendimento foi concedida há mais de seis anos.

Essa Licença pode ser renovada de dois em dois anos e toda a documentação exigida para a instalação do empreendimento foi apresentada.

A Licença não está vencida e essa autorização não fere o Código de Postura, uma vez que o Zoneamento Urbano permite aquele tipo de construção. Lembrando ainda que o Supremo Tribunal deu ganho de causa ao empreendimento.

Em solenidade bastante prestigiada realizada na manhã desta quarta-feira, 10, no auditório do Ipsem, o prefeito Romero Rodrigues assinou acordo de parceria com a Airbnb, plataforma online que conecta viajantes de qualquer parte do planeta a pessoas interessadas em obter uma renda extra, alugando um quarto ou imóvel inteiro por temporada.

O foco principal da parceria está voltado justamente para o período entre 2 de junho e 2 de julho, quando acontecerá a 35ª edição da festa de São João, que se consolida a cada ano como um dos maiores eventos do calendário turístico brasileiro.

Dentre auxiliares da Prefeitura Municipal, representantes da sociedade e convidados, compuseram a mesa, ao lado do prefeito, a representante da Airbnb, Flávia Matos, o secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Luiz Alberto Leite, e o vereador Renan Maracajá, que representou a Câmara.

Para Romero Rodrigues, que ressaltou a importância do caráter inovador no modelo de gestão da festa em 2017, o Maior São João do Mundo deste ano tem tudo para superar o recorde na movimentação da economia e geração de receita dentro do próprio município, principalmente com parcerias como a celebrada nesta terça-feira com a Airbnb.

“Não adianta só reclamar da crise pela qual o País ainda atravessa. É preciso ter ousadia para inovar e continuar fazendo a cidade se desenvolver. E são parcerias como essa, com a Airbnb que acabam fazendo toda a diferença. Imagine que a rede hoteleira da cidade já está com quase 100% dos leitos reservados, e que, através das opções de hospedagens dessa plataforma online, estaremos divulgando ainda mais o Maior São João do Mundo e atraindo turistas. Quem porventura quer vir para Campina, mas não encontra hospedagem em hotéis ou pousadas, ao invés de se acomodar em outra cidade e se deslocar até aqui, como comumente acontece, vai acabar encontrando mais opções para ficar dentro de Campina mesmo”, comentou o prefeito.

De acordo com Flávia Matos, do setor de Políticas Públicas da Airbnb, os interessados em cadastrar seus imóveis na plataforma online já podem acessar o site www.airbnb.com.br e seguir os passos que, segundo ela, são simples. Flávia se mostrou muito empolgada com a parceria firmada e garantiu que tanto o evento, quando a cidade, só terão a ganhar.

“A gente se orgulha muito de ter sido procurada pela Prefeitura de Campina Grande para estabelecer esse vínculo, o qual diz tanto sobre nossa missão: possibilitar que as pessoas façam uma renda extra, locando imóveis ou espaços que estejam ociosos na sua residência, além de propiciar aos visitantes que eles tenham uma experiência original”, destacou Flávia.

Nesta quinta-feira, 11, às 14h, uma equipe da Airbnb estará no auditório da Associação Comercial de Campina Grande, localizada na avenida Floriano Peixoto, ensinando os interessados em cadastrar os imóveis e explicando, detalhadamente, como funciona a plataforma.

Airbnb - Airbnb é uma plataforma online que serve como elo entre viajantes de todo o mundo e pessoas interessadas em obter renda extra, alugando um quarto ou imóvel inteiro por temporada.

Qualquer pessoa, independente da localização da residência, pode anunciar pela plataforma, especificando as condições, preços e regras da casa.

Da mesma forma, viajantes em busca de uma experiência diferenciada ou preços mais atrativos, têm à disposição uma série de opções, com preços muitas vezes mais acessíveis em relação à hospedagens tradicionais.

Tanto para quem aluga quanto para quem busca hospedagem, a plataforma disponibiliza atendimento 24h, monitoramento, ferramentas de segurança, seguro contra danos ao patrimônio e um sistema de pagamento seguro online.

Com mais de três milhões de anúncios em todo o mundo, o Airbnb já reúne mais de 100 mil no Brasil e foi responsável pela hospedagem de mais de um milhão de pessoas, em 2016, com quase 90 mil anfitriões cadastrados em todo o país.

A plataforma está presente em 191 países, em mais de 65 mil cidades, e já registrou mais de 160 milhões de hóspedes no mundo todo.

Terça, 09 Maio 2017 16:04

Seca atinge mais de 90% da Paraíba

Escrito por

Paraíba tem 196 municípios em emergência reconhecidos pela Defesa Civil Nacional

 

A Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional, reconheceu a situação de emergência de 196 municípios paraibanos afetados pelo extenso período de estiagem.

A medida vale por 180 dias e vai permitir que as prefeituras peçam o apoio do governo federal para ações de socorro, assistência e restabelecimento dos serviços essenciais, como o abastecimento de água por meio de carros-pipa.

O reconhecimento federal também permite que a população tenha acesso a outros benefícios, como a renegociação de dívidas no setor de agricultura e o apoio do BNDES para a retomada da atividade econômica. O Ministério da Integração informa que tem investido em diversas ações para apoiar os municípios paraibanos afetados pela falta prolongada de chuvas. 

A maior delas é o Projeto de Integração do rio São Francisco, que já chegou ao Estado e beneficia cidades como Monteiro e Campina Grande, que diminuíram o racionamento de água. E, em breve, vai contemplar mais 17 cidades na região da segunda maior cidade da Paraíba. De janeiro a março, a Pasta também aplicou mais de 39 milhões de reais na Operação Carro-Pipa, para atender diariamente cerca de 403 mil pessoas em 171 municípios.

 

Também foram empenhados recursos para construção de adutoras de engate rápido e obras estruturantes, como a Vertente Litorânea, que vai garantir o abastecimento de 630 mil pessoas no agreste da Paraíba.

 

Por Eduardo Figueiredo

 

Quatro agências funcionam em João Pessoa, mas também há atendimento em Santa Rita, Bayeux, Campina Grande, Patos, Souza e Cajazeiras.

 

Onze agências da Caixa Econômica Federal (CEF) na Paraíba vão estar abertas no sábado (8) para atender exclusivamente pessoas que tenham direito a sacar o saldo de contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O governo federal anunciou na ultima quarta-feira (5) que o início do pagamento desta segunda fase vai ser antecipado, já que estava programado para começar apenas na segunda-feira (10). A partir desta data, podem fazer o saque trabalhadores nascidos nos meses de março, abril e maio.

Em João Pessoa, vão funcionar das 9h às 15h no sábado quatro agências: Cabo Branco e Trincheiras, no Centro, mas também Epitácio Pessoa e Cruz da Armas. A região metropolitana ainda tem atendimento especial nas agências de Bayeux, na avenida Liberdade, e de Santa Rita, na avenida Flávio Ribeiro Coutinho. Além disso, de segunda a quarta-feira (10,11 e 12) todas as agências do estaado vão abrir às 8h e fazer duas horas de atendimento exclusivo a este público.

Já em Campina Grande, duas agências abrem as portas no sábado, a Campina Grande, na rua Epitácio Pessoa, e e Borborema. As demais agências que funcionam no esquema especial são a de Patos, no Shopping Guedes, Souza e Cajazeiras.

Como fazer os saques

De acordo com a Medida Provisória 763/16, tem direito ao saque o trabalhador que pediu demissão ou foi demitido por justa causa até 31 de dezembro de 2015. Antes da MP, o trabalhador somente poderia sacar caso permanecesse três anos fora do Regime do FGTS, em caso de aposentadoria, utilização para moradia, dentre outros.

Valores até R$ 1.500,00 podem ser sacados no autoatendimento, somente com a senha do Cidadão. Para valores até R$ 3.000,00, o saque pode ser realizado com o Cartão do Cidadão e senha no autoatendimento, lotéricas e correspondentes CAIXA. Acima de R$ 3.000,00, os saques devem ser feitos nas agências CAIXA.

Para facilidade no atendimento, os trabalhadores devem sempre ter em mãos o documento de identificação e Carteira de Trabalho, ou outro documento que comprove a rescisão de seu contrato. Para valores acima R$ 10 mil é obrigatória a apresentação de tais documentos.

 

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JR Esquadrias