Cidades (78)

 Ângela Holmes Aguiar, natural de Curitiba,  “Sempre que venho a João Pessoa, procuro a Ponta do Seixas, pois, apesar de tanto descaso, ainda é um dos pontos mais bonitos da cidade”, acrescentou

A erosão continua desgastando a barreira do Cabo Branco, em João Pessoa. Se não bastasse a força do mar, as últimas chuvas que caíram na capital aumentaram os problemas da falésia. O local não dá mais segurança a pedestres, turistas e comerciantes. O que se vê são constantes reclamações. “Absurdo, as providências só ficam no papel. Estamos a cada dia perdendo clientes. O turista tem nos abandonado. O que vemos é a interdição de trechos e o mar levando cada vez mais esta tradicional barreira. Estamos pedindo socorro”, desabafou o comerciante Edmilson Ferreira da Silva, que vende produtos artesanais próximo ao Farol do Cabo Branco.

Edmilson Ferreira fez questão de apresentar o perigo iminente que correm as pessoas ao se aproximarem da barreira. “Isto é muito perigoso. A chuva e o mar estão destruindo a barreira do Cabo Branco. Algo tem que ser feito urgente”, disse o comerciante, que continuou reclamando: “se tem recursos para investir em outras coisas, mas, na correção da barreira do Cabo Branco e em nosso turismo, pouco a prefeitura faz”. As reclamações não partem apenas de Edmilson.

O comerciante do ramo de coco, Abdias Alves de Lima até que sugeriu para solucionar o problema da erosão na barreira. “Um quebra-mar seria o viável. Os órgãos deveriam fazer um muro de concreto maciço com três metros de profundidade puxando em direção a barreira. Aí sim, o problema seria resolvido, mas, não sei por que não fazem isso. Não sou engenheiro, mas acredito que resolveria. O problema é que eles alegam não terem dinheiro”, afirmou.

O turista, por sua vez, parece não se preocupar muito com o problema da erosão, bem como com sua segurança física. Com frequência, eles são vistos no local e se aproximam da extremidade da barreira para fotografias, mesmo havendo placas sinalizadoras da Defesa Pública impedindo o acesso. “Não dá pra ir embora da Paraíba e não tirar uma fotografia nesta barreira. A visão é muito bonita. Dá pra ver praticamente toda a cidade”, afirmou Ângela Holmes Aguiar, natural de Curitiba, com familiares no bairro de Manaíra, em João Pessoa. “Sempre que venho a João Pessoa, procuro a Ponta do Seixas, pois, apesar de tanto descaso, ainda é um dos pontos mais bonitos da cidade”, acrescentou.

Versão da prefeitura – Na manhã de ontem, praticamente ninguém da Prefeitura Municipal de João Pessoa quis falar sobre o projeto de contenção da erosão na barreira do Cabo Branco, que dizem está em andamento, concluído por técnicos da Secretaria de Planejamento e sob a fiscalização da Secretaria de Infraestrutura. Desde 5 de fevereiro deste ano, obras de drenagem estão sendo executadas nas imediações da Estação Ciência, onde “todos” alegam se tratar da “drenagem da barreira”. As obras, no entanto, têm o objetivo de corrigir falhas de drenagem na área continental da falésia, regulando o escoamento das águas que agravam o processo de erosão de um dos principais pontos turísticos da capital. “Apesar de ser secretário-adjunto de Planejamento, pouco falo sobre o assunto. Tudo está a cargo da secretária titular”, disse Fábio Sinval. A titular da pasta, secretária Daniella Bandeira de Miranda Pereira foi procurada, mas sua assessoria informou que a mesma não poderia atender, pois se encontrava em reunião.

 

Fonte: PBAgora

Para promover o bem-estar, cidadania e cuidado com a saúde mental e física a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) oferece dezenas de opções de atividades

A Rede Municipal de Saúde de João Pessoa oferece diversos serviços voltados à saúde mental da população idosa e este cuidado não se resume a consultas médicas, mas se estende com as inúmeras atividades ofertadas dentro e fora das unidades de saúde. Assim, os idosos podem ter acesso a grupos terapêuticos, atendimentos especializados e prática de exercícios físicos, entre outras atividades.

Cibele Almeida, psicóloga do Centro de Atenção Integral à Saúde do Idoso (Caisi), destacou que os problemas que mais afetam a saúde mental do idoso são as doenças, a perda de autonomia, a morte de entes queridos e o distanciamento dos filhos “Normalmente está associada a doenças como demências senis, Mal de Parkinson, AVC e vivências de luto, que muitas vezes se prolongam por anos. A depressão também pode surgir com o estilo de vida que favorece o isolamento e a solidão”, afirma.

Ela explica que, assim como os mais jovens, os idosos precisam conviver com outras pessoas e manter vínculos afetivos, ter uma rotina saudável, boa qualidade de sono, alimentação equilibrada, praticar atividade física e cuidar do lado espiritual. “A prática de atividade física é remédio natural e eficaz para o corpo e a mente, desde que o idoso possa escolher uma modalidade com a qual mais se identifique e que seja compatível com as suas condições físicas”, diz.

Quem é adepta ao exercício físico é a dona de casa Elenita da Silva, que aos 76 anos acorda cedo todos os dias e já começa a semana indo para suas aulas de natação. Além disso, ela pratica atividade física duas vezes por semana na Unidade de Saúde da Família (USF) em que é atendida, no bairro José Américo, com o apoio de educadores físicos do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF). “Depois que comecei a praticar as atividades, me sinto mais leve e até as minhas dores no corpo diminuíram”, comentou.

Toda terça-feira, na mesma USF, dona Elenita frequenta também o grupo de idosos que funciona como uma terapia para ela e outras 60 pessoas que se encontram para participar de diversas atividades. Ela conta que, após entrar no grupo, sua vida melhorou em vários aspectos.

“Tenho 76 anos de idade, mas comecei a viver há três anos quando passei a frequentar as reuniões do grupo. Antes, eu me sentia uma prisioneira dentro da minha própria casa. Há pouco tempo, meu marido e meus dois filhos morreram e aqui, nesse grupo, encontrei força para reviver”, afirmou.

Outra integrante do mesmo grupo, Genilda Galdino, 69 anos, revela que saiu de uma fase ruim de sua vida após começar a participar dos encontros. “Eu só comia, bebia e chorava. Sempre me sentia muito triste, mas as atividades me ajudaram e essa tristeza passou. É muito bom fazer parte desse grupo, que é como uma grande família”, definiu.

Além do grupo da USF José Américo, outras unidades também promovem convivência e interação entre os idosos, sendo coordenadas por profissionais da Atenção Básica. Em cada grupo são desenvolvidas atividades como desenho, pintura, jogos, palestras e rodas de conversa.

Família – Além das atividades terapêuticas nas quais os idosos podem estar inseridos, a psicóloga Cibele Almeida orienta que a família também deve contribuir para o bem estar psicológico da pessoa idosa. “A família precisa se informar a respeito do problema que o idoso está enfrentando. Quanto mais informação, mais condições de ajudar”, disse Cibele.

Ela destaca que a família deve tratar o idoso como uma pessoa de direitos e deveres e tentar não vitimizá-lo por sua faixa etária, incentivando-o a conduzir sua própria vida. “É importante que o idoso não passe a viver à deriva. Ele tem que fazer projetos a curto, médio e longo prazo, atendendo às necessidades que a idade exige, mas mantendo a autonomia sempre”, completou.

Serviço especializado – O Centro de Atenção Integral à Saúde do Idoso (Caisi) é referência em terapias voltadas a esse público. No local, os usuários têm acesso a consultas psicológicas e grupos terapêuticos, nos quais desenvolvem atividades que proporcionam melhorias no seu cotidiano.

Para participar das atividades, basta ir até o Caisi portando o documento de identidade, cartão SUS e comprovante de residência. O serviço está localizado na Praça Caldas Brandão, s/n, bairro Tambiá, no prédio anexo ao Hospital Municipal Santa Isabel. O atendimento acontece de segunda à sexta-feira, das 7h às 17h.

Além do Caisi, outros serviços da Rede Municipal de Saúde também oferecem acompanhamento psicológico ao público idoso. São eles: Unidade Básica de Saúde (UBS) de Mandacaru; Unidade das Praias, em Tambaú; e os Centros de Atenção à Saúde (Cais) em Jaguaribe, Cristo e Mangabeira. Para ter acesso, o usuário deve procurar diretamente qualquer um desses locais.

Atividades físicas – Aqueles que preferem praticar atividades físicas têm a opção de frequentar uma das três academias da saúde instaladas e mantidas pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP). Elas estão localizadas nos bairros do Ernesto Geisel, Ernani Sátiro e Colinas do Sul. Nas academias são desenvolvidas atividades como ginástica aeróbica, ginástica localizada, circuito, atividades funcionais e caminhadas orientadas.

Outra opção é o Projeto João Pessoa Vida Saudável, que atua em 39 polos na cidade, incluindo 23 praças, escolas, unidades de saúde da família e academias da saúde. As atividades acontecem de segunda a sexta-feira, das 5h30 às 7h30 e das 16h30 às 19h30. Podem participar pessoas de todas as faixas etárias. Os interessados devem comparecer aos polos que oferecem as aulas e procurar o orientador.

 

Fonte: Secom da PMJP

 

Na Villa Sanhauá, músicos, artistas plásticos, fotógrafos, designers e outros profissionais ligados à economia criativa se preparam para mudar de endereço, trazendo vida nova para a região onde a cidade nasceu

A terceira capital mais antiga do Brasil se prepara para receber o primeiro programa público de habitação em áreas históricas do País. Próxima terça-feira (26), às 17h, os antigos casarões da Rua João Suassuna reabrem as portas em um novo conceito de moradia e de uso comercial, se consolidando como um novo marco para Centro Histórico de João Pessoa. Na Villa Sanhauá, músicos, artistas plásticos, fotógrafos, designers e outros profissionais ligados à economia criativa se preparam para mudar de endereço, trazendo vida nova para a região onde a cidade nasceu.

A revitalização dos casarões, esperada há mais de 14 anos pela população, integra um conjunto de obras e ações desenvolvidas pela Prefeitura de João Pessoa que estão mudando o perfil do Centro Histórico. O projeto foi orçado em aproximadamente R$ 4 milhões, com recursos próprios da administração municipal. “Tirar a Villa Sanhauá do papel exigiu coragem e planejamento em todas as etapas. Agora, estamos mostrando para o Brasil que é possível avançar com obras em áreas essenciais como saúde, educação e habitação, sem esquecer da nossa história, prezando pelo passado que aponta para o futuro”, disse o prefeito Luciano Cartaxo.

No primeiro piso dos oito casarões, além de cinco habitações, irão funcionar a Casa do Samba JP, comandada pelo sambista Preto Netto, o restaurante Vila do Porto, duas galerias de artes, um estúdio fotográfico e o Grupo Cultural de Maracatu Pé de Elefante. No segundo, estão instaladas as 12 unidades residenciais, de onde poderão surgir novos ativos culturais criados pelos artistas que foram selecionados. Os ocupantes passaram por um rigoroso processo de análise via edital lançado pela Secretaria de Habitação e assinaram termos de cessão e permissão para o uso dos prédios. “Com a Villa Sanhauá estamos aliando moradia com ocupação cultural permanente, fazendo pulsar um dos maiores ativos de João Pessoa que é a criatividade”, disse a secretária Sachenka Bandeira.


Patrimônio – O Villa Sanhauá foi concretizado respeitando todas as regras e legislação que regem os patrimônios históricos, passando pelo crivo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e também do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep). A Prefeitura transformou os casarões em 17 unidades habitacionais e seis comerciais, além de um prédio destinado à Casa do Empreendedor de João Pessoa, oferecendo um novo polo de servi. Com  Secom/PB.

 

Artigo da internet

o desfecho do processo que sofre o Manaíra Shopping, e seu proprietário, consequente à acusação de ter praticado crime ambiental, ao desviar o curso do Rio Jaguaribe.

O cidadão José Mário Espínola, residente na Capital paraibana, oferece excelente sugestão à Justiça e ao Ministério Público Federal para encerrar o processo em que uma empresa do dono do Manaíra Shopping foi condenada a pagar R$ 10 milhões (corrigidos, seriam R$ 45 milhões) de multa por danos ambientais ao Rio Jaguaribe. Vejam só

                      Prezado Rubens Nóbrega,

Estamos todos acompanhando o desfecho do processo que sofre o Manaíra Shopping, e seu proprietário, consequente à acusação de ter praticado crime ambiental, ao desviar o curso do Rio Jaguaribe.

Causou má impressão a multa atribuída, insignificante diante do prejuízo ecológico acometido. Fiquei sabendo de que algum órgão de defesa do meio ambiente vai recorrer, ou já recorreu.

Foi levantada a possibilidade de o Manaíra Shopping vir a ter uma parte da sua estrutura demolida, exatamente a que desvia o leito do rio.

Concordei com um amigo que chamou a atenção para o fato, de que seria um imenso prejuízo para o estabelecimento comercial. Esse interlocutor aventou a possibilidade de o estabelecimento vir a ser penalizado com a realização de algum encargo, como já aconteceu oito anos atrás, quando presenteou a cidade com a belíssima reurbanização da Avenida Flávio Ribeiro Coutinho, o Retão do Manaíra.

Muito preocupado com a nossa Capital e atento aos dramas urbanos que nela se desenrolam, fiquei pensando numa boa “pena alternativa” para o Manaíra Shopping que ao mesmo tempo poupasse a sua estrutura e ao mesmo tempo compensasse a cidade pelo dano causado. E achei uma tarefa, um verdadeiro Trabalho de Hércules, que, se realizada, transformará num passe de mágica o proprietário do Manaíra Shopping de vilão em herói.

Seria determinar que ele assumisse a REVITALIZAÇÃO DA BARREIRA DO CABO BRANCO, em prazo a ser determinado, desde que viesse a ser um projeto amplamente aprovado.

É um trabalho que está ao alcance dele: tem um batalhão de excelentes técnicos, tem a determinação inesgotável de grande empreendedor que é e, o mais importante, tem o recurso necessário.

Para quem já desviou um rio, desviar o mar será um bom exercício.

Com a palavra a Justiça.

Um abraço,

José Mário Espínola

Cidadão de João Pessoa

 

Para saber mais sobres o embate judicial MPF X Manaíra Shopping, leia

Nota do Manaíra Shopping sobre a condenação dos R$ 10 milhões

MPF recorre de sentença que condenou Manaíra Shopping a pagar R$ 10 milhões por danos ambientais

MP pede bloqueio de receitas e de obras do Manaíra Shopping

 

 

O presidente e candidato à reeleição apresentou algumas das propostas para seu novo mandato

O atual presidente da Associação Paraibana de Imprensa (API) e candidato à reeleição, João Pinto, visitou na última sexta-feira (25) o município de Sousa, no sertão paraibano. O presidente apresentou algumas das propostas para seu novo mandato, caso seja eleito.

Além de conceder entrevista na rádio Líder FM, João Pinto, visitou aliados na cidade sorriso. O candidato à reeleição da API também realizou visitas em Cajazeiras.

Na região do sertão, João, tem como companheiro de chapa o radialista Levi Dantas, que atualmente apresenta um programa matinal na rádio Líder FM de Sousa.

João Pinto tem como concorrente á jornalista Sandra Moura que também fez visitas ao sertão e realizou diversos contatos na cidade de Sousa. As eleições para escolher o novo presidente da API ocorrerão em dois dias, sendo 20 de julho nas cidades do interior e 21 em João Pessoa.

 

 

Fonte: Debate Paraíba

Ações na área da saúde, são demandas frequentes e assim tem sido no nosso Governo, buscando atende-las dentro das possibilidades financeiros disponíveis do município”, disse a Prefeita. 
 
Maria Eunice Pessoa prefeita de Mamanguape autorizou, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, a aquisição de duas câmaras frias para serem instaladas para armazenamento, distribuição e logística das salas de vacinas unidades de Atenção Básica no município, entrando em consonância ao que determina o Ministério da Saúde, através do Manual de Frio 2018.
 
Para a coordenadora de Vigilância em Saúde, Gianeide Camargo, a aquisição das câmaras frias representa a garantia da qualidade e conservação dos imunobiológicos também conhecido popularmente como (vacina), pois ela mantém estes imunos numa temperatura constante entre + 2°C até + 8°C não permitindo a oscilação de temperatura. A Coordenadora disse que em caso da falta de energia o equipamento mantém por 48 horas a conservação, garantindo assim a qualidade do imunobiológicos ofertado a população.
 
O secretário da Saúde, Antônio Neto, ressaltou que à aquisição teve como objetivo assegurar que os imunológicos disponibilizados no serviço de vacinação sejam mantidos em condições adequadas, fazendo com que permaneçam com suas características iniciais até o momento de sua administração nos usuários. “Desta forma a Secretaria de Saúde através do Núcleo de Vigilância em Saúde e Atenção Básica realiza as ações de promoção, prevenção de doenças e agravos à população”, acrescentou o Secretário.
 
A prefeita Eunice fez uma visita in loco, recebeu informações sobre o funcionamento dos equipamentos. Eunice disse que vários investimentos serão feitos na pasta da saúde, além dos já realizados. “Temos que fazer gestão para atender as necessidades das pessoas. Ações na área da saúde, são demandas frequentes e assim tem sido no nosso Governo, buscando atende-las dentro das possibilidades financeiros disponíveis do município”, disse a Prefeita.
 
 
 
Fonte:  Assessoria  
 

 

 

O CAU-PB alerta para a necessidade de vistorias por parte das entidades públicas e ações de manutenção pelos proprietários dos imóveis, como prevenção de possíveis acidentes. 

Pelo menos 80 prédios estão em risco iminente de desabar em João Pessoa por falta de manutenção. A informação foi repassada na última sexta (11) pelo presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) da Paraíba, Ricardo Vidal. Os mais críticos são os antigo prédios do INSS e o Edifício Régis, ambos localizados na Rua Duque de Caxias, Centro da Capital, além do Hotel Altiplano. Ele afirmou que os imóveis precisam de intervenções urgentes e a solução apontada seria utilizar as construções em programas de habitação social.
 
O levantamento que apontou risco em cerca de 80 imóveis foi feito pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba (Iphaep), em 2015. Por isso, segundo Vidal, não é possível precisar se esse número aumentou ou diminuiu. “É uma situação preocupante. Esses prédios ocupados estão em risco. O do INSS está assustador e o perigo não é só para quem está dentro, mas para os prédios vizinhos e quem passa perto”, alertou.
 
Segundo Vidal, existe um déficit habitacional muito grande em todo o país, o que não é diferente na Paraíba, nem João Pessoa. Por isso a sugestão de ocupar os prédios com moradia para famílias que não têm onde morar. Durante a reunião realizada pelo Ministério Público semana passada, os conselheiros do CAU, Rogério Nóbrega e Gustavo Nóbrega, defenderam a posição de que essas edificações devem ser reformadas e adaptadas para esse uso.
 
O CAU-PB alerta para a necessidade de vistorias por parte das entidades públicas e ações de manutenção pelos proprietários dos imóveis, como prevenção de possíveis acidentes. A reportagem não conseguiu ouvir o Iphaep para saber detalhes do levantamento.
 
O síndico do Edifício Régis, Almir Fernandes, disse que a administração do prédio, que possui 75 salas, não foi notificada ou recebeu uma fiscalização formal do CAU. Ele disse ainda que o imóvel passa por vistorias periodicamente na estrutura hidráulica e elétrica.
 
Prédio do TJ em risco
 
Nem os prédios ocupados de forma legal escapam do perigo de desabamento. De acordo com o CAU, no mês passado, o prédio sede do Tribunal de Justiça da Paraíba foi interditado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) devido ao perigo de colapso estrutural. No local, as instalações elétricas estão precárias e a cobertura vulnerável, com risco de desabamento. O prédio, que abriga o TJ desde 1939 e fica na Praça João Pessoa, é tombado pelo Iphaep e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
 
 
Brasil
 
O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, motivado pela tragédia que ocorreu recentemente em São Paulo, propôs uma Política Nacional de Recuperação dos Centros Urbanos com enfoque especial na habitação de interesse social. Segundo o CAU-BR, a ocupação dos imóveis abandonados nas áreas centrais das cidades é resultado da omissão do Estado, que não priorizou esses espaços para cobrir o crescente déficit habitacional, optando por programas nas periferias urbanas, que afastaram a população trabalhadora da proximidade de seus empregos.
 
“Esses prédios precisam ser ocupados e a melhor opção é com moradia. No Centro tem estrutura como saneamento, vias asfaltadas, e o custo seria mais baixo do que fazer um loteamento distante. Seria interessante e viável para o poder público, até porque a maioria dos prédios é pública, como o do INSS e do Ipase”. Ricardo Vidal, presidente do CAU-PB.
 
 
Sete ocupações irregulares em João Pessoa
 
 
Hotel Altiplano - particular
 
Escola Estadual Índio Piragibe (Varadouro) - pública
 
Fábrica de gelo – (Porto do Capim) – União
 
Curtume – (Porto do Capim) - União
 
Vila Nassau – (Porto do Capim) - União
 
Praça Dom Ulrico - particular
 
Antigo INSS – Duque de Caxias – União.
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: Da Internet

 

 

O CAU-PB alerta para a necessidade de vistorias por parte das entidades públicas e ações de manutenção pelos proprietários dos imóveis, como prevenção de possíveis acidentes.

A Fenemp teve início no ano passado e percorreu as cidades de João Pessoa, São Bento, Bananeiras e Monteiro com o objetivo de incentivar a geração de empreendedores, oportunidades de negócios, além de promover um ambiente favorável para a interação entre os municípios.

O governador Ricardo Coutinho abriu, na última sexta-feira (4), a primeira edição de 2018 da Feira de Negócios e Empreendedorismo da Paraíba (Fenemp), no Shopping Cidade Luz, em Guarabira. Na ocasião, o chefe do Executivo Estadual assinou mais de R$ 504 mil em contratos créditos, beneficiando 81 empreendedores. O evento acontece até o proximo domingo (6), contando com diversos estandes de empreendedores, palestras, oficinas e promovendo a geração de novo

A Fenemp teve início no ano passado e percorreu as cidades de João Pessoa, São Bento, Bananeiras e Monteiro com o objetivo de incentivar a geração de empreendedores, oportunidades de negócios, além de promover um ambiente favorável para a interação entre os municípios. Este ano, além de Guarabira, a Feira será realizada em Picuí, Campina Grande e Itaporanga.

“Acredito muito no crescimento da economia de baixo para cima, ou seja, a partir das microempresas. O Empreender impulsiona a economia paraibana e se caracteriza como uma porta aberta para os empreendedores que buscam diversificar e ampliar seus negócios”, observou Ricardo Coutinho.

Ainda de acordo com o governador, aproximadamente 65% da geração de emprego na Paraíba vem da microeconomia. “O Empreender é muito importante para o fortalecimento dos empreendedores. A partir da liberação de recursos, os negócios crescem, a renda aumenta e isso movimenta a cadeia produtiva. O Empreender é uma resposta qualificada para a crise, porque só com investimentos é possível vencer esse momento complicado da economia”, comentou.

Segundo a secretária executiva do Empreendedorismo, Amanda Rodrigues, cerca de R$ 140 milhões já foram investidos pelo Empreender, desde a criação do Programa. “Muitos empreendedores tiveram a chance que precisavam para evoluir em seus negócios. A Fenemp é um instrumento que vem mostrando a produção desses empreendedores, gerando ocupação e renda e qualificando o trabalho dos empreendedores. Através do Empreender, eles aumentam seus negócios e contribuem com o desenvolvimento do Estado”, frisou.

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Gervásio Maia, enfatizou que gerar emprego e renda é fundamental para o crescimento do Estado. “A Fenemp se consolida como um projeto importante que dá oportunidade de desenvolvimento para os empreendedores. Que estas pessoas possam ter, cada vez mais êxito em seus negócios”, disse.

Paula Neves é uma das empreendedoras que teve seu crédito liberado durante a solenidade. Com o crédito do Empreender, ela pretende abrir um estabelecimento de venda de alimentos. “Estou pensando em colocar um pequeno mercadinho e o recurso do Empreender vai me ajudar a realizar esse sonho. Hoje trabalho vendendo macaxeira em um ponto no centro de Alagoinha, mas sei que posso avançar e por isso vou agarrar esta oportunidade e investir no meu novo negócio”, comentou.

O Empreender também vai contribuir para que o Ezequias Vieira amplie a empresa de polpa de frutas em Pedras de Fogo. “O valor que vamos receber será muito importante para que a produção artesanal passe a ser industrial com uma capacidade muito maior. Vamos ter máquinas industriais e isso vai mudar a realidade atual. O Empreender veio na hora certa”, afirmou.

Já Maria dos Anjos é uma das expositoras dos estandes da Fenemp de Guarabira. Ela contou que o Empreender deu uma grande ajuda para a ampliação do seu negócio. “Eu faço bolsas e através do Empreender consegui comprar uma máquina de qualidade para costurar e aumentar minha produção. Agora já estou aqui expondo e vendendo meus produtos com muita alegria”, falou.

 

Fonte: Secom-PB

Os menores preços foram encontrados a R$ 6,99 (Dois Irmãos, em Jaguaribe, e Shammah, em Mangabeira), R$ 7,00 (Souza Rangel, no  Rangel), e R$ 7,25 (São Judas Tadeu, no Rangel).

 

A pesquisa foi realizada nos dias 10 e 11 de abril deste ano, em 31 estabelecimentos de 20 bairros da Capital

A pesquisa foi realizada nos dias 10 e 11 de abril deste ano, em 31 estabelecimentos de 20 bairros da capital onde o menor e o maior preços do quilo do pão francês se mantêm inalterados desde o mês de outubro de 2017 em João Pessoa, segundo pesquisa comparativa realizada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP), com valores de R$ 6,75 (Panificadora Pão da Vida, em Mangabeira) a R$ 13,90 (Padaria Bonfim, em Tambaú).  A diferença é de R$ 7,15, e variação é de 105,9%.
 
Os maiores preços registrados na pesquisa atual (além do praticado na Padaria Bonfim) foram R$ 12,95 (El Shaday, em 
Cabo Branco), R$ 12,90 (Pão Doce Pão, no Bairro dos Estados), e R$ 10,99 (Fino Pão, nos Expedicionários). A pesquisa foi realizada nos dias 10 e 11 de abril deste ano, em 31 estabelecimentos de 20 bairros da Capital.
 
Menores - Os menores preços foram encontrados a R$ 6,99 (Dois Irmãos, em Jaguaribe, e Shammah, em Mangabeira), R$ 7,00 (Souza Rangel, no  Rangel), e R$ 7,25 (São Judas Tadeu, no Rangel).
 
O secretário Helton Renê orienta ao consumidor que verifique a pesquisa antes da compra diária do pão francês, já que o levantamento de preços do Procon-JP abrange vários bairros da Capital.
 
"Nossa pesquisa cobre 20 bairros de João Pessoa, o que dá opção ao consumidor de comprar o pão de cada dia utilizando o percurso de rotina. Por isso é importante consultar nossa pesquisa para saber onde encontrar esse produto mais barato, o que se, certamente, se traduz em economia", diz Helton Renê.
 
A pesquisa visitou os seguintes estabelecimentos: Eldorado e Almeidão (Cristo); São Judas Tadeu e Souza Rangel (Rangel); Pontes (Cruz das Armas); Dois Irmãos e Jaguaribe (Jaguaribe); Bonfim e Fluminense (Centro); 13 de Maio (Mandacaru); Flor das Neves (Roger); Bariloche e Ipanema (Torre); Fino Pão e Pandelly (Expedicionários); Pão Doce Pão (Bairro dos Estados); Pão da Vida e Shammah (Mangabeira); Castelo Branco (Castelo Branco); Doce Pão (Valentina); Bancários (Bancários); N. S. da Penha (Costa e Silva); Cardoso e N. S. da Penha (Geisel); El Shaday (Cabo Branco); Bessa Pão e Shammah (Bessa); Manaíra (Manaíra); Casa dos Pães e Bonfim (Tambaú).
 

 

Fonte: Secom-JP                                                                            escrito por Evanice Gomes

A obra de duplicação e restauração do acesso ao Aeroporto Castro Pinto tem uma extensão de 780 metros em pista dupla e representa um investimento de R$ 2,2 milhões

O governador Ricardo Coutinho inspecionou, nesta segunda-feira (12), a obra de duplicação e restauração do acesso ao Aeroporto Castro Pinto e, em seguida, acompanhou a entrega de 10 novos ônibus do Consórcio Metropolitano que faz o transporte intermunicipal de passageiros entre Bayeux e João Pessoa, como parte de um acordo firmado pelo Governo do Estado e conduzido pelo Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB), a fim de melhor atender a população.

Os ônibus entregues são adaptados com plataforma elevatória, assentos especiais e motorização eletrônica. Para o governador Ricardo Coutinho, a obra do acesso ao Aeroporto é fundamental porque envolve o desenvolvimento do turismo, por isso o ritmo está acelerado e a ação deve ser concluída até julho.



"A gente tem um aeroporto com uma demanda crescente e é preciso que o acesso seja bom para dar mais conforto e deixar uma boa impressão para os turistas que visitam a Paraíba. O Governo do Estado tem um cuidado muito grande com as ações de mobilidade urbana e com intervenções que reforçam a perspectiva de crescimento do turismo", afirmou o governador.

A obra de duplicação e restauração do acesso ao Aeroporto Castro Pinto tem uma extensão de 780 metros em pista dupla e representa um investimento de R$ 2,2 milhões. Os principais serviços executados são: terraplenagem em cortes e aterros, pavimentação alfáltica em CBUQ, sistema de drenagem para águas subterrâneas e pluviais, iluminação ornamental, calçadas, ciclovia e sinalização.



Sobre os novos ônibus, o governador avaliou que, após a implantação do Consórcio Metropolitano, em fevereiro de 2017, a população está sendo melhor atendida pelo transporte urbano. "A entrada de um novo consórcio no ano passado foi essencial para Bayeux, que antes tinha ônibus velhos, com pneus inadequados, enfim, hoje toda a frota é acessível e oferece mais conforto para os usuários", frisou.

Segundo o superintendente do DER, Carlos Pereira, o Consórcio Metropolitano  é integrado pelas empresas Reunidas, Santa Maria, Santa Rita e Das Graças, as quais "mobilizam 31 ônibus novos e seminovos para atender, aproximadamente, 12 mil usuários de transporte coletivo por dia".



As empresas que compõem o Consórcio Metropolitano fazem as seguintes linhas: João Pessoa/Bayeux (Aeroporto); João Pessoa/Bayeux (Imaculada); João Pessoa/Bayeux (Mário Andreazza); João Pessoa/Bayeux (Sesi); João Pessoa/Bayeux (Tambaí) e João Pessoa/Bayeux (Jardim Aeroporto).

"Antes do Consórcio Metropolitano, alguns ônibus pareciam que iam quebrar no meio do caminho. As condições eram muito ruins e a gente era quem sofria. Hoje o povo tem ônibus novo e seguro para ir e vir de Bayeux a João Pessoa. Eu mesma moro aqui em Bayeux, mas trabalho no Centro de João Pessoa, então todos os dias tenho que pegar ônibus", comentou a vendedora Lúcia Gomes - Secom-PB.

 

Fonte: Carlos Magno

 

 

 

Pagina 1 de 6
JR Esquadrias